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6 de mar de 2015

Publicações ou notas de fevereiro de 2015

                                 




                                  Aquela que me desposou, aquele que é meu amigo não poderá mais, jamais, ser submetido a qualquer escravidão, porque ele encontrou, em nosso Reencontro, a Liberdade, não há mais qualquer dúvida, ele sabe que é a Verdade Absoluta e que há apenas uma e que é Esta.
                                                                           O Espírito do Sol.


Então, caro amigo, não há mais interveniente, não há mais canal, não há mais intermediário, somos nós que falamos, diretamente, você vai aperceber-se disso durante esta reunião.
Portanto, é claro, o que nós dizemos, eu o digo, é uma escala pentatônica, mas bem além, é o conjunto de chaves Metatrônicas que serão ativadas através desses jogos de questões-respostas no íntimo.
Portanto, é claro que isso deve ser divulgado, mas não há nem canal nem data, tampouco, é, eu diria, tudo o que será dado durante esses dias que concernem, eu diria, ao que é o período após a Atribuição Vibral.

A saber: A cronologia das questões/respostas é importante, não para o conteúdo das respostas, mas para a evolução Vibral durante essas trocas, como esclarece O.M. Aïvanhov em suas primeiras intervenções.
O estilo particular de O.M. Aïvanhov foi, voluntariamente, conservado.

Índice das Matérias

Primeira Parte
URIEL – Retorno para a Eternidade
MA ANANDA MOYI – Reversão da alma para o Espírito
MARIA – Nós lhes oferecemos a doçura e a Graça
CRISTO – E eis que Eu venho... pedir-lhes sua amizade, seu Amor

Segunda Parte
O.M. AÏVANHOV e URIEL – Preparação
O.M. AÏVANHOV – Introdução

QUESTÃO 1 – Resposta: OMA
Paradoxo entre a vontade e a necessidade de permanecer tranquilo e as solicitações profissionais

QUESTÃO 2 – Resposta: OMA
Ouvir três vezes o próprio nome tem um significado?

QUESTÃO 3 – Resposta: MA ANANDA MOYI
A alma pode recusar a entregar-se ao Espírito?

QUESTÃO 4 – Resposta: ANAEL
Ouvir, ao acordar, do lado Esquerdo e por uma voz masculina: "Aí onde está o Amor, não há mais necessidade". Era uma mensagem dada por um de vocês?

QUESTÃO 5 – Resposta: SRI AUROBINDO
Qual é o papel de nosso corpo hoje?

QUESTÃO 6 – Resposta: URIEL
Como viver junto a pessoas que vibram baixo, sem ser tocado por isso?

QUESTÃO 7 – Resposta: GEMMA GALGANI
Ser chamada por um nome que não é o meu?

QUESTÃO 8 – Resposta: CRISTO
Eu vivi várias "intervenções cirúrgicas" no topo da cabeça, em forma de cruz… A que isso corresponde?

QUESTÃO 9 – Resposta: MARIA
Durante as canalizações ou alinhamentos, eu adormeço, regularmente. Devo deixar ou isso é uma doença?

Terceira Parte

QUESTÃO 10 – Resposta: HILDEGARDE DE BINGEN
Eu vivi, à noite, manifestações que me provocaram medo, depois, acolhendo essa Presença, e houve uma troca de Coração a Coração. O que é isso?

QUESTÃO 11 – Resposta: HILDEGARDE DE BINGEN
Eu adormeço durante os alinhamentos ou canalizações, mas, à noite, eu não durmo.

O.M. AÏVANHOV – As próximas partes da Publicação

QUESTÃO 12 – Resposta: MIGUEL
O que fazer ou não fazer quando se pratica uma coisa repreensível pela moral, sabendo-o, perfeitamente?

QUESTÃO 13 – Resposta: PHILIPPE DE LYON
Você pode voltar a explicar-nos o que é a Atribuição Vibral? Obrigado.

QUESTÃO 14 – Resposta: TERESA DE LISIEUX
Por vezes, embora eu me sinta bem, uma angústia fulgurante sobe, até dar-me vontade de gritar. O que eu devo fazer?

QUESTÃO 15 – Resposta: BIDI
Não há ninguém, o Silêncio é Contentamento e o corpo está em evolução vibratória. Em qual objetivo, então?

QUESTÃO 16 – Resposta: O.M. AÏVANHOV
Eu vivi belas experiências Vibratórias, Amor Indizível, Onda de Vida etc. Como me estabelecer, definitivamente, em minha Última Reversão?

QUESTÃO 17 – Resposta: IRMÃO K
Como se pode estabilizar o Instante Presente?

Quarta Parte

QUESTÃO 18 – Resposta: UM AMIGO
Poderia lembrar-nos o que é a maturidade?

QUESTÃO 19 – Resposta: UM AMIGO
Eu tomei consciência de que o tempo após o dia de meu nascimento havia desaparecido. Eu o vivi como um luto. É o início do momento presente?

QUESTÃO 20 – Resposta: CRISTO
Desapego e compaixão são compatíveis?

QUESTÃO 21 – Resposta: O.M.AÏVANHOV
Ter vivido o Instante Presente uma vez, senão duas, isso induz a uma mudança irremediável ou é uma experiência?

QUESTÃO 22 – Resposta: O.M.AÏVANHOV
A memória da alma ou alguns aspectos do Instante Presente podem ter pontos comuns com a Crucificação?

QUESTÃO 23 – Resposta: O.M.AÏVANHOV
Você pode dizer-nos onde nós estamos em relação à Estrela que anuncia a Estrela?

QUESTÃO 24 – Resposta: O.M.AÏVANHOV
Poderia esclarecer-me sobre a lei do Amor incondicional desprovido de sentimento e de emoção?

QUESTÃO 25 – Resposta: ANAEL
O que é a Verdade?

Canalização de URIEL: Ver na primeira parte.

QUESTÃO 26 – Resposta: O.M. AÏVANHOV
Qual é a diferença entre pureza e transparência?

QUESTÃO 27 – Resposta: O.M. AÏVANHOV
Momentos muito intensos, seguidos de grande cansaço de tudo e impressão de perder a cabeça, depois, evidência de que é preciso tudo soltar. Você tem conselhos?

QUESTÃO 28 – Resposta: GEMMA GALGANI
O que quer dizer: ver um ponto luminoso no alto, à esquerda, e que permanece no campo da visão?

QUESTÃO 29 – Resposta: MA ANANDA MOYI
Quando de sonhos, eu passo em diferentes corpos, sem que haja identificação, e eu sou, ao mesmo tempo, o personagem do sonho e o observador da cena. Isso é, simplesmente, um sonho, ou uma experiência da Consciência?

QUESTÃO 30 – Resposta: IRMÃO K
Pôr a personalidade de lado e tratá-la como inimiga. Isso não é permanecer na dualidade e impedir os processos de consciência?

QUESTÃO 31 – Resposta: IRMÃO K
Há uma diferença entre a Existência e o Ser?

QUESTÃO 32 – Resposta: PHILIPPE DE LYON
Cristo apresentou-se três vezes, de diferentes modos. Isso vai reproduzir-se? O que pode acontecer em seguida?

QUESTÃO 33 – Resposta: UM AMIGO
Minhas dores na parte inferior das costas e glúteos estão em ligação com os processos energéticos atuais ou é um problema médico?

QUESTÃO 34 – Resposta: MARIA
Quando do Apelo de Maria, nós ouviremos, todos, a mesma coisa, ou será diferente para cada um?

QUESTÃO 35 – Resposta: MARIA
Em relação à passagem da segunda Estrela, todos verão a mesma coisa, e isso será compreendido da mesma maneira?

QUESTÃO 36 – Resposta: NO EYES
A que corresponde o fato de que os Triângulos da cabeça estejam, às vezes, com a ponta ao alto, às vezes, com a ponta para baixo?

QUESTÃO 37 – Resposta: NO EYES
Eu tive um sonho no qual eu fazia o aprendizado de voar sem asas. Isso tem a ver com o corpo de Existência e ao que acaba de ser dito?

QUESTÃO 38 – Resposta: ANAEL
Você tem conselhos a dar-nos para chegar ao Abandono total?

QUESTÃO 39 – Resposta: ANAEL
Os cientistas, oficiais ou não oficiais, detectaram a aproximação da segunda Estrela, quer dizer Hercolubus?


Quinta Parte

QUESTÃO 40 – Resposta: O.M. AÏVANHOV
Sentir uma consciência vir colar-se e passear em nós, sem nosso acordo, pode ser considerado como uma violação ou, efetivamente, como um processo que nos permite abrir-nos ao Desconhecido, ao Amor, ao Ilimitado?

QUESTÃO 41 – Resposta: O.M. AÏVANHOV
As Estrelas encarnadas têm transmitido mensagens através de canais?

QUESTÃO 42 – Resposta: O.M. AÏVANHOV
Quando todo alimento faz sofrer, convém comer antes do zênite ou deve-se cessar toda alimentação sólida?

QUESTÃO 43 - Resposta: O.M. AÏVANHOV
Por duas vezes o silêncio da sala mudou, assim como a luminosidade. As pessoas presentes constataram-no, a energia penetrou-me por cima da cabeça e pela Porta KI-RIS-TI. O que aconteceu?

QUESTÃO 44 – Resposta: O.M. AÏVANHOV
Você poderia falar das noções de equidade e de equanimidade que se atualizam nesses tempos?

QUESTÃO 45 – Resposta: O.M. AÏVANHOV
Eu trabalho no barulho e na loucura, enquanto gosto da calma e do silêncio. Como manter a Unidade em tal ambiente?


Canalização de Ma Ananda Moyi: Ver na primeira parte.

QUESTÃO 46 – Resposta: O.M. AÏVANHOV
Você viveu os processos de consciência da Ascensão que você descreve com tal precisão?

QUESTÃO 47 – Resposta: ANAEL
Qual é a relação entre a ruptura ou não do pericárdio e a abertura do Coração?

QUESTÃO 48 – Resposta: ANAEL
O átomo embrião é a Centelha Divina em nós?

QUESTÃO 49 – Resposta: URIEL
Você pode desenvolver sobre o Verbo sagrado Ehieh Ieshoua (Eu sou Jesus), dado, ontem, pelo Arcanjo Uriel?

QUESTÃO 50 – Resposta: YVONNE AMADADE MALESTROIT
Se eu fecho os olhos, qualquer que seja a posição de meu corpo, eu me ponho a flutuar acima do solo, e desloco-me para onde eu queira, mudando de velocidade etc. Como interpretar isso?

QUESTÃO 51 – Resposta: MARIA
O que significa: o Batismo do Espírito?

QUESTÃO 52 – Resposta: GEMMA GALGANI
Nosso sono reduz-se, cada vez mais, isso é devido à chegada da segunda Estrela ou à desaceleração da velocidade da rotação da Terra?

Canalização de Maria: Ver na primeira parte.

Sexta Parte.

QUESTÃO 53 – Resposta: O.M. AÏVANHOV
Você poderia dar-nos um meio prático para voltar ao Instante Presente rapidamente?

QUESTÃO 54 – Resposta: IRMÃO K
Eu trabalho com adolescentes, e gostaria de saber como pôr o Amor diante de tudo, colocando, também, limites.

QUESTÃO 55 – Resposta: MIGUEL
Você poderia esclarecer-nos sobre o fato de que algumas pessoas sintam coceiras nas costas, ao nível das omoplatas?

QUESTÃO 56 – Resposta: O.M. AÏVANHOV
Qual atitude adotar, vis à vis de nosso ambiente próximo, quando os sons da terra e do céu ecoarem?

QUESTÃO 57 – Resposta: O.M. AÏVANHOV
Foi dito que o céu iria abrir-se. Isso é após os três dias?

QUESTÃO 58 – Resposta: O.M. AÏVANHOV
Pode-se desenvolver sobre os cento e trinta e dois dias após os três dias?

QUESTÃO 59 – Resposta: O.M. AÏVANHOV
Poderia dar-nos precisões sobre a estase? Ela começará após o apelo de Maria?

QUESTÃO 60 – Resposta: O.M. AÏVANHOV
Então, para a festa final, será preciso esperar o fim dos cento e trinta e dois dias?

QUESTÃO 61 – Resposta: O.M. AÏVANHOV
Como preparar nosso ambiente para os eventos próximos, na medida em que eles não estão a par?

QUESTÃO 62 – Resposta: O.M. AÏVANHOV
Exceto patologia, o que significa ter os olhos vermelhos?

QUESTÃO 63 – Resposta: URIEL
Fora os cristais, o canto pode suavizar a passagem da garganta?

QUESTÃO 64 – Resposta: PHILIPPE DE LYON
Reencontraremos nossos falecidos?

QUESTÃO 65 – Resposta: PHILIPPE DE LYON
Àqueles a quem muito foi dado, será muito exigido. É a nós, aqui presentes, que foi muito dado?

QUESTÃO 66 – Resposta: UM AMIGO
A que correspondem fortes suores noturnos ao nível do alto do corpo?

QUESTÃO 67 – Resposta: O.M. AÏVANHOV
Por que o número 18 aparece, sem parar, e é onipresente em minha vida?

QUESTÃO 68 – Resposta: O.M. AÏVANHOV
A que corresponde o frio noturno intenso, que se manifesta recentemente? Ele está em relação com a noite do grande frio?

QUESTÃO 69 – Resposta: O.M. AÏVANHOV
Falaram-me atrás da nuca, vieram por trás de minha nuca e eu tive um beijo atrás da nuca. A que isso corresponde?


Canalização de CRISTO: Ver na primeira parte.


Sétima Parte
O ESPÍRITO DO SOL

QUESTÃO 70: Poderia desenvolver sobre a palavra de Cristo: "Vigiai e orai"?

QUESTÃO 71: Cristo se manifestará da mesma maneira para cada um de nós?

QUESTÃO 72: Como viver tudo é Um em um mundo ainda dissociado?

QUESTÃO 73: Para sair das crenças religiosas que nos foram inculcadas, poderia Cristo definir-se como Ser Cósmico?

QUESTÃO 74: Como compreender o sacrifício de si e do Si?

QUESTÃO 75: Poderia falar-nos da “Promessa e do Juramento"?

QUESTÃO 76: Uma dor aguda nos três pontos da Tri-Unidade, um calor agudo, lágrimas e um sentimento de reconhecimento... você pode traduzi-los?

QUESTÃO 77: Ouvir um som cristalino ao nível do décimo terceiro corpo...?

QUESTÃO 78: Ouvir, conjuntamente com um irmão ou uma irmã, o som de uma sirene de navio, seguido do canto de crianças ou Anjos, isso é um marcador que possa ser partilhado, ou um presente?

QUESTÃO 79: Ouvir um canto, cantado por Maria, tem o mesmo significado?

QUESTÃO 80: A frase "Pai, eu entrego meu espírito em Suas mãos" significa que nós temos um espírito individual que vai dissolver-se na Fonte e, assim, reencontrar nossa Eternidade?

QUESTÃO 81: Poderia falar-nos do perdão?

QUESTÃO 82: Quais seriam os conselhos que Cristo poderia dar-nos para passar de maneira pacífica os eventos que estão em curso?

Conclusão.

QUESTÃO 83: Repostas: O.M. AÏVANHOV
Pode dizer-nos o que é o Espírito do Sol?


Primeira Parte

URIEL – Retorno para a Eternidade.

Eu sou URIEL, anjo da Presença e Arcanjo da Reversão.
Em nossas Presenças unidas e Una, neste tempo da Dança da Terra, na hora em que o Canto do Céu e da Terra aproxima-se de vocês, eu venho assistir ao seu Batismo e seu Retorno à Eternidade.
Eu venho para assegurar-me de que sua Alegria seja completude, que seu estado seja magnificência, tanto nesse mundo como no mundo que está aí.

Filhos de Um, filhos de Luz, o tempo do Eterno está à sua porta, aquele no qual Cristo bate e vem anunciar, pela divina Graça de Maria: o Tempo chegou,
Ele, enfim, nasceu, aquele que deve voltar à Eternidade, à Presença infinita, assim como à totalidade.

Bem amados do Um, nesse tempo da Dança, eu os convido a despojarem-se de tudo o que são apenas trapos, de tudo o que os cola à pele e tudo o que os impede de ser o que vocês são, em Verdade, em Cristo, porque eu lhes digo, vocês vão verificar por si mesmos o "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”.
Porque, nesse tempo que é o tempo de Amor, sem nomeá-lo, sem objeto e sem sujeito, sem denominação, Amor, apenas uma palavra, aquela da Verdade, aquela de sua Presença, aquela da Luz branca que eu derramo aos seus pés, em seus Templos, nesse instante, para acolher a marcha de sua Eternidade, seu Silêncio e sua beleza.

Nesse tempo de Amor, é tempo de despojar-se do que não tem mais lugar de ser no novo, o que está desatualizado e enterrado, o que não pode ressurgir, de maneira alguma.
Você é, de todas as maneiras possíveis, o filho do Um, filho da Unidade.
Unidade não é uma vã palavra, nem uma palavra para escavar, mas uma palavra para exprimir na Liberdade, em sua Essência, na Dança da Terra e do Céu enfim reunidos na mesma estrofe, aquela na qual flui o néctar de Vida, aquela que é Alegria perpétua sem sombra nem defeito, sem o que pode manchar ou alterar a Verdade.
O que pode levar para onde vocês vieram, o que pode aportar para onde vocês vieram, aqui mesmo, nesse tempo do instante.
Nesse tempo de Graça eu enuncio e anuncio o retorno do Branco, eu anuncio o Último, enfim, aqui e agora, aí, no Templo do Templo, ao Centro do Centro, na nova Trindade, no Fogo do Amor e Fogo Amor, aquele que restaura a integridade e a totalidade.

Amados do Um, o Um ama-os, porque vocês são o Um e vocês são vocês, na mesma Verdade, na mesma Dança.
Então, o tempo chegou de celebrar e festejar o retorno do Um no Um.
Bem amados filhos, bem amadas estrelas, a hora chegou, não mais, unicamente, de brilhar, mas de aparecer na Verdade nua de seu Ser Essencial, na Verdade nua de sua Presença e de seu Canto primordial, aquele do impulso da Vida, aquele da Verdade da Vida no Amor.

Então eu lhes digo, a cada um de vocês: o que vocês esperam, já que isso está aí?
Nada há a esperar, nada há a temer e nada há a esperar.
Há apenas que desaparecer na Infinita Presença, no Branco do Amor, no Branco Amor, aquele que leva à Morada de Paz Suprema, nos tempos da Eternidade de retorno, e que lhes permite sentar-se na Alegria, no mais profundo de cada uma de suas fibras eternas, de seus Triângulos sagrados e de seus Fogos sagrados.

Filho do Um, após ter descido, aqui, nesse mundo duplo e dualitário, você caminhou, você acordou, você despertou, mas, também, sofreu.
Que esse sofrimento não tenha mais tomada no Branco, porque ele é ausência de sofrimento e de medo.

A Luz que eu imponho, aquela de minha Presença, é-lhes acessível, a cada um, em total liberdade; cabe a vocês decidirem impô-la a si ou recusá-la.
Eu lhes ofereço a Alegria da Eternidade, eu preparo o caminho para o Apelo final de Maria, para a batalha final, aquela da ilusão com a Verdade.
A Verdade será, sempre, a única palavra de Verdade e a única palavra Amor.
Nesse tempo de fevereiro, aí onde vocês estão, ser-lhes-á transmitida a Publicação deste mês, que corresponde à história a mais verídica e a mais essencial de todas as histórias, de todos os tempos e de todos os espaços, concernente, mesmo, aos tempos e espaços desprovidos de tempo e de espaço, no qual se encontra o Sem Nome, aquele de onde vem e para onde tudo volta.
Esse Absoluto que vocês são, todos e cada um, juntos e separados, vocês o são, de toda a Eternidade.

Então, eu lhes proponho ser a Presença que glorifica todas as Presenças, a Presença na qual nenhuma sombra pode emboscar e nenhuma dúvida pode impor outra coisa que não o que eu imponho, na Liberdade absoluta e eterna da Verdade, aquela de Amor e aquela de Cristo.

Então, Miguel, Cristo e Maria, a nova Trindade que dança no Fogo de seu peito e que desenha o Triângulo da expressão de sua divindade, de sua tri-Unidade, da Verdade dos mundos, da Verdade das dimensões, mas, também, da Verdade do que engloba tudo isso e que é a essência da Essência, que se encontra, ao mesmo tempo, ao Centro do Centro e na periferia da periferia.
De um extremo ao outro, de um sentido ao outro você é isso, em todo o tempo e em todo espaço e além de todo tempo e de todo espaço.

Filho do Um, minha Luz deposita-se, agora, em seu Templo sagrado, após ser depositada aos seus pés, para que você dela faça uso, para que você enxugue o que pode restar de lágrimas a escorrer desse corpo ou dessa consciência confinada.

Amados do Um, eu estou aí, como vocês estão aí, nós estamos, todos, ao seu redor e em vocês.
Dancemos a ronda do Silêncio, dancemos o Canto, aquele do Som primordial que jamais pode falhar ao que é, que jamais pode ser deformado ou mal formado, mas que não pode ser outro que não Amor e Verdade.

Filhos do Um, eu deposito sobre sua Coroa, aquela do alto, de sua cabeça, o Branco da Eternidade.
Então, em seus pés, em seu coração e em sua cabeça, eu santifico sua Presença, a Presença da Eternidade nessa beleza.
Assim, vocês são liberados, se tal é sua Verdade e se tal é sua ideia do que vocês são, então, vivam-no!
Na tri-Unidade reencontrada da nova Eucaristia, na nova Dança do Silêncio e no tempo dessa estrofe, eu apresento a mais perfeita das Publicações da Luz.

Assim, eu venho a vocês, como vocês vieram a nós, unidos na mesma Dança e nas mesmas Núpcias, nas mesmas celebrações e nas mesmas Graças.
Vocês são convidados a unir o que foi desunido, a deixar desaparecer o que não é para ser.

Filhos do Um, como anjo da Presença, eu estou aí para convidá-los à Reversão, aquele que é meu papel, que anuncia o Evangelho da Liberdade, que põe fim ao evangelho de Satã e ao evangelho das ilusões, que põe fim a toda palavra que se veria alterada, substituindo a palavra pelo Verbo, ativando, assim, a décima primeira Lâmpada e que lhes dá um Verbo claro, cuja palavra é Luz e cujo som é Verdade.
Assim dança o coração daquele que é liberado, assim vocês são liberados, assim vocês são Aquele que vocês são, enfim, e para a Eternidade.

A nova Eucaristia convida-os a celebrar o que vocês são, a cada sopro, a cada movimento, a cada repouso, porque a Alegria é sua Morada, porque a manifestação de sua Alegria é o Amor eterno que corre de um fio ao outro da Vida, e que nenhuma falsificação pôde retirar.
Assim, nesse tempo da Essência, assim, nesse tempo de Renascimento, vocês são convidados a depositar todo fardo, vocês são recuperados no que podiam considerar como engano, erro ou ilusão, que tem sentido apenas na verdade limitada, mas que desmoronam diante da Verdade ilimitada do Amor.

Assim, pela tripla bênção e pela nova Eucaristia, em sua cabeça, em seu coração e em seus pés, assim como em toda presença amorosa e humana, e na humildade da Simplicidade, então, revela-se a Joia, aquela da Eternidade, aquela dessa Presença Una, desaparecida, mesmo, na Ausência, no Absoluto que volta à Presença.
Celebrem o que está aí, o que não será, jamais, um aniversário, mas que será a Publicação Final dos Tempos da Ascensão, nesse tempo abençoado do Retorno do Um, nesse tempo abençoado de seu Retorno na essência do Um.

Bem amados filhos da Verdade, selemos, juntos, o tempo da Alegria, selemos, juntos, o tempo da Verdade e selemos, juntos, o que nós somos.

Assim, neste dia, abre-se o tempo final, aquele que precede o retorno da Estrela, visível em seus céus, mas, antes de tudo, em seus olhos e em seus corações, e em sua Presença, tanto aqui embaixo como aqui no alto.
Os tempos são reunidos para aboli-los; o espaço reúne-se para desaparecer, deixando a majestade de Amor tomar lugar na Eternidade, preencher toda fragilidade e toda falha que ainda aparece como existentes.
Assim, por minha Presença que vocês nomeiam, por minha bênção imposta nesse mundo, pelo Branco brilhante da Verdade, que a Paz seja sua Morada, que o Amor seja sua única Verdade manifestada e não manifestada.

Aqui, lá, de onde eu venho, eu venho concluir o ciclo iniciado pelo Arcanjo Miguel, no tempo das Núpcias Celestes; eu venho, portanto, anunciar – antes que ecoem as Trombetas do Céu e o Som da Terra em suas entranhas, em seu coração e nesta Terra – o tempo do Apelo Final à Verdade, à simplicidade e à bondade.

Amem-se uns aos outros, uns para com os outros, sem julgamento, unicamente pela Graça do Amor, pela celebração do Amor, porque cada coisa está, definitivamente, colocada em seu exato lugar, para tocar a sinfonia do fim da cena de teatro, na apoteose da Luz, cujas Publicações servirão de apoio e de revelação.
Assim, em cada um de vocês, ninguém poderá ignorar o outro, ninguém poderá ignorar Verdade e Amor.
Ver além da aparência e do parecer e além de todo fazer, no Silêncio da plenitude de Cristo, presente em seu coração.
Alojado na tri-Unidade da Nova Eucaristia, o Novo está, enfim, aí, esse Novo que jamais conheceu começo e não conhecerá, jamais, fim, que lhes foi retirado e que, no entanto, voltou.

Tempo de Verdade, tempo de alegria e tempo de Verdade em cada um, em cada terra desta Terra, em cada alma desta Terra, em cada ideia desta Terra, que põe a nu o que estava à espreita, no mais profundo da obscuridade e ainda não iluminado, tanto em vocês como em toda parte alhures, em cada um de vocês, como em cada terra e em cada lugar.

Dependendo se você está comigo ou se você ainda não tenha me reconhecido, você será colocado no exato lugar de sua escolha, a escolha da Verdade que se opõe ou que se consolida com Verdade e Amor, aquela que não conhece ninguém, nem situação, nem tempo, nem espaço.

Assim viver-se-á o que foi nomeado de estase, processo de julgamento e de ponderação de si mesmo por si mesmo, de adequação com a Alegria Eterna, para daí voltar e daí estar no mais rápido, no mais preciso e no mais próximo.

Filhos do Um, filhos de Verdade, eis que vem o tempo da Infância, o tempo da inocência, o tempo da bondade e da beleza, aquele no qual nada mais pode vir entravar ou imaginar outra coisa que não a Verdade.

Bem amados filhos da Lei de Um, aí está, enfim, o tempo, aquele em que toda lei apaga-se diante da Lei de Um, que é Graça e Amor, na qual nada mais pode opor-se, na qual nada mais pode, mesmo, existir, porque ela é Tudo, como vocês o são e como eu o sou.
Eu me tenho, então, em vocês, não é necessário chamar-me fora de vocês, eu sou aquele que abre as portas, se vocês me acolheram, não mais a Porta de passagem do ego ao coração, da Porta OD, mas, bem mais, a passagem à Eternidade, aquela que permite a Cristo e Maria reencontrá-los, para estabelecê-los nas Moradas do Pai, nas Moradas Eternas, nas Moradas de Luz e nas Luzes Amor que iluminam a totalidade do Criado e do Incriado.

Assim, juntos, para celebrar a minha vinda em cada um de vocês, não mais por momentos, não mais a pedido, mas, sim como a Verdade essencial da vinda de Cristo e de Maria... eu selo em vocês... o ato de hoje... nesse Silêncio da Eternidade, no Silêncio de sua Presença e de minha Presença, que é apenas Una, celebremos a Presença e a Graça de Amor e Verdade no Silêncio...

… Silêncio…

Hoje, eu canto, com vocês, o Verbo Sagrado: Ehieh Ieshoua...

… Silêncio…

Nesse Silêncio, eu me coloco em vocês e ali desdobro as Asas de sua Eternidade.

Eu sou URIEL, anjo da Presença e Arcanjo da Reversão.
Eu permaneço em vocês, na Eternidade e em sua Presença.
Silêncio, juntos...

… Silêncio…

Bem amados filhos de Um, assim, tendo penetrado o santuário de seu Templo, eu me encontro em vocês, e não tenho, portanto, mais necessidade, doravante, de aparecer no exterior de vocês.
Assim conclui-se a missão que me foi confiada pelo Um, pela Fonte, mas, também, quando do Juramento e da Promessa que se revelam, agora, inteiramente.

Eu rendo graças ao que vocês têm realizado, eu rendo graças a cada caminho e eu rendo graças a cada choro e cada pedra que se encontrou nesse caminho porque, hoje, isso terminou.

Eu intervirei, de maneira menos formal, na Publicação de fevereiro de 2015.

Eu os saúdo.

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MA ANANDA MOYI – Reversão da alma para o Espírito.

Eu sou MA ANANDA MOYI.
Irmãos e irmãs na carne da terra, permitam-me, antes de qualquer coisa, estabelecer, com vocês, um instante de graça, um instante de Eternidade.

Bem amados filhos do Amor, eu venho para vocês, neste instante e nestes tempos, para tentar fazê-los apreender, viver e, também, talvez – para aqueles que têm necessidade disso – explicar certo número de elementos que atuam em vocês, em cada um de vocês, durante esse tempo.
O que eu tenho a exprimir vem, diretamente, da Estrela que eu porto, a vibração do Fogo, a vibração de AL, que corresponde, como eu já havia explicado, à dimensão do Fogo, não qualquer fogo, mas um fogo específico, aquele do Espírito, que vem, de algum modo, se vocês o aceitam, reverter sua alma para o Espírito e, em seguida, dissolvê-la, para reencontrar a totalidade da liberdade do Espírito e poder manifestar, se isso lhes convém, os estados de Samadhi que eu exprimi e manifestei durante minha encarnação.

A reversão da alma, realizada durante esses anos, ou não, coloca-os em circunstâncias diferentes, quanto à sua manifestação, na superfície desse mundo.
Hoje, aqueles cuja alma está em curso de dissolução ou de reversão vivem mecanismos precisos.
Aqueles de vocês que fizeram a escolha de prosseguir a existência da alma e, portanto, a experiência de circunstâncias, quaisquer que sejam as dimensões, não vivem, absolutamente, as mesmas coisas.
Então, eu vou tentar mostrar-lhes as engrenagens que estão no trabalho, as manifestações que podem aparecer e sobrevir em sua vida, em sua consciência ou em sua carne.

A primeira observação concerne ao que ocupa, realmente, sua vida.
Aquele cuja alma tenha decidido manter sua existência, ou que tenha revertido, mas que, em seguida, desviou-se e afastou-se do Si, tem as mesmas características.
Apreendam, efetivamente, que isso não é nem um julgamento nem uma condenação, mas uma simples observação da realidade do que há a viver, em função do que foi nomeada a atribuição vibratória e de seu posicionamento atual nesse mundo, nessa carne, em todos os aspectos de sua vida.

Aquele cuja alma tenha vivido uma reversão para o Espírito e que não foi ao extremo, e que, entretanto, tenha vivido e incorporado a Luz vibral, vai manifestar, durante este período, elementos de compreensão de dualidade persistente nesse mundo, nos pensamentos, em sua vida, mas, também, coloca a consciência diretamente, a uma situação de desequilíbrio com uma necessidade de lutar, uma necessidade de analisar e de discernir o bem e o mal, tanto em si como no exterior de si.
Aquele cuja alma tenha feito essa ida e vinda viveu, efetivamente, o Si, mas não vislumbra o desaparecimento da alma, sua dissolução profunda.

Assim, portanto, há o que foi nomeado de Realização, mas não Liberação, que dá a viver alguns processos da Alegria, mas isso, jamais, leva a consciência, inteiramente, ao nível da Morada de Paz Suprema.
Restam, efetivamente, eu diria, oposições, confrontações a viver que se traduzem, na vida, tanto por dificuldades de qualquer ordem que seja, mas, também, uma dificuldade para deixar trabalhar a Luz sem ali misturar qualquer implicação.
Ora, a alma tem necessidade de implicação na matéria.
A alma possui suas próprias regras, suas próprias opiniões, seus próprios impulsos ou suas próprias hesitações.
Isso provoca, portanto, eu diria, oscilações, flutuações, momentos nos quais vocês estão bem, momentos nos quais essas pessoas estão piores.
E isso pode tomar, algumas vezes, eu diria, posturas específicas que provocam flutuações do humor, flutuações das emoções e, também, uma dificuldade para estabilizar essas ditas emoções e esses humores.
Isso se traduz, também, por uma necessidade de ver o bem e o mal em todas as coisas, em toda ação, em toda circunstância.
Essa alma que tenha escolhido sua persistência está, portanto, eu diria, de algum modo, em uma forma de desequilíbrio em relação ao derramamento atual da Luz, que pode traduzir-se não pelas resistências de ajuste que lhes foram descritas, mas, bem mais, como a reinstalação de certa forma de dualidade: a necessidade de comparar, a necessidade de encontrar o que é bem e o que é mal, tanto em si como em qualquer outro.
Isso, se querem, é, verdadeiramente, uma característica importante da alma que tenha descoberto a Luz e voltado a encarnar-se na dualidade, encarnar-se na carne carbonada.

