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12 de dez de 2014

BIDI (Sri Nisargadatta) (por Air) – 12 de dezembro de 2014


Eu sou Bidi. Eu os saúdo.
Eu proponho começar acolhendo o Fogo do Satsang...
Eu os escuto.

Q.: O que é que permite o Abandono do Si?

O Abandono do Si revela-se por si mesmo, quando você se coloca na observação do Si.
Naquele momento, você distingue que ele não é o que você é.
Não há que procurar método complicado.
O Absoluto está aí, o que quer que você faça.
Não há método, propriamente dito, simplesmente, volte para onde está a fonte do que você é.
O que você observa, quer seja o Si, quer seja na pessoa, você o observa, então, isso não é o que você é.
Quando você não pode mais observar aquele que observa, quando você não pode mais percebê-lo, então, o Último está aí.
Mesmo se ele sempre esteve aí, naquele momento, você o reconhece, sem percebê-lo.
De certa maneira, a única maneira pela qual você poderá definir o Absoluto, como eu o disse em minha vida, é negando o que você não é.
Tudo o que você vê não é o que você é.
Colocado no Si, restam percepções.
Quais?
Quem percebe?

Q.: Qual é o marcador da reversão da Alma para o Espírito?

Por que procurar um marcador?
Se você o vê, isso não é o que você é.
Tudo o que você percebe é uma projeção.
Se você percebe uma modificação, então, é que você está além, mesmo, do que se modifica.
Porque, caso contrário, quem poderia testemunhar isso?
Quem poderia percebê-lo?

Q.: Foi vivido, nesse corpo, que a forma da manifestação, que a cor da manifestação não tem qualquer importância para o Absoluto e, no entanto, o que falta para o reconhecimento total?

Eu não compreendo bem a questão.
Se foi reconhecido que isso não tinha qualquer importância para o Absoluto, então, quem se coloca a questão «o que falta»?
É muito simples: quando todos os desejos tenham desaparecido, como você o diz quando não há mais qualquer importância do que quer que seja – não repelindo isso, não negando o que está aí, mas deixando revelar-se o que se revela – então, naquele momento, quando não há mais nem desejos nem medos, então, o Absoluto está aí.

Mas atenção para que isso seja a vivência, e não, unicamente, uma atitude que é aquela de mantê-los cerrando os dentes além do que acontece.
Cerrar os dentes não é acolher tudo o que se apresenta.
Acolher tudo o que se apresenta é o fruto de seu posicionamento.
Isso não é um método, não é uma atitude.

Se você está colocado além de todo desejo, todo medo, então, nada há a procurar.
Talvez, reste a busca.
A busca deve dissolver-se, igualmente, o buscador deve desaparecer.
Mas isso se faz naturalmente, sem esforço.

Q.: Eu recebi, por diferentes sincronias, uma data para 2015: é a data dos Três Dias, a data limite, ou, unicamente, uma data que me é pessoal?

Como você sabe, o Absoluto não se importa com a história, qualquer que seja a história.
Cabe a você ver se quer aderir a alguma coisa que deva acontecer em 2015.
Mas o Absoluto está aí agora.
Não há necessidade de alguma condição, alguma preliminar.
A história, o caminho pode tê-lo conduzido até aí, mas cabe a você decidir se mantém seu desejo de continuar o caminho ou instalar-se no que você é.

Você não pode representar uma história e colocar-se no Absoluto.
Você não pode fazer duas coisas ao mesmo tempo, como dizem.
A um dado momento, a história deve cessar.
Por que não agora?
Isso não impedirá 2015 de chegar.

Se você saiu de toda história, pode ser que reste, ainda, uma, poder-se-ia dizer, história, um caminho que é aquele de sua evolução, aquele de sua transformação, então, você pode dizer-se que você saiu da história pessoal, da história familiar.
Mas quem vive a evolução espiritual?

Se você vê a história, então, quem a vê?
O que é que não se move, apesar da história?

Q.: O Absoluto estará, igualmente, presente, para as pessoas que morreram há vários anos?

Quem são essas pessoas?
Você está certo de que há alguém em você?
Se não há alguém em você, então, há alguém em algum lugar?
O Absoluto não tem necessidade de ser-lhe apresentado, ele está aí.
Quando você fala de pessoas, você procurou onde estava a pessoa em você?
Se há alguém, você deve, efetivamente, encontrá-lo.

O sentimento de ser uma pessoa é uma loucura coletiva, isso nada tem de individual.

Q.: Isso poderia ser comparado a uma hipnose coletiva?

Se quiser.
Uma hipnose, uma loucura, uma miragem, chame isso como você quiser: isso não existe.
Quando você olha, isso desaparece.
E, se você não pode olhar isso, o que é que o impede de olhar?
Olhe.

Q.: Eu não tenho pergunta que me venha. Por quê?

