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30 de nov de 2014

MARIA (por Air) – 30 de novembro de 2014




Eu sou Maria, Rainha dos Céus e da Terra.
Meus filhos bem amados, comecemos por reencontrar-nos na Verdade.
Acolhamo-nos.

[Comunhão]

Minha intervenção de hoje não pretende dar-lhes novas informações.
Eu venho ao seu encontro para escutá-los.

Vocês sabem, muitos de vocês receberam meu Apelo.
Todos o receberão, neste período alquímico particular, que os leva até o fim de seu mês de dezembro.
Vocês imprimem sua resposta até em suas estruturas as mais densas de seu Ser.
Isso é Bênção, isso é Graça, o que quer que lhes seja dado a viver, assim que vocês acolhem na Verdade.

Sua resposta não é, evidentemente, em palavras.
Sua resposta é a Verdade do Coração, que está, diretamente, em relação com a Verdade de seu posicionamento.
É isso que eu venho escutar com vocês para, talvez, aportar uma iluminação.
Mas essa iluminação nada mais é do que a possibilidade que lhes é oferecida de olhar-se, você mesmo, na Verdade.

Meus filhos, o que quer que lhes seja dado a viver, permaneçam na Leveza; o que quer que lhes seja dado a ver, acolham.
Ver-se na Verdade pode, por vezes, levar a reencontrar algumas resistências, quer seja tristeza, raiva, negação, pouco importa.
Tudo isso é Graça.
Isso vem oferecer-lhes a possibilidade de ver e, a partir daí, tudo se dissolve na Paz.

Meus filhos bem amados, ver-se está no presente.
Convém deixar de lado tudo o que vocês puderam viver e reconhecer no passado porque, em definitivo, toda experiência, qualquer que seja, multidimensional, vibratória, pouco importa, uma experiência de consciência é, sempre, apenas uma gota de ar em um copo d’água, de personalidade.

Reconhecer-se, reconhecer sua resposta ao meu Apelo é, em definitivo, muito simples.
Porque, como já foi dito, reconhecer-se-á a árvore por seus frutos.

Então, meus filhos bem amados, quais são seus frutos?
Vocês estão, ainda, colocados na separação?
O sofrimento está, ainda, presente?
Vocês aderem a uma história, qualquer que seja: pessoal, familiar ou coletiva?
Seu fruto é a Paz, o Contentamento, a Unidade, a cada instante, e os faz dizer «tudo é Um», o que quer que a Vida dá-lhes a viver?
Ou, ainda, seus frutos desapareceram, deixando lugar ao Silêncio?

O que quer que lhes seja dado a reconhecer, não se alarmem.
Porque, em definitivo, basta um instante para bascular na Verdade.
Isso não necessita de tempo algum, história alguma.

Meus filhos bem amados, sua resposta é levada a revelar-se, transformando o conjunto de sua vivência.
Nada mais será similar, assim que a Alquimia for realizada.
Talvez, aliás, é já o caso para alguns de vocês.

Tomemos o tempo, mais uma vez, para acolher-nos na Verdade, no Silêncio...

[Comunhão]

Meus filhos, se eu tenho insistido na noção do presente para ver sua resposta, é que alguns podem ter vivido a instalação na Unidade, antes de retornar à dualidade.
Disso nós já havíamos falado, há vários anos.
Essa mensagem é, mais do que nunca, de atualidade.

Quando vocês voltam à separação após uma passagem na Unidade, o ego pode encontrar-se reforçado, os julgamentos, as acusações podem aparecer, mesmo em nome da Luz.
Mas, como já lhes foi dito, a Luz não julga, e aqueles que viveram a Unidade podem testemunhar isso: o bem e o mal estão presentes no mental, na dualidade, mas, em caso algum, estão presentes além, aí, onde está a Unidade.

Disso eu lhes falo agora, mas nós os havíamos prevenido em múltiplas reprises, e isso, bem antes do fim de seu ano de 2012.
Nós havíamos, de algum modo, preparado esse momento, esse momento da Alquimia, esse momento do Choque.
Tendo comunicado a vocês essas informações bem mais cedo, nós permitimos, de algum modo, uma ancoragem quando das turbulências.
Mas sejamos claros: se esse é o caso, para alguns de vocês, se alguns de vocês voltam a visitar a dualidade, então, recebem todo o meu Amor.
É livre a vocês escolher viver uma história ou renunciar a qualquer separação.
Mas lembrem-se de que a Luz dual, oposta à sombra, é um jogo do ego, bem conhecido na história da humanidade, que tem visto tantos sofrimentos e guerras em nome da Luz, Deus ou da Verdade.

Vocês conhecem a árvore e os frutos, mas é de sua liberdade experimentá-los novamente.
Vocês podem, igualmente, aproveitar desse momento para ver e deixar dissolver-se toda ilusão de separação.

Meus filhos bem amados, vejam, em minhas proposições, apenas um encorajamento, encorajamento para deixar-se transportar pelo que vocês são, em Verdade.
Nada de exterior poderá, jamais, levá-los à Verdade.
Só você mesmo, em si mesmo, tem a totalidade das chaves para seu reencontro.
E, se você vê, em minha intervenção, um Ser exterior a você, que venha comunicar-se por intermédio de um canal, com você, então, você está no erro.
Eu sou você, que vem comunicar-se comigo mesma, pelo que eu sou.
Reconheça isso, e a Alegria não poderá mais, jamais, afastar-se de você.

Meus filhos bem amados, deixem-se envolver com meu Amor de Mãe...
Deixem-se reconhecer na Verdade.
Deixem-se Ser.
E, eu repito, sejam leves, porque nada é mais feliz, nada é mais glorioso do que seu retorno à sua Eternidade.
E isso não é para logo, isso é agora.
Nada mais há a descobrir que vocês já não sejam.

Meus filhos, celebremos nossos reencontros...
Deixemos a história ao efêmero...

Meus filhos, vocês ouviram o meu Apelo...
Façam ressoar sua resposta a si mesmos...

Assim, tudo se consuma.

Com todo o meu Amor de Mãe, eu lhes digo até cada instante.

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Transmitido por Air


29 de nov de 2014

ARCANJO MIGUEL (por Sijah) – 29 de novembro de 2014



Eu sou o Arcanjo MIGUEL, Príncipe e Regente das Milícias Celestes.
Amados Filhos, hoje venho, neste dia marcado, anunciar-lhes a chegada e a fusão maciça dos corpos de Glória, coletivamente, nessa humanidade.
Esse Corpo de Glória, Corpo Eterno, que porta o selo da Nova Trindade, da Trindade Restaurada, que porta o conjunto dos doze padrões, das doze vibrações.

Assim, nesses tempos abertos de Obra e Realização Micaélica, abrimos as portas e os canais da Terra para a descida coletiva do Corpo de Glória e Corpo de Cristo.

... Acolhamos alguns instantes o Corpo de Glória...

... Acolhamos a Trindade Nova...

... Acolhamos os doze padrões da Luz Viva...

Sejam abençoados no Fogo da Luz Viva.

Hoje eu venho significar essa chegada maciça dos corpos de Glória, essa ativação da Ressurreição coletiva.
O aparecimento do Novo Fogo e do Novo Éter em cada átomo dessa Criação.
A Restauração definitiva na Ordem e na Luz Unitária.

Filhos e Filhas, abram o seu Coração ao Novo Ar, abram a sua Boca ao Novo Verbo, abram as suas mãos, abraçando a Verdade.
A Obra Micaélica cumpre-se, sem mais atrasos, com toda a força necessária da  parte dos Arcanjos.
Essa nova etapa assenta as bases da Nova Vida e da Nova Terra.

Terra de Bondade, Terra de Fraternidade, Terra de Alegria e Terra de Graça.

Minha espada continuará agindo em vocês e através de vocês nesse mundo.
Eu lhes envio, especialmente a todos os Filhos e Filhas do Fogo Divino, para dissolver pela Paz, pelo Amor, pela Misericórdia, as últimas resistências.
O combate que se trava agora é o mais implacável.
Apenas demanda de vocês um Amor Total, liberado, um Amor Total tanto pelo que consideram um amigo como um inimigo.
Apenas o Amor Verdadeiro de CRISTO em cada um é, agora, e será capaz de resolver e liberar os últimos nós em vocês, nos irmãos, nesta Terra.

Qualquer tentativa de confrontação voluntária e individual levará vocês a voltar a entrar no jogo de combate de espelho, da dualidade.
Então, hoje venho chamar como Cavaleiros, Cavaleiros retos e armados com a espada de Fogo e Amor, a espada de dois gumes, para que o que resta a consumar seja feito com a maior justiça Divina, com a mais Perfeita Resolução Divina, e não através dos juízos e da justiça dos homens.

Eu sou o Arcanjo MIGUEL, Príncipe e Regente das Milícias Celestes.
Nós os recomendamos ao Fogo Divino, recomendamos ao Pai, que seja feita a Sua Vontade nesta Terra e em seu Coração, a que age com firmeza.

O Amor e a Vontade do Pai são a Única e sua garantia, nessa Restauração, Ressurreição e Retorno do Fogo da Vida, do Fogo de CRISTO.

Que a minha Paz Reine em seus Corações.
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Transmitido por Sijah Sirius, do Coletivo dos Filhos da Lei do Um.

(tradução eletrônica do catalão, adaptada).