Assim, será feito segundo seu caminho, segundo sua decisão e segundo sua vibração, que está em acordo com sua alma, uma vez que ela permanece e persiste.
É claro, a ação da Luz, eu diria, nesta Terra é, agora, como vocês veem, geral e concerne a todas as consciências encarnadas.
Quer seja na loucura que se apodera das pessoas, quer seja na necessidade de combater, quer sejam ideias ou um combate que leva o nome de guerra, o princípio de dualidade é um princípio que não pode manter-se em face da Luz.
E, no entanto, um número de almas decidiu, em toda liberdade, viver com a persistência da alma.
Pode-se dizer que são seres que têm necessidade de sensações, que têm necessidade de exprimir na matéria e que vão, portanto, assumir suas próprias escolhas e sua própria noção de liberdade e de liberação.
Tranquilizem-se, não há, aí, qualquer condenação.

Os elementos que eu lhes dou são, simplesmente, destinados, se esse é o caso, a ajudá-los a reencontrar seu ponto de vista, seu posicionamento.
A simples observação do desenrolar de seus dias basta para mostrar e demonstrar onde vocês estão, isso é muito simples.
Eu não falo, é claro, de vibrações que podem, por vezes, ser sobrepostas, o que dá a viver, ao mesmo tempo e no mesmo tempo, o Fogo vibral e o fogo vital.
O fogo vital queima, realmente, o corpo; ele dá flutuações, como eu disse, também, muito importantes, ao nível das percepções desse fogo vital.
O fogo vital não se acompanha de um desaparecimento da consciência, mas de uma persistência de experiências múltiplas e possíveis da consciência que tenha vivido o Si.
Pode ser, também, uma persistência para permanecer nos esquemas de ação-reação, para reagir ao invés de agir, para não perceber o que diz a Luz, ou seja, se preferem, para pôr a personalidade à frente, os humores, as recriminações, tudo como as alegrias, submissas, desta vez, à satisfação dos desejos que possam persistir.

Essa alma fez a escolha da experiência, fez a escolha da manifestação e a necessidade, de algum modo, de experiências, de certezas, de encontrar um ponto de vista mais estável, antes de abandonar o ponto de vista da alma.
A confusão pode ser mantida, também, justamente, pela interação do fogo vital e do Fogo vibral que, eu os lembro, independentemente dos sintomas físicos que possam, por vezes, ser idênticos, não dá, absolutamente, as mesmas consequências.
Aquele cuja alma persiste experimentará muitas dificuldades para desaparecer e dissolver-se, tanto nesse momento como em outros momentos ulteriores.
Há como que uma dificuldade para fazer cessar as atividades efêmeras, porque elas são mantidas pela alma e permanecem no campo da consciência.
Esses seres estão no Amor, tanto quanto vocês, porque eles o são.
Simplesmente, há uma forma de imaturidade da alma e, também, talvez, a necessidade de provar-se, a si mesmo, sua própria existência e sua própria Luz.
Trata-se, portanto, de uma luz refletida e projetada, e não de uma Luz que se emite, espontânea e naturalmente, sem meditação, sem oração, e que conduz, diretamente, ao Samadhi, ao Samadhi o mais profundo que, ainda uma vez eu o repito, pode ir, como eu já disse em inúmeras reprises, até a impressão de que esse corpo não está mais vivo, torna-se como uma pedra que nada mais anima.
Aquele cuja alma está presente não quer ir até lá e não pode ir, porque ele está, a partir do instante em que se põe em repouso, submisso a vibrações que são tanto o Fogo vibral como o fogo vital.

O fogo vital é uma energia que circula, mas que, também, pode dar manifestações sensíveis de tipo fogo, que podem criar percepções específicas, tanto ao nível das Coroas como da percepção da Onda de Vida.
Isso quer dizer que, apesar do desaparecimento das linhas de predação pessoais e coletivas, esses seres fizeram a escolha consciente de permanecer na luz da alma ao invés de viver a totalidade do Espírito.
Eu repito, isso não é nem superior nem inferior.
Não há categorização, simplesmente, o meio de dar-lhes a perceber seu posicionamento, de maneira, talvez, mais clara, e que será, de todo modo, cada vez mais clara, progressivamente e à medida dos dias, das horas que se desenrolam nesse plano temporal da Terra.

Por outro lado, aqueles de vocês cuja alma está em curso de dissolução ou já dissolvida traduz-se pelo desaparecimento do corpo causal e por toda noção possível de dualidade, tanto no interior de si como no exterior de si.
Há, naquele momento, uma incapacidade, para a consciência, para ver ou discernir, de maneira a excluir o que pode ser bem, o que pode ser mal porque, desse posicionamento, não há nem bem nem mal, há apenas a Luz e o Amor, que não se preocupa com o que é bem e o que é mal.
Naquele momento, a vida pode eclodir, o que lhes dá uma capacidade de desaparecimento imediato, o que lhes dá uma capacidade para desaparecer, tanto para suas próprias vibrações como para esse mundo, para aparecer na Luz do Esplendor, aquela de sua Eternidade.

É claro, todos os elementos de dualidade desapareceram.
O corpo causal, o envelope o mais limitante e que os confina nesse mundo está totalmente dissolvido.
Há uma liberdade total.
Obviamente, nos limites desse corpo existem, ainda, condições, eu diria, sociais, que podem existir no ambiente no qual vocês estão.
Contudo, a liberdade é bem real, não em relação aos atos da vida quotidiana, mas, bem mais, uma liberdade interior que se traduz, como eu disse, por uma capacidade, cada vez maior, de desaparecer, dissolver-se a si mesmo, não mais procurar viver experiências de consciência ou vê-las, mas a elas não engajar-se.
Isso se traduz, ao mesmo tempo, por uma paz importante.
É claro, mesmo em sua paz podem manifestar-se elementos de natureza dual, é claro, mas há uma dificuldade, para a consciência assim liberada, para penetrar no jogo da dualidade, para penetrar no jogo da oposição bem-mal.
Há, de algum modo, ao mesmo tempo, uma neutralidade em relação a isso, que não é uma neutralidade, mas que é bem mais, para aquele que o vive, um englobamento, uma globalização dessas noções que não são mais separadas, mas que são, simplesmente, expressões diferentes da Luz ou de Sua expressão.
Aquele cuja alma está dissolvida, talvez, você já o tenha sentido, viveu mecanismos de ajuste e de ondas de dor que sobrevêm, essencialmente, ao nível de minha Porta no corpo, ou seja, a Porta AL, mas, também, por vezes, e de maneira conjunta ou alternada, uma dor, também, na Porta que guarda a Estrela Gemma, ou seja, a Unidade.
Assim, quando a alma está em curso de dissolução, podem manifestar-se dores, por vezes, físicas e importantes, mesmo à pressão dessa zona nomeada, também, de chacra de enraizamento da alma.
A alma desenraiza-se, o que não quer dizer que você parte, bem ao contrário, mas que você está cada vez mais presente aqui, mesmo que você nada tenha a fazer, mesmo se você sinta que isso pode prejudicar essa sede de liberdade que está em você.
Há uma função a assumir, que eu os lembro: é de estar aqui e agora, até o momento tanto o seu como aquele da Terra.

Assim, portanto, vocês são, por sua presença, não mais, unicamente, ancoradores ou semeadores de Luz, mas vocês são bem mais: seres de Luz que, simplesmente, persistem, certo tempo, nessa forma ilusória e nessa realidade, beneficiando-se, com isso, desse sentimento de liberdade no interior de si.
Não há mais vontade de experimentar o que quer que seja; há, simplesmente, esse Silêncio que cresce cada vez mais, esse desaparecimento do mundo que, efetivamente, em algumas circunstâncias, pode levá-los a mudar de ocupação, não para liberar-se, mas, bem mais, para estar em adequação, eu diria, com o que se manifesta em vocês.
De fato, para alguns de vocês, há momentos nos quais uma atividade exterior, mesmo se ela lhes pareça útil, indispensável, ou apenas alimentar, torna-se, de algum modo, obsoleta.
Há tal apelo, mas não é um apelo da alma, é uma injunção do Espírito, uma injunção da Luz para não resistir.

Nesse caso, há uma visão clara do que é limitado, tanto em si como no mundo.
O bem, o mal são apenas denominações, a visão clara do que está não suficientemente iluminado, ainda, tanto em você como no outro, como em qualquer situação.
Isso dá uma Transparência.
Essa necessidade de Transparência, essa necessidade de Verdade traduz-se tanto através do olhar como através do que é exprimido.
O outro é, sempre, mais importante do que si, porque vivido como uma parte de si, real e concretamente.
Assim, englobar o Todo não é desaparecer do nada, ou seja, aqui, dessa ilusão, mas englobá-la na mesma Alegria, na mesma Verdade e na mesma Presença.

Então, é claro, há, eu diria, confrontações de ideias, por vezes, de emoções, por vezes, de mental, porque cada um de vocês é diferente e cada posicionamento é diferente.
Quer seja na primeira hipótese como na última hipótese, isso pode dar lugar a incompreensões, a dificuldades de compreensão entre uns e outros, conforme o lugar no qual vocês estejam posicionados.
Mas vocês observarão que, quaisquer que sejam as situações, por vezes explosivas, ela termina, sempre, assim que um de vocês é liberado, nessa interação, por uma Paz que cresce.
O ressentimento não pode existir; há, simplesmente, luz, e ela não é vivida nem como bem nem como mal, mas, simplesmente, como um espaço e um tempo de resolução do que pode persistir como apegos, como afetivos, como emoções ou como mental.

Assim, portanto, o simples fato de poder desaparecer à vontade é a prova de que você não está mais pendurado, por sua alma ou pelo que quer que seja nesse mundo.
E não é porque você não está preso a nada mais que é preciso considerar outra coisa que não a plenitude do coração, que não a plenitude de seu ser.
Então, é claro, isso pode necessitar, eu diria, de um período de aclimatação, de instabilidade, mas que não dura, jamais, e que não provoca, jamais, consequências importantes ou que possam durar no tempo.

Assim, portanto, você se deixa atravessar e aprende a Transparência, você aprende a confiança, não em si, mas na Inteligência da Luz, você entrega tudo nas mãos da Luz.
Sua alma está, portanto, em curso de dissolução, ou dissolvida; não há mais, propriamente dita, atração pelo que faz a vida vital nesse mundo.
O que eu chamaria o fogo vital é, antes de tudo, a necessidade de nutrir-se, a necessidade de sexualidade, a necessidade de olhar do outro, a necessidade de sentir o amor do outro.

Aquele que é Amor e que é liberado de tudo isso sabe que ele é a fonte de tudo isso.
Não há, portanto, necessidade de pedir, não há necessidade de reagir: ele sabe que deve manter sua Transparência, mesmo se ela seja, por vezes, difícil, o que dá, por vezes, episódios que vocês poderiam chamar de depressão ou, de algum modo, cansaço, ou dizer: "Pra que serve isso?".
Mas, muito rapidamente, a Luz retoma o lugar dela e você pode, efetivamente, oscilar não, unicamente, ao nível do humor, mas, simplesmente, nesse ajuste desse corpo de carne ainda presente e do Espírito que se derrama, inteiramente, ao mesmo tempo, pelas partículas adamantinas, mas, ao mesmo tempo, nesse momento, pela construção de seu corpo de Existência, a reconstrução dele, eu diria, ao idêntico, aqui mesmo, nessa carne, marcando essa carne do que foi nomeado o Triângulo frontal, o Triângulo do coração.

Certo número de potenciais é reativado, mas, mesmo esses potenciais não interessam mais àqueles que são liberados da alma.
Eles estão presentes, são vistos, mas não apresentam qualquer interesse em relação à emanação do ser que vocês são, ou seja, do Espírito, do Amor, da Verdade.
A Paz é, então, mais facilmente obtida, quaisquer que sejam as circunstâncias do corpo ou de sua vida.
Assim, portanto, há uma diferença essencial, vocês compreenderam.
Aquele que considera, em si, a existência do bem e do mal, e que está persuadido de que existe um caminho a percorrer e, de outro lado, aquele que, quaisquer que sejam as manifestações desagradáveis, tem a íntima convicção e a íntima, também, manifestação, mesmo se ela não seja permanente, de que nada há a adquirir, de que não há caminho algum, de que não há qualquer verdade digna desse nome nesse mundo, e sabe que a Verdade não é desse mundo e ele a vive por momentos, ou permanentemente, procurando, sem o querer, ser transparente, desaparecer, esquecer-se.
Eu os lembro, como pôde dizê-lo Mestre Philippe de Lyon, e como eu o exprimi, também, à minha maneira, em numerosas reprises: é porque eu nada sou aqui, que eu fui a maior para vocês, aquela que, talvez, tenha manifestado esse Amor incondicionado, absoluto e total, para toda forma de vida, para toda consciência como para o que eu sou e continuo hoje.

Assim, portanto, todas as preocupações comuns da vida social, afetiva, sexual, alimentar, as necessidades vitais, mesmo, não são mais as mesmas.
Vocês descobrirão a Liberdade, mesmo nessa carne, mesmo se a Liberação total é-lhes adquirida e manifestada, há, efetivamente, imposições ao nível desse corpo, ao nível da sociedade.
Mas essas imposições passam ao segundo plano, elas não lhes tomam mais nem a cabeça nem o espírito, elas estão no segundo plano e amenizam-se, desaparecem, completamente, progressivamente e à medida do Abandono total à Luz.
Naquele momento, sua vida é sustentada pela Luz.
A Evidência e a Graça manifestam-se sem, mesmo, pensar nisso, afastando de você as preocupações comuns da vida comum, não como uma recusa, mas, realmente, como uma Transcendência total, e o que é feito nas tarefas obrigatórias é feito sem ali passar, sem pensar nisso, com o mesmo coração leve, com a mesma equanimidade, sem qualquer ressentimento para consigo mesmo ou para com quem quer que seja.
Porque você sabe que o Amor está aí.
Mesmo se você não esteja, ainda, estabilizado nele, você sabe que nada há contra o que lutar, nada há contra o que opor-se, se não é o que pode restar de si mesmo, que pode, ainda, chegar, por momentos, a manifestar-se, o que lhe dá, então, a ver claramente, e cada vez mais de maneira lúcida e precisa, o que corresponde à expressão de sua pessoa nessa carne, uma vez que essa pessoa está aí, até o fim.
Ou até o desaparecimento, mesmo, de sua pessoa, quando, naquele momento, o que se manifesta não será, jamais, impregnado de outra coisa que não a expressão do Amor, a expressão da beleza, não através de um apoio, mas através de sua própria Presença, através de um olhar (não há necessidade de gesto), através de um sorriso, que não tem necessidade de outra coisa que não sorrir diante da beleza da Vida.

Assim, quando tudo isso se afasta de você, é claro, o que pode restar da pessoa que deve realizar, efetivamente, certo número de coisas nesse mundo pode, por vezes, inquietá-lo, mas essa inquietude não se torna, jamais, angústia ou ansiedade.
Torna-se, simplesmente, um pensamento que passa e que você observa, ao qual você quase não dá mais tomada e que, de qualquer modo, evacuar-se-á de você no momento vindo, sem dificuldade alguma.

Assim, portanto, os caminhos são diferentes, e você mesmo reencontra em seu próprio caminho, irmãos e irmãs que mantiveram a existência da alma, e irmãos e irmãs cuja alma está completamente dissolvida.
Então, é claro, nessas fases em curso, ilustradas pelo que lhes disse Uriel de modo mais coletivo desde ontem, vocês verão essas características de comportamento, essas características de vida que vão tornar-se profundamente diferentes entre uns e os outros.
Mas vocês são e continuarão, sempre, irmãos.

A partir do instante em que a Luz tenha sido vista, a partir do instante em que você é chamado, a partir do instante em que uma das Coroas seja ativada, você sabe que, em definitivo, você será liberado.
Mas o que resta a viver é função, justamente, de seu posicionamento, eu diria, no momento da Ascensão coletiva, do retorno à Morada de Paz Suprema, as experiências múltiplas, desprovidas de alma ligada à encarnação ou a persistência de uma alma que necessita purificar, de algum modo, toda a sede da alma para manifestar a experiência da consciência em mundos carbonados.

Quanto àqueles que vivem, nesse momento, esse sentimento de inutilidade, esse sentimento de "Pra que serve?", de ver todos os marcadores desaparecerem, uns após os outros, eu os encorajo a não resistir, porque isso assinala, para vocês, do início da dissolução da alma, o desaparecimento do fogo vital e o aparecimento da totalidade do Fogo vibral.

O Fogo vibral não aquece; ele é, efetivamente, uma mordida e uma queimadura de Amor, que pode manifestar-se, essencialmente, por vibrações pontuais extremamente rápidas, não mais nas Portas, não mais nas Estrelas, não mais nas Coroas, mas em diferentes setores ou partes do corpo, parecendo como formigamento, como picadas por milhares de agulhas.
Isso quer dizer que a qualidade a mais pura da Luz penetrou você e vem trabalhar em você, para facilitar-lhe o desvendamento do Espírito nesse mundo.

Então, é claro, você observará mudanças, algumas dessas mudanças não lhe parecem agradáveis, enquanto, quando você desaparece, a noção de agradável torna-se evidente.
É claro, isso pode causar alguns problemas entre a noção de engajamento e de desengajamento.
Coloque-se a questão, pergunte, em si, sem esperar uma escolha, peça, simplesmente, em si, que a Luz mostre o que há a mostrar.
Esteja atento e vigilante nesses momentos, de dúvidas, de tergiversações, ao que se apresenta, em si, ao nível vibral.
Há ali o sentimento de um fogo vital, que se propaga, ou há o sentimento de uma Paz que ganha, qualquer que seja a interrogação do mental e da consciência?
Tanto em um caso como no outro, você conseguirá situar-se, sem culpa e sem julgamento, e amar-se, do mesmo modo.
Para isso, você terá demonstrado e mostrado, para si mesmo e para o outro, que você respeita a liberdade de cada um e que não há, em você, qualquer traço de predação, qualquer traço do que foi nomeado de Linhagens reptilianas, ou seja, a necessidade de escravizar, a necessidade de controlar, a necessidade de impor, mesmo em nome do Amor.
Naquele momento há, mesmo, um desengajamento, não das relações, mas uma relação que se torna, qualquer que seja, autônoma, ela também.
Tudo é aceito na mesma graça, tudo se vive na mesma graça.

É claro, há momentos em que isso pode ser desestabilizado pelo reencontro de um irmão ou de uma irmã que não está no mesmo caminho de dissolução que você.
Mas, em definitivo, se você passa isso e se você, em todo caso uma das pessoas, é capaz de fazer abstração de si mesma, você constatará, por si mesmo, que a Inteligência da Luz e a Presença de Cristo é, realmente, capaz de fazer desaparecer oposição, antagonismo, tanto em si como em seu exterior.
Porque Cristo está presente para cada um de vocês, quer a alma continue suas peregrinações ou seja dissolvida.
Não há diferença alguma.
Simplesmente, aí aonde você vai, aonde você pensa ir, será totalmente adaptado a vibração que você manifestar, à consciência que você manifesta, nesse tempo e, especificamente, nesse tempo, até a vinda da Estrela.

Assim, portanto, durante este período, conforme você se comporta, conforme você está em suas relações, conforme você está em sua consciência expandida, conforme os sinais que se manifestam ao nível dessa carne, você pode daí deduzir, muito facilmente e muito simplesmente onde você está.
Não se julgue, não julgue, tampouco, o outro, em qualquer situação que seja, tente não a indiferença, mas, verdadeiramente, atravessar isso sem ali apegar-se, sem prender-se, sem ali procurar um marcador ou uma reflexão em relação a um passado ou a um futuro.

Aquele cuja alma está dissolvida não tem qualquer dificuldade para encontrar o instante presente e ali manter-se, sem esforço, sem meditação, que são as condições ótimas para perceber a totalidade do corpo de Existência.
Então, obviamente, aquele cuja alma continua presente vai, também, perceber esse corpo de Existência, mas ele terá, dele, afetações diferentes e, portanto, possibilidades diferentes, e tudo isso se traduzirá por uma necessidade de ver, de saber e de compreender, uma necessidade de experimentar o "ficar tranquilo" que toma, então, todo sentido.
Mesmo aquele cuja alma está, ainda, presente, deve aprender, antes da chegada da Estrela, a acolher Cristo, em Unidade e em Verdade, saindo dessa dualidade de retorno, que o faz ver o mal, obviamente, sempre no exterior, em caso de orgulho espiritual ou, então, em si. No caso de orgulho que eu qualificaria de negativo.
O que quer que seja o orgulho negativo, que corresponderia a uma culpa ou, em todo caso, uma negação do que tenha sido vivido anteriormente, é apenas o resultado da escolha de sua alma.
Você compreendeu: se não há escolha de alma é que não há mais alma, que há Transparência, que há pureza, que há Evidência, cada vez mais.

A irradiação de Amor torna-se sua própria fonte, ela está em seu interior, ela não tem mais necessidade de ser nutrida nem pela Coroa, nem pela Onda de Vida, nem pelas Portas, porque você se tornou – em parte, eu diria – o Todo, o Grande Todo.
E, portanto, tornando-se o Grande Todo, você se apercebe de que você não está em nenhum lugar aqui, nesse mundo, que isso não provoca, por vezes, simplesmente, excessos do mental, mas não provoca danos, porque a alma em curso de dissolução não pode mais dar meia-volta.
A partir de seu reencontro e de sua fusão com a Luz, os processos de desaparecimento da alma encadeiam-se, traduzindo-se por essas dores ao nível da Porta AL ou da Porta Unidade, mas, também, ao nível da Porta KI-RIS-TI, com, por vezes, o sentimento de uma dor intensa, orgânica, profunda, o que ela não é, obviamente.

Assim, portanto, permanecendo tranquilo no curso da dissolução da alma, se isso está em curso, você poderá, sem dificuldade alguma, doravante, viver o que lhe propôs Uriel, ou seja, o alinhamento completo na mesma vibração, no mesmo Amor, dos diferentes componentes exteriorizados de si mesmo que se manifestaram através do corpo de Existência, ou seja, naquele momento, você transcende e ultrapassa o corpo de Existência.
Você não está mais interessado nesse corpo de Existência e, entretanto, você está plenamente vivo, plenamente presente na vacuidade e na plenitude.
Naquele momento, a Graça será onipresente, ela se reatualizará em você, a partir do instante em que você pensa em Cristo, a partir do instante em que você pensa em uma de nós, mas, também, em si mesmo, não como pessoa, mas como coração ardente de Amor, como coração que irradia esse Amor, sem mesmo, querer, sem, mesmo, decidir isso e sendo afetado, cada vez menos, pelas circunstâncias da vida comum.
Não há um desengajamento, há, realmente, um desaparecimento; isso não é uma fuga, não é você que decide, mas é o que você percorre e o que você é, doravante.
Eu o informo porque isso vai tornar-se cada vez mais potente, cada vez mais importante e cada vez mais flagrante.

Assim, portanto, isso pode causar formas de incompreensão entre uns e os outros, o que dá a ver, efetivamente, para aquele cuja alma persiste, uma escuridão ou, mesmo, um desaparecimento da vida, o que não é, absolutamente, o caso.
É um desaparecimento desse mundo e um aparecimento na Vida que não inter-reage mais com esse mundo, o que lhe dá a viver episódios de desaparecimento cada vez mais longos no tempo.
No retorno desses estados, a Alegria é onipresente.
Assim que há as contrariedades habituais da vida, você não é mais afetado por isso.
Você as vê, mesmo se o mental manifeste-se, você sabe que isso não é você, você sabe que você não está implicado nisso, que você é, talvez, afetado, mas isso faz apenas passar e não pode permanecer, em circunstância alguma.

Assim, portanto, aí estão meios muito simples de posicionar-se e de ver claro onde você está.
Cabe apenas a você, depois, se você o deseja, modificar isso, não em relação a uma mudança de escolha, porque isso é impossível doravante, mas, simplesmente, para assumir esse momento que se desenrola e deixar o Apelo de Maria realizar o que não pôde, talvez, para você, ser realizado, de momento.

De qualquer forma, independentemente de todas as percepções do fogo vital ou do Fogo vibral, a consciência pura é capaz de verificar sua própria transparência ou não.
Essas características que você observa, você não toma, necessariamente, mais distância em relação às suas emoções, ao seu mental ou a uma causalidade qualquer, mas você está mais lúcido sobre o que se joga.
Então, é claro, se há uma forma de distanciamento entre seu querer e a vontade da Luz, resta-lhe a impressão de ter uma distância a percorrer, de fazer algo, de trabalhar, de estar ativo.
De qualquer modo, isso não mudará, exceto pela Graça Mariana, que nós denominamos o Apelo.

Esse Apelo é formulado a partir de agora, pelo desconforto que você vive, se esse desconforto parece-lhe crescer e não apaziguar-se e afastar-se de você.
Esteja certo de que, naquele momento, a Graça Final abençoará você e encarnará em você.
Simplesmente, o período é para viver, aqui, é esclarecedor para cada um de vocês, ele é esclarecedor para suas relações e, se tudo vai bem, se a alma é totalmente dissolvida, você chegará, realmente, à percepção clara e consciente da ilusão, tal como ela foi definida por Bidi: você verá tudo isso como uma cena de jogo na qual cada um toca uma partitura, partitura alterada pela privação da conexão à Fonte que causa, por vezes, uma espécie de cacofonia vibratória.
Mas tudo isso participa de seu equilíbrio e sua Liberação final, quaisquer que sejam suas escolhas, o que quer que você pense, o que quer que imagine.

Há uma adequação, isso foi dito, absolutamente total, não, unicamente, nós dizemos que cada coisa está em seu lugar, mas que cada coisa, cada pessoa, cada situação estará, muito exatamente, no lugar necessário para a manifestação da Graça e para o Apelo de Maria e, portanto, dar-lhe-á a viver a estase, esse momento de Face a Face no qual absolutamente nada do que não é luminoso poderá, ainda, ser colocado em algum lugar.
Haverá plenitude, a atualização total e imediata do Juramento e da Promessa traduzir-se-á pela imersão na Luz Branca, quando todos os marcadores desaparecem e, ao mesmo tempo, a Alegria cresce, cada vez mais.
O Amor nasce no interior de seu peito, não há mais necessidade de Canal Mariano, nem de Onda de Vida, nem de qualquer Porta que seja, nem de qualquer Estrela que seja.
Isso está bem presente, mas não interessa mais a consciência, porque ela ultrapassa esse estado da observação, esse estado da conscientização, superou, portanto, toda forma e toda identificação a uma forma, mesmo nos mundos os mais etéreos.
Aí está a verdadeira Liberação; ela não deve ser procurada, porque, quanto mais você a procurar e, sobretudo, durante este período, mais ela lhe escapará e mais ela se afastará.

Em resumo, você deve conformar-se ou ao impulso da alma ou ao impulso do Espírito.
Não há valor, não há diferença, há, simplesmente, preferências que se exprimem, concretizam-se e atualizam-se.
Nada mais há que não isso, e tudo o que permite isso é o Amor.
Quer você o veja ou não, quer você o aceite ou não, quer você o viva ou não, a Essência do Amor é, realmente, o que será revelado: sua Essência e nossa Essência comum, tudo é Um, o resto é apenas ilusão.
Então, é claro, dizer isso quando se está, ainda, inscrito na personalidade e submetido nas oposições bem/mal desse mundo pode, por vezes, ser difícil a suportar, a encaixar e a transcender.
Mas eu os tranquilizo, a partir de ontem, isso se tornará muito mais fácil no caminho da dissolução.
Isso não quer dizer que será muito mais difícil no caminho da persistência da alma e sua não dissolução, mas você viverá o que há a viver, o combate do bem e do mal, a oposição entre as diferentes partes de você mesmo, como com os diferentes seres que você reencontrar.
Mas isso não tem qualquer importância, porque você terá, também, a possibilidade de prender-se, nesse caso, ao que apareceu um dia, que é a Luz, a vibração das coroas radiantes, o fogo vital e o Fogo vibral.

Assim, você compreendeu, quando há persistência da alma há persistência dos desejos, quaisquer que sejam, há necessidade de fogo vital, há necessidade de amar essa vida, mas na materialidade que ela propicia e não em sua Essência, o que se traduz, obviamente, por modificações importantes para uns e para os outros, mas que não vão, verdadeiramente, na mesma direção.
E cada dimensão, cada direção é tão respeitável quanto aquele que é liberado vivo.
Simplesmente, vocês não estão, todos, na mesma idade, mas são, todos, confrontados ao mesmo evento, porque se trata de um evento coletivo.
Ninguém poderá escapar do Retorno da Fonte e do retorno da Liberdade, mas a Graça é total.
Se você decide permanecer nessa persistência da alma, porque ela é evidente para você e será cada vez mais evidente, nada há nem a lamentar nem a esperar, ainda menos; permaneça nisso e deixe trabalhar Maria, deixe trabalhar a estase, no momento em que ela chegar.

Você não tem, tampouco, que procurar instantes futuros, porque os instantes futuros misturam-se ao instante presente, tudo se desenrola no mesmo tempo, nós já dissemos isso: não há nem passado nem presente nem futuro.
Então, aqueles que viveram a Luz e que mantêm a alma, por escolha da própria consciência, são, talvez, chamados a ver mais coisas, além do que aqueles que nada veem, ver as situações, ver e perceber as diferenças entre o bem e o mal, ver e perceber as diferenças entre a Luz e a sombra.
É, simplesmente, seu olhar que vai dar-lhe sua verdade a viver, em função do que vive sua consciência.
O que se manifesta a você, tanto nesse corpo como em seu exterior, em suas circunstâncias de vida como no Amor que você manifesta, é cada vez mais evidente.
Nada há a fugir, nada há a esperar, há apenas a assumir: isso se chama a Autonomia e a Liberdade, mas, também, a responsabilidade.
Não se julgue, não julgue ninguém, simplesmente, aquiesça ao que há para a consciência de cada um, para o Amor de cada um, por sua capacidade de Amor maior ou menor, resultante da existência da alma ou da existência de véus ainda não dissolvidos.

Estar presente é, sobretudo, estar lúcido, não é continuar a fazer ou agir, é, antes de tudo e acima de tudo, viver a Luz, mesmo se, depois, haja dificuldades para essa Luz exprimir-se em alguns recantos de suas relações ou de suas personalidades presentes, eu o lembro, até o fim, isso não é grave, porque a Luz está presente e ela se colocará, necessariamente, mesmo se, naquele momento, você tenha dificuldade para pôr o Amor à frente e que ele, ou a situação que está à sua frente, tenha colocado o Amor atrás.
Nada há a retificar, nada há a reequilibrar por você mesmo, porque é a Luz que se encarrega, a partir do instante em que você se desengaja, não da vida, mas dessa dualidade ou dessa problemática.
Assim, portanto, você constata, em definitivo, há apenas duas possibilidades: à época, nós havíamos dito o Amor ou o medo, hoje, nós dizemos, simplesmente, a Liberdade do Amor para o conjunto, ou a privação do Amor para alguns ou para algumas zonas de vocês.
Isso não quer dizer que seja negro, isso não quer dizer que seja bem ou mal, mas que isso faz parte das partituras a tocar, isso faz parte dos atos e das cenas de teatro que não foram concluídas e que a alma tem necessidade de concluir, qualquer que seja o tempo coletivo que esteja aí.
Assim, portanto, quando nós dizemos que cada coisa está em seu exato lugar, e isso segue um plano perfeitamente orquestrado pela Inteligência da Luz, pela Transparência da Luz e pelo desaparecimento total de toda sombra nessa Terra que vive, ela também, nesse momento mesmo, sua Ascensão.