Então, essa questão significa que havia questões antes, ou significa que não há mais questões, completamente, há semanas?
Se havia questões antes, antes da apresentação desse espaço, então, é muito simples: O Fogo do Satsang, quer você o escute ou não, transporta-o para fora da pessoa.
Portanto, pode ser que, naquele momento, as questões desapareçam.
Elas estavam aí antes, e o espaço revelado, elas não estão mais aí.
Então, ótimo, isso significa que é fácil sair do mental.
Parece-me que, se não havia mais questões há várias semanas, então, essa questão não seria colocada.
Porque, naquele momento, há uma estabilidade além da pessoa, e as questões desaparecem por si mesmas, pela simples observação.

Q.: Como se estabilizar no Último?

Quando você tenha reconhecido o Último, o reflexo está aí para observar, perceber o que é.
Essa observação estabiliza-o – no Si, talvez, no Último.
Mas, em Verdade, é o Último que estabiliza o conjunto, quando bem lhe aprouver.
Não é você que pode, por um método, revelar isso, estabilizar isso.
Você é o Último.
Reconheça-se no Último e o Último revela-se, o Último estabiliza-se.
Chame a isso como quiser.
Todas essas palavras não são adequadas para o Último.
Mas isso pode ajudar à compreensão.

Quando você se reconhece no Último, como você pode, ainda, confiar em um método, em algo a fazer?
Se você é o Último, você tem necessidade de esperar algo da pessoa?
Há um esforço a atingir?
Uma vez que o Último seja reconhecido, tudo se faz por si mesmo.
Eu diria, mesmo, que, se você está colocado no Si, não por breves passagens, mas de maneira suficientemente importante para estar colocado na paz, permanentemente, então, tudo se faz por si mesmo, tudo se faz espontaneamente.
Se você viveu isso, você viveu o desaparecimento de muitas disfunções na pessoa.
Não há mais adesão à história pessoal.
Não há mais adesão a um método porque, naquele momento, você sabe que tudo o que é dissolvido em você dissolve-se, espontaneamente, pela simples observação.

Fique na Paz, e deixe o que você é fazer o trabalho.
Você não tem necessidade de compreender como, porque o como pertence ao que você não é, pertence ao efêmero.
Só o mental pergunta-se como.

Q.: Os protocolos ajudam ao reconhecimento do Absoluto?

Isso leva ao que eu acabo de dizer.
Os protocolos permitem-lhe viver uma mudança de estado.
Quem observa essa mudança de estado?
Nada é útil para o Absoluto, o Absoluto não tem necessidade de nada.
Mas nada impede o reconhecimento do Absoluto.

O que quer que você faça, essa é uma oportunidade para observar o que acontece, para observar todo movimento.
E todos os movimentos que você observa não são o que você é.
Mas o Absoluto não tem necessidade que você permaneça sentado, sem mover-se, sem nada fazer.
Por que não utilizar o que lhe faz bem, se isso lhe faz bem?
O Absoluto não é afetado nisso.

Por vezes, um protocolo, movimentos, uma meditação, um passeio ou pouco importa, o que quer que seja da vida comum, pode levá-lo a realizar um movimento que você não tinha, ainda, percebido, ao qual você era identificado.
Não tenha medo de nada, porque o que quer que você veja, isso não é o que você é.
Se você procura definir o que é útil ou inútil para reconhecer-se na Verdade, o que é bom ou mau, em verdade, você elimina as observações.
Você tem medo de sua Transparência?
O que quer que você tenha a ver, você não é isso.

Q.: Nada existe?

Nada existe?
Mas você existe para colocar essa questão.
Você não é o mental, você não é a pessoa, mas onde você está?
Quem é você?
O Absoluto pode ser definido como o nada e o tudo, mas tudo isso nada quer dizer, porque o Absoluto não pode ser definido por uma palavra.
Não é nem o nada nem o tudo.
É ser nada na pessoa, mas a pessoa, o corpo, continua a funcionar.
Não na necessidade de identificação à pessoa para que o funcionamento da pessoa seja correto.
Ao contrário, a doença, nesse corpo, é sua identificação a esse corpo.

Se você tenta extrair-se da pessoa, dizendo que nada existe, é muito simples: você vai acabar em depressão.
Mas se você aceita que você não é o que você percebe, que você quem percebe, faça essa experiência.
Naquele momento, no Si, a Alegria revela-se.
A diferença é que você não negou o fato de que você não existia.

Esteja vigilante aos marcadores.
Se há sofrimento, se há depressão, então, você não está no Si ou no Último.
Você pode ter a sensação de ter negado toda a existência, mas isso é efetuado a partir do mental.

Q.: É o Absoluto que anima o que nós somos?

O Absoluto nada anima, ele sustenta tudo.
O que se anima, o que se move pode ser percebido.
Mas sem o Absoluto que você é, todo esse movimento não poderia desenvolver-se.