26 de nov de 2014

NO EYES (por Sophie) – 26 de novembro de 2014


Eu sou No Eyes.
Eu saúdo, em vocês, sua Eternidade e sua Chama de Amor.

Eu já tive a oportunidade, há muito tempo, de explicar-lhes as diferenças existentes entre a Visão do Coração, a visão do terceiro olho, e eu vou, hoje, continuar isso, falando-lhes do que é possível ver, não mais através da visão, mesmo do terceiro olho retificado ou, mesmo, ao nível da Visão do Coração.
Vou falar-lhes de visões tais como elas sobrevêm no Corpo de Existência.

Primeiramente, vamos considerar o que se produz quando a visão da personalidade apaga-se, quando a Visão do Coração e a visão da cabeça apagam-se diante da visão tal como a considera seu próprio Corpo de Existência.
A Visão no Corpo de Existência não obedece às regras presentes na Visão do Coração, inscritas em sua intimidade.
A Visão do Corpo de Existência define-se em relação a si mesmo e é totalmente, eu diria, impermeável a um processo exterior.
A Visão da Existência dá-lhes a ver, primeiro, por pequenos pedaços e, em seguida, em sua globalidade, o que é nomeado o Corpo de Existência.

Esse Corpo de Existência nada tem a ver com o corpo astral.
Ele é profundamente diferente.
Sua Luz não é irradiada ao exterior, mas é emanada dela mesma.
Esse Corpo de Existência é constituído de formas energéticas, que se distribuem em sobreposição de seu corpo físico e no qual sua Consciência pode passar, cada vez mais frequentemente e cada vez mais precisamente, com uma visão cada vez mais nítida do que ele é.
Do mesmo modo que os olhos de carne podem contemplar sua mão, do mesmo modo o Corpo de Existência vê-se a si mesmo, através de suas funções e suas estruturas.

Vamos esclarecer, antes de entrar nesse Corpo de Existência, por dar-lhes as manifestações que sobrevêm ao nível da Coroa Radiante da cabeça, e assinalando, de maneira indubitável, que vocês conseguem ver o que há a ver além da visão dos olhos, além da visão da cabeça e além da Visão do Coração.
Poder-se-ia, para dar um nome, nomear isso de Visão da Consciência.

Essa Visão da Consciência não se importa com um órgão ocular, uma vez que ver, nesse caso, estritamente, nada tem a ver com o aparecimento de uma imagem, qualquer que seja, mas, de algum modo, uma compreensão imediata que não passa pelo filtro do mental, que não existe no Corpo de Existência, mesmo na sobreposição com o corpo efêmero.
Essa Visão da Consciência vai exprimir-se de diferentes maneiras.

Chegar à Visão da Consciência é, já, estabelecer-se no Último, a tela mental, como a Visão do Coração, vai tornar-se Presença, na Infinita Presença, na Morada de Paz Suprema.
A partir do instante em que você toca e instala a Infinita Presença, inteiramente branca, na qual não pode aparecer qualquer visão, qualquer imagem, em um primeiro tempo.
A partir do instante em que a estabilização na Luz branca e na Morada de Paz Suprema estabelece-se – o que pode tomar de alguns segundos a alguns minutos de seu tempo – naquele momento, você vai passar, antes ou depois, por estratos intermediários que não concernem, de modo algum, à Visão da Consciência.

A Visão da Consciência vai dar-lhe, primeiro, a viver e a perceber de maneira direta, sem passar pelo que é nomeado um centro energético ou chacra, a visão de seu próprio Corpo de Existência em sua constituição.
Do mesmo modo, eu o disse, que seus olhos veem sua mão e vê o ambiente, sua visão interior, ligada à Consciência, vê sua interioridade e o que ali se desenrola.
Isso necessita de uma identificação e de uma visão, primeiro, desfocada e, em seguida, cada vez mais precisa, de seu próprio Corpo de Existência, a partir do instante em que você toca e estabiliza a Morada de Paz Suprema, caracterizada pela Luz branca uniforme, de um branco leitoso, Vibral, que é aquela do Éter, em sua totalidade.

Em seguida você penetra, sem o querer, em Consciência, em seu próprio Corpo de Existência.
Por analogia, é como se lhe fosse possível, e é, por vezes, possível, penetrar e ver o interior de seu próprio corpo, tanto na visão física dos órgãos como na visão etérea dos órgãos ou de qualquer elemento constituinte de seu corpo.
Eu os lembro de que o Corpo de Existência não conhece nem a matéria nem a dualidade.
Esse Corpo de Eternidade uma estrutura Vibral cuja plasticidade é total.
O desenvolvimento dos potenciais desse Corpo de Existência – segundo as Dimensões que você percorre e explora, se esse é, para você, o caso – vai traduzir-se, primeiramente, pela visão sucessiva e, em seguida, permanente dos diferentes Triângulos elementares da cabeça.
Esses Triângulos elementares da cabeça são-lhes dados a ver, portanto, não com os olhos que não existem, mas, diretamente, pelo Vibral, e isso, independentemente do que vocês nomeiam chacras, que pertencem a esse mundo.

Assim, vocês verão o que eu nomearei, se quiserem, «treliça etérea».
Essa treliça etérea manifesta-se nas Dimensões Unificadas a partir do instante em que você mesmo passa à Consciência Unificada.
Naquele momento, a treliça etérea normal aparece-lhe sob a forma de um quadrilátero [quadrillage] ao nível do ambiente.
Em seguida, ao nível de seu Corpo de Existência, você vai perceber nele os Circuitos Vibrais que constituem, primeiramente, as Linhagens que são as suas, ao nível do que nós nomearemos «DNA espiritual».
Essas Linhagens correspondem, é claro, aos Triângulos elementares situados ao nível de sua cabeça.
O início de percepção desses Triângulos faz-se, em geral, pelo Triângulo que corresponde ao Fogo, em seguida, pelo Triângulo correspondente ao Ar, em seguida, à Água e, enfim, à Terra.
Isso se acompanha de percepções.
Do mesmo modo que com sua consciência comum você é capaz de perceber a posição de seu dedo e de movê-lo, mesmo sem olhá-lo, aqui, ao nível da própria Consciência eterna, você tem a possibilidade de ver, sentir, perceber, diretamente, seus Triângulos elementares correspondentes às suas quatro Linhagens.
Elas se manifestam sob a forma de Triângulos de Luz.

Você vai observar quadriláteros energéticos, quadriláteros etéreos que criam, no Corpo de Eternidade, estruturas, geralmente, triangulares semelhantes a Triângulos radiantes de forças.
Vou tomar um exemplo muito simples a compreender: ao nível do que é nomeado o corpo de vitalidade no efêmero, existe um Triângulo radiante de energia no qual entram energias etéreas rarefeitas.
Esse Triângulo de energia radiante no efêmero é constituído pelo que foi nomeado o segundo chacra, o terceiro chacra, o chacra do baço ou a Porta Atração.
Esse é o Triângulo radiante o mais importante do corpo físico-etéreo desse plano.

Uma vez presente o Corpo de Existência, em sobreposição em você, esse Triângulo radiante é substituído por outro Triângulo radiante, que compreende: o chacra do baço, o chacra do fígado e o ponto OD.
A energia etérea restituída à sua liberdade manifesta-se, portanto, por um desses Triângulos.
Existem inumeráveis deles.
Existem inumeráveis circuitos nessa treliça etérea que constitui a totalidade de seu Corpo de Existência.
Ao nível da estrutura energética, nada é fixo, tudo é móvel.
Do mesmo modo que seus dedos movem-se, seus Triângulos elementares movem-se, para gerar certo número de processos de Consciência, que os leva a ver com a Consciência, diretamente.
Essa visão não está localizada ao nível dos Triângulos, mas é a primeira coisa que lhes aparecerá, assim que o Corpo de Existência estiver em sintonia e em sobreposição do corpo efêmero.

Cada Triângulo elementar possui três fios de Luz que unem os pontos um a um e que podem traduzir-se ou pela visão dessa treliça etérea triangular, ou por uma cor extremamente precisa para cada Elemento, que eu os deixarei descobrir por si mesmos, porque o conhecimento exterior para nada serve.
Eu posso apenas dar-lhes os marcadores que lhes permitem identificar-se nos primeiros tempos do estabelecimento da Eternidade no efêmero, nos primeiros tempos da manifestação tangível, concreta, perceptível desse Corpo de Existência.

Todos os Corpos de Existência, em todos os planos e em todas as Dimensões – até o limite do que foi nomeado, parece-me, o limite do antropomorfismo – dar-lhes-á a ver os Corpos de Existência em seu desenvolvimento segundo as Dimensões.
Essa plasticidade é totalmente real e inevitável, uma vez que é a conformação de seu Corpo de Existência que faz com que vocês possam explorar tal Dimensão ou tal outra Dimensão, tal Linhagem estelar ou tal outra Linhagem estelar, em função, justamente, da ativação da vibração, se vocês preferem, de cada um desses Triângulos elementares da cabeça.

