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9 de jan de 2010

PHILIPPE DE LYON – 9 de janeiro de 2010

DO SITE AUTRES DIMENSIONS

ÁUDIOS:
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Saudações a vocês, irmãos e irmãs da Terra.

Eu sou o Melquisedeque da Terra, anteriormente chamado Mestre Philippe de Lyon.

Venho a vocês para me exprimir em palavras simples. O venerado Sri Aurobindo explicou-lhes, em termos de Consciência, o que lhes permitia manter e acender o Fogo do Coração.

Quanto a mim, falarei em termos simples, em sua Vida e em suas palavras de todos os dias, sobre as condições prévias à ignição inicial de seu Fogo do Coração para aqueles que ainda não o viveram.

Existem, na pessoa humana e em sua personalidade, obstáculos à abordagem desse processo da consciência, muito importantes. Esses obstáculos não são sempre visíveis por aquele que os têm porque participam, para aquele que é vítima desses obstáculos, de seu modo de funcionamento usual e habitual, oriundo da educação, oriundo de feridas (compreendidas ou não, desvendadas ou veladas), mas que são realmente travas ao estabelecimento, em vocês, deste estado de Consciência Unificada.

Em minha vida, já, insisti com vigor e força no obstáculo o mais forte e por vezes o mais duro a superar, que bloqueia o acesso a esse Fogo e a seu Coração. Chama-se, antes de tudo, julgamento e maledicência.

Julgamento levado sobre o outro. Julgamento levado sobre as circunstâncias. Julgamento levado sobre os acontecimentos. De fato, tudo o que é procedente da atividade discriminante e normal de seu mental, de seu intelecto, habitual na vida humana, nesta dimensão.

Vocês devem, como o disse Cristo, voltar a ser crianças. O que quer dizer? Uma criança não medita. Uma criança não julga. Uma criança define seu comportamento no instante e não com relação a circunstâncias passadas. Mesmo se esse comportamento seja violento, é procedente da instantaneidade.

Não é calculado em função de seu interesse ou em função de uma vantagem ou desvantagem. O aprendizado, nesta dimensão, sempre os conduzem a evoluir deste modo, entre o que é bom para vocês e o que não é bom para vocês.

Em um grupo social, qualquer que seja, vocês sempre definiram suas ações uns com relação aos outros, frequentemente através de julgamentos radicais e procedentes de seus próprios quadros e de seus próprios sentimentos ou percepções.

Assim, em minha vida, quando eu dizia para não julgar, assim como o disse Cristo, o julgamento levado ao exterior de si os condena e os afasta do Coração e, isso, eternamente.

Qualquer que seja a intensidade de sua diligência espiritual, qualquer que seja sua vontade espiritual e quaisquer que sejam seus exercícios espirituais, enquanto não forem capazes de transcender esta noção de julgamento, não poderão penetrar o reino dos Céus. Não há exceção a esta regra.

Então, falar do Fogo do Coração é algo prometido a muitos seres humanos. Mas vocês devem também inclinarem-se sobre vocês mesmos, sem falsa vergonha, sem viseiras também.

Coloquem diante de si, observem, de maneira minuciosa e precisa, o que dizem seus comportamentos. E observarão que, para a maioria de seres humanos em encarnação, o comportamento, qualquer que seja, é ditado pelas feridas e experiências infelizes. Sem exceção.

Voltar a ser como uma criança necessita portanto transcender as feridas e a experiência: viver no instante, despojado dos instantes passados e sem se projetar no instante futuro. Este é certamente o maior obstaculo e o mais comumente repartido na superfície desse mundo: esta dualidade, esta oposição bem/mal que os afasta da Verdade.

O segundo princípio é compreender, com o Coração e com o olho da Consciência, que nada do que acontece no exterior de vocês pode estar ausente no interior de vocês. O que seus olhos vêem, em sua família ou em suas caixas de fotos, é apenas o reflexo do que acontece em seu Ser Interior.

A poluição dos mares é a poluição de seu sangue. O ar poluído é a poluição de seu ar. Não há qualquer distância.

É o filtro da Ilusão desta dualidade que os faz crer que há uma distância entre você e o outro, entre você e os elementos. Vocês são parte interessada dos elementos. Vocês são parte interessada desta vida e não unicamente do que vêem e do que acreditam.

