Abril de 2015
Eu sou o Espírito do Sol, e eu saúdo sua radiância, de
minha radiância, que revela, em vocês, a imanência de minha Presença em sua Presença.
Na Paz da Eternidade, acolhamos, juntos, o Silêncio
eterno da Criação.
… Silêncio…
Na mesma radiância, vivamos, então, a imanência de
nossa Unidade.
Emanando de vocês, como emana de mim, recriam a Beleza
e o canto da Verdade.
… Silêncio…
Eu estou em cada um de vocês, e eu sou cada um de
vocês, a partir do instante em que vocês colocam o que deve ser depositado, o
que pertence ao que não dura, ao que é inscrito nos ciclos da vida e da morte.
Eu os convido a entrar na glória do Sol.
Comunguemos e dancemos na Liberdade.
Nesse espaço, no qual nada pode parar, no qual nada
pode frear o coração, o Amor e a Verdade.
Aí, você que me lê ou que me ouve, eu o convido em
cada manifestação, como em cada ausência, a deixar emergir o sopro da Vida Una,
o sopro do Verbo e o sopro do Silêncio.
… Silêncio…
Eu o convido a comparecer diante do trono da infinita
Misericórdia e da infinita bondade.
Eu o convido para onde nada pode ser perdido e onde
você nada mais terá a depositar nem nada a esperar.
Eu o convido ao Éter da Verdade, ao Éter da Vida.
Eu não o convido, unicamente, a escutar-me, eu não o
convido, unicamente, a reconhecer-me, mas eu o convido a repousar, no Silêncio
e na Plenitude de seu coração elevado, você, que está aí, você, que lê e que
ouve o que você é, que eu faço apenas ressoar, aí, onde nenhum obstáculo pode
pôr-se e onde nada mais pode acontecer que não a expressão ou o Silêncio do Amor
em todo mundo.
Eu venho convidá-lo ao Apelo de Maria.
Eu venho chamá-lo à sua Paz, eu venho chamá-lo à sua
Verdade.
Ouça, no mais profundo de seu coração, o ritmo do Amor
que a própria Luz manifesta em seu seio.
Eu o convido a acolher a si mesmo, nesses espaços sem
fim e sem limites da expressão da consciência; eu o convido a reconhecer-se em
cada vida, em cada ato, em cada posição, em cada dimensão.
Eu venho coroar sua obra, que o conduziu a
reencontrar-se, que o conduziu a viver-se, sem nada temer do instante presente
e da espontaneidade daquele que sabe, porque ele vive, e não porque ele crê, a
beleza do Amor à beleza da Graça.
Eu o convido, ardentemente, com solicitação, a deixar
ser o que é, a deixar viver o que vive.
Eu o convido a escutar-se, não nos gritos do que
morre, mas na Alegria e no contentamento do que não morre, jamais.
Eu o convido, nessa forma, a superar e a transcender
toda forma, em qualquer expressão que ela seja.
Eu o convido ao último Renascimento, aquele que não
conhece outros mais.
Eu o convido à Vida eterna, àquela que não conhece nem
tempo, nem peso e nem fardo.
Eu o convido a deixar cantar e trabalhar a Vida em
todo mundo, aquele que você vê e percebe por seus sentidos e aquele que você
vive em sua Essência.
Eu o convido, enfim, a não mais seguir qualquer
sentido.
Eu o convido a permanecer em sua Morada de Eternidade.
Eu sou a Vida elevada que flui em sua forma, ainda
presente.
Eu o convido a aliviar-se de todo fardo, de toda
imposição, para ser responsável do Amor que você porta.
Escute-me, porque é o melhor modo de ouvi-lo.
Lembre-se de sua herança, de sua Presença eterna,
quaisquer que sejam as densidades e os pesos que você viva, ainda, aqui e agora.
Ouse atravessar, ouse passar, sem temor e sem apegos.
Eu o convido à Essência vivificada daquele que vive
Cristo e cuja Graça é o reflexo de sua permanência, de sua impermanência e de
sua imanência.
Eu o convido, enfim, aos Ateliês da Vida, se tal é seu
lugar.
Eu o convido, também, ao Grande Todo, no qual nenhuma
forma pode aparecer.
Eu o convido para onde tudo é eterno.