Nessas estruturas, inúmeras estruturas vão aparecer-lhes, progressivamente, concernentes a essa treliça etérea do Corpo de Existência.
Se vocês tentam, pelo pensamento, ver o resto do Corpo de Existência, enquanto a Luz Adamantina não substituiu, integralmente, o fogo vital, vocês não terão qualquer possibilidade de ver com a Consciência, já, seu Corpo de Existência.
A partir do instante em que a visão de seus Triângulos elementares é feita, no interior de vocês, a exploração dimensional pode prosseguir ou, se preferem, recomeçar.
Naquele momento, progressivamente e à medida do tempo que se escoa, que pode tomar alguns minutos, alguns dias ou algumas semanas, vocês vão recuperar o funcionamento de seu Corpo de Existência, não para fugir desse plano, enquanto ele não está dissolvido, mas, bem mais, para dar-lhes as ferramentas de sua própria autoexploração.

Nos tempos em que vocês perceberão, como veem sua mão, mas sem passar pelos olhos, pelo olho da Consciência, se posso exprimir-me assim, que está presente por toda a parte no Corpo de Existência, vocês vão observar a atividade dos Triângulos elementares e das linhas principais que percorrem certos eixos que foram nomeados a Cruz Cardinal e as diferentes Cruzes que lhes foram descritas há anos.
O simples fato de vê-las permite a atividade delas e permite-lhes desdobrar-se nos Multiversos, Multidimensões e no conjunto de manifestações dimensionais.

Cada um de vocês não é levado a explorar isso, outros se deleitarão na Luz branca, outros viverão o desaparecimento total, mesmo, do Corpo de Existência.
Mas existe, contudo, um reconhecimento prévio do conjunto de Triângulos elementares.
Se você pede, antes de fechar seus olhos, antes de alinhar-se, para estar em seu Corpo de Existência, ele lhes aparecerá, muito naturalmente, sem procurar, sem forçar, sem protocolo algum, sem qualquer extravio possível.

O interesse não é tanto de analisar o que se desenrola, exceto ao nível dos Triângulos elementares, porque é, para vocês, a zona a mais evidente a explorar, mas vocês constatarão, muito rapidamente, conforme a cor, a modificação de cor de um desses elementos do Corpo de Existência, de forma triangular: a cor, a irradiação, o brilho vai mudar.
O posicionamento ao nível do ponto superior dos quatro Triângulos elementares e do ponto inferior do Triângulo revertido do Fogo vai deixar-se observar.
A Vibração amplifica-se, a coloração muda e dá-lhes, naquele momento, acesso a múltiplas esferas, sem qualquer esforço e de maneira instantânea.

Assim, a ação dos quatro Elementos dá-lhes a ver, a partir do instante em que eles estejam pacificados e manifestem-se, unicamente, em um modo Vibral e não mais em um modo vital, naquele momento, vocês poderão explorar seu Ser interior, em todas as suas dimensões e em todos os seus componentes.
Vocês se aperceberão, muito rapidamente, que isso se tornou possível porque esse é seu caminho nesse mundo, antes de desaparecer nesse mundo e para esse mundo.
Isso pode traduzir-se pelo que foi descrito por inumeráveis pessoas que exploraram a interioridade de seu Ser, não ao nível do corpo físico nem etéreo, mas, bem mais, ao nível do conjunto do Corpo de Existência.
O que deve ser vivido, naquele momento, não deve ser procurado, nem programado, nem antecipado.
Retenham que tudo isso se faz sem qualquer vontade, de maneira totalmente espontânea e natural, e corresponde ao correto desenvolvimento, nesse mundo, das Partículas Adamantinas, de maneira total.

Assim, a separação entre os planos estando desaparecendo, de maneira total, vocês terão cada vez mais acesso a essa percepção.
E mesmo, eu diria, ao nível da visão física e não mais da Visão do Coração, como da visão interior nesse Corpo de Existência, ser-lhes-á dado a ver algumas coisas desse mundo.
As coisas desse mundo não serão vistas de maneira amputada, mas ser-lhes-ão dadas a ver pela própria Consciência, como a linha diretriz e a linha condutora de toda matéria, ou seja, vocês não verão, simplesmente, o que é material e pesado, mas o ambiente sutil – e invisível, até o presente – de cada Ser em todos os seus corpos, tanto efêmeros como eternos.
Isso lhes dará a ver, de maneira espontânea e sem procurar o que quer que seja, sua identidade estelar e a identidade estelar de tudo o que vocês observarão como irmãos e irmãs, tanto na Existência como quando eles não estão na Existência, uma vez que, quando eles não estão na Existência, uma vez que ela não está presente.

Vocês terão, portanto, acesso, em um primeiro tempo, à visão e à arquitetura do que é chamado de auras ou corpos sutis que estão no interior do corpo, e auras que estão, é claro, no exterior do corpo.
Mas as visões as mais importantes concernem, essencialmente, ao que é ligado às Linhagens Estelares, às Origens estelares e à constituição dos Triângulos elementares da cabeça, que lhes darão a ver diretamente, sem a ferramenta intelectual, sem a ferramenta perceptiva, de maneira que eu chamarei de Visão Direta, que não passa mais pelo Coração nem pela cabeça, mas que se imprime, diretamente, na Consciência.
Assim, vocês serão levados a observar, sem projeção alguma, simplesmente pela imersão em seu próprio Corpo de Existência, tudo a que vocês portam a atenção, não para julgar, mas para fazer sua primeira experiência do que vocês são na Eternidade, antes que vocês sejam restituídos à sua Eternidade, de maneira definitiva.

Trata-se, portanto, de uma forma de aprendizado, mas esse aprendizado não é, em caso algum, um trabalho.
É apenas um deixar fazer e um abandono, ou seja, o que quer que seja visto, convirá não procurar, na consciência comum, apropriar-se ou interpretar ou procurar um sentido ou um significado para o que é percebido, mas, como sempre, deixar a experiência ser vivida.
Isso os levará a uma compreensão que eu qualificaria de natural, que não passa por qualquer filtro do efêmero, qualquer condicionamento que possa, ainda, existir, de maneira, certamente, limitada, mas que arrisca induzir a erro.
Essa Visão será direta.
Ela não passa nem pelo Coração nem por um sentir vibratório, mas, bem mais, pela instalação, com o tempo, na Morada de Paz Suprema.
O que é dado a ver é, simplesmente, como eu o digo, o início da experiência em sua Eternidade.
Isso necessita, efetivamente, de passar por certo número de elementos que os devolverão à sua total Autonomia e à sua total Liberdade.

Assim, portanto, nada há a procurar, a ver, simplesmente, estabelecer-se na Morada de Paz Suprema, e, muito naturalmente, revelar-se-ão a você a Luz branca, Infinita Presença e estruturas de Corpos de Eternidade, progressivamente e à medida dos dias e das semanas, progressivamente e à medida de seu ritmo interno, mas, também, do ritmo da Terra no estabelecimento da Luz sobre esta terra, para realizar o que foi anunciado, não mais, unicamente, a Liberação da Terra, mas a Ascensão da Terra em outra Dimensão, deixando como uma tela ou como um fantasma a Terra de terceira dimensão, como totalmente esterilizada.
Isso se produzirá por um salto quântico da Consciência, tal como os Arcanjos – e, em especial, Anael – puderam explicá-lo durante o ano de 2012, em sua última parte.

Assim, vocês terão os marcadores confiáveis e precisos da presença do Corpo de Existência.
Assim, a partir de sua presença obtida e vista, caberá a vocês realizar as experiências, sem procurar dirigir isso, de maneira alguma, tal como elas se apresentam à sua Consciência, porque elas são as mais naturais que se apresentarão, e as mais espontâneas, sem qualquer esforço da pessoa e sem qualquer esforço da Consciência eterna.
Isso lhes permitirá explorar o que é necessário para vocês, em função de seu posicionamento e em função do que é nomeado seu futuro, se futuro há.

Assim, portanto, durante essa fase que se inicia em muito pouco tempo, convém não estar à escuta de maneira exagerada, mas, antes de tudo, estabelecer a Morada de Paz Suprema, cujo marcador – além da Alegria e do Contentamento – é o aparecimento da Luz branca, na qual virá aparecer-lhes, em seu ritmo, segundo o calendário da Terra, também, sua própria Verdade eterna em sua estrutura e seu funcionamento.

Assim, portanto, não haverá mais possibilidade, naquele momento, de escapar de sua própria Eternidade, de um modo ou de outro.
É claro, vocês não terão todos os dados de funcionamento desse Corpo na imediaticidade do instante vivido na Morada de Paz Suprema.
Do mesmo modo que o recém-nascido e o bebê aprendem a andar, do mesmo modo o Corpo de Existência é, de imediato, constituído, mas para aprender a utilizá-lo, é necessária, aí também, uma forma de aprendizado que se faz espontaneamente, em alguns casos, mas que será, de todo modo, o objeto de um desenvolvimento específico, uma vez o Choque da Humanidade passado, durante o período de transição dimensional da Terra.

Vocês não têm, portanto, que se preocupar com outra coisa que não viver o que é proposto, espontaneamente, pelo Corpo de Existência, sem procurar, de maneira alguma, dirigir o que quer que seja.
Porque é o melhor modo de deixar-se penetrar pelo que é vivido, pelo que é visto, sem interferir, de maneira alguma, porque vocês não têm, ainda, a possibilidade de controlar e dirigir, inteiramente, esse Corpo de Existência, o que se tornará o caso a partir da Estase concluída, ou seja, após o que Maria lembrou-lhes serem os Três Dias de Trevas.
Há, portanto, uma ressonância desse Corpo de Existência, pelo acesso à Morada de Paz Suprema, que organiza, em vocês, e sem participação da vontade da pessoa, certo número de experiências que conduzem, de maneira geral, a um reforço da Morada de Paz Suprema, a um reforço, se isso é possível, da Alegria e, sobretudo, um início de dissolução do efêmero, em seus diferentes componentes, ou seja, tanto o corpo físico como a consciência comum, como todas as realizações e todos os condicionamentos, assim como o mental nele mesmo e o corpo emocional nele mesmo, o que pode, por vezes, dar-lhes a impressão de não mais estar adaptado à superfície desse mundo, de não mais estar adaptado à sua vida.
É um período de transição se passará de maneira mais ou menos consciente e mais ou menos evidente, antes, mesmo, do início da Estase.

