Seguidores

SE VOCÊ COMPARTILHAR ALGUMA MENSAGEM DESTE BLOG, FAVOR REPRODUZI-LA EM SUA INTEGRALIDADE, CITANDO A FONTE OU INDICANDO O LINK DA MESMA.

11 de jul de 2015

NO FOGO DO AMOR – O.M. AÏVANHOV



Junho de 2015


Bem, caros amigos, eis-me de novo.
Antes de qualquer coisa, vamos permanecer em silêncio alguns minutos, para impregnar-se desse silêncio.
Em seguida, eu escutarei, simplesmente, as questões que possam nascer em vocês hoje, através do que vocês ouviram e do que viveram.

… Silêncio…

Bem, eu escuto, agora, as suas questões porque, é claro, não são, necessariamente, suas questões pessoais, mas elas podem concernir, eu acho, com o que se desenrola sobre a Terra, a muitos irmãos e irmãs.

Então, eu escuto seus questionamentos.
Tudo o que toca ao Fogo.


Questão: Hildegarde disse que, quando se pede ajuda, basta estar, simplesmente, na Presença.
Isso significa que é preciso recusar as ajudas materiais que se apresentariam?

Não há qualquer implicação lógica nesse gênero de questão.
Eu não estou certo, mesmo, de ter, verdadeiramente, compreendido o que é dito.
A partir do momento em que você está em sua Presença, toda ajuda, noção de pedido, torna-se supérflua.
Mas jamais foi dito que se deveria recusar, justamente, o que a providência ou a Luz, ou seus irmãos, suas irmãs aportam a você.
Eu não compreendi bem, então, talvez?

Eu falava de pedir ajuda não para si, mas para alguém que teria necessidade.

Então, retoma-se desde o início, isso quer dizer o quê?
Porque, aí, eu compreendo ainda menos.
Foi dito por Hildegarde de Bingen que, até agora, era preciso, no mínimo, uma atenção e uma intenção e que, doravante, com os Fogos que se revelam, vocês têm apenas que estar presente, e a Inteligência da Luz agirá.
Não é mais você, de maneira alguma, que pede ou que age.
Você pode, é claro, continuar a fazê-lo, mas eu não compreendo bem com o fato de aceitar ou recusar o que quer que seja.

Eu compreendo agora.

Então, perfeito.
Eu continuo a nada compreender, mas não é grave.


Questão: não estaríamos, já, na sexta dimensão, pelo menos em alguns lugares?

O que eu quero responder aí é que, efetivamente, há alguns meses, eu havia dito que a Luz adamantina depositava-se, preferencialmente, onde se encontravam os elementais, mas, também, algumas estruturas.
Eu não vou voltar a isso, nem dar-lhes isso.
Os Círculos de Fogo, por exemplo, mas não unicamente.
Há, por exemplo, lugares nos quais estão presentes irmãos e irmãs liberados, já.
Aí, não precisa, necessariamente, ser vários, mas, efetivamente, um ser liberado torna-se, ele sozinho, um vórtice de Luz, não para ele, não para manifestar alguma coisa, mas, simplesmente, para servir de retransmissor.
Mas esse retransmissor não tem necessidade de que você peça para agir, isso completa, finalmente, o que eu compreendi na questão anterior.

Aí você coloca a questão em relação a lugares, mas é claro que há lugares, eu diria, um pouco mais favorecidos.
Eles são um pouco mais favorecidos pela Luz, independentemente, mesmo, eu diria, de qualquer intenção humana ou de qualquer presença humana.
Primeiro, há os vórtices e os depósitos de partículas adamantinas que se manifestaram e espalharam perto de tudo o que é ligado aos elementos naturais, ou seja, aos povos dos elementos, por exemplo, os elfos, por exemplo, as ondinas, por exemplo, os silfos ou os gnomos.
Isso é uma coisa.

Mas há, também, lugares que são predispostos, independentemente da presença de seus habitantes, a serem, de algum modo, os primeiros a manifestar essa qualidade vibratória, ou seja, essa consciência específica na qual, quando você penetra nesse lugar ou nessa atmosfera, você sente não a energia, não, unicamente, o coração ou uma estrutura vibral que se ativa, mas, realmente, um estado de paz, ou, mesmo, de irrealidade nesse lugar, porque esse lugar, efetivamente, ou esse lugar ou essa pessoa está passando à dimensão superior e existirá, de certa maneira, em outras dimensões.

Portanto, é perfeitamente normal que você experimente esse sentimento de paz, ou mesmo de irrealidade em relação ao real desse mundo, que pode manifestar-se quando de encontros de irmãos ou de irmãs, em alguns lugares, e eu creio, aliás, que você vai experimentar isso não em muito tempo, em lugares que são preparados para isso, pela presença dos elfos, não é?

Tudo isso você vai dar-se conta por si mesmo, muito proximamente, na experiência aqui, mas, também, nas múltiplas experiências que os irmãos e as irmãs vão viver.
Você vai aperceber-se de que, por exemplo, uma simples árvore, que não é uma árvore mestre, torna-se carregada dessa paz.
Obviamente, se você passa na floresta, será tocado pela graça da paz que emana desse espaço ou de uma pessoa ou de um vegetal.
Então, isso será cada vez mais corrente.

Você vai, também, ver que tomará, por exemplo, prazer ao reencontrar tal pessoa, tal irmão, tal irmã, e que você se colocará, ali, simplesmente, no Silêncio, na Presença.
Não haverá mais necessidade de tagarelices, não haverá mais necessidade de falar de espiritualidade, não haverá mais necessidade de falar, absolutamente.
Você estará ali, nessa paz, nessa felicidade.
Quando isso se produz com um irmão ou uma irmã, quando isso se produz com um lugar que você vai procurar ou que você encontra espontaneamente, agradeça, é claro, porque você está na graça de uma dimensão que não está, ainda, instalada por toda a parte.
É a sobreposição, nesses lugares ou em algumas pessoas, total e em concordância do Eterno e do efêmero.

Então, sim, é claro, você vai aperceber-se de que existem irmãos e irmãs, animais, árvores, situações, espaços específicos que já estão nessa paz.
Então, isso você poderá ver, talvez, também, cada vez mais, sob a forma de imagens na ultratemporalidade, que nada tem a ver com imagens astrais, mas que lhe darão, por exemplo, não sei, você imagine: «Eu gostaria de encontrar, ao lado de onde estou, um espaço de paz assim, que já está em outra dimensão».

Peça-o, simplesmente, como uma intenção, e você verá a resposta que terá, e você se aperceberá, aliás, que esses lugares não são tão raros assim porque eles não dependem de uma história passada, eles não dependem, unicamente, agora, da instalação dos povos elementares nesses lugares, eles não dependem, tampouco, da presença harmoniosa dos elementos, mas, simplesmente, são lugares nos quais, ao mesmo tempo, a Luz adamantina depositou-se, mas, ao mesmo tempo, a Luz adamantina do núcleo cristalino juntou-se a eles.

É o equilíbrio entre o Céu e a Terra.
São as duas polaridades da Luz vibral, no Fogo vibral e no Éter da Terra que sobe, e que o alinha no coração.
Alinhando-o no coração, isso põe você na vacuidade e na capacidade para viver a Liberação, bem mais do que pela vibração.
Porque a Liberação é ligada ao Absoluto, e o Absoluto não é ligado, unicamente, à vibração, porque isso concerne à a-consciência.

Se você apreende isso, torna-se-lhe acessível que alguns lugares, algumas pessoas, sem desejá-lo, sem querer, devido ao que emana, espontaneamente, desse lugar ou dessa pessoa, ou desse irmão ou desse animal, vai colocá-lo, por ressonância, no mesmo estado.
E, aliás, isso faz parte do que disse Hildegarde de Bingen, em relação a essa noção de repulsão.
Quando você tiver experimentado esses lugares, essas pessoas, de maneira suficientemente convincente para si, você verá que não poderá mais suportar tudo o que é falso, e cada vez menos.

Então, é claro, isso pode causar alguns problemas para aqueles que estão, eu diria, em ambientes muito materiais e muito fechados.
Mas, mesmo isso, a um dado momento, você verá que, se você consegue, você, pôr-se nesse silêncio, no Coro dos Anjos, no Espírito do Sol, sem nada pedir, o lugar não poderá mais permanecer tal como ele é, não porque você é mágico, não porque você quer transformar as coisas e fazer o espetáculo, mas porque isso está na natureza das coisas e na natureza da consciência.
E tudo isso, é claro, é ligado ao Fogo que se revela agora, e de maneira total, sobre a Terra.


Questão: inversamente, há lugares a evitar, como os castelos Cátaros?

