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27 de jul de 2006

O.M. AÏVANHOV – 27 de julho de 2006

DO SITE AUTRES DIMENSIONS

Áudio da Mensagem em Português

Link para download: clique aqui

(OS VÍRUS E O MEDO - MENTAL X SUBIDA VIBRATÓRIA - DESAPEGO DE APEGOS ANTIGOS).


Bem, caros amigos, estou extremamente contente por reencontrá-los, para alguns de vocês, certamente, é a primeira vez que os vejo, então, eu lhes apresento, inicialmente, as minhas saudações e trago-lhes, já, todo o meu amor e a minha bênção, e vamos começar as entrevistas, tal como eu gosto particularmente e, sobretudo, as questões-respostas que me são caras.

Então, cara amiga, se quer começar a lançar as questões, serei todo ouvidos do que me dirá, para tentar responder.

Questão: Por que há tantos problemas de vírus?

Posso re-situar, cara amiga, a noção de vírus com relação à origem.
O vírus é uma origem tipicamente astral, ou seja, ligada ao mundo emocional.

Eles são criações não de origem Divina, mas criações diretamente inspiradas da criação da terceira dimensão e, portanto, a conjunção junto ao ser humano de certo número de medos e de pavores, eu diria, que produziram esses vírus, progressivamente, desde milhares de anos, desde a criação desta terceira dimensão, ou seja, desde cinquenta mil anos.

Então, os vírus não são, inexoravelmente, ligados a uma agressividade.

A teoria a mais adequada corresponde a imaginar, como o dizem os homeopatas, que a coisa a mais importante é o terreno e que o vírus não é absolutamente nada.

Então, juntamos-nos, se quer, cara amiga, à origem desse vírus.
O vírus nasceu no mundo astral, no mundo emocional, mundo de divisão, mundo de separação, do ego, da personalidade.

É evidente que uma pessoa que tem um nível vibratório suficiente é capaz de eliminar todos os vírus, porque os vírus não têm tomada sobre ela. O que quer dizer que, se o vírus tem uma tomada (qualquer que seja o vírus), isso corresponde a uma problemática profundamente emocional que é escondida e repelida, certamente, no interior desses casulos de Luz.

Então, efetivamente, quanto mais se sobe na vibração e na consciência, mais se apercebe que o vírus não é absolutamente nada com relação à interioridade do homem e que são os defeitos ao nível dessa interioridade astral (e não espiritual) que faz a virulência, eu diria, dos vírus e a possibilidade, para eles, de encontrar um terreno propício para seu florescimento.

Então, uma vez que o vírus penetrou, efetivamente, é importante tratar não o vírus como tal, mas, antes, apoiar o corpo, para que o corpo astral e o corpo etéreo possam, assim, fazer desaparecer e limitar a influência desse vírus.

Mas não se esqueça de que a origem situa-se ao nível da personalidade e, em particular, em algo de fundamental, que é um medo repelido e um medo que está inscrito muito profundamente, eis que isso pode ir até ao nível genético que está ligado à vivência da pessoa.

Então, poder-se-ia dizer que é preciso tentar encontrar a origem precisa do medo, o porquê e como esse medo chegou a cristalizar-se.

O importante é subir o nível vibratório porque, a partir do momento em que o nível vibratório sobe, a partir do momento em que a serenidade interior ou o controle começa a aparecer, naquele momento, o medo não pode mais existir.
A única verdadeira solução situa-se nesse nível.

Quer dizer que a solução não está na luta contra o vírus.
Num primeiro tempo, poder-se-ia dizer que se pode aumentar o terreno, efetivamente, mas o mais importante não está nesse nível, porque aumentar o terreno jamais fez desaparecer um vírus (quer seja um vírus de hepatite, por exemplo, crônica).

Em nenhum caso ele poderá desaparecer com medicamentos, tanto químicos como os que visam destruir o vírus, ou vacinas ou com produtos naturais que elevarão, de maneira temporária, o sistema imunológico, por exemplo, para lutar contra o vírus.
A solução situa-se ao nível da eliminação do medo, não com relação a encontrar a origem precisa desse medo, mas, sim, com relação a uma subida vibratória, com relação à vibração do coração, obviamente.
A solução está, unicamente, nesse nível.

Questão: Por que há pessoas que não são atingidas por vírus, apesar do fato de não apresentarem, aparentemente, uma taxa vibratória muito «elevada»?

Obviamente, cara amiga, porque elas não têm medo, elas estão no ego de força e de poder, elas não ficarão, jamais, doentes, porque desenvolveram estratégias de luta e de privatização, eu diria, do ego, que faz com que estejam no poder e os seres de poder não estão, jamais, doentes.

Uma vez que a doença está aí, em contrapartida, não é questão, obviamente, de recair na tentativa de encontrar um poder, mas, antes, subir o nível vibratório, porque a doença é, realmente, um sinal que é enviado.