Uma vez passada a Estase, a liberdade será total para vocês, quer vocês estejam na sobreposição de seu corpo físico, em seu Corpo de Existência ou, simplesmente, no Corpo de Existência, se o corpo físico não seja mais do que um cadáver no qual vocês não habitam mais.
A partir desse instante e após a Estase, produzir-se-á certo número de eventos que não terão necessidade de qualquer interpretação, como quando da Visão da Consciência na Consciência de Eternidade, porque isso não se presta a qualquer discussão, a qualquer interpretação e a qualquer projeção.

O que se desenrolará dentro desse Corpo de Existência permitirá a vocês completar, utilmente, pela Vicência, as funções das diferentes partes e estruturas energéticas desse Corpo de Existência.
Isso não pode ser desvendado mais adiante, mas eu lhes dei, simplesmente, detalhes que se manifestarão a vocês por uma visão ainda diferente do que foi nomeada a Visão do Coração há alguns anos.
Essa Visão não é suportada por um órgão, mas compreende o conjunto da estrutura energética, primeiramente, os quatro Elementos e suas Linhagens, assim como o DNA espiritual nas Luzes da Coroa Radiante da cabeça triangular, para, depois, investir o Corpo e manifestar-se a vocês.

Certo número de elementos será comunicado, bem após a Estase, àqueles que tiverem esse Corpo de Existência ativo, quer eles estejam ou não com seu corpo físico no interior, o que não fará, de qualquer modo, diferença alguma para aqueles cuja Consciência estará no Corpo de Existência, quer o corpo físico esteja lá ou não.

Isso corresponde, real e concretamente, à fase da Ascensão individual e coletiva, que começa agora, através de suas vivências, suas experiências e seus posicionamentos.
Isso é chamado a Atribuição Vibral, mas, também, a iluminação do que restava a iluminar, em toda Clareza, em toda Precisão.

Esse processo é um processo normal.
Ele pode, por vezes, ser vivido como surpreendente, tanto mais facilmente, se vocês têm a capacidade para desaparecer de si mesmos na a-consciência.
Não há regressão, a partir do instante em que volta não é um bloqueio do Absoluto ou uma volta atrás, mas, bem mais, a exploração do potencial do Absoluto que vocês são.
Isso corresponde à Liberação.
A Liberação faz-se com ou sem o corpo, com a mesma disposição e a mesma facilidade, a partir do instante em que houver uma sincronia entre seu momento individual e o momento coletivo, o que, obviamente, dar-lhes-á marcadores por sua vivência, extremamente nítidos, extremamente precisos, que não sofrem qualquer interrogação, qualquer questionamento, e outras respostas que não o que é visto.
A partir desse instante, vocês estarão livres, quer estejam com corpo ou sem ele nesse mundo que está desaparecendo.

Algumas estruturas energéticas aparecer-lhes-ão, então, até agora invisíveis.
Bem além da treliça etérea preexistente à Terra, ser-lhes-á dada a oportunidade de ver o que lhes foi escondido até o presente.
Isso corresponde tanto às evoluções 3D paralelas à sua, não falsificadas, concernentes aos Elfos, os Silfos, os Gnomos e as Salamandras.
Isso concerne ao que foi considerado, até o presente, como personagens imaginários ou que povoavam o astral, mas que têm, também, uma contrapartida nos domínios da Eternidade.
Eu quero falar, antes de tudo, dos Dragões e, antes de qualquer coisa, eles.
E, em seguida, ser-lhes-á levado a ver, em si, pelas viagens dimensionais, os habitantes de outros mundos, e vocês se aperceberão, com grande facilidade, que todos os Corpos de Existência são absolutamente idênticos.
Eles tomam uma diferenciação apenas na viagem dimensional que corresponde ou a uma Linhagem, ou a um Sistema Solar, ou a uma determinada Dimensão.

Vocês terão a liberdade dimensional total.
Vocês farão, naquele momento, a experiência de certo número de coisas sobre a terra, que foram chamadas, há muito tempo, reagrupamentos.
Esses reagrupamentos serão vividos de forma completamente natural.
Ou vocês estão no Corpo de Existência sem qualquer corpo físico, seu Corpo de Existência será seu veículo, para devolvê-los onde vocês devem ser devolvidos.
Essa não será uma informação mental comunicada, mas uma evidência para vocês, tanto mais que as estruturas invisíveis que correspondem a ela serão visíveis de maneira perfeita.
Aparecerão a vocês os vórtices da Terra, aparecer-lhes-ão as embarcações de Luz em sua majestade, de qualquer Dimensão que elas venham, e que cercarão a Terra.
Ser-lhes-ão dados, também, a ver todos aqueles de vocês presentes, nesse mundo e sobre esse mundo, para esse tempo final, quaisquer que sejam suas origens estelares, em suas Dimensões estelares de origem.
Isso será vivido com grande Alegria, e vocês verão, naquele momento, a realidade de suas Linhagens, a realidade desses Seres e Consciências que povoam essas Dimensões as mais elevadas.
Vocês terão, também, a visão do plano etéreo da Terra, mas, também, do plano causal da Terra, que lhes dá a ver não mais, unicamente, as entidades, mas a organização dimensional, a partir do instante em que a Luz branca tiver tocado o solo, inteiramente, durante um período que vocês conhecem, agora e já, que será de 132 dias, como Maria confirmou-lhes.

Assim, retenham bem que tudo isso é fácil e, no entanto, não tem, absolutamente, que ser procurado, de maneira alguma, mas revelar-se-á a vocês por si só, a partir do instante em que a sobreposição do Corpo de Existência e do corpo efêmero for realizada.
E, a partir do instante em que a Luz tocar a terra, qualquer que seja a evolução de seu corpo, sua Consciência viverá a Ascensão, naquele momento.
Isso não quer dizer que o processo tenha, definitivamente, terminado, uma vez que, como eu acabo de dizer, restarão 132 dias.
Durante esses 132 dias, certo número de elementos vibratórios ser-lhes-á comunicado, para concluir sua Liberdade, para não ter que experimentar o conjunto de possíveis e serem, diretamente, funcionais em sua Atribuição Vibral na saída desses 132 dias, o que lhes permite estabelecer-se em suas Moradas de Eternidade, quaisquer que sejam.

Aí estão os elementos que eu desejava submeter à sua sagacidade, se posso dizer.
O importante é permanecer tranquilo, o importante é nada querer, porque essas experiências produzir-se-ão por si só, sem qualquer intervenção de seu corpo físico e dos corpos inferiores ainda presentes.
A Luz, aí também, nesse nível, encarrega-se e dirige o que deve acontecer como experiência e como aprendizado.
Não é, de modo algum, a pessoa que decide isso.
Assim, portanto, vocês verão, por si mesmos, que, se quiserem fazer algo, terão dificuldades para fazê-lo, enquanto se a Luz organiza-o por vocês, isso se desenrolará com a facilidade a mais evidente.

Isso é importante porque permitirá a vocês, ao mesmo tempo, comunicar-se pela telepatia direta, ao mesmo tempo, agir em seu ambiente e em sua estrutura, assim como o grau de desenvolvimento de sua Consciência, ao mesmo tempo sabendo que, mesmo se vocês são Liberados Vivos, resta a viver a Liberação sem esse corpo.

Tudo isso se instala em seu ritmo e nada mais demanda de sua parte do que permanecer na Humildade, no Silêncio interior e, eventualmente, na Dança do Silêncio, tal como ela lhes foi proposta por um dos Melquisedeques.
Tudo isso é extremamente simples e natural.
Só o que pode permanecer nas estruturas efêmeras, concernente não mais ao medo, mas à necessidade de sentidos e de significados, poderá desviá-los do que há a viver, de maneira espontânea e natural.
Mas isso não poderá durar, porque vocês constatarão, muito rapidamente, por si mesmos que, a partir do instante em que se exprime uma curiosidade e, simplesmente, uma curiosidade da pessoa, vocês não têm acesso a esse Corpo de Existência – mesmo se ele estiver aí, para explorá-lo.
A exploração faz-se natural e independentemente de vocês, em alguns momentos de seus dias e de suas noites, conforme suas disponibilidades para viver isso.
Isso não deveria, além da medida, impedi-los de continuar sua vida usual e habitual nas melhores circunstâncias, mas prepará-los, ao mesmo tempo, para instalá-los na Eternidade, sem qualquer choque, sem qualquer resistência e sem qualquer dificuldade.