Então, aí, caro amigo, eu acho que você tem bem mais chance de viver o que eu nomearia estados de consciência que são diretamente ligados à natureza e não a lugares históricos.
Os únicos lugares históricos válidos são aqueles que escaparam da falsificação ou dos conflitos, ou seja, por exemplo, os Círculos de Fogo dos Anciões – na condição de conhecê-los – mas, sobretudo, lugares nos quais não houve, justamente, essas histórias de confrontação entre a sombra e a Luz.
Isso não quer dizer que esses lugares sejam negativos, isso não quer dizer que esses lugares estejam alterados, isso quer dizer, simplesmente, que haverá muito mais facilidade na natureza, e eu diria, mesmo, em meios completamente fechados, mas que não conhecem a dualidade do combate, da oposição bem/mal, como ocorreu, por exemplo, como você disse, nos castelos Cátaros ou em alguns lugares religiosos.

Eu creio que Miguel foi muito claro, e outros também, antes dele, sobre essas noções de religião ou de lugares religiosos.
É preciso passar pela supressão total, não pela vontade, mas pela Luz, de tudo o que é ligado, eu diria, aos mecanismos de predação sob uma forma ou sob outra.
E, até prova em contrário, uma vez que você tomou o exemplo dos castelos Cátaros, mas é válido, também, em todo lugar no qual houve, ao mesmo tempo, a Luz e, ao mesmo tempo, o combate da sombra contra essa Luz, uma vez que não são lugares que sejam neutros.

Eu falo de lugares que são naturais ou de lugares que não foram invertidos ou que não estiveram em luta.
E você tem mais chance de encontrar isso com uma árvore, com um animal selvagem que você vai encontrar, com uma borboleta, ao invés de com lugares como esse.
O que não quer dizer que não seja possível – uma vez que é você que é importante –, mas não vale a pena dirigir-se para coisas que estão carregadas de memórias, quer essas memórias sejam positivas ou quer essas memórias sejam negativas.
Não é, de modo algum, a mesma coisa.


Questão: O Arcanjo Miguel disse que entregou a espada de Verdade a alguns de nós.
O que ele quis dizer com isso?

A espada de Verdade é o Verbo criador.
É o Verbo operador de criação.
É, ao mesmo tempo, o Verbo pronunciado pelas palavras, mas o Verbo do Silêncio, aquele que vocês vivem desde o início desta tarde, com alguns intervenientes, em momentos precisos.
É o Coro dos Anjos, é o Espírito do Sol que, eu os lembro, não são limitados a uma forma, mesmo a mais magnífica que seja.

Isso quer dizer que o Espírito do Sol e o Coro dos Anjos não representa qualquer matriz, mesmo uma matriz de Liberdade como Cristo.
É o canto da Vida e, isso, vocês têm mais chance de encontrar em lugares nos quais, de algum modo, semeou-se a Luz, ou as partículas adamantinas que se depositaram, ou as linhas de menor resistência do que emerge do núcleo cristalino da Terra, e isso não tem necessidade de história humana.
E isso, eu o lembro de que você mesmo pode ser, em si.

Então, enquanto você crê que é preciso ir procurá-lo no exterior, é claro que é útil reencontrar esses lugares, mas eu falei, efetivamente, de reencontrar esses lugares de maneira completamente natural, ou seja, por exemplo, você desce em sua rua, você cruza com uma borboleta, mas não decidir ir a tal lugar porque houve uma história ou porque se disse que ali você vai encontrar alguma coisa, uma vez que está em você.

Atenção para não desviar, ainda, para um princípio de dualidade que o faz procurar algo de excepcional.
O excepcional está na borboleta que virá colocar-se em seu dedo, não está nos castelos Cátaros.
Não está, tampouco, no Gólgota.
Não está, tampouco, em um lugar no qual o homem colocou sua memória, sua história, uma vez que essas vibrações, esse Fogo vibral escapa de toda noção de história nesse mundo e não é tributário de qualquer história.
Então, eu diria que é muito mais fácil encontrar na natureza do que em edifícios, quaisquer que sejam.


Questão: Em relação à espada de Miguel, ele disse que alguns de nós vão recebê-la.

Você não espera ter uma espada na mão como um garoto, não é?
A espada de Verdade de Miguel é a espada do Verbo criador, como eu disse.
É isso, a espada de Verdade.
É seu Verbo, é sua Presença, não através do que você diz, unicamente, mas, é claro, através de sua paz, através do que emana de você quando você é sacrificado, quando você é ressuscitado.
Mas não conte com um lugar para ressuscitar.
Você pode contar apenas consigo mesmo.
Mas, é claro, você pode estabilizar isso, como eu disse, perto dos elfos, perto dos rios, nas florestas, perto das flores, perto de alguns animais ou de alguns insetos, de maneira muito mais evidente do que no átrio do Vaticano, por exemplo.

… Silêncio…


Questão: todos os humanos que têm uma alma, mas que não estão preparados, receberão esse Fogo antes dos últimos dias?

Vocês o receberão, aqueles que não o viveram, seja agora, seja, efetivamente, antes do Apelo de Maria, mas isso não poderá mais ser após, porque isso estará realizado.
Após, vocês enfrentarão, ou não, as consequências dessa confrontação, não como punição ou como retribuição, como foi dito, mas, ao invés disso, como o que vocês têm a realizar para reencontrar sua inteira Liberdade e, talvez, a «sofrer», quando eu digo a «realizar».
Mas o que vocês sofrem nada é em relação à Liberdade.

… Silêncio…

E vocês veem, aliás, progressivamente e à medida de suas questões, que se continua a viver esse estado de paz que se instala.
E esse Fogo vibral, esse Fogo que devora a ilusão, esse Fogo insaciável que consome tudo o que não é verdadeiro e que os alegra ao extremo.

… Silêncio…


Questão: qual é o lugar do Espírito nesse mundo?

Atualmente ou a vir?
O lugar do Espírito nesse mundo é muito limitado.
O lugar do Espírito no que vem é a totalidade do mundo.
Não haverá meia medida.
Eu, efetivamente, chamei a isso, há muito tempo, o planeta grelha, mas é, também, a grelha consciente efêmera.
É a grelha de tudo, se você prefere, do que é falso.
O lugar do Espírito vai tornar-se total.
Não haverá lugar para outra coisa que não o Espírito, o que é o caso em todos os mundos livres, quer você permaneça em uma Terra ascensionada, quer você passe ao Intraterra, quer você passe à sua origem estelar, quer você vá a tal dimensão ou tal outra, quer você prefira ser o Absoluto, pouco importa, o Espírito preenche tudo.
Não só nesse mundo que o Espírito foi sufocado e alterado.
Nesse mundo e em outros, você sabe que havia outros sistemas falsificados.
Mas eu não compreendo bem o sentido dessa questão, aí também.
Isso quer dizer, simplesmente, que há algo por trás que eu, talvez, não tenha compreendido ou que você não tenha desejado dizer.


Questão: os homens que se desencarnam podem despertar, se não o fizeram antes?

E primeiro, o que é que se desencarna?

As almas de humanos.

Eu não compreendo como uma alma..., se você é uma alma encarnada, é que você está em um corpo físico.

As pessoas que se vão agora ou que partiram há pouco tempo.

Sim, é o caso há vários anos já.
Há os que estão nos Círculos de Fogo, há os que disseram adeus ao confinamento, há os que se reencarnaram para aproveitar do espetáculo e há outros que estão na estase, porque é preciso esperar o momento coletivo.
Eles não estão prontos para serem despertados.
Portanto, eles não podem mais vagar no astral, eles não podem mais estar sujeitos às forças Arcônticas residuais nem ser impactados pelas egrégoras das crenças existentes ao nível astral que, eu o lembro, estão em plena fase de deslocação agora, não é mais de dissolução.
Você bem vê, aliás, que a matriz temporal desse mundo quebra de todos os lados, no sentido próprio como no sentido figurado.
Tudo quebra.
Então, a questão é qual?

Eles não vão ser acolhidos pelos Arcontes, como antes, no mundo astral?

Não, já é assim desde as Núpcias Celestes, em parte.
Agora é na totalidade, desde que Shamballa foi arruinado, ou seja, no dia de Todos os Santos, em 2010, antes da liberação da Terra.
Tudo o que resta são servidores dos Arcontes ou servidores ditos de Lúcifer, mas que não sabem que Lúcifer já virou a casaca.
E restam algumas forças Arcônticas residuais e alguns demônios que se precipitaram para a Terra, porque eles não puderam reganhar a Luz e eles, também, devem passar os famosos cento e trinta e dois dias para dar-se conta, um pouco, do que é.

Mas é claro, há um contingente importante de almas humanas que deixaram o corpo e, sobretudo, há aproximadamente dezoito meses que, ou encontram-se nos Círculos de Fogo, a esperá-los, pacientemente, ou intervêm em seu plano para pôr, também, um pouco de ordem nesse lado sutil que não é o astral, mas que é, eu diria, o esquema ou as matrizes, mesmo se o termo não seja completamente exato, etéreos, ou seja, as sobras.
Não são entidades, mas são programas que evoluem, mini egrégoras ou maxi egrégoras que evoluem em roda livre, se preferem.
E aqueles que aceitaram, que estão desencarnados, alguns aceitaram fazer a limpeza.
Mas esses vão tornar-se cada vez menos importantes, progressivamente e à medida que as forças da Confederação Intergaláctica penetram, cada vez mais, sua dimensão.