Eu atraio sua atenção ao fato de que procurar compreender o que anima esse mundo, o que anima a Criação, o que anima esse corpo é uma maneira de remeter-se na direção da manifestação.
Os porquês, os comos leva-o a aderir a essa história.
Reconhecer o Absoluto não pode colocar-se em uma história.
Se o Absoluto não precedesse a totalidade dos movimentos, então, quem poderia percebê-los?
Sem você, Absoluto, nada seria percebido, nada poderia revelar-se.

Q.: Quando se conecta ao centro da Terra e quando se perfura, lá em cima, as fronteiras do universo, conectando-se a um espaço além do tempo e do espaço, há uma energia que chega, há uma Alegria e uma liberdade que aparecem. Isso está em relação com o Si ou o Absoluto?

Quem observa isso?
Eu atraio sua atenção para o fato de que você fala do espaço além de todo espaço, e você me fala de colocar-se ao centro da Terra.
Então, você está colocado além de todo espaço ou você está colocado ao centro da Terra?
O espaço além de todo espaço não tem necessidade de ancorar-se ao centro da Terra.

O que você descreve não permite identificar seu posicionamento no que concerne ao Si ou à pessoa.
Mas, em caso algum, isso concerne ao Absoluto.
O Absoluto está além de toda manifestação, além de toda energia, vibração ou o que você quiser.
O que você percebe não pode ser Absoluto.

Q.: Uma síndrome de transtorno da atenção e de hiperatividade pode ser vivida como uma atividade mental exagerada. Como a pessoa pode ser transcendida, nesse caso?

A hiperatividade é observada por quem?
Será que estamos falando de seu caso?
Será que você fala de si ou do que você observa no exterior?
Se há uma hiperatividade do mental, ela sempre esteve aí ou ela está aí há algum tempo?
Se isso concerne a uma terceira pessoa, então, tudo isso é uma avaliação exterior.
É possível saber mais?
Vamos esperar.

Enquanto isso, vou desenvolver um pouco em relação a essa noção de superatividade.
Porque se a superatividade é vivida como «eu estou em superatividade», então, tudo isso é o jogo do mental, que leva a aderir à pessoa.
Mas se há uma superatividade, se há uma aceleração do mental devido ao desaparecimento dos desejos e dos medos, pode ser que, a um dado momento, o mental põe-se em superatividade, o que gera, naquele momento, um ritmo dos pensamentos que você, talvez, jamais tenha vivido.
É, simplesmente, eu diria, o canto do cisne.
O mental procura um meio de encontrar um desejo a ativar ou um medo.
Quando ele nada encontra, ele pode acelerar-se, antes de desacelerar, consideravelmente, ou mesmo não revelando mais qualquer pensamento, apenas quando isso é necessário.

Q.: A pessoa que colocou a questão sobre a hiperatividade não falava dela, mas de seu filho...

É impossível permitir a quem quer que seja juntar-se ao Absoluto.
O que é possível fazer é extrair-se, si mesmo, do jogo da pessoa, irradiando a Paz, a Alegria, e isso se revela.
Mas se você não implantou a Paz, a Alegria, por que querer que outros o façam, mesmo que sejam seus filhos?
Eu falo, obviamente, do ponto de vista do Absoluto.

Q.: A questão nada tem de polêmica, mas se o Absoluto não se importa com a manifestação, por que Bidi vem à manifestação?

Bidi não vem à manifestação.
O Absoluto toma um nome porque vocês precisam de nomes.
O Absoluto revela palavras porque vocês precisam de palavras.
Aí também, você procura colocar a compreensão.
Coloque-se na Verdade do que você é, e veja se você tem questões, veja se você tem incompreensões.
Mas, quando você está colocado no Absoluto, não há mais incompreensões,
Não há conhecimentos, tampouco, no sentido em que você o entende, esses conhecimentos exteriores que você empilha em sua memória.
Tudo é espontâneo.

Eu lhes proponho implantar o Fogo do Satsang…

[Silêncio – Fogo do Satsang]

Bidi saúda-os.
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Transmitido por Air


9 de dez de 2014

UM AMIGO (por Air) – 9 de dezembro de 2014

Eu sou Um Amigo, de meu Coração ao seu Coração.
Tomemos o tempo para acolher-nos, no Silêncio das palavras, onde tudo é Verdade...

[Comunhão]

Minha intervenção de hoje vem desenvolver a noção da ação nesses tempos específicos.