Assim, portanto, é preciso admitir, compreender e depois integrar, que nada do que é externo possa existir sem contrapartida interna.

O poder de análise e de discriminação do intelecto é classificar, permanentemente, absolutamente tudo, sem exceção, julgando valor, em bem ou em mal.

Isso é um hábito tomado desde o primeiro dia de escola, eu diria mesmo, desde o primeiro dia nesta encarnação. O conflito bem/mal está bem além de sua pessoa. É inerente mesmo à sua existência desse mundo, desta dimensão.

Resolver a dualidade, o bem e o mal, não pode se fazer lutando contra. Isto necessita mudar seu olhar e seu ponto de vista. Isto necessita elevar-se, tornar-se, de algum modo, um próprio observador de você mesmo e desse mundo. O princípio de ação/reação, o carma, como dizem os orientais, faz parte da falsificação e da Ilusão desse mundo.

Como você quer sair da Ilusão participando da Ilusão, de uma maneira ou de outra? Seu ponto de vista é limitado, assim como sua Consciência é limitada.

Você não pode sair da limitação utilizando as ferramentas da limitação. Jamais.

Poderá cultivar, em você, a sabedoria, a meditação, as experiências espirituais, mas isso não lhe permitirá jamais deixar a Ilusão.

Transcender o bem e o mal não é nem fazer o bem, nem fazer o mal, é agir além do bem e do mal, pelo princípio da Luz e da Unidade.

Mas você me responderá, como acessar a este desconhecido, para aqueles de vocês que não o vivem? Bem, a primeira coisa, eu já lhes disse: não mais julgar e não mais criticar.

Uma vida inteira de meditação pode ser quebrada pelo mal que você diz de alguém. Isso é visível, de nossos planos sutis, com relação à Luz que vocês emitem. E isso é uma verdade.

É preciso lilteralmente instalar-se no não julgamento, na não dualidade, na não maledicência, com relação igualmente a seus Irmãos e suas Irmãs, presentes ou ausentes, mas também às próprias circunstâncias de sua Vida.

Apenas desse modo você poderá aproximar a ressonância da Unidade e esperar viver o Fogo do Coração.

Nenhum ensinamento espiritual, qualquer que seja, e ainda menos qualquer religião, não lhe poderá ser de qualquer ajuda para isso.

Esse caminho é um caminho que você faz por si, com você mesmo, e ninguém mais. Isso necessita voltar a ser criança e, ao mesmo tempo, ser um adulto autônomo, consciente. Um adulto que ousa olhar o instante de frente, a relação de frente, sem falsa aparência (fingimento).

Isso necessita esforços de transparência, necessita também não procurar seu interesse, qualquer que seja. Isso necessita, literalmente, desconstruir-se, desprogramar-se e desfragmentar-se, porque, efetivamente, o ser humano, nesta dualidade, é fragmentado.

Existe um conjunto de peças dispersas que não permitem mais à Luz se refletir. A Luz está, portanto, distorcida, o que o coloca numa percepção alterada, inevitavelmente, do que o compõe e do que compõe sua Vida com o outro, com os outros e com o conjunto do que foi sua Vida.

Há, aí, a necessidade de se desabituar dos reflexos condicionados de defesa, de proteção. Há, aí, a necessidade de conduzir e dirigir seu mental, não pelas crenças, não por adesões a palavras – sejam elas as mais luminosas – mas, bem mais, controlar seu mental utilizando-o, num primeiro tempo.

Passar em revista suas ações, assim como o disse um dia Mestre Ram, do dia passado, a fim de observar os momentos, os instantes, os fatos ou as interações entre as pessoas que não foram marcados da Unidade, os momentos em que você esteve opaco e não suficientemente transparente.

Isso acontece a todo ser humano, certamente, nesta condição, seja ele o maior dentre eles em encarnação. Mas este exercício é primordial. Aprender a observar com constância, com suas reminiscências, os fatos, os gestos, as palavras de seus dias. Trabalhando assim, você permitirá à Vibração do Coração começar a se despertar e receber o Fogo do Amor, que vocês são, em Verdade.