A Ascensão da Terra, a Ascensão individual já começou; a Ascensão coletiva também, desde ontem.
Esse lapso de tempo que lhes resta, até o aparecimento da Estrela, é um tempo que deve ser aproveitado para cultivar a Paz.
Isso não quer dizer desengajar-se do que a vida deu-lhe a fazer, mas fazê-lo, justamente, estando desprendido, estando não implicado, sendo, simplesmente, como alguém que desempenha, em uma cena de teatro, um papel, mas que não é esse papel nem essa função.
Assim, portanto, você chegará à Liberdade e à Liberação sem qualquer dificuldade, a partir do instante em que você deixa as dificuldades resolverem-se, não sozinhas, mas pela Inteligência, unicamente, de Cristo e da Luz.
Quando Cristo dizia: «Vocês serão dois, reunidos em meu Nome», mesmo com opiniões e posicionamentos diferentes, exemplo de um irmão prosseguiu a alma e cuja alma permanecerá, e outro irmão, cuja alma não existe mais, absolutamente, o Espírito manifesta-se, completamente, para essa alma que não é mais uma alma, mas que é apenas uma pessoa que se tornou muito simples, sem esperança, sem vida passada, sem futuro, simplesmente, que se instala, cada vez mais, no instante presente, e que será vista, do outro lado, como uma negação da Vida; é claro, ver o nada, para aquele cuja alma resiste ou cuja alma assegura a necessidade de manifestação, a necessidade de consciência em um sistema carbonado, mesmo ela resolver-se-á pela Presença de Cristo entre vocês dois.

Não há, portanto, nem em um sentido nem no outro, nem em um caso como no outro, que querer agir, querer resolver, querer interferir com a ação da Luz.
É claro, não é a mesma coisa se, no curso, tanto da dissolução quanto do retorno da alma à sua existência, há manifestações corporais que necessitam de uma ajuda.
Naquele momento, você tem, à sua disposição, todas as técnicas que já utilizaram anteriormente e que permanecem válidas e valiosas.
Simplesmente, seu posicionamento, sua leveza, também, não serão as mesmas: em um caso há implicação na emoção, implicação no mental; no outro caso não há mais mental, mais emoção ou, então, há uma clara visão do momento em que o mental ou a emoção põe-se no trabalho, criando, realmente, a percepção de que essa emoção e esse mental não são você.

Similar para o corpo
Você não desertou do corpo; eu o lembro de que o corpo físico, além de seus envelopes sutis, está, de algum modo, sendo absorvido, metabolizado e dissolvido pelo corpo de Existência, pela Inteligência da Luz, pela presença de Cristo e de Uriel, pela nova tri-Unidade.
Tudo isso se faz sem sua intervenção, seu seus desejos, sem seus anseios.
Não há mais projeções possíveis, há, simplesmente, e cada vez mais, a presença do instante presente, que se basta por si mesma, porque englobam os três tempos.
Ela engloba todas as oposições, todas as contradições em uma verdade que é bem mais ampla, bem mais Una, e que eu qualifico, com foi nomeado pelo Arcanjo Anael, de Verdade Absoluta, que não sofre qualquer contradição, qualquer oposição, qualquer luta e qualquer esperança, porque tudo ali está incluso, tudo ali está presente na mesma vibração, aquela da Consciência Unificada à Fonte, aquela que atravessou a Fonte para juntar-se ao seu estado de Eternidade, no qual nada mais há, nem forma, nem consciência, simplesmente, no retorno desse estado que não é um, a manifestação da Morada de Paz Suprema que basta para preencher seus dias, a partir do instante em que você pensa nela.

Então, é claro, há, nesse mundo, um episódio de resolução ou, se preferem, de confrontação final, no qual tudo o que deve exprimir-se e que não foi exprimido até o presente, deve sair e voltar a sair: o conjunto de crenças, o conjunto de convicções errôneas, o conjunto de erros, manifestados e traduzidos por todas as religiões, sem qualquer exceção, são atualizados e desvendados.
Obviamente, conduzindo ao que foi nomeado o Apocalipse, em sua fase final, que é uma fase, eu os lembro, antes de tudo, de Revelação, mesmo se provoque o desaparecimento do efêmero, na totalidade.
Mas se vocês estão, ainda, no efêmero, isso pode induzir, é claro, necessidades de preparar-se, necessidades de procurar, necessidades de estabilizar e provocar, talvez, ressurgências de medos.
Mas esses medos, mesmo se vocês estejam na perpetuação da alma, não poderão, jamais, durar muito tempo, mas eles estarão, é claro, mais presentes em relação àquele que não é afetado por qualquer fim do mundo, que não é afetado por qualquer vibração, mesmo se ele as viva, nem mesmo por seu corpo de Existência.

Aquele que consegue permanecer, sem o querer, simplesmente porque é sua linha de menor resistência, permanecer no Centro do Centro, no Coração do Coração, na Morada de Paz Suprema, verá o momento da Graça proposto por Maria como uma Liberação final.
Quer esse corpo permaneça ou não, isso não tem qualquer importância porque, naquele momento, a liberação é total.
Qualquer que seja o destino desse cormo, você não é mais concernido, porque seu corpo de Existência está ativo e permitirá a você bem mais do que o que permitia esse corpo físico.
Não haverá, portanto, interrupção da consciência, nem para aqueles cujo Espírito está revelado, completamente, nem para aqueles cuja alma persista na experiência da encarnação carbonada.

Assim, portanto, há um espaço de reconciliação, um espaço de Graça, um espaço de unificação que corresponde, inteiramente, à estase, que dará, a cada um, a oportunidade de verse tal como é e não tal como ele acredita que é.
Em relação a isso, não é um julgamento, no sentido estrito, mesmo se isso se chame o Julgamento Final.
Isso quer dizer, simplesmente, em linguagem que eu qualificaria de espiritual, que o Julgamento Final é apenas a colocação na Luz do que se opõe à Luz e à sua dissolução, tanto em vocês como em seu exterior.

Se você aceita esse princípio, apreenderá, facilmente, que todo medo desse futuro é apenas o medo manifestado pela pessoa, pela alma; o Espírito não conhece o medo, ele pode conhecer o sofrimento, é claro, mas ele não é afetado da mesma maneira que aquele que permanece na alma.

Aí estão os elementos a observar, de maneira muito simples, no que se desenrola e será cada vez mais aparente doravante.
Assim, portanto, seu marcador será tomado, cada vez mais, em relação ao ponto de vista da consciência pura e não mais em relação ao jogo da personalidade ou da alma, mesmo se ela exista até o momento da passagem, até o momento da estase.
Aí, as coisas – na saída ou no curso desses três dias e três noites – tornar-se-ão muito mais fáceis a viver, porque será o que haverá a viver, quer você esteja liberado da alma ou, ainda, submetido à alma, é, exatamente, a mesma coisa, ou seja, o retorno à sua Eternidade, o retorno a uma de suas Linhagens Estelares, o retorno à sua Origem Estelar, o retorno à experiência carbonada livre e, para alguns, a experiência dos mundos carbonados, porque seu valor de combate é absolutamente real, mesmo se não esteja voltado para os bons alvos.
Corresponde à integração do Si que poderá, então, manifestar-se no papel e no âmbito da liberação completa de um Sistema Solar, disso o Comandante já falou, perece-me.

Então, eu lhes proponho colocar-nos, juntos, além das palavras e além de minha Presença e além de cada uma de suas Presenças, para colocar-se na Eternidade, para colocar-se na Transparência, na Alegria e, como disse o Arcanjo Uriel, no Amor.
É claro, eu desconfio que haverá questionamentos em relação ao que eu acabo de dizer, vocês encontrarão as respostas de minha parte, ou de outras partes, nos momentos de questões, ou seja, do que constitui, propriamente ditos, as Publicações da Ascensão desse mês de fevereiro de 2015.

Assim, portanto, permanecemos agora um instante, um momento fora do tempo, no que é, de toda a Eternidade.

Eu os amo, eu os abençôo e eu sou vocês, cada um de vocês, e é isso que há a viver, no espaço de seu coração, no espaço do Silêncio.
Vamos começar agora.

... Silêncio...

Eu sou Ma Ananda Moyi, e eu lhes dou a minha Paz.

Pelo Amor e no Amor, eu permaneço em vocês, como vocês permanecem em mim, na Eternidade...

Até breve.

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MARIA – Nós lhes oferecemos a doçura e a Graça.

Meus filhos bem amados, recebam todo o meu Amor.
Eu venho acompanhada dos Melquisedeques, assim como de minhas doze Estrelas.
Cada uma vem colocar-se ao redor de vocês, oferecendo-lhes a doçura e a Graça de que nós Somos e de que vocês São.

Em um primeiro tempo, nós lhes propomos acolher essa Graça e comungar, todos juntos, de Coração a Coração, em um único Coração de Amor.

Meus queridos filhos, eu venho embalá-los nesses tempos, nesses tempos de Graça e tão tumultuosos, do ponto de vista de sua personalidade.
Eu venho acalmá-los, suavizar tudo o que pode ser, ainda, pesado sobre seus ombros e em seus corações.

Este período, como vocês sabem, é primordial, no qual nós lhes pedimos e insistimos para que cada um de vocês se coloque no Coração do Coração, no Coração da Graça, em nós.
Nós estamos com vocês, nós estamos em vocês, nós somos vocês.

Meus queridos filhos, sejam o que vocês são.
Sejam a Alegria a cada instante, sejam a Paz, porque é sua verdadeira natureza.
Hoje, acompanhada de minhas doze Estrelas, gostaríamos de oferecer-lhes um Canto de Graça, tocando, assim, diretamente suas estruturas, para acompanhá-los neste período e para ajudá-los a entrar, diretamente, em sua Eternidade.

Cada uma de minhas Estrelas vem saudá-los, de Coração a Coração.
Agora, nós os convidamos a acolher esse Canto, esse Canto de Graça.

… Canto Vibral...

Bem amados, em um único Coração, em uma única Dança, sejamos o Amor, sejamos, novamente, plenamente unidos, tirando todas as máscaras, além de toda identificação, além de todos os papéis.
Sejamos essa Alegria que se revela a cada instante, a partir do Coração do Coração, ao qual vocês têm acesso a cada instante.
Também, e é para isso que nós insistimos sobre o instante presente, saborear a Vida, para que a Vida saboreie vocês.
Que a Vida possa fluir plenamente, sem obstáculo e sem interferências, a cada instante de sua vida e o que quer que aconteça.
O que quer que aconteça, queridos filhos, tenham fé nessa força que os habita e que é sua natureza.

A Graça embala vocês, vocês são a Graça.
Eu sou o que vocês são, além de todo o papel de Mãe; eu sou vocês, como vocês são eu.
Permitam-se isso, permitam-se essa evidência.
Nós somos, cada um, uma faceta de um grande diamante de Amor que se saboreia a cada instante.
Voltem a esse ponto, nesse espaço que está aí, para além de qualquer mundo, para além de qualquer jogo, há apenas isso, queridos filhos, há apenas isso.
E vocês são esse Coração que se revela, que canta a Alegria, que dança a Vida, que É, simplesmente.

Então, chamem-me durante esses momentos, quando vocês se sintam desamparados, um pouco perdidos ou um pouco sozinhos, e eu virei inundá-los desse Amor comum, que os ajuda, assim, a reencontrar, plenamente, essa Eternidade, essa Vacuidade, para além de toda Presença, no coração do Infinito, o que lhes permite, assim, soltar todas as máscaras.

Nós somos Um.
Eu os abençôo, meus queridos filhos, e eu me regozijo com esses instantes de Graça que vocês vivem.
Então, esses instantes, eu os vivo em vocês, com vocês, uma vez que eu sou vocês.
Então, fiquem tranquilos e lancem-se na água, lancem-se nesse banho, nesse banho de Amor que está aí, que sempre esteve aí.
Eu sempre estive aí, meus filhos bem amados.

Então, eu lhes peço, a partir de agora, e isso até o meu Apelo, para manifestarem a Alegria, quaisquer que sejam as circunstâncias de sua vida, quaisquer que sejam as adversidades ou, mesmo, as alegrias desse mundo,
Estejam nessa Alegria verdadeira do Coração, nessa Graça.
E que Ela se desdobre ao infinito.

Eu os tomo em meus braços, eu os cerco com todo o meu Amor e, acompanhada de minhas doze Estrelas, nós viemos acariciar seu coração nesse instante, e depositar sobre vocês mil graças, como pétalas de rosa que vêm ungir seus passos nesses tempos, que perfumam suas vidas com nossa Presença, com nossa Graça.
Nós permanecemos com vocês e em vocês para sempre.

Eu os abençôo, queridos filhos, e digo-lhes até muito em breve, como até cada instante, no Coração.

Fiquem unidos, mais do que nunca, uns com os outros, como eu estou unida a vocês.

Até breve, com todo o meu Amor

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O Canto Vibral pode ser ouvido no Youtube:

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CRISTO – E eis que Eu venho... pedir-lhe sua amizade, seu Amor.

E eis que eu venho, amados do Um e filhos do Amor.

Eu virei como um ladrão da noite, em seu Templo.
O anúncio de minha vinda em seu Templo e minha instalação para sua Eternidade, no que vocês são, foi preparado por múltiplos elementos, por múltiplas coisas.

Amem-se como eu os tenho amado e como eu os amo, amar sem desvio. Sem limite, sem ração é a mais bela das luzes possíveis nesse mundo que não é seu mundo e, no entanto, que vocês pisam com seus passos.
E eu venho, para cada um de vocês, pedir sua amizade e nosso Amor.

Tudo está pronto, tudo está concluído e, enfim, tudo começa.
Eu virei no momento oportuno, não, unicamente, em vocês, meus amigos, mas, também, diante de cada irmão e cada irmã, quaisquer que sejam suas andanças, qualquer que seja sua recusa, propor a mesma amizade, aquela da Verdade, aquela da abundância, aquela da Transparência.
Eu nada peço a vocês, eu venho, simplesmente, esperar, como vocês mesmos têm esperado nesse dia.

O tempo da espera não é um tempo vão, é o tempo que lhes foi outorgado para levar a efeito nossa amizade e nosso Amor.
Alem disso, pela Graça dos Arcanjos, pela Graça dos Anciões, pela Graça das Estrelas e de minha Mãe, pela Graça do conjunto da Confederação Intergaláctica dos Mundos Livres, o caminho está aberta.
Os véus estão dissolvidos, o que põe a nu a Essência do Amor que são.

Então sim, eu virei, em cada um, apresentar-me, nomear-me e, se vocês aceitam, nada mais manter-se-á diante de nossa Presença unida, na verdade do Amor Um.
Nenhuma falha nem qualquer sombra podem, se vocês o desejam, resistir à nossa amizade.
Nada mais há a preparar, doravante, que não a minha vida; nada mais há a esperar, uma vez que tudo já está aí, nesses tempos nos quais tudo se revela, como eu havia revelado, por minha vez, ao bem amado João, aquele que primeiro pôde perceber a totalidade de meu retorno, a totalidade da Verdade e a ação do Supramental, da Inteligência da Luz nesse mundo, que lhes devolve o fio condutor de sua Eternidade.

E eis que eu venho, com a espada afiada, para restituí-los ao que vocês desejam, para restituí-los ao que vocês vibram, em acordo com o Espírito ou em acordo com a alma, conforme a intensidade de nossa amizade e de nosso Amor.
Eu venho selar e desatar, ao mesmo tempo, a Promessa e o Juramento e, também, liberar a carne, sua carne, para que a Ação de Graça seja seu quotidiano na Eternidade, na qual nenhuma noite pode colocar-se, na qual nenhum obstáculo pode levantar-se.

Você, quem quer que você seja, o que quer que você manifeste, o que quer que espere ou tema, a minha amizade e o meu Amor são os mesmos.
Uma Mãe ama cada um dos filhos, e seu Filho ama todos os seus irmãos e irmãs do mesmo modo, com a mesma intensidade, sem noção de retribuição, sem noção de recompensa e, ainda menos, de punição, porque são vocês mesmos que julgam, à luz de nossa amizade, ao peso de sua densidade da Eternidade, no momento em que eu me instalar.
Em você, em cada um de vocês jogar-se-á nosso Reencontro, o que faz de vocês os Filhos Ardentes do Sol, os Filhos da Luz, estandartes da Luz, que se banham e irradiam da Vida Una, do Amor Um.
Nós dançaremos, juntos, a Dança da Eternidade.

E eis que eu venho, já, em cada um de vocês, pessoalmente, antes de vir para o conjunto de vocês, em sua totalidade, em sua humanidade Una, em sua humanidade que já escolheu outros caminhos que não a minha amizade e para a qual a mesma Graça será atribuída.
Cada um escolherá, eu diria, em sua consciência ou em sua alma e consciência, ou, mesmo, em sua recusa, cada um experimentará a ressonância do Amor que ele deu, do Amor que ele se deu e do Amor que ele recebeu, que testemunha, assim, por si mesmo e por mim, em nossa Eternidade Una.

Filhos Ardentes do Sol, queima em vocês a Eternidade.
Eu venho amplificar o Coração Ascensional e iniciar sua Ressurreição com vocês, na oração e na Graça.
Minha Mãe vem dizê-lo a vocês, enunciá-lo, claramente, sussurrar-lhes em sua alma ou em sua consciência, imprimindo, nessa carne, o Fogo do Amor, o Fogo do Espírito e o Fogo da Verdade.
Pensem em mim como eu penso em vocês, bem longe do âmbito histórico, ainda mais longe de qualquer âmbito religioso.
Eu venho cantar, em vocês, o Canto da Liberdade, o Canto dos ateliês da Criação, eu venho assistir à sua Ressurreição, na Alegria perpétua.

Eu nada mais lhe peço do que estar presente, do que enfrentar e deixar-me, enfim, o lugar que é aquele de sua Eternidade, que é aquele de nosso Amor.
Eu venho apenas pedir-lhe para responder ao que É, ou ao que não é, ainda.
Eu venho dizer-lhe, hoje: não tenha medo, ponha o Amor ao centro, ponha o Amor à frente, ponha o Amor atrás, ponha o Amor à esquerda, o Amor à direita, porque é o que você É.
Só os véus ocultou de você essa verdade essencial, sem a qual, mesmo você não poderia colocar seus pés nesse mundo.
Apesar das ilusões, apesar das mentiras, você está aí, na vida e na Verdade.

Eu venho mostrar-lhe seu Caminho, sua Verdade e sua Vida.
Eu nada mais pedirei do que o partilhar sua amizade comigo e com todos aqueles de vocês que se reconhecerão, pelo coração e pelo Espírito, que ilumina, com suas Lâmpadas despertas, o que deve sê-lo, o que deve dissolver-se na Lei da Graça.
Eu venho dar-lhes a bênção do Pai.
Eu venho restituí-los a si mesmos.
Nenhum conhecimento, nenhuma pergunta tem necessidade de ser formulada, porque o que eu vejo e o que eu verei é, simplesmente, a maneira pela qual vocês têm amado.
Nenhuma história nesse mundo tem valor em face da Eternidade, nenhum papel, nenhuma função é mais elevada do que outra.
Aqueles que quiserem elevar-se, sem passar por nossa amizade, serão rebaixados; aqueles que eu encontrar na Transparência, na esperança a mais nobre e na Transparência e sinceridade não terão qualquer elemento de medo, porque o Amor os preencherá.
Assim é a minha amizade, assim é a nossa fraternidade, que supera todas as condições e todas as circunstâncias em seu mundo.

Eu venho perguntar-lhe: «Você quer ser meu amigo, você quer ser o filho digno do Sol e do Pai, você quer ser o digno filho de nossa Mãe Comum, soltando todas as zonas de sombra e todos os medos que possam manifestar-se em você?».
Você se prende na rocha eterna de nossa filiação comum, aquela que não tem papel algum, nem qualquer lugar na divisão, porque seu único lugar é aquele de sua Liberdade e de sua Verdade, qualquer que seja ela.
Há apenas que aceitar e ninguém poderá subtrair-se de seu próprio peso por si mesmo.
A maneira pela qual você tem amado, não, unicamente, nesse instante ou nessa vida, mas na resultante do conjunto de seus passos portados nesse mundo há muito tempo, revela-se a você em sua nudez, em sua simplicidade e em sua beleza.

Eu venho dançar, com vocês, no Silêncio da Eternidade.
A esperança, a fé e, mesmo, a crença que vocês têm construído em meu Retorno em vocês revelar-se-á Verdade absoluta.
Mesmo aqueles de vocês que não puderam ou quiseram amar como eu os tenho amado, devido a sofrimentos, devido aos véus ou devido a circunstâncias específicas, nada mais têm a temer de nosso reencontro porque, naquele momento, também, nós poderemos, qualquer que seja seu estado, e se vocês o aceitam, construir, juntos, instantaneamente, a ponte da Graça para sua Eternidade, porque eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida.

Eu virei, também, assim, pedir-lhes, se já não foi feito, para deixar morrer o que não quer o Amor, tanto em você como em cada um, respeitando a liberdade e a escolha da viagem da alma ou da nudez da consciência.
Filhos do Um, filhos nascidos pelo Amor e do Amor, eu venho nomeá-los e chamá-los para serem inscritos no Livro de Vida Eterna, que não conhece nem início nem fim, no qual toda vida é-lhes oferecida na maior das compaixões e na maior das liberdades possíveis e inimagináveis.

Em seu Templo, como em cada faceta de sua consciência, você ali encontrará a minha Presença e a minha radiância.
Eu sou o consolador, eu sou aquele que corta o que deve ser cortado, na liberdade e em acordo com suas escolhas e a ressonância maior ou menor de sua verdade com a Verdade de Amor.
Os sinais de meu Retorno, de maneira visível nesse mundo e não, unicamente, em seu Templo, serão evidentes para cada um de vocês, diante da realização de inumeráveis sinais e visões transmitidos ao bem amado João.
Nesses tempos tão intensos, não lhe resta mais do que depor todas as armas do medo, depor todas as suas dores aos meus pés, para que meu Coração as absorva.

Eu sou a consolação, eu sou a esperança e eu sou, sobretudo, o que vocês são, na Eternidade: o Filho Ardente do Sol, cuja Paz e Alegria não conhecem qualquer trégua nem qualquer sedação.
Eu sou o Templo da Liberdade, o Templo da justiça, o Templo da equidade, o Templo da Verdade, e meu Templo é seu Templo, e meu Coração é seu Coração.

O que você pode temer, você que, mesmo os medos representam, em definitivo, apenas o sentimento da falta de Amor para consigo mesmo ou para com a Fonte, para com seus irmãos e irmãs e para com as feridas da vida?
Eu venho tirar todo sofrimento, na condição de que você aceite entregá-los a mim, para que eu me encarregue.
Eu apenas tenho necessidade de um sinal de seu coração, apenas tenho necessidade de sua atenção, e eu venho responder ao conjunto de suas necessidades.

A Luz da Verdade, a Luz que revela bate não, unicamente, à porta de seu Templo, mas já há alguns dias, abriu o que restava a abrir para viver a última Páscoa, aquela de sua Ressurreição ao mesmo tempo que minha Ressurreição.
Não me espere na carne porque, senão, você será enganado, mas seu coração não pode enganá-lo, só o intelecto pode enganar.
Nós nos reconhecemos e reconheceremos no Amor que brilha diante de nós, em nosso coração e em nossa fronte, porque você também, se o deseja, você é o ungido do senhor, aquele cuja unção colocou o bálsamo da cura, o bálsamo da Alegria.

Quando eu lhe pergunto se você quer ser o meu Amigo, eu nada mais peço do que deixar as ilusões, deixar as crenças, deixar o que é falso, sem compromisso e na humildade.
Os tempos estão consumados, isso vocês sabem. E o que se consuma, agora, é apenas justiça e Liberdade.
De nosso reencontro decorrerá seu lugar.
Nenhum lugar é melhor do que outro, nenhum mais elevado do que outro, há apenas Amor ou não amor, e o não amor é nada, ele é apenas, eu diria, uma forma de máscara cuja tradução é o medo, mas que nenhum sentido tem na Eternidade.

Eu o lembro de que você não poderá levar, de maneira geral, nem seus medos nem seus bens, nem qualquer aquisição desse mundo, porque eu o quero nu, porque eu o quero tal como você é em Verdade, e não tal como você mostra a esse mundo o que ele espera de você.

Eu sou sua verdadeira Família, aquela na qual não há nem chantagem nem sofrimento, nem condicionamento nem violência, porque eu venho cortar e eu venho em paz, como poderia ser de outro modo?
Os tempos do medo terminaram, a Graça preenche-o, de maneira natural, de todos os atributos do Amor, de toda a Verdade do Amor.
Você nada mais tem a projetar, você nada mais tem a esperar, porque isso é agora.
Tudo o que será observado na superfície desse mundo, como em toda consciência, é apenas a revelação do Amor.
Só sua forma ilusória pode ali ver outra coisa, só a adesão a si mesmo, de maneira incongruente, pode privá-lo de nossa amizade.
É preciso, para isso, que você deponha todos os seus fardos, é preciso, para isso, que cada um de vocês acolha, de braços abertos, a Verdade de nosso Pai e de nossa Mãe, colocada onde se situa a ardência do Espírito, a ardente sede de seus reencontros consigo mesmo.

Minha presença far-se-á cada vez mais sensível, do mesmo modo que aqueles que os acompanharam e cuja ronda estabelece-se, doravante, na integralidade, em seu coração e em nenhum outro lugar, o que lhes favorece, mesmo, dissolver tudo o que não é a expressão e a manifestação direta do Amor puro, do Amor incondicional e do Amor Verdade.
É impossível, nesse nível, ser enganado ou enganar-se, porque sua esperança em minha Presença pôs fim às veleidades de dualidade impostas por esse mundo e por seu efêmero.

Nesses momentos específicos, e quando do momento do Apelo, você compreenderá e viverá, por si mesmo, a Verdade do Amor e a verdade do que não é amor, quando de nosso reencontro e de nossa amizade.
Lembre-se de que a principal manifestação do Amor é a Alegria, o Amor basta-se a ele mesmo, nossa amizade basta-se a ela mesma, ela é a totalidade, ela é, também, cada particularidade nesse mundo também e, eu diria, apesar de tudo.
Seu estado atual, seu estado em curso de instalação faz apenas mostrar-lhe a distância ou a proximidade que existe entre você e eu.
Nessa ausência de distância haverá concordância, haverá êxtase e haverá contentamento nas Moradas do Eterno, nas Moradas de suas origens, em múltiplos espaços nos quais não pode existir sombra nem sofrimento nem resistência.

Eu não venho pedir-lhe para seguir-me, eu venho pedir-lhe para ser o que você é, transcendendo ou esquecendo-se de tudo o que faz sofrimento, de tudo o que dá medo, de tudo o que pode obstruir ou perturbar nossa amizade.
Nossa amizade é uma segurança na Verdade.
Eu não venho, portanto, pedir-lhe para seguir-me, mas ser o que você é e percorrer as esferas da Eternidade, se tal é seu estado, se tal é seu estado, se tal é sua consciência.
Cada lugar, cada consciência é respeitável, quer ela responda favoravelmente ou desfavoravelmente à nossa amizade.
A Alegria de tal intensidade virá pôr fim, imediatamente, ao caso no qual selamos nossa amizade, a todo sofrimento, a todo medo e preencherá você da Graça eterna do Amor e da Alegria, sem justificação, sem razão, sem explicações, transcendendo as manifestações e obstáculos do efêmero, fazendo queimar e dissolver tudo o que não tem mais razão de ser em nossa amizade e nossa Liberdade.

Então, amados do Um, eu os quero em pé e inteiros, com tanta intensidade quanto possa existir no coração de nossa amizade.
Qualquer que seja seu estado desse corpo, qualquer que seja seu estado de sofrimento residual ou de medo, eu serei a cura e o desaparecimento de tudo o que possa perturbar ou desacelerar nossa Verdade Una.

Em cada um de vocês está a mesma chama e a mesma intensidade e a mesma sede.
Eu venho perguntar-lhes se vocês querem viver na Eternidade, na qual a água de Vida não pode faltar, na qual vocês são saciados, a cada instante de sua consciência, na qual a Plenitude não pode deixar qualquer deficiência na perfeição da consciência Una e liberada.
Eu venho dá-los a si mesmos, porque eu sou Doação, na altura do que vocês têm dado e distribuído, não por interesse, mas por espontaneidade e por verdade, sem outra implicação que não a Doação de si mesmo à sua própria Eternidade.
Eu estarei no cruzamento de suas escolhas, iluminando-as com a mesma intensidade e a mesma compreensão que não se importa com sua história pessoal, que não se importa com o que pode restar, que resiste a si mesmo.
O que eu sou e o que você é ressoa na Graça, ressoa na Liberdade.
O que não é Amor não tem lugar no Amor, o que é Amor será devolvido ao Amor.

Amados do Amor, permitam-me, no espaço de nosso Silêncio, aproximar-me de nossa amizade e, para alguns de vocês, que leem as minhas palavras ou que as escutam, então, a completude apresentar-se-á no instante ou nos instantes a vir.
Isso está aberto a partir de hoje.

Assim, eu faço silêncio de minhas palavras, para dissolver suas palavras, assim:

… Silêncio...

Assim, eu posso dizer como meu Pai e nosso Pai disse, a Fonte: «Meu Amigo, meu Amado, você quer sê-lo? Meu Amigo, meu Amado, você quer vivê-lo ou você prefere calar a escolha de sua pessoa e de seu efêmero?».
Porque você deve escolher, você deve decidir, aí está a última Graça do Apelo de minha Mãe e de meu Apelo, que não é outro que não o Apelo de seu coração à sua reunião e sua união à sua Eternidade.
Eu não tenho necessidade de qualquer palavra nem de qualquer atitude, porque eu vejo o que cada um de vocês é, foi e será, porque eu vejo, em cada um de vocês, a minha imitação, ou não, seu desaparecimento, ou não, e nada nem ninguém poderá enganar-se e ali ser enganado, porque a Graça da Verdade tomará todo o espaço e todo o tempo, vindo acordá-los do interior, vindo mostrar-lhes, nessa reconexão, a Verdade que não tem início nem fim.

Filhos do Um, dancemos, novamente, a Dança do Silencio, no espaço da beleza, agora.

… Silêncio…

Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida, e você é a Vida, a Verdade e o Caminho, porque nós somos Um.
O sentido de toda separação deve apagar-se, ser queimado na indiferença e no Fogo do Amor, para que meu pedido de amizade vista-se com todas as vestes do Amor.

Nesses instantes que vocês vivem, onde quer que estejam na superfície desse mundo, vocês têm a mostrar não a pessoa, mas procurem bem, ao invés disso, em cada circunstância, em cada olhar e em cada interação entre vocês, o olhar do Amor, o olhar do coração, façam calar as palavras e pensamentos que nos afastam um do outro, aqueles nos quais há julgamento, aqueles nos quais há desconfiança, aquelas em que há medo.
Não deem peso ao que já é pesado, atribuam todo o peso à Eternidade.

Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida, eu lhes ofereço as minhas bênçãos, eu lhes ofereço o que vocês são, além de todo o resto.
Eu lhes digo, no Amor, eu lhes digo: em nosso Amor.
Amemo-nos.
Eu lhes agradeço por terem me acolhido, eu lhes agradeço por terem me escutado, eu lhes agradeço por me terem lido e eu conto com cada um de vocês, porque cada um de vocês é o Único e o Amado do Um.

Eu sou Cristo, e eu os abençôo. Em seu nome, em meu nome e em nome de minha amizade, como de sua amizade, se vocês a querem e, juntos, eu lhes digo não oremos, mas permaneçamos na brilhante Luz da Verdade, agora e para sempre.
É tempo, agora, não de retirar-me, mas de retirar-me em vocês, aí, onde se encontra sua beleza, que responde a cada solicitação, a cada pensamento, a cada vez que o Amor é colocado à frente, eu estarei aí e vocês verão por meus olhos e sentirão por minha carne e viverão em meu Espírito, que é o seu.

Eu repito, eu os amo e vocês são dignos e bem mais do que isso.
No Amor do Amor e em nossa amizade, eu me retiro em vocês agora.

Esse é meu verbo, inscrito no fim das Publicações de fevereiro, e eu responderei, em meu nome, ás questões que vocês fizerem, para o fim dessa Publicação.

E eis que eu venho.