Para começar, numerosos de vocês vivem estados que se poderia qualificar de ausências.
Isso pode manifestar-se de múltiplos modos.
Para alguns, isso os leva a viver uma dissolução total do mundo.
Para outros, isso os leva a viver momentos curtos, nos quais tudo desaparece e, quando vocês reaparecem, não sabem mais, verdadeiramente, o que vocês fazem, por vezes, mesmo, vocês se esquecem de quem vocês são.
Para outros, isso passa por estados de fadiga nos quais nenhuma vontade, nenhum desejo emerge.
Tudo isso, obviamente, concorre para a chegada, para a instalação do que Anael chamou o Novo.
Ao mesmo tempo, alguns puderam constatar que as ações faziam-se de maneira totalmente espontânea, sem pensamento, com grande facilidade.
Em um momento, você está deitado, com uma sensação de estar sem energia; no instante após, você age com a maior facilidade.

Voltemos, se quiserem, à ação, tal como ela foi vivida nessa humanidade.
A ação fazia sequência a um pensamento.
Havia percepção, em seguida, o mental desenvolvia seus pensamentos, uma estratégia podia nascer, a ação desencadeava-se.
Alguns puderam viver, já, há algum tempo, o desaparecimento total dos pensamentos, a ação fazia sequência, diretamente, à percepção ou, mesmo, de maneira totalmente espontânea.

Nada é, verdadeiramente, esperado, a ação basta-se a si mesma.
O resultado é esperado apenas no efêmero.
Aí onde vocês estão colocados agora, o resultado é sem importância.
A ação é a resposta, a ação é portada a cada instante pelo Amor, e o Amor é uma doação que nada espera em troca.

Então, obviamente, a mudança, eu diria, rápida, instantânea, pode perturbar, mas aqueles que o vivem estão instalados além do questionamento, na Paz.

Essa é a Ação de Graça que traz a Luz a esse mundo.
O Amor é Verdade, na ação.
De certa maneira, poder-se-ia dizer que as palavras contribuíram, principalmente, para desacelerar a ação portada pelo Amor.
Quando as palavras aparecem, os conceitos estão com elas, e onde os conceitos estão, o Amor não pode estar.

Dançar a Vida é, justamente, deixar-se levar pela ação em ação, revelando o Amor.
Observem que não se trata de seguir o primeiro pensamento que vem, sob o pretexto de espontaneidade.
O que eu lhes falo não segue pensamento algum, nem mesmo o primeiro.

Que Leveza, que Alegria ser levado pelo Amor!...

Isso é o que eu queria desenvolver, em palavras, junto a vocês, hoje.
Mas, se vocês quiserem, aproveitemos desse instante para comungar, para reencontrar-nos, reconhecer-nos no Um...

[Comunhão]

Irmãos e irmãs na humanidade, coloquem-se onde está a Leveza, onde está a Alegria.
Eu não falo, obviamente, de eventos externos que possam vir colocá-los à prova, eu falo de sua Verdade.
O que quer que lhes aconteça, a Leveza está aí, porque, na Verdade, nada lhes acontece, e o que vocês São vive isso.
O que acontece ao efêmero não perturba, em nada, o que vocês São.

Dançar a Vida é revelar a Alegria, em si, antes de qualquer coisa... dançar a Vida para si mesmo.
Dançá-la pelo que vocês São, na Verdade, é dançar a Vida para o conjunto da Criação.

Nada pode evitar sua Alegria.
O Universo inteiro a ela responde.

Irmãos e irmãs na humanidade, sintam o Amor que vem preenchê-los, a cada instante.
Esse é o presente que vocês se dão a si mesmos, de toda a Eternidade.

Então, antes que eu me retire, eu lhes proponho, uma última vez, partilharmos, juntos, esse banho de Amor que nós somos...

[Comunhão]

Amigos, eu lhes digo até breve, na Graça.
Recebam todas as minhas bênçãos.
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Transmitido por Air

http://www.envol-du-phenix.org/ewb_pages/a/air-francais-un_ami-7203.php

MARIA (por Sijah) – 9 de dezembro de 2014

Eu sou MARIA, Rainha dos Céus e da Terra.
Eu sou o Átomo de Amor Divino que reside em cada um de meus filhos.
Hoje, eu venho abençoá-los, com a minha presença, com a sua presença, reconhecendo-os como Filhos Divinos, reconhecendo-os uns aos outros, na Filiação Divina, na Esteira do Espírito.

Hoje, portanto, acompanhando a chegada do Fogo Micaélico, a polaridade do feminino, da Mãe, vem confortar, vem dar forma e calor nesse Templo, fazendo-o permeável e aceitável pelas vibrações do Novo Fogo, das novas frequências da quinta dimensão que, agora, despertam aqui, na superfície da Terra.

Venho chamá-los para a Redenção da alma, venho pedir-lhes a sinceridade e a honestidade total de seu Amor para o Pai, para os irmãos, para toda a Criação.
Venho chamá-los para esse Abandono total de qualquer astúcia, estratégia que poderia significar ou representar uma oportunidade para vocês.