Questão: os momentos de estase que nós vivemos estão aí para preparar-nos?

Os momentos de estase que vocês vivem são preparações para viver a verdadeira estase, é claro.
Há uma espécie de aclimatação, se posso dizer, a esse estado específico que, eu o lembro, está na fronteira entre a Infinita Presença, a Última Presença e o Absoluto.
É aí que você pode ter a visão panorâmica, não, unicamente, de todo mundo, mas de todos os mundos e de todos os possíveis da consciência.
Não é um espaço ou um lugar, é um estado da consciência, se prefere, que é preliminar ao seu futuro, se posso exprimir-me assim.


Questão: o que vão tornar-se aqueles que estão no Intraterra?

Mas quem está no Intraterra?
Eu o lembro, de qualquer forma, de que Ramatam e todos os guardiões do Intraterra não tinham mais razão alguma para permanecerem no Intraterra, assim que o núcleo cristalino da Terra foi liberado.
O Intraterra espera seus novos ocupantes, digamos.
É claro, isso permite a vocês verificarem, também, que alguns pequenos espertos fazem falar aqueles que não estão mais ali.

Então, não há mais ninguém no Intraterra?

Não, o espaço está pronto para vocês, para alguns de vocês.
Eu diria que isso não lhes concerne, desse lado do Ocidente, mas, mais, do outro lado, ou seja, na América Latina e na América do Norte.
Há muito, muito poucas entradas Intraterrestres reais desse lado da Europa.
A maior parte está concentrada do outro lado, tanto no lado Pacífico como do lado Atlântico da América do Norte e da América do Sul.


Questão: Desde a intervenção de Miguel, eu sinto um forte calor ao nível do chacra do coração.

Sente o queimado ou não?
Enquanto isso não sente o queimado e isso não faz fumaça, nenhum perigo.
Mas é completamente normal.
Parece-me que é o que fez Miguel.
Parece-me que nós falamos do Fogo e que vamos viver o Fogo...
Enfim, vocês vão viver e nós vamos viver, ao seu lado, cada vez mais, esse Fogo.
Isso foi, efetivamente, chamado o Fogo do coração, parece-me.
Isso lhe permitirá verificar a diferença, se posso dizer, e evitar as confusões entre o fogo vital, que é a energia que circula e o Fogo do coração, que não é uma circulação de energia, que é um estado de sua consciência.


Questão: como isso vai acontecer para os jovens que não conseguem adaptar-se a esse mundo, tomam substâncias como a cannabis ou estão na fuga da realidade?

Não, eles estão na fuga do real desse mundo, mas eles não estão na fuga da vida.
É preciso saber, de qualquer forma, entre todos esses jovens que são, de qualquer forma, seres que se encarnaram depois que o Espírito Santo – eu falo da faixa de idade que tem, no máximo, trinta anos hoje – não são, unicamente, todos jovens.
Quaisquer que sejam as experiências, qualquer que seja, como você diz, a fuga do real, através de produtos que você nomeia, entorpecentes ou enteogênicos, mas esses seres estão, certamente, muito menos enferrujados do que você para acolher a Luz.

Quando Ele diz que é preciso estar aqui presente, aqui e agora, é preciso estar no real da ilusão desse mundo, mas Ele jamais disse que é preciso aceitar tudo o que diz esse mundo.
Você vai aperceber-se disso, isso foi desenvolvido por Hildegarde de Bingen, uma vez que ela disse que vocês não poderão comprometer-se com o que é falso, em todos os seus assuntos, quer seja com o banqueiro, quer seja com o marido, quer seja com a mulher, quer seja com os filhos.
Não em relação ao seu ponto de vista de pessoa e seus interesses, mas em relação à Verdade.

E há, na jovem geração, seres que podem aparecer, eu diria, como completamente desenraizados, mas esses jovens, é preciso pensar, de qualquer forma, que, talvez, se eles utilizam esses produtos, não é para fugir da realidade, é para fugir das circunstâncias desse mundo, porque eles ali se sentem confinados.
Então, vocês foram formatados com energias diferentes, a predação não era tão intensa como hoje.
Uma aparência de liberdade existia, o que não existe mais, absolutamente, em qualquer país que seja.

Então, não se coloque questões em relação a esses jovens e seus produtos entorpecentes, porque há os que terão surpresas, e não é, necessariamente, o que você observa ou julga com o olhar dessa dimensão, por exemplo, em relação aos entorpecentes.
Mas há pessoas que estão na rejeição desse mundo, mas elas não estão na rejeição da vida, bem ao contrário.
Elas procuram a verdadeira vida e sabem muito bem de que não há qualquer verdadeira vida possível inserindo-se nesse quadro matricial que está morrendo.
Por que você quereria que elas se inserissem em um modelo social que não corresponde a elas?
Elas não recusam a vida, elas recusam seus mecanismos de predação, não é, de modo algum, a mesma coisa.
Há seres muito evoluídos aí.


Questão: há, no entanto, muitos desses jovens que não conseguem e que cometem suicídio.

É, também, uma forma de liberação.
A partir do instante em que você adota o ponto de vista do Absoluto, e esses jovens que não estão prontos a assumir, não há mais carma.
Aqueles que cometem suicídio agora, você acredita que o suicídio vá provocar uma punição?
Mas, para a punição, seria preciso que houvesse os Arcontes que os enganam e dizem: «Olhe o que você fez, você sacrificou seu corpo, você vai voltar».
Mas isso não existe mais.
Esses jovens e essas pessoas já saíram da ilusão desse mundo, em seus mecanismos de funcionamento, não da vida.

Eles não atentam contra a vida, uma vez que eles são imortais, eles atentam, simplesmente, e eles querem acabar com essa ilusão.
Não há, ali, qualquer culpa nem qualquer julgamento a ter para com isso.
Isso são as crenças que lhes foram inculcadas pelos Arcontes e por alguns mestres espirituais que os fizeram culpar em relação a essas noções, é tudo.
Uma vez que esse mundo é uma ilusão.
Na questão que você formula, você mesmo trai sua adesão a esse mundo e às leis desse mundo.

Os jovens não são joguetes, sobretudo, aqueles que têm menos de trinta anos e, mais especificamente, os muito jovens, que, digamos, estão na idade ingrata da adolescência.
Obviamente que eles recusam esse mundo!
Como é que alguém que está suficientemente desperto, em qualquer idade que seja, pode aceitar concordar com o funcionamento desse mundo?
É normal, a juventude é a revolta, é a revolução, é a ausência de comprometimento, mas não é uma fuga da realidade.

O que não quer dizer que se deva cometer suicídio, é claro, mas é preciso posicionar-se diferentemente, porque o que você exprime mostra, simplesmente, que você está, ainda, submisso ao carma desse mundo, pensando assim.
Eu o lembro, de qualquer forma, que nossos irmãos Arcturianos dão-se de coração alegre com os Arcontes, eles se passam no fio da espada todo o dia, eles se divertem como loucos.
Não há mal algum aí.
São as circunstâncias desse mundo que os fazem dizer: isso é errado.
Tudo depende do ponto de vista.


Questão: meu filho cometeu suicídio aos vinte anos, ele não compreendia esse mundo e não se adaptou.

Mas ele tinha razão.
Por que você quer forçar que alguém, mesmo seu filho, a concordar com a ilusão?
Em nome de quê?
Porque você era sua mãe?
Isso prova, simplesmente, um apego.
Um apego pertence a esse mundo.
Uma alma é livre.
E, se não há mais alma, então, aí, não há mais relação, mesmo, possível em relação a noções de paternidade ou de maternidade.
O problema é você, não é ele.
Será que você compreende isso?
É aquele que diz que é.

Mas não há qualquer punição, mesmo se esse suicídio tenha ocorrido, eu diria, antes das Núpcias Celestes e antes da Liberação da Terra.
Então, o que é que aconteceu naquele momento?
Ou ele reencarnou, o que era o mais lógico, ou ele estava na estase, mas, entre 2006 e 2009 houve exceções, é claro.

Porque há, por exemplo, jovens que não suportavam esse mundo, que cometeram suicídio sem, mesmo, falar de entorpecentes ou o que quer que seja.
E o que aconteceu?
Esses jovens tinham tal recusa, não da vida, mas desse quadro normativo desse mundo, uma vez que eles cometeram suicídio, eles escaparam.
Eles nem mesmo puderam ser parados pelos Arcontes.
Eles não acreditaram, tampouco, nesses pretensos senhores de luz que vinham dizer a eles que era preciso retornar à Terra.
Eles eram suficientemente autônomos e livres para saber o que faziam.

Então, o que você considera, efetivamente, com a dor da mãe, para ele, é uma grande liberdade.
Seu filho é seu filho apenas o tempo de uma vida.
Eu a lembro, sempre, que aquele que foi seu filho nesta vida – ou para um pai, é sempre os dois – é, necessariamente, alguém que você matou em uma vida passada.
Então, isso relativiza o carma, você vê.