Assim, portanto, acabo de dar-lhes os marcadores absolutamente fundamentais do acesso à sua Existência, não mais no Sol, mas diretamente, aqui mesmo, nesta terra, nesse corpo, e que, no entanto, não concerne a esse corpo, devido, como eu o disse, à sobreposição e a adequação total do corpo efêmero e do Corpo de Existência.
Isso corresponde, seguramente, ao início de constituição da crisálida e ao nascimento efetivo da borboleta em sua Dimensão de origem, em uma de suas Linhagens estelares, com um preparativo durante 132 dias, o que permite evoluir, a partir do fim desses 132 dias, em toda Liberdade, em toda Dimensão e em todo mundo.
Exceto aqueles, é claro, que terão escolhido liberar, deliberadamente, outro Sistema Solar.

Nós dizemos, agora e já, bem vindos a esses irmãos e irmãs que, agora e já, são os futuros Melquisedeques e as futuras Estrelas de uma terra desconhecida para vocês, até agora, que haverá a liberar.
Isso se fará nas melhores condições possíveis, porque, doravante, toda Liberação de um Sistema Solar dará não, unicamente, um impulso inicial, quando da descida, novamente, na encarnação, mas dará, também, a possibilidade, pelo que foi instalado em suas estruturas de Eternidade, de manter o laço com seu Corpo de Eternidade, o que não era o caso nesse mundo.
Isso quer dizer que a Liberação dos próximos mundos não se faz pela falsificação e a ruptura da pessoa em sua Eternidade, contrariamente ao que deve ter acontecido sobre esta Terra, para evitar a perda da individualidade ocasionada pelos Arcontes e reparada, se posso dizer, na fase inicial do que foi criado, ou seja, a Atlântida, há mais de 52.000 anos.
Alguns Lipika cármicos preservaram o que é nomeada a individualidade, para permitir a vocês, hoje, ser liberados, se esse é seu desejo e, mesmo, se não o é, devido à Liberação da Terra que lhes permite experimentar o Face a Face e dar-se conta do Juramento e da Promessa.

Tudo isso, como vocês se apercebem, se já não é o caso, é perfeitamente orquestrado, perfeitamente em sintonia com tudo o que nós havíamos anunciado, uns e outros, assim como os Arcanjos.
Isso não poderá dar qualquer dúvida para vocês, isso se tornará uma evidência, cada vez mais patente, que vem pôr fim a todo cenário de ilusão e de predação que possa, ainda, manifestar-se, devido à não presença de seu Corpo de Existência, o que quer que vocês tenham vivido ao nível do Fogo Vibral ou, ainda, da Onda de Vida ou, ainda, do Canal Mariano ou, ainda, das Coroas Radiantes.

O que acontece é, portanto, um processo de Dissolução/Aparecimento que sobrevém para a maior parte de vocês, de maneira consciente e evidente, sem qualquer choque, sem qualquer sofrimento e, sobretudo, sem qualquer arrependimento.
Assim, nesse momento, vocês se posicionam sozinhos em sua própria evolução.
O Juramento e a Promessa necessitam da visão desse Corpo de Existência, no momento final ou, por antecipação, mesmo, dos 132 dias, como é o caso para vocês, que viveram a ativação, pelo menos, de uma das Coroas Radiantes, da cabeça ou do Coração, ou do Sacrum.
Qualquer que seja o grau de alteração do Fogo Vibral ou do fogo vital, não pode ali haver erro porque, através disso – e é, aliás, pedido a vocês não emitir qualquer julgamento, porque vocês não têm, em momento algum, enquanto não têm essa Visão da Consciência da Existência, os prós e os contras perfeitos do que se desenrola em si, como em seu ambiente e suas relações, ou diversas fontes que vocês possam ler, ouvir ou viver.

Assim, portanto, o julgamento freia o acesso à Existência, o julgamento impede-os de ver claramente, o julgamento afasta-os da instalação desse Corpo de Existência, a dualidade afasta-os da instalação das quatro Linhagens e da ativação das quatro Linhagens em vocês, assim como da percepção dessas Linhagens no exterior de vocês.

Assim, eu os engajo a permanecer, nos processos que vão viver, o mais neutro possível, devido, mesmo, à sobreposição transitória dos corpos efêmeros e os corpos eternos.
É um aprendizado, e esse aprendizado acontecerá do melhor dos modos, a partir do instante em que vocês permaneçam na Humildade, a partir do instante em que vocês não julguem, a partir do instante em que vocês não procurem saber e viver o bem ou o mal, nem a vê-lo no exterior, mas, realmente, transcendê-lo.
Naquele momento, o último véu rasgará.
Eu lhes assinalo, aliás, que é apenas você que pode rasgá-lo, por intermédio do Corpo de Existência, instalando-se nele.
Eu os lembro de que lhes foi comunicado certo número de elementos que apenas podem ser realizados por vocês: seja a Humildade, o Pequeno Caminho de Teresa, seja viver os movimentos dados pelo Mestre de Shaolin, Li Shen, que lhes permitem, então, liberar-se, vocês mesmos, não pela Vibração, não pela Consciência, mas, simplesmente, pela ressonância desse corpo com a Eternidade.
Cabe a vocês experimentá-lo, cabe a vocês vivê-lo e cabe a vocês descobri-los.

Foi-me pedido para dar-lhes esses alguns marcadores, para evitar, nos primeiros tempos, mecanismos de confusão ou de incompreensão que vão dar-lhes não erros, mas, simplesmente, o que eu chamaria de tergiversações ou, eventualmente, o que vocês nomeariam, de modo divertido hoje, nesse mundo no qual vocês estão, eu chamaria isso de um « bug » da Consciência.
Mas o bug da Consciência não é nem o bem nem o mal, ele é apenas uma adaptação.
E, aliás, eu esclareço que inúmeros de vocês, aqui e alhures, sem o saber ou sabendo, já realizaram sua Atribuição Vibral.
O fato de ver o Corpo de Existência, o fato de viver a Consciência do Corpo de Existência nesse corpo assinala a realização de sua Atribuição Vibral.
Simplesmente, o fato de ver sem os olhos, sem o Coração, a Consciência, diretamente, verá os Triângulos elementares que correspondem às Linhagens no plano original e na estrutura energética do Corpo de Existência, presente, completamente, nesses quatro Triângulos elementares.

Eis o que me foi pedido, então, transmitir-lhes.
Não haverá questões, porque isso foi suficientemente claro.
Bastará a vocês reler isso e deixar as coisas desenrolar-se sem ali misturar qualquer personalidade.
Porque, caso contrário, de modo transitório, vocês experimentarão, entre seu Corpo de Eternidade e seu corpo físico, não uma dualidade simples, mas uma forma de dualidade que é apenas transitória.
Porque, de fato, como nós o dissemos, vocês estão todos liberados.
Assim, portanto, aquele que vê a dualidade após ter vivido o Si, nada mais é do que aquele que será o próximo Melquisedeque.
Nós dizemos, portanto, nós, Estrelas, bem vindos aos novos Melquisedeques, não desta Terra, mas de um novo Sistema Solar a liberar.
Quanto aos outros, nós lhes desejamos bom retorno à sua Eternidade, à Liberdade, à Autonomia, à Alegria eterna, à restituição a si mesmos.

Foi-me, também, solicitado concluir minha intervenção pela ativação, em vocês, do Triângulo da Terra, porque o Triângulo da Terra, ou seja, sua Linhagem elementar ligada ao Elemento Terra, está, diretamente, em ressonância com as rupturas do último véu.
Do mesmo modo que a Ascensão da Terra começava pela manifestação elementar que lhes foi anunciada há muito tempo, a ativação do Fogo, que se traduz, sobre a Terra, pela ativação do Cinturão de Fogo do Pacífico, isso está realizado.
A ativação da Água, que dá algo que é muito conhecido sobre esta Terra, que é chamado o Dilúvio, a ativação do Ar, que dá a viver modificações climáticas extremamente importantes, que fazem com que onde fazia calor haverá a neve e onde havia a neve, será o deserto.
Assim, cada Elemento revela-se.

O Elemento Terra da Terra e sua liberação corresponde ao que havia sido nomeado pelo Comandante, a expansão da Terra, já observável sobre esta Terra pelo aparecimento de buracos.
Esses buracos a nada mais são ligados que não a rupturas, de momento, organizadas, da crosta terrestre e do manto terrestre, para evitar certo número de processos desagradáveis enquanto o sinal celeste não é manifestado.

Assim que vocês tenham assimilado isso, assim que vocês viverem isso, vocês estarão inteiramente livres, mas, contudo, enquadrados pelas forças de Luz, durante esses 132 dias.
Resta, agora, a efetivamente ver, em vocês, o momento em que vocês veem e o momento em que vocês interpretam; a, efetivamente, ver, em si, o momento em que vocês estão na Verdade de seu Ser ou na verdade de outro.
Isso se manifesta pela Luz branca, pela capacidade para desaparecer, pela capacidade, sem procurá-lo, para ver suas próprias Linhagens, na expressão energética Vibral dos Triângulos elementares, como na representação, ou mesmo o acesso ao animal terrestre que representa sua Linhagem.

Eu vou, então, permitir-me fazê-los viver o desvendamento parcial do Triângulo elementar da Terra, que é a fecundação pelo Feminino Sagrado...

… Ativação do Triângulo da Terra...

Eu rendo Graças, novamente, por sua Presença.

No Eyes saúda sua Existência.
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Transmitido por Sophie


SNOW (por Joseph) – 26 de novembro de 2014



OS QUATRO ELEMENTOS

Eu sou SNOW.
Pela graça do Grande Espírito, pela reunião dos quatro Elementos, que o Amor e a Verdade estejam aqui e agora.

