Seguidores

SE VOCÊ COMPARTILHAR ALGUMA MENSAGEM DESTE BLOG, FAVOR REPRODUZI-LA EM SUA INTEGRALIDADE, CITANDO A FONTE OU INDICANDO O LINK DA MESMA.

22 de mai de 2015

ENSINAMENTOS DE MAIO



ENTREVISTAS DE PENTECOSTES – MAIO DE 2015

Na ordem de leitura:

Primeiro texto

O CORO DOS ANJOS
(IRMÃO K – PHILIPPE DE LYON – OMA)


CANALIZAÇÕES MAGISTRAIS

Segundo texto

NO EYES – MAIO DE 2015


Terceiro texto

ANAEL – MAIO DE 2015


Quarto texto

O ESPÍRITO DO SOL – MAIO DE 2015


LI SHEN
A Dança da Onda - Elemento Água
Encadeamento dos três primeiros Elementos


Quinto texto

MARIA – Eu venho portar as águas do alto.


Sexto texto

SRI AUROBINDO – Modificações ligadas ao Face a Face


Sétimo texto

ESPÍRITO DO SOL – Eu venho revelar sua Eternidade

-----------------------------------

ENTREVISTAS DE PENTECOSTES – SEGUNDA PARTE

O.M. AÏVANHOV – Questões e Respostas



21 de mai de 2015

ESPÍRITO DO SOL – Maio de 2015



Eu sou o Espírito do Sol, que vem, em vocês, e traz a radiância e a presença do Coro dos Anjos, que desperta e acorda, em vocês, com a evidência da Vida, sua Eternidade.

Minhas palavras serão pouco numerosas, bem menos numerosas do que a quantidade de Amor em sua Verdade que se derrama em cada um de vocês.
Aí está o tempo da Eternidade, aí está o tempo da Beleza, aí, onde nada mais há a escutar nem a ouvir que não o Canto da Vida, o Coro dos Anjos, que vem, a cada minuto da consciência, como a cada minuto da a-consciência, que não conhece qualquer minuto, lembrar e ressoar o Canto da Criação, no qual todo o resto torna-se fútil e apaga-se, no qual o Branco preenche toda falta e toda insuficiência, no qual eu estou e no qual vocês estão, unidos e reunidos, pela graça da Verdade.

Nesse espaço em que tudo é apenas Silêncio, minhas próprias palavras tornam-se o Silêncio...
A Luz modela, então, em vocês, o Canto da Verdade e a expressão de sua forma eterna... aí colocando-se... aí, onde a consciência junta-se aos seus opostos, seus contrários, aí, onde tudo se reúne, onde toda distância desaparece... onde nenhuma forma pode parar o que quer que seja...
Aí, vocês, que escutam, vocês, que leem, eu lhes digo, a cada um: coloque-se..., deposite seu fardo, que lhe parece tão pesado, não para vê-lo, mas, bem mais, para deixar a Luz mostrá-lo a você.
Você, ao centro de si mesmo..., aí, onde o brilho da Luz e a intensidade do Amor toma-o, completamente, em seu Canto e em sua Liberdade.

Escute o que se vivifica em você...

Deixe aparecer o que é o ser eterno.
Deixe aparecer a Alegria.
Deixe aparecer a felicidade da Vida, não aquela que lhe atribui nesse corpo, mas aquela que lhe atribui na Eternidade...
Fique aí e ouça o Canto dos Anjos.
Fique aí e escute o que o Amor tem a fazê-lo viver..., que põe fim a todo tormento e a toda resistência.

Seja o vigia de sua própria Eternidade, dessa chama que cresce em você, enquanto o Coro dos Anjos toma-o em sua festa.

Seja pleno e inteiro.
Não deixe qualquer fragmento do que será despojado vir amputar o que quer que seja de sua Eternidade.
Isso é impossível, aliás.

... Silêncio…

Assim, nesse oceano de Paz mais vasto do que os universos, você comunga à sua própria essência e à essência de toda vida, porque a intensidade de nossa Presença reúne-nos em um único sopro e em uma única pulsação, ritmada pelo Coro dos Anjos e pela majestade do Amor.

Assim, você se convida, a si mesmo, à Felicidade de quem você é.
Assim, você convida o mundo a responder ao apelo do Amor e ao fim da falta.
Assim, no que você vive nesse instante, encontra-se o que apaziguará sua sede, porque é Ele que vem.

... Silêncio…

E aí, no Silêncio, aperfeiçoa-se o Canto da co-criação e a esperança infinita do Feminino sagrado.

... Silêncio…

Assim é a Obra no Branco, em sua manifestação una e universal, aqui, como por toda a parte.
Aí está sua evidência e a evidência de cada um.

... Silêncio…

Você, que está aí, você, que lê, não fique para trás.
Junte-se a nós, no Coro dos Anjos, e escute a sinfonia da Vida.

... Silêncio…

Assim, o Templo de sua Presença permanece vazio de todo obstáculo, e cria, em você, o Ardente Filho do Sol, o Ardente Filho da Verdade...
O Fogo da Vida consome, então, sem queimar, com uma chama perpétua que declama a Vida e a Liberdade.

... Silêncio…

Aí onde você está, está a majestade e a densidade do Amor no que você experimenta.

... Silêncio…

Você, que se considerou, frequentemente, como o Pelegrino da Eternidade, você é apreendido pela beleza do Amor, assim que não haja outro instante que não aquele.
Assim, ele o convida a juntar-se onde Ele se instala, na ardência de seu coração, no coração do coração.

... Silêncio…

Aí, onde está a Vida, está aí, onde você se tem...
E aí, eu lhe proponho viver... o Paráclito... nesse instante.
Você transcende, assim, todo tempo e toda história, no Acolhimento e na ressonância... abrindo, para sempre, em você, as doze portas de sua Eternidade, que ressoam, então, nas doze portas da Jerusalém.

... Silêncio…

Veja-o e, sobretudo, viva-o.

... Silêncio…

Assim, você é o Amigo e você é o Amado.
Você é aquele que, enfim, lembra-se do que jamais deixou em suas Moradas de Eternidade...
Aí está a liberdade e aí está o Fogo da Ressurreição, que o anima no êxtase e consome-o, sem queimá-lo...
Então, aí... nas doze portas abertas... cantam e dançam as Chaves Metatrônicas... de toda a gama dos possíveis e impossíveis... da Liberdade e do Amor.

... Silêncio…

E, ao mesmo tempo que minhas palavras afastam-se, o Verbo ressoa e instala-se em seu Templo.

... Silêncio…

E aí, quando tudo desaparece, aparece-lhe o íntimo da Vida... a Água de Vida eterna... que o sacia para sempre.

... Silêncio…

E aí... eu não o deixo.
Eu não o deixarei nunca mais, no silêncio ou em palavras.
Eu estou aí... porque você está aí.

... Silêncio…

Filho da Lei de Um, eu honro a sua chama e a Vida.

... Silêncio…

Eu me retiro e permaneço em você, abolindo toda distância.
Cabe a você alegrar-se com nossa Presença no tempo que você estima exato em seu tempo.
Fique aí, o tempo que precisar, para ser saciado e não mais ter sede.
Tome todo o tempo que é necessário para sua Eternidade.

Eu paro as minhas palavras e não a minha Presença, e decida, por si mesmo, o momento em que a sede está estancada.

Até breve, nas palavras.

... Silêncio…
---------------