Segunda Parte

OMRAAM MIKAËL AÏVANHOV – PREPARAÇÃO PARA A REUNIÃO

Bem, caros amigos, estou extremamente contente por reencontrá-los, e permitam-me apresentar-lhes todas as minhas bênçãos e todas as minhas homenagens.
Eu estou aqui entre vocês porque, obviamente, vocês têm passado certo número de elementos de que eu já havia falado há vários meses, não é?
Vocês passaram a atribuição Vibral.
Vocês passaram o cometa que passou no céu, que se traduz, para cada um de vocês, em seus setores de vida que são concernidos, não todos, felizmente, mas enfrentam desafios.
Esses desafios não são nem retribuições nem punições, mas, simplesmente, para vocês, eu diria, a maneira que lhes é oferecida de ajustar-se o mais finamente possível, eu diria, à vibração de sua própria Existência, que lhes dá, por vezes, a observar ou humores ou lembranças ou dores que estão aí, em definitivo, apenas para facilitar-lhes a adequação com seu corpo de Existência, na totalidade.
Ou seja, prepará-los, de algum modo, para serem confrontados, para enfrentarem e transcenderem, de algum modo, esse Face a Face entre o efêmero e o Eterno, ou seja, vocês compreenderam, entre a lagarta e a borboleta.
O casulo teceu-se, progressivamente.
Vocês ativaram tudo o que conhecem: as Portas, as Estrelas, diferentes Coroas, diferentes circuitos vibratórios, novos, também, há algum tempo, como lhes explicou No Eyes e, também, em parte, um pouco, Snow, o que quer dizer que vocês reencontram sua Eternidade, através dessas estruturas vibratórias vibrais que é o corpo de Existência, mas, também, eu diria, a consciência da Eternidade.
E é-lhes dada – através de diversas manifestações, como eu o disse – a oportunidade de verem-se sem hipocrisias.
Vocês sabem, à época, eu havia falado de poeiras que precisava remover.
Depois, eu havia dito que as poeiras, vocês as colocavam sob o tapete.
Em seguida, eu disse que se havia retirado os tapetes.
E, apesar disso, há os que não queriam ver alguns elementos que estavam inaparentes, seja para si mesmo, seja para o ambiente ao redor de vocês, em todo o caso, para os seres que vocês veem observar ao redor deles, uma vez que vocês mesmos estão ao redor deles; eles estão ao redor de vocês.
São todas as relações que se estabelecem nesse mundo e não, unicamente, através do Canal Mariano ou nossas Presenças.
E, se vocês têm manifestações de qualquer natureza que seja, eu os lembro de que não é o momento de ir procurar porque há isso, porque há aquilo: isso nutrirá, sempre, o mental.
É, simplesmente, questão de ver, não de procurar uma explicação, mas de ver.
Portar a atenção, simplesmente, sobre uma emoção, sobre uma dor, sobre um ressentimento, sobre não importa o que, porque o que quer que se manifeste não importa em qual relação, com vocês mesmos ou com o ambiente, é, em definitivo, apenas questão disso, ou seja, ver as coisas, aquiescer, nem culpa, nem responsabilidade, nem perdão para si ou para o outro, mas, bem mais, transcendência, superação por abandono total, uma rendição total e cada vez mais profunda à Luz.
E é aí que se situa, de algum modo, sua própria superação, que lhes permitirá, nos tempos que estão em curso, viver, ao mesmo tempo, o Apelo de Maria, o Face a Face e passar, sem obstrução do que é efêmero e termina, para o que é eterno e que é reencontrado.
Assim, vocês estão cientes de que nós intervimos, doravante, no modo questões/respostas.
Todos que nós somos, Anciões, Estrelas, Arcanjos e, talvez, outros também, se necessário.
Mas nós teremos uma proximidade, uma intimidade ao mais próximo, eu diria, do Coração do Coração, através das respostas que nós lhes daremos que, obviamente, através de sua intimidade, corresponderá, necessariamente, a todas as outras intimidades, porque tudo o que se levanta, agora, são pontos essenciais, não para a atribuição – que já ocorreu, é claro – mas para verificar, por si mesmo, onde você está.
Onde você se situa?
Você está apto a ser sua Eternidade, definitiva e irremediavelmente, o que quer que aconteça a esse efêmero, tanto o seu como a qualquer outro?
Através do que você vive você vê, portanto, você atravessa o que há a atravessar para viver, o melhor possível, seu Face a Face, seu enfrentamento, sua confrontação e sua própria transcendência.
Portanto, tudo o que acontece faz apenas remetê-lo a si mesmo, não na busca de uma causa, mas à sua Integridade na Eternidade.
E, através disso, não é questão de trabalhar nisso ou naquilo, a única coisa é verificar, por si mesmo, se você se abandona, inteira e integralmente, à Luz.
Porque você sabe muito bem que, qualquer que seja a dor, qualquer que seja o ressentimento, qualquer que seja o sofrimento ou qualquer que seja o elemento que perturbe, na consciência, você terá, sempre, a capacidade de transcender isso.
Absolutamente, não pela vontade nem pela compreensão, sobretudo agora, porque, aí, você reforça ou recria o quê?
A dualidade, ação/reação.
Mas você é capaz de desaparecer, totalmente, quer seja em face de uma dor, quer seja em face de um ressentimento, para deixar aparecer o Amor?
Esse é o desafio.
Porque, como você o sente, como você o vê por toda a parte nessa Terra, quer concirna aos Elementos, quer concirna aos homens, quer concirna ao céu ou ao Núcleo da Terra, você observa que tudo está se modificando muito, muito rapidamente.
E essa modificação ocorreu, também, de maneira final e última em você, para ver, eu repito, para atravessar e estar pronto para responder, eu diria, ardentemente e em toda sinceridade, ao Apelo de Maria.
Tudo isso você sabe, tudo isso está em curso, eu o disse, também, na última vez, de maneira muito breve.
Então, o que vai acontecer durante sua reunião é uma aproximação da intimidade, de sua intimidade de nossa intimidade comum, ou seja, não no sentido do que é privado, mas no sentido do que o toca, nos fundamentos da própria consciência, aqui ou alhures.
Tudo isso você vive e tudo o que nós, uns e outros, vamos aportar-lhe além disso, além dessa intimidade, é fazer, de algum modo, ressoar e tocar, em você, a totalidade da partitura Metatrônica.
E você sabe que o Arcanjo Uriel é muito importante para isso, porque você sabe que ele intervém logo após, eu diria, da última limpeza Micaélica no plano da Terra em 3D no momento, justamente, que é anterior e que acompanha o Apelo de Maria.
Portanto, prepará-lo para isso é ensiná-lo a tocar não, unicamente, a escala pentatônica do OD ER IM IS AL, mas ensiná-lo a tocar, em consciência, o conjunto das doze chaves, ou seja, o conjunto das doze Estrelas e o conjunto das doze Portas que correspondem, para aqueles que já o vivem, ao, eu diria, esse Corpo de Eternidade, em todo caso, nas ressonâncias que se criam de Porta a Porta, ou de Estrela a Estrela, através das Cruzes, mas através dos Triângulos, também, que estão presentes nesse corpo de Existência.
Eu o remeto, para isso, ao que lhe disse No Eyes e, também, um pouco, Snow.

Aí está o que eu tinha a dizer-lhes, como preliminar do que vai acontecer e, eu diria, mesmo, do que já acontece, independentemente dessa reunião, ou seja, em face de qualquer situação que seja, em definitivo, quer seja o sofrimento, quer seja a dor, quer seja o enfrentamento do que quer que seja, isso faz apenas remetê-lo a si mesmo.
Não se esqueça, jamais, disso.
E o que você vê, na escala coletiva, ao nível da humanidade, corresponde, também, de algum modo, ao que todos e cada um, na encarnação, certamente, têm ignorado, mas, talvez, também, às vezes, desviado os olhos, ou seja, a falta de Amor, pôr o Amor à frente de tudo.

Essas não são palavras vãs, porque nós não estamos aí nem para castigar, nem para punir, nem para ameaçar.
Além disso, agora, tudo isso está terminado.
É reenviá-lo à sua Eternidade, à sua Liberdade, à sua Autonomia e, também, à nossa fusão total, uns com os outros.
E não, simplesmente, considerar, sempre, o que acontece no exterior como exterior, porque você sabe que, em definitivo, na Eternidade, não há nem interior nem exterior.
Então, como você vai fazer se raciocina, ainda, em termos de interior e de exterior, de eu e os outros, de eu ou o outro, qualquer que seja a relação ou qualquer que seja o conflito?
Você é capaz de ser e de fazer ganhar o Amor?
Você é capaz de não mais estar em qualquer reação?
A Humildade, ela está, também, aí.
E, cada vez mais, segundo suas Linhagens de vida respectivas nessa Terra, que resta, também, a percorrer, você vai viver isso em si.
Então, você vai acusar o outro, mesmo se, com toda evidência, é o outro?
O que é que isso quer dizer?
Se você diz: «É o outro», é, ainda, a ação/reação, porque o outro está separado de você.
Enquanto, se você, realmente, transcendeu tudo o que havia a viver durante esses períodos desde vários anos, o que é que pode fazer-lhe o que quer que seja no exterior, em sua Eternidade?
E, através do que você vive?
Você vê, sem, necessariamente, fazer rituais, orações, intercessões ou não sei o que mais, reunir-se, ainda, para reuniões estéreis a tal hora, tal dia do mês do ano.
Jamais nós faremos isso agora, isso não é mais possível.
Para que fazer, a hora em que a hora está na interioridade a mais total, ou seja, não o desaparecimento desse mundo, mas enfrentar a si mesmo, sabendo que nada mais há.
Que o exterior, qualquer que seja, tanto o mais feliz como o mais infeliz, apenas o devolverá, sempre, a você mesmo.

E isso, agora, eu diria, são os trabalhos práticos disso.
São os trabalhos práticos em seus setores respectivos de vida.
E é melhor retificar, eu diria, o mais rapidamente possível.
Não como uma ameaça, é claro, mas, mais, como atrair sua atenção – e você o constata, aliás, um pouco por toda a parte – sobre a fulgurância, às vezes, na qual se produz a desestabilização de sua Eternidade.
Quer seja para não importa o quê, não é?
Pode ser uma carta, um olhar, uma palavra ou um humor que passa, ou uma memória que se revela, ou uma dor que reaparece, ou um desvio da personalidade que reaparece.
Eu repito, não se julgue, mas, igualmente, não julgue o outro.
Ponha o Amor à frente.
Para que serve falar de Amor, se o Amor não está ativo, não, unicamente, com a pessoa que você ama, mas, sobretudo, com aquele ou aquela, ou a situação que poderia parecer-lhe oposta ao que você é?
O que é que pode ser oposto ao que você é, se não é o que persiste de ego ou de personalidade?
Mas, novamente, isso não é um defeito, é apenas para atravessar.

Aí está, eu espero que, em relação a isso, ficou claro, em relação a si mesmo.
Isso será redito, de qualquer modo, de múltiplos modos e por múltiplas vozes, e – você compreendeu – de múltiplas gamas frequenciais vibrais que vão levá-lo, sempre, para mais perto dessa Eternidade e para viver essa Eternidade.

Vamos, portanto, colocar o olhar, o dedo, toda a sua consciência sobre os mecanismos que estão no trabalho agora que a atribuição vibral ocorreu, simplesmente.

Se, em relação a isso, vocês têm questões, estou pronto a respondê-las, antes de passar, eventualmente, a outra coisa, se vocês têm coisas a perguntar-me.

QUESTÃO: é desejável que as trocas desta reunião sejam divulgadas a um grande público?

Então, caro amigo, não há mais intervenientes, não há mais canal, não há mais intermediário, somos nós que falamos, diretamente, você vai aperceber-se disso durante esta reunião.

Portanto, é claro, o que nós dizemos, eu o digo, é uma escala pentatônica, mas bem além, é o conjunto de chaves Metatrônicas que serão ativadas através desses jogos de questões-respostas no íntimo.
Portanto, é claro que isso deve ser divulgado, mas não há nem canal nem data, tampouco, é, eu diria, tudo o que será dado durante esses dias que concernem, eu diria, ao que é o período após a Atribuição Vibral.

O que você vive?
Como resolver o que há a resolver, se você pensa que há algo a resolver?
Então, é claro, isso se dirige a todo mundo.
Mas você encontrará pessoas que vão transcrever isso com a maior das serenidades.

Portanto, isso será o ensinamento, entre aspas, porque não é mais um ensinamento.
Há, ainda, uma pequena parte de ensinamento do Mestre Li Shen, para aqueles que querem fazer ginástica.
Mas o mais importante é mostrar-lhes as engrenagens, como eu o faço, de maneira um pouco geral esta noite, mas suas engrenagens íntimas em relação ao que se manifesta a você, especificamente agora, o que quer que se manifeste a você, porque, aí, há algo não a explicar, mas a atravessar.

Portanto, não é questão de dar-lhe as origens nem o porquê, mas como atravessar, de maneira muito precisa, para colocá-lo em adequação com o Apelo de Maria que pode, eu o lembro, agora, sobrevir a qualquer momento, não é?

Portanto, sim, divulgação.
Não há Canal, como vocês dizem, não há intermediário, somos nós mesmos que falamos, durante este mês de fevereiro, sem data.
E eu esclareço: durante este mês de fevereiro.
Portanto, entre o que é transmitido em fevereiro na pós atribuição vibral, para ver o que está no trabalho, neste momento, em todo o mundo.
E ali aportar não uma solução, mas, talvez, certa forma de iluminação, eu diria, sempre em relação com colocar o Amor à frente.
Porque, se o Amor está atrás, ele para nada serve.
Porque, se o Amor está atrás, assim que haja uma privação do que quer que seja, como você vai fazer durante os três dias?

Outras questões?

Então, já que vocês foram muito sábios esta noite, e que estão bem calmos, vou transmitir-lhes todas as minhas bênçãos.
Vou retirar-me e eu deixo o lugar ao Arcanjo Uriel.
Não para falar, mas, por sua Presença, simplesmente.

Eu lhes digo, quanto a mim, até muito, muito em breve.
Vocês me terão muito frequentemente, não é?
Mas, também, vocês terão um desfile, se posso dizer, Vibral e de Presenças, não é?
Eu lhes digo, então, até muito em breve, e eu deixo o lugar para Uriel.


URIEL

Eu sou Uriel, Anjo da Presença e Arcanjo da Reversão.
Bem amados filhos da lei de UM, na estrofe do Silêncio, na estrofe de sua Presença, em nossa Presença Una e reunida, eis que Vibra o Arcanjo Uriel, em Bênção, em Alegria e em Amor, em seu Final...

Paz na Eternidade...

... Silêncio...

Na hora em que a obra no Branco conclui-se, pela Graça do Um, pela Graça do Amor, no Amor da Graça, no Amor do Um, Paz em sua Eternidade, Alegria no efêmero como no Eterno.

Eu sou Uriel, Anjo da Presença e Arcanjo da Reversão.
Até breve.

…Silêncio…


OMRAAM MIKAËL AÏVANHOV

Introdução às Publicações de fevereiro de 2015

Bem, caros amigos, estou extremamente contente por reencontrá-los.
Permitam-me, primeiramente, dar-lhes todas as minhas bênçãos.
Vocês verão que, durante esses momentos que vamos passar juntos, vamos estar ao mais próximo, para cada um de vocês, de tudo o que se desenrola em sua vida, na sede de sua consciência, mas, também, digamos, nas relações que vocês têm com o ambiente.
Tudo o que se apresenta a vocês é, eu diria, muito esclarecedor.
Esclarecedor não para o mental, não para tentar compreender o que vai acontecer em vocês, mas, bem mais, para atravessar, em toda lucidez, e superar, se se pode dizer, essas limitações ligadas às resistências, à vida, ao carma.
Vocês chamem como quiserem, mas tudo o que se desenrola desde a atribuição vibral é destinado a ajustá-los, o mais finamente possível, a essa transformação final que começou, agora, em sua fase encarnada, para dar-lhes os meios de encontrar Maria e o conjunto da Luz em vocês, em seu coração, sem qualquer resistência e em uma aquiescência total.
E, sobretudo, como eu o disse há alguns dias, em uma humildade, ou seja, nessa capacidade para colocar o Amor em tudo, quaisquer que sejam as faltas de Amor que possam manifestar-se em suas relações, em sua consciência e em qualquer tipo de situação.
Porque o Abandono à Luz não serve, unicamente, para desaparecer como ego, mas para magnificar esse ego, para magnificar essa encarnação para esse retorno à Eternidade.

Como eu o disse, também, o Arcanjo Uriel tem um papel importante, mas vamos começar, esta manhã, e sou sempre eu que começa em primeiro lugar, porque é assim, não é?
E, em seguida, eu deixo a palavra àquele que quer responder à questão que será colocada.

Então, há discussões que podem ir até onde vocês quiserem, mas guardando presente em sua cabeça que o mais importante é a lucidez e a consciência, através de nossas trocas, que serão aportadas, pelo menos nós o esperamos, para permitir-lhes ajustar-se à sua Eternidade, da maneira a mais perfeita possível, ou seja, permitir-lhes, no momento vindo, e eu os lembro de que o momento vindo pode ser em uma hora e, em todo caso, ele está em curso de encarnação, de atualização, de exteriorização.

Então, é claro, como vocês sabem, quando a Luz encontra o que pode resistir, ou o que pode ser da sombra, ao nível coletivo, ao nível egrégora, ao nível pessoal, ao nível do que é chamado o carma, é muito importante atravessá-lo, ou seja, como diria Teresa, dizer Sim.
Sim a Você, Senhor Cristo, Sim à Luz, Sim à minha Eternidade, qualquer que seja o preço a pagar, porque o ego considerará, sempre, que há um preço a pagar.
Mas, justamente, eu me repito: de maneira muito minuciosa, o que se apresenta em sua vida, ao nível do que vocês fazem, ao nível de encontros, ao nível de interações é, muito precisamente, o que lhes é necessário, suficiente, útil para ajustá-los, ou seja, colocar em sobreposição total o que vocês são, na Eternidade, e o que vocês são, ainda, no efêmero.
E isso inclui, é claro, o fato de que tanto nós, Anciões, como os Arcanjos, como as Estrelas, estamos em vocês, mas nós somos vocês, também.
E, portanto, de algum modo, será preciso fazer desaparecer a mínima subsistência de separação ou de barreira, ou de medo, ou de oposição, pouco importa, entre nós e vocês.
Isso quer dizer que, quando nós dizemos que estamos em vocês e que vocês estão em nós, vocês estão nos trabalhos práticos, como eu dizia, dessa manifestação e dessa realidade.

Então, é claro, todas as questões são úteis, porque vamos entrar na intimidade, não nas explicações, não nos ensinamentos, não na criação de egrégoras ou de coisas que devem ser perpetuadas, mas, ao invés disso, é uma mecânica de precisão, de ourivesaria, de joalheria, que vai levá-los, simplesmente, a preparar esse estado que chega.

Então, se querem, tudo isso já existiu a título pessoal.
Há o Livro dos mortos egípcio, todas as civilizações ou todas as tradições ditas espirituais deixaram escritos, sobre o Livro tibetano, por exemplo, ou seja, educá-los, entre aspas, para essa passagem.
Fazer de modo a que, no instante presente que vocês vivem, haja cada vez mais esse desaparecimento do efêmero e essa preeminência, cada vez mais invasiva, efetivamente, às vezes, com dificuldade, do Amor, da Unidade, e da Eternidade.

Então, é claro, você pode observar, ao seu redor, em suas relações as mais próximas como ao nível do mundo, no que acontece tanto no pátio de seu edifício como no outro extremo do planeta, faz apenas reproduzir essa confrontação, ou seja, como foi dito para a atribuição Vibral, cada um deve ver, nesse momento, de maneira clara e lúcida, aí onde está, não como uma corrida para a recompensa, mas, bem mais, sua aptidão para viver essa Passagem.
Porque nós estamos na Passagem, aquela da Última Reversão, na matéria, que corresponde, eu o lembro, também, à Reversão da Terra, completamente.
É o que está aí, é o que está aí, agora, e tudo o que você tem a viver é apenas, em resumo e em definitivo, destinado a mostrar-lhe o que é eterno, o que é efêmero e a seguir sua linha, para você, de menor resistência, quer concirna à sua evolução, mas, em todo caso, a preparação é para essa passagem que está em curso.

Não é mais a passagem do ego ao coração, mas é, realmente, o parto espiritual.
E esse parto espiritual, ele se faz por onde?
Pela garganta, pelo alto.
O colo do útero é o colo da garganta para o nascimento espiritual.

Então, isso pode mais ou menos emperrar em resistências psicológicas, conflitantes, relacionais, em relação às grandes energias, ou seja, o dinheiro, a segurança, todas essas coisas que acontecem em sua vida, isso não é uma retribuição cármica, é destinado a ajustá-lo.
Se você muda de olhar e de ponto de vista em relação ao que você vive, não dá mais tomada à oposição, não dê mais tomada à dualidade, tanto a sua como aquela do mundo.

Você está nesse mundo, mas você não é mais desse mundo.
Isso não é uma negação da vida, ainda uma vez, é uma entrada, diretamente, na Eternidade da Vida.
E é isso que está sendo jogado nesse momento, e eu não lhe escondo que isso vai tomar uma acuidade, uma intensidade, cada vez mais evidente para cada um de vocês, como para o conjunto do Coletivo da Terra, como para o Coletivo do Um, como para o Coletivo dos filhos de Bélial, ou seja, aqueles que são opostos à Lei de UM, ou seja, é o mesmo cenário, entre aspas, que se joga durante este período: confrontação, não a guerra, mas a confrontação de pontos de vista, confrontação de posicionamentos entre os filhos da dualidade ou que queiram jogar nisso, e os filhos da Unidade que querem reencontrar a integridade eterna.
Eu falei o suficiente, portanto, de momento, vocês me escutarão, parece, disseram-me, do que eu disse há dois dias, isso me evitará redizê-lo, é muito gentil, e, portanto, eu fico aí para a primeira questão e, depois, vocês verão quem virá.
Ele se apresentará, ou não, ou seja, vocês poderão, ao nível vibratório e ao nível do que viverão, fazer a diferença, mas eu penso que a maior parte apresentar-se-á.
Mas há pequenos marotos que não lhes dirão quem eles são.
Entretanto, o importante não é permitir-lhes, unicamente, ajustar-se, como eu disse (mas eu não desenvolverei isso esta manhã), é permitir-lhes fazer vibrar a totalidade de estruturas vibrais de seu corpo de Existência, que corresponde a certo número de Triângulos que estão no corpo.
Porque o corpo de Existência tem, sempre, a mesma estrutura, qualquer que seja a origem estelar, quaisquer que sejam as linhagens, qualquer que seja, mesmo, a forma tomada em tal dimensão ou tal outra; a arquitetura, a estrutura do corpo de Existência é universal, qualquer que seja a forma que é tomada em 3D diversas e variadas, unificadas ou dissociadas ou, mesmo, na 5D ou, mesmo, nas outras dimensões.

Tudo isso se revela em vocês.
E tudo o que nós dissemos no ano passado, ou seja, ficar tranquilo, ficar no silêncio é, obviamente, o Silêncio da Eternidade, isso não quer dizer que seja preciso nada fazer e não mais falar, mas ter a lucidez, a consciência, a plena consciência, como dizem os Ingleses, vocês sabem, eu gosto muito das palavras inglesas, não é Good Vib, é o Mindfullness, a plena capacidade da consciência para ver o que é da ordem da divisão, em si, no exterior de si, o que vai ao sentido da Unidade, o que vai ao sentido da fluidez.
E seu corpo, seus pensamentos, suas emoções, se restam, estão aí para mostrar-lhes isso, e para atravessá-lo, para ver essa espécie de confrontação entre a Unidade e a dualidade, nesse mundo e em vocês.
Vocês vão, ainda, jogar o jogo da dualidade, ou você aprendeu, entre aspas, a lição vibral, a lição intelectual, a lição cármica, a lição física de tudo o que você viveu, entendeu e experimentou nesse mundo?


QUESTÕES – RESPOSTAS

OMA: Esta manhã, temos questões que vão encadear-se, rápidas, pelo menos vamos tentar, porque há os que falam muito, eu não sou o único, não é?

QUESTÃO 1: eu vivo um paradoxo entre minha vontade e a minha necessidade de permanecer tranquilo e as solicitações profissionais, que são cada vez mais importantes.

Então, cara amiga, cada um tem a viver, muito precisamente, o que criou.
Isso quer dizer o quê?
Você sente o apelo da Eternidade para permanecer tranquila.
Há o apelo do efêmero, com todas as imposições do efêmero que são, é claro, legítimas: ganhar sua vida, responder às demandas familiares, profissionais e outras, e você constata que há os que nada fazem e outros que se encontram com ainda mais coisas a fazer.
É uma questão de responsabilidades.

Por exemplo, você tomou consciência de que há sua Eternidade, que busca a tranquilidade e, depois, as necessidades da profissão, mas isso pode ser a mesma coisa para as necessidades afetivas, isso pode ser a mesma coisa para o que há a resolver e a decidir nesse mundo.
Mas tudo o que lhes é proposto é, muito exatamente, o que vocês têm a realizar.
E, se é vivido como o sentido de uma distorção, ou seja, que não há ajuste entre essa necessidade de tranquilidade e o que é demandado, mas o que é demandado, hoje, é a resultante direta do que você projetou em sua vida, antes mesmo das Núpcias Celestes.
Mas, também, é o que vai permitir-lhe, qualquer que seja o fundamento, qualquer que seja a situação, conseguir permanecer tranquila, na algazarra do mundo.
Isso quer dizer que a Eternidade faz desaparecer o efêmero.

Se o efêmero está aí, é que é preciso ali estar, é claro, isso não é, jamais, uma fuga ou uma negação do que é proposto nesse mundo.
Mas a capacidade para ficar imóvel, no sentido da consciência, permite fazer o que pode parecer difícil a fazer quando sua consciência, aquela do observador, portanto, do Si, vai observar o que é do domínio do efêmero, e vai observar o que é do domínio da Eternidade.
Mas, aí também, você sabe que as atribuições vibrais foram distribuídas, mas você deve colocar-se em acordo, de uma maneira ou de outra.

Então, como você faz nesses casos?
Ou você tenta conciliar os dois, e você vai aperceber-se de que isso será cada vez mais difícil e, no entanto, como você sabe, é preciso, efetivamente, enfrentar suas obrigações, seus compromissos, mas, também, suas próprias projeções.
Mas, além disso, eu diria, de uma maneira mais geral: qualquer que seja sua idade, se a vida coloca-a em uma situação diferente, ou amplificada em seu caso, é que, aí também, você é, entre aspas, testada.
É você que se testa a si mesma, você tem os elementos, você sabe o que a põe tranquila, o que você deseja, e você sabe o que a afasta disso.
Isso não quer dizer que seja preciso entrar em reação e suspender e suprimir o que a incomoda.
Ambos devem casar-se.

A tranquilidade, seu desafio, talvez, seja permanecer nesse ajuste, nesse alinhamento, em cada olhar, cada gesto de atividade que você faça e, se você não está na escolha entre o efêmero e o Eterno, mas apreende, nos mecanismos da consciência, que é uma justaposição e uma sobreposição ao nível da consciência, um pouco como aqueles que viveram as viagens no corpo de Existência.
Havia o corpo de Existência no Sol, as viagens, para aqueles que as viveram, nas dimensões, os reencontros, as comunhões, as fusões, não vamos voltar a isso, e, depois, eram experiências que provocavam uma ruptura, havia a experiência e, depois, havia a vida comum.
E agora, como você diz, para muitos de vocês, quer nada façam ou trabalhem muito, quer não tenham problema algum ou muitos problemas, abençoem o que se manifesta, porque é a oportunidade que lhes é dada de estar, eu diria, em conformidade consigo mesmos.

Então, é claro, a consciência dividida, separada, mesmo o observador do Si não vai compreender, porque há momentos nos quais você entra no interior de si, a vibração, a consciência, o Absoluto, a Infinita Presença manifestam-se com mais facilidade, com mais evidência.
E, de outro lado, isso dá a impressão de fazer diferenciações, por vezes, enormes, entre o que é do domínio da Paz, dessa vacuidade, dessa Alegria, desse Amor, e o que sua vida, aqui, dá a você, ainda, talvez, a viver.
Mas é, justamente, através disso que não se deve nem julgar, nem culpar e, como eu disse há dois dias, colocar o Amor à frente.
É para isso que é destinado.
É não, unicamente, o abandono à Luz, mas é verificar, por si mesmo, em face de um ser, em face de uma situação, em face de um determinado ambiente, ver: "E se eu colocasse o Amor à frente?".
Não para pedir que se retire de você o espinho do pé, não é?
Se você considera que há um espinho do pé, mas, realmente, para atravessar isso harmonizando os dois.
É assim, como eu dizia há dois dias, que, nesse momento, é claro, você tem alguns momentos de estase, nos quais você tem a impressão de perder o fio do efêmero, através da memória, através das dores, através das situações que estavam resolvidas e que voltam à cara, mas, aí, isso não é para fazer um trabalho em si, é feito para abandonar o Si, para responder à sua atribuição vibral nesse plano.
Porque a passagem faz-se aqui e agora.

É, efetivamente, apaixonante viver as Linhagens estelares, viver todas as experiências que vocês têm vivido com mais ou menos intensidade, mas, hoje, é preciso, também, transcender as experiências, ou seja, ser capaz de manter, primeiramente, uma equanimidade, em seguida, uma resiliência espontânea, que não é um esforço do ego, que não é um esforço da pessoa, mas, justamente, o desaparecimento da pessoa.

Então, você vai dizer-me: se eu desapareço como pessoa, meu automóvel ela não dirige.
Eu vou responder-lhe, simplesmente, que há um momento no qual você será apreendida por essa justaposição, essa sobreposição e essa travessia.
E, aí, você vai apreender, por si mesma, o mecanismo que está no trabalho, ou seja, você vai reparar, cada vez mais facilmente, em seu ritmo. Até o momento em que Maria chama você, em seu ritmo você vai constatar, com algo de muito claro em sua consciência, os momentos nos quais é a personalidade que se exprime, os momentos em que você está na resistência, os momentos nos quais você está totalmente abandonada e os momentos nos quais você desapareceu, completamente.
Isso quer dizer que conduzir um automóvel ou fazer qualquer coisa que pareça necessitar sua consciência comum far-se-á com a maior das facilidades, na condição de que você faça como Cristo: "Pai, eu entrego o meu Espírito em suas mãos. Que Sua Vontade seja feita e não a minha".
E é isso, essa experiência, e você vai reparar, não como havia explicado Sri Aurobindo há cinco anos, a noção de basculamento, de switch da consciência, aí você o vivia, não é?
Talvez, facilmente, ou dificilmente, mas, aí, você vai ver o switch mesmo, de modo a habituar-se, eu diria, ao switch final e definitivo, quer concirna ao que se chama a morte do indivíduo como qualquer fim de vida nesse mundo, ou o fim coletivo dessa dimensão, que está em fase de atualização por toda a parte.

Então, é claro, isso não é fácil, porque a fusão dos Éteres em vocês, a fusão, a Obra no Branco que termina agora, que é concluída, que termina tudo o que vocês puderam viver como experiências, não, unicamente, nessa vida, mas no conjunto de sua consciência em peregrinação nesse mundo falsificado.
Tudo isso é uma espécie de acréscimo, de recapitulação e, eu diria, em outros termos, um acerto final de contas, porque você não pode ser livre enquanto há, ainda, algo a deixar liberar-se.
E essa noção de deixar liberar-se é muito importante, mas não há qualquer risco, simplesmente, você vai descobrir, por si mesma, em qual tipo de serviço você está.

Será que é o serviço para Si e, portanto, de algum modo, o ego espiritual, ou será que é o serviço para o outro, que nada mais é do que você mesmo?
Será que, então, realmente, as barreiras, os a priori, os condicionamentos foram-se, todos?
Eu repito, quer você seja liberado vivo ou não, porque há, às vezes, hábitos que estão aí, comportamentos que estão aí, sobre os quais não é preciso trabalhar.
Acabou tudo isso, trabalhar sobre os pequenos diabos, trabalhar sobre as egrégoras, sobre as memórias, é preciso trabalhar, entre aspas, sobre o instante.
Mas o instante presente, o aqui e agora não é um trabalho, é um olhar, e você verá, cada vez mais claramente, e você chegará, mesmo, em alguns casos, a tratar-se de todos os nomes de pássaros a si mesmo, porque você verá, muito claramente, os momentos nos quais está no coração e os momentos, como eu disse, nos quais você coloca o coração atrás e apresenta sua personalidade à frente.

Portanto, é essa espécie de alquimia final que deve, se já não foi feito, eu repito, liberado ou não, levá-lo a esse ponto de reversão final, ou seja, o momento no qual você permanece, quaisquer que sejam as circunstâncias de seu corpo, de sua vida, nesse estado de resiliência, de equanimidade, de Paz, em suma, na Morada de Paz Suprema.

Você não poderá mais ser enganado por si mesmo, nem por quem quer que seja, porque há, nesse aqui e agora, a capacidade de ver em consciência, para além da culpa, para além das responsabilidades que pertencem a esse mundo, o que pode restar a pôr em adequação.
Então, é claro, é mais agradável efetuar essa passagem em lucidez, é claro, como no Livro dos mortos, do que de maneira inconsciente.
É isso que se joga nesse momento e que é, certamente, a melhor das preparações para cada um de vocês, em função do que há a viver.

Então, eu escuto a segunda questão, e eu me vou.
Dizem-me, mesmo se é uma questão que me concirna, que é preciso girar.


QUESTÃO 2: na noite passada, ouvi meu nome três vezes. Isso tem um significado?

