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26 de out de 2006

O.M. AÏVANHOV – 26 de outubro de 2006



DO SITE AUTRES DIMENSIONS.


Bem, caros amigos, estou extremamente contente por reencontrá-los.
Gosto muito de poder trocar com vocês sobre as preocupações que lhes são caras.
Então, se quiserem, vamos, de imediato, começar e responder às suas questões se, todavia, vocês têm questões que lhes concernem.

Questão: qual atividade escolher para agir, o melhor possível, na sociedade?

Será preciso fixar as finalidades, fixar os objetivos, fixar o que, realmente, tem-se vontade de fazer, aquilo para que se é feito, mas, também, o que se tem vontade de fazer para si mesmo, já, em um primeiro tempo, e para as pessoas com quem se vive.
Mas, também, qual é o sentido e a direção que se quer dar ao próprio trabalho, em todos os sentidos do termo.

Então, qual é, hoje, eu diria, o melhor modo de agir na humanidade?
Tentar ajudar não a humanidade – é um pouco presunçoso –, mas mas as pessoas que vão, eu diria, estar em contato, diretamente, com vocês.
E isso é válido para o conjunto de seres humanos que vocês vão encontrar, em todas as circunstâncias de sua vida.

Então, é preciso tentar encontrar seu ser interior, ou seja, sua Luz interior, sua irradiação interior, sua irradiação do divino, de maneira a estar centrado, obviamente, mas, sobretudo, estar em paz consigo mesmo, estar em uma capacidade de irradiação de Luz que é ligada a um estado de serenidade interior.

Então, qual é o melhor modo de estar nessa serenidade interior?
É, obviamente, escolher as ocupações que nos dão prazer, escolher, realmente, quando se tem a possibilidade, fazer o que se quer.
A partir do momento em que vocês estão em acordo consigo mesmos – não com os desejos da personalidade, mas com um assentimento do ser interior – vocês poderão, já, ao seu modo, ajudar a humanidade por sua própria subida vibratória.

Então, obviamente, eu não vou dizer-lhe o que você deve fazer, mas o que seria melhor fazer para si.
Em contrapartida, é evidente que você deve dirigir-se para o que vai, para você, ser, aparecer como algo de fluido, como se diz, como algo que é fácil de fazer, que não necessita de provas ou de trabalho muito, demasiado importante em relação ao resultado obtido.

É preciso ir, eu diria, nas linhas de menores resistências, é preciso, também, estar atento aos sinais que são propostos pela vida e o destino, esses sinais que podem chegar tanto à noite como de dia, através de encontros, através de palavras trocadas.
Por isso é extremamente importante, eu diria, estar à escuta do que é enviado pela vida.

A partir do momento em que se está à escuta do que é enviado pela vida, convém decidir, si mesmo, em função dessas oportunidades, em função do que se sente no interior de si, a exatidão do que deve ser vivido.
Eu não posso dizer melhor, então, agora, obviamente, se você me pergunta, as únicas precisões que eu poderia dar é que é preciso, obviamente, tentar deixar as grandes cidades; isso é extremamente importante: tentar, se possível, ir a lugares nos quais há possibilidade de ter ou montanhas, ou possibilidades de estar em pleno campo, isso é extremamente importante em um futuro bastante próximo.

É importante, também, encontrar uma ocupação que vai permitir, como eu dizia, encontrar-se centrado, encontrar-se em uma situação na qual não se seja obrigado, como vocês dizem, a esforçar-se para chegar a algo, acima de tudo, bastante irrisório.
O importante é fazer o que dá prazer, isso é muito importante.

Questão: como ajudar um casal que se separa?

É importante compreender que, no caminho da sincronia e da unidade da fluidez – que é um caminho para a ascensão dimensional – há, também, coisas que estão presentes, obviamente, e que não vão ao sentido da Luz autêntica.
Então, é fácil iludir-se.

Em contrapartida, escolher certo caminho e ir para a dificuldade é contra o que é previsto para a quinta dimensão e para a evolução espiritual.
Então, como se pode, eu diria, ajudar?

Ajudar é tentar não influenciar os outros, é fazer pesar os argumentos que vão fazer compreender que há erros que não se deve cometer.
A liberdade é imprescritível, obviamente, mas há, também, coisas importantes, ao nível da compreensão do que nos é enviado, porque, senão, nós temos coisas que acontecem, à primeira vista, pensamos que elas são para um melhor, mas elas nem sempre são, às vezes, para um melhor.
Por vezes, são provas ou testes que lhes são colocados no caminho, para ver se vocês estão suficientemente firmes em sua fé e em sua evolução para essa nova dimensão.

Então, as pessoas que são persuadidas, por um obscurecimento da alma, ou seja, pela personalidade que toma a dianteira, como vocês dizem, o ego, que toma a dianteira, é muito difícil dar marcha a ré a alguém, fazê-lo compreender seus próprios erros.
Então, os erros, às vezes, devem ser vividos, mas a consequência do erro é que isso vai entrar, eu diria, em zonas de resistência e, a partir do momento em que vocês entram em resistência, em que a vida põe-nos na resistência, é que vocês não estão, de modo algum, no sentido da fluidez e no sentido da abertura à quinta dimensão.

Então, eu não diria que seja preciso orar por essas pessoas, mas ter pensamentos de amor, pensamentos de Luz, pensamentos de lucidez que vão, certamente, ajudar, talvez, a tomar decisões e escolhas que serão, talvez, melhores do que aquelas que estão sendo tomadas.

Então, é extremamente importante não insistir para dizer «ele não deve fazer isso» porque, se vocês dizem isso, as pessoas que estão no ego serão reforçadas para fazer o que não devem fazer.
Então, o único modo é estar no silêncio e, sobretudo, enviar pensamentos de amor, pensamentos de Luz e deixar as coisas evoluírem.

Se as pessoas não estão prontas para compreender que o que elas fazem não está na Luz, necessariamente, elas irão para soluções que serão extremamente desagradáveis, mas, infelizmente, é a escolha de todo ser humano, hoje.

Questão: como superar a fusão e o ciúme em uma relação amorosa, sem romper?

É importante, quando da maturidade de uma evolução de casal, superar o nível fusional para chegar ao equilíbrio.
A fusão é algo que permite viver, com extrema força, uma noção de amor exacerbado, mas possessivo.
Depois, convém entrar em uma maturidade da relação.
O espaço fusional vai induzir um sentimento de expropriação de seu poder pessoal.

Então, para encontrar o poder pessoal, é preciso não sair da relação, porque isso seria um erro, quando há o amor real, mas é preciso afirmar, a si mesmo, o que se é.
E, para afirmar, si mesmo, o que se é, é preciso, já, encontrar o que se é, ou seja, desenvolver sua força espiritual, sua força de alma e encontrar sua dimensão interior e não crer que o outro vá aportar a dimensão interior.

O outro pode aportar a certeza da relação de ser amado, mas, em momento algum, ele pode induzir a força interior porque, isso, é algo que apenas pode vir apenas de si mesmo e isso necessita de decidi-lo, si mesmo.
O ciúme é ligado à captação do fogo.
A partir do momento em que o outro recupera o próprio fogo, o ciúme pode apenas apagar-se.
Isso se chama sair da fusão para entrar na serenidade na relação.
Dito em outros termos, é preciso cessar de alimentar a paixão com o fogo, o fogo deve alimentar você mesmo.

Questão: como conhecer a cor da alma?

A cor da alma corresponde a coisas importantes que nós podemos, efetivamente, desenvolver e dizer, mas o mais importante é que a alma deve desabrochar.
A alma deve recobrir o ego, o que quer dizer que, quando a alma nasce para a consciência, ela toma, cada vez mais, importância, e ela vai, ao nível dos casulos de Luz, recobrir e não asfixiar o ego, nem fazê-lo elevar, mas pô-lo em seu exato lugar, ou seja, não pôr o ego à frente, mas por a parte a mais exterior, o que irradia do centro, ou seja, a alma.

Os seres humanos, mesmo aqueles que revelaram a potência da própria alma, podem, sempre, enquanto a alma não está, totalmente, realizada, digamos, estar sob a influência, a um dado momento, do ego.
O ego é tudo o que vai trazê-los de volta a si mesmos, fazendo, como dizer, barreira com o que está no exterior e no ambiente.
O ego, não se esqueçam, é algo que divide, algo que separa, algo que está na negativa, algo que tem medo, enquanto a alma é apenas bondade, a alma é apenas abertura.

A partir do momento em que vocês entram nessa fluidez da alma – que corresponde à emergência, também, da quinta dimensão – vocês vão entrar em algo que é fluido, mas, enquanto não colocaram, totalmente, os pés e a totalidade de seu corpo na quinta dimensão – o que não é o caso para ninguém, ainda, mesmo se alguns se aproximam disso – há, sempre, o risco de ver o ego ressurgir.

Então, eu prefiro, efetivamente, que não se fale, jamais, do ego ou de defeitos, mas que se fale, antes, da beleza da alma, porque é isso o mais importante.
O importante não é ser de cor como isso ou aquilo, o importante é revelar isso, totalmente.
A finalidade da cor da alma é fazê-los ir para a brancura da quinta dimensão e tornarem-se almas de cor branca.

De momento, as almas coloridas representam noventa e nove por cento das almas encarnadas sobre a Terra, quer elas sejam vermelhas, verdes ou azuis, mas isso não dá o sentido do caminho.
O importante é ir para o desenvolvimento da alma, qualquer que seja a cor dela.

Questão: por que nada muda, enquanto eu o peço?

É preciso, primeiro, definir, porque dizer «eu quero fazer isso ou aquilo», isso não basta, necessariamente, para que as coisas apresentem-se, manifestem-se ou instaurem-se.
É preciso trabalhar muito mais na definição precisa do que você quer fazer.
Não é um freio, é a não definição real, concreta dos objetivos e, também, que a transformação não estava, completamente, terminada, até o presente.
Não é meu papel dizer o que você deve fazer, é preciso definir, você mesmo, precisamente, no caso, em relação a uma atividade de natureza espiritual.
Apenas decidir, realmente, o que se deseja.

É preciso, primeiro, deixar claro no interior de si.
Deixar claro no interior de si é ter, já, uma visão precisa dos objetivos, antes de definir os meios, porque a visão imediata não é uma visão dos meios.
A maior parte das pessoas não vê o objetivo, portanto, confunde o objetivo e o meio.
É preferível definir o objetivo, os meios instaurar-se-ão, depois, muito mais facilmente.
O objetivo preciso é isso: estar claro.

As pessoas, por exemplo, põem-se a trabalhar juntas, porque estão bem juntas, porque têm meios comuns, mas será que elas têm os mesmos objetivos?
Isso é extremamente importante.
Então, estar claro é, já, definir não o que se vai fazer, não o que se quer fazer, mas qual é a finalidade de porque se faz isso.
Dito em outros termos, para os seres que estão em diligência ou em abertura espiritual, o importante não é ter os meios para fazer isso ou aquilo, o importante é colocar-se, claramente, não os modos de trabalho, mas qual é a finalidade precisa do que se quer fazer.
O único objetivo, a única finalidade de toda diligência é o ser interior.
Não creiam chegar porque a atividade é mais ou menos espiritual, em seu ser interior.

Quando eu lhes digo encontrar os caminhos os menos difíceis, os menos resistentes, é porque isso lhes permitirá ter a fluidez necessária para encontrar seu ser interior, que é a verdadeira finalidade.
Então, quando eu falo de objetivo do que vocês querem fazer ao nível material, afetivo, profissional, não é colocar-se a questão do que vai resultar-lhes mais, mas, mais, efetivamente, o que se vai fazer com mais fluidez – a palavra facilidade arrisca ser mal compreendida – e, sobretudo, manter o objetivo final.
Fazer o y-king, fazer um negócio, criar uma empresa não é uma finalidade.

E, agora, eu vou poder aportar minha bênção habitual.
Então, recebam toda a minha bênção.
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Um comentário:

  1. A partir do momento em que vocês estão em acordo consigo mesmos – não com os desejos da personalidade, mas com um assentimento do ser interior – vocês poderão, já, ao seu modo, ajudar a humanidade por sua própria subida vibratória.

    Quando eu lhes digo encontrar os caminhos os menos difíceis, os menos resistentes, é porque isso lhes permitirá ter a fluidez necessária para encontrar seu ser interior, que é a verdadeira finalidade.

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