Como Estrela, eu venho falar-lhes dos Elementos, como eu já o fiz há alguns anos.
Mas eu não vou considerar os Elementos, unicamente, segundo o que se desenrola nos elementos de sua Terra, que vocês observam nesse momento.
Vocês não estão sem ignorar que os Elementos estão em ação, uma ação de dissolução, uma ação de desenvolvimento e uma ação que permite levantar as dúvidas, levantar a ilusão e estabelecer o Amor.

Esses Elementos são constitutivos de toda a vida, em todas as dimensões e em todos os modos possíveis.
Quatro Elementos que giram, tal uma ronda em torno do que é nomeado o quinto Elemento, ou seja, o Éter, o Éter vibral original, aquele da Luz vibral e não da luz projetada, e não da luz que circula.
Aquele que está estabelecido ao centro de seu Coração, ao centro de suas Estrelas, ao centro de suas Portas.

Então, os Elementos dão-lhes a viver certo número de elementos.
E, se quiserem, vamos considerar, sucessivamente, cada um dos Elementos, em sua manifestação no ego e em sua manifestação na Unidade.
Isso lhes permitirá ajudá-los a ver-se e a ver ao seu redor o que se desenrola nesse momento.

Então, se quiserem, vamos começar pelo Elemento FOGO.

O Elemento Fogo está em relação e em ressonância com certo número de estruturas em sua vida.
Um exemplo muito simples: o fogo é o que se eleva.
O fogo, na personalidade, é a raiva, mas, também, o que é nomeado o fogo vital, o que vai traduzir-se por uma consumação, não da ilusão, uma consumação, não do efêmero, mas uma consumação ilusória vivida, por vezes, como um fogo de outra natureza.
Mas ele não pode enganar.

Quando o Fogo age, ele queima tudo o que é supérfluo, mas que deixa apenas a Eternidade; ele se torna doçura e não mais mordida.
Ele se torna Evidência, ele se torna Feminino, através da manifestação em seu Elemento que lhe é complementar e suplementar, ou seja, a Água.

Viver o fogo na pessoa vai queimar, real e concretamente, vai fazer circular e atiçar, ela mesma, o fogo vital.
Esse Elemento Fogo, que se põe em movimento, vai criar o que eu chamaria, e o que é observável para aquele que o vê, uma hiper-rotação do que vocês nomeiam chacras, que dá a ilusão de um abrasamento, mas que faz apenas dissolver, ainda mais, o que foi alcançado e vivido na Unidade.

O Fogo vibral é o Fogo original primordial.
Ele é Amor.
Ele não queima.
Ele nada mais vê do que o Amor, ele põe fim, simplesmente, a tudo o que é efêmero, a tudo o que é oposição em vocês, ele queima toda noção de dualidade, toda noção de ação/reação e, também, toda possibilidade de condenação de quem quer que seja, tanto em vocês mesmos, como em seu exterior.
Vejam, por vezes, a percepção desse Fogo no interior de si pode ter similitudes, mas os resultados são profunda e diametralmente ao oposto.

Assim, o fogo vital, o fogo da personalidade remete-os à encarnação, às suas resistências.
Então, naquele momento, as coisas não são fluidas.
Nós não podemos dizer que há iluminação, porque há, permanentemente, dúvida e oscilação entre a personalidade e a Existência.

O Fogo vibral não deixa qualquer dúvida, porque ele os instala, cada vez mais profundamente, na Existência, e instalando-os na Existência, ele lhes desvenda, através do que ele queima no efêmero, a estrutura de seu corpo de Existência que está presente em vocês, agora.

O corpo de Existência não se situa mais no Sol, ele não está mais ao seu lado, mas ele está à sua frente ou em vocês.
E, se ele está à sua frente, é claro, as percepções não serão as mesmas.
O fogo vital retomará a dianteira, enquanto, se ele está em você, o Fogo vibral suprimirá todo fogo vital e conduzirá a uma Paz inabalável, uma Transparência inabalável e uma Humildade sem falha, que os leva a nunca mais julgar quem quer que seja, qualquer caminho que seja ou qualquer pessoa que seja.
Porque ele lhes mostrará o Grande Espírito e a própria ilusão de conceber que há outra pessoa que não você mesmo.

É claro, é uma mudança de paradigma total e completa, que o convida a viver o desconhecido, mas que apenas pode revelar-se se você mesmo cessa toda agitação de si mesmo, se você cessa toda adesão a outra coisa que não a você mesmo em si mesmo, no Coração do Coração e em nenhum outro lugar alhures.

Então, vamos considerar, agora, se quiserem, o elemento ÁGUA:

Do mesmo modo que existem as Águas do alto, existem as águas de baixo.
Então, vamos considerar a água na personalidade.
A água, na personalidade, é uma miragem.
Ela vai levá-lo a crer em quimeras e a viver quimeras.
Ela vai propor-lhe, com força, visões às quais você vai aderir, uma implicação com as memórias do passado.
Isso vai dar-lhe e propiciar-lhe uma busca permanente de sentido, uma busca permanente de ilusões, uma busca permanente de Luz no exterior.
Enquanto a Água Interior e a Água do Fogo vibral são profundamente diferentes.
Ela concorre para estabelecer o Feminino Sagrado, porque a Água é de natureza feminina.

A Água coloca-o na Água da Graça e na doação da Graça, ou seja, permite-lhe viver, de maneira não contínua, mas de modo cada vez mais aproximado, a descida do Espírito Santo em você e a subida, sobretudo, do último componente da Onda de Vida, situado à frente do pé, na raiz dos artelhos.

Esse terceiro componente da Onda de Vida realiza, em você, o que é chamado o Feminino Sagrado, e o Feminino Sagrado é ligado à Água.
Então, se você está, ainda, na água da personalidade, você está submisso aos seus desejos, às suas paixões e aos seus impulsos.
Você adere, sem qualquer dificuldade, à dualidade.
Você coloca questões sobre o posicionamento correto, permanentemente, enquanto a Água do alto é a influência e o Batismo do Espírito, são os dons, o aparecimento dos dons, o fato de ver claramente, de não mais deixar-se abusar pelo espelhamento do ego, de não mais deixar-se abusar por algo que não esteja em acordo com a autenticidade da Luz Vibral.
A Água dá uma forma de plasticidade.
Enquanto a água de baixo dissolve-o na ilusão, a Água do alto coloca-o no que eu nomearia a integridade e a plasticidade, ou seja, a capacidade para ser flexível, para não saltar sobre o que pode vir, por vezes, chocá-lo, mas para deixar tudo isso atravessar.

O Feminino Sagrado é o acolhimento total de sua dimensão divina.
Nesse caso, não pode existir a mínima ambivalência nem a mínima manifestação de qualquer dualidade em seu olhar, em seus posicionamentos corporais e, também, no que sai de você.
Porque o Silêncio é ligado à Água e não ao Fogo.

A Água primordial, a Água do alto é aquela que vai conduzi-los a desabrochar a Graça, a desabrochar o Feminino Sagrado, assim como a terceira Onda de Vida.
Então, a Água do alto é aquela que vem lavar, ao mesmo tempo que o Fogo, o que nós nomeamos suas túnicas, as túnicas efêmeras situadas ao nível desse corpo e da ilusão de sua dimensão.

Passamos, agora, à TERRA:

Então, a Terra, na personalidade, é claro, é o corpo físico.
A Terra, no corpo de Eternidade, na Unidade, é seu corpo de Existência.
Então, nos dias que vêm, vocês verão, ou não, o que se desenrola em seu corpo de Existência que está aí, em vocês e ao seu redor.
Vocês vão assistir ao seu nascimento, ao seu Batismo, à sua revelação, à sua constituição, não passando pelo mental, mas passando, diretamente, pelo Coração que, eu os lembro, é compreensão imediata, instintiva, intuitiva e perfeita da Verdade.

A Água é um médium e a mediunidade, do mesmo modo, pode exprimir-se tanto por baixo como pelo alto.
A mediunidade de baixo amarra-o à matéria, procura resolver as problemáticas.
A mediunidade do alto dá-lhe, simplesmente, a ver a Verdade do Absoluto, a Verdade da Unidade, a Verdade de seu ser eterno, na qual nenhum efêmero pode vir impor o que quer que seja.

Resta-nos, agora, o Elemento AR:

O Ar da personalidade dá a variabilidade, o ar da personalidade dá a circulação da energia acoplada ao fogo vital, que se traduz por manifestações inumeráveis ao seu redor.
Qualquer que seja a forma.
Pode ser a presença inumerável de entidades, não vistas ao seu redor, mas que penetram em você.
Pode ser, também, a adesão ao que eu chamaria, o que não tem consistência para a Luz, as projeções do orgulho, as projeções do poder, as projeções da antiga energia ligada ao que nós chamaríamos as energias patriarcais.

Agora, se seu Ar é rarefeito, se você toca o que é nomeado o Ar do alto, sua visão toma completamente outra dimensão.
Quer seja a visão dos olhos, a visão do Coração, elas vão apagar-se diante da Visão da consciência, que não recorre a qualquer vibração, a qualquer percepção, mas que é uma relação direta com a Verdade.
Essa relação direta com a Verdade de seu Coração é a Verdade absoluta, que lhe dá uma facilidade no que você é, que lhe confere uma fluidez nesse mundo, o que quer que dele reste e o que quer que você nele viva em seu corpo, como em tudo o que concorre para suas relações em suas vidas.