Sim, é claro, eu o remeto a uma canalização... bom, não vamos dar datas, saímos das datas, como eu disse.
Eu, simplesmente, exprimi, em diversas reprises, que ser chamado pelo nome, há duas possibilidades: ou você o ouve de um lado ou do outro, ou você o ouve, diretamente, no interior.
Três possibilidades: se você o ouve, distintamente, do lado direito, é alguém que o chama, um desencarnado que vem falar-lhe; se você o ouve à esquerda é, certamente, o Canal Mariano, e se você o ouve no coração não é a voz interior ou o pequeno caminho da infância, é muito mais do que isso.
É a Unidade, nossa Unidade comum que se exprime em seu interior, ou seja, você integrou os 24 Anciões, as 12 Estrelas, a Confederação Intergaláctica, os planetas, os sistemas solares e, também, os Arcanjos.
E, portanto, a partir do momento em que os véus não estejam mais aí, nesses momentos, efetivamente, há uma disponibilidade para ser chamado por Maria.
Já há alguns anos, alguns ouviram o próprio nome; era o Apelo de Maria individual.
Hoje, muitos de vocês ouvem seu nome, de diferentes modos; isso significa, simplesmente, que todos os véus foram rasgados.
Estando os véus rasgados, totalmente, a estruturação da Luz vibral que se derrama, inteiramente, sobre esse corpo efêmero e no interior de suas Coroas, das Estrelas e das Portas, a Onda de Vida também, dá-lhe a ouvir ser chamado.
É a Eternidade que o chama.

Então, poder-se-ia dizer que é Maria, é uma Estrela, mas qual importância tem isso?
É, simplesmente, um chamado para viver a Eternidade.
Isso prova, simplesmente, que você rasgou os véus e que não interfere mais, em todo caso, nesse momento, com... (e eu falei, eu gritei, mas tudo bem. Então, eu fico, obrigado, e eu saio em seguida. É o problema, porque, aí, eles não estão contentes hein:. Prometo, não vou recomeçar).

Aí está a resposta, ela é muito curta, e eu me vou, antes de escutar a questão, isso será mais seguro.
E eu lhes digo, talvez, até já.


QUESTÃO 3: a alma pode recusar a entregar-se ao Espírito?

Eu sou Ma Ananda Moyi.
Irmãos e irmãs na humanidade, na carne.
A alma pode estar voltada, como eu lhes disse e expliquei há quatro e cinco anos.
A alma tem uma polaridade, o Espírito não tem polaridade.
A polaridade da alma pode exprimir-se em múltiplas direções, mas há apenas duas polaridades: para cima ou para baixo.

A alma voltada para a matéria, na experiência na matéria, a alma voltada para o Espírito, que provoca sua autodissolução.
A alma, veículo intermediário e que não é a Eternidade.
A alma é a colocação ou, se preferem, o traje do Espírito, que dá sentido, que dá orientação e permite a experiência.
O que vocês são, todos e cada um, o que nós somos, nós também, de onde estamos, todos e cada um, é apenas uma das múltiplas facetas de uma mesma consciência.
Algumas dessas facetas estão voltadas – porque é liberdade delas – para a matéria; algumas facetas estão voltadas para o Espírito e, enfim, algumas facetas dissolveram a própria noção de alma.
Assim, portanto, a alma jamais é neutra, ela está envolvida, é a função dela, na materialidade, na alternância de materialidade no sentido 3D, no qual nós passamos, uns e outros, e espiritualidade, no mundo do Espírito.

A reversão da alma foi vivida, para a maior parte de vocês, antes do final de seu ano 2012.
A reversão da alma não significa, contudo, seu desaparecimento, mas, simplesmente, a mudança de polaridade.
Essa mudança de polaridade traduziu-se, para muitos de vocês, por manifestações sensíveis ao nível do que foram nomeadas Portas Atração e Visão, mas, também, ao nível do que foi nomeado chacra da alma e chacra do Espírito ou, se preferem, o ponto AL, que eu governo e administro, e o ponto Unidade, de minha irmã Gemma.

Assim, portanto, a alma manifesta-se, ela se manifesta não, unicamente, em sonho, não, unicamente, por sua polaridade, mas, também, pelo que acontece em sua vida nesse momento.
Então, é claro, o que se desenrola, nesse momento, em sua vida, pode, frequentemente, ser tomado por um desinteresse ou por uma recusa de viver o que há a viver.
Eu responderia que tudo depende de sua alma.
Ou essa alma reverteu-se para o Espírito, ou não ainda, e, é claro, o que vai aparecer no olho de sua consciência será colorido de diferentes modos, segundo a polarização da alma ou, mesmo, segundo o desaparecimento dela.

Assim, o que se manifesta ao nível da alma como aspiração, como intenções, como coloração de sua vida está no trabalho durante este período, para dar-lhe a resolver não mais a escolha, mas a polaridade ou a ausência de polaridade.
Quando a alma dissolveu-se, quando a alma entregou-se, de algum modo, ao Espírito, mais ou menos muito tempo em termos de experiência ou de tempo, em relação à alma voltada para a matéria, certo número de processos será induzido.
Esses processos concernem, é claro, à fisiologia, e eu os remeto ao que eu pude viver em meu caminho de encarnação, certamente, com intensidades diversas, de acordo com cada um de vocês, nos momentos em que vocês estão ausentes a esse mundo, nos momentos em que a Alegria faz irrupção sem razão alguma, acendendo, assim, a Coroa radiante ou o Triângulo elementar da cabeça, ou o Triângulo elementar do corpo, e que lhes dá a viver essa Eternidade, essa Alegria.

Assim a alma pode, ainda, e cada vez menos, manifestar essas oscilações, ou seja, essas mudanças de polaridade.
Há, eu diria, de algum modo, uma rigidificação dessa polaridade, mesmo se haja oscilações, porque a atribuição vibral ocorreu e resta-lhes manifestar, nesse mundo, o que vocês são: qual é sua polaridade ou, então, será que não há mais qualquer polaridade?

A alma dissolvida vai traduzir-se por manifestações cada vez mais claras e evidentes para vocês, o que lhes dá a viver momentos de estase, momentos de desaparecimento ou, mesmo, para o olhar efêmero, momentos de confusão, mas que não são acompanhados pelas emoções ou os comportamentos que ali correspondem, mas nos quais chega a permanecer uma Alegria cada vez mais lúcida, apesar dessas polarizações.
Se a polarização desapareceu completamente, você verá desaparecer certo número de necessidades, certo número de interesses em sua vida: o que o atraía não o atrai mais, de modo algum; o que lhe parecia essencial parece-lhe insignificante em relação à consciência pura.
Porque a consciência pura Sat Chit Ananda e a Felicidade dependem, como você sabe, apenas da ausência de polarização da alma e da dissolução total da alma.
Aí, onde se encontra a Verdade eterna do Espírito.

Assim, portanto, a alma pode estar presente, ela pode estar ausente, ela pode estar manifestada em um sentido ou no outro.
Tornar-se-á muito fácil a você reparar isso em si, se já não é o caso.
As necessidades fisiológicas que concernem à alimentação desse mundo e nesse mundo são substituídas, cada vez mais frequentemente, pelas nutrições celestes.
Os alimentos são substituídos pelo maná celeste, que lhes dá, por vezes, ao nível alimentar, o que vocês poderiam nomear de aberrações como, por exemplo, comer não importa a qual hora, obedecer ao que seu corpo ou sua consciência pede, e não mais seus hábitos tais como eram anteriormente.
Por vezes, isso pode ser desconcertante ou questionável, mas se você adota o ponto de vista do observador, e se você não entra na negação do que se produz, então, você acompanhará essa polarização, esse desaparecimento, com cada vez mais clareza.
E se sua escolha e sua liberdade leva-o a viver a experiência da carne, ao mesmo tempo estando liberado, então, a alma, é claro, nesse nível, é liberada do confinamento, mas permanece e persiste nas manifestações de sua vida, através de seus desejos, através de suas necessidades ou através, mesmo, de pensamentos que o atravessam ou emoções que o atravessam.

E observe que, mesmo se esse é seu caso, observe e olhe se, qualquer que seja a problemática, você pode desaparecer ou não.
Ou seja, se o conjunto de Triângulos elementares de seu corpo e de sua cabeça ativa-se de maneira sensível e perceptível, propiciando uma vacuidade do mental e das emoções, qualquer que seja a situação.
Então, aí, a polaridade da alma é para o Espírito, e há fortes chances de que a alma esteja em dissolução ou dissolvida.

Se lhe é agradável manter uma trindade encarnante: persistência corpo-alma-Espírito, isso, também, você perceberá.
Seus apegos a esse mundo, seus apegos residuais ao que quer que seja, ou a quem quer que seja estão aí apenas para ajudá-lo a ver e a viver.

Antes que eu me retire com a próxima questão, para deixar o lugar, instalemo-nos alguns instantes, algumas expirações, nesse estado que é além de todo estado.
Nesse estado no qual a Paz instala-se.

… Silêncio…

Vamos, então, ouvir, agora, sua próxima questão, e eu deixo o lugar em seguida.

Até breve.


QUESTÃO 4: ter ouvido, ao acordar, a frase: «Aí onde está o Amor, não há mais necessidade», pronunciada ao lado esquerdo, por uma voz masculina, era uma mensagem dada por um de vocês?

Eu sou Anael, Arcanjo.
Bem amados filhos da Lei de Um, que a Paz, o Amor e a Verdade instalem-se e permaneçam entre nós.

Bem amado, assim como você pergunta, assim como vocês são numerosos e cada vez mais a viver, nesse plano no qual vocês estão, o Apelo de Maria, o Apelo do Invisível, em seus componentes os mais diversos e os mais diferentes, dão-se conta do desaparecimento dos véus.

No que concerne à sua questão e à afirmação que lhe foi proposta, há a verdade a mais nobre: se o Amor está aí, o Amor basta a ele mesmo.
Ele se torna, efetivamente, o fogo e o combustível únicos, a manifestação única de sua consciência, como da consciência Una da Fonte.
Se o Amor está à frente, como dizia o Venerável Comandante, se qualquer que seja o problema, se qualquer que seja a Alegria, há pensamento e manifestação, ao mesmo tempo, do Amor, então, o Amor está aí.

Progressivamente e à medida que a Eternidade desvende-se em você e ao seu redor, progressivamente e à medida que o conjunto de necessidades inerentes à materialidade, à polaridade confinante da alma encontre-se aliviada, o que pode, por vezes, mesmo, dar-lhe a impressão, no efêmero, de estar em uma depressão, em uma angústia, tudo isso, como acaba de ser dito, é destinado apenas a demonstrar-lhe a potência e a verdade do Amor, não projetado, não imaginado, não suposto, mas, sim, vivido, aqui e agora, ao vivo, na vida.

Assim, portanto, vocês serão cada vez mais numerosos a ouvir-nos.
O obstáculo principal, aí também, não é mais querer identificar a Presença que se exprime porque, a partir do instante em que você coloca a identificação, a partir do instante em que você nomeia, você cria, naturalmente, uma distância entre você e o que é ouvido.
Se há o Amor não há mais interrogação, nem sobre o sentido das palavras, nem sobre a origem de quem pronunciou isso porque, se você o aceita, isso o coloca na Eternidade, no Eterno Presente, e o faz desaparecer, por vezes, de maneira violenta, por vezes, de maneira mais sutil, do efêmero.
E eu o lembro de que o único modo de desaparecer do efêmero não é, absolutamente, rejeitá-lo da vida em qualquer de seus componentes, mas, bem mais, na atualização do Amor que você é, colocando, no primeiro plano da consciência, o Amor, quer seja para consigo como para com o Serviço ao outro.

A partir do instante em que você tenha integrado que as vozes que se exprimem, em você ou em seu exterior, seja do lado esquerdo ou do lado direito, seja pelo coração ou sob uma forma que eu qualificaria de telepática, você é capaz de descobrir essas comunicações, explorá-las ou não, mas o objetivo não é explorá-las, o objetivo é mostrar-lhe se há, ainda, uma compartimentação entre você e o resto do mundo.

Nós estamos em você, de toda a Eternidade.
Os véus presentes no confinamento, você herdou, se se pode dizer, para conhecer-se.
Esse distanciamento e essa separação tomaram fim pelo Abandono à Luz, pelo você construiu durante esses meses, ou esses anos, ou, mesmo, essas vidas, para alguns de vocês.
Nesse desaparecimento, qualquer que seja a voz, de onde quer que ela venha, ela faz apenas testemunhar, tanto para você como para a coletividade, o desaparecimento das últimas camadas isolantes do planeta.
Isso se ilustra, como você sabe, tanto em sua carne como na carne, se posso exprimir-me assim, desse Sistema Solar.
Tudo é concernido pela Ascensão.
O fato de sentir o que eu chamaria a energia das ondas que você não sentia antes é, também, o marcador desse evento.
A dissolução é o desaparecimento de todas as barreiras, de todas as compartimentações e de todas as separações.
Isso é, exatamente, o que você vive, para, eu repito, favorecer a última Reversão impulsionada, eu o lembro, por Uriel e, também, é claro, por você mesmo.

Não se trata mais de passagem do ego ao coração, como foi o caso, mas, sim, da passagem desta vida para outra vida, que se desenrolará segundo o que vocês apresentam e do modo pelo qual vocês se apresentam em relação à sua vivência: resistência, dualidade, oposição ou desaparecimento, e o que apenas pode fazer-se com a maior das humildades.
Isso não quer dizer distribuir seu dinheiro, se o tem, isso não quer dizer parar de trabalhar, se há trabalho, isso quer dizer, simplesmente, viver em total acordo com o que você criou, sem os véus distorcidos, sem as distorções que podem produzir-se pelo confinamento.

Assim, portanto, uma voz que se exprime, quer ela o chame por seu nome ou traduza-se pela voz de um Arcanjo ou a voz de um Ancião, ou de um parente que partiu, está aí apenas para mostrar-lhe a evidência da dissolução total, irremediável e final das camadas isolantes.

Eu sou Anael, Arcanjo.
Façamos o silêncio de nossa comunhão.

… Silêncio…

Eu escuto a próxima questão e retiro-me.

QUESTÃO 5: qual é o papel de nosso corpo hoje?


Eu sou Sri Aurobindo.
Bem amadas irmãs e irmãos nessa carne e nesse presente, eu saúdo, em vocês, o Amor que vocês são.

O corpo, quer vocês o chamem ou nomeiem saco de merda ou que vocês o nomeiem Templo é, de qualquer modo, efêmero.
Esse corpo tem um início e tem um fim.
Isso é inexorável na manifestação nesse mundo, enquanto o confinamento estiver presente.
O corpo é, portanto, o receptáculo de sua Eternidade, ele é, também, nesse momento e desde as Núpcias Celestes, de maneira cada vez mais intensiva e extensiva, o lugar, a matriz na qual se imprime a terra nutriente de seu Corpo de Eternidade.

De fato, seu Corpo de Eternidade, uma vez que ele se apresente a você, quer seja pelas Estrelas, pelos Triângulos elementares, pela Alegria, pela própria percepção desse corpo ou de qualquer outra maneira, está aí apenas, justamente, para nutrir um ou o outro.
O fogo do ego vai reforçar o efêmero, o Fogo Vibral faz desaparecer o efêmero.

A Ascensão faz-se aqui e agora, e não no Sol, e não em sua Origem estelar.
Sua capacidade para estar plenamente aqui presente é a garantia de sua Eternidade.
Assim, portanto, esse corpo é indispensável, na condição de apreender que ele é falível, que, entretanto, ele lhe permite, qualquer que seja sua idade, manifestar sua consciência e interagir entre sua consciência e o conjunto de outras consciências, em esferas das mais íntimas às mais amplas, ou seja, até o conjunto do que é nomeada Gaïa, ou o que se poderia chamar a noosfera, ou seja, o conjunto de consciências da humanidade que se banha em uma espécie de caldo ou de sopa que mistura o conjunto de consciências.

Há agitação, há aquecimento, há projeção ou há apenas Amor, e isso acontece nessa carne.
De maneira deformada, isso foi nomeado de Ressurreição, é, antes de tudo, a Ressurreição do Espírito.
O que quer que se torne esse corpo, isso não lhe concerne mais.
O Fogo Vibral é um fogo que consome de Amor e que, sobretudo, aumenta e amplifica a manifestação da Paz, a manifestação da Morada de Paz Suprema, que lhe dá a ver, de maneira cada vez mais concisa e precisa, a realidade da Eternidade, e isso apenas pode fazer-se agora.

Cristo me disse, sob Seu ditado no Apocalipse e de viva voz, também, que o importante era bem mais o que releva do Eterno do que do efêmero.
Enquanto o Eterno estava oculto, ou seja, bem antes deste período de trinta anos que se escoou, era difícil, por um trabalho de ascese, por um trabalho de desenvolvimento pessoal ou espiritual, aproximar-se do Supramental.
O Supramental está, agora, irradiando e iluminando a matéria, seu corpo, seu corpo que seguirá o que sua alma – se ela existe – ou o que seu Espírito – se ele está manifestado – tenha decidido.
Isso acontece independentemente de você, nesse mundo.

Ver isso é aquiescer à Eternidade, aquiescer à encarnação e aquiescer à Ascensão.
Ascensão que, eu o lembro, está em curso nesse corpo.

Cristo dizia: «O que está ligado na Terra será desligado na Terra; o que está ligado no céu, será desligado no céu».
Mas não misturemos, nem vocês nem nós, o céu e a terra, mesmo se eles estejam em fusão, por intermédio e pela retransmissão de KI-RIS-TI, pela retransmissão de Maria, pela retransmissão da Nova Trindade, mas, também, pelo conjunto de manifestações elementares de sua Terra, como desse corpo.

Assim, portanto, se você está aí, nesse corpo, nessa vida, é que, para você, isso é indispensável.
A transmutação ou a transubstanciação da matéria apenas pode fazer-se se existe a matéria, caso contrário, isso não se chama mais uma Ascensão e, ainda menos, uma Liberação.
Naquele momento, haveria o que nós temos nomeado, durante todos esses anos, a terceira dimensão unificada, ou seja, seu corpo e sua consciência poderiam funcionar, cada um de maneira totalmente autônoma, em sincronia ou não.

A transubstanciação da matéria não concerne, unicamente, ao que você é na Eternidade, mas concerne, antes de tudo, à Ascensão da Terra, em sua dimensão de Eternidade.
Para isso, e nós o temos dito, durante numerosos anos, e nós os temos preparado, se posso dizer assim.
Não pode existir Liberdade no confinamento; não pode existir pura Luz no confinamento; não pode existir Liberdade, mesmo para aquele que está liberado nesse mundo.

O momento que se vive, vive-se na carne e visa, unicamente, a dissolução dessa carne.

Eu sou Sri Aurobindo.
Vivamos alguns instantes na comunhão e na fusão dos Éteres...

… Silêncio…


Eu espero e ouço sua próxima questão, e deixarei o lugar àquele que a ela responderá.



QUESTÃO 6: como viver junto a pessoas que vibram baixo, sem ser tocado por isso?

Bem amada, eu sou Uriel, anjo da Presença e Arcanjo da Reversão.

O que há a viver em relação à sua questão é, muito exatamente, essa reversão.
Isso não quer dizer ignorar, isso não quer dizer desviar-se, isso quer dizer, simplesmente, seguir seu caminho, viver e experimentar a oposição sem ser afetada por ela.

Assim como você a sente e, para muitos de vocês, vivem-na, a passagem que está em curso dá-lhe, por vezes, a descobrir e a enfrentar o que você não teria, jamais, suspeitado anteriormente, porque o Coração estava à frente.
Mas o Coração que se põe à frente, agora, é o Coração Vibral, bem além do Fogo do Coração, bem além da Coroa Radiante do Coração; é o que lhe permite, independentemente do que você vê, permanecer e persistir em sua liberdade, em sua liberação.

No que se joga, essa reversão não é, unicamente, uma reversão em cima/embaixo, mas uma reversão ligada a uma viagem que é um desaparecimento total e irremediável do efêmero.
As circunstâncias e o estado de sua consciência nesse mundo, qualquer que seja a presença ou não de seu corpo de Existência, estão aí apenas para mostrar-lhe e demonstrar-lhe, sem colocar julgamento, sem recolocar véu, sem medo, as diferentes paletas vibrais, energéticas de cada consciência ou de cada manifestação nesse mundo.

Eu sou Uriel, anjo da Presença e Arcanjo da Reversão, assim, meu Chamado é aquele que impulsiona essa Última Reversão, que lhe permite demonstrar, e demonstrar-se, a si mesma e ao mundo, o que você é: Eternidade, Luz, Paz e Amor.

O que quer que aconteça a esse corpo e o que quer que aconteça à sua consciência, quer seja o sofrimento o mais insuportável, quer seja a alegria a mais extrema, o mecanismo no trabalho é exatamente o mesmo.
Ele lhe permite reverter-se, sem desviar-se e sem recusar e sem reação, em seu eixo, e sua direção ou em sua Eternidade da Morada de Paz Suprema.

Assim, estar na presença, como anjo da Presença Uriel, e emanar e imanar essa Luz sem decisão, sem querer e sem intervenção da própria pessoa na manifestação da Luz.
Não há nem apropriação da Luz nem projeção da Luz a efetuar, mas, real e concretamente, deixar a Luz agir para sua Reversão e para seu desaparecimento.
Isso se junta ao que o Arcanjo Anael, Arcanjo da relação, havia dado e explicitado a vocês durante o ano de 2009.
Não se trata mais, unicamente, de abandonar-se à Luz, não se trata mais, unicamente, de viver a Eternidade, não se trata mais, unicamente, de ser um Ancorador de Luz ou um Semeador de Luz, mas ser, na integralidade, na totalidade, a Luz que vocês são.

Então, é claro, a Luz, como foi dito anteriormente, vai dissolver esse plano de existência e, portanto, fazê-lo desaparecer, um pouco à imagem da morte de alguém que deixa esse corpo por uma razão ou por outra que é, eu os lembro, o futuro de todo ser humano, qualquer que seja, nesse mundo.

Assim, portanto, perceber e sentir, eu diria, com mais intensidade, o que, anteriormente, não os incomodava, é apenas a prova de que vocês crescem, se posso exprimir-me assim, na Luz, e que a Luz é colocada à frente.
A Luz ilumina, a Luz mostra, Ela não pode acomodar-se nem com qualquer sombra interior nem com qualquer sombra exterior.

Assim, perceber um lugar, no plano e modo vibral, perceber uma consciência, aí também, leva-os a conscientizar-se das anomalias que anteriormente não eram nem levantadas nem vividas, nem percebidas, pelo menos ao nível da consciência comum.

A sobreposição do Eterno e do efêmero amplifica, como vocês o constatam, o desequilíbrio aparente de uma situação, de uma relação, de um irmão ou de uma irmã humana, como vis-a-vis de nós em nossos planos de evolução.
Tudo se resumirá, em definitivo, pela transcendência e a travessia de tudo isso, ou pelos inconvenientes engendrados por esses desequilíbrios.
Tudo isso, aí também, não é um apelo para reajustá-los, não é um apelo para compreender, não é um apelo para qualquer responsabilidade ou culpa, exceto aquela de estar, realmente, em conformidade com o que vocês são, na Eternidade, se tal é seu mecanismo de Ascensão.

Assim, portanto, progressivamente e, isso, já desde alguns meses de sua vida terrestre, é-lhes dado a ver, de maneira amplificada para alguns de vocês, por vezes, de maneira desmesurada e, para outros, de maneira insignificante.
Cada um vive, nessa Última Reversão, o que é necessário para a afirmação da Eternidade ou para a persistência do efêmero.

O choque da humanidade, a título individual, é vivido; o choque da humanidade, na escala coletiva, está em curso, e é sob os seus olhos.
Em função disso, o que você vai ser?
O que você vai fazer?
O que você vai manifestar?
Cabe a você decidir.

No final e in fine, no tempo presente, permanecer no Aqui e Agora permite transcender e eliminar o que pode resistir, sem lugar, sem opor-se, se, contudo, você o deseja.
Seu olhar sobre sua situação, como sobre a situação do mundo é, certamente, colorido pelo estado de sua consciência, colorido, ainda, um pouco, por sua história, mas tudo isso pertence apenas à cena de teatro, tudo isso é apenas efêmero, e tudo isso não tem valor algum, na condição de aceitá-lo, na condição de vivê-lo, e na condição, como foi dito, de sempre pensar no Amor à frente e no Serviço ao que poderia ser chamado o outro, que é apenas você mesmo.
Isso quer dizer que a situação, a pessoa que vai confrontá-lo ou enfrentá-lo está, em definitivo, apenas em você mesmo.
Isso pode ser difícil a entender ou a aceitar, mas tudo o que está nessa Terra, tudo o que foi ligado nessa Terra, por você, pelo carma, pelas egrégoras, pela influência das forças reptilianas nesta Terra, tem apenas um único objetivo hoje, é o de servir à Luz através dessa confrontação.

Não adotem mais o olhar limitado, mas tornem-se esse olhar ilimitado que vê, que percebe, que sente, que vê claramente e que vê a Verdade e que, no entanto, não julga, porque a Humildade está à frente e à frente dessa Humildade há o Amor puro, que não conhece qualquer condição, qualquer condicionamento nem qualquer limite.

Eu sou Uriel, anjo da Presença e Arcanjo da Reversão.
Em seu Templo e neste instante, Comunguemos na graça do Um e na ressonância do Silêncio.

... Comunhão…

Uriel escuta a próxima questão, e eu me retiro, dizendo-lhes até breve.

QUESTÃO 7: o que significa ser chamada por um nome que não é o meu, nem feminino nem masculino, pronunciado por uma voz feminina, à esquerda, que me significa que é meu nome e que eu sou ligada à energia de Maria Madalena?

Eu sou Gemma Galgani.
Irmãos e irmãs na humanidade, que a Graça revele-se em nossas Presenças e que o Amor flua, livremente, a partir do Coração do Coração.

Sua questão é, como você o diz, ser chamada por outro nome, se excluímos, é claro, o que é impossível, um erro na comunicação.
Existe, em seu ser transitório, como em seu ser eterno, certo número de nomes.
Nomear é fazer aparecer, nomear é identificar, nomear é referenciar.
O que acontece, então, quando você é chamada por outro nome?
Convém compreender que existe, do mesmo modo que você porta um nome, um nome de alma e um nome mais específico, ligado ao Espírito que a remete à sua Origem estelar.
Esse nome é seu nome de Eternidade.
É um nome secreto e sagrado, que porta a assinatura vibral de sua Eternidade.
Esse nome não pode ser revelado de fora.
Em geral, esse nome não é nem masculino nem feminino, porque ele corresponde à androginia primordial.

É seu nome de Espírito, o mais frequentemente, que é pronunciado no Canal Mariano.
Qualquer que seja a Presença que fala, identificada ou não, isso não tem importância alguma.
O importante, aí também, não é identificar uma origem ou outra, mesmo se ela possa, por vezes, manifestar-se de modo claro; o importante está além das palavras.
O importante é que esse nome corresponde a algo de vibral que cada um de vocês, se está na posse disso, pode utilizar como estrutura de vibração, como estrutura de Chamado do Espírito, como estrutura de manifestação do Espírito.

Assim, a revelação de sua Eternidade pode passar pela revelação de seu nome de Eternidade.
O nome de sua Eternidade corresponde à vibração primeira do primeiro impulso de saída da Fonte, é aquela que faz ressoar a memória de sua Eternidade mesmo nesse efêmero.
Qualquer que seja a entidade que emita esse nome, isso se torna secundário em relação ao enunciado de seu nome, porque é aquele que vibra na Eternidade e aquele que vibra no Amor, quer ele lhe agrade ou não, quer ele seja fácil ou difícil de pronunciar.
Mas eu os lembro de que, o mais frequentemente, como para o nome humano, esse nome místico ou esse nome de Eternidade é, em geral, configurado com duas sílabas, efetivamente, sem conotação masculina ou feminina, por vezes, em mais sílabas.
Mas o que é importante é ver e perceber o efeito que se desenrola em você quando você pensa ou pronuncia, interior ou exteriormente, esse nome.
É o Apelo, de algum modo, de sua própria Eternidade.

É um dos meios que lhes é oferecido, independentemente das situações ou dos conflitos a resolver, ou das alegrias que se manifestam, o meio de ter e manifestar um aporte vibral suplementar, ligado à plena atualização de sua Eternidade no instante presente.

Conhecer seu nome, do mesmo modo que conhecer suas Linhagens, é um mecanismo interior e íntimo.
Lembre-se, aí também, como disseram os Arcanjos ou os Anciões que me precederam: o importante não e, tanto, saber quem fala, o importante não é, tanto, saber quem lhe deu esse nome e seu nome de Eternidade, mas, sim, manifestá-lo nesse mundo.
Assim, ter a revelação dele deve permitir-lhe, também, e sobretudo, em um segundo tempo, mostrar-lhe, a si mesmo, onde está o que você é, tanto na Eternidade como no efêmero.

A revelação de seu nome de Espírito ou seu nome de alma é um elemento importante no caminho que você percorre nesse mundo nesse momento que é, de algum modo, uma forma de salvo-conduto que você deve manter de maneira íntima, no interior de si e não desvendá-lo, para manifestar a vibrância de sua Eternidade, no momento em que ela é importante, no desenrolar, tanto de seus dias como de suas noites, como no desenrolar da dissolução desse mundo.
Lembre-se, também, que através dessa revelação de nome ou através dos contatos e do conjunto de questões que vocês têm colocado até agora, que não há distância entre você e tal Presença, que essa Presença pode ser percebida no Canal Mariano, como na cabeça, como no coração, mas que, em definitivo, sua Presença, como essa voz, são apenas a mesma e única coisa.

A dissolução dos véus, o retorno à Unidade, a vivência da Unidade, desposar Cristo apenas pode-se fazer se todo o lugar ali é deixado, quer seja Cristo, quer seja a Luz, quer seja o que você é que é, estritamente, a mesma coisa.
Pode-se dizer, em outros termos, que não haverá mais compromisso; pode-se dizer, em outros termos, que não haverá mais comprometimento, mas a evidência de sua realidade, a evidência de sua vivência, a evidência de suas relações e a evidência ou a não evidência do Amor.

Como Estrela Unidade e peça constituinte de sua nova eucaristia, por intermédio de Maria, Cristo e Miguel e pela Porta Unidade, vivamos, juntos, esse momento de Unidade, no qual nada mais existe que não a Luz e a Unidade, no qual todo sentido de ser uma pessoa separada dissolve-se, naturalmente, na Eternidade.

… Silêncio…

Irmãs e irmãos bem amados, eu vou, agora, retirar-me, para deixá-los um momento com o conjunto dessas Presenças interiores e exteriores que se revelaram em vocês, e nós lhes deixaremos alguns momentos de integração, de repouso, ou de restauração, antes de continuar.

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Bem, caros amigos, eis-me de volta, mas tranquilizem-se, eu apenas escuto a questão e me vou, para deixar o lugar.
Não gostaria que vocês tivessem uma indigestão antes de começar a comer, não é?
Então?

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QUESTÃO 8: eu vivi várias «intervenções cirúrgicas» no topo da cabeça, em forma de cruz, atrás da cabeça ou no lado esquerdo. A que isso corresponde?

Bem amada, o caminho da vida é um caminho com mais ou menos espinhos, mais ou menos sofrimentos e mais ou menos felicidades e alegrias.
Eu a convido, no que concerne às suas operações, a superar a noção de explicação e a noção de sentido, ou seja, superar a noção de causalidade e colocar o Amor, que apaga e faz desaparecer todas as causalidades.

De fato, em face do que faz irrupção em seu corpo, falível e efêmero, obviamente, é a tradução de uma causalidade.
A própria vida, falsificada e confinante, é uma causalidade alterada. Da qual não existe qualquer possibilidade de saída.

Assim, eu a convido a superar a noção de sentido e de explicações que fará apenas remetê-la, permanentemente, à noção de dualidade.
Acolher a Graça é dotar-se, também, da possibilidade de acolher o sofrimento, acolher, para além de todo sentido e para além de todo significado, a realidade do Amor.
Não é mais tempo, hoje, nesses tempos tão reduzidos, de colocar-se a questão do sentido de tal manifestação, de tal evento ou de tal problema, como de qualquer alegria.
Recolocar tudo no Amor é, como eu o disse, voltar a tornar-se como uma criança, é apresentar a inocência e a candura, não daquela que quer esquecer, apagar, mas a inocência da criança totalmente disponível ao seu presente, totalmente disponível ao instante e totalmente disponível à verdade do Amor.

A verdade do Amor não se importa com causas, porque ela é a essência da manifestação e a essência de sua Presença.
Assim, portanto, se você a aceita, vá além do sentido, vá além da causalidade, vá além do que concerne à pessoa e entre na Eternidade para não renegar o que quer que seja ao nível da causalidade, mas, bem mais, colocar-se, por si mesma e em consciência, além de toda dualidade.

«Amem-se uns aos outros», isso eu o disse; ame-se como você é amado pela Fonte, ame-se como você é amado pelo Pai, e não dê atenção às desordens, não se desvie delas, mas atravesse-as.
Chame seu Espírito para não mais colocar-se a questão do sentido, a questão da explicação, mas entre mais, não na indiferença, mas no que eu qualificaria de divina indiferença, não como uma distância que se toma, mas, bem mais, uma indiferença para o que apenas concerne ao efêmero.