Escute-se, você, que está aí, e ouça Aquela que vem
mostrar-lhe sua verdadeira filiação que é Espírito, que põe fim às últimas
cadeias do que pode restar de crenças e de ilusões.
Eu o convido, também, a nada mais olhar,
diferentemente do que no olhar nu do Amor.
Eu o convido, sobretudo, a não mais escutar o que o
efêmero grita a você, para batizar esses gritos na alegria do Amor.
Você, que se lê e que me lê, você, que me sente, você,
que me procura, você, que duvida, eu sou o que lhe permitirá e que lhe permite,
já, viver a certeza do que você é.
Eu o convido, se já não foi feito, a colocar-se onde
nada pode ser retirado, onde nada pode faltar, onde não se coloca qualquer
questão, porque o Amor preenche tudo, e não deixa qualquer lugar para outra
coisa que não o Amor.
Eu o convido, a cada minuto de seu tempo, em qualquer circunstância
que seja, a ver-se e a ver-me, a reconhecer-se e a reconhecer-me, o que põe
fim, assim, a toda dor, a tudo o que não é verdadeiro.
Eu o convido a nada mais ver que não essa Beleza.
Para isso, veja a Essência, para além de todo parecer
e de todo sofrimento.
Eu o convido, enfim, à Vida eterna, aquela que canta,
aqui e alhures, em toda manifestação.
Eu o convido, também, a ser, aqui mesmo, aí, onde você
está, o que você é, em Verdade.
Eu o convido a depositar as vestes de tristeza de suas
experiências no efêmero, e a lavar-se, assim, colocado a nu, de todo vestígio e
de todo peso.
Eu venho prepará-lo ao mais belo dos reencontros, à
mais bela das verdades.
Eu venho saciá-lo, para que Aquele que lhe dará a
beber da Água viva não possa, de maneira alguma, ser freado ou refreado por
qualquer elemento de seu efêmero.
Eu o convido, também, a nada rejeitar do que a vida
propõe a você nesses tempos, para delas fazer os degraus de sua escada para o
céu, seu céu.
Eu o convido a reconhecer-se no esplendor da Luz.
Eu o convido a juntar-se ao Grande Todo, se tal é seu
lugar, tendo abandonado todos os lugares e todas as manifestações de qualquer
consciência que seja.
Você, que me escuta, e você, que me lê, vá além das
letras formadas e vá além dos sons que eu pronuncio, porque eles são apenas o
suporte da Vida, mas eles não são a Vida.
Veja além do que emana, vá além da alegria de sua
Presença.
Supere-se, a si mesmo, ao superar-me, para que você
também possa dizer, quando o momento chegar: «Pai, eu entrego meu Espírito em
suas mãos. Você e eu somos Um, eu o reconheço e eu o vivo. Nada mais pode
opor-se, no efêmero que eu vivi, para a instalação de seu Filho, porque eu sou,
também, seu Filho, porque eu e o Pai somos Um, como Você e o Pai são Um».
Eu o convido a tomar consciência, para tornar-se
consciente.
Eu o convido ao último salto do Apelo de Maria.
Eu lhe permito manter sua casa limpa para o momento final
desse mundo e dessa ilusão, que corresponde ao retorno da Vida.
Você que está aí, você que escuta e você que lê,
atravesse isso.
Toque a origem de toda vida e de toda forma, além das
Moradas do Pai, na qual está a preliminar a toda a vida e da qual nada pode ser
dito, nem em palavras nem em vibrações, mas na qual tudo pode ser acolhido e
revelado, na qual nada mais é útil que não seu Coração de Diamante.
Você e eu, nós todos, portadores da mesma chama exprimida
como mundos como criações e como belezas.
Eu não me dirijo apenas a você, mas, também, a cada um
que se desvia, mas, também, a cada um que não está despertado, que passa por
você que escuta e ouve, para que aquele que dorme desperte, enfim, não por
sujeição, não por palavras, não por projeção, mas, bem mais, pela evidência de
você mesmo que você dá a ver em cada olhar, em cada contato, em cada palavra.
Eu nada lhe peço, simplesmente, eu lhe digo, porque
meu pedido cai a partir do instante em que você apreende a essência de minhas
palavras.
Além de todo princípio, você é.