Não se esqueça que tudo é feito nesta densidade para afastá-lo desse objetivo que é seu objetivo. Tudo foi concebido e construído sobre o princípio da dualidade e do medo, sem exceção.

Quer isso seja dentro da relação de casal, quer isso seja na relação entre um indivíduo e a sociedade, quer seja em seu trabalho, em suas ocupações.

Dado que esse mundo foi construido pela ação/reação, cujo objetivo é tê-lo afastado da ação da Graça, você deve então extrair-se desta lei de ação/ reação, a seu ritmo, com lucidez, a fim de esperar juntar-se às esferas da Unidade.

Você não tem também que julgar ou condenar os momentos de opacidade que viveu, você ou outros, porque eles participam da experiência e, como tal, também não é condenável, qualquer que seja. Mas, em definitivo, ela conduzirá um dia, aí também, à transparência.

Mas você deve, entretanto, aprender a discriminar, em você, por você mesmo, segundo suas ações e seus atos, o que participou da Unidade e o que não participou. Não para julgar, mas para esclarecer, a fim de que, quando você for novamente submetido a esse mesmo gênero de situação, o esclarecimento anterior vem modificar suas ações, reações e comportamentos, senão a lição corre o risco de se repetir e não ser aprendida.

Hoje, mais que nunca, seus progressos serão coroados de sucesso, imediatamente. Há portanto, realmente, nesse nível, um encorajamento para ir para ele. Este encorajamento é real e significativo. Será significado por Vibrações e um apaziguamento, uma leveza que concorrerá para elevá-lo, para elevar sua Consciência e suas Vibrações para o Coração e o Fogo do Amor.

O que você tem a conduzir e a levar é sua Vida, em sua totalidade, para esta translação dimensional, esta ascensão tão esperada.

As forças de resistência e de tensão sempre o provocarão na dualidade. As forças de abandono e de atração tornarão sua vida simples. Tudo realizar-se-á no Estado de Graça, como por Milagre. Nada lhe faltará, jamais. Enquanto que a vida conduzida sob os princípios da resistência é uma Vida de falta e de sofrimento. Hoje, mais do que nunca.

A ação/reação será sempre sofrimento. A ação de Graça será sempre liberação.

Existia um fenômeno de amortização, nos séculos passados, que podia por vezes fazer com que certas ações podiam ver suas reações inaparentes e inoperantes na mesma Vida. Hoje, não é mais esse o caso.

As franjas de interferências, assim nomeadas pelo venerável Sri Aurobindo, não existem mais. Você é, portanto, «a fortiori», totalmente livre para escolher a ação/reação ou a ação da Graça.

Mas escolher a ação da Graça o obriga a estar na Graça, você mesmo, a saber perdoar a você mesmo e ao universo inteiro, a fim de não mais fazê-lo sofrer, você mesmo, como o universo inteiro, a lei da ação/reação.

Seu Coração se tornará leve e, naquele momento, seu Coração se tornará permeável ao Fogo do amor. Certamente nós o ajudaremos. Certamente, nós o regaremos na Fonte. Certamente, você é amado.

Mas ninguém poderá fazer esse trabalho de corte, exceto você mesmo. Você deve fazer esse esforço, enquanto ainda é tempo, a fim de acolher este estado de Graça.

Muitos seres humanos vêem frequentemente suas condutas ditadas pelo medo, pela falta, pela não compreensão. Estar no Fogo do Amor é não mais ter medo de sua morte, da falta, de qualquer perda. Porque no Fogo do Amor não pode haver falta, nem perda.

O medo, a falta, a perda, fazem parte da dualidade e de sua condição mas absolutamente não de seu retorno à Unidade. O desafio esté nesse nível. Esse desafio, nós o ajudamos, na condição de que você o tenha identificado e na condição de que você o aceite.

Nós não podemos ir contra o que foi estabelecido nesta Dimensão, sob pena de sermos nós mesmos presos, novamente, nesta matriz. Nós não podemos ir contra seu livre arbítrio que participa da ação/reação mas que não existe na Unidade porque, naquele momento, você descobrirá a verdadeira liberdade e não o livre arbítrio.

O livre arbítrio está ligado às escolhas e, portanto, à dualidade. A liberdade está ligada à Unidade e à não escolha, ou seja, à Verdade e à sua Unidade.

Assim, você se aproximará do que procura e o encontrará. Mas, para isso, você deve se despojar, fazer a limpeza, examinar sob todos os ângulos, elucidar seus medos, suas faltas, suas perdas.

O mundo da Unidade é um mundo de abundância, de prosperidade e um mundo onde a Sombra não existe. Pretender ali acessar passa já pela supressão de suas próprias sombras.

Aí estão as palavras simples que, penso, serão uma ajuda para ir cada vez mais frequentemente a se estabelecer nesta Unidade.

O veneno o mais violento que existe não é outro, mas seu modo de proceder nesse mundo, porque isso lhe foi ensinado e fez parte de sua educação que tudo fez para afastá-lo da Unidade.

O conjunto de sistemas de crenças foi construído para isso e para nada mais: fechá-lo e aliená-lo cada vez mais nesse mundo e nesta ação/reação. A ação/reação é sem fim. O único fim está na liberdade e na ação da Graça.

Você deve se aproximar o mais possível da leveza. Seus atos, suas condutas, seus gestos, suas relações, devem tornar-se leves. É nesta condição que você poderá acender o Fogo do Coração e vivê-lo.

Enquanto você manifestar, de uma maneira ou de outra, o medo, a falta, a perda, a insuficiência, você não poderá, quaisquer que sejam seus conhecimentos e suas Vibrações, penetrar o espaço sagrado do Coração.

Penetrar o Coração, se ouso dizer, é estar sem medo. É ser um guerreiro pacífico. É, sobretudo, ser humilde.

Ser humilde é ser simples, ou seja, sem complicação e sem complicar. Coisa em que se supera seu cérebro. Coisa em que se supera a sociedade.

Mas, compreenda bem que tudo o que foi criado fora de você (e que por vezes o constrangeu nesta dualidade) foi criado por um impulso de medo. Medo de ser privado da Luz, medo de ser privado do que você é, em Verdade e em Unidade.

E todos esses medos materializaram-se em você, em seu corpo, pelo que você chama doença, que é apenas a tradução de seus medos, definitivamente.

Estar no Amor é estar sem medo. No Amor não há lugar nem espaço para o medo. Estar no Amor é vibrar em uníssono com a Fonte. Em uníssono com a Fonte, não há contradição. Não há nem Sombra, nem Luz. Há somente estado de Ser e estado de Vibração.

Como você quer ir para isso? Como você quer estabelecer isso se, em você, persiste a menor maledicência, o menor julgamento e a menor falsidade? Isso é impossível.

Hoje, nesses tempos reduzidos que vive, o aprendizado é muito mais fácil, na condição de que você aceite em sua alma e Consciência, em seu Coração, reconhecer suas falhas. Porque jamais há falha, há simplesmente esclarecimento que transforma e que transmuta.

Tudo é simples, no Coração. Tudo é complicado, na cabeça.

Se algo parece complicado, é que você mesmo não está suficientemente simples porque, pelo princípio de atração e de ressonância, você apenas será confrontado ao que você mesmo é.

Se você tem medo do diabo, é que o Diabo está em você. Se você tem medo do outro, é que o outro está em você e você tem medo disso.

A partir do momento em que o medo do diabo ou o medo do outro desaparece, você está com o outro. E o outro não existe mais. E você mesmo não existe mais. Você enfim saiu da dualidade inexorável.

Hoje é uma época particular porque este aprendizado pode ser feito muito rápido. É um aprendizado que lhe permite viver, eu espero, estabelecer em você o Fogo do Amor, de maneira definitiva.

Creia que nós fazemos tudo o que está em nosso poder para facilitar a tarefa deste planeta, de seus habitantes e do conjunto desse Sistema Solar.

Você aprenderá, mesmo pelas vicissitudes e complicações da Vida, que viverá em breve, a se voltar definitivamente ao seu Interior. Sem medo e sem apreensão.

Observe também que, quando seu mental fala, ele o torna pesado. Quando seu Coração fala, ele o torna leve. Cabe a você saber se quer ir para o peso ou para a leveza.

Mas não reclame o leve, indo para o peso. Aliviar-se é também esclarecer em você o que está opaco e aceitá-lo.