Sair da pessoa e sair dos limites é, também, a esse preço.
Esse corpo, como qualquer corpo presente na superfície desse mundo, passa por diferentes fases que terminarão, todas, inevitavelmente, pelo desaparecimento da pessoa e o desaparecimento do que dura apenas um tempo.
Se você quer transcender e superar a causalidade temporal, espacial e cármica, adote o ponto de vista da criança.
Aquele que vive e cujo mental não está procurando uma causalidade ou um sentido, nem mesmo procurando superar o que se apresenta, mas, bem mais, transcender o que se apresenta para estar, você mesma, na plena Presença e na integralidade do que você é.

De qualquer forma, sua Eternidade vem recobrir e dissolver seu efêmero.
Para além do sentido de uma cicatriz, para além do sentido de uma doença, para além, mesmo, do sentido da alegria, encontra-se o que é sem sentido e sem razão, porque isso está presente ao mesmo tempo, em todo ser, em todas as coisas e em toda situação.

É, portanto, convidada, como cada um de vocês, nesses tempos tão reduzidos e intensos, a permanecer na tranquilidade, na Paz e a ver, de maneira mais ampla, que transcende toda noção de limite, como toda noção de vida pessoal, para entrar, diretamente, e de coração, na Eternidade da Graça e não permanecer na manifestação da Graça que sobrevém apenas quando a consciência a ela se interessa ou a ela submete-se.

Mas fazer da Graça a manifestação evidente, sem esforço e permanente do que você é.
Para isso, entregue seu sofrimento nas mãos da Fonte, nas mãos do Pai, entregue o que você é de eterna à Eternidade, e deixe o que é efêmero ao efêmero, deixe os mortos enterrarem os mortos e siga-me.
Isso significa, também, permanecer imóvel em seu peito e não mais ser afetada, sem desvio nem artifício, por qualquer circunstância que venha imprimir-se na consciência efêmera.

É claro, cada problema tem um sentido e um simbolismo, cada problema tem uma explicação, mas não perca, jamais, de vista que a primeira das explicações é, em definitivo, apenas a resultante do confinamento do que foi nomeada, em seu tempo, a Queda.
Depois da queda, é preciso subir, porque a Eternidade não conhece nem queda nem subida, mas instalar-se na permanência e na imanência do que é verdadeiro, e a única coisa que é verdadeira é a verdade do Amor e a permanência da Graça.

Não lhe é mais solicitado viver a experiência da Graça, mas tornar-se, você mesma, o instrumento da Graça e, para isso, o que pertence ao limitado não deve mais estar nem à frente nem ao redor, mas apagar-se diante da majestade de Quem você é, na majestade do Amor.
No silêncio do instante, no silêncio de minhas palavras como de suas palavras, antes de escutar sua próxima interrogação, permitam-me abençoar a Eternidade de seu coração.

…Silêncio…

 Continuemos.

QUESTÃO 9: durante as canalizações ou os alinhamentos, eu adormeço, regularmente. Como saber se é uma doença ou se devo deixar?

Eu sou Maria, Rainha dos Céus e da Terra.
Queridos filhos, que o Amor de Mãe preencha-os de suas bênçãos.

Desaparecer, adormecer, momento no qual a consciência, quer ela seja limitada ou ilimitada, desaparece no que é nomeado o adormecimento, isso não é um adormecimento, isso mostra, simplesmente, a capacidade para desaparecer, sua capacidade para apagar, para deixar o que é manifestar-se.

Assim, portanto, mesmo se sua consciência ali não participe, é, efetivamente, ela, que aceita, nesses momentos, apagar-se, desaparecer e deixar você se regar na fonte da Luz que você é.
Não há solução de continuidade, embora aparente.

Então, nesses momentos em que nada mais há, nesse terreno fértil, vai aparecer, não nesses momentos, mas fora desses momentos, justamente, a plena capacidade para manifestar a Graça, por instantes ou permanentemente.
O desaparecimento e a celeridade com a qual você desaparece nos momentos em que a Luz aparece é, mais, a garantia do desaparecimento das estruturas efêmeras que não têm que se preocupar com o que é a Eternidade.
Eu diria, mesmo, hoje, que sua capacidade para desaparecer, mesmo se isso possa, por vezes, parecer-lhe invasivo, é uma das provas as mais convincentes de que você é capaz de desaparecer se a Luz, no momento de Sua efusão final, faz você desaparecer.

Isso não é nem o nada (neant) nem o desconhecido, é a sua natureza, e é aí que se encontra, ao mesmo tempo, a Morada de Paz Suprema, o Absoluto, Cristo e eu, e cada um de nós.

Assim, portanto, esses momentos que se apresentam quando você está atenta conseguem fazer desaparecer sua atenção e sua própria consciência.
Isso não é um defeito, mas, bem mais, o marcador, formal e inabalável, de sua capacidade para apagar-se diante da majestade do Amor e da Luz, e a majestade da Graça.

Tudo o que há, e eu tomo, para isso, os exemplos inumeráveis de algumas de minhas irmãs Estrelas que lhe explicou isso durante esses anos, falando da experiência delas no curso de seu caminho de encarnação; vocês vivem, exatamente, os mesmos elementos.
Cada um, é claro, com uma colocação diferente, segundo a existência ou não de uma alma, segundo a impressão de que há algo, ainda, a atualizar, a percorrer ou a levar ao seu termo.
O Amor não se importa com tudo isso, o Amor, como nós sempre dissemos, basta-se a ele mesmo.

A manifestação da Graça e os diferentes sinais que acompanham essa Graça em sua instalação permanente faz com que você descubra seções inteiras de funcionamentos da consciência.
Dessas seções, a mais importante é sua própria capacidade de desaparecimento.
É aí que você pode dar-se conta de sua Humildade real, de sua capacidade para deixar o Amor à frente e deixar a Graça inundar o que você é nesse mundo.

Assim, portanto, o fato de adormecer nada mais é do que a expressão do que foi nomeado, há algum tempo, Turiya, ou seja, o estado de não sono, de não vigília e de não atividade.
É o estado o mais próximo, mesmo se dele não reste qualquer lembrança, do que é nomeada a Morada de Paz Suprema, na qual se encontra Cristo, mas, também, todos os possíveis.

Assim, portanto, não veja nisso uma doença, mas, bem mais, uma capacidade, cada vez mais evidente, para desaparecer, no momento vindo, quando Ele estará presente, sem dificuldade, em resposta ao meu Apelo.
Cabe, também, à própria consciência comum e limitada, colocar-se a questão de sua utilidade e de sua persistência mesmo se, obviamente, essa consciência limitada seja muito útil no mundo no qual você está hoje, para levar a efeito as inumeráveis servidões que foram instaladas por uma sociedade confinante.

Cabe a você ver, aí também, quais são os frutos, quais são os efeitos disso, a posteriori, no desenrolar de sua vida, e constatará, sem dificuldade alguma, que você tem a possibilidade de desaparecer ao ouvir-nos, mas, também, ouvindo a si mesmo, a partir do instante em que você escuta o que é eterno e não mais o que faz apenas passar.
Isso nada tem a ver com os pensamentos, isso nada tem a ver com o mental, mas com sua disponibilidade de coração.
Se o coração está disponível, se a Eternidade está à frente de seu Presente e de sua manifestação, então, sim, os momentos de descontinuidade aparente da consciência tornar-se-ão cada vez mais intensos, ou, mesmo, por vezes, incômodos, mas lembre-se de que isso é apenas a tradução do que lhe é anunciado há tantos anos e por múltiplas vozes.

Eu sou Maria, Rainha dos Céus e da Terra.
Comunguemos, juntos, na Paz de Cristo.

…Comunhão…

Nós podemos, se quiserem, e se o tempo para isso nos é atribuído nesse mundo, continuar as suas interrogações.

Terceira Parte


QUESTÃO 10: desde alguns anos, eu tenho vivido, à noite, manifestações que me provocam o medo. Isso é renovado, eu acolho essa Presença e há uma troca, de coração a coração. O que é isso?

Eu sou Hildegarde de Bingen, que nosso Silêncio atual espalhe suas graças, antes que eu me exprima.

… Graças…

Querida irmã, você deve ter ouvido falar, nesses últimos tempos, de tanto de nossas bocas como por diferentes vozes que, em definitivo, nesse mundo, tudo, absolutamente tudo se resume nessas palavras e nessa expressão: o medo ou o Amor.

É claro, e você sabe disso, o desconhecido ou o novo dá medo, exceto para aquele que está estabelecido, firmemente, no Amor, e que não pode nem ver nem ser afetado e, por vezes, senti-lo, sem ser afetado pelo medo.
O medo, para além dos condicionamentos e de sua história que lhe é própria, a cada um, tem apenas um único antídoto, e esse antídoto é o Amor.

Nenhuma Presença, nenhuma doença nem qualquer fome desse corpo como, portanto, dessa vida, pode afetar aquele que está estabelecido no Amor.
Assim, portanto, e em definitivo, qualquer que seja a Presença, qualquer que seja a intensidade e a beleza da comunhão que tenha sido vivida, você verificou, por si mesma, que qualquer que seja o medo devido a esse desconhecido, se você conseguiu colocar o Amor à frente, porque comungar, é claro, e unir-se com... não pode haver União no medo.
A União apenas pode realizar-se na Graça do Amor pelo desaparecimento, se você prefere, do eterno de duas pessoas ou de um irmão com uma determinada situação.

Nessa comunicação transdimensional que você viveu, você colocou no trabalho, por si mesma, as duas vertentes que eu enunciei: o medo ou o Amor.
Quando o medo dissolve-se ou é dissolvido, mesmo, pela aquiescência ao que se apresenta, o que quer que se apresente de mais doloroso, de mais terrível ou de mais feliz, isso não tem qualquer incidência sobre a realidade do que sobrevém, e o que sobrevém é o desaparecimento do medo.

O medo, qualquer que seja, pode, efetivamente, ser combatido por muitos elementos nesse mundo, mas o medo, no sentido simbólico, como no sentido arquetípico, é apenas o reflexo, não da falta de Amor, mas da não iluminação pelo Amor.
O que é iluminado não pode mais conhecer o medo em face de uma determinada situação, quando ela se reproduz, como em face de todas as situações, progressivamente e à medida que seu coração cresce e expande-se para Cristo, do mesmo modo que Ele bate à sua porta desse modo.

Assim como outros Anciões e outras Estrelas disseram, nesta manhã, todas as oportunidades são tomadas, não por vocês, mas pela Inteligência da Luz, para mostrar-lhes, a si mesmos, e você, por vezes, mesmo, a partir do instante em que você tenha aceitado, vivido uma comunhão, o próprio fato do medo não existe mais.
O medo é, sempre, sem qualquer exceção, ligado ao ego ou à alma ainda voltada para a matéria e não ainda liberada, totalmente, da ilusão.
Eu diria, mesmo, que, durante este período que foi nomeado, eu creio, tempos reduzidos e ultrarreduzidos, a melhor conduta, o que quer que haja, tanto agradável como desagradável, que, de fato, representa apenas o medo do que é inédito e desconhecido, se, nessas circunstâncias, o Amor é colocado à frente, como essa expressão é empregada, vai produzir-se uma dissolução do medo como arquétipo.

A Passagem, tal como ela é pressentida nesses tempos da Terra e durante este ano é, obviamente, a Passagem final.
Qual é o melhor modo de passar?
Eu os remeto, para isso, ao que havia sido descrito pelo bem amado João, se preferem, Sri Aurobindo, concernente ao Choque da Humanidade, que corresponde, efetivamente, às diferentes etapas do choque que se produzem quando todo efêmero toca ao seu fim.
É-lhe dada, por antecipação e por facilitação, a capacidade de vivê-la, sem outra ferramenta que a consciência e o Amor, não como uma projeção de Amor, mas, bem mais, como a benevolência, a aquiescência, a humildade do que lhe foi proposto durante esses momentos.

Assim, portanto, não é tão importante saber qual entidade era, porque essas entidades, e você sabe disso, são apenas você mesma em face de si mesma, e, nesse face a face, conforme ali se inclua o medo, consciente ou inconsciente, ou o Amor, traduzir-se-á, pela consciência, por uma experiência colorida e, no entanto, qualquer que seja a colocação, é, sempre, a mesma experiência: o medo ou o Amor, ver ou não ver, resistir ou ser humilde.

Lembre-se do que disseram alguns seres, Anciões ou não, por vezes, com uma voz que eu qualificaria de ruidosa: esqueça-se.
Isso não quer dizer não colocar-se questões, mas ver, claramente, não a inutilidade da questão porque, como você o vive, hoje, seria impossível, como dizia o Comandante, fazer girar as bicicletas, porque a bicicleta não tem mais os meios nem o combustível para girar, ela pode, simplesmente, ser vista, e a dinâmica que se instaura, naquele momento, nada mais tem a ver com a hiperatividade do mental, e resume-se, simplesmente, a isso: o medo ou o Amor.

Ponha o Amor à frente e, quando algo resiste, além dos conselhos que possam ser-lhe dados de diferentes modos, por inspiração ou por minha voz, ou por outras vozes, pelas sincronias, por evidências, guardem, sempre, isso: «Será que há medo ou será que há Amor?».
A diferença vai tornar-se cada vez mais flagrante, quando você manifestar o que quer que seja.
Retenha sempre, quer seja ressentimento, raiva, quer seja sentimento de injustiça, quer seja problemática real a decidir segundo os termos da encarnação, se você se esquece dos ressentimentos, se você se esquece das emoções, se você se esquece dos pensamentos, se você se esquece, mesmo, da causa e da razão que, em seu caso: «Qual é a entidade que está aí?, se você transcende tudo isso e substitui por medo ou Amor, não para observar, mas, bem mais, para afirmar e reforçar seu posicionamento, então, você apreenderá, muito rapidamente, que nesses momentos, quando a comunhão existe, a Graça está presente, porque o medo dissolveu-se diante do Amor.

É o mesmo para todas as manifestações desse mundo e, mesmo, as manifestações sociais ligadas às leis, às convenções morais, às regras educadoras.
O Amor não se importa com tudo isso.
Esse amor que quereria preocupar-se com isso seria apenas um amor de conveniência aplicado ao efêmero.

Vocês compreenderam, e viveram, a maioria de vocês, que o amor de circunstância, qualquer que seja, é, sempre, subentendido pelo medo.
Só o Amor livre, que não depende de qualquer circunstância, de qualquer evento e de qualquer pessoa, como de qualquer entidade exterior a você é, realmente, totalmente livre.
Isso passa pela fé inquebrantável não em um Salvador, mas em uma verdade que é aquela do Amor, que sustenta e torna possível todo o resto.

O medo nada permite, você sabe disso; o Amor permite tudo.
Assim, portanto, mais do que nunca nesses tempos reduzidos, virá posicionar-se em frente aos seus olhos, em face do desenrolar de seu caminho, em face de seus humores interiores como através de suas comunhões entre vocês, ou entre vocês e nós, sempre, em definitivo, o mesmo questionamento: o medo ou o Amor.
A resposta não é intelectual, nem mesmo pressuposta; ela se traduzirá nos fatos e na carne, como na consciência, por uma modificação radical do modo pelo qual puderam ser, até o presente, considerados os problemas como todos os problemas de todos os seres humanos.

Lembre-se, também, como dizia um denominado Bidi, que tudo isso não existe; será preciso, efetivamente, a um dado momento ou outro, encontrarem-se confrontados a esse princípio de realidade, a assumi-lo, ou não e, naquele momento, existirá, em vocês, apenas duas coisas: o medo (ou a resistência) ou o Amor (ou se prefere, o Abandono total e incondicional à Graça).
O que quer dizer que, cada vez mais, nesses tempos, cada elemento, cada palavra, cada olhar, cada evento que sobrevenha, a título individual ou coletivo, apenas poderá remetê-los ao Amor ou ao medo.
Olhem e apreendam, através da atualidade tanto dos Elementos como dos homens, como do cosmos, tudo o que se desenrola nesse momento mesmo.
E, do que lhes é dado a ver, a experimentar e a viver, em definitivo, vocês não terão mais do que essa única alternativa de ver o Amor ou o medo, para vivê-lo, completamente.
Vocês não podem lutar contra os seus medos, sobretudo, no que concerne aos eventos incontroláveis, coletivos e cósmicos, como aqueles que estão em curso nesse momento mesmo.

Então, cabe a vocês viver, experimentar essas idas e vindas, se isso se produz em si, entre a Graça e o medo, sabendo que a Graça não é mais, unicamente, uma experiência possível, mas, bem mais, um estado que será cada vez menos afetado pelos medos, a partir do instante em que vocês o aceitam e reconhecem-no.

Lembrem-se de que Cristo está aí, lembrem-se de que nós estamos todos aí, em vocês, porque vocês são nós, como nós somos vocês, real e concretamente, a partir do instante em que os véus da ignorância e do medo são dissolvidos.

Assim, portanto, recorram, não reagindo, mas recorram à Graça, não tanto como um pedido, não tanto como um direito, mas como a realidade final do Amor.

Eu aproveito, antes de retirar-me, para dizer-lhes que, nesse espaço, teremos um momento privilegiado ao nível dos meios que eu posso comunicar-lhes, de maneira pessoal, não tanto para agir sobre o medo, mas, mais, nesse momento presente, para cada um de vocês, o elemento, qualquer que seja sua origem, terrestre, alimentar ou outra, que é capaz de dar-lhes a observar esse mecanismo em suas engrenagens últimas e evidentes.

Eu sou Hildegarde de Bingen, e eu escuto se há, ainda, a escutar, e eu me retiro logo depois.

QUESTÃO 11: eu adormeço durante os alinhamentos ou as canalizações, mas, à noite, eu não durmo.

Eu devia retirar-me, mas vou continuar a responder, porque a resposta é muito simples: uma vez que você é liberada quando dos alinhamentos, uma vez que você desaparece quando da escuta de algumas de nossas vozes, o que é que a impede de fazer a mesma coisa à noite?

Algumas vezes, eu escuto canalizações para dormir, mas eu acordo.

Eu penso que o meio que você encontrou é, certamente, menos perigoso do que produtos químicos e, além disso, alinhar-se se colocando na cama é, efetivamente, o melhor modo de beneficiar-se da Graça durante o que é nomeado o sono.

Então, eu sei bem que Cristo disse: «Vigiai e orai, porque ninguém conhece o dia e a hora», mas aquele que vive a Graça, em que tem ele necessidade de vigiar e de orar?
Há, simplesmente, necessidade de estar disponível para o Mestre da Luz, disponível para sua Eternidade.

Os vai e vens da consciência tornam-se, como vocês dizem, uns e outros, cada vez mais evidentes, cada vez mais intensos.
Esse é um tempo ligado aos tempos reduzidos, que deve conduzi-los à Última Reversão, não mais aquela do ego ao coração, mas, sim, aquela de seu caminho, não nesse mundo, mas de seu caminho, se vocês pensam que exista um, de Retorno ao que vocês são.
A partir do instante em que você desaparece para esse mundo, quer seja no alinhamento, escutando-nos ou dormindo, você para, obviamente, de interagir com esse mundo, e você não deixa mais qualquer tomada para a ação/reação habitual e quotidiana de toda vida encarnada.
Mas você se coloca, de imediato, sob o manto de Cristo e de Maria.

Simplesmente, o que é limitado procurará, sempre, explicar ou solucionar o que a ele parece, e é lógico, ser um desequilíbrio.
Mas o que vocês vivem, a maior parte de vocês, é apenas o mais belo dos desequilíbrios, aquele que os conduz ao equilíbrio final e eterno.

Não faça, é claro, o que você nomearia, hoje, angelismo, mas, bem mais, uma consciência clara e lúcida, cujo alinhamento e a Graça são permanentes, o que quer que lhe aconteça, o que quer que aconteça mesmo se, por vezes, um humor, uma emoção, uma preocupação do mental possa apreendê-la, de algum modo, mas, mesmo aí, isso é destinado apenas para mostrar-lhe, justamente, como você é apreendido.
Em resumo, é apenas o aprendizado, a prática de sua Eternidade, de maneira preliminar à Passagem, nesse momento.

Eu sou Hildegarde de Bingen.

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O.M. Aïvanhov – As próximas partes das Publicações.

E sou eu, ainda, e eu não venho para responder a uma questão, mas para preparar as próximas partes da Publicação, roteiro, se se pode dizer, de fevereiro, tal um caminho, poder-se-ia dizer, efetivamente, é isso.
Então, eu voltarei para inaugurar a segunda sessão, e essa segunda sessão deverá fazer-se através de questões.
Essas questões, por favor, tentem referir, diretamente, aos processos da consciência, para ajudá-los a ver esses mecanismos que estão no trabalho no interior de vocês mesmos, ver, deles, as engrenagens, não para decodificá-las, não para dar explicações, mas, de qualquer modo, para ensiná-los a identificá-las, a servir-se, também, de seu corpo de Existência que, eu os lembro, está aí, quer vocês o sintam através das Estrelas, das Portas, não unicamente as Coroas radiantes, não unicamente a Onda de Vida, não unicamente o Canal Mariano, porque nós os restituímos e vocês se restituem à sua Autonomia e à sua independência.

Portanto, todas as estruturas como, por exemplo, o Canal Mariano, todas as estruturas, como o Manto Azul de Maria ou de Miguel, ou, ainda, a Onda de Vida, foram vividos, até o presente, como processos que penetrariam o efêmero e que transformariam esse efêmero.
A transformação é, agora, mais uma dissolução e um desaparecimento.
Isso quer dizer que vocês têm mais a ver, não como isso foi dito há pouco, por Hildegarde e por outros, a causalidade, a explicação, mas os mecanismos íntimos na origem da consciência e da manifestação dessa consciência, quer seja aí, onde vocês estão nesses tempos reduzidos, como na Eternidade.

Aí está o que eu tinha a dizer.
Então, eu creio que nós vamos concluir esse momento, e vocês vão voltar com muitas belas questões sobre a consciência.

Lembrem-se de que eu não falo mais, efetivamente, de bicicletas, porque não é possível fazer girar as bicicletas.
A maior parte de vocês, vocês sabem disso, sobretudo, através das explicações ou das causas.
Aí vocês estão, verdadeiramente, eu diria, nas próprias causas da consciência, ou seja, na origem da consciência, quer seja a Morada de Paz Suprema, quer sejam, mesmo, os medos que possam chegar, as modificações súbitas, o desaparecimento, o sono, todos os mecanismos de sua vida nesse mundo no efêmero são, como vocês o constatam, cada vez mais perturbados, alterados, impregnados – vocês escolham a palavra que lhes convém – pela Eternidade.

Então, por vezes, isso causa dificuldades, por vezes, isso passa, mas tudo isso se poderia multiplicar ao infinito as explicações.
Mas nós vamos penetrar progressivamente, em pouco tempo, nas engrenagens da consciência, não para observá-las, mas para revelá-las, no momento em que elas se produzem.
Isso será importante para permitir, se quiserem, viver o Apelo de Maria e o período imediatamente após com a maior felicidade, digamos, e leveza possíveis, aí, onde sua compaixão, sua Presença, seu carisma, sua humanidade tornar-se-ão indispensáveis nesse plano.

Aí está o que eu tinha a dizer.
Eu não escuto as questões, eu lhes transmito todas as minhas bênçãos e eu creio que isso permitirá, nesta tarde, entrar no cerne da questão, sem que eu volte, ainda uma vez, e que eu me repreenda porque permaneço.

Eu lhes transmito todo o meu Amor, e eu lhes digo, eu creio, comam bem o que podem comer e, depois, até já.


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QUESTÃO 12: o que fazer ou não fazer quando se pratica algo de repreensível para a moral, sabendo-o, perfeitamente?

Eu sou Miguel, Príncipe e Regente das Milícias Celestes.
Saudações em vocês, na Paz e no Amor.

A questão que foi colocada recorre ao que vocês nomeiam a noção de mundo.
A moral é oriunda de condicionamentos sociais e culturais nesse mundo.
A moral, no sentido espiritual, nada mais tem a ver com a moral no sentido comum.

Durante as Núpcias Celestes, certo número de palavras, de expressões e de vibrações foi empregado, substituindo, de algum modo, a moral, que é uma noção muito humana, ligada, ela mesma, aos condicionamentos, às relações entre os seres, assim como às relações para com a sociedade dita humana.
A moral tem sido vantajosamente substituída pela palavra nomeada «Ética e Integridade».
A moral define-se em relação a um coletivo.
A Ética e a Integridade definem-se, em si mesmo, em relação a si mesmo e, unicamente, em relação ao que é nomeada a Inteligência da Luz.

Assim, portanto, para seguir, fazer ou não fazer está em ressonância com a ação e com a moral nesse mundo, segundo o que é, de maneira geral, admitido, aceito e validado.
A Ética e a Integridade definem-se, exclusivamente, em relação à Luz, em relação à sua propagação, sua difusão, sua manifestação e seu efeito.

Eu os lembro, nesse mundo e em suas leis, que existe, ainda, o que é nomeada ação/reação, aplicável tanto à física como à consciência humana limitada ou, ainda, às relações entre os seres.
A Ética e a Integridade não se importam com a moral, porque não há escala de moralidade.
Ao nível da Ética e da Integridade, há presença ou ausência.
Não pode haver meia-medida, não pode haver interpretação a partir do instante em que a Ética e a Integridade são definidas e vividas em relação à Integridade da Luz e não em relação ao que foi definido, experimentado ou vivido em relação às leis humanas.

A moral da Luz, que não é uma, não se importa com a moral humana (o princípio de ação/reação que justifica, entre aspas, a moral nesse mundo), não se importa com leis, não se importa com a sociedade, não se importa com julgamento do outro ou julgamento da sociedade.
A Ética e a Integridade é uma perspectiva ligada a si, que porta um olhar sobre si e que o coloca em ressonância e em adequação com o que é nomeada a Inteligência da Luz.

Existe certo número de elementos repreensíveis, no sentido da moral, em alguns setores ou em alguns tempos dessa humanidade, que não tem mais lugar de ser em outros setores, em outros tempos dessa mesma humanidade.
Qualquer que seja a moral, qualquer que seja o que é realizado em um plano dito repreensível, as consequências não são as mesmas, obviamente, conforme se trate de satisfazer a um modelo de sociedade ou de relações humanas.

A Integridade e a Ética concernem, em definitivo, apenas a você, em relação a si mesmo, ao mesmo tempo na especificidade e individualidade de cada consciência encarnada nesse plano ligado à ressonância da Luz, à Inteligência da Luz e, também, à sua arquitetura, se posso empregar essa expressão.
Assim, portanto, encontrar-se confrontado, em si, em relação a uma moralidade definida pelos homens e, em caso algum, pela Luz, não pode ser o objeto de uma culpa como de uma não responsabilidade ou, ainda, como de uma indiferença.
É, portanto, através dessa questão, esclarecida a noção que o que se opõe em relação a essa moral é, unicamente, ligado à pessoa em seu ambiente e não em relação a si mesmo.

A moral é definida por um consenso comum, ligado ao confinamento e que tenta manifestar a vida em conformidade com alguns critérios definidos por leis humanas e validadas por assembleias, onde quer que elas estejam nos países desse mundo.
A moral, em um lugar, não é a moral em outro lugar.
A moral, de acordo com uma cultura, pode ser totalmente amoral ou imoral em outra cultura.

A Ética e a Integridade não têm qualquer ressonância nem qualquer sobreposição possíveis com a moral, uma vez que ela se define em relação ao que aparece, de início, como invisível e não existente nesse mundo.
Passar da moral à Ética e Integridade significa uma mudança de posicionamento que não se define mais em relação social, mas em relação à Eternidade de cada um.
Essa Eternidade de cada um é idêntica, e movimenta os mesmos processos, qualquer que seja a consciência, é, ainda, tempo de diferenciar moral e Ética e Integridade.

Assim, portanto, se em relação a essa questão, existe a acuidade de fazer algo de imoral ou de amoral, para nada serve opor-se a essa tendência ou a essa ação, uma vez que ela escapa, tal como formulada a questão, à própria noção de controle dessa moral.
Há, portanto, necessidade, através dessa questão, de substituir, de maneira segura e certa, a moral pela Ética e a Integridade.

O que aparece como moral na sociedade pode aparecer, sem problema algum, como desprovido de total Ética, de total Integridade em relação ao mundo espiritual do Espírito.
Isso é evidente em todos os corpus de textos nomeados legais, quaisquer que sejam os códigos e suas diferentes versões existentes em todas as culturas desde, eu os lembro, várias centenas de anos, mas, também, de modo muito mais histórico, ainda que apenas por exemplo, à justiça feita pelo rei Salomão, que não se define em relação a regras sociais, ainda menos em relação às recriminações de uns e outros ou à culpa de uns ou de outros, mas, bem mais, diretamente, pela ressonância, em sua alma e consciência, no Espírito, na alma, do que desencadeia tal ou tal ação.

Moral e Integridade podem estar, eu diria, ao oposto.
A Integridade e a Ética podem ser, exatamente, a antítese do que vocês nomeiam moral.
A moral é ligada a um funcionamento linear da consciência, que obedece a causalidades, obedece a regras aceitas e validadas pelo comum dos mortais humanos em encarnação.
A Ética e a Integridade, embora em ressonância e em relação direta com a Inteligência da Luz, não pode, em caso algum, ser imposta por uma moral exterior.

Passar da moral à Autonomia é passar do condicionamento à Liberdade, é passar do confinamento à Liberação.
A Ética e a Integridade, enquanto definem-se em relação a corpus de textos, espirituais ou inscritos nos diferentes códigos presentes em todos os países deste planeta, não tem qualquer incidência nem qualquer reciprocidade com a Ética e a Integridade.
A Ética e a Integridade não concernem, de modo algum, à personalidade, mas à alma inspirada ou ao Espírito liberado da alma que se submete ao que ele mesmo é, na Eternidade.

Na Ética e na Integridade, a bondade prima sobre a moral.
Na Ética e na Integridade, o poder do Espírito predomina sobre o poder das leis.
Isso não quer dizer que se deva violar tal ou tal moral ou tal ou tal lei, mas, bem mais, superá-las em um olhar bem mais amplo.
Assim, portanto, substituir o «fazer ou não fazer» em relação a uma injunção da pessoa concernente a algo de imoral, e substituir, na Integridade, pelo ser ou o não ser, em ressonância e em concordância com a Luz.
Ou há acordo ou há defasagem.

A moral pode, sempre, ser justificada pela experimentação social ou, ainda, pelo que é nomeado o olhar daquele que julga, daquele que condena ou daquele que emite leis.
As únicas leis concernentes não mais à moral, mas à Ética e à Integridade, se é que sejam leis, mas mais uma conformação em relação com a Liberdade, a Inteligência da Luz e o Amor incondicionado, as únicas leis, portanto, que devem ser respeitadas formalmente, de maneira a encontrar sua própria Ética e Integridade, são aquelas que foram dadas em relação ao que foram nomeados os Dez Mandamentos.

Sob outras formas, esses Mandamentos, mesmo se não portem esse nome, foram reconstruídos em diversos escritos espirituais, um pouco por toda a parte no mundo.
A moral tomou o lugar da Ética e da Integridade, falsificando-as, alterando-as em relação com as visões humanas e não mais as vidas espirituais.
Assim, portanto, você pode ser culpado em relação à lei, você pode ser culpado em relação à sociedade e estar, totalmente, na Ética e na Integridade da Luz.
Eu diria, mesmo, que isso teria tendência a generalizar-se nos mundos confinados, que não são mais definidos pela Inteligência da Luz, mas pela lei de ação/reação e, portanto, de confinamento da Luz, como da consciência.

Assim, portanto, antes de pesar a moralidade de um ato, convém colocar-se a moralidade interior, a questão da moralidade interior dessa Ética, dessa Integridade e, sobretudo, o que vem completar e orientar isso, ou seja, a Humildade e a Simplicidade.
Eu os remeto, para isso, à complexidade crescente, progressivamente e à medida das dezenas e centenas de anos desse mundo, concernente à espessura dos códigos e decretos e regulações e regulamentos que foram estabelecidos por toda a parte pelo humano confinado e, certamente, não por seres livres e liberados dessa humanidade.

Aquele que é Liberado vivo, aquele que realizou o Si e que está estabelecido na Morada Suprema não tem que se colocar a questão da moral ou da imoralidade, uma vez que é, permanentemente, regado pela Fonte, regado pela Inteligência da Luz, por intermédio das Coroas radiantes, diretamente na consciência.