Venho chamá-los, portanto, para a pequenez e para a grandeza.
A pequenez do eu, da personalidade, para o desaparecimento da ilusão de controlar a sua vida, de colocar limites em sua experiência.
A grandeza de seu Espírito, a grandeza de seu Amor e a expansão sem limites da Doação de Graça, que é cada Coração aberto para a sua e a minha presença, que não fazem mais do que uma única presença.
De mãe a filho, de filho a mãe, esquecendo-se de todos os conceitos familiares que tenham, portanto, essa é uma filiação Divina do Espírito que inclui, também, o planeta Terra, no qual vocês estão, agora, encarnados.

A sua Terra, que é seu corpo, e a Terra, o planeta Terra, estão, agora, recuperando, inteiramente, a sua filiação, o seu vínculo com os seres e criadores originais, com os Elohim, que colocaram as bases Unitárias para essa experiência na Terra, Gaia.

Assim, portanto, em sua Terra e na Terra, há todos os sinais do que, agora, está Ressuscitando, do que, agora, está se liberando, do que está retornando à Fonte Pai e do que está retornando à Mãe Divina.
Tudo o que vocês se apropriaram é, agora, o momento de restituí-lo às Fontes Infinitas, às Fontes Criadoras.
Porque essas Fontes são a Origem, e é para elas que se dá a Graça que se deposita em cada parcela, em cada centelha de Luz.

Portanto, retornem à Fonte Pai-Mãe, à Mãe Divina Criadora, tudo o que se apropriaram, tudo o que acreditaram com direito de distribuir ou de controlar.
Devolvam-no à Fonte, para tornar-se, com toda naturalidade, os canais e a encarnação, mesmo, dessas Doações Liberadas, liberadas de novo, como um presente que se dá a criação a ela mesma.

Aceitem o chamado que lhes faço no mais íntimo de seu ser.
Esse chamado é, agora, um Grito, um grito que os leva a olhar, a observar e a recuperar o que é seu estado natural, o seu Feminino Sagrado, a sua Terra de Amor que permite acolher o Fogo do Espírito, o Fogo de CRISTO-MIGUEL.

O meu chamado ressoará, então, com mais e mais força, nesses tempos, nessas semanas.
Eu sou e serei, na medida em que me permitem, do que aceitam dar e retornar à FONTE, abrindo o seu Coração, derramando, em vocês, o Manto Azul da Graça, permitindo a companhia das Estrelas e outros irmãos que participam nesse processo aqui, em Gaia.

Sejam livres, filhos, sempre o foram, apenas a aparência dos intercâmbios, aqui nessa dimensão, em que vocês experimentaram a separação, os fez crer outra coisa; os fez crer serem vítimas, os fez crer serem os dominadores, porém, nada disso é real em seu Espírito.

Eu os chamo ao Amor Divino que, agora e aqui, transcende toda história efêmera.
Toda situação por dolorosa que lhes possa parecer, corresponde, exatamente, à sua projeção de separação, à validade que vocês dão às suas crenças de separação.

Assim, portanto, os Frutos que, agora, se recolhem, são, exatamente, o que vocês semearam.
Sem qualquer culpa, sem qualquer reserva , colham os Frutos, pois eu estou em vocês, colocando a doçura, a doçura do Espírito, nessas colheitas que lhes podem chegar um pouco amargas.
Saibam que vocês, igualmente, nada são de tudo isso.

Colham e integrem tudo o que, agora, apresenta-se a vocês, cada irmão e irmã à sua volta não é mais do que uma faceta do Um, uma faceta de vocês mesmos.
Nós lhes pedimos que Unifiquem, que integrem a cada um no Um que vocês são, no Um que é cada um de vocês.

Nós os convidamos, com as Estrelas, a fazer alguns instantes de comunhão no Manto Azul da Graça, no Canto Cristalino de Sírius, que ativa e ressuscita cada célula na Luz do Pai.

... Acolhimento do Manto Azul da Graça e o Canto Cristalino de Sírius...

Queridos Filhos e Filhas, vocês são abençoados por toda a Eternidade.
A grandeza do Espírito, essa Alegria silenciosa toma o seu Coração, toma o seu Templo, à medida que vocês deixem o espaço, à medida que o Espírito tome todo o local, convertendo o Templo em um incêndio de Fogo, em uma paixão serena e reta no Amor de CRISTO.

Abram-se, Filhos, portanto, mais do que nunca, ao chamado da Redenção que ressoa por toda a Humanidade.
Os braços estão abertos, os nossos braços estão totalmente abertos para acolher onde cada um de vocês se permitirá situar-se em toda Liberdade.

Eu sou MARIA, Rainha dos Céus e da Terra.

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Transmitido por Sijah Sirius, do Coletivo dos Filhos da Lei do Um.

(versão eletrônica do catalão, adaptada).

8 de dez de 2014

ANAEL (por Air) – 8 de dezembro de 2014


Eu sou Anael, Arcanjo.
Filhos da Lei de Um, recebam todas as minhas bênçãos.
Tomemos um momento para comungar, no silêncio das palavras...

[Comunhão]

Minha intervenção de hoje vem, simplesmente, como um eco, atrair a sua atenção sobre o sentimento de algo de novo que aparece em suas vidas.
Isso é percebido por bom número de vocês, outros, o perceberão mais tarde.
O que importa?

Esse algo de novo não é algo que se acrescente, mas, sim, algo que aparece, progressivamente e à medida que o antigo desaparece.
Isso pode parecer, em um primeiro tempo, como uma intuição, uma sensação.
Mas é, efetivamente, a Verdade da Ressurreição anunciada.

Esse Novo não tem necessidade de ser compreendido, e aqueles que o percebem não têm qualquer vontade de compreendê-lo.
Ele É, enquanto o antigo desconstrói-se, completamente.

Tudo isso participa da mesma Dança, a Dança da Verdade, a Dança da Vida.

Esse Novo não é emergente de um conceito, de algo do mental.
Esse Novo floresce além.
Ele os leva, já, para alguns de vocês, a mudar seus funcionamentos – nós poderíamos dizer mudar seus hábitos – mas esse Novo aparece quando os hábitos tenham desaparecido.

Esse Novo não pode ser procurado, não pode ser amplificado.
Esse Novo aparece por si mesmo, quando toda busca, toda história, todo caminho desaparece.

Esse Novo não está impregnado de qualquer inquietação, de qualquer conhecimento, de qualquer dúvida...
Esse Novo é Leveza total, porque nada nem ninguém procura apropriar-se.
Esse Novo nada tem a provar-se.
Esse Novo nada tem a clamar.

Tomemos o tempo de celebrar esse Nascimento...
Para além, mesmo, de todo ciclo de nascimento e de morte.
Esse Novo sempre esteve aí, mas, agora, ele brilha, resplandece, ilumina.
Esse sempre foi o caso, mas os véus da separação faziam-nos crer o contrário.

Então, no Silêncio, celebremos esse Eterno Novo...

[Silêncio]

Esse Novo não pode impedir-se de amar.
Essa é sua natureza...

[Silêncio]

Filhos da Lei de Um, quer esse Novo convide-os a reagrupar-se, quer esse Novo convide-os a isolar-se, isso acontece além de qualquer compreensão, além de qualquer sentido.
Só o Amor revela-se.
Nenhuma estratégia, nenhuma vontade pode interferir, nem pode vir organizar um futuro, porque esse Novo, eterno, está além do tempo, ele não tem qualquer passado, nem futuro.

A glória não é de qualquer interesse para esse Novo.
No entanto, tudo se eleva...

[Silêncio]

Esse Novo, eternamente presente, conduz o Silêncio – que sempre esteve aí...

[Silêncio]

Se você ainda não percebe esse Novo, não se preocupe, porque só o antigo preocupa-se, só o antigo procura, incansavelmente.
Acolha o que a Vida dá-lhe a viver, porque a Graça virá, o que quer que aconteça: retirar o antigo, levantar os véus, para que emirja o Novo.
Não fuja de nada, acolha...

Nada pode afastá-lo do Novo.
Ele está aí, presente, ardente, quer você o perceba ou não.

Filhos da Lei de Um, aí está o essencial do que eu queria partilhar com vocês, além das palavras, mas na Verdade da Comunicação, na Verdade do Amor.

Minha Presença acompanha-os.

Filhos da Lei de Um, deixem-se surpreender, deixem-se amar essa Novidade.

Com todo o meu Amor, eu lhes digo: permaneçam na Alegria, no Abandono.
Até breve, além de todo tempo, de todo espaço.
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Transmitido por Air


1 de dez de 2014

A Arte Vibral ou o Movimento do Silêncio – por Li Shen



Eis um link para o vídeo e o arquivo:
Esse link é válido, unicamente, até 8 de dezembro.


Ver Vídeo que acompanha esse descritivo e a canalização de Li Shen - aqui


A Arte Vibral é o que permite não trabalhar na energia, mesmo se você vá sentir o que acontece, mas permitir viver o Supramental de maneira quase instantânea.
Isso vai aproximá-lo da Infinita Presença ou do famoso basculamento/Reversão, sem dificuldade, sem palavra, sem compreensão e sem nada mais, e, mesmo, sem energia, sem percepção da energia.

Ver canalização de Li Shen:

O movimento no qual a Dança Vibral põe fim ao confinamento, porque esse tempo é propício para isso, para essa demonstração, para essa Evidência que há a viver...

A Arte Vibral propõe o movimento correto … que põe fim ao movimento…
A Arte Vibral é o movimento que conduz à cessação de tudo o que não é Ele...
Nada há a transformar ou a adquirir, porque você já veio e tudo está em você….
A parada do sofrimento é obtida pela Arte Vibral, sem dificuldade, sem dualidade.
A Arte Vibral é a Evidência do jogo entre Não Ser e Ser, no qual o ego perde-se, porque ele não é nem o Ser nem o Não Ser, ao mesmo tempo sendo percorrido e investido neles.
Há, portanto, reconhecimento no Silêncio.
A Arte Vibral é a Arte do Silêncio e a arte de desaparecer para seu próprio aparecimento, deixando o Ser a nu, primordial e final…

Descrição do movimento – ver o Vídeo.

Durante o movimento, manter o contato entre a língua e o palato, para evitar um mal estar vagal e, durante toda a Dança, RESPIRE pelo NARIZ.

1 – Aprendizado do movimento.

- Posicionar-se com as pernas levemente afastadas (largura dos quadris), braços ao longo do corpo levemente afastados e relaxar.

- levantar as mãos diante de si, realizando uma flexão dos joelhos, enquanto os quadris inclinam-se, muito levemente, para trás e esfregar as mãos, com os dedos entrelaçados.
Esse terceiro ponto de apoio é criado virtualmente, pela ponta do sacrum, a inclinação dos quadris para trás permite, de algum modo, que sorte desobstruir a ponta do sacrum.
Quando o conjunto de movimentos da Arte Vibral é repetido várias vezes, não é necessário refazer esse esfregar de mãos.

- trazer os braços para cada lado do corpo, sempre levemente afastados, desdobrando os joelhos.
(Cada segunda parte dos movimentos é acompanhada de uma flexão das pernas).

A partir desse momento, manter bem as mãos sempre abertas para frente, dedos colados, mantendo, entre o indicador e o polegar, uma abertura chamada de ângulo da boca do tigre (ou seja, quase um ângulo a 90° entre o polegar e o indicador).
O ângulo da boca do tigre designa, no taoismo, essa postura como a zona a mais energética do corpo.

PRIMEIRO MOVIMENTO

- Sempre, pés ligeiramente afastados, subir as mãos – ângulo da boca do tigre – de cada lado de você, para vir formar um triângulo atrás da cabeça, ponta para o alto, os polegares juntam-se em OD; esse movimento faz-se em uma inspiração pelo nariz.

- Pausa: expiração e inspiração – pausa a suprimir quando o conjunto do movimento é obtido.

- Em seguida, expiração pelo nariz, trazendo os braços e as mãos – sempre ângulo da boca do tigre – para a terra, acompanhando esse movimento de uma flexão das pernas.

- Pausa: expiração e inspiração – pausa a suprimir quando o conjunto do movimento é obtido.

SEGUNDO MOVIMENTO.

- Inspirando pelo nariz, trazer as mãos para formar um triângulo, ponta ao alto sobre a fronte, os polegares ao longo das sobrancelhas e a ponta do triângulo dirigida para o ponto ER (representa o triângulo de AL invertido).

- Pausa: expiração, inspiração – pausa a suprimir quando o conjunto do movimento é obtido.

- Em seguida, expiração, trazendo as mãos, ao mesmo tempo mantendo o triângulo, formado pelas duas mãos, sobre o Primeiro Chacra – ao nível do púbis – flexionando as pernas.

- Pausa: expiração e inspiração – pausa a suprimir quando o conjunto do movimento é obtido.

TERCEIRO MOVIMENTO

- Inspirando pelo nariz e mantendo o ângulo da boca do tigre ao nível das mãos, afastar as mãos para ir formar um triângulo, ponta para baixo, sobre o sacrum, em um movimento um pouco amplo (os indicadores sobre a base das nádegas - cóccix).

- Pausa: expiração, inspiração – pausa a suprimir quando o conjunto do movimento é obtido.

- Em seguida, expiração pelo nariz, trazendo as mãos, em um movimento um pouco amplo, para frente, para formar, novamente, um triângulo, ponta para baixo, sobre o primeiro chacra, e flexionando as pernas.

- Em seguida, em uma inspiração, trazer os braços na horizontal de cada lado do corpo, mantendo as mãos voltadas para frente, sempre dedos colados e ângulo da boca do tigre.

- Depois, pouco tempo de parada, braços na horizontal, mãos – sempre ângulo da boca do tigre – voltadas para frente, em uma expiração.

QUARTO MOVIMENTO

- Mantendo os braços na horizontal, o alto do corpo vai fazer um movimento de torção para a esquerda, sem forçar, a perna direita vai acompanhar esse movimento em uma inspiração, para vir colocar-se na esquerda, em uma expiração, colocando, sempre, a ponta do pé primeiro (jamais o calcanhar, que corresponde ao hara), acompanhado de um flexionar das pernas.

- Em seguida, em uma inspiração, a perna direita levanta-se e o tronco volta para frente e, em uma expiração, o pé direito coloca-se para frente, sempre ponta do pé primeiro, acompanhado de uma flexão das pernas.

- Depois, em uma inspiração, a perna direita levanta-se e a torção volta-se para a direita e, na expiração, o pé direito coloca-se à direita, sempre no alinhamento do tronco, sempre ponta do pé primeiro, acompanhado de uma flexão das pernas.

- Em seguida, retorno à posição inicial, em uma inspiração e expiração, braços em crus e mãos voltadas para frente, mantendo, sempre, o ângulo da boca do tigre.

QUINTO MOVIMENTO

Idêntico, mas, desta vez, com a perna esquerda que vai, primeiro, à direita, depois, à frente, depois, à esquerda, antes de voltar à sua posição inicial, tronco à frente.

Ao final, trazer os braços ligeiramente afastados ao longo do corpo.
Você pode reiniciar o conjunto desses movimentos tantas vezes quantas você desejar, sem refazer o esfregar das mãos do início.

2 – Quando o movimento é obtido.

A saber:

- Quando você está habituado e conhece o conjunto, cada movimento pode fazer-se sem pausa de inspiração/expiração, mas em uma inspiração longa, seguida de uma expiração longa para cada movimento completo.

- A respiração faz-se, sempre, pelo nariz.

- As pernas para o lado não estão, necessariamente, em ângulo reto, quando o tronco volta-se para o lado com os braços na horizontal, o pé coloca-se onde alcança, sem querer forçar mais longe, e sempre a ponta do pé coloca-se primeiro.

- Jamais forçar, o movimento deve tornar-se fluido como uma Dança.

- Quando o movimento é obtido, fazê-lo fechando os olhos – Sem calçado, e o melhor é na natureza.

Esse conjunto de movimentos deve encadear – é a Arte Vibral, a Dança do Silêncio, a praticar até que o movimento seja fluido e perfeito.
Quanto o movimento é perfeito, você está livre.

3 – Objetivo

No primeiro movimento:

No triângulo da terra, os polegares juntam-se ao nível de OD e o topo do triângulo engloba, em parte, a linha mediana que sobe para o ponto ER.

Você está, portanto, ao nível do triângulo da terra, OD.
É o lugar no qual se situa o painel de comando dos chacras com a faixa colorida da alma.
Você remete a alma à terra e remete as memórias que estão estocadas ao nível do que se chama o cerebelo (que é, também, o órgão do inconsciente e das memórias com a hipófise, o hipotálamo), portanto, você puxa para a terra o que está atrás.

No segundo movimento:

O triângulo de fogo, ponta para o alto, portanto, invertido.
Você puxa a ilusão do terceiro olho, portanto, o triângulo, ponta para cima, ao nível do primeiro chacra, você o puxa para onde ele deve estar, ou seja, no fogo vital.

No terceiro movimento:

As energias ligadas ao kundalini (fogo por atrito) são puxadas, igualmente, ao primeiro chacra.
Você puxa a serpente que está atrás, definitivamente, ao seu fogo vital, para que ele queime por si só.

No quarto e quinto movimento:

Uma vez que você tenha tudo restituído à terra, os movimentos que você faz com os pés – quando o pé direito vai à esquerda, à frente e à direita e idem para o quinto movimento, com o pé esquerdo – você harmoniza, diretamente, com o triplo fluxo descendente, do Espírito Santo, da radiação do Ultravioleta e da irradiação da Fonte, com os três componentes da Onda de Vida no Coração.

É o caminho do movimento que é proposto neste período (o outro Caminho é aquele de Teresa).
É uma autoliberação que faz, mesmo, escapar das noções de vibrações, de energia ou de escolha.

Se você vai ao fim do movimento, ou seja, à quase perfeição do movimento, você se libera a si mesmo.
Apenas você mesmo é que pode fazer isso.

Pode ser feito pela manhã, ao acordar, ou quando você quiser.
É a prática assídua que melhorará o movimento e que lhe permitirá dominá-lo.

Quando o movimento é encontrado, muito exatamente naquele momento, isso se faz sozinho.
Quando o encadeamento dos movimentos está perfeito, você verá, estará terminado.

Não há questão a colocar-se.
Quando o movimento torna-se perfeito, você rasga seus próprios véus, você mesmo, pelo movimento, sem passar pelo intelecto, sem passar pela vibração que se conhece, sem passar pela Onda de Vida, sem passar pelo canal Mariano nem por qualquer coroa.

Muito rapidamente, os movimentos tornam-se mais fáceis.
Esse movimento é como uma dança, e deve tornar-se fluido.

Vamos até 21 de dezembro de 2014, para retificar nossa atribuição Vibral.


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Li Shen

A Arte Vibral

Quando o movimento torna-se perfeito,
Você se torna perfeito,
Ou seja, livre, sem mental,
Você rasga seus próprios véus

O perfeito quer dizer aquele que superou
A ilusão desse mundo

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