DO SITE AUTRES DIMENSIONS.
(ALÍVIO DO PESO - PROBLEMAS NOS CASAIS - AJUDA AO PRÓXIMO - VALIDAR CANALIZAÇÕES - MESTRES DE RAIOS)
Bem, caros amigos, estou extremamente
contente por reencontrá-los, faz muito tempo que nós já nos vimos, então, esta
noite, vamos ajudá-los a caminhar um pouco mais em algo que iria ao sentido da
leveza, ao sentido do prazer e ao sentido da Divindade, obviamente.
Então, começamos, agora e já, a
responder às suas questões.
Questão: como aliviar os pesos que
nos incomodam em nossa vida?
Não se pode aliviar os pesos, por
definição, é um peso.
O peso é um peso, como foi dito em
numerosas intervenções, não nas minhas, mas, por exemplo, há algo de
extremamente importante em «os diálogos com o anjo».
Há ensinamentos que são dados pelo
anjo que vem dizer que o peso é a medida da encarnação, então, não se pode
aliviar um peso, pode-se apenas suprimir um peso, e o único modo de suprimir o
peso é, não aliviá-lo, é superar o peso, é transcender o sentido da medida do
peso.
O que é peso representa algo que os
atrai, pelo efeito das forças de gravidade, para um peso, para algo que é
difícil de suportar para a alma.
Agora, uma dificuldade não tem,
necessariamente, necessidade de ser aliviada, porque é muito difícil de aliviar
algo que é pesado, pode-se apenas transcender o que é pesado, ou seja, desembaraça-se
do peso em todos os sentidos do termo em que se desembaraçar do peso, quer dizer
que o que é pesado não deve mais estar na consciência.
Agora, há, efetivamente, eu diria,
eventos que intervêm e que fazem com que o peso esteja aí, o peso está aí, não
tanto, eu diria, para tornar-se cada vez mais pesado, o peso está aí para
atrair sua consciência sobre o que tem necessidade de ser transcendido, de ser
superado.
E, obviamente, não é na mudança de
intensidade do peso que se encontra a solução, é na transmutação total do que é
o peso.
Então, diz-se, frequentemente, na
expressão popular «aliviar o fardo».
O peso é feito para ser transcendido;
o peso é feito para ser descarregado dos ombros, coloca-se o fardo, mas não se
alivia o fardo, porque ele continua aí, mesmo se esteja mais leve.
O objetivo é o de depositar,
diretamente, o fardo, suprimir o peso, transcendê-lo, mas não aliviá-lo.
Essa palavra ilustra, perfeitamente,
que, já, você põe uma limitação em suas palavras, ou seja, você imagina que o
peso pode ser ligeiramente menos pesado, mas que, em caso algum, você pode
suprimi-lo, o que é um erro fundamental.
Cara amiga, o que você chama de um
fardo ou um peso é algo que deve ser entregue nas mãos de seu anjo guardião, é
algo que deve ser entregue nas mãos de seu anjo, nas mãos de seres que a
acompanham porque eles são mais capazes de tomar-lhe o fardo.
Obviamente, há circunstâncias
específicas, por exemplo, Cristo, na cruz, que disse a seu Pai: «Pai, afaste
esse cálice de mim», entretanto, ele é obrigado a beber o cálice até o fim, mas
isso é outra história.
Agora, o ser humano, hoje, em seu
caminho, nessa vida, a partir do momento em que ele considera que o fardo é
muito pesado, é preciso que ele considere que o fardo e o peso não são ele, que
ele considere que o peso e o fardo podem ser confiados, depositados naqueles
que serão capazes de tomar a carga.
Isso se chama não uma oração, isso se
chama, simplesmente, delegar o que é desagradável, pedir ajuda, pedir para que
se ilumine vocês em relação ao que faz peso, ou seja, o que os impede de serem
leves, de algum modo.
A leveza necessita, efetivamente, de
depositar os pesos.
Não se desembaraça de um peso
interessando-se pelo peso, desembaraça-se de um peso, obviamente, transcendendo
o peso, ou seja, quando é preciso dar o peso ao anjo que dele vai ocupar-se.
Obviamente, na condição de que o peso
não seja ligado a um erro voluntário ou a um elemento cármico muito específico
em relação a algo que teria sido feito no passado.
Agora, a maior parte dos pesos que
nós imaginamos serem pesos quando estamos na encarnação são construções
aberrantes, eu diria, do mental, e nada mais.
Os pesos são, em outros termos,
criados por nós mesmos, elaborados por nosso mental, mantidos pelo mental.
Aí está a verdadeira origem do peso.
É por isso que desembaraçar-se do que
foi criado por nós mesmos é muito difícil.
É preciso entregar a noção de peso
àquele que pode ajudar-nos, ou seja, o anjo guardião, ou seja, os seres de Luz,
e entregar aos pés deles nossos pesos, pedindo a eles para tomarem nosso peso,
o que não impede, obviamente, a noção de desembaraçar-se si mesmo, mas isso,
também, é outra história.
Questão: Como gerenciar defasagens
com o cônjuge?
Caro amigo, a partir do momento em
que uma das duas pessoas que constitui um casal e, hoje, mais do que nunca,
nesse Século XXI (até o Século XIX os casais eram unidos em relação a um
fenômeno básico que era chamado a sobrevivência no dia a dia), com a transformação
que é espiritual, a maior parte dos casais que se fundiu há numerosos anos (que
eram baseados em modos de funcionamento que, à época, eram conformes a um ideal
comum) está, hoje, cada vez mais afastada, geralmente, porque uma das pessoas
no casal começa a abrir a consciência para outros modos de funcionamento,
outros mundos de realidade e o outro, obviamente, não crê nisso.
Mas há, também, seres que estão em um
caminho espiritual e, a um dado momento, há um dos dois que descobre uma
verdade que o outro não concebe como uma verdade, mas, mais, como um erro.
Obviamente, nesses mundos de
transição, nos quais vocês vivem na terceira dimensão, os caminhos não são
inexoráveis.
Antes, as pessoas eram unidas para a
vida.
Hoje, vocês são unidos o tempo da experiência,
e a experiência, por vezes, deve parar, porque os caminhos divergem.
É preciso aceitá-lo, simplesmente:
não há compromisso, eu diria, que seja possível, na condição, obviamente, de
respeitar a liberdade individual de cada um.
Mas é preciso, efetivamente,
compreender que fazer um compromisso – ao nível de aceitar as visões do outro –
seria, também, um erro, ou seja, querer voltar atrás, quando se fez um caminho
espiritual é, também, um erro.
Não se pode esquecer o que foi feito
para agradar ao outro.
Há momentos em que é preciso,
verdadeiramente, decidir, escolher, romper e, mesmo, cortar algumas relações.
Há casais que se separam e que
continuam na dissonância.
Eu creio que, quando entidades
separam-se no plano afetivo, no plano relacional, no plano, eu diria, de modos
de vida, não há mais lugar para cruzar o caminho, mesmo se haja, efetivamente,
o que se chamam filhos queridos que estão ali, que é preciso partilhar, mas é
preferível evitar entrar em relação com alguém, quando não há mais relação, é
todo o problema.
Como vocês querem entrar em relação
com alguém que não está mais na relação, que não está mais em seu campo
vibratório, que não está mais em sua vida, que esteve, a um dado momento?
É muito difícil restabelecer um modo
de comunicação.
O modo de comunicação entre duas
pessoas que estavam, a um dado momento, na relação, pode voltar a tornar-se
fluido após certo tempo, entretanto, pode-se separar uma relação permanecendo
em uma comunicação fluida, é perfeitamente possível, mas é mais raro, eu diria.
Quando há ressentimento, animosidade,
é preferível evitar a relação e, também, evitar a comunicação, o tempo que as
coisas descristalizam-se, o tempo que as coisas resolvem-se com o tempo.
Mas não se pode forçar a comunicação
quando há ressentimento.
A partir do momento em que há
ressentimento, de um lado ou do outro, o problema é, exatamente, o mesmo.
Como vocês querem comunicar-se com
alguém que não quer comunicar-se ou, então, que quer comunicar, unicamente, a
agressividade e o ressentimento?
Não é possível, vocês estão em face
de um muro.
Em toda relação é o mesmo problema:
para comunicar-se, é necessário haver dois, se há um dos dois que não quer
comunicar-se, vocês sempre poderão tentar, isso pode durar dez anos, vinte
anos, uma vida ou várias vidas, isso para nada serve.
É uma perda, um desperdício, mesmo,
de energia, também, algo que não vai ao sentido da Luz.
Questão: qual outra técnica eu posso
aprender para ajudar ainda melhor meus próximos?
Aprender por aprender: isso para nada
serve.
Por que aprender, se não é para pôr
em prática?
O que não quer dizer,
necessariamente, praticar, mas servir-se disso.
Se é um conhecimento puramente
intelectual, isso não fará progredir sua alma.
Será que não é mais a necessidade de
satisfazer uma curiosidade de saber ainda mais coisas?
Compreenda bem, caro amigo, que o
mais importante não é aprender, o mais importante é compreender, o mais
importante é evoluir, o mais importante é transformar sua alma.
Mas eu creio, efetivamente, que o verdadeiro
ensinamento não é o de ensinar coisas, mas é o ensinamento que lhe mostra sua
vida, atualmente, é o prazer que você tem em fazer algumas coisas e não outras,
se isso lhe parece um peso.
Não tome a justificação de querer
ajudar os companheiros ao seu redor para forçar-se a aprender ou para
satisfazer uma curiosidade.
Questão: tenho a impressão de que meu
processo de canalização muda.
É real ou será que eu «desconectei»?
De qualquer modo, para conectar novos circuitos, é preciso desconectá-los antes.
Não, sem brincadeira, eu creio que se
pode dizer que a abertura de novas capacidades, pode-se dizer isso assim, é
ligada a uma modificação de estruturas.
Agora, os riscos, obviamente, você os
conhece, os riscos são, primeiramente: «será que eu me engano, completamente?».
Em segundo lugar, sempre em relação com isso: «será que o que se dirige a mim
vem, efetivamente, de onde ele diz?».
Sempre similar, a solução não é
definir, intelectualmente, é claro, se isso é correto, a questão é saber, no
momento em que, como sempre, há esses contatos novos que se estabelecem, «o que
é que acontece no interior do corpo?», «o que sente meu corpo?», «será que eu
sinto um desabrochar, será que sinto uma fadiga, algo que me esvazia de minha
energia?».
É extremamente importante compreender
e, quando há novas manifestações energéticas, independentemente do estado
imediato no qual isso se produza, é preciso olhar nos dias e semanas que passam:
será que há transformações que vão ao bom sentido para meu caminho espiritual,
para minha descoberta de minha Divindade?
A verdadeira questão está aí.
Agora, é preciso, também, estar em um
discernimento, mas o discernimento não vem de uma decisão intelectual, eu
diria, o discernimento virá, progressivamente e à medida em que você é
confrontada a essas novas energias para saber o que é que elas desencadeiam em
você e, isso, pode tomar certo tempo, o que acontece no momento e o que
acontece após.
Questão: poderia falar-nos de Mestres
de raios?
Cara amiga, é preciso ser
extremamente prudente em relação ao que se chamam seres que, assim dizendo,
governam o que foram chamados os raios.
Ensinamento que, primeiro, foi
tomado, em primeiro lugar, por Helena BLAVATSKY, em seguida, por Alice BAILEY, sobre
seres assim chamados Mestres de sabedoria que teriam, a partir do éter deles, a
partir do Shamballa deles, desenhado ensinamentos extremamente estruturados.
Os ensinamentos que foram dados são extremamente
corretos em relação ao tratado de raios, ao tratado da astrologia esotérica.
Agora, a finalidade, eu repito, qual
é ela?
Há, sobre a Terra, inúmeros
ensinamentos.
É preciso, efetivamente, compreender
que nem todos os ensinamentos são ensinamentos de Luz, não é porque eles dizem
que participam da Luz ou que dão ensinamentos que são corretos que isso
participe da Luz.
Agora, é preciso ser, sobretudo, vis-à-vis daqueles que se apresentam como
os Mestres de sabedoria, extremamente prudente.
Há certo número de práticas que foram
feitas nesse nível; há seres que se apresentam como seres de Luz e que lhes
dizem ser Cristo, e será que é, realmente, Cristo?
Ou que se diz ser Maria, e será que
é, realmente, Maria?
Isso, é o sentir interior, durante o
momento em que se produz essa expansão de consciência.
Então, é preciso ser extremamente
prudente.
É preciso saber que houve lutas
espirituais extremamente fortes com a Fraternidade Branca Universal, a Ordem
dos Melquisedeques da qual eu fiz parte, ainda em minha dimensão.
Cristo é o maior neófito que possui
o planeta, não haverá outro.
Há, certamente, Mestres de sabedoria,
mas Mestre de sabedoria não quer dizer, necessariamente, Mestre da Luz e Mestre
associado a Cristo.
Houve lutas extremamente intensas.
Agora, o ser que vem manifestar-se a
você – que eu não vejo, de momento – será que é um ser que vem, realmente,
desses Mestres de sabedoria?
Será que ele é, realmente, o que ele
diz?
Agora, se ele é o que diz, é preciso
saber qual é a finalidade do ensinamento.
A finalidade do ensinamento por
canalização é levá-los à realização de seu ser interior Crístico e não orar a
um Cristo que seria relegado ao Mestre do segundo raio, que é chamado
amor/sabedoria, que vocês chamam Sananda.
Isso, são denominações das quais se
serviram aqueles que não fazem parte da ordem de Melquisedeque, nem da Luz, em
todo caso, da Luz Crística.
Jamais se está seguro do amanhã, mas,
se uma coisa é certa, uma vez que a relação foi danificada, eu diria, a um dado
momento da vida de um casal, seja um ou o outro, é excepcional, extremamente
raro que a relação evolua no caminho da serenidade em seguida, porque,
geralmente, restarão cicatrizes do que foi vivido e o fato de ter aquele que é
responsável pela cicatriz sob os olhos, de manhã até à noite, mesmo se se tenha
a impressão de ter reencontrado uma serenidade, é uma falsa segurança, porque a
cicatriz, a memória do que foi vivido está ali.
É extremamente raro que o ser humano,
na terceira dimensão, seja capaz de superar períodos de crises extremamente
intensas para restabelecer algo.
A ideia de voltar a partir sobre
bases sólidas, bases saudáveis é uma heresia, devido, mesmo, à constituição do
ser humano.
Então, a serenidade que é vivida pode
parecer ser algo que vai ao sentido da reparação, ao sentido da harmonia, mas,
geralmente, muito frequentemente, muito, muito frequentemente, é apenas uma
ilusão, é um bálsamo colocado para camuflar feridas muito mais profundas e ressentimentos
muito mais profundos.
O que quer dizer que o equilíbrio que
é reencontrado assim é um desequilíbrio que desemboca sobre algo de muito mais
importante.
Isso é quase uma constante em todas
as relações, vocês podem observá-las em todos os níveis, não unicamente nos
casais, entre um irmão e outro irmão, entre um irmão e uma irmã, entre
colaboradores ao nível do trabalho, nada pode ser como antes, ou as coisas
foram ditas claramente, na primeira vez e a explosão, o abscesso é cravado, totalmente
(mas isso é extremamente raro, porque a maior parte tenta entupir o abscesso e
joga o jogo de «tudo vai bem») ou – e é similar em todas as relações humanas –
entra-se, justamente, nessa dimensão afetiva, que é chamada, eu diria, não mais
o amor, mas uma chantagem afetiva.
Obviamente, as coisas são camufladas
e, por vezes, isso dá a impressão de estar exaltado, de ser magnífico, mas, em
geral, o mais frequentemente, as feridas estão ali e prontas para ressurgirem
na mínima oportunidade.
Então, essa serenidade é uma serenidade,
eu diria, que é, o mais frequentemente, passageira.
Não se enganem, o ser humano que
viveu um traumatismo e que vai viver com esse traumatismo e reencontrar aquele
que está na origem desse traumatismo não pode restabelecer a serenidade.
Mesmo o perdão, no sentido em que
vocês o entendem – porque, se houvesse perdão real, não haveria tido
necessidade de viver um traumatismo; se o traumatismo ocorreu é que havia uma
razão de ser, e essa razão de ser não pode desaparecer de um dia para o outro,
dizendo que é algo que era um erro – é demasiado fácil: eu quero dizer, com
isso, que é preciso ser extremamente prudente.
Toda relação humana é baseada em
artifícios; raras são as relações humanas que são baseadas em uma relação de
autenticidade e de amor autêntico.
É, infelizmente, o caso em noventa e
nove por cento dos casos.
Bem, caros amigos, eu lhes aporto,
anda uma vez, hoje, minha bênção.
Vou desejar, eu creio, uma boa noite,
e eu lhes digo até muito em breve.
Obrigado a vocês.
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1 - Não se pode aliviar um peso, pode-se apenas suprimir um peso, e o único modo de suprimir o peso é, não aliviá-lo, é superar o peso, é transcender o sentido da medida do peso. 2 - Em toda relação é o mesmo problema: para comunicar-se, é necessário haver dois, se há um dos dois que não quer comunicar-se, vocês sempre poderão tentar, isso pode durar dez anos, vinte anos, uma vida ou várias vidas, isso para nada serve. É uma perda, um desperdício, mesmo, de energia, também, algo que não vai ao sentido da Luz. 3 - É preciso, efetivamente, compreender que nem todos os ensinamentos são ensinamentos de Luz, não é porque eles dizem que participam da Luz ou que dão ensinamentos que são corretos que isso participe da Luz. 4 - Toda relação humana é baseada em artifícios.
ResponderExcluirEstamos em 2012, e essa mensagem é de 2006, mas podemos perceber o quanto caminhamos, porém a mensagem aborda situações atualizadíssimas e agora na eminencia, do Despertar Coletivo da Humanidade, do fim do teatro, mesmo com a ferida cicatrizada, mas não dá para negar: doeu muito, foi um papel difícil de desempenhar.
ResponderExcluirSaudades!
Noemia
Querida Célia...
ResponderExcluirNa questão: poderia falar-nos de Mestres de raios? parece-me que do parágrafo 6º em diante da resposta da referida questão, trata-se da continuação da resposta da questão: Como gerenciar defasagens com o cônjuge?
O parágrafo que me refiro é o seguinte: "Jamais se está seguro do amanhã, mas, se uma coisa é certa, uma vez que a relação foi danificada, eu diria, a um dado momento da vida de um casal, seja um ou o outro, é excepcional, extremamente raro que a relação evolua no caminho da serenidade em seguida,...
Sei que as traduções são feitas a partir do material liberado pelo AD, mas neste caso está evidente que a parte da resposta que citei acima, até o final da questão está fora de lugar.
Não sei se Vc fará a modificação e nem espero nada, é somente uma observação que faço para que Vc possa verificar se na hora da transcrição o texto que citei até o final não ficou fora do lugar.
Independente de qualquer coisa, rendo-lhe Graças por seu esforço e dedicação em todo seu trabalho de tradução e de manutenção do blog.
Tenha certeza que muitos foram beneficiados por todo este trabalho maravilhoso.
Fique em PAZ!
Grande abraço!
Caro Anônimo.
ExcluirSim, efetivamente, ele volta ao assunto, eu percebi isso, mas foi assim que foi publicado.
Como você sabe, trata-se de uma canalização transcrita e, no meu entender, ele voltou ao assunto, simplesmente, como acontece, mesmo, em qualquer palestra.
Graças por sua vigilância.