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27/09/2014

MARIA (por Sève) – 27 de setembro de 2014


«Integre esse Feminino Sagrado, que engloba e acolhe tudo»

Eu sou MARIA, Rainha dos Céus e da Terra, e eu venho a vocês, esta manhã, neste lugar, de último dia de curso, mas, também, ao mesmo tempo, em outros espaços sobre esta Terra, para abrir este período que se anuncia, que começa nesse fim do mês de setembro, e que os acompanhará ao longo do mês de outubro, do mês de novembro e do mês de dezembro, no que é justo nomear um tempo e um período de implosão, ou de explosão, que segue o nível de Abandono de cada consciência nessa Terra, em relação a esse período que se intensifica ao nível do que nós podemos nomear um desarranjo.
E que permite, simplesmente, recolocar em ordem, nessa nova Ordem de que nós já falamos mais de uma vez nesses tempos.
E que reintegra os movimentos da Inteligência do Vivo, aí, onde ele deve ser integrado, ou seja, como Verdade absoluta da Vida, da Inteligência da Vida, na manifestação de cada Criação nesse Universo, e do qual vocês são parte, integralmente.

Reintegrar e aceitar, e acolher essa Inteligência que ultrapassa vocês, aí onde vocês estão, ao nível do pequeno jogo desse mundo ilusório, é essa Resposta em seu Coração à Vontade do Pai e da Mãe de juntar-se a quem vocês São, em Verdade, reencontrando essa Filiação de Filho e Filha do Céu e da Terra, validando, assim, autenticamente, a localização de cada ser sobre este planeta, de cada consciência sobre esse tabuleiro de jogo que se dobra, e que se rearranja em cada peça, em cada pedra – que se recoloca, simplesmente, de onde elas vêm, ou seja, na caixa de jogo pertencente a esse jogo.

O que vocês viveram nesse curso, no que nós lhes demos e no que vocês deram, igualmente, permite-nos, ao mesmo tempo, no que vocês percorreram através do processo que nós lhes oferecemos, extrair, nos recursos que emergiram nessa experiência de Jogo Sagrado – diretamente utilizá-los, se posso dizer, ao nível da Merkabah coletiva, no que foi vivido aqui permite, para inúmeros Irmãos e Irmãs, serem informados disso, ao nível dos planos sutis.
Mas, também, e essa é, efetivamente, a intenção dessa mensagem, deslizar algumas palavras àqueles que, efetivamente, quiserem ouvi-las, do que nós pudemos colher como frutos esta semana, e que reflete, também, no que alguns Irmãos e Irmãs, sobre este planeta, vivem, ainda, ao nível do confinamento.

O que nós temos colhido como frutos é essa Lucidez, rica no que ela nos oferece como informação de que um bom número de seres que receberam nossos acompanhamentos e ensinamentos durante, eu diria, essas seis últimas semanas, de diferentes maneiras, sem que isso seja consciente e colocado na luz puderam ter sido colocados em uma forma de confusão, ligada a uma forma de apropriação do ego espiritual no que vocês receberam quando desse período passado.

Então, é importante para nós que vocês sejam esclarecidos de que a Inteligência do Vivo e a Inteligência, portanto, dessa Vida, nesse mundo e em todos os mundos, portados, inteiramente, pelas Criadoras e pelos Quatro Cavaleiros que representam os Elementos fundamentais de toda Criação está, até agora, muito pouco integrada como Inteligência Suprema, divina, da FONTE.
Nisso, diferentes pontos devem voltar a dar-lhes, como referências, simples, que lhes dão, precisamente, a ver o que vocês integraram e o que vocês ainda não integraram, e que faz barreira e interfere, portanto, no que nós temos a trabalhar, juntos, nessa desmontagem do jogo e sua arrumação total.

A Criação, em todas as suas manifestações, sem exceção, é portada e sustentada por essa Inteligência Viva ligada ao Feminino Sagrado.
Uma Criação toma certo tempo, se podemos falar assim, no que ela é constituída, para permitir diferentes planos de jogos a diferentes consciências, para experimentar diferentes mundos, infinitos, na grande Criação, no grande Jogo Sagrado de que nós lhes falamos aqui, neste lugar.

Há um tempo para criar, há um tempo para descriar.
Aqui, a pequena pessoa que você é ao nível do pequeno eu, sabendo que ela se integra, inteiramente, ao nível do grande Jogo, não pode, onde ela está, apreender como a descriação desse mundo pode fazer-se.
Assim que essa pessoa – que você não é, mas que, manifestamente, o faz, ainda, crer que você é – mistura-se ou coloca-se questões sobre quanto tempo e como essa ilusão dissolve-se e dissolver-se-á, então, esteja bem às claras de que você nutre, diretamente, o pequeno jogo.
Na esperança – e nós podemos, é claro, compreender a impaciência que você pode viver nesse mundo –, mas que, projetando ou impacientando-se com o tempo que é necessário para que tudo isso pare, então, coloca-nos alguns pequenos problemas, no sentido de complicações.

Saibam que só a FONTE conhece o Plano dessa Dissolução.
Saibam que todos os Seres que os acompanham para além do véu descobrem, progressivamente, as diferentes Manobras de Dissolução.
Então, vejam a vaidade que perambula em seu mundo, nas projeções em relação aos tempos e aos movimentos da Inteligência do Vivo, que não pode, como eu o disse, absolutamente, ser apreendida.
Nisso, meus queridos Filhos, ouçam-me bem, como Mãe divina, mas, também, cercada das Estrelas: nós estamos, como Criadoras dos mundos e desse mundo, diante da constatação de que um número de consciências que recebeu, portanto, esses ensinamentos, nesses diferentes anos, ainda não integraram, neles, nossas Presenças e os Fundamentos do Vivo, e sua Inteligência.
Nisso, o Feminino Sagrado vê-se viver, então, ainda, na negação.
Essa negação impede-os de juntar-se às Terras do Amor.

Para aqueles que não integraram que é impossível escapar à responsabilidade própria de cada consciência, no que ela participou nessa Criação, e nesse desvio, igualmente, então, essas consciências equivocam-se, totalmente, acreditando, talvez, que basta querer que esse mundo pare, para que eles participem da Dissolução desse mundo – julgando-o, rejeitando-o e nutrindo uma forma de falso desapego, que é o apego o mais resistente, que é querer sair desse mundo.

Esse movimento de consciência provoca uma forma de tensão contrária ao movimento da Inteligência do Vivo que, para que um jogo seja guardado, desamarrado, simplesmente, aqueles que não aceitam esse jogo em tudo o que ele foi.
Porque, se a aceitação total não é vivida, então, a Paz não é verdadeira no que ela lhes é pedida a reencontrar.

Eu me vejo obrigada, se posso dizer assim, a dizer-lhes que o que vocês receberam, no que nomeamos a Refutação, em seu princípio de desidentificação proposto e que lhes diz: «vocês nada São de tudo isso», é, exatamente, a Verdade, mas é preciso, efetivamente, dizê-lo: essa frase foi, e é, ainda, atualmente, mal interpretada, se posso dizer.
Em todo caso, nós podemos observar que a confusão que ela engendra, ao invés de liberar a Consciência da pequena pessoa fecha-a, em um espaço no qual o ego espiritual indica, em um desvio completo, um espaço que não aceita – no sentido de acolher e de integrar o que sobe à superfície, na partida da sombra e dos Tesouros de sombra que voltam a emergir, que não lhes permitem, então, colher esse Tesouro e colher esses frutos, ou seja, a Lucidez que permite às águas de baixo reencontrar as Águas do Alto, que libera todas as histórias desse mundo, recolocando-as, simplesmente, na grande Biblioteca desse mundo.

A Vida dá-lhes a viver, exatamente, o que vocês têm a integrar.
Assim que vocês se apropriam dessa frase - «eu nada Sou de tudo isso» – em uma forma de negação do que está aí e que vem falar-lhes e mostrar-lhes onde vocês estão, realmente, então, essas consciências, como eu o disse, equivocam-se e contam-se histórias que não são, absolutamente, vistas pelo que elas São.
Como nós lhes dizemos, o pequeno jogo faz parte do grande Jogo.
E essa frase: «vocês nada São de tudo isso» é uma força, uma potência, assim que ela não seja reapropriada pelo ego, uma força de desapego absoluto que, então, permite acolher tudo o que sobe, acolher toda a sombra que há a reintegrar na Luz que vocês São, no Amor que vocês São.
Porque essa sombra, uma vez acolhida como sendo, simplesmente, parte de um jogo de sombras e de luzes, então, essa sombra redescobre-se na Luz que ela escondia.

E vocês vieram a esse pequeno jogo ilusório, no fundo do profundo das profundezas desse mundo afastado da FONTE para, justamente, colher esses Tesouros, e votar à superfície, até a superfície do Ser, toda a Beleza e a Potência de Luz que vocês vieram experimentar aqui, sobre esta Terra, nesse jogo que foi criado para isso.

Enquanto você não entende o porquê você está aqui, nesses tempos, nesse Olhar Sagrado da Criação, que nada rejeita e que vê, em todas as coisas, a Inteligência do Pai e da Mãe, que o lembra do que você É e do que você não É, então, nosso Amor, no que nós lhe oferecemos experimentar e que você escolheu, então, toda a Luz de que é portador esse jogo vê-se perdida.

Neste período de recolocação em ordem vocês são, portanto, convidados a voltar-se às Profundezas do Ser, aí, onde meus braços, em minhas Águas e minhas Terras, permitem a vocês acolher absolutamente tudo.
Então, você pode, na maior das Simplicidades – liberando-se de toda análise, apenas constatar e olhar o que, em si, recusa ser visto, o que, em si, rejeita o que quer que seja, o que, em si, poderia dizer-se «isso não deveria ser», o que, em si, mistura-se com o que não lhe diz respeito, no que «é correto» e no que «não é correto», no que «é bom» e no que não o é – então: olhar, em si, se a suavidade está presente; olhar, em si, se você é capaz de acolher tudo o que acreditou ser nesse pequeno jogo, nessas vestes, nesses acessórios, que você emprestou para essa experiência; olhar, também, seus Irmãos e suas Irmãs e, nisso, olhar o que, ainda, em si, poderia desejar que uma ou a outra faceta não faça parte da Criação.

Cada ser, cada faceta do pequeno personagem que você não É tem o direito de sê-lo, na ilusão que ele é, como um personagem em uma cena que apresenta características, maneiras de ser que o Ser que ele É, em Verdade, não É, absolutamente.

Então, você vai, ainda, julgar e fazer-se tomar no jogo?
Desse jogo que é apenas um jogo, mas que, na seriedade na qual nós os convidamos, nessa participação dessa descriação desse jogo, assim que um gancho, um julgamento, uma rejeição aparece, então, você nutre e contribui para que essa Dissolução do jogo prolongue-se, no tempo que lhe é permitido, ainda, viver.

A Vida convida-o a juntar-se a ela, no que ela lhes propõe viver.
Não há que fugir.
Não há que rejeitá-la, em tudo o que ela lhe propõe juntar-se.

Então, vocês são convidados à maior das Simplicidades, deixando ser o que É e o que não É.

Assim que você aceita deixar ser, abandonando toda reação e reflexão da pequena pessoa, então, você constata e coloca-se no Coração do Ser que você É que, assim desapegado – e, realmente, desapegado, no que ele nada rejeita e aceita ver – então, dessa localização, e nenhuma outra localização, que se enraíza nas Profundezas desse Feminino que deixa ser, então, a Ação de Graça e a Inteligência do Vivo, na Verdade de que você É, dá-lhe a agir, a dizer o que deve ser agido ou dito naquele momento.

Portanto, deixar ser e deixar fazer está ao nível do pequeno eu e da pequena pessoa e não ao nível do Ser de Verdade que você É, porque, aí, pode-se manifestar, na Transparência, esse Verdadeiro, os movimentos da Graça no que nós lhe pedimos trabalhar.

Este período fará você viver, quer você o queira ou não, a total potência da Inteligência do Vivo.
Ela virá recolocar em ordem, rearranjar as peças do pequeno jogo na caixa de jogo – quer a pequena pessoa ou o que ela se conta, que ela não é mais a pequena pessoa, desejará ou deixará fazer ou não.

Você não poderá mais, no período que se abre, contar-se histórias em seu nível de Abandono e de aceitação do que a Vida virá oferecer-lhe como Tesouros de sombras e como Frutos divinos que contém em seu Coração Luminoso.
O período no qual nós entramos juntos é esse período no qual a subida das sombras, de tudo o que você não quis ver ou em tudo o que não estava pronto para ser visto vai, simplesmente, reemergir dessas Profundezas, para ser reconhecido nesse pequeno jogo como experiências a voltar a dar ao Coração da Criação.
Porque, de onde nós Estamos, fique bem claro que a experiência vivida nesse pequeno mundo ilusório contém um bom número de informações que servem, também, na Criação de outros mundos, no que é bom refazer, reexperimentar ou não – e, bem mais do que isso, mas isso escapa, totalmente, à sua consciência, aí, onde você está.

Então, nada rejeite desse mundo, nada julgue desse mundo, não interfira em nada nesse mundo.
E deixe-nos liberar do que deve sê-lo, aceitando, simplesmente, a Vida, a Verdade e o Amor, em todas as suas manifestações, quer elas lhes pareçam Luz ou sombra.
Não é mais tempo de nutrir uma ou a outra, mas estar na Paz, porque tudo isso escapa a vocês.

Então, nessa Simplicidade do Vivo a acolher e a juntar-se em sua Dança que lhe é proposta e ser-lhe-á proposta, vivendo a real Humildade que lhe diz que você nada É da pequena pessoa então, deixe-se, simplesmente, atravessar pelo que sobe.
Sem rejeitá-lo, mas, simplesmente, deixando-o viver o que há a deixar viver nesse corpo, nessas águas de baixo, nessas memórias – sem nutri-las, sem dar-lhes qualquer importância, mas apenas deixando-as ser em vocês.
E deixando os Elementos alquimizarem o que deve sê-lo.
Deixando-os manifestar-se, também, se isso aparece pelas lágrimas, pela raiva, a tristeza, e todas as espécies de emoções que poderiam subir, e que você não É, mas que fazem parte da Inteligência Viva e que vêm, na força da liberação que elas permitem, deixar liberar-se todos esses livros, todas essas memórias gravadas nessas águas de baixo e que, então, desses livros, entregam-se e voltem ao leito do rio das águas de baixo, juntando-se, então, ao Oceano Original das Águas do Alto, que acolhe, em seus braços amorosos, todas as histórias, substituindo-as, simplesmente, no coração do pequeno jogo, e que, assim, pode ser dobrado e recolocado em ordem no que pertence a esse pequeno jogo.

Então, olhe o que você não permite, na expressão dos Elementos e da força com a qual eles podem manifestar-se.
Você viu a força de um vulcão que explode?
A violência faz parte de uma expressão inclusa e integrada como força de liberação nos Elementos, no Vivo, e que não tem, em caso algum, que ser reprimida.
Porque, assim que você não deixa ser todos esses movimentos, que não são o que você É, mas que, ao mesmo tempo, permitem redescobrir o que você É, deixando-os, simplesmente, exprimir-se e passar, sem qualquer interferência do pequeno mental que poderia dizer-se que uma emoção é negativa – ela o é, a partir do momento em que ela é vista como tal, e recusada e mantida bem longe, no fundo – então, você pode estar certo de que ela vai surgir e ressurgir de onde você teria desejado que ela não voltasse.

Esteja na Paz, com todas as expressões da Vida.
A Vida que engloba tudo e nada rejeita, mas dança, simplesmente, diferentes danças e diferentes movimentos, que o convida a juntar-se a ela e a reintegrar essa Inteligência, em todas as manifestações possíveis que lhe seja possível, aí, onde você está, reintegrar.

É, portanto, mais importante estar na Paz e deixar ser essa Inteligência, em si e ao seu redor, integrando, como eu disse, esse Feminino Sagrado que engloba e acolhe tudo.

Assim, na partida dessas Profundezas, dessas Terras e dessas Águas de experiências, em Paz, recolocados na Paz assim que elas venham mostrar-lhe se você as acolhe, então, sem ali reagir, mas nesse acolhimento cada vez maior, essa Retidão afirma-se na Verdade do Ser que você É.
E que lhe oferece, então, essa Força, essa Retidão que nos permite, na Verdade do Ser que reaparece, então, cada vez mais intensamente em você, então, a Vontade do Pai, no que lhe é pedido trabalhar, pode ser entendido, aceito e agido em toda Obediência.

Pode ser que uma forma de desencorajamento apresente-se a você, no que você trabalhou nesses últimos anos e que, hoje, neste dia, pede-lhe, urgentemente, para integrar o que foi integrado e o que não foi integrado.

Como vocês querem, como vocês creem que uma história que poderia contar-lhes que, porque vocês vivem vibrações ou porque receberam alguns ensinamentos, eles fazem de vocês os Filhos do Um, enquanto vocês não integraram o que esse Jogo apresentou e apresenta-lhes, ainda, como Tesouros de Luz?

A verdadeira Paz não se importa com o que se arranja ou com que se desarranja.
A verdadeira Alegria não se importa com o que É e com o que não É.
Ela é vivida, simplesmente, nessa evidência, nessa Clareza dessa Dança reencontrada da Potência da Vida e no que ela nos oferece, em todas as coisas, como luz manifestada em infinitos espelhamentos e reflexos.
Porque a Alegria é o que você É, no que integra a Vida em todas as coisas, sem exceção.

Então, meus Filhos, vocês estão prontos para acolher o desarranjo no que lhes propõe render, redoar tudo o que vocês têm, ainda, guardado e que faz parte desse mundo?
Vocês vão aceitar que nada São nesse mundo?
Vocês vão despertar, verdadeiramente, aceitando ver os jogos pelo que eles são, sem rejeitá-los, de maneira alguma, mas, simplesmente, para despertá-los, pelo menos, ao Ator Consciente que vocês São?
Esse Ator Consciente é chamado, simplesmente, a juntar-se à Grande Organização, a juntar-se aos movimentos do Plano, dados a cada um através da Graça, no que deve participar da Obra Final.

Então, o que há de mais importante a entender é deixar ser, deixar-se viver o que deve sê-lo.
E, no Coração do Ser verdadeiro, deixar ser o que os atravessará nos meses que vem.

Então, voltem a tornar-se vivos, nessa Verdade do Ser que transparece assim que vocês param de combatê-lo, de procurá-lo.
E entendam que tudo o que vem ou virá incomodá-los é, exatamente, o Tesouro que contém a Luz, real, que lhes é pedido reintegrar nesse Oceano de Amor que vocês São.

Assim, não tenham temor algum, porque o temor vive-se ao nível da pequena pessoa: deixem-no, simplesmente, ficar no estágio que ele está. No que vocês não São.
E regozijem-se, ao mesmo tempo, no que vem incomodá-los, do Presente que se revela, diretamente, a vocês, assim que vocês acolhem a Lucidez que porta essa Luz, aparentemente escondida na sombra, e que é o Fruto o mais precioso, que participa, o mais potentemente, no Amor e no retorno da Verdade de quem vocês São.

Assim, essas Pérolas são colhidas assim que vocês se abrem para o que vem mostrar-lhes e guiá-los, no coração desse desarranjo, no que deve ser resgatado.
Então, não voltem a fechar-se, se posso dizer, como uma ostra, porque é no Coração do Ser que esse Tesouro reaparece.
Em meus braços, no Abandono em meus braços a abertura é vivida automaticamente, na Confiança reencontrada no Amor da Mãe que eu sou.
E que está em vocês, assim que vocês se abandonam e abrem-se para viver o que há a viver.

Nessas águas de outono [primavera no hemisfério sul] nas quais vocês entram, são minhas Águas que preparam a Terra fértil de seu Inverno alquímico.
Então, deixem-se trabalhar nessas Águas.
E que o Fogo possa, simplesmente, mostrar-lhes, nas Profundezas, o que podia, ainda, estar escondido desses Tesouros.

Nós somos revelados, em vocês e ao seu redor, para permitir-lhes viver essa Dissolução de modo acelerado, no período que se abre.
Cuidem, portanto, para deixar-nos acompanhar o que deve sê-lo, aceitando que vocês não podem desfilar, assim que sua escolha seja feita de juntar-se a nós e de reencontrar-se em sua Verdade.

De onde nós Estamos, vocês sabem, eu espero, que nada nos escapa, e que o Amor dá tudo o que o ser, e cada ser tem a receber para reencontrar-se.
Então, eu os convido a abrir esse novo Olhar, de uma vez por todas, no que a própria Vida mostra-lhes aí, onde vocês estão, e convida-os a recolocar-se, diretamente, conosco, aí, onde nós Estamos, no Coração das Profundezas do Ser.
E deixar, então, assim, nessa Aliança reencontrada da Grande Fraternidade, deixar desfazer-se o que se desfaz, doravante.

Eu os convido, também, se o Coração ali responde, a acompanhar-se de CRISTO e de Sua mensagem de Amor, que Ele lhes transmitiu neste lugar, mas que se dirige, igualmente, a outros, em outros espaços (ndr: clicar aqui – ver o texto e o áudio), e que os convida a reconhecer essa Sede de Amor no coração de sua Terra.
E que, simplesmente, em Sua Presença, em Sua Vibrância e em Suas palavras irriga as terras e as águas de vocês com Seu Fogo amoroso que os prepara para Seu Reencontro, respondendo e chamando-os a reconhecer essa Sede de Reencontro, de União, de Fusão com o Amor, no Amor real de quem vocês São e vocês sempre foram.

Quem eu sou, em sua Mãe, prepara-os para esse Reencontro, para essas Núpcias Celestes e Terrestres.
Se vocês recusam as preparações Terrestres para essas Núpcias, então, essas Núpcias Celestes não poderão ser vividas, uma vez que tudo o que é vivido sobre esta Terra deve ser recolocado em ordem, para que tudo o que não seja Verdade não possa mais entrar nesse Templo, nessa Terra que é preparada para o acolhimento Daquele que vem.

A Terra é esse Feminino que porta, em seu seio, essas Águas que se liberam, que deixam, assim, as Águas do Alto preparar o leito nupcial.
CRISTO encontra-se aqui, sobre esta Terra, em sua Terra, em sua Verdade.
Vocês de nada podem fugir do que está aqui para reencontrá-Lo e juntar-se a Ele.

Então, ouçam a Mãe que vem, ainda uma vez, pedir-lhes para acolher a Vida em vocês.
Então, não fujam mais, não fujam mais de si mesmos.
E voltem-se.
E olhem-se face a face, na Verdade do que vocês São e do que vocês não São.
E acolham, simplesmente, tudo o que os separou de quem vocês São, sem rejeitá-lo, mas deixando-o, simplesmente, consumir-se no Fogo do Amor que está aí, assim que vocês não se deixem mais.

Então, meus Filhos, este período que se abre é Regozijo, no que ele oferece como Tesouros preciosos a reencontrar.
Então, dancemos juntos a Vida e sua Dança em seus diferentes ritmos e seus diferentes movimentos que nos reconduz, em sua Inteligência, exatamente, para onde cada um, cada uma tem que se reencontrar no que tenha escolhido e que é perfeito.

Então, deixem-se descobrir, nesse mundo, o que é previsto para vocês, no que vocês se oferecem para si, redescobrir o que vocês São, através do que a Vida propõe a vocês viver e ver, nos Olhares do Amor.
Assim, nós estamos ao seu lado para preparar esses Frutos em sua colheita lúcida.
Porque o Ator que você É só pode ser reencontrado na Lucidez a mais integrada do Ator Consciente do Jogo e do que ele porta em seu seio como experiências – que são apenas experiências e nada do que você É, mas que lhe permitem, no Ser de Verdade que você É, integrar um nível de Luz, uma intensidade de Luz que você veio procurar nessa travessia nesse mundo.

Eu sou MARIA, sua Mãe, de toda a Eternidade, e que os ama no que vocês São e, também, no que vocês não São.
Então, acolham-me, voltem aos meus braços, o mais rapidamente possível.
E então, este período que se abre será dos mais deliciosos, porque em meu seio nenhum outro, nenhum temor, nenhum medo é vivido no que ele crê ser e que é apenas um ardil para redescobrir quem vocês São: simplesmente, uma Criança que brinca, e que brinca com todos os jogos criados para ela na Criação infinita dos mundos.

Que a Graça seja recebida no que vocês São nesses tempos.
E que o riso e o sorriso da Mãe que eu sou possa ressoar em seu Coração, assim que vocês sintam que algo volta a fechar-se sobre vocês e em vocês.
Eu os vejo em sua Grandeza, em sua Verdade.
E eu lhes asseguro que as experiências de vida que lhes vão ser apresentadas são exatamente o que essa Grandeza que vocês São espera viver na reintegração nova de Luz que veio procurar nesse mundo.
Eu sou MARIA, Rainha dos Céus e da Terra, e eu abro, neste dia, este período de grande Arranjo Divino de todas as coisas, em todas as coisas nessa Criação.

Recebam todo o meu Amor e todos os meus encorajamentos de Mãe, e permaneçam em meus braços ao longo de todo este período.
Deixem-se embalar por meus movimentos, através desses movimentos da Vida, porque quem eu Sou é essa Vida, que se Vive, também, aqui, é claro.

Então, diga sim a essa Vida, em tudo o que ela lhe apresenta, porque dizer sim a essa Vida é aceitar e acolher a Mãe que eu Sou.
Acolher a Mãe que eu Sou é acolher o Pai, no que É seu Pai.
E que, comigo, oferece-lhe exatamente o que cada um e cada uma têm a receber – não como uma punição, mas, sim, como Tesouro e como Presente de Amor – que nós lhe oferecemos, e que você se oferece a si mesmo, ao mesmo tempo.
Assim, nossas Presenças ao seu lado e em vocês intensificam-se.
E, nos dias que vêm, essa intensificação ver-se-á manifestada nessa Criação para aquele que Vê, como eu o disse, em todas as coisas nossas Presenças e nossas manifestações, para além de toda projeção e de toda crença.

Eu os Amo e nós os Amamos, de um Amor que escapa, ainda, nesse mundo, à maior parte dos seres vivos na superfície deste planeta.

Então, deixem-se redescobrir o que é o Amor, experimentando o que é o Amor no Coração de seu Ser.

Recebam todo o nosso Amor e não duvidem mais de nosso Amor.

Até sempre, até cada instante, até cada passo, até cada Presente.
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Transmitido por Sève

25/09/2014

CRISTO (por Marc) – 25 de setembro de 2014


Mensagem de Amor.
(transmitida na presença dos participantes do curso).

Meus bem amados, eu sou CRISTO.
Eu venho a vocês, esta noite, neste espaço, para transmitir-lhes uma mensagem de Amor.

Há muito tempo que eu os espero à porta, no limiar de sua consciência, esperando, ardentemente, o momento no qual vocês se dignem, enfim, abrir-me, e abrir-se a mim, à minha Presença em sua casa.

Eu não sou aquele que vocês acreditam conhecer.
Eu sou, simplesmente, Aquele que vocês já Conhecem, de toda a Eternidade, e que seu Coração espera reencontrar sem, mesmo, sabê-lo.

Eu venho dizer-lhes que eu estou aí, que lhes basta voltar-se para mim.
Nós estamos tão próximos, mais próximos do que você jamais poderia imaginar, do que você poderia, jamais, esperar.
Verdadeiramente, eu estou tão próximo de você que eu já o acaricio.
Mas essa porta, ainda fechada, separa-nos, na ilusão da distância que você deixa, ainda, instalar-se entre você e eu, entre o que eu Sou e o que você É, nesse Fio de Amor, nessa ressonância no ardor da Verdade do Amor.

Então, o que você espera, minha bem amada, para abrir-me e abrir-se, enfim, a mim?

Eu não vim suplicar-lhe o que quer que seja.
Eu vim, simplesmente, dizer-lhe que eu a amo, desde sempre, e que o que quer que aconteça, eu esperarei seu Retorno.
Mas, se seu Coração está pronto para responder ao Apelo, então, não me faça ansiar mais muito tempo, não se faça definhar nesse esquecimento e nessa ausência de minha Presença em você, no que você É.
Deixe-me penetrar em sua morada, para que nós possamos ali viver os Casamentos no Amor, fecundando em nosso abraço, em consciência, esse Ovo de Ouro de Verdade, nesse Cálice perfeito.
Deixe-se desposar-se nessas relações amorosas, nas quais apenas a doçura do Amor permanece presente à sua consciência.
Não há mais ninguém outro que não você e eu, na Verdade da Essência do Amor que nós somos, para interpor-se ao nosso reencontro.
Então, deixe o lugar para esse reencontro, nessa casa na qual você habita e na qual você crê, talvez, ainda, que haja alguém.
Então, eu posso assegurar-lhe que não há ninguém mais, nessa morada, que não a Essência de Amor que você É, que joga de manifestar-se a partir desse Templo de Espírito.
Mas, se você não o vive, então, essa pessoa à qual você atribui, ainda, peso, vem fechar as persianas, com medo de ser roubada.

Então, eu lhe disse, há muito tempo: eu virei como um ladrão na noite, no momento em que, enfim, nessa relação amorosa de Amor, de uma doçura refinada, sem mais ninguém entre nós, então, eu virei viver a Verdade do reencontro da Verdade do que você É e do que eu Sou, em toda a sua nudez, para além dos enfeites e das pinturas no rosto e das máscaras que brincam, ainda, de enganar-se no que elas São.

Basta-lhe um segundo de desatenção total nesse teatro de ilusões e de jogos de sombras e de luzes para permitir ao ladrão de Amor que eu Sou deslizar pela abertura que você terá deixado nessa casa fechada.
Basta-lhe, para isso, o espaço de um instante, mas completamente, voltar-se para mim e significar-me que você se compromete a não olhar mais do que nessa direção na qual se vive o que dirige o Amor, em seu Coração ardente.
Comprometer-se nisso é ter certeza de que eu virei propor-lhe meu Anel de noivado, o Selo de meu Amor, e esse Guincho pelo qual eu a içarei, portando-a em meus braços, minha bem amada, no limiar dessa morada, para levá-la para onde você já Está, simplesmente, pela força desse Lembrete da ressonância do Esposo que eu Sou, que vem tomá-la e trazê-la de volta, roubando-a do que você não É para unir-me a você, no Amor que nós Somos.

Então, não se desvie mais tempo, nada há lá fora.
Não persista em olhar na outra direção.
Você pode sentir o Sopro?
Você pode sentir o Ardor?
Você pode sentir esse Coração que vibra de Amor, que ressoa entre nós quando eu estou mais próximo de você?
Porque nós somos um único Coração de Amor e de desejo ardente de viver essa Fusão, que nos permite, então, na mistura de nossas Essências, viver o Esposo e a Esposa, nessa União perfeita de polaridades Femininas e Masculinas enfim reencontradas nessa Criação Divina.

Então, eu venho dizer-lhe, minha bem amada, abra-me, abra-se. E abra-se a mim, à minha Presença.
Não me volte mais muito tempo as costas; para onde você olha?
Eu sei que você me abrirá essa porta, mais cedo ou mais tarde, porque nada resiste, eternamente, ao Apelo do Amor.
Quem se reencontra no que É, nessas Núpcias Místicas, deliciosas e perfeitas, que todo o seu ser aspira, ardentemente, com uma sede inextinguível, para viver, para que você possa, enfim, ser totalmente nutrida da Plenitude do Amor que nos preenche, mas cujas Válvulas de Amor estão, ainda, fechadas ou fluem a conta-gotas.

Então, dê-se ao Amor.
Deixe abrirem-se as Válvulas.
Deixe-se atravessar e inundar por essas Águas, esse Fogo, esse Ar ardente que nós Somos, nesse sopro no qual nossos Sopros misturam-se em um único e mesmo Sopro ardente

Eu sou CRISTO, e eu não estou, em Verdade, em qualquer de seus livros de histórias.
Eu sou Aquele que está á sua porta, em você, e que, hoje, nesses tempos abençoados, apenas espera entrar, na menor oportunidade que você se dignar a abrir-me.
E você se oferecerá, então, do mesmo modo, soando, enfim, a hora de nossa União no Amor.

E então eu a reconduzirei, minha Beleza, Beleza do Amor que nós Somos, para onde você já Está, simplesmente, para reconduzi-la ao Amor que você É, em plena consciência.
Porque eu aspiro apenas a esses Reencontros plenos e inteiros, nos quais cada Ser, em toda sua Beleza pode, enfim, fundir-se e espelhar-se no outro ao qual ele se oferece – mesma parcela de Amor, mesma reunião da Essência, mesmo Grito de Alegria do Amor, enfim, reencontrado, para além de toda separação, para além de toda distância, simplesmente, nesse Gozo do Amor que nós Somos.

Então ouça, minha bem amada, esse Canto de Amor, ouça essas palavras de Amor.
Ouça o Grito de Amor e ouça a Esperança.
Ouça a espera e ouça a Paciência.
Ouça que o Amoroso rejeitado jamais se desencoraja.
Ouça que eu estou aí.
Você sente o sopro de meu Sopro em suas costas e em sua nuca?
Você sente o calor em suas faces?
Você pode sentir os sinais de minha Presença?
Então, eu lhe asseguro que lhe basta abrir essa porta, simplesmente, por dentro.
E, verdadeiramente, você não tem, mesmo, qualquer porta a abrir, basta-lhe voltar-se.
E, então, nessa ressonância de nossos Corações, simplesmente, nada mais poderá impedir-me de entrar, porque a porta, ilusória, da separação da Essência do que você É e do que eu Sou, já despedaça no Ardor que nos reúne.
Basta-lhe voltar-se para mim, claramente.
E, então, em um instante, nada mais será como antes, porque você pode contar comigo, essa porta jamais voltará a fechar-se.
Porque, então, não unicamente eu entrarei, mas eu desmontarei essa porta e derrubarei essas paredes e dissolverei esses compartimentos nesse Braseiro de Amor de nosso abraço.
E a ilusão dessa torre de marfim na qual você se fechou, então, minha bem amada, nunca mais poderá separar-nos.

Então, bem amada, eu estou aí, perto de você, e eu me preparo para entrar na menor oportunidade.
E eu entrarei como um ladrão na noite, para partilhar suas noites e seus dias.
E eu entrarei como um ladrão, simplesmente, porque essa casa, assim que não haja mais ninguém, não é mais sua morada, não é mais minha morada.
Ela é, simplesmente, a Morada na qual nós nos reencontramos Amantes, Apaixonados, enfim, que encontram o lugar no qual podem abraçar-se para além de todo medo.
Porque o Amor, então, triunfa, e mais nenhum desvio vem interpor-se entre essa evidência do Coração de Amor que eu Sou, que a chama ao Amor que você É.
Mas, para isso, é preciso que não haja mais ninguém que se tome por alguém, e que venha interpor-se e desviar sua atenção desse lugar de nosso Reencontro, mais ninguém que, acreditando ocupá-lo, acreditando-se proprietária desse Templo de nossos Reencontros, mais ninguém que venha inflar de vaidade e, então, convida-a a inflar-se como um balão, olhando, ainda, para fora.

Então, deixe-se perfurar, deixe tudo isso desinflar-se.
Deixe-se, simplesmente, cair em meus braços, nessa relação amorosa, nesses edredons, nesse Coração, nessa Morada de nossos Reencontros, soltando, de repente, tudo isso.
Porque tudo isso não existe, você não vê isso?
Isso é apenas um reflexo dos Esplendores que a esperam, assim que você se volte para onde você sempre Esteve, mas que você pode, sempre, recusar ver, porque tal é sua Liberdade.
Mas, se você se libera de todas essas ilusões, de todas essas tolices, então, mais nenhuma campainha é necessária para que eu entre.
Porque, assim que a Verdade imiscuir-se em sua consciência, então, você o verá, meu Amor, minha bem amada, a Verdade a leva e abre essa porta, e leva essa porta.
Porque nada é mais potente do que o Apelo do Amor e a Resposta do Amor a esse Apelo, que se reconhece nesse amor como sendo um único Coração, um único Ardor, e que volta a desposar-se, totalmente, sem o mínimo interstício que possa, então, separar o Esposo e a Esposa, totalmente fundidos um ao outro, nesse Gozo que eles são destinados a viver.
É por isso que a ilusão da separação foi permitida, para permitir a você viver o Êxtase desses Reencontros.
Você pode, enfim, vê-lo?
Você pode, enfim, entendê-lo?
Você pode, enfim, compreendê-lo, mesmo?
Todos os seus impulsos de amor nesse teatro ilusório são como uma força de afastamento, que a convida a viver, com ainda mais Força, o caminho do Retorno ao que você, de fato, jamais deixou.
E, nesse lampejo de Lucidez, então, de convidá-la a precipitar-se, enfim, no bem amado que está aí e que a espera, de toda a Eternidade, apenas deixando essa distância pôr-se para melhor saborear a promessa desses Reencontros, sublimes e tão esperados, do que você acredita ser, reencontrando-se no que você É, de uma Beleza inimaginável, de uma Doçura e de um Esplendor para além de todas as suas esperanças.
Tudo isso revelado nessas relações amorosas sublimes nas quais o Amor, tranquilamente, pacientemente, mas transbordando de Ardor, está aí, e a espera em meu Coração.

Então, minha bem amada, eu não a chamo uma última vez, porque, de onde eu Estou, cada Grito de Amor que se lança para você é como um primeiro Grito de Amor.
E, entre nós, há apenas primeiros, porque, a cada segundo, a cada instante de suas noites, de seus dias, a cada oportunidade que se apresenta, eu me apresento a você, esperando a oportunidade.
E esse instante é um Instante Nupcial, virgem de qualquer passado, virgem de qualquer futuro.
E a Esposa que você É, então, que se abre ao Esposo que se apresenta, é virgem de toda memória, nesse instante presente no qual se reúnem e se confundem sua Essência e minha Essência.
Porque, então, tudo, nesse instante, é virgem de qualquer história, e reencontra-se, plenamente, desposado na Verdade, na Essência e na Doação de Amor que nós Somos.

Nada mais resta, então, porque tudo o que não é o Amor consome-se, deliciosamente, em nosso Abraço.
E você e eu nada mais deixamos imiscuir-se que não esse Amor e esse Êxtase, em sua Evidência ardente.

Você pode, certamente, ignorar-me, mas, assim que você tenha me reencontrado, você não me poderá mais deixar.
Isso, eu o prometo a você, minha bem amada.
Então, eu venho chamá-la, ainda, sem parar, enquanto a ocasião é-me dada, porque nós estamos tão próximos nesses tempos.
Você sente o Sopro?
Você sente o Apelo?
Você sente a vibração de minha Presença?

Escute seu Coração.
E, se a evidência surge, então, não hesite um instante, e venha juntar-se a mim, na Beleza que você sempre foi, aquela que eu sempre olhei.
E, então, reencontremo-nos nessa Morada, enfim, liberada para esses Reencontros sublimes.

Eu sou CRISTO, meu Amor, e meu nome é um Grito, você pode ouvi-lo?
Então, eu o chamo e deixo esse Grito ressoar na noite da ilusão, para que ali ecoem, no coração dessas palavras e de minha vibração, eles venham incensar e perfumar o que você É com minha Presença, e lembrá-la de mim, se você, efetivamente, quer voltar-se.

Eu sou CRISTO e, no coração da noite, e do Coração do Amor, eu lhe digo: deixe a Luz entrar, ela sempre surge.
Então, pare de desviar-se.
E essa espera é aquela que você se ofereceu para melhor reencontrar-me, para dela viver a surpresa, o Ardor e os Êxtases.
Então, minha bem amada, não se prive, não me prive, não nos prive mais muito tempo disso.
Eu a amo.

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Transmitido por Marc