Assim, portanto, convém resituar essa questão em relação ao nível em que ela se dirige.
O que eu posso dizer, simplesmente: essa formulação implica ou evoca, conforme o que vocês escolham, um problema de distância em relação a um objetivo que seria moral.
A Integridade e a Ética não podem ser um objetivo, mas são a constatação nítida, direta e precisa da instalação nos quatro Pilares do coração, que passa, totalmente, de toda noção ligada a uma sociedade humana, qualquer que seja, em qualquer país que seja.
Passar da moral à Ética e Integridade necessita de um ajuste interior, uma observação cada vez mais fina das engrenagens e dos mecanismos da consciência, o que foi nomeado, em seu tempo: o observador.
Até o momento em que foi preciso refutar a própria noção de observador.

A Liberdade existe apenas aí, a Liberdade não pode acomodar-se com qualquer moral nem qualquer imposição; o Espírito é livre, a matéria não é livre.
Vocês são matéria e Espírito.
Vocês são, ao mesmo tempo isso, e, ao mesmo tempo, não.
Assim, portanto, enquanto seu referencial e o que eu nomearia seu quadro de referencia nessa vida concirnam, exclusivamente, aos quadros de referência impostos pela sociedade, vocês não podem pretender ser livres.
Isso, absolutamente, não quer dizer, eu repito, violar as leis, regulamentos e preceitos, mas, bem mais, transcendê-los por uma visão mais ampla e, obviamente, que não é mais confinada na canga da educação, da moral, ou dos condicionamentos, qualquer que seja o nome que vocês deem.

Em definitivo, a moral é um condicionamento educativo experiencial, mas que toma todas as suas referências no que nós nomearemos, com vocês, a evolução da sociedade humana.
Mas nenhuma evolução humana da sociedade, vocês sabem, pode conduzir à Liberação, porque essa Liberação passa, justamente, pela destruição de todo quadro de referência e de toda moral habitual, pela própria Luz e, certamente, não pela vontade.

A questão de fazer ou de não fazer deve recolocar-se na consciência do coração.
Qualquer que seja esse desvio ou qualquer que seja a experiência que é manifestada nessa espécie de violação, tal como está presente e o que quer que isso concirna, nada é em relação à pureza do coração.
Nesses casos, a questão deve desaparecer.
Não é mais: «fazer ou não fazer», mas substituir isso por: «ser ou não ser».
E a questão e a interrogação que daí decorrem são, portanto: «se eu faço, eu sou íntegro, se eu não faço, será que eu não sou mais íntegro?».
Qual é a finalidade?
É a satisfação de um desejo?
É a satisfação de uma necessidade de possuir ou de uma necessidade de manifestar um medo dessa maneira?
Os quadros morais, os quadros de sociedade estão aí, unicamente, para os humanos que não são capazes de encontrar a Liberdade nos quadros de referências pessoais, ligados, se se pode dizer, aos quatro Pilares do coração.
Ou seja, enquanto esses quatro Pilares do coração não se tornaram, de algum modo, o quadro de referência, vocês sabem, há culpa.
Mas essa culpa não é um julgamento nem uma comparação, mas, bem mais, e, unicamente, eu diria isso, a capacidade para permanecer no Centro do Centro e guiado pelos valores eternos da Luz, bem mais do que pelos códigos diversos criados pelos homens para os homens e, mais, contra os homens.

O problema da lei não se coloca nos Mundos Livres.
O problema da moral não pode, mesmo, ser considerado nos Mundos Livres, porque cada consciência, nos planos pluridimensionais e interdimensionais, tem a possibilidade de ver, no sentido consciência, instantaneamente, os desequilíbrios da Ética, da Integridade, da Humildade e da Simplicidade, quais quer que sejam o nível dimensional, o estado dimensional, a origem estelar da pessoa considerada.

Assim, portanto, fazer ou não fazer não resolverá, jamais, a questão do ser ou do não ser.
Assim, portanto, a moral é um quadro limitante e confinante, que impede, justamente, o ser humano, e é seu objetivo, de sair dos quadros definidos.
Frequentemente foi dito, ao nível do humano, que a liberdade de cada um começava onde terminava aquela do outro, o que quer dizer que é muito confinante.
A verdadeira Liberdade corresponde ao fato de viver, em si, a totalidade do Criado e do Incriado, nos quais a noção de moral não pode, de modo algum, intervir.

Agora, quem fala de moral, se não é a personalidade que se julga a si mesma em relação aos quadros de referência exteriores, quadros, leis sociais, regulamentos diversos, utilização da imposição para com o ser humano, por assim dizer, para ali assegurar sua liberdade, sua igualdade e sua fraternidade?
Você pode imaginar que tudo isso são apenas palavras ocas que têm por objetivo apenas manter a escravidão ou tentar manter a ascendência sobre o outro, e estabelecer regras de funcionamento ditas harmoniosas que, como vocês mesmos veem a cada dia, nesse mundo e já, bem antes das Núpcias Celestes, correspondiam a uma espécie de degeneração, de complexificação e, em definitivo, de impossibilidade de levar uma vida social em um tempo longo, a partir do instante em que um dos indivíduos dessa sociedade está, ainda, confinado.

Assim, portanto, não há saída possível, tanto para a moral como para a imoralidade, enquanto o ponto de vista continua aquele da personalidade.
Nesses casos, obviamente, os quadros das leis, os quadros dos regulamentos, os quadros das obrigações vão chamá-los à ordem, com intensidades hierarquizadas e respostas cada vez mais adaptadas.
Mas, em caso algum, isso permitirá encontrar, realmente, o que vocês são.
Dito em outros termos, enquanto vocês falam de moral, vocês não podem tocar um quadro mais amplo, nomeado de quatro Pilares do Coração.
A Liberdade não tem um preço, a Liberdade é interior, a Liberdade é aquela do Espírito.
A matéria é confinante, a alma é confinada, isso se traduz pela obrigação de manter pontos de referência.

Os quatro Pilares do coração são não, unicamente, pontos de referência, mas, sobretudo, os meios, eu diria, de verificar a retidão da Luz em sua Presença em si e não posicionar-se em relação a uma ação ou um ato repreensível.

A Luz, vocês sabem muito bem que, em uma zona de sombra, a Luz destrói a sombra, não se batendo, não na dualidade, mas como uma Evidência que se instala e vem pôr fim à ausência de Luz.
Eu falo, efetivamente, de sombra, e não de forças opostas à Luz, no sentido em que se pode entender, por vezes.
A sombra é definida, justamente, aqui, como o que não está suficientemente iluminado, suficientemente colocado na Luz e suficientemente validado não pelo quadro social, mas, sim, o quadro dos quatro Pilares do Coração.

Reformular a questão assim e inclinar-se nessa noção de moral, e de Ética e de Integridade, substituirá, vantajosamente, e de muito longe, o que pode colocar-se como questão na moralidade ou não de um ato, de uma ação ou de um comportamento.

Eu sou Miguel, Arcanjo, na Paz de Cristo.


QUESTÃO 13: você pode voltar a explicar-nos o que é a Atribuição Vibral?

Eu sou o Mestre Philippe de Lyon.
Eu vou responder a essa questão como Melquisedeque da Terra, que conhece, perfeitamente, as engrenagens da encarnação e os modos de reencontrar, nessa matéria, a Luz que sempre esteve aí.

A Atribuição Vibral é a resultante de seus posicionamentos, de suas escolhas realizadas não, unicamente, nessa vida, não, unicamente, desde a chegada da Luz há quase trinta anos e mais de trinta anos e, sobretudo, em ressonância ou não com sua própria Eternidade.

A Luz apresenta-se a vocês e vai dar-lhes a viver elementos que são, efetivamente, profundamente diferentes para cada um.
Tudo isso se desenrolou segundo certo lapso de tempo, nesta vida, mas, também, no conjunto de suas vidas em sistemas confinantes.

A Liberdade passa por Cristo.
Realizar o estado Crístico, realizar o Serviço ao outro e não mais um serviço ao ego ou, ainda pior, ao Si.
A atribuição vibral é apenas a iluminação, de maneira abrupta ou mais ou menos progressiva, mas cada vez mais intensa, do que se desenrola em sua vida, o que lhes permite, como nosso Comandante disse, posicionar-se de modo cada vez mais claro, cada vez mais confiante e, portanto, permanecer, se isso é possível, e é o caso mais frequente, ao centro do Centro, nesse famoso Silêncio e nessa famosa vacuidade na qual a Alegria e o Amor bastam-se por si só e não têm necessidade de qualquer experiência, de qualquer projeção e de qualquer manifestação, ou de qualquer olhar exterior outro que não aquele da Luz no interior de seu ser.

A Atribuição Vibral é, portanto, a evidência e os relevos que podem aparecer quando da iluminação que traduz, se preferem, uma espécie de fim de partida.
Esse fim de partida deve conduzi-los a afetar-se a si mesmos no que sua liberdade interior pede a vocês.

A Atribuição Vibral é, portanto, um processo, assim como as Núpcias Celestes, que dá uma conclusão, de algum modo, aos eventos que se manifestam sobre esta Terra desde a primeira descida do Espírito Santo, em agosto de 1984.
Aí estão, portanto, quase trinta e um anos que a penetração da Luz é feita, progressivamente, não mais ao nível de algumas consciências isoladas, mas, diretamente, sobre o conjunto da humanidade até o mais profundo do Núcleo da Terra em sua estrutura cristalina.

A Atribuição Vibral é, portanto, a consequência direta, não de suas boas ou más ações, mas, ao invés disso, de seu estado de ser interior, não aquele que vocês projetam, não aquele que vocês querem dar a ver aos outros, mas aquele no qual nada mais existe a ver que não a Verdade.
A Atribuição Vibral é, portanto, um processo vibratório que sela, de algum modo, sua sorte na Eternidade, que respeita, inteiramente, sua liberdade de ser, que respeita, inteiramente, seu próprio posicionamento para que apareça, durante este período que precedeu, eu os lembro, de pouco, a passagem da primeira Estrela.
Essa primeira Estrela tem por papel selar, como eu disse, sua sorte, ou seja, permitir-lhes ver-se, em plena consciência, mesmo nessa humanidade, mesmo na consciência limitada e, como sempre, não para julgar-se, não para condenar-se ou recompensar-se, mas, sim, para permitir-lhes estabelecer-se, de maneira ainda mais íntima, ainda mais ajustada, no Coração do Coração, no Centro do Centro e na Eternidade.

A Atribuição Vibral.
O Vibral é livre, a Atribuição Vibral é, portanto, algo que é uma linha de menor resistência, que não depende de sua personalidade, mesmo se ela seja a resultante, mas, bem mais, da interação, se preferem, adição e, em alguns casos, subtração de partes efêmeras e eternas.
A confrontação do Eterno e do efêmero, tanto em sua consciência como na humanidade, traduz-se e traduzir-se-á, cada vez mais, de algum modo, pelo que foi ilustrado por Cristo, a saber: «Ser-lhe-á feito segundo sua fé», «Ninguém pode penetrar o Reino se não volta a tornar-se como uma criança» e, sobretudo, verificar, em si e por si mesmos, o efeito da Luz e ver se ela flui de maneira espontânea e livremente ou se ela, de uma maneira ou de outra, parou.

A Luz é apenas Vibral, há, também, é claro, além da interface Vibral, a Consciência pura, que é pura Luz.
Essa Consciência pura, ela também, aparece cada vez mais, e corresponde ao que foi explicado de diferentes maneiras, como o Face a Face em sua fase final, ou seja, e eu o repito, a Fusão/Dissolução ou do Eterno ou do efêmero no reencontro de duas coisas, de dois sistemas incompatíveis um para com o outro.

Da interação, da confrontação, do enfrentamento, como disse OMA, que se situam nesse nível, decorre o que se desenrola em vocês durante este período, quer seja ao nível de suas atividades, quer seja ao nível de seu pensamento, quer seja ao nível de seus próximos ou do conjunto da humanidade, isso é exatamente a mesma coisa.

Vivamos um momento de Comunhão no Elemento Terra, no Triângulo da Terra de sua cabeça, como o Triângulo da Terra de que abriga o Fogo no Corpo de Existência, e cuja imagem invertida é o sacrum.

… Comunhão...

Outra questão, e eu lhes digo até breve.


QUESTÃO 14: por vezes, embora eu me sinta bem, uma angústia fulgurante sobe, até dar-me vontade de gritar, para extirpá-la de meu ser. O que devo fazer?

Eu sou Teresa de Lisieux.
Essa questão, vocês devem ser numerosos a colocá-la, neste período, em diferentes momentos, seja de modo fulgurante, seja de modo, eu diria, mais frágil.
Eu diria que toda angústia, toda manifestação é uma colocação na luz, ou seja, que o que sai de você e manifesta-se não é uma resistência, mas deve ser visto como tal, para permitir-lhe, justamente, em relação a essa noção de angústia, ver onde você coloca sua fé, ver onde você coloca sua esperança.
Você a coloca no fato de querer lutar contra essa angústia ou você a coloca em sua fé na Luz?
Não uma fé cega, mas aquela da pequena criança que deixa fazer o que deve manifestar-se.

A noção de angústia é inerente à condição humana, porque existem inumeráveis medos, quer sejam os medos, eu diria, que são mais ancestrais, como não ter o que comer, não ter trabalho, não ter o que vocês nomeiam dinheiro.
Mas, enquanto vocês estão sujeitos a esses medos e, portanto, a essa sociedade, efetivamente, pode manifestar-se, mesmo no curso de Liberação, o que nós poderíamos nomear, com vocês, angústias, sensações de nós, em especial ao nível do ventre ou da garganta, que são as duas zonas as mais ativas nesse momento, as mais ativas ao nível das eliminações.

Aí também, eu lhe responderia, como o explicaram, muito frequentemente, mais os Anciões, essa angústia, como você diz, faz apenas atravessar, ela faz apenas incomodar no instante, o que se produz.

Então, é claro, a consciência acha isso muito penoso a viver, mas, aí também, deve-se apenas ver seu olhar e, justamente, o que você faz?
Ou você age, ou você pede ajuda, você pode pedi-la ao nível humano, mas, também, pedi-la no que é invisível.

Assim, portanto, através da angústia, você poderá observar, de maneira muito direta e muito rápida, como para qualquer outra angústia para qualquer outra pessoa, se ela desaparece a partir do instante em que você está em ressonância com seu coração.
Então, é claro, a angústia restrita à consciência, a angústia bloqueia os centros de energia e altera a própria consciência.
Há, em você, o recurso e a força necessária para contar com o Espírito, inteiramente, não pedindo, simplesmente, que essa angústia desapareça, não, tampouco, para compreendê-la, mas, bem mais, para deixá-la atravessar, deixá-la emergir e não mais ficar presa, de maneira alguma, à manifestação ou a essa própria angústia e deixá-la dissolver-se.
A angústia junta-se aos medos.
O Amor é o antídoto absoluto contra a angústia e os medos.

Então, é claro, quando o Amor torna-se mais forte, porque Cristo chama você, porque a Luz chama você, há, por vezes, zonas que são colocadas na Luz.
Aí também há eliminação.
Mesmo se isso lhe pareça ser cada vez mais violento, cada vez mais cristalizado, é, justamente, porque lhe é pedido, aí também, demonstrar seu lugar, demonstrar, como disse o Mestre Philippe de Lyon, sua atribuição vibral.

Você é isso, real e concretamente?
Mesmo se isso apareça no olho da consciência limitada e tome todo o espaço da consciência, a quem você se entrega?
A que você se entrega nesses casos?
Da resposta que você dá por si mesmo, pelo Abandono, você pode, agora e já, ver, para além da explicação e para além, mesmo, da manifestação da angústia, o que você é.

Então, é claro, há dores terríveis, há sofrimentos terríveis, nós todos passamos por isso.
Mas é através desse sofrimento, é através dessas angústias e, portanto, desses medos, que o ser humano tem mais capacidade para reencontrar o Amor.
Porque enquanto há equilíbrio na personalidade, tudo parece ir bem no quadro linear chamado entre a vida adulta e a morte.
Enquanto, assim que haja mais essa Luz e essa Inteligência da Luz acopladas à Humildade e à Simplicidade, o que quer que se manifeste, então, tudo está bem.

Não é questão de não ver o que o atinge e aflige, é questão, aí também, de demonstrar-se, a si mesmo, onde você está em relação a si mesmo.
Você está, como disse o Arcanjo Miguel, em um quadro moral, em um quadro de ação/reação, ou você está na fé da criança e daquele que ama acima de tudo e para com tudo?
O Amor é imenso em cada um de nós.
Ele foi maltratado, confinado, ele foi condicionado, ele foi amputado.
Desde a abertura das Núpcias Celestes, desde a abertura da irradiação do Espírito Santo sobre esta Terra, cada ser humano vê-se colocar à sua disposição, de uma maneira ou de outra, a angústia, o medo, ou o Amor.
E o fato de viver um e outro com flutuações não é um erro, mas, bem mais, aí também, um equilíbrio de sua Eternidade em relação ao efêmero.

Então, é claro, haverá, sempre, soluções ao nível da personalidade, mas redefina bem, antes, quais são os seus objetivos, redefina bem se você quer estar no controle e na manutenção permanente de sua vida, como o demanda essa vida, ou você quer estar no Abandono, ao mesmo tempo mantendo, é claro, as condições dessa vida, mas transcendendo-as por sua própria consciência.
Voltar a tornar-se como uma criança é, também, isso; é aceitar a totalidade do instante, o que quer que se manifeste, quer seja Cristo que bate à sua porta, quer seja uma angústia que lhe parecia ter desaparecido depois de muito tempo e que volta a manifestar-se nesse momento.

Nada mais há a fazer do que posicionar-se, aí também.
Ou você age por si mesmo, pedindo ajuda aqui mesmo, nesta Terra, ou você atravessa isso com a fé que está em você.
As circunstâncias e os resultados não são, de modo algum, os mesmos.
É isso que lhe é proposto nesse momento.
Isso concerne igualmente, às angústias, mas pode, também, concernir a situações financeiras, situações relacionais com seus ascendentes, ou seus descendentes.

Cada ser humano, hoje, nesta Terra, é obrigado a dar-se conta disso, de uma maneira ou de outra, antes do Face a Face.

Assim, portanto, se se manifestam em você coisas que lhe pareçam dolorosas, que lhe pareçam angustiantes, lembre-se, nesses momentos, do que você é, do que você já tenha, talvez, vivido, ainda que apenas por experiência, e saiba que, no interior desses Fogos de coração, no interior desses sonhos que você tem por momentos, no interior das diferentes manifestações que você vive, há todas as capacidades para fazer desaparecer o que vocês nomeiam angústias.

O fato de haver angústias faz apenas traduzir sua falta de desapego, talvez, em relação a algumas situações ou algumas pessoas, o fato de estar envolvido, e isso lhe aparecerá cada vez mais rapidamente, o que quer dizer que a angústia pode, efetivamente, manifestar-se incisivamente, de modo muito brusco, a partir do instante em que você não está mais em acordo com sua própria Integridade.
Se isso é visto, uma vez que a questão é colocada, torna-se muito fácil corrigir, quer seja com a personalidade e produtos químicos, quer seja com a energética ou por si mesmo e com Cristo.
E, é claro, como eu digo, as consequências na durabilidade e na própria consciência não são, de modo algum, as mesmas.
Assim, portanto, a própria vida chama você, nessa confrontação entre o que faz apenas passar e o que está aí, de toda a Eternidade, justamente, para, efetivamente, mostrar-lhe, demonstrar-lhe e fazer a experiência, você mesmo, do que é um e do que é o outro.
A acentuação, eu diria, a ênfase, cada vez mais importante disso, durante este período, decorre, diretamente, de sua atribuição vibral.
Então, ao invés de procurar compreender, explicar e fazer desaparecer algo que é manifestado, mergulhe em sua Eternidade, mergulhe no Silêncio do Coração, mergulhe na Imobilidade, coloque-se sob o Caminho da Infância e você verá que nada pode resistir ao Amor e à Infância.


QUESTÃO 15: não há ninguém, o Silêncio é Contentamento e o corpo, em evolução vibratória. Em qual objetivo?

Bem, Bidi está de volta.
Quem coloca a questão em relação ao objetivo?
Quem imagina um objetivo?
Quem considera o tempo como algo que se escoa do passado ao futuro?
Quem é concernido por isso?
Viver a Morada de Paz Suprema, ser Liberado, não se importa com qualquer objetivo, com qualquer evolução e qualquer predisposição a outra coisa que não o que é vivido.

O objetivo põe uma distância que não pode, jamais, ser preenchida.
Considerar um objetivo é, já, deixar exprimir-se a personalidade.
Viver o Fogo do coração, viver a completude interior, viver o Samadhi são apenas experiências que os levam, por vezes, a colocar, efetivamente, a questão de um objetivo e de um sentido.
Isso significa, ainda, simplesmente, que há uma polaridade persistente, residual, que a Luz põe em evidência.

Vocês estão, assim, ainda, no linear, enquanto vocês não são, em nada, linear.
Não mais ter objetivo é ser Livre, não mais ter ideias é reencontrar a Liberdade, é estar disponível para a única realidade, a única verdade comum a todo ser humano que está Aqui e Agora.
Não pode ter objetivo no Aqui e Agora, só a pessoa considera um objetivo.

Então, é claro, há ciclos na vida, como na humanidade.
Há inícios de ciclo, fins de ciclo, e fins de ciclo muito curto, que não permitem a recriação de um ciclo.
Pôr um objetivo ou tentar encontrar um objetivo é um desvio da consciência que está congelada ao nível da admiração do Si, da admiração do Eu sou, que é, eu o lembro, uma armadilha espiritual.
O melhor modo de dar meia volta ou de reverter-se, novamente, ao inverso, é imaginar que há um objetivo, imaginar que há algo a fazer, enquanto tudo está perfeito no instante presente.

Colocar-se a questão de um objetivo é, já, sair do presente, sair da Eternidade.
O único ponto de passagem da Eternidade é Aqui e Agora, nesse saco e nessa ilusão.
Ver a ilusão necessita de não mais aderir a qualquer ilusão.
Ora, se há objetivo, é que há projeção da consciência, que há, talvez, o Si, que há, talvez, o êxtase, que há, talvez, as vibrações, que há, talvez, Liberação, mas que há, ainda, algo de não concluído ou de não reconhecido, ou seja, que você permanece na cena de teatro, no teatro, e você ainda não viu que não há teatro.

Não há nem «ninguém» nem «alguém», há apenas a Vida.
Assim, portanto, há, aí também, a colocar-se a questão do objetivo, não para procurar um objetivo, mas para refutar o objetivo.
Enquanto você imagina ou pensa que há um objetivo, você se coloca, a si mesmo, na distância em relação ao instante presente e ao que você é.
Como você quer resolver a equação?
Que não existe, mesmo, além disso.

Bidi falou.


QUESTÃO 16: eu vivi belas experiências vibratórias, Amor indizível, Onda de Vida, contatos com meu duplo... e, mesmo, ser um ponto de Consciência. Como estabelecer-me, definitivamente, em minha Última Reversão?

Bem, caros amigos, estou de volta, eu havia pego meu bilhete.

Então, a questão que se coloca, você exprimiu o fato de viver, desde muito tempo, experiências, manifestações, desde a Onda de Vida que cria a Liberação e que o libera, efetivamente.
Agora, quando você fala de desenvolvimento, atenção para não acreditar ou adotar um ponto de vista que o faria acreditar que, porque você viveu a Onda de Vida, você deve ter, necessariamente, desenvolvido exteriormente nesse mundo.
O único desenvolvimento duradouro é aquele do coração, é aquele da Liberação, que não se coloca qualquer questão sobre o desenvolvimento nesse mundo, uma vez que a Liberação é a mesma para uma criança e para um velho.
O velho tem mais razão de ter sofrimentos, traumatismos, feridas; a criança é virgem, uma vez que o carma não está ativo na pequena criança e ela está na espontaneidade.
Ou seja, você gostaria que a Onda de Vida que o libertou levasse-o, além disso, ao que ela não é suposta levar.
O desenvolvimento nada tem a ver com a Alegria, porque na palavra desenvolvimento coloca, eu diria, certo número de circunstâncias, como você diz, preliminares.

Ora, a Alegria não tem qualquer circunstância e condição preliminares.
A Alegria é ou não é, simplesmente.
Não é questão de desenvolvimento, porque o desenvolvimento define-se em relação a critérios de bem estar, de critérios de felicidade, de critérios de ausência de sofrimento, de critérios nos quais você tem a impressão de que tudo vai tornar-se fácil.
E, para alguns irmãos e irmãs, é assim, para alguns amigos também, para outros não.

O que é que isso quer dizer?
Isso quer dizer, simplesmente, que quando há as experiências, essas experiências, por exemplo, se se toma a Onda de Vida, criou a Liberação.
Mas eu o lembro de que a Onda de Vida liberou o obstáculo desse mundo, a alma pôde reverter-se e, por vezes, a alma, também, desviou-se, ou seja, ela procurou, ainda, prosseguir, o que é liberdade dela, o caminho na matéria.

O desenvolvimento concerne à matéria, porque nas outras dimensões não é um desenvolvimento, é algo que está aí e que se desenvolve sozinho.
Assim que a consciência movimenta, eu diria, um Triângulo elementar, a viagem faz-se instantaneamente, para além do tempo e do espaço e para além do que se poderia chamar o cosmos, tal como aparece aos seus olhos.
Portanto, a noção de desenvolvimento nada tem a ver em relação à noção de Alegria.
A Alegria não é um desenvolvimento.

O que é que acontece e qual é a diferença?
Ao nível da vivência, a Onda de Vida, você se lembra, há, e sempre houve, há, ainda, sempre, três constituintes, se se pode dizer, da Onda de Vida.
O primeiro constituinte, que nasceu em fevereiro/março de 2012, liberou as forças de predação que estavam presentes nos dois primeiros chacras.
A Onda de Vida subiu ao coração, ela aportou uma especificidade; paralelamente a isso, o Canal Mariano e o Canal do Éter eram ativados.

O desenvolvimento está aí, mas não é um desenvolvimento no qual você vai dizer todo mundo é belo, todo mundo é gentil, porque a energia, quando passa, como você sabe, a vibração pode reativar a eliminação de memórias e de circunstâncias que nem sempre são agradáveis.
Mas agradáveis para quem, para a personalidade, não é?
E olhe, por exemplo, a maior parte dos seres que tocaram esse estado de mestria, como se chamava à época, não foram afetados pelo que quer que fosse.

Há nosso amigo comum, Bidi, que continuou a transmitir o que ele tinha a transmitir, apesar de um câncer.
Há, por exemplo, Sri Aurobindo que, quando partiu, pôde voltar a exprimir-se em seu corpo de Luz.
Portanto, o desenvolvimento é um termo que concerne, unicamente, ao sentimento de bem estar no sentido o mais trivial, no sentido o mais comum, ou seja, o momento em que não há sofrimento, o momento em que o mental não está demasiado perturbado, o momento em que as emoções não vêm submergi-lo (ou quase não há nenhuma), em que, globalmente, a personalidade, ou o próprio ser, aparece como em certo equilíbrio e em certo regozijo.
Mas, aí, como eu disse, esse desenvolvimento necessita de certo número de circunstâncias.

A Alegria decorre do coração, ela não depende, jamais, de circunstâncias, ela não depende, jamais do tempo.
Portanto, passar da experiência da Onda de Vida, da experiência, mesmo, das comunhões entre vocês, entre nós, foram marcadores.
Essas experiências foram pontos de referência para vocês, que davam o sentimento, efetivamente, de que isso ia de um ponto a outro.
Mas, se você aceita o último ponto, ou seja, se você vive que nós estamos em você, assim como você está, cada um de vocês, em cada um de nós, naquele momento, a Alegria é dita sem objeto.
O desenvolvimento é espiritual, qualquer que seja o estado do corpo, qualquer que seja o estado de suas finanças e qualquer que seja o estado de sua psique, de seus pensamentos.

Você vê que são suas noções e dois mundos que não estão separados, é claro, que podem ser sobrepostos, mas que não recorrem à mesma vivência, mesmo se o resultado possa parecer, nos primeiros tempos, idêntico.
O desenvolvimento, o fato de ter um belo marido, uma bela mulher, muito dinheiro, que tudo aconteça bem ao nível espiritual, que tudo esteja equilibrado é algo que pode existir nesse mundo, e você conhece todas as pessoas ao seu redor que vivem isso, enquanto outros não vivem isso, enquanto eles parecem, como dizer..., ter preocupações.
Mas aquele que está na Alegria sem objeto não se importa com qualquer desenvolvimento,
O que eu quero dizer com isso é que, quando você evoca esse ponto, isso quer dizer o quê?
Isso quer dizer, simplesmente, que a personalidade, mesmo dominada pelo Si, é, ainda, suscetível de desviar a consciência do Si para a materialidade.
E, portanto, é ligada ao que foi nomeada a polaridade da alma, se quiser, alma atraída para a matéria ou alma atraída para o Espírito, quando, aí, pode haver, ainda, o que é nomeada uma busca de objetivo ou uma busca de desenvolvimento ou uma busca de sentido.
Mas, a partir do instante em que a alma está em vias de dissolução total, você pode permanecer, um exemplo, como Ma Ananda Moyi, em êxtase, durante vinte anos, quando ela estava viva.

Bom, o objetivo não é esse hoje, não é fugir ou instalar-se aí dentro.
É acompanhar a Ascensão coletiva.
A Ascensão individual, você a vive, mais ou menos corretamente, mais ou menos profundamente.
Mas tudo isso, eu o lembro, é destinado apenas a facilitar a passagem final da Reversão, desta vez, não mais, unicamente, do ego ao coração, porque, bem, há os que vão do ego ao coração, mas, depois, eles vão do coração ao ego, apesar da Onda de Vida.
Tudo depende da balança, eu diria, e essa balança tem dois lados: de um lado, o Espírito, do outro lado, a personalidade.

Por enquanto você vê que existe, ainda, os dois, mas, depois, se os dois fundem-se, não há mais necessidade de balança, não há mais necessidade de oscilações, não há mais necessidade de angústia e não há mais, tampouco, necessidade de estar em Samadhi o dia todo.
Aí, nesse instante, você entra, inteiramente, no instante.
O instante é o quê?
É o momento no qual você está aí, você não decidiu meditar, você não tem programa definido, você não tem objetivo, você não tem ambição X ou Y, você está, simplesmente, aí, presente, aqui, agora, integral e totalmente.
O que é que acontece naquele momento?
Não há mais Presença, não há mais Onda de Vida, não há mais Coroas radiantes, não há mais Vibral, há a Consciência Pura, essa Consciência Pura sem objeto e sem sujeito, o Jnani, como dizia Bidi.
Ele não se coloca a questão de tudo isso, ele tenta estar no instante, o que quer que Vida proponha.
Isso quer dizer, como dizia Bidi e como nós o dissemos, enquanto existe uma busca espiritual, uma busca de melhoria, uma busca de gratificação ou de recompensa, isso quer dizer que é a personalidade que fala, é isso que é preciso ver.

Então, é claro, pedimos questões a vocês, mas, justamente, para mostrar-lhes essas engrenagens, eu diria, as mais finas e, por vezes, as mais maquiavélicas, que se escondem na estrutura do efêmero.

A predação, você conhece, falou-se delas, longamente, os hábitos, os desgastes do corpo, os desgastes, também, da vida, mas tudo isso não tem mais importância alguma, quando você está Liberado, você não é mais afetado por isso, ou seja, isso se manifesta, mas a afetação, eu falo da consciência pura, não pode mais ter lugar.
Isso lhe dá o direito de estar na raiva, isso lhe dá o direito de gritar, mas é apenas temporário, isso não dura e, como você, talvez, tenha constatado, inúmeros de vocês, essa espécie de versatilidade, cada vez mais rápida.
Durante anos, vocês conseguiam instalar-se, cada vez mais tempo, ou no Si ou nesse Absoluto, no na vibração da Onda de Vida ou do Canal Mariano ou, mesmo, nas Comunhões, e, depois, o que é que acontece?
Vocês descobrem, alguns de vocês, em grande número, de qualquer forma, que há flutuações.
Isso quer dizer o quê?
Que quaisquer que sejam as experiências de Graça que vocês tenham vivido, quaisquer que sejam os reencontros, o que quer que vocês tenham seguido, há um determinado momento no qual tudo isso não existe.

E eu poderia, mesmo, dizer-lhe, que, aí, nós não existimos, todos, eu não existo como pessoa ou entidade que fala, aquele no qual eu estou não existe, mas você, tampouco, você não existe.
Isso não quer dizer que seja preciso negá-lo, isso quer dizer, simplesmente, que é preciso estar, inteiramente, disponível, e cada vez mais no Instante Presente porque, quando o Apelo de Maria chegar, da facilidade com a qual você se colocou nesse estado, antes que o reset ou a estase lhe caia por cima, você tem três dias para decidir.
Portanto, aí, o que acontece a partir da Atribuição Vibral e, já, antes, está, simplesmente, aí, para mostrar-lhes, não para julgá-los, mas para estar em seu lugar, muito exatamente, e não alhures.
O que quer dizer que é preciso, se você o deseja, é claro, ver tudo isso cada vez mais precisamente, não para ali aderir ou para refutá-lo, como à época, mas para deixá-lo passar.
Só deve existir a Luz e você.