Em contrapartida, os seres que estruturaram, enrijeceram seu ego (ou seja, que subiram no poder e num falso controle que nada tem a ver com a evolução espiritual e a subida na vibração), desenvolveram estratégias de defesa que são muito eficazes.

Mas, infelizmente, quando eles forem privados de seus corpos, eles se aperceberão de que tomaram a falsa estrada.

Não se deve julgar, unicamente, na aparência da doença ou da boa saúde.
Houve santos que estiveram extremamente doentes, houve personagens que eram verdadeiros algozes que jamais estiveram doentes em suas vidas.

A doença não faz referência à evolução espiritual, a doença faz, simplesmente, referência a um sinal que é dado à alma.
Em contrapartida, alguns seres conseguiram cortar-se de sua alma, e eles não estarão, jamais, doentes, porque desenvolveram estratégias de poder, mas não evoluirão, jamais, ao menos nesta vida, ao nível espiritual.

Questão: Como aumentar a taxa vibratória para si mesmo?

A subida vibratória pode fazer-se de milhares e milhares maneiras, há técnicas inumeráveis para subir a taxa vibratória.

Há seres que lhes dirão que não há técnica, como o fez, por exemplo, o grande Krishnamurti; outros lhes dirão que há técnicas, e outros lhes dirão que são necessárias técnicas, mas que não se devem realizar técnicas.

O importante é desviar o mental, porque o obstáculo o mais importante à subida vibratória não é o medo ou as emoções, é, obviamente, o mental, é ele que é o obstáculo essencial na subida vibratória.

A partir do momento em que vocês se colocam a questão “eu quero subir na vibração”, obviamente, é o mental que diz isso, não é a alma.
A alma não diria, jamais, esse gênero de coisa, a alma os faz estremecer e subir na vibração, diretamente.

A partir do momento em que um pensamento é emitido, ele apenas pode vir do lugar da dissociação, da separatividade, ou seja, do lugar do mental.
Ora, o mental, como diziam alguns Mestres, mente sempre.

Não pode ali haver subida vibratória real que os conduza à imortalidade (não do ser físico que vocês são, mas ao reencontro de sua Divindade), isso não pode fazer-se sem que o mental esteja perfeitamente silencioso e perfeitamente na calma.

Para isso, alguns seres terão necessidade de técnicas, alguns vão meditar, alguns vão pedir, alguns vão fazer gestos, outros terão cristais, que sei eu ainda..., e outros vão aceder, diretamente, a esse estado de transcendência.

Então, retenham, entretanto que, mesmo uma técnica, mesmo válida (e em minha vida havia a panaritmia, por exemplo, que era um exercício excelente, havia, também, a saudação e a adoração do Sol da manhã que levanta, isso também é uma técnica que permitia colocar o mental em repouso), o importante é, para a subida vibratória, impedir o mental de trabalhar.
Porque, a partir do momento em que você quer trabalhar, por exemplo, sobre o vírus que está ligado ao medo ao nível do corpo astral, você se serve do corpo mental.

Você toma falsa estrada e comete erro, porque não pode haver subida vibratória nesse caso.
É preciso fazer calar o mundo emocional, é preciso fazer calar o mundo mental, para aceder ao supramental e aceder à dimensão espiritual do ser.

A subida vibratória produzir-se-á quando você sentir, num primeiro tempo, os chacras que se ativam (em particular o chacra da coroa), mas você não deve permanecer ao nível da coroa.

Obviamente, essa subida vibratória (que está ligada à ativação do triângulo Sefirótico superior) deve conduzir à iluminação do coração, e o coração apenas pode preencher-se se a cabeça está vazia, isso é extremamente importante, vazia de pensamento, mas, também, vazia da energia que é recebida dos planos espirituais para reconduzir ao coração.

A única subida vibratória autêntica corresponde a essa e a nenhuma outra.

Agora, vocês podem utilizar as técnicas que quiserem ou nenhuma técnica, isso é secundário.

Questão: Como se pode chegar ao desapego desses apegos antigos?

O desapego do antigo apego, aí está uma bela expressão, corresponde, efetivamente, a uma palavra que é importante.

Conseguir soltar quer dizer abandonar os apegos, é algo que faz parte da evolução espiritual que é solicitada, hoje, a toda a raça humana, para aqueles que o puderem, para aceder a novas vibrações e a novas dimensões.

É extremamente importante não permanecer fixado nos apegos, quaisquer que sejam e os apegos os mais importantes que vocês têm, todos, como ser humano (mas que nós superamos em nossa vida, aqueles que atingiram o estado de soberania) são, obviamente, os apegos familiares que são a ferida, eu diria, de suas vidas e de suas encarnações desde milhares de anos.