Eu sou a Voz direta do Espírito do Sol em você.
Meu único voto é que seu Renascimento faça-se na paz e
na lucidez, você, que lê as palavras que eu formo ou que ouve além das palavras
o que pulsa em você quando eu estou em você e você está em mim.
… Silêncio…
Nesse instante, a cada sopro que entra e sai de você,
o sopro do Verdadeiro, aquele do Verbo, vem chamá-lo.
Eu venho dizer-lhe que o jogo termina e que cada um é
ganhador, porque não há, jamais, perdedor na Luz.
Eu lhe propicio não mais jogar e ser aquele que
permite o jogo de todo mundo, em toda consciência.
Você, cuja bondade do Amor revela-se àqueles que o
veem, ao seu redor como ao longe de você, eu o convido ao olhar de Fogo e ao
coração de Fogo.
Eu o convido à inocência da criança que recebe sua Mãe
após uma longa ausência, enfim, tal como acreditou.
Eu convido sua carne a tornar-se Luz, eu convido sua
carne a ser Transparência.
Todo meu apelo é apenas um apelo à Evidência.
Eu o convido, enfim, a ser, completamente, você mesmo,
não nos jogos e nos papéis que você tem tido, mas, bem mais, para mostrar-se o
digno Filho Ardente do Sol, que vivifica toda vida, em todo olhar e em todo
gesto, como em toda palavra, fazendo de seus olhares e da vida nesse fim de
ciclo um oceano de contentamento e um néctar de imortalidade, cujos aromas
superam, amplamente, a sensibilidade da alma e a sensibilidade de seu corpo.
A partir do instante em que você tenha depositado os
pesos de seus conhecimentos e os pesos de suas dúvidas, você descobre a
Abundância.
Assim se vive o Amor, assim se vive o Verdadeiro,
porque, nesse espaço que não é um, e nesse tempo que não conhece qualquer tempo
desse mundo, há o Verdadeiro e o Pleno.
Agora que os Arcanjos abriram os Caminhos Daquele que
vem, eu O anuncio em você, como eu lhe anuncio Maria.
Então, eu repito, como Ele disse há dois mil anos: «Vigiai
e Orai», não pedindo, mas agradecendo, agradecendo-se, a si mesmo, e
agradecendo a Vida.
Eu o convido ao espaço no qual não há mais qualquer
perdão a pronunciar, porque tudo é pronunciado e tudo é resolvido.
Eu o convido, enfim, a estar aí, bem mais do que Aqui
e Agora, porque você é bem mais vasto do que seu próprio corpo de Eternidade,
porque você é bem mais vasto do que todo jogo da Criação, porque você nada é do
que lhe seja pensável ou imaginável.
Tudo isso são apenas partes esparsas do jogo da
consciência e da vida.
… Silêncio…
Eu o convido a nada reter.
… Silêncio…
No Silêncio, agora, eu permaneço e resido aí, onde
você está.
Eu o convido, aí, de imediato, a você que lê e você
que ouve, eu o convido à autenticidade que apenas pode vir de um coração
transparente e elevado.
Eu o convido, também, a olhar-se, a ver o Amor que
emana de seus olhos, como de seus poros da pele, aí, no Silêncio, aí, agora.
… Silêncio…
Para que você possa dizer, a cada um de seus irmãos e
de suas irmãs, no mesmo olhar de Amor, dizer: «Meu amigo, meu amado», e nada
mais dizer que não o Canto do Amor e da Vida.
Você e eu e cada um, aqui e alhures...
Eu o convido, aí.
… Silêncio…
No Fogo do Amor, no Ar da troca, na Água do Feminino
sagrado e em toda a Terra, aí.
… Silêncio…
Eu nada mais tenho a dizer-lhe, a você, que ouve além
das palavras.
Até sempre, na Eternidade do Amor.
Receba a Doação da Graça.
Assim eu o saúdo, assim eu o acolho, também.
… Silêncio…
Você, que me lê e você, que me ouve, eu gravo, em
você, o Canto da Eternidade, nisso, eu digo obrigado.
Até breve.
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Eu estou em cada um de vocês, e eu sou cada um de vocês, a partir do instante em que vocês colocam o que deve ser depositado, o que pertence ao que não dura, ao que é inscrito nos ciclos da vida e da morte.
ResponderExcluirEu o convido a comparecer diante do trono da infinita Misericórdia e da infinita bondade. Eu o convido para onde nada pode ser perdido e onde você nada mais terá a depositar nem nada a esperar. Eu o convido ao Éter da Verdade, ao Éter da Vida.
Eu venho convidá-lo ao Apelo de Maria. Eu venho chamá-lo à sua Paz, eu venho chamá-lo à sua Verdade. Ouça, no mais profundo de seu coração, o ritmo do Amor que a própria Luz manifesta em seu seio. Eu o convido a acolher a si mesmo, nesses espaços sem fim e sem limites da expressão da consciência; eu o convido a reconhecer-se em cada vida, em cada ato, em cada posição, em cada dimensão.
Eu o convido ao último Renascimento, aquele que não conhece outros mais. Eu o convido à Vida eterna, àquela que não conhece nem tempo, nem peso e nem fardo.
Eu o convido, enfim, a não mais seguir qualquer sentido. Eu o convido a permanecer em sua Morada de Eternidade.
Escute-se, você, que está aí, e ouça Aquela que vem mostrar-lhe sua verdadeira filiação que é Espírito, que põe fim às últimas cadeias do que pode restar de crenças e de ilusões.
Eu venho dizer-lhe que o jogo termina e que cada um é ganhador, porque não há, jamais, perdedor na Luz.
Convite - DO ESPÍRITO DO SOL
ResponderExcluirPara - Filhos Ardentes do Sol
Reconhecerem, que estão ‘Rumo a Eternidade’!
Amém!!!!!
"Eu sou o Espírito do Sol, e eu saúdo sua Radiância, de minha Radiância, que Revela, em vocês, a Imanência de minha Presença em sua Presença.
ResponderExcluir"Na mesma Radiância,vivamos, então, a Imanência de nossa Unidade.
"Eu os convido a entrar na Glória do Sol.
Comunguemos e dancemos na Liberdade.
"Aí, você que me lê ou que me ouve, eu o convido em cada manifestação, como em cada ausência, a deixar emergir o sopro da Vida Una, o sopro do Verbo e o sopro do Silêncio.
"Eu o convido a repousar, no Silêncio e na Plenitude de seu Coração Elevado, você, que está aí, você, que lê e que ouve o que você É, que eu faço apenas ressoar, aí, onde nenhum obstáculo pode pôr-se e onde nada mais pode acontecer que não a expressão ou o Silêncio do Amor em todo mundo.
"Ouça, no mais profundo de seu coração, o ritmo do Amor que a própria Luz manifesta em seu seio.
"Eu o convido a Reconhecer-se no esplendor da Luz.
"Eu o convido ao último Renascimento, aquele que não conhece outros mais. Eu o convido à Vida Eterna, àquela que não conhece nem tempo, nem peso e nem fardo.
"Eu o convido, enfim, a não mais seguir qualquer sentido.
Eu o convido a permanecer em sua Morada de Eternidade.
"Eu o convido à Essência Vivificada daquele que vive Cristo.
"Eu o convido, também, ao Grande Todo, no qual nenhuma forma pode aparecer.
Eu o convido para onde tudo é Eterno.
"Veja além do que emana, vá além da alegria de sua Presença. Supere-se, a si mesmo, ao superar-me, para que você também possa dizer, quando o momento chegar: "Pai, eu entrego meu Espírito em suas mãos. Você e eu somos Um, eu o Reconheço e eu o Vivo. Nada mais pode opor-se, no efêmero que eu vivi, para a Instalação de seu Filho, porque eu sou, também, seu Filho, porque eu e o Pai somos Um, como Você e o Pai são Um".
"Todo meu apelo é apenas um apelo à Evidência.
"Eu o convido, enfim, a ser, completamente, você mesmo, não nos jogos e nos papéis que você tem tido, mas, bem mais, para mostrar-se o digno Filho Ardente do Sol, que Vivifica toda vida, em todo olhar e em todo gesto, como em toda palavra, fazendo de seus olhares e da vida nesse fim de ciclo um oceano de contentamento e um néctar de Imortalidade.
"Eu sou a Voz direta do Espírito do Sol em você.
Meu único voto é que seu Renascimento
Faça-se na Paz e na Lucidez."