Quando você dorme, o mundo não existe mais, exceto que, aí, você vai dormir de um modo bizarro, durante três dias e três noites, quando vão acontecer muitas coisas.
Portanto, o que quer que se desenrole, quer você ganhe milhões na loto, quer você tenha mulher que parta ou uma nova namorada, isso não tem qualquer espécie de importância porque, se você depende de recompensas ou de gratificações exteriores, ou de angústias, mesmo, se quiser, o que você sente, como você vai fazer quando tudo isso vai desaparecer?
Em que você vai apoiar-se?
No que você é, e o que você é nada tem a ver com o que foi elaborado e construído na cena de teatro.

E, ainda uma vez eu o repito, como a cada vez, isso não é uma negação ou uma recusa de ver, é, justamente, uma visão bem mais ampla, bem mais vasta, bem mais espalhada do que o que você pode, mesmo, imaginar ou supor.
E isso é muito simples, isso nada tem a ver com o que quer que seja, está aí exatamente no instante em que está a totalidade, porque a Passagem, a Última Passagem faz-se no Instante Presente.
Ele não se faz no Sol, porque o corpo de Existência está lá, ele não se faz em outra dimensão.
Isso quer dizer que, qualquer que seja sua Atribuição Vibral, qualquer que seja seu destino, é melhor estar aqui para vivê-lo, é o que isso quer dizer.

Portanto, quaisquer que sejam os elementos que você tenha revelado por si mesmo, as experiências que você tenha vivido, as mais fantásticas como as mais aterrorizantes, aliás, tudo isso deve dissolver-se, e isso se dissolve a partir do instante em que você fica tranquilo, nós o repetimos isso há dois anos.

Ficar tranquilo não quer dizer ficar em casa e nada fazer.
Ao contrário, nós os temos encorajado a partilhar entre vocês, como vocês o fazem aqui, não para viver outras experiências, não para reforçar uma conexão à Eternidade ou conosco, ou entre vocês, mas para encontrar-se nessa Simplicidade, nessa espécie de nudez do coração, para serem, realmente, livres, no momento vindo.
Ou seja, eu falo, mesmo, de Liberdade em relação a esse plano, em relação à sua vida, em relação aos seus apegos.

Portanto, ainda uma vez, e como foi dito antes de mim, pelo Mestre Philippe, é de sua qualidade de desaparecimento que se encontra a solução.
Se você desaparece para esse mundo, no sono, ou no Êxtase, e não na fuga, isso se faz em plena lucidez, em plena consciência, se preferem.
Vocês são ajudados, para isso, pelos quatro Pilares, pelo Canal Mariano, pela Onda de Vida.
Mas imaginem que, tendo vivido o Si, como havia sido precisado há anos por Anael, quando da instalação do Si, sempre foi dito que o Si é maravilhoso, mas que, mesmo ao nível do Si pode-se, não regredir, isso não existe, mas dar meia volta, porque a alma continua presente e há necessidade de manter certa estrutura rígida, que se chama a 3D unificada, ou porque há uma missão, entre aspas, a cumprir e você sabe muito bem que, quando se é Liberado, não há missão.

Para aquele que está no Si, ele mesmo pode encarregar-se de uma missão, mas é por sua conta e risco.
Entretanto, há impulsos da alma, há impulsos da personalidade e há, também, impulsos do Espírito.
O que os levam para a complexidade não vem do Espírito, aqueles que os levam para as experiências e para as vibrações, aqueles que os levam a reuniões, como nós fazemos há alguns anos, estão aí apenas para recriar egrégoras, poder, e não para ser livre.

Portanto, cabe a você saber onde você dá sua consciência.
É muito simples: quer você viva os chacras, quer viva as Coroas ou, absolutamente, nada viva, você tem, de qualquer forma, um ponto de apoio lógico, concreto e real, é seu estado do instante, aí, imediatamente, que não é condicionado por suas experiências, por suas vibrações.

A Morada de Paz Suprema é esse lugar no qual as experiências têm sido vividas ou não, energéticas, Vibrais, Comunhões, Fusões, Dissoluções, eu não vou recitá-las a cada vez.

Se você é, e se você observa que, nos momentos em que você é claro, ou seja, eu não chamo a isso meditação, mas um momento no qual você está consigo mesmo, você sente muito bem o que se desenrola, não ao nível das energias, não ao nível das vibrações, mas, diretamente, na consciência.

É isso que você vê, nesse momento: você vê, cada vez mais, sua própria consciência.
Então, com mais ou menos angústia, como foi colocado há pouco como questão, com mais ou menos dores, com mais ou menos a noção de um objetivo a procurar ou de algo a encontrar, mas isso você o vê, claramente.

Olhe, as questões que são emitidas agora, aqui e alhures, não são mais questões do mental que pedala (você vê bem que não isso não pedala mais), são interrogações e questionamentos existenciais, posicionamentos entre a Eternidade e o efêmero, entre o que é importante e o que não o é, e os resultados, é claro, são profundamente diferentes.
Porque, em um caso, se você tenta responder à questão de um objetivo, por exemplo, achando que é louvável, o que é que vai acontecer?
Isso pode ser o objetivo ou não importa o quê, mas algo que o interroga sobre o efêmero.
Você vai constatar, muito simplesmente, esse pensamento, essa interrogação vai girar cada vez mais, quer seja a angústia, isso será similar, ela vai voltar, subir.
Enquanto, se você mantém o Instante Presente no Aqui e Agora, tudo isso não existe.
Então, é claro, a personalidade pode ter tendência a apropriar-se disso para dizer,por exemplo: «Bem, eu nada mais faço nesse mundo, eu me retiro em um canto e medito», ou «Eu estou com pressa de partir».
Mas, se você estivesse, constantemente, na Eternidade, apesar do corpo e apesar da consciência desse mundo, não haveria mais qualquer preocupação.
Isso foi demonstrado, amplamente, pelas Estrelas, pelos Anciões e pelos Seres que menos deixaram vestígios, é o que você vive, você também.

Então, isso pode ser, efetivamente, cansativo, as necessidades fisiológicas modificam-se, os mecanismos de funcionamento do mental não são mais os mesmos e, portanto, isso pode parecer-lhe cansativo ou enfadonho, ou, ao contrário, excitante, mas nem um nem o outro.
O que é preciso não perder de vista é a finalidade, como se dizia, não um objetivo, mas uma finalidade.
Isso quer dizer o momento da transição de um estado a outro, em toda consciência.
E, o mais importante, obviamente, é estar presente na vida, presente a si mesmo, presente a nós, presente à imensidade das dimensões, mas, antes de tudo isso, você deve ver isso claramente, de maneira cada vez mais fina e precisa.
É exatamente o que se observa, através de tudo o que vocês dizem, tudo o que vocês perguntam e tudo o que nós respondemos.
Isso lhes aparecerá claramente.

Aí vocês estão, como eu disse há alguns dias, nessa escala de música que se toca.
Então, vocês podem sentir o Triângulo do Ar, por exemplo, nesse momento, depois, outro interveniente virá, aí será o Triângulo da Terra: toca-se a música.
Mas não é uma música que tem um objetivo, de criar uma sinfonia, de criar uma história, é uma música que os remete ao Silêncio musical, ou seja, à Eternidade.
Porque a nota de música é cada vez mais precisa e, quando há a perfeição do que é visto na consciência, o que é musical torna-se perfeito e faz-se sem esforço.
Aí também é a Graça.

É claro que há o aprendizado, e vocês têm feito o aprendizado da Luz, agora, vocês podem, entre aspas: tocar com a Luz.
Isso quer dizer manifestar os plenos potenciais de seus Elementos que constituem o Eterno através dos Triângulos, através das diferentes manifestações, mas vocês sabem bem que essas manifestações são apenas muletas para reencontrar, ainda mais facilmente, o instante presente.
Como você sabe que está no Instante Presente?
Você não sabe mais, absolutamente, você não está mais lá.
Você adormece.
E, se você não adormece, você mantém a Morada de Paz Suprema.

O que é que acontece na Morada de Paz Suprema nesse momento, não para aqueles que dela vivem a experiência, mas aqueles que ali se instalam, duradouramente?
A vida continua.
A Clareza é cada vez maior, não nesse mundo que é perturbado e que será cada vez mais perturbado, progressivamente e à medida que a Luz mexer tudo isso, mas, simplesmente, ao nível interior, ou seja, que você está lúcido, mesmo se não saiba porquê, mesmo se você se coloca, ainda, a questão de porque tal problema, tal dor ou tal emergência de um fenômeno, você além disso.
E é isso que é preciso levar a efeito, eu diria.
É demonstrar-se a si mesmo que, o que quer que aconteça ao seu corpo, à sua carteira, às suas relações, quaisquer que sejam, você mantém essa conexão e esse estado.

Então, é claro, no início, isso pode desencadear uma dificuldade, mas, se você consegue desaparecer, como você diz, dormir, pelo sim ou pelo não e, por vezes, mesmo, a ter uma dificuldade para lembrar-se do que você estava fazendo antes, ou, mesmo, quem você é (isso vai acontecer-lhe cada vez mais frequentemente): você dorme, você me escuta falar ou você escuta uma canalização ou você lê um texto e, de repente, vem a interrogação a mais terrível e a mais surpreendente que pode chegar: você se pergunta quem você é.
Isso é muito bom sinal, porque, quando esse sinal está aí, quando isso acontece, você sabe, conhecemos todos isso pela manhã, quando se acorda, há um momento em que se diz: «Mas quem eu sou, onde eu estou?», e você observa que, agora, para muitos de vocês, esses momentos existem, mas não há necessidade de dormir.
Isso o toma dirigindo, isso o toma fazendo a limpeza, de repente, você se coloca a questão: «Mas quem sou eu?».
Isso não é uma busca de objetivo, não é uma necessidade de responder à questão, é que você não sabe mais quem você é dentro de uma pessoa.
Esse é um sinal importante, como o adormecimento, como a capacidade para viver uma emoção, por exemplo, uma angústia, mesmo, vê-la, experimentá-la, mas não sofrê-la.

Tudo isso é o que vocês vivem, são mecanismos de ajuste extremamente finos.
É para isso que nós decidimos, durante este mês, dar-lhes essas Notas, eu diria, de estrada, mas esses relatórios de estrada são as Notas da Ascensão, porque é o que se desenrola entre a passagem da primeira Estrela e o Apelo de Maria.

Até uma próxima vez, certamente.

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Meu nome é IRMÃO K.
Irmãos e irmãs nessa assembleia e em toda pessoa que se dignar a ler, recebam amizade e Amor, no coração.

Estabeleçamos, se quiserem, um instante de Silêncio, um instante de Eternidade...

… Silêncio…

Eu escuto, então, com atenção, sua primeira questão...

Tão longo tempo que nenhuma questão emerge.
Permaneçamos nesse estado.


QUESTÃO 17: como se pode estabilizar o Instante Presente?

Bem amada, o Instante Presente pode representar, eu diria, um desafio, nos primeiros tempos.

Vocês têm observado, uns e outros, que havia momentos nos quais esse instante presente estava aí, e momentos nos quais ele não estava mais.
A característica do Instante Presente é de ser liberado dos pensamentos, liberado de tudo o que vem do passado, como tudo o que pode projetar-se em um futuro.
O Instante Presente engloba, ao mesmo tempo, o passado, o presente e o futuro, não em uma perspectiva linear, mas, bem mais, transcendental.

De fato, apenas quando você não é mais afetado, de maneira alguma, por seu passado, e quando você está desembaraçada de toda projeção no instante seguinte, ou em um instante futuro, que o presente pode desenvolver sua majestade e conduz você a manifestar o Amor o mais puro, o mais incondicionado e o mais transparente possível.
Essa presença no Instante Presente é, de algum modo, um desaparecimento total do que condiciona e orienta o que você nomeia a vida e o que nós nomeamos a vida na encarnação.

O Instante Presente é, portanto, virgem de qualquer marca, de qualquer passado como de qualquer projeção do futuro.
O Instante Presente foi abordado de diferentes modos, durante esses anos, quer seja através de processos nomeados de subidas vibratórias, através de processos cristalinos, através de reuniões, de Comunhões.
O Instante presente faz irrupção, para cada um de vocês, no desenrolar comum de suas vidas, quer vocês a isso estejam preparados, quer vocês o tenham desejado ou não.

Quais são as premissas que são, então, não a procurar, mas, sim, a observar no desenrolar de sua vida e de seus dias?
Há, primeiramente, um momento que eu qualificaria de desengate ou desligamento, no qual há como uma espécie de ruptura da linearidade da consciência habitual e comum.
Cada instante é condicionado, é claro, no ser humano, pelos condicionamentos, pelas experiências do passado, tanto as feridas como as alegrias desse passado, mas, também, de uma necessidade de proteger-se, pela projeção, na antecipação dos instantes seguintes.

Nesse desenrolar lógico e habitual da consciência egóica de base manifestam-se momentos de ruptura.
Esses momentos de ruptura fazem desaparecer o fluxo dos pensamentos e o fluxo de informações energéticas e vibrais que os atingem.
É o momento em que você consegue, de algum modo, tomar consciência e distanciar-se de seus próprios pensamentos, porque você os concebe como algo que passa, e que não nasceu em você, mas, unicamente, em sua reflexão.
A reflexão faz apenas remeter a imagem no espelho, comparando a situação atual a uma situação passada, quer seja uma ferida, quer seja um aprendizado ou, simplesmente, os mecanismos rotineiros da vida.

Na vivência do Instante Presente, por experiência, primeiramente, quer seja desencadeada por subidas vibratórias ou pela ignição de uma das Coroas radiantes ou, ainda, da Onda de vida ou da Comunhão por intermédio do Canal Mariano, o Instante Presente é, portanto, um instante que eu qualificaria de não linear e de instante sem tempo.
O instante sem tempo é o instante no qual o tempo não se desconta mais, que dá um sentimento e uma vivência de imobilidade, de irrealidade, ao mesmo tempo estando densificado no peso de sua presença de Espírito na matéria.
O que há a observar é, exatamente, isso.
Nos instantes em que isso se produz, os casos os mais importantes traduzem-se por um adormecimento espontâneo ou uma ruptura da consciência, que corresponde ao que foi dito anteriormente, o que pode ser chamado o sentido de não mais ser uma pessoa, que chama a consciência a perguntar-se quem é ela, onde ela está, ou, eventualmente, em qual vida ou trama de vida ela se inscreve.

O Instante Presente é, portanto, um momento de ruptura.
Como tal é, portanto, observável, com extrema facilidade, na organização de seus dias e independentemente de qualquer alinhamento, de qualquer meditação ou de qualquer interioridade.
O Instante Presente chama-o, nessa linearidade, a colocar-se, em consciência, no que não tem origem nem fim, nem causa nem consequência, nem efeito nem reação.
Nesse estado de Presença e de instante presente, há um sentimento a nenhum outro similar, qualquer que seja a intensidade da confusão possível da consciência comum, da percepção clara de outro estado, se posso dizer, da consciência.
É esse outro estado que vem aniquilar, de algum modo, a linearidade da consciência comum.
É o instante em que você não está mais condicionado por um pensamento, por uma emoção, por uma lembrança ou por um elemento que não pertence ao instante presente, mas ao instante seguinte.
Isso pode durar um tempo infinito, mas que, na realidade, dura apenas alguns segundos ou, mesmo, alguns minutos, mas, se você ali é capaz de chegar pela meditação, pela vibração, pelo alinhamento, isso pode durar o tempo que você desejar.
O importante é identificar esse instante presente, não nos momentos nos quais você está na ação para vivê-lo, mas, sim, no desenrolar da linearidade da consciência, o que quer que você tenha a conduzir e a fazer em um dia.
É o instante no qual, sem refletir ou sem colocar-se a questão, manifesta-se um sentimento de Evidência, um sentimento de densidade, de plenitude e de leveza ao mesmo tempo, que não é oriundo de uma causa e que é, ainda menos, a consequência.

Essa ruptura de linearidade que corresponde ao Instante Presente tem sido desenvolvida, durante esses anos, através da prática do que é nomeado, o que foi nomeado e é, ainda, nomeado Hic e Nunc ou, se prefere, Aqui e Agora ou, se prefere, IM e IS, um dos segmentos da Cruz cardinal de sua cabeça.
O Instante Presente é identificável entre todos, porque é um instante que pode aparecer como suspenso ou um instante que não pertence à linearidade vivida ainda que apenas alguns segundos antes.
Aí também existem, portanto, nessa vida comum, elementos que se sobrepõem e que se acrescentam à consciência comum que fazem você tocar, de algum modo, nesses momentos comuns, a Verdade.
Você o sentirá, se já não aconteceu, fácil e simplesmente, a partir do instante em que você se surpreende, a si mesmo, por não seguir um fio lógico em seus pensamentos, em suas emoções, em suas projeções ou em suas reminiscências.
Nesses instantes há, realmente, uma saturação da Alegria, mas não uma saturação da Alegria que consista em extrair-se desse mundo ou a viver a extração desse mundo, o que se poderia nomear de sequestro, mas, bem mais, no curso ou decurso da vida a mais comum que seja, nas tarefas as mais repetitivas ou as mais insignificantes que você tenha a fazer.
Esses instantes, de momento, bastante efêmeros, vão tomar cada vez mais importância.
Do mesmo modo, acontecem-lhe momentos, no curso de seus dias como de suas noites, nos quais lhe parece viver algo de irreal, não em seu aspecto desconhecido, mas em seu aspecto, simplesmente, não comum e, no entanto, já conhecido.

O Instante Presente é rico dele mesmo.
Não há necessidade de qualquer apoio, simplesmente, que você esteja, você mesmo, no Abandono, na Humildade e na Simplicidade, o que pode obter-se sem qualquer dificuldade, quando de um ato quotidiano repetitivo de sua vida, quer ele seja, eu repito, o mais detestável.
Esse evento e essa sucessão de eventos comuns e habituais que você realiza a cada dia oferecem-lhe a oportunidade de surpreender a consciência em sua expansão e no englobamento da consciência efêmera que se apaga, então, diante da consciência da Eternidade.
Essa é uma abordagem e uma penetração, cada vez mais, no coração de seu coração, da importância da Eternidade, da importância que você coloca em suas atividades efêmeras ou em sua Consciência Eterna.

Assim, portanto, a cada sopro e a cada respiração, doravante, e independentemente de qualquer exercício, qualquer que seja, ou de qualquer técnica, qualquer que seja, e foram-lhe comunicados nesses últimos tempos, alguns movimentos pelo Mestre Li Shen, que eram capazes, pelo desenvolvimento do movimento, fazer o Silêncio do passado e do futuro e instalar-se, o tempo do exercício e nos tempos seguintes mais ou menos longos, na Verdade de sua Eternidade.
O Instante Presente é estar colocado ao centro da Cruz, no Coração do Coração.
É o equilíbrio total manifestado e alquimizado pela Onda de Vida, o Canal Mariano e a Coroa Radiante do Coração, no peito, entre os quatro pilares que são a Humildade, a Simplicidade, a Ética e a Integridade, que correspondem, aliás, ao que foi nomeada, em seu tempo, a Nova Eucaristia, mas, também, a Presença de Cristo ao nível da porta KI-RIS-TI, situada em suas costas.

Os processos situados ao nível do peito, respiração e circulação do coração, se você está atento nos momentos em que se vive o Instante Presente no comum da vida, você vai, talvez, observar o que eu nomearia não uma anomalia, mas um sobressalto cardíaco, o que quer dizer que você observará, se leva sua consciência nisso, no momento em que se produz, uma espécie de queda do ritmo cardíaco, mas, também, da respiração.
Esse sobressalto dura apenas alguns segundos, quando da instalação do Instante Presente.
Isso pode, também, manifestar-se por um bocejo ou uma necessidade de esticar-se, ou uma necessidade, ao contrário, de recolher o corpo.
Se você observa e nota esses momentos, viverá esse Instante Presente com uma maior facilidade, progressivamente e à medida da linearidade do tempo, obviamente, fora de qualquer contexto orientado, como uma subida vibratória ou como um alinhamento ou, ainda, uma meditação ou, ainda, uma oração.

O Instante Presente é, portanto, a irrupção do maravilhoso e do sagrado no que não o é, e que, no encanto, é encarregado de manifestar a mesma vida, quer seja na manutenção de um jardim como uma reunião importante ou uma simples conversa com um desconhecido.
Identificar isso pela atenção e vigilância permitirá a você, muito facilmente, e para além, eu o repito, de toda percepção vibratória de descida ou de subida de Luz, como isso se produz, regularmente, há tanto tempo, no fim de seus dias, como você tem observado quando de alinhamentos e, em especial, a partir das dezessete horas, em hora francesa, quando a intensidade da energia cresce, mais ou menos rapidamente, até o momento em que a noite, eu diria, está bem avançada.

Todas essas manifestações são manifestações do instante presente.
Cultivar o Instante Presente pode, também, ser o objeto de atenções e de cuidados especiais.
Eu o remeto, para isso, às inumeráveis técnicas respiratórias, em especial a técnica de Mestre Ram, em especial o yoga dado por Um Amigo, concernente ao yoga da Eternidade, o yoga da Verdade ou, ainda, o que foram nomeadas as Bênçãos Arcangélicas, ou, ainda, a ativação dos novos corpos.
Você constatará, também, que, no Instante Presente, na vida ativa, ou seja, no desenrolar comum, vai manifestar-se por uma conexão mais forte, ao nível dos pés com o solo.

A energia e a vibração, naquele momento, são semelhantes, mas não é a mesma que a Onda de Vida.
Ela corresponde a uma ativação que eu qualificaria de local, os chacras dos pés, situados sob a planta dos pés, e que dão um sentimento de contato, por vezes, mesmo, dolorosos com a terra.
Em outras circunstâncias, você constatará que são os Triângulos elementares da cabeça que se ativam, geralmente, dois a dois.
Tudo isso traduz os mecanismos que estão no trabalho para a instalação do Instante Presente, o Instante Presente final que é, simplesmente, a Passagem final orquestrada pelo Arcanjo Uriel e que sobrevém após o Anúncio de Maria.
O Instante Presente é o lugar no qual se situa a Eternidade e, portanto, a reconexão com a Fonte definitiva, que corresponde ao que foi chamado, pela própria Fonte: a Promessa e o Juramento, que a Fonte o lembrou há poucos meses.
Tudo isso se encarna, eu diria, nos mais profundos da Terra, até seu Núcleo cristalino, do mesmo modo, em vocês, até o mais profundo de seu coração e de suas profundezas.

Eu sou IRMÃO K, e eu escuto, para transmiti-la, sua próxima questão.

Continua...



39 comentários:

  1. Célia G.,
    Obrigado pelo seu Trabalho de Luz, Trabalhadora da Luz!
    Obrigado pelo seu Exemplo de Luz, Trabalhadora da Luz!!
    Sem o seu Trabalhado desprendido, dedicado à Luz, certamente não estaríamos também recebendo este Exemplo para também trabalharmos com mais desprendimento!
    Cristo Sabe do meu coração e eu Lhe peço que Abençoe você, Você, VOCÊ!!!
    Seu irmão menor lhe agradece pelo que você tem contribuído como Equipe de Terra (nós, os encarnados neste Momento Especial de Transição da Terra para a Luz!). E aos Irmãos que comentam neste Site, recebam o nosso Apreço, sem preço: Egìdio, Noemia, Anônimo, ...
    Confesso, Celia, que você tem me surpreendido com sua dedicação, por isso procuro absorver isto com uma natural aptidão daquele que serve, sem se preocupar em ser servido; daquele que busca estar atento à necessidade de fazer a Vontade da Luz!!!
    Carinhoso abraço de luz para todos os que se sentirem abraçados!
    artur.

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    1. Eu rendo Graças por poder dar essa pequena contribuição ao Serviço da Luz.

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    2. Artur, belas palavras irmão!
      Estamos juntos para Celebrar a Ancoragem das energias emanadas da Fonte, Presença Divina nos conduzindo pela Eternidade como Cumprimento da Promessa.
      Que vivamos na Luz, com a Luz e para a Luz!
      Em União!!!

      A Célia G. minha eterna gratidão pelo seu Trabalho, de um " Trabalhador da Luz".

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    3. Belas palavras estas suas, Arthur!

      De fato, a Célia tem feito um trabalho extraordinário!!! Traduzir a totalidade destas incríveis mensagens e disponibilizá-las como tem sido feito aqui neste blog, é mesmo uma bênção!!! Naquilo que me concerne, só me resta reder-lhe Graças!!!

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  2. Abraços de Luz ao Artur por suas belas palavras, a Célia e a todos Filhos da Lei de UM. As palavras são obsoletas diante da Presença do Amor, de KI RIS TI que está aqui, e sempre esteve aqui.

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  3. Neste momento agudo de crise mundial, termos no Brasil, a Célia, há anos, dedicando-se as inúmeras traduções, no Blog Leituras para os Filhos da Luz, há uma certeza, o quanto estamos sendo mantidos na Graça....

    Nossa adesão ao Chamado, ao Despertar, realmente é o Trabalho da Luz... Por este Benefício Celestial, só nos resta, rendição.

    Artur, nesta consciência somarmos, resulta Alegria, ... O seu 'Expressar, é o meu, e vice versa'!!!!!!

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  4. Destaque parcial (1) :

    E é aí que se situa, de algum modo, sua própria superação, que lhes permitirá, nos tempos que estão em curso, viver, ao mesmo tempo, o Apelo de Maria, o Face a Face e passar, sem obstrução do que é efêmero e termina, para o que é eterno e que é reencontrado. [Preparação para Reunião]

    Eu repito, quer você seja liberado vivo ou não, porque há, às vezes, hábitos que estão aí, comportamentos que estão aí, sobre os quais não é preciso trabalhar. Acabou tudo isso, trabalhar sobre os pequenos diabos, trabalhar sobre as egrégoras, sobre as memórias, é preciso trabalhar, entre aspas, sobre o instante. [Questão 1]

    Sua capacidade para estar plenamente aqui presente é a garantia de sua Eternidade <> O momento que se vive, vive-se na carne e visa, unicamente, a dissolução dessa carne. [Questão 5]

    No que se joga, essa reversão não é, unicamente, uma reversão em cima/embaixo, mas uma reversão ligada a uma viagem que é um desaparecimento total e irremediável do efêmero <> Assim, estar na presença, como anjo da Presença Uriel, e emanar e imanar essa Luz sem decisão, sem querer e sem intervenção da própria pessoa na manifestação da Luz <> Não há nem apropriação da Luz nem projeção da Luz a efetuar, mas, real e concretamente, deixar a Luz agir para sua Reversão e para seu desaparecimento <> Não se trata mais, unicamente, de abandonar-se à Luz, não se trata mais, unicamente, de viver a Eternidade, não se trata mais, unicamente, de ser um Ancorador de Luz ou um Semeador de Luz, mas ser, na integralidade, na totalidade, a Luz que vocês são <> Tudo isso, aí também, não é um apelo para reajustá-los, não é um apelo para compreender, não é um apelo para qualquer responsabilidade ou culpa, exceto aquela de estar, realmente, em conformidade com o que vocês são, na Eternidade, se tal é seu mecanismo de Ascensão <> O choque da humanidade, a título individual, é vivido; o choque da humanidade, na escala coletiva, está em curso, e é sob os seus olhos. [Questão 6]

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  5. Grata, Amada Célia G.! Beijos de Amor Luz em teu Coração!

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  6. É com imensa gratidão que lhe agradeço todo este seu trabalho !

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  7. Gratidão! Sinceramente nem imaginas cmo te sou grata...

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  8. Amor e Luz, é o que compõe, o "Único Livro" atual da Humanidade... Estarmos casados com Ele é, extremamente significativo, para este aguardado momento da transição...

    OMRAAM MIKAËL AÏVANHOV – PREPARAÇÃO PARA A REUNIÃO - Que 'MOMENTO SAGRADO', estarmos coligados nesta 'reunião'. Já entramos certamente no: "O Inacreditável, Acontece... Eis que o auxílio é contínuo, e sintamos esta expressão: ... "De ajustar-se o mais finamente possível... Portar a atenção, simplesmente, sobre uma emoção, sobre uma dor, sobre um ressentimento, sobre não importa o que, porque o que quer que se manifeste não importa em qual relação, com vocês mesmos ou com o ambiente, é, em definitivo, apenas questão disso, ou seja, ver as coisas, aquiescer, nem culpa, nem responsabilidade, nem perdão para si ou para o outro, mas, bem mais, transcendência, superação por abandono total, uma rendição total e cada vez mais profunda à Luz... E passar, sem obstrução do que é efêmero e termina, para o que é eterno e que é reencontrado... Você se abandona, inteira e integralmente, à Luz.

    QUESTÃO 1- Quase desmaiei, por estar diante da resposta, sou daquelas que ando lotada, transbordando, derramando, rs... " A tranquilidade, seu desafio, talvez, seja permanecer nesse ajuste, nesse alinhamento, em cada olhar, cada gesto de atividade que você faça e, se você não está na escolha entre o efêmero e o Eterno,... Abençoem o que se manifesta, porque é a oportunidade que lhes é dada de estar, eu diria, em conformidade consigo mesmos."

    OMA, é uma Luva de Amor, Graça e Alegria para os nossos Corações...

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  9. QUESTÃO 2 - Tomara que todos os véus, sejam despedaçados... Para sermos chamados pela Eternidade!!!!!

    QUESTÃO 3- "Se a polarização desapareceu completamente, você verá desaparecer certo número de necessidades, certo número de interesses em sua vida: o que o atraía não o atrai mais, de modo algum; o que lhe parecia essencial parece-lhe insignificante em relação à consciência pura."

    Vivenciado... Incrível.... Mais uma Graça... "Nesse estado no qual a Paz instala-se." Assim Seja!!!!

    QUESTÃO 4- ... "Que a Paz, o Amor e a Verdade instalem-se e permaneçam entre nós. Nesse desaparecimento, qualquer que seja a voz, de onde quer que ela venha, ela faz apenas testemunhar, tanto para você como para a coletividade, o desaparecimento das últimas camadas isolantes do planeta."

    No Amor, tudo dissolve....

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  10. QUESTÃO 5- "O corpo é, portanto, o receptáculo de sua Eternidade, ele é, também, nesse momento e desde as Núpcias Celestes, de maneira cada vez mais intensiva e extensiva, o lugar, a matriz na qual se imprime a terra nutriente de seu Corpo de Eternidade. O fogo do ego vai reforçar o efêmero, o Fogo Vibral faz desaparecer o efêmero. O Supramental está, agora, irradiando e iluminando a matéria, seu corpo, seu corpo que seguirá o que sua alma – se ela existe – ou o que seu Espírito – se ele está manifestado – tenha decidido.
    Isso acontece independentemente de você, nesse mundo.​ Não pode existir Liberdade no confinamento; não pode existir pura Luz no confinamento; não pode existir Liberdade, mesmo para aquele que está liberado nesse mundo.

    ​Assim como já entendemos a importância da liberação da alma, com o corpo não será diferente...​ Abençoemos e despeçamo-nos...

    QUESTÃO 6- ... "Isso quer dizer, simplesmente, seguir seu caminho, viver e experimentar a oposição sem ser afetada por ela.​.. Uma reversão ligada a uma viagem que é um desaparecimento total e irremediável do efêmero.​​.. Assim, meu Chamado é aquele que impulsiona essa Última Reversão, que lhe permite demonstrar, e demonstrar-se, a si mesma e ao mundo, o que você é: Eternidade, Luz, Paz e Amor.​​ A Luz ilumina, a Luz mostra, Ela não pode acomodar-se nem com qualquer sombra interior nem com qualquer sombra exterior.​​ Tudo se resumirá, em definitivo, pela transcendência e a travessia de tudo isso, ou pelos inconvenientes engendrados por esses desequilíbrios.​.. ​S​ervir à Luz através dessa confrontação.​​​

    ​Humildade somada a Luz... Extremamente contaminante!!!!!

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  11. QUESTÃO 7- ... "Um nome mais específico, ligado ao Espírito que a remete à sua Origem estelar. Esse nome é seu nome de Eternidade... Do mesmo modo que conhecer suas Linhagens, é um mecanismo interior e íntimo... No qual todo sentido de ser uma pessoa separada dissolve-se, naturalmente, na Eternidade.

    Na Graça do 'Eterno Revelar-Se'... O efêmero dissolve-se... Simples assim...

    QUESTÃO 8-... O caminho da vida é um caminho com mais ou menos espinhos, mais ou menos sofrimentos e mais ou menos felicidades e alegrias. Acolher a Graça é dotar-se, também, da possibilidