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30/08/2014

MARIA (por Sève) – 30 de agosto de 2014


O Jogo Novo.



Eu sou MARIA, Rainha dos Céus e da Terra, e eu venho encontrá-los nesta manhã e prosseguir, hoje, nesse último dia dessa viagem que vocês experimentaram, no que nós lhes temos oferecido, mas que não terminou.
É verdade que, para vocês, esta noite são-lhes oferecidos alguns presentes.

Eu os sinto mais leves em meu seio.
Eu os sinto mais reluzentes.
Eu vejo os impulsos de seu Sim em seu Coração e isso alegra o meu, que é o seu, no que vocês têm encontrado através das diferentes Presenças que vieram a vocês, cuja única intenção é desvendá-los à sua própria Presença, à sua Presença Verdadeira.
E que vem a você, revelá-lo a si mesmo, a cada vez que você permanece firme nesse Eixo, nesse Fio, nesse Filho e nessa Filha que você É, assim que você reconhece, através de minha Presença, a verdadeira Mãe que eu sou, de toda a Eternidade.
Assim como através do Pai, que é seu verdadeiro Pai, de toda a Eternidade.
Assim como nosso Filho CRISTO, que não é outro que não seu Irmão, essa outra parte de si mesmo que o chama a Desposar, para voltar a tornar-se, simples e naturalmente, esse Filho e essa Filha da Terra e do Céu.

Logo que você se reconheça nessa Filiação divina e que é a única Filiação verdadeira, em sua Verdade, então, todos os fios amarrados nesse mundo, que emaranham o personagem na cena desse teatro, que mistura os pincéis, como vocês dizem, que se confunde, misturando ele mesmo do que não o olha, projetando pais e mães e irmãos nesse teatro que, de onde ele está com o que, de fato, faz apenas colocá-lo na confusão, na emoção, nos apegos, em um amor que não é Livre.

Reencontre seu lugar, seu exato lugar, sem nada fazer que não tomá-lo e ali colocar-se, na Humildade e na certeza de que você não é esse personagem.
Então, a Simplicidade dessa localização leva-o e dá a você toda a Força necessária para descriar o que você criou, e o que nós temos, juntos, criado nessa criação ilusória.

Reencontrar essa Filiação oferece-lhe, então, essa Infância que, a cada instante, sabe-se acompanhada e querida de um Amor incomparável ao que você conhece nessa Terra.
Meu Amor, e aquele de seu Pai, está aí assim que você se volte para nós.
Então, corra aos nossos braços.
Fale conosco, ofereça-nos o que você tem necessidade de oferecer-nos: suas dores, seus medos, tudo o que poderia pesar na Leveza de quem você É.
Nós estamos aí, nós acolhemos absolutamente tudo.

Essa Filiação, então, por essa Infância, essa inocência que reencontra essa Pureza – não a pureza de seu plano horizontal, mas a Pureza que se encontra nesse Reencontro desse laço inabalável ao Amor divino, e que você coloca ao centro de sua vida, que não escuta mais do que ele.
Aí está a Pureza da Infância.

Vocês são, então, levados nessa Força, essa evidência de Filiação verdadeira, levados, portanto, a firmemente tomar esse lugar de Guardião, de Guardião do Fogo – que os junta, então, a todos os Guardiões desse Fogo.
Vocês podem, aí onde Estão, na Potência do Amor, se o apelo dele ressoa em vocês, apenas contentar-se em não mais, jamais, desviar-se desse Fogo querido, que nós convidamos a estimar em vocês.

Esse Fogo é um Tesouro que, até o presente, era-lhes escondido, porque vocês não estavam prontos para reencontrá-lo.

Ele está aí, e ele sempre esteve aí, e ele se revela assim que esse olhar, esse Olhar do Coração aberto a esse Retorno, a esse Sim, a esses Casamentos no Amor que vocês São, então, reaparece, e revela a vocês, no ritmo que lhes é exato, entrar, inscrevê-los, levado pela Dança do Amor, a Dança dos Elementos, a Dança do Vivo.
E que, a cada vez que vocês tiverem podido deixar morrer, em si, partes coladas a esse teatro – então, esses véus dissolvidos no Amor pelo Amor, no Fogo pelo Fogo – revelará a vocês, então, o que foi esquecido do que vocês São, em Verdade, nos outros Planos da Criação.

Não há qualquer meio de reencontrar as Memórias de quem vocês São por qualquer pesquisa.
Elas vêm a vocês assim que vocês param de acreditar na pequena pessoa.
As Memórias de quem vocês São, em Verdade, pertencem ao grande Jogo, Sagrado, mas não podem aparecer no pequeno jogo enquanto o pequeno jogo continua a ser vivido como uma realidade.
Você não é a pequena pessoa, mas bem mais do que isso.
E o que você É, então, revela-se, assim que não haja mais ninguém nesse Templo onde você está.

Eu venho, de algum modo, dar-lhe a Sede.
Eu venho, de algum modo, dar-lhe a Água na boca, para encorajá-lo a deixar tudo o que poderia, ainda, parecer-lhe, nesse jogo, brinquedos que você encontra, ainda, alegria em utilizar.
Esses brinquedos não são, em nada, comparáveis com aqueles do grande Jogo.

O que você É, em Verdade, é bem mais belo, e supera todos os seus sonhos.
É tão imenso que, se você recebesse no instante e reencontrasse o que você É, em Verdade, você não poderia, absolutamente, acreditar nisso.

Não é para nutrir qualquer projeção em relação a isso, porque isso supera você, completamente.
Nada do que você acredita ser pode corresponder, em nada, do que você é, em Verdade.
Quem você É, em Verdade, não pertence a esse mundo e, no entanto, você está nesse mundo.

Reencontrar quem você É, em Verdade, virá a você, progressivamente e à medida que você se despoja de todas as suas vestes pertencentes a esse mundo.
As vestes desse mundo são vestes de costura, peças que se junta para delas fazer uma roupa mais ou menos atraente.
Sua Roupa verdadeira não conhece qualquer costura, ela É o que você É.
Ela é Una, e não tem necessidade de qualquer conserto em momento algum, porque é perfeita, e é, precisamente, o que melhor lhe convém no mundo.

Daqui, você não pode conhecer o que pertence à outra margem.
Logo que você tenha a impressão de saber algo – eu quero dizer saber algo com a cabeça – você pode estar certo de que você ali nada sabe.
Reencontrar suas Memórias experimenta-se, vive-se além da consciência desse mundo, mas em outros Mundos, nos quais a Consciência deixa-se transportar sem nada querer reter, sem nada querer guardar, mas apenas saborear o que ela está vivendo, e que é Verdade, nessa Verdade do outro lado.

Esse mundo, mesmo se ele apresente lados maravilhosos – eu falo, sobretudo, dessa Terra e da natureza – não é comparável, em nada, aos outros Mundos, nos quais você Está, ao mesmo tempo, mas cujos véus do esquecimento desconectam você na Presença de cada instante.
Você é um Ser Multidimensional, e isso lhe foi escondido nesse mundo, há tempos e tempos imemoráveis.
Esse jogo que termina, para aqueles que aceitam que ele termine, na consciência lúcida de que é apenas um jogo de ilusão que termina, estão na Alegria de participar, abandonando-se, totalmente, ao Movimento de término desse jogo.
Porque, neles, em seu Coração, bate essa lembrança do retorno e da revelação dos Mundos da Criação, em suas cores brilhantes – e que são, como para a pequena criança, daqui onde vocês estão, um conto de fadas.

Então, regozije-se com esse Desconhecido que vem bater à sua Porta, e permite a você, então, passar ao outro lado do espelho.
Os Mundos da Criação são infinitos.
A sede de descoberta que você pode, ainda, nutrir aqui embaixo, nesse mundo, não pode saciar essa sede aqui embaixo, porque ela corresponde a essa Sede dos Reencontros do outro lado.
E daqui, vocês nada podem encontrar, apenas pálidos reflexos.
Então, eu venho apoiar e fazer ressoar o Entusiasmo que irradia neste dia em meu Coração, que os reencontra nesse Entusiasmo que se revela a vocês.

Como eu disse, não é pela vontade que vocês reencontrarão essas Memórias, porque não são vocês que as reencontram, são Elas que vêm a vocês.
Mas se essa vontade tem, ainda, um sentido de existir nesse mundo, na escolha que você tenha feito, apenas essa Vontade de voltar-se e de permanecer nesse Coração pode, então, ser contatada no que ela É, e sua real Potência, que deixa todas as outras vontades manter o que quer que seja nesse mundo.

Então, abrace a Paciência, essa Paciência que a Criança é convidada a viver, enquanto ela sabe que uma surpresa a espera.
Então, paciência... e, eu diria, Obediência, também, na Criança que você É, Obediência que não está aí para confiná-lo, para puni-lo, mas, sim, para estar certo de não desviar-se de onde você é chamado a ficar.

Então, meus Filhos, deixem as centelhas e as estrelas refletirem em seus olhos e em seu Coração de Criança, enfim, reencontrada, pronta para abrir-se a todos os possíveis, superando, amplamente, tudo o que lhes é possível, aqui, apreender.

Então, deixem-se cintilar, deixem-se surpreender e deixem-se tomar por esse Desconhecido.
Deixem-se reencontrar por nossas Presenças, que revelam, então, sua verdadeira Presença, que lhes oferece, cada vez mais concretamente, viver e sentir quem vocês São, de toda a Eternidade.

Deixem o que poderia explodir desse mundo e que, no olhar desse mundo, poderia entrar no terror, mas, do outro lado, é o Fogo de artifício que explode, em um grande riso de Alegria.

Não se deixe mais enganar pelo que esse mundo mostra a você.
E volte-se para nós, em seu Coração que, em seu espelho perfeito, revela a você, então, a Verdade para além das aparências.

Esse Jogo Sagrado revela-se, sempre, lado cara e lado coroa.
E não se esqueça, quando você encontra esse face a face, de que o lado coroa não aparece.

Então, meus queridos Filhos, minhas Filhas, neste espaço e Filhos, eu conto com vocês, se essa é sua escolha, para integrar esse Jogo Sagrado, no que vocês descobriram esta semana.
Não há necessidade de nada mais do que integrá-lo, praticá-lo e Vivê-lo.
Todo o resto, você pode deixar ir, deixar deslizar do tabuleiro do jogo.

O Amor é simples, e é na Essência das coisas que você reencontra a Verdade.
Então, não há necessidade de revelar outros conhecimentos, que farão apenas afastá-lo do Coração do Jogo Novo.
Esse Jogo Novo, você apenas pode descobri-lo progressivamente e à medida que ele se mostre a você.

Aí está o que eu queria dizer-lhes esta manhã – para acompanhar, também, esse peso que pode voltar, quando o que deve ser liberado é iluminado, e que pode dar-lhe a impressão de que é difícil, de que é triste.
Mas toda criação cria-se e, depois, descria-se.
Tudo jogo joga-se, desjoga-se e se organiza.

Então, essa mensagem desta manhã deve ser relida, assim que você recaia no esquecimento do que você É, e que vem para você oferecer-lhe a Lembrança – essa Lembrança que está para vir, e que está sob esses véus que a escondem.

Abra-se à Beleza.
E atice não essa curiosidade, mas esse Entusiasmo de que eu falei – que pode ser como uma excitação também, em face da revelação, das Revelações que se estabelecem nesse mundo.
Quanto mais você se abre a esses Mundos além desse mundo, mais, então, eles têm chances de aparecer e de fazê-los viver a Realidade deles.

Então, vejam vocês que, nessa escolha, você nada tem a perder.
Ao contrário, você tem tudo a perder do que, aqui, fez você experimentar tudo o que você não É.
Você nada tem a ganhar, porque já está ganho.
E você não tem necessidade, como se repetiu, de dispensar a energia para correr e chegar a essa linha de chegada, porque você ali Está, de toda a Eternidade, em todos os planos da Criação.
Basta, apenas, abrir-se a isso, reencontrá-lo, abandonando-se a Si mesmo, em si mesmo, nesse Coração, nesse Fogo, nesse Centro do qual tudo aparece.
Desse Centro desaparece, também, o que deve desaparecer.

Então, deixe aparecer e desaparecer o que deve sê-lo, em uma Dança e um Jogo do qual você nada tem necessidade de compreender para que ele esteja, simplesmente, em Ação.

Então, minhas Filhas e meus Filhos, voltem a tornar-se meu Filho.
E aceitem depositar todas as vaidades do adulto que vocês acreditam ter-se tornado.
Os Mundos são criados para que nossos Filhos e nossas Filhas divirtam-se a viver diferentes terrenos de jogos.
Nesse mundo, um número de seres, certamente, fez o giro do jogo da separação, e está pronto para que ele termine.
Porque, para eles, é evidente que esse jogo não é único, bem ao contrário, a realidade de qualquer criação verdadeira e desejável.
Mas há, também, seres nessa Terra que desejam viver e prosseguir a experiência da separação.
Eles são nossos Filhos, como vocês o são, do mesmo modo, e eles têm todo o nosso Amor, igualmente.
Esse jogo termina, mas, para aqueles que desejam prolongar a experiência da separação, viverão essa experiência, mas em outros mundos.

Vejam, portanto, como cada um far-se-á jogar no jogo que lhe convém, e que terá escolhido prosseguir, ou não.
Nós estamos na Paz com isso.
Então, estejam na Paz, igualmente, mesmo se tudo isso escape à sua consciência.

A Terra escolheu Liberar-se desse jogo, que ela permitiu a um número incalculável de seres viver em seu seio.
Ela acolheu todas essas experiências sem a mínima reação, acolhendo e transcendendo, nela mesma, o que devia sê-lo, para que ela pudesse respirar e viver, apesar de tudo.
Ela Canta, agora, sua Liberação, que se faz cada vez mais intensa em suas entranhas.

Então, para aqueles que ressoam como ela nesse chamado, dança-se, então, a mesma Dança – que pode e é, também, uma Dança caótica, mas que, na Alegria desses Reencontros e dessa Paz revelada ao centro de nosso Coração comum, nada muda nessa Alegria dos Reencontros, o que permite, assim, a liberação de todas as histórias desse mundo: que todos os livros sejam liberados para aqueles que o desejam.
Então, aí está, meus queridos Filhos, eu paro aí, com o fluxo de minhas Águas através dessas palavras de Amor que eu lhes dirijo como Criadora dos Mundos e desse mundo, também.

Eu os amo e eu lhes rendo Graças, porque a cada vez que um de meus filhos volta-se para nós, o Pai e eu recebemos, então, em nossos Corações, um imenso Grito de Alegria – e Lágrimas de Alegria, também, são apresentadas, acompanhando a abertura de nossos braços que apenas esperam apertá-los contra nosso Coração como Um, reencontrando, então, nossa Unidade, a Unidade dessa grande Família dessa Grande Fraternidade, enfim, reencontrada.

Eu permaneço com vocês.
E eu lhes digo: a cada instante, a Alegria está aí, essa Alegria que é apenas a Joia desse Tesouro reencontrado, ou que não tarda a ser reencontrado.
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Transmitido por Sève

A FONTE (por Marc) – 30 de agosto de 2014


Último chamado.

Meus bem amados, eu sou a FONTE.
Eu venho a vocês, nesse espaço e nessa humanidade, para dar-lhes certo número de iluminações sobre o que se desenrola nesses tempos abençoados.

Tudo o que se desenrola É segundo uma Perfeição total, e segue um curso que só pode escapar-lhes, mas que os reconduz, de modo certo, a esse lugar de Eternidade que é sua Morada.

Então, eu venho dizer-lhes que vocês não têm que lutar, combater, de qualquer maneira que seja, para recuperar essa Morada.
Ela é sua, ela sempre foi sua, e há apenas o jogo da ilusão que pôde fazê-los perder de vista essa Verdade eterna.

Eu venho dizer-lhes, ao contrário, meus bem amados, que é tempo, mais do que tempo de cessar toda luta, de portar qualquer olhar impregnado de julgamento sobre esse mundo, porque esse mundo é um teatro de experiências ao qual eu venho pôr um termo, e, nesse termo, o jogo dessas experiências deve cessar, definitivamente.

Assim, meus bem amados, eu os chamo a deixar todos os jogos desse mundo em Paz, e a não mais olhar que não o Amor que chega, em vocês, por vocês, através do que vocês São, na magnificência da ressonância que é a sua.
Não pode mais haver ambivalência de olhar, de hesitação de posicionamento, de desvio do curso das coisas.
Porque eu o quis, tudo se realiza da maneira a mais perfeita, de acordo com um Plano que vocês não podem apreender, um Plano que os leva de um plano a outro, de um tabuleiro de jogo a um novo Tabuleiro de Jogo – e para além de todo jogo, no Amor que vocês São.
Não haverá qualquer concessão atribuída àqueles que resistem ou tentam entravar esse movimento e esse Plano, porque o que deve realizar-se se realizará.

Eu os convido, portanto, meus bem amados, uma última vez, a essa última escolha, nesse último período.
Quem É você?
Onde você se coloca?

O Amor respeita todas as escolhas, mas ele vem, igualmente, dizer-lhes que é um tempo no qual a escolha é feita com ou sem sua permissão.
Porque tal é minha Vontade.
Não pode, tampouco, ser questão, de qualquer modo, que seja tocado um único dos cabelos de meus Filhos, Filhos do Céu e da Terra, Filhos queridos, doravante, levados em nossos braços, de um modo pleno e inteiro, que assegura a cada um que tenha respondido ao apelo uma segurança total, nos braços inabaláveis e no apoio perfeito do Amor que vocês São, de toda a Eternidade.
E que, doravante, não apenas lembra-os, mas vem tomá-los e retirá-los no que vocês não são, para restituí-los no que vocês já São.

Essa Manobra que se opera nada mais demanda do que seu Abandono total à Graça que se revela nesse mundo.
Então, meus bem amados, onde vocês Estão?
Vocês estão, ainda, em sua cabeça, ou vocês se juntaram ao seu Coração de Eternidade?

Não há mais tempo para demorarem-se.
Portas abrem-se e outras se fecham.
É tempo de transpor, em si, esse véu invisível, esse deslocamento da consciência que só os separa do que vocês sempre Foram.

Eu lanço um aviso àqueles que não ouvirão essas palavras: que eles não se queixem de não tê-las ouvido, porque tudo é Perfeito.
E aquele que se dignou a ouvir, então, reencontrará o que ele É, simplesmente, porque ele a isso se abriu, em Verdade.
Esse aviso é apenas uma última diligência de Amor, Amor que lhes é atribuído de toda a Eternidade, através desse Fio inviolável que nos une, você e eu, meu Filho.
Mas o que lhe importa, a você sozinho, reencontrar, porque todo o caminho para você já vou feito.

O Amor lhe estende os braços, você se abandonará a ele?
Eu não venho fazer-lhe sermão.
Eu venho, simplesmente, dizer-lhe: olhe onde você está, e se é, real e totalmente, quem você tem a certeza de ser.
Porque mais nenhum desvio de consciência pode, doravante, ser tolerado nesse Jogo de deslocamentos de consciências e de terrenos de jogos.
Porque a complexidade dessa Manobra é executada com uma mão infalível, que não pode levar em consideração qualquer espécie de procrastinação, de hesitação ou de indecisão.

Assim, portanto, eu os chamo, meus bem amados, uma última vez, a Ver Claro, com uma limpidez total, o que vocês São no que vocês são.

Aqueles que já tomaram o Caminho além de todo caminho serão levados pelo que eles São.
Mas aqueles que persistem a perder-se ou a querer jogar em um jogo que já se retira, como lhes disse meu Filho, encontrar-se-ão presos nesse Movimento que vem pôr fim a essa ilusão.

Então sim, bem amado, o que você espera, ainda, para juntar-se a mim e para juntar-se a si?
Deixe tudo isso se afastar.
Deixe esse mundo onde ele está, sem mais a ele atribuir a mínima importância, sem nutrir a ilusória existência de seus propósitos e de suas observações, quer elas sejam positivas ou negativas.
Porque tudo o que se desenrola, doravante, é feito segundo uma Justiça Divina que não tem necessidade de qualquer comentário, e que passa de toda explicação e de toda justificação.
Porque os Tempos são, doravante, aqueles da Ação, plena e inteira, e não mais de qualquer perspectiva dos prós e contras desse Movimento, dessa Revolução de Amor, enquanto ela já está plenamente engajada.
Assim, portanto, MIGUEL e sua Espada de Verdade significou-lhes, a meu pedido (clique aqui), que o tempo chegou de uma fidelidade total no Amor, e nessa Ordem Divina que reaparece sob os seus olhos maravilhados – ainda mascarados, aqui e ali, de antigas escórias de ódio, de ignorância e de descaso manifestadas por essa humanidade.
Mas isso quase não durará, porque os tempos são descontados, dessa Transição na qual se apaga, totalmente, o que não está em acordo no Amor, para refazer o local limpo ao Novo Jogo que lhes é proposto.
Então, o que chega está aí, onde você está localizado, simplesmente, meu bem amado.
Eu o convido a vê-lo, e eu o convido a aceitá-lo.
Mas eu não posso convencê-lo, porque essa liberdade de ir jogar o jogo que ainda o atrai, as experiências que você deseja fazer, essa liberdade, eu a deixo a você, desde sempre.

Cabe, portanto, a você, sozinho, face a face consigo mesmo no que você É, determinar onde você se coloca sem mais a sombra de uma dúvida, nem a sombra de uma hesitação.
E, nesse lugar, de onde tudo o que acontece determina-se e co-cria-se, então, tudo o que deve acontecer a você acontecerá, servido com uma Perfeição e uma Precisão total, aquela que sempre foi a da Criação.

Então, meu bem amado, uma última vez, eu o chamo: você deseja juntar-se a mim?
Se esse é o caso, então, solte todos os brinquedos, todas as dúvidas, todas as ilusões.
Deixe cada ser livre de onde ele se coloca e não se ocupe mais do que quem o olha, e que não é outro que não esse olhar que você mantém sobre o mundo – e através do qual sua relação ao mundo reflete-se e vem sublinhar aí, onde você está, resultando que esse olhar nutre a distância, o julgamento e a separação, ou, efetivamente, ele nutre o Amor, a Unidade e a Fraternidade.

Será feito a cada um segundo seus atos, e esses atos decorrem em linha reta do olhar que cada um mantém, ainda, nessa ilusão, resultando que ele se liberou dela ou não, resultando que ele joga, ainda, de julgar outros si mesmo ou não.
Porque tudo, absolutamente tudo está em você.
E esse mundo e você são Um.
Então, é mais do que tempo de nada mais julgar e de ver o Amor em tudo.
Porque tudo a que você persiste em dar um peso, através desse desprezo, manifestar-se-á por um peso em sua consciência, o que o afasta dessa Leveza que permite a Ascensão – e não, unicamente, contrariando a sua, nessa individualidade que você experimenta, mas, igualmente, vem obstruir a Ascensão da Terra, que escolheu a Liberdade.
E essa obstrução que não pode ser tolerada, de maneira alguma, doravante, ser-lhe-á devolvida, diretamente, pela própria Terra e pela Vida Una, que não se sobrecarrega, doravante, de mais qualquer entrave que viria obstruir sua Manobra de Retorno no Amor.

Então, meus bem amados, eu os convido, simplesmente, a ver isso claramente porque, doravante, tudo entra na Ordem Divina, e as desordens, desvarios e jogos estéreis não podem mais continuar.

Eu sou a FONTE, e eu portei cada um de seus passos nesta Terra de experiências.
E eu venho dizer-lhe, agora, que é tempo de ter-se em Pé, Reto, no Amor, para que, doravante, o Amor transporte você.

Se você não o deseja, a Eternidade está aí, que espera, pacientemente, porque ela tem todo o tempo e nós nos reencontraremos.
Mas se isso o chama, não deixe passar essa oportunidade magnífica que lhe é oferecida, porque você se ofereceu e a Terra o oferece a você, no fornecimento de sua própria Ascensão, de rasgar todos os véus.
Para isso, você não tem que se debater – apenas parar de manter esses véus ilusórios e deixar o teatro aí onde ele está, nesse desaparecimento programado.
Então, bem amado, você responderá ao meu chamado?

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Transmitido por Marc