Mas o Fogo do Espírito vai varrer tudo isso.
Todas as noções de filhos, de pais não existem nas outras dimensões.
Será preciso descondicionar-se desses hábitos de apego e de pertencimento ou de filiação.
São as circunstâncias desse mundo que fizeram isso.
Eu já tive a oportunidade de exprimir, há sete anos, certo número de coisas sobre essas leis de carma, de falar como acontecia, eu diria, a geração de um corpo nos mundos unificados, mesmo carbonados.
Isso nada tem a ver com o que se vive aqui.
Eu a remeto a isso, porque eu fui explícito, e de maneira muito longa durante certo período, sobretudo, quando falávamos do abandono à Luz, com o Arcanjo Anael e, sobretudo, durante as Núpcias Celestes.

Pode-se dizer que a filiação, nesse mundo, representa apenas a forma a mais bem sucedida da predação.
É difícil de encaixar, para aquelas que se consideram como mãe – ou aqueles, como pai –, mas é exatamente isso.


Questão: Não havia, jamais, relação de amor?

Mas é claro que sim, há uma relação de amor, mas um amor que pode ser justo, mas que continuará condicionado por essa relação cármica específica.
E, justamente, aquele que foi morto, como eu disse, aceita voltar no ventre – ou no meio, se é o pai o responsável por sua morte – portanto, o carma não funciona no sentido que você acredita.
Mas o carma é uma ilusão total desse mundo, criado a partir do zero pelos Arcontes.
Então, você vê a sabedoria budista, aí, ela pode ir recomeçar.

Não acredite em nada e, sobretudo, não nesse carma.
É claro que há uma retribuição nesse mundo, porque são as leis desse mundo, mas isso não tem realidade alguma, isso faz parte da ilusão, das quimeras desse mundo, das <palavras inaudíveis> que será preciso melhorar, vida após vida.
Mesmo eu acreditei nisso, em minha vida, apesar de meu reencontro com o Sol.
O peso dos hábitos, o peso das crenças, o peso da noção de maternidade, de paternidade, de hereditariedade.

Cristo disse isso, de qualquer forma.
Lembre-se do que Ele disse, no momento de Sua agonia.
Ele disse a Maria, que era Sua mãe: «Mãe, eis seu filho», mostrando-lhe João, e Ele disse a João: «Eis sua mãe».
Ele demonstrou, com isso, que os laços espirituais, a liberdade espiritual era completamente ao oposto da filiação no sentido humano, com a necessidade de perenizar-se, através de um filho, através do dinheiro, através de uma perenidade ou através de um carma.
Isso é o ego, e nada mais.
E todos aqueles que defendem isso nos ensinamentos apenas estão sob a influência do ego e dos Arcontes.
Nada mais, nada menos.

Você deverá habituar-se à verdade toda crua e toda nua, agora.
Aí está o Fogo vibral, aí está o fogo da Verdade.
Ele não está na complacência ou na explicação de seus carmas, de seus filhos, de seus pais.
A Autonomia e a Liberdade nada reconhecem de tudo isso como verdadeiro.

… Silêncio…


Questão: diz-se que, nessa vida, somos o resultado de todas as nossas vidas passadas.

No confinamento sim, é claro.

Isso nada tem a ver com o carma?

Mas não, é a resultante, simplesmente, de suas encarnações e das leis desse mundo, mas o carma não existe para aquele que é livre.
Então, enquanto você acredita ou adere ao carma, você não será, jamais, livre.
E é um argumento fácil, acreditar que tudo o que lhe acontece é apenas a consequência de um erro passado.
Tudo o que acontece é a consequência do confinamento – e não do carma – prioritariamente; o carma decorre do confinamento.
Nada mais Luciferiano, eu diria, no sentido Illuminati, crer que você é dependente das ações que você tem feito nesse mundo.
É claro que, hoje, o que acontece, ao nível do efêmero, é sua dissolução.
Ora, o melhor modo de dissolver o efêmero é o Fogo do Espírito, é tudo o que você tem vivido ao nível vibral, durante esses anos, mas é, sobretudo, aceitar e acolher, mesmo, a transcendência da ação/reação.

Isso quer dizer não acreditar nisso, mas quer dizer, também, atravessá-lo.
Mas não para aderir, mas, simplesmente, atravessá-lo.
Agora, é livre a você acreditar no carma ou crer-se sujeito a um carma, mas, enquanto você se crê, você mesmo, sujeito a um carma, você não será, jamais, livre.
Porque você se põe, automaticamente, sob a lei de ação/reação, que nada tem a ver, eu o lembro, com a lei de Ação de graça.
A Ação de graça nada tem a ver com o carma.
É um condicionamento, é um confinamento a mais.
Nos mundos livres, o carma, mas isso faz rir, é, mesmo, o objeto de piada, eu diria.

Creio que vamos parar.
Eu lhes transmito todas as minhas bênçãos, lembrem-se de que eu voltarei, de qualquer forma, dar-lhes um pequeno olá, em alguns dias, a menos que haja lugar que se libere, mas não creio.
Então, eu lhes transmito todo o meu Amor e, também, todo o Fogo do Amor.
No Fogo do Amor, aí está no que vocês entram.
Eu os abraço e aperto-os em meu coração, e eu lhes digo até breve.
--------------------



NO FOGO DO AMOR – O.M. AÏVANHOV



Junho de 2015


Sequência das Trocas.


Bem, caros amigos, vamos poder retomar nossas trocas, é claro.
E, como eu disse há pouco, vocês terão a surpresa, às vezes, de ouvir o Coro dos Anjos diretamente, ao invés de minha Presença.
Mas isso vai depender do que temos a dizer, a trocar entre nós, ainda, e durante certo tempo.
Então, retomemos o sentido de nossa discussão, primeiramente.


Questão: quando do adormecimento ou de sonhos, eu me senti aspirada em um vórtice.
Eu desapareci, depois, fiquei como que redepositada em meu corpo; ao mesmo tempo, eu estava como no coração de uma hélice, cuja velocidade variava.
Na parada dela, eu reencontrei a minha consciência.
O que é isso?

Cara amiga, você mesma disse, uma vez que você desapareceu.
As manifestações do desaparecimento fazem-se de diferentes modos.
Você pode desaparecer de maneira inesperada, assim, de repente, sem premissas, mesmo se você sinta que a consciência está diferente, sem manifestações.
Você pode, também, perceber os zumbidos no ouvido, que assinalam a saída do corpo.
Você tem, também, a possibilidade de sair com a ativação das linhas das estruturas vibrais que você conhece: o chacra do coração, a Onda de Vida, o Canal Mariano, o Coração Ascensional, a Merkabah e os Triângulos elementares.
Mas isso é apenas o que acompanha o processo da transição da consciência.

O sentimento de aspiração ou de rodopiar é diretamente ligado à saída de sua consciência desse corpo e de suas estruturas efêmeras, para penetrar, diretamente, no corpo de Existência.
É claro, nem sempre há consciência presente, uma vez que, como você diz, nesse caso, você desapareceu.
Obviamente, são processos perfeitamente normais, mas você manteve sua consciência no momento do desaparecimento, o que lhe deu a sentir, a ressentir e a manifestar, diretamente, o que está em relação com isso.
O sentimento de aspiração é a revelação da Merkabah interdimensional, da Lemniscata sagrada e do Coração Ascensional ao mesmo tempo.
É isso que é percebido, e é isso que você percebeu.
Mas o desaparecimento é a finalidade, é o elemento mais importante.

Mas, como você saliente, através de sua questão, até agora, para muitos de vocês, os desaparecimentos sobrevinham, quase não havia Luz, o que os obrigava, por vezes, a cessar suas ocupações e a deitar-se para desaparecer.
Isso acontecia, também, no momento dos alinhamentos que vocês faziam, isso pode acontecer, também, na comunhão com um irmão ou uma irmã ou, também, mesmo aqui.
Simplesmente, a consciência começa a ficar mais lúcida, se posso exprimir-me assim, desses diferentes movimentos e desses diferentes planos dimensionais nos quais ela se manifesta nesse mundo.
E, em contrapartida, no outro mundo, você descreve o desaparecimento e o mecanismo de retorno, mas falta-lhe, ainda, a vivência nesse desaparecimento.
Mas isso se faz sob a forma, aí também, de aprendizagem.

Alguns de vocês, na questão anterior, atravessaram os sons para aterrissar em visões da ultratemporalidade, do que vai desenrolar-se em breve.
Mas todos os desaparecimentos, eu diria, equiparam-se.
Qualquer que seja a experiência vivida ou não pela consciência quando de seu desaparecimento, a finalidade é, sempre, a mesma: é sua capacidade para ser liberado, totalmente, no momento vindo, dessa forma como de qualquer forma e, eventualmente, como de qualquer dimensão, conforme sua evolução.

Aí está o que se desenrola e que vai desenrolar-se, cada vez mais facilmente.

… Silêncio…

Durante o silêncio, o Coro dos Anjos instala-se conosco e em nós.