Ainda uma vez, não há culpabilidade, nem falha, mas simplesmente um esclarecimento a desenvolver. Você deve retornar, assim como o Arcanjo Miguel disse durante os Casamentos Celestiais, da distância e da separação à coincidência.

Fazer fusionar, doravante, personalidade e Existência, a fim de que a Existência tome os comandos de seu veículo e de sua vida, de suas ressonâncias e de suas atrações.

A personalidade é medo, vingança, sofrimento, vitimismo. Na personalidade, estamos certos de que o outro é responsável de tudo, que as situações são responsáveis de tudo.

Enquanto você projeta ao exterior as responsabilidades, você não se torna jamais responsável por você mesmo. Tornar-se responsável é aliviar-se. É colocar em jogo o princípio de atração e de ressonância para a leveza e não para a densidade.

Você não poderá acessar o Reino dos Céus se não se tornar novamente uma criança. É preciso reaprender a escrever o instante e não reescrever o pssado. Esta é uma atenção de cada minuto que o conduzirá certamente a viver o Fogo do Coração e o Fogo do Amor.

Você não poderá pretender viver isso se você mesmo fecha as portas para a leveza.

Aí está em palavras, certamente mais simples, o que tinha a lhes dizer, de algum modo, sobre a etapa que o conduzirá a viver o Fogo do Amor pela primeira vez.

Se vocês têm questões com relação a isso, podemos juntos tentar trazer novos esclarecimentos.

Questão: poderia desenvolver sobre o que chama ação da Graça?

A ação de Graça é uma ação para a Alegria e para o Amor, que é privada de qualquer aplicação e implicação pessoal, em que você faz espontaneamente (o que quer que faça, aliás – falar, cozinhar, andar, escrever), sem pensar atrás, sem pensar à frente, estando totalmente no que você faz.

Sem se colocar a questão do resultado, da recompensa, ou da não recompensa.

É fazer na fluidez, sem se colocar questionamentos. É escapar da ação/reação.

A ação de Graça é a ação liberada, justamente, de toda reação passada ou de reação futura. É uma ação desprovida de chantagem afetiva ou outras formas de chantagem.

A ação de Graça é a ação para a ação, desprovida de qualquer reflexo.

É portanto não importa o que, mas é ditado pela benevolência, é ditado pelo Amor do próximo, pelo Amor da Vida, sem referência à matriz e às Ilusões construídas pela sociedade.

É colocar-se sob o fio diretor da Luz e da Vida, da facilidade, da evidência. Coisas muito simples, veja você.

Não temos mais pergunta. Agradecemos.

Então, caros Irmãos e Irmãs nesta densidade, espero ter-lhes trazido um esclarecimento com minhas palavras simples, sobre o que pode ser o modo mais direto de se conduzirem a seu Templo Interior e viver o Fogo do Coração.

Aí está o que queria lhes dizer. Mas observem sobretudo que o maior obstáculo para viver o Fogo do Coração não é outro que você mesmo, em seus aspectos fragmentados e divididos e que este aspecto fragmentado e dividido é apenas o reflexo dos medos, das faltas e das perdas e absolutamente nada mais.

Mas você não é seus medos. Você não é suas faltas. Você não é suas perdas. Você simplesmente se identificou a isso porque é mais confortável, nesta dualidade, comportar-se assim, num primeiro tempo.

Hoje, vocês são chamados a manifestar, a criar outra coisa. Esta outra coisa é o que vocês são, na realidade, na Unidade.

Mas você não pode manter a dualidade e estabelecer a Unidade, ao mesmo tempo. É preciso escolher. É preciso verdadeiramente escolher.

Há perto de dois anos de seu tempo terrestre, foi falado de confrontação. Hoje, muitos seres humanos fizeram a escolha consciente da Luz. Mas estabelecer uma escolha não basta. É preciso estabelecer sua Consciência na Luz e no Fogo do Amor.

Aí está, caros Irmãos e Irmãs, o que tinha a lhes dar. Eu lhes desejo o melhor e o mais leve e lhes digo até muito breve.

Todo o Amor dos Melquisedeques os acompanhe em seu trabalho. Eu os abençôo.

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Versão para o português: Célia G. http://leiturasdaluz.blogspot.com

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