Então, o Ar é relação, a relação faz-se sob a égide do Amor ou sob a égide da posse.
Esse não pode ser, em caso algum, um e o outro, isso vai tornar-se, cada vez mais, um OU o outro.
No caso da posse de si mesmo por outra coisa que não você mesmo, ou no caso em que você exerça uma posse de um objeto ou de uma pessoa, você recai, incansavelmente, na escravidão do outro e sua própria escravidão.

Em contrapartida, o Ar do alto dá-lhe a ver, de maneira panorâmica, ele lhe dá a ver pela clara visão e, sobretudo, pelo próprio olho da consciência, que não está localizado em qualquer lugar do corpo, mas que é a respiração de cada célula, que lhe dá, então, a experimentar, diretamente, por uma reação corporal, o que é bom para você e o que não é bom para você, de maneira muito simples.
O ar cria o movimento ao nível da personalidade, ele cria a ilusão, cria a circulação do que não tem mais que circular, mas, simplesmente, que vibrar.
Enquanto o Ar, ao nível do Espírito, vai dar-lhe a viver essa visão panorâmica, sem qualquer julgamento, mas vai dar-lhe a ver, de algum modo, a iluminação da cena de teatro e do que está por trás da cena de teatro.
Então, naquele momento, você não poderá mais aderir ao que quer que seja que não a Verdade.
Não a sua, não aquela que você interpreta, mas a Verdade, a única que é eterna, que é aquela do Amor, da Luz e do Coração.
Então, esses Elementos interiores não têm, verdadeiramente, tudo o que eu havia proposto, à época, encontrar no exterior, na natureza, porque, aí, é sua natureza interior que há a trilhar.

É claro, alguns de vocês têm, ainda, necessidade de correspondências na natureza, mas a maior parte de vocês encontra-se a viver essa natureza em si.
Essa natureza está retificada?
Ela está no direito ou no avesso?

Se sua natureza está no direito, o conjunto de Elementos que o compõe, desde o átomo até o conjunto da consciência, vai revelar-lhe, ao mesmo tempo, seu corpo de Existência em seu aparecimento, vai revelar-lhe, ao mesmo tempo, sua capacidade para estabelecer-se no Silêncio Interior, do Absoluto ou da Unidade, ou da Luz Branca, com a maior das evidências e facilidades.

Agora, se o conjunto de Elementos está, ainda, sob a dominação da personalidade, então, você vai observar confusões nos diferentes setores de sua vida.
Ainda que apenas através de suas percepções, que se tornarão falsas, através de suas adesões, que lhe colocarão problema ou através de manifestações de seu corpo que lhe colocarão problema.

Então, pode-se dizer que os elementos situados ao nível da Existência não têm mais qualquer componente ligado à personalidade, o que lhe dá a revelar, a viver, a experimentar, durante esse período, cada um dos Elementos.
Em seguida, os Elementos acoplados dois a dois, e, em seguida, a totalidade dos Elementos.

Os Elementos únicos, vocês os conhecem; eles são representados pelos Triângulos da cabeça.
Os Elementos agrupados dois a dois, vocês os conhecem também; eles são agrupados dois a dois.
Os Elementos quatro a quatro é a totalidade da Coroa radiante da cabeça, da Coroa radiante do Coração e do conjunto de potenciais vibratórios que os percorrem.

Então, é claro, os resultados são completamente outros.
Em um caso, você se torna cada vez mais calmo, cada vez mais presente para si mesmo, ao mesmo tempo vivendo, por momentos, o fato de estar ausente a esse mundo, não como uma vontade de fugir do que quer que seja, mas, sim, como um desaparecimento, real e concreto, desse mundo.

Então, é claro, aquele que vive a exaltação dos Elementos ao nível da personalidade vai reconstruir histórias e cenários que nada têm a ver com a Eternidade e que vão mantê-lo, você mesmo, em sua própria ilusão.
Essas ilusões podem ir muito longe, mas aquele que aceita colocar-se no Silêncio Interior vai vê-las, inteira e integralmente, no que lhe concerne, o que lhe permite, então, reajustar sua visão exterior concernente aos seus irmãos e suas irmãs.
Então, aí também, os frutos, os resultados são profundamente diferentes.

Mas, para poder beneficiar-se, além da análise que eu lhe dei desses Elementos, em seus diferentes componentes de personalidade ou de Existência, é a você que convém experimentar, em si, a ação de uns e de outros, para estabelecer-se na Morada de Paz Suprema ou na dualidade da personalidade.
Os resultados, você pode imaginar, são profundamente diferentes.

No caso dos Elementos arquetípicos, o que nós nomeamos, com vocês, o sopro do Grande Espírito, ou seja, o que os Anciões e alguns dos Anciões chamaram os Hayot Ha Kodesh, vai dar-lhes a viver os Cavaleiros, mas esses Cavaleiros, para vocês, não representa qualquer ameaça na Eternidade, bem ao contrário.
Mas se os Cavaleiros são vividos na personalidade, eles vão remetê-lo a coisas que nada mais têm a ver com a Verdade.
Você é, naquele momento, presa das quimeras, das projeções, dos medos, dos sofrimentos e, por vezes, de manifestações contraditórias com o Amor.

É a você que convém olhar-se, ainda uma vez, aí não mais, não para julgar-se, não para colocar um ato, não para encontrar defesas, mas, bem mais, para atravessar isso, em toda independência e em toda autonomia.
Não há outras possibilidades.

Então, eu o convido, hoje, a reencontrar seus Elementos Interiores, como em alguns momentos nos quais eu lhe falei da natureza e de seu ambiente, para dali extrair o que fosse necessário para certa forma de equilíbrio da personalidade, mas, também, da Existência.
Hoje, é claro, você pode continuar isso à saciedade, mas o mais importante é esse casamento dos Elementos em você e, sobretudo, o casamento dos Elementos em outro nível que não o que pode sobrevir na personalidade.

O contentamento, a Paz, a equanimidade, o desaparecimento, os inícios de estase, os êxtases, a vivência da Existência assinalam a presença dos Cavaleiros em você, mas não agindo sobre a personalidade, porque ela está dissolvida, mas, bem mais, como a revelação da Existência.
Se a Existência não se revela através da vivência direta da estrutura desse corpo de Existência em seu corpo de carne, naquele momento, você será levado pelas manifestações elementares de diferentes emoções.
Você vai aperceber-se de que vão manifestar-se a você cada vez mais apreensões, cada vez mais medos, cada vez mais dúvidas, cada vez mais incertezas.
Tudo isso releva da ação dos Elementos ao nível da personalidade.
Então, aí também, nada mais há a fazer do que atravessar isso sem ali identificar-se, sem ali parar, sem nutrir, por sua consciência, o que se desenrola e, de fato, não se revela, mas elimina-se.
Cabe a você vê-lo e agir, sendo ainda mais, ou não, Amor.

Assim, a ação dos Elementos é vivida ou pela personalidade ou pela Existência.
A vivência da Existência desembaraça-o, de maneira definitiva, dos componentes e dos engramas que correspondem à vida desse corpo, realizando o desaparecimento de suas necessidade, o desaparecimento e a limitação importante de seus desejos, a capacidade para colocar-se, cada vez mais, no Silêncio Interior e, sobretudo, na ausência de olhar portado sobre seus irmãos e sobre a vida, que porta um julgamento qualquer sobre si mesmo ou sobre o outro.
Porque, na evidência do que você tem a viver, como foi dito, todo elemento, toda pessoa, toda situação está em seu muito exato lugar.
Não há outro lugar possível para o que se revela agora em você e ao seu redor.
Isso foi nomeado, pelos Anciões e pelas Estrelas, minhas irmãs, a Atribuição vibral.
Essa Atribuição, você compreendeu, decorre, diretamente, da alquimia dos quatro Elementos em você, que lhe permite reencontrar o Éter original do Amor vibral ou, então, reforçá-lo nos Elementos que correspondem à pessoa, nomeados o amor-sentimento ou o amor-emoção.

Compreendam, efetivamente, que o Amor vibral não é sem emoção e sem mental, mas ele é, simplesmente, preponderante em relação aos dois outros amores.
Ele é incondicionado, incondicionante e, sobretudo, totalmente livre.

Então, cabe a você ver.
Do mesmo modo que você viveu os elementos e reencontrou os elementos na natureza, você vai reencontrar, se já não foi feito, os Elementos no interior de seu corpo e daí, conforme você acolhê-los, vivê-los, desenrolar-se-á ou o Fogo do Elemento, ou o Fogo do Elemento concernente ao vibral, ou o fogo do Elemento concernente à personalidade.
E, obviamente, você pode imaginar, as consequências e o resultado, estritamente, nada têm a ver, uma vez que eles são, como eu disse, diretamente ao oposto, eu diria, mesmo, diametralmente opostos.

Tudo isso vai fazer-se na evidência, tudo o que estava, ainda, para você, confuso ou que devia levá-lo, até agora, a certa forma de hesitação, não terá mais curso nos dias que vêm e nas semanas que vêm.
Como foi dito, tanto por algumas Estrelas como pelos Anciões, isso se desenrola até o solstício de inverno, que é um período extremamente importante, no qual você vai validar seus apegos ou, então vai validar seu desapego total das futilidades do efêmero desse mundo.
E isso apenas pode produzir-se em você.