… Silêncio…

Será que a instalação do Coro dos Anjos colocou-os no silêncio?


Questão: os elfos têm uma missão específica em relação à Terra e à humanidade?
O que se tornarão eles, quando todas as transformações tiverem ocorrido?

Eles não serão, de modo algum, afetados.
Os elfos, como todos os povos elementares, mesmo se eles partilhem seu espaço de vida, não estão na mesma dimensão e não fazem parte do confinamento, tal como vocês o vivem.
Eles tiveram funções ao mesmo tempo de vida, como vocês, mas, também, de manter, eu diria, certa forma de unidade, apesar da falsificação, por sua penetração na ilusão, sem serem alterados pela ilusão, há tempos imemoriais.
Suas funções são, ao mesmo tempo, uma função de vida para eles mesmos, pelo prazer, mas eles não estão limitados a esse corpo que, por vezes, pode aparecer a vocês.
São seres que nada têm a ver, se querem, com o processo que vocês vivem, mesmo se, como os outros elementais, eles estejam perfeitamente a par e perfeitamente informados do que se desenrola sobre a Terra.

Então, é claro, tomar consciência dos elfos ou de outros povos elementais permite-lhes entrar em ressonância, em comunhão ou em percepção desses seres.
Eles são, certamente, os seres os mais próximos de vocês, mas que lhes haviam sido mascarados pela matriz de terceira dimensão e que, hoje, veem-se, descobrem-se, cada vez mais, não por que eles tenham decidido fazê-lo, mas porque vocês mesmos, alguns de vocês, atingiram o nível, se posso dizer, vibratório da quinta dimensão, que os tornam acessíveis a vocês.

Eles têm, também, um papel, de algum modo, como os guardiões do Intraterra, de terem mantido a vida, apesar da ilusão.
A ilusão não poderia existir sem um mínimo de princípios «vitais» e de correntes de Luz vibral, certamente, alterada, desviada; é a luz oblíqua, isso vocês sabem, nós falamos disso há muito tempo.
Mas, hoje, eles lhes são cada vez mais acessíveis.
Eu posso dizer, simplesmente, que vocês não podem raciocinar e dizer: «O que vão tornar-se eles, uma vez que a Terra de terceira dimensão não existirá mais?».
Mas as árvores existem na quinta dimensão, também.
O aspecto físico da Terra, visto com olhos de terceira dimensão, será um planeta deserto, o que não será, obviamente, o caso para a visão expandida da quinta dimensão.

Portanto, os povos elementais, mesmo se eles se regozijem, obviamente, com o que se desenrola, não serão, absolutamente, impactados em sua forma ou em sua vida, que já pertence à quinta dimensão.

A aproximação dos elfos, através desse mundo ilusório, mesmo mantendo sua liberdade de elfo, vem, diretamente, de seu apoio ou de sua junção com as árvores.
As árvores – e isso, também, havia sido dito, há muito tempo – tinham um componente, como vocês, de quinta dimensão.
Mas esse componente de quinta dimensão era livremente acessível aos elfos e aos povos elementais, e é difícil a explicar: vocês vivem em um nível, mas não são desse nível e, no entanto, aproveitam do ambiente desse nível.
É o caso dos elfos, é o caso de todos os povos elementais e é, também, o caso, agora, através de todos os reinos presentes sobre a Terra.

Portanto, os elfos continuarão sua maneira alegre de caminho, sua alegria e sua ancoragem nesse mundo, mas em um mundo transformado que continuará a Terra, que não existirá mais para a terceira dimensão, mas existirá em uma gama de frequência muito mais ampla, ligada ao deslocamento da órbita terrestre e do crescimento da Terra.

Portanto, os elfos, os povos elementais não são concernidos por esse processo.
Eles estão estabelecidos em sua Eternidade.
Simplesmente, eles se regozijam por vocês e mostram-se muito mais facilmente a vocês, devido, mesmo, à sua elevação de consciência e sua elevação vibratória.
Mas a questão da evolução dos elfos não se coloca, uma vez que eles permanecerão onde estão: na quinta dimensão.

Mesmo se a Terra não exista mais na terceira dimensão, ela existe, é claro, nos mundos do Éter de Fogo, nomeados quinta dimensão.
Esse Éter de Fogo está, já, nos lugares nos quais vivem os elfos e, quando você encontra uma colônia ou uma cidade ou um reino de elfos, você tem a possibilidade, por tê-la aberto em você, de perceber ou a presença deles ou, diretamente, a energia e a consciência da quinta dimensão.
Aí está porque isso não é um objeto de curiosidade, mas, bem mais, um objeto de comunhão, como conosco, que se abre, doravante, a vocês, não porque o Canal Mariano esteja aberto, mas porque seu nível vibratório juntou-se ao que vocês nomeiam a quarta dimensão e dá-lhes um vislumbre da quinta dimensão.

Eu os lembro de que a maior parte dos elfos é ligada ao elemento Ar e, portanto, a algo que está cada vez mais próximo de vocês.
Vocês sabem que o Ar despertou sobre a Terra.
Eu havia falado, há muito tempo, de ventos que estariam a velocidades incomensuráveis em relação ao que era conhecido sobre esta Terra; isso começou.
E os elfos, se querem, têm uma afinidade, um tropismo específico com o Cavaleiro do Ar, ou seja, com seu elemento constitutivo, que dá a eles esse lado diáfano, muito fino e palpitante.
Assim como todos os povos que eram, até agora, além dos elementos, eram-lhes estritamente invisíveis, ou considerados como criaturas do folclore mitológico, mas que são perfeitamente reais.

É-lhes difícil conceber, com seu cérebro, que o mesmo espaço possa ser ocupado por uma dimensão confinada e, ao mesmo tempo, por outra dimensão.
Pode-se dizer, entre aspas, obrigado a eles, por terem mantido sua presença nesse universo e, mais especificamente, nesse Sistema Solar.
Porque os elfos não são, absolutamente, tão numerosos, nas diferentes esferas de manifestação e de encarnação, em qualquer dimensão que seja, como as consciências encontradas, habitualmente, através de formas humanas ou não humanas.


Questão: as pirâmides têm um papel a desempenhar na transformação final e no fim dessa dimensão, sabendo que algumas delas ativam-se, atualmente?

Então, os monumentos megalíticos, há inumeráveis deles sobre esta Terra, mas as pirâmides têm um status específico.
De início, elas nada tinham de falsificado, mas devido ao confinamento, elas representam, atualmente, linhas, elas se juntam ao que eram nomeadas as linhas de predação.
Isso quer dizer que a pirâmide, onde quer que ela esteja na superfície dessa Terra, algumas foram construídas para limitar o confinamento, outras, estavam presentes desde tempos imemoriais e ligadas, diretamente, na Terra, ao confinamento.

Do mesmo modo que há estruturas geométricas, das quais nossos irmãos e irmãs encarnados são muito fãs, e que, no entanto, são apenas forças confinantes.
Elas tonificam, como todas as pirâmides – essas formas confinantes – a energia vital, mas, absolutamente, não a energia vibral.
Alguns chamam a isso de redes sagradas, mas que nada têm de sagrado, são redes de predação.
As pirâmides têm sido utilizadas pelos Arcontes, independentemente dos aportes de Luz que haviam sido efetuados há muito tempo, nesse nível.
Tudo foi alterado.

Então, é claro, disseram-lhes que os campos elétricos das pirâmides estão despertando.
Mas elas não têm qualquer papel a desempenhar, se não é o de frear a Ascensão da Terra a uma dimensão superior.
Então, não vejam as pirâmides como uma ferramenta mágica de elevação vibratória da Terra, porque esse não é, absolutamente, o papel delas.
É claro, algumas delas tiveram funções, eu diria, de central elétrica, de fornecer a energia, mas essas correntes fornecidas, essas energias fornecidas foram alteradas, elas também, há muito tempo.
E, eu diria, para falar de maneira extrema que, se a grande maioria das pirâmides presentes sobre a Terra fosse destruída, vocês apenas se portariam melhor.
Não devido à estrutura piramidal em si mesma, que está presente em todas as dimensões, é claro, mas ao destino que foi reservado a essas pirâmides pelas forças Arcônticas que, por exemplo, inverteram ou utilizaram a luz vital e vibral que foi emitida para reforçar o confinamento.

Então, não pense e não imagine que as pirâmides sejam de qualquer ajuda no processo de Ascensão que está em curso.
A função delas é bem diferente do que são nomeados os hexágonos dos Círculos de Fogo dos Anciões.
Os Círculos de Fogo dos Anciões acolhem a Luz vibral e permitem a ela dirigir-se para o núcleo cristalino da Terra e realimentá-lo.
As pirâmides acumulavam a energia na superfície da Terra e nas câmaras na profundeza, nas câmaras que estão sob todas as pirâmides da Terra, mas essas funções não são funções de Liberação.
Eram funções um pouco o equivalente do que vocês nomeariam, hoje, suas centrais elétricas, quer elas sejam nucleares, a carvão ou hidroelétricas.
Nada mais e nada menos.
Mesmo se, em alguns momentos, as forças de Luz tenham conseguido servir-se dessas pirâmides, em especial, no Egito.
Mas o sistema de pirâmides, em sua globalidade, na superfície da Terra, representa apenas um peso que manteve a inclinação da Terra na luz oblíqua.