Então, é preciso decidir confiar.
Não há que ser julgado pelos membros da família ou da ex-família, não há, tampouco, que sofrer com relação a algo que pertence ao passado porque, dessa maneira, você mantém, em si, fantasmas, e você cristaliza, nos casulos de Luz, coisas que podem tornar-se muito desagradáveis e desencadear certo número de sintomas, ou doenças que, desta vez, podem ser muito graves, unicamente com relação a esse apego de natureza familiar.

Há, também, os que são apegados a outra coisa, por exemplo, a objetos, também, a lugares, por que não?

Tudo o que é forma de apego é algo que vai remetê-los ao que se chama o passado.

Ora, o acesso à dimensão nova corresponde a uma liberação total do passado, e é preciso fazer abstração desse passado, desapegar-se desses apegos do passado, dirigir sua consciência e, mesmo, seu mental, sobre coisas a vir.

O ideal é, evidentemente, estar centrado, totalmente, no presente, mas a maior parte dos seres humanos, em todo caso os ocidentais, quando se fala de presente, entrar no presente, define o presente com relação às experiências vividas no passado, então, não é, realmente, o presente.

Quando um oriental lhe diz estar centrado no instante presente, é o acesso a um instante de transcendência, onde não há mais poluição do instante presente por uma memória do passado.

Então, efetivamente, há, hoje, uns e outros em encarnação, a superar processos de apego extremamente diversificados, mas cada um encontra-se confrontado aos apegos que lhe são os mais dolorosos a superar.
Porque, quando não se está apegado a algo, eu diria que é muito fácil desapegar-se, eis que se é, já, desapegado, é uma banalidade, como dizem.

Em contrapartida, quanto aos apegos profundos, é preciso refletir sobre a natureza desses apegos.
Um apego é um apego, não se tem necessidade de saber qual é a natureza do apego e porque ele é assim e porque ele é de outro modo, se é cármico, se vem de uma vida passada, se vem de algo que não foi compreendido.
Necessariamente, sim, é isso.

Então, convém, antes, trabalhar sobre o instante presente e sobre a Divindade interior, sobre o ser interior, porque há apenas esta dimensão, e não diria, jamais, o bastante, que é capaz de desembaraçá-los de todos os apegos.
Ou seja, encontrar a própria dimensão espiritual, ela não conhece os apegos.
Encontrar sua própria Divindade, a Divindade interior dos seres de Luz que vocês são.
Quando retomarem consciência do que vocês são e esquecerem todas as sombras do passado, vocês voltarão a tornar-se, totalmente, vocês mesmos, isso se faz progressivamente.

Afirmem sua unidade, afirmem todas as manhãs:
“eu sou Um”,
“eu sou um comigo mesmo”,
“eu sou um com meu instante presente”.

Mas eu não sou o resultado de meu passado, ainda que o jogo da encarnação tenha feito crer nisso e que meu corpo ainda creia nisso, isso é uma heresia que durou suficientemente longo tempo.

Tanto mais que não se deve esquecer que o sacrifício de Cristo foi relacionado a essa liberação do passado.
Isso é extremamente importante a compreender, também.

Então, não há técnica para liberar-se, assim, de um golpe de varinha mágica, mas há uma técnica para dizer “eu estou em meu presente” e “eu sou um” e “eu estou na busca de minha Divindade interior” e não nas lamentações dos problemas do passado que pertencem ao passado e que não são mais seu presente ou, em todo caso, que não deveriam ser.

Então, recebam todo o meu amor, toda a minha bênção e digo-lhes, certamente, até breve, em uma próxima vez.
Até breve, caros amigos.



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Compartilhamos essas informações em toda transparência. Agradecemos de fazer o mesmo, se a divulgarem, reproduzindo integralmente o texto e citando a fonte: www.autresdimensions.com.
Versão do francês: Célia G. http://leiturasdaluz.blogspot.com

Um comentário:

  1. Sobre o problema de vírus, a teoria a mais adequada corresponde a imaginar, como o dizem os homeopatas, que a coisa a mais importante é o terreno e que o vírus não é absolutamente nada. Então, o vírus nasceu no mundo astral, no mundo emocional, mundo de divisão, mundo de separação, do ego, da personalidade <> É evidente que uma pessoa que tem um nível vibratório suficiente é capaz de eliminar todos os vírus, porque os vírus não têm tomada sobre ela. O que quer dizer que, se o vírus tem uma tomada (qualquer que seja o vírus), isso corresponde a uma problemática profundamente emocional que é escondida e repelida certamente no interior desses casulos de Luz. Uma MSG super esclarecedora na questão dos vírus, mas também na questão dos desapegos. Mais uma tradução belíssima deste material inicial do Autres Dimensions. Valeu, mais outra vez, como sempre, Caríssima Célia!!!

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