Obviamente, o que se apresentará à sua vida, as adesões que você vai realizar ou a ruptura com o que foi realizado até o presente é apenas função do níveo no qual você percebe os Elementos, do nível no qual você vive os Elementos em si e não mais no exterior de si.
Porque essa vivência interior dos Elementos participa do que foi nomeado o Silêncio Interior.

O Silêncio Interior não conhece qualquer luta, qualquer discriminação, porque o Silêncio Interior estabelece-o na Alegria absoluta da Presença de Cristo, de Maria e de Miguel na Nova Eucaristia, e permite-lhe viver o Coração sem qualquer interferência da personalidade.
E se a personalidade intervém, então, naquele momento, você o verá claramente, e rirá disso, mas você não estará sujeito a uma adesão qualquer a quimeras elementares da personalidade.

Isso vai surgir de maneira cada vez mais clara e os frutos disso serão profundamente diferentes, o que quer que você queira parecer, o que quer que queira deixar aparecer.
Porque a irradiação de um ser estabelecido na Unidade ou no Absoluto não pode enganar, de modo algum, quer seja por suas palavras, quer seja por sua Presença, pelo equilíbrio dos Elementos e pela transmutação final dos Elementos vibrais na quinta força que é o Éter.
Então, naquele momento, você viverá e sentirá coisas extremamente precisas ao nível de sua Coroa da cabeça, na qual estão situados os Elementos.

Se são os Elementos da personalidade, haverá uma rarefação do Éter, ou seja, a percepção de sua Coroa radiante da cabeça vai diminuir, para atingir apenas um ponto situado ao nível do topo do crânio, ao nível do que foi nomeado o ponto ER da cabeça ou o Éter da cabeça.
Em contrapartida, se há, em você, um desenvolvimento dos Elementos, o que vai acontecer é que você viverá, sentirá os Elementos ao nível da cabeça, não mais como a integração em sua estrutura efêmera, dos Triângulos elementares, ou seja, da estrutura vibral do corpo de Existência mesmo nessa personalidade e nesse corpo ainda presentes.

Então, tanto em um caso como no outro, a diferença é muito simples: você não poderá interpretar o que é vivido em termos de energia, mas, sim, na presença ou na ausência dos Elementos.
Isso não poderá, de modo algum, enganá-lo.
E, é claro, aparecerá, em seguida, a Fusão do conjunto de Presenças vividas até o presente como exteriores a você.
Quer concirna, essencialmente, ao conjunto dos Arcanjos, ao conjunto dos Anciões e ao conjunto das Estrelas, você observará que tudo isso existe, em definitivo, apenas no interior de si e não em uma projeção, realizada por razões precisas que eram de levá-lo até ali.

Então, a Fusão dos Elementos em você restitui-o à Eternidade e, sobretudo, dá-lhe a viver, por antecipação desse Choque da humanidade, a capacidade para transferir sua Consciência à vontade, sem qualquer esforço e sem qualquer desejo, nem qualquer vontade, mesmo, o que você é, nos diferentes planos de experimentação.
Mas você não será retido nem preso por qualquer plano de manifestação que seja, simplesmente, você estará cada vez mais presente, eu diria, no centro da Cruz, para sua própria Crucificação e Ressurreição.

Essa Crucificação e essa Ressurreição não deixam qualquer dúvida quando são vividas, porque há, efetivamente, uma transmutação dos elementos constitutivos da pessoa que visa, mesmo, é claro, modificar a estrutura física desse corpo, abrir o DNA espiritual, revelar-lhe suas Linhagens, não mais perguntando no exterior ou no interior, mas, simplesmente, vivendo-o nessa vida.
Porque cada Linhagem tem um comportamento específico e você aprende, muito rapidamente, a reconhecer-se em suas ações, a ver qual Linhagem age naquele momento, quais são seus potenciais de Existência que correspondem às suas Linhagens e não a outra.
É assim que se realiza seu desaparecimento.

Pouco a pouco, esse corpo de Existência que aparece na verdade dos Elementos ao nível vibral, levará você a ver-se a si mesmo, não mais através da visão dita luciferiana, não mais com a visão do Coração, mas, diretamente, pela vivência da Vibração no Coração, que você, talvez, já tenha observado, através da localização do Canal Mariano, através de sua presença ou de sua ausência, em função dos reflexos fisiológicos e, em especial, o que é nomeado de dores do fígado, dores do baço, dores da alma e dores do Espírito, que fazem apenas traduzir, como foi dito, a capacidade para desviar-se da matéria e para dissolver a alma e para deixar o Espírito Santo manifestar-se em todos os seus componentes.

Em um caso há Unidade, em um caso há estabelecimento na Existência que se revela, não mais como outra dimensão, ou outros lugares, mas, diretamente, aqui, aí, onde você passeia em seus Elementos interiores e não mais nos elementos exteriores.
Você vai observar, também, que, conforme o que você frequenta como pessoas, como elementos da natureza exterior, a sincronia entre os Elementos vibrais e os elementos da natureza aparecerão a você como uma evidência.
Um exemplo: se você observa um fogo, observará, em si, que o Elemento Fogo ativa-se.
Se você mergulha na água ou olha a água, constatará que o Elemento Água ativa-se em você, ao nível vibral, o que põe fim à ilusão astral da água, ou seja, das emoções, do jogo de posses, do jogo de seduções, quaisquer que sejam.
Você poderá, então, apenas ser Transparente e exprimir, de qualquer maneira possível, sem vontade alguma, o que é nomeada a Verdade do Grande Espírito.

Nenhum ego estará presente em suas palavras.
Suas palavras fluirão natural e espontaneamente, sem qualquer dificuldade, sem fazer qualquer esforço mental nem de reminiscências, nem de construção.
Nesse caso, tudo se desenrolará normalmente.
Em contrapartida, a partir do instante em que você estiver submisso, de maneira normal, nas flutuações entre os Elementos vibrais e os elementos materiais da personalidade, você constatará seu próprio desaparecimento na personalidade.

É claro, nesses momentos de estase, que são, de momento, extremamente curtos, isso pode parecer-lhe anormal, o que lhe dá a sensação de perder seus meios ou de não poder fazer o que tem a fazer.
E aí, é a você que cabe saber o que quer privilegiar: o Eterno ou o efêmero.
Mas, a um dado momento, não poderá ser os dois ao mesmo tempo e, aí, você deverá posicionar-se de maneira definitiva e exclusiva, em um ou no outro.

Tudo isso é para observar, para viver, porque a experiência confere a independência.
Não é mais questão de projeção de Luz, não é mais questão de crer-se isso ou aquilo, exceto se a personalidade está à frente, mas, bem mais, de viver a Verdade em sua carne, para espiritualizar a matéria e não fugir da matéria.

Isso é muito importante, passar dos elementos exteriores aos Elementos Interiores, passar dos elementos transitórios e efêmeros aos Elementos eternos.
Isso se manifesta a você de diferentes modos, o que lhe dá a viver, sobretudo pelos Triângulos elementares do corpo de Existência que constitui a cabeça de seu corpo de Eternidade, certo número de coisas.
Você aprende, pela experiência, certo número de coisas e as viverá de maneira completamente adequada.

Aí está o que eu tinha a dizer-lhes como Snow.
A Clareza, a Precisão, tudo isso vai aparecer-lhes cada vez mais nu e cada vez mais evidente, a partir do instante em que vocês saem da confusão dos elementos da personalidade para penetrar, diretamente, na realidade eterna dos Elementos ao nível vibral.

Aí estão os elementos que eu tinha a trazer à sua atenção, para ajudá-los entre a confusão e a Clareza, para permitir-lhes, não julgar-se, não condenar-se, mas, sim, colocar-se no lugar que é o mais adequado para vocês, independentemente de toda influência exterior, no Silêncio Interior de seu Ser e nenhum outro lugar alhures.
Porque é apenas no Silêncio Interior do Ser que os Elementos podem desposar-se, casar-se e trabalhar em vocês, na restituição definitiva à sua Unidade, ou no Absoluto.

Aí está o que há a viver, aí está o que se desenrola, agora, para cada um de vocês, de modo mais ou menos rápido, mas, em todo caso, em um lapso de tempo extremamente curto.
Tudo isso lhes será perceptível e reconhecível sem dificuldade alguma, sem ir alinhar-se, sem meditar, sem imergir na natureza, mas diretamente em vocês.
E vocês compreendem, naquele momento, que a Luz apenas pode ser você e em nenhum outro lugar alhures, em nenhuma projeção, em nenhuma hipótese e, sobretudo, em nenhuma manifestação nesse mundo, outra que não o que a vida pede a vocês.

Vamos, se quiserem, propor-lhes viver, juntos, o Elemento vibral, um por um.

E vamos começar, é claro, pelo Fogo vibral.

… Silêncio…

E vamos, agora, passar à Água vibral.

… Silêncio…

E, agora, ao Ar vibral.

… Silêncio…

E passemos, enfim, à Terra vibral.

… Silêncio…

Em nome do Grande Espírito e do Grande Todo, Snow rende Graças por seu acolhimento e sua presença.
Que as bênçãos do Grande Espírito e o Sopro do Grande Espírito portem-nos e levem-nos ao Fogo da Verdade.

Até breve.

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Transmitido por Joseph