Vocês sabem, os Arcontes fazem fogo de qualquer madeira.
Eles utilizaram tudo o que foi criado sobre a Terra pela Luz para invertê-la e as pirâmides não escapam, absolutamente, desse princípio.
Há, por exemplo, hoje, uma forma arquetípica que foi recuperada, que é chamada, e eu já falei disso, os crânios de cristal.
Os crânios de cristal veiculavam uma parte da energia e da consciência dos Elohim criadores até o momento em que os Arcontes apropriaram-se desses crânios de cristal, não os autênticos, é claro, mas todos aqueles que foram usinados, fabricados em diferentes cristais, para ali colocar egrégoras de comunicação, não com a Luz, mas com eles.

E todos os seres que utilizam dos crânios de cristal, doravante, são presas de um parasitismo, de um implante muito mais grave do que os implantes que haviam sido depositados pelos Arcontes.
Eu lhes digo: os Arcontes, nessa fase final, fazem fogo de qualquer madeira.
Eu havia dito que eles danificaram uma embarcação da Frota galáctica Mariana, intergaláctica Mariana.
Porque, obviamente, eles perderam, mas há, entre esses seres, mesmo que tenham se tornado luz, certa força, eu diria, certa potência de espírito que faz com que a função deles não seja perfeitamente sobreponível à função da maior parte de irmãos e de irmãs encarnados.
É o mesmo princípio para muitas ondas de forma, que são formas confinantes.
A mais conhecida, e que muitos de vocês ainda utilizam, é o que é nomeada a flor de vida, que é, de fato, uma flor de morte.
E há a mesma coisa com muitos objetos.

Há irmãos e irmãs que vão sentir-se, por exemplo, vitalizados, muito melhores, com o que é nomeado anel atlante ou a barra atlante, mas essas estruturas específicas geodésicas são, tão confinantes quanto as pirâmides.
Porque isso desvia a Luz vibral e impede a Luz vibral de conectar – o que é normal, em todos os sistemas livres – o núcleo cristalino da Terra, voltando a espalhar a energia de sua ativação ou de seu fornecimento de eletricidade na superfície da Terra e, portanto, desviar a Luz vibral, ela também.
Então, é claro que isso estimula as energias vitais, mas vocês sabem que há uma espécie de equilíbrio, se posso dizer, entre o vital e o vibral.
Eu os remeto, para isso, a tudo o que havia sido dito, já há numerosos anos, e que foi redito no final do ano passado, concernente ao fogo vital e o Fogo vibral.

E muitos irmãos e irmãs confundiram o Fogo vibral e o fogo vital e deixaram-se levar por essas forças a uma armadilha maquiavélica, é claro, mas que faz parte da experiência da vida e do jogo da vida.
Lembrem-se de que as ondas de forma são preexistentes à vida, à manifestação da consciência em uma forma, mesmo a dimensão a mais elevada.
Ora, sobre a Terra, apesar delas, essas pirâmides tornaram-se agentes da matriz porque, recuperando as irradiações cósmicas, em especial com a orientação de algumas aberturas, essa abertura serviu não, unicamente, aos faraós que partiam ou a outros povos, mas serviu, sobretudo, de drenagem de energia, efetivamente, mas para nutrir as linhas de predação e absolutamente não o núcleo cristalino da Terra.

Então, será preciso rever algumas de suas percepções, ou algumas de suas utilizações de algumas formas.
E isso, há muitos irmãos e irmãs que estão, ainda, iludidos pela quantidade de energia que é emitida pelos anéis atlantes, pelos crânios de cristal ou, ainda, pelas pirâmides.
As únicas estruturas que eu chamaria de conformes, não em seu aspecto, mas em sua função, são os seis Círculos de Fogo que restam no planeta, é tudo.
E nada mais.

As centenas ou, mesmo, as milhares de pirâmides que existem na Terra – porque elas não foram todas descobertas, é claro – tornaram-se, no momento do confinamento – aquelas que já estavam presentes naquele momento – apenas retransmissores.
Como os crânios de cristal que são fabricados hoje, que são apenas pálidas cópias dos crânios de cristal originais dos Elohim que, quando fizeram o sacrifício de sua encarnação, viram seu corpo tornar-se um crânio de cristal, no qual está armazenada toda a memória dos Mundos Livres.
E os Arcontes, é claro, há alguns anos, recuperaram todos os crânios de cristal para destilar, eu diria, a própria presença deles e as próprias informações, para tentar retardar, se posso dizer, a Ascensão.

E há irmãos e irmãs que utilizam, alegremente, os crânios de cristal para comunicar-se, mas eles não se comunicam com nada mais que não os Arcontes.
Porque é preciso, efetivamente, saber – nós já havíamos dito – quando da liberação da Terra, em 2011, que as forças Arcônticas eram quase inexistentes.
Havia, unicamente, irmãos e irmãs, ou os portais orgânicos, ou aqueles que seguiam as forças da sombra, as forças de predação, que eram os representantes desses Arcontes.

Lembrem-se, também, de que a matriz astral foi dissolvida.
E, portanto, a separação entre os planos tornou-se totalmente permeável, o que lhe dá a viver o que vocês vivem, mas que permite, também, pela natureza das coisas que se produziram, a alguns Arcontes, não no encargo da Terra ao nível do confinamento, mas que está situado bem além da órbita de Saturno, em algumas bases que vocês chamam de luas, para virem sobre a Terra brincar de desmancha-prazeres no processo da Ascensão.

Lembrem-se de que a única falha que pode existir é o mínimo grama de poder e de predação que está presente em vocês que, hoje, representa uma falha que deixa os restos Arcônticos vindos de outros lugares jogar, ainda, jogos maquiavélicos.
Mas isso não é grave, porque a Luz ganhou; isso vocês sabem, há muito tempo.
Isso faz apenas jogar em fatores de linhas temporais, eu diria, que limitam o acesso, mas vocês veem que isso não é mais, absolutamente, impermeável, à ultratemporalidade, ou seja, não a visões astrais, mas a visões do cenário linear da Terra, independentemente de qualquer visão astral, ou seja, aqueles que têm essas visões vão ver a Terra, eles não vão sonhar.
Eles veem, realmente, o que vai desenrolar-se, não na matriz astral, mas no plano da terceira dimensão ao nível físico.

E eu diria, mesmo que, no estado atual de sua Liberação e da Ascensão da Terra e sua Ascensão, há não armadilhas, mas há elementos não para suspeitar, mas que devem ser vistos.
Não basta sentir a energia para dizer que é o vibral.
Se sua consciência não segue e se, em você, existem, ainda, interrogações, medos, projeções, predações, apegos, inconscientemente, você nutre, ainda, sem o querer, o que nós temos nomeado de maus rapazes.
Os maus rapazes da Terra continuam aí, mesmo se os meios de ação deles sejam cada vez mais limitados, é claro.
Mas é como um jogo.
Se você olha o Sol, você terá traços do que acontece e que se desenrola nessa interpenetração dimensional em torno do Sol, que é um portal, eu os lembro, de acesso à multidimensão.

Seus corpos de Existência estavam fechados no Sol.
Eles foram liberados do Sol, eles estão ao seu lado ou em vocês, quer vocês o percebam ou não.
Eles são sua nova consciência.
Entretanto, as portas estando abertas, lembrem-se, também, do Apocalipse de São João e o próprio Cristo falou, no momento dos três dias, o que ele havia dito?
Não por nós, mas pelo próprio Cristo, por outras vozes: que haveria mil demônios que urrarão na noite.
Porque os demônios que estão fechados nas dimensões intermediárias viram sua matriz de nutrição astral desaparecer, entretanto, eles não desapareceram.
E são os demônios que vão aparecer na Terra, ao mesmo tempo que as forças de Luz e ao mesmo tempo que as forças opostas à Luz têm, também, uma palavra a dizer, não em relação à transformação da Terra, mas, eu diria, em certa forma de recuperação de alguns elementos.
«Alguns elementos» que devem ser compreendidos como tanto irmãos e irmãs específicos ou, ainda, elementos vibratórios ou vitais que pertencem à matriz.
Porque lembrem-se de que a Luz adamantina está, agora, por toda a parte, sobre as pirâmides como em sua cabeça, como em suas células.

Vocês veem a Luz Branca sob a forma dessas brumas que aparecem repentinamente, em especial pela manhã e à noite, independentemente de qualquer umidade, que são, verdadeiramente... e os vórtices, em especial, como eu disse, nas cidades dos elfos, mas, também, nas pirâmides.
Isso dá um sentimento de despertar dessas pirâmides que, efetivamente, põem-se a produzir uma forma de eletricidade.
Mas que é utilizada não pela Luz, pelo que pode restar de predação em cada um de vocês, encarnado, mas, também, ao nível dos planos intermediários da quarta dimensão, na qual alguns Arcontes decidiram jogar até o fim com algumas pessoas.
Tudo isso é para aguçar seu discernimento, não através do julgamento, mas através do fato de atravessar isso.


Questão: o que se deve fazer dos crânios de cristal em nossa posse?

Então, se você tem inimigos, dê a eles.
Não, eu estou brincando, é claro.
Ou você os quebra, porque é preciso romper, a todo custo, essa forma, ou você faz deles o que quiser.
Mas se você se aproxima de um crânio de cristal, e, mesmo se não é em cristal – porque isso foi feito, também, de muitas pedras – você ficará submisso, imediatamente, às informações Arcônticas e absolutamente não à luz dos Elohim criadores.

Então, é claro, as palavras que serão empregadas por essas entidades que se exprimem através dos crânios de cristal serão palavras que vão falar-lhes de Ascensão, vão falar-lhes de trabalho em si, vão falar-lhes, com exagero, de forças escuras, vão falar-lhes, sem parar, de melhorar-se, vão criticá-los, vão dizer-lhes que não está bom, que há, ainda, trabalho a fazer, sombras a eliminar.
Mas vocês sabem muito bem que isso é uma vasta mistificação, farsa.
A Luz nada mais lhes pede do que ser humilde e deixar a Inteligência da Luz e a Graça exprimirem-se.
Ela jamais pediu-lhes para ir fuçar na caca para ver o que é, de qualquer modo, efêmero.

Vejam, a armadilha é muito sutil.
E, portanto, através dessa dualidade, esses crânios de cristal, por intermédio de alguns irmãos e irmãs humanos, por intermédio dos Arcontes que estão por trás, puxa-os, inexoravelmente, a reinscrever-se na matriz, mesmo falando de Ascensão, dizendo-lhes que é preciso purificar isso, purificar aquilo, que é preciso ver o mal, que é preciso ver o bem.
Eles são, aliás, muito fortes para realizar pseudoexorcismos.
Eles são muito fortes, aliás, para brincar de mágicos, esses seres aí.

E percebam que está a mil léguas do que nós lhes dizemos e dos aspectos vibrais que vocês vivem quando nos escutam, quando vocês nos leem, de qualquer forma.
Mesmo se há a energia.
Em um caso, chamam-nos à humildade, ao apagamento, à transparência, à Inteligência da Luz e à Graça, que se faz naturalmente, mas, certamente, não trabalhando em si, certamente, não trabalhando no efêmero, certamente, não trabalhando na memória de vidas passadas ou em suas emoções.
A armadilha, ela é terrível.

Lembrem-se de que os Arcontes, e aqueles que puxam as cordinhas, têm necessidade de nutrir-se de vocês, de todos os modos possíveis, até o último momento.
E, devido à porosidade do que eles mesmos haviam fechado, uma vez que nós desagregamos e dissolvemos, com sua ajuda e, é claro, a irradiação do conjunto da Confederação Intergaláctica, mas, também, de algumas estrelas como Betelgeuse, por exemplo, que é a sede na qual vive a maior parte dos Gigantes, que estão, agora, em outra dimensão.

Mas tudo isso, se querem, deu, como está escrito no Apocalipse, a abertura das portas do inferno, ou seja, a sexta Trombeta, que corresponde, mais ou menos, à passagem da primeira Estrela, destrancou, também, as portas do inferno.
O que lhes dá a ver irmãos que estão no contentamento e, também, seres humanos, ou não humanos, que entram em uma loucura súbita e que irão matar pessoas, a família ou tudo o que eles encontram no caminho.
É o planeta grelha por antecipação, para esses seres.
E os Arcontes, é claro, aqueles que conseguiram passar, se posso dizer, nas malhas da rede, mesmo se aquele que está em Saturno não possa mais fazer grande coisa, ele está cercado, mas há, sempre, esse jogo que se desenrola em torno do Sol, mas, também, na Terra, e sem o seu conhecimento.

Mas não entrem, apesar do que eu lhes digo, vocês também, na vontade de lutar, de combater o que quer que seja.
Só o Amor e ser o que vocês são acabará com toda oposição, jamais o combate de sua pessoa.
Então, é muito sutil.
Vão falar-lhes de melhoria, vão falar-lhes de falar de fazer desaparecer algumas coisas, vão aportar-lhes a energia.
Mas não da consciência, certamente não.


Questão: enterrar os crânios de Mongólia, que foram enterrados anteriormente, tem um impacto?

Primeiro, seria preciso que eu soubesse o que são os crânios de Mongólia.
Eu o lembro de que há treze crânios autênticos sobre a Terra, doze mais um e não um a mais.
E, obviamente, há os que foram recuperados pelos museus, você sabe, mas nenhum está nas mãos de alguém para deixar exprimir a Luz, exceto os crânios autênticos.
Todos os outros são apenas desvios da energia primária dos Elohim.


Questão: o que é dos menires e dos dolmens?
Eles são mal utilizados?
Qual é o papel deles?

Eu, efetivamente, disse o que eu disse, ou seja, que todas as estruturas, sem qualquer exceção, mesmo os templos os mais antigos como, por exemplo, a pirâmide do Sol, que foi erigida em Yucatan quando da criação de Atlântida e quando da vinda dos Elohim, justamente para a vinda deles, foram desviadas.
Não pelos Elohim, mas pela utilização que foi feita das energias vibrais invertidas, portanto, vitais, o fogo vital que percorre a Terra, privado de sua raiz intraterrestre, ou seja, o núcleo cristalino da Terra.

Eu os lembro de que o núcleo cristalino da Terra entrou em atividade.
Vocês o veem, através de tudo o que se desenrola sobre a Terra.
Vocês sabem muito bem que a irradiação de Sírius juntou-se à irradiação do núcleo cristalino da Terra, que os povos intraterrestres não têm mais necessidade de permanecer como guardiões, uma vez que a liberação havia sido efetuada, mas que, nessa fase de sobreposição dos planos, antes do desaparecimento dessa dimensão, vocês verão cada vez mais coisas curiosas, cada vez mais coisas extravagantes, em todos os sentidos do termo.

Há os que vão viver no contentamento, até dar medo aos outros e, outros, que vão deixar exprimirem-se absurdidades pela possessão por essas energias, e vão até matar pessoas, simplesmente, assim, ao redor deles, ou comê-los, no momento do planeta grelha.

Portanto, todas as estruturas megalíticas, sem qualquer exceção, exceto os Círculos de Fogo dos Anciões, possuem energias vitais, é claro; alguns menires, alguns sítios estão, ainda, ativos, é claro.
Então, é claro, alguns geobiólogos e alguns energicistas adoram essas energias elétricas muito fortes, mas isso nada tem a ver com o Amor.
Quem pode afirmar que se pôs a chorar diante de um dólmen, como diante de Cristo?
Ninguém.

Então, há a energia, sim, mas qual?
Não é, mesmo, uma questão de bem ou de mal.
Será que é uma energia confinante ou será que é uma energia liberadora?
Eu não falo em termos de aporte de energia vital, porque, com monumentos como esse, há, sempre, a energia vital em excesso.
Mas está onde, o vibral?
E crer que, com o fogo vital, vocês vão encontrar o Fogo vibral, é um funesto erro.
E, portanto, todos os monumentos megalíticos são, em graus diversos, mais ou menos desviados.
Só algumas pirâmides, devido à liberação da Terra, reencontraram uma aparência de irradiação vibral.
Mas é muito pouco, em relação às mil pirâmides, digamos, mil pirâmides, não algumas centenas, mas, verdadeiramente, estamos muito próximos do mil, que estão disseminadas sobre a Terra.

É como, se quiserem, para tomar outro exemplo, mas não vejam, aí, um ataque do que quer que seja, de pessoas que oram diante de Cristo na Cruz.
Por que é que vocês oram diante de um Cristo na cruz ao invés de diante de um Cristo em glória?
Vocês comemoram o quê, aí?
Vocês sabem o que foi dito das comemorações, na última vez.
O que é que vocês comemoram?
O que é que vocês querem fazer reviver, que pertence ao efêmero?
Aí, vocês estão engajados, agora, desde o mês de maio, em consciência e em lucidez, em sua evolução, portanto, na fase real da Ascensão que começou.

Então, atenção no que vocês nutrem, como eu disse há pouco, com sua própria consciência, sua projeção.
Porque a consciência é uma projeção.
É claro, a consciência é vibral, quando ela o é, mas lembrem-se de que é muito simples e que, se vocês escolhem a complexidade, vocês encontrarão seres complexos, certamente, não nós, mas, sim, os Arcontes, com as regras deles, com a necessidade de medir, de contabilizar.

Lembrem-se de que existem muletas: há os cristais, há montes de coisas, nós também, nós somos muletas.
Mas, além das muletas, é preciso, ainda, que a muleta esteja aí para ajudá-los a suprimi-las como muletas, mas não para permanecer aí.
De qualquer modo, é muito simples, olhem se vocês desaparecem ou não, primeira coisa.
Em seguida, olhem quando lhes acontece uma contrariedade de qualquer espécie que seja: será que você fica na emoção, será que você está no mental ou será que você permanece na humildade e na simplicidade?

É, sim, bonito falar de energia e de vibrações, nós o temos feito durante anos.
Nós temos desenvolvido quase a totalidade das estruturas sutis ligadas aos Triângulos elementares, ligadas às Portas.
Vocês veem, efetivamente, que vocês sentem esses pontos, isso não é uma projeção, é, realmente, o corpo de Existência.
Então, por que ir procurar um crânio de cristal?
Por que ir procurar algo que está presente na superfície desse mundo, nos monumentos megalíticos?
Sabendo que eles, a maior parte deles sofreu a inversão – bem antes, para aqueles que estavam aí bem antes – bem antes da criação de Atlântida, em outros ciclos de confinamento.
Mesmo uma pirâmide não é eterna, ela é apenas a representação de algumas estruturas ligadas aos Hayot Ha Kodesh, ou seja, à civilização dos Triângulos, mas é tudo.

É preciso aprender a despojar-se, ao invés de serem despojados pelas forças adversas que nada mais são do que Fantoches e que querem jogar, ainda, o jogo, até o fim.
É como uma partida de xadrez: ou você aceita ser cheque mate ou você luta, mesmo se saiba que, definitivamente, você perdeu a partida; mas há o prazer do jogo.
E vocês sabem, os Arcontes são grandes jogadores, nossos amigos, os Arcturianos também, mas os Vegalianos não têm, absolutamente, vontade de jogar.

É muito simples: ou a energia que você encontra, a pessoa que você encontra, o cristal que você encontra põe vocês na paz ou isso não os põe na paz.
Não procurem, mesmo, saber, se vocês sentem a energia, diferenciar se é vital ou vibral, mesmo se haja diferenças, mas eu falei disso, longamente, no início deste ano, reportem-se a isso, em especial, as Notas de Fevereiro e as entrevistas do mês de março e, mesmo no último ano, já, em parte.

Lembrem-se de que o Amor e a Luz é algo de simples.
O Amor nada mais conhece que não o Amor.
Então, se você mesmo entra em construções específicas, ou em comunicações que o faz trabalhar em si mesmo, dando-lhe a impressão de melhorar, de progredir, é que, ainda, você está submisso à ilusão Luciferiana, mesmo se você está liberado.
Isso não é incômodo para aquele que está liberado, mas é incômodo para aqueles que escutam ou que seguem, e que não terão a chance de encontrar o vibral, porque os guiam em caminhos de dualidade, em caminhos de combate, em caminhos de mágicas, em caminhos esotéricos ou caminhos de conhecimento externo.
Mas nada de tudo isso o fará ser o que você é, bem ao contrário.

Há um dado momento no qual você deve rejeitar para longe todas as muletas, até aperceber-se de que você não é ninguém e que nós mesmos somos ninguém.
É claro, nós existimos em planos dimensionais livres, mas nós não somos, unicamente, essa existência nesse plano dimensional livre.

A forma serve para uma função; a função pode ser liberadora ou confinante.
Não é, mesmo, uma história de bem e de mal, uma mesma forma pode ser liberadora ou confinante, conforme as condições que predominam no planeta, o astro.
Se é um planeta confinado, tudo o que é portado por esse planeta é confinado, exceto, dissemos, justamente, os povos que têm liberdade de instalar-se em sua dimensão de origem, em um mundo falsificado.
Porque eles não são tocáveis por esse gênero de coisas, os elfos, por exemplo.
Os elfos são, de algum modo, também, não guardiões, como os povos intraterrestres, mas eles são guardiões, eu diria, da natureza, e não de vocês, mesmo se eles interajam, hoje, com vocês.
Eles não são joguetes.

Mas, ainda uma vez, eu esclareço que o ser que viveu o Si, a Infinita Presença, mesmo se ele brinque de mágico, ele está liberado.
Não se pode dar marcha-a-ré.
O problema não é para ele, o problema é para aqueles que vêm nutrir-se dessas energias invertidas que aportam tudo, exceto a Alegria, que aportam tudo, exceto a limpidez.
Você sabe muito bem, quando encontra alguém, você pode sentir-se bem ou, então, pode sentir-se sugado.
Isso se chama a predação energética em nome da Luz.
Você acredita que é possível, isso?
Mas há uma diferença essencial entre o vibral e o vital, quer seja através dos monumentos, dos Arcontes, dos canais ou outro.

Quando você é sugado, você não desaparece, você adormece e, sobretudo, você acorda fatigado, é claro.
Se você é nutrido pela Luz, você adormece, mas, quando volta, depois, você se sente bem, você está rico, repleto, feliz.
Você não tem problema com seu ego, você não tem problema com suas feridas, seus sofrimentos.
Você permanece, o mais frequentemente possível, nesse estado de alegria.

Então, atenção!
Não como um aviso, mas, aí também, como eu disse entre as primeiras questões que me foram colocadas: a que você porta atenção?
A que você porta consciência?
Isso é válido em cada ato da vida quotidiana e, sobretudo, nas ocupações que você poderia chamar de desenvolvimento pessoal ou espiritual.
Esse aviso não é, ainda, para dizer-lhe: é preciso lutar contra isso ou aquilo.
É preciso vê-lo, é preciso vivê-lo.
Depois, você será capaz de decidir, não segundo os critérios de sua memória, mas, bem mais, segundo os resultados.
Reconhece-se a árvore por seus frutos, tanto as suas como daquele que nutre você.

Nós jamais dissemos que as forças não existiam, nós dizemos, simplesmente, que é preciso vê-las pelo que elas são.
Então, é claro, o que nós temos sofrido e vivido em torno do Sol poderia assimilar-se ao que você poderia nomear, com seu ponto de vista, um combate galáctico, mas não é um combate.
Para combater, é preciso haver dois.
O Um não combate, jamais, mesmo se Miguel seja o Príncipe das Milícias Celestes e ele expulse os demônios de sua impostura.
Mas ele não os expulsa com sua espada.
Não imagine uma espada que vá trespassar os corpos, é uma espada que corta a ilusão e os véus.

O combate que nós travamos, nós, não é, absolutamente um combate contra quem quer que seja, mas visa, simplesmente, impedir, o que já é o caso, a reconstituição de qualquer sistema de confinamento.
Nós agimos, como vocês dizem, na Luz, mas não para opor-se à sombra.
A Luz não se opõe à sobra, ela apaga a sombra.
Isso quer dizer o quê?
Quando há cada vez mais Luz, primeiro, as coisas são vistas.
É o que aconteceu, que nós havíamos anunciado, tanto em vocês como ao seu redor: a falsificação do mundo, em todos os setores da sociedade, aparece.
E você pensa, efetivamente, que aqueles que querem lutar vão lutar, de uma maneira ou de outra.
Não é seu objetivo.

Seu objetivo era o de ancorar a Luz, semear a Luz e ser a Luz.
E você não pode ser a Luz e o Amor e a Simplicidade se você passa seu tempo a colocar-se questões sobre a sombra e a luz, ou a deixar-se dominar pelo que quer que seja.
E, para isso, não é preciso combater, para liberar-se disso há que «ser» quem o libera, ou seja, o que você é, na Eternidade.
E lá em cima, para nós, é exatamente a mesma coisa: não é um combate, é, simplesmente, jogar com estratégias que permitem deixar livre curso para a Luz vibral ou restringir a Luz vibral.

É a mesma coisa para cada um de vocês.
Você tem as nádegas em qual cadeira?
Não há julgamento, é a você que cabe ver, concreta e realmente.
Não para julgar-se, não para condenar, não para glorificar-se, mas, real e concretamente, para ver as coisas, mesmo sabendo que você nada é do que você vê.
Mas isso lhe dá, aí também, apoios que vão permitir-lhe ver que algumas muletas de luz, mas, ao invés disso, elementos que vão frear, de algum modo, sua liberação que é concedida.
É tudo.

São 19:00h.

Então, caro amigo, vou, em breve, retirar-me.
Eu esclareço, contudo, que minha presença não será tão intensa como quando de nosso último reencontro porque, aí, há muitas coisas a dizer e muitas vibrações a fazer passar.
E, durante os dias que vêm, vocês terão diversos intervenientes, mas, cada vez mais, com o Espírito do Sol e o Coro dos Anjos.
Aí, nós temos, obviamente, trocado sobre sua vivência e, em seguida, vocês receberão certo número de pacotes de Luz e de Amor, de vibrações, para afirmá-los em sua Existência, em seu Absoluto ou em sua Infinita Presença.

Eu lhes transmito todas as minhas bênçãos e permitam-me, antes de retirar-me, comungar em vocês, desta vez, com o Espírito do Sol, diretamente, durante alguns minutos.
Depois, vocês são livres para ocupar-se do que vocês têm a fazer.

Todo o meu Amor acompanhe-os.

… Silêncio…

Até breve e obrigado por sua escuta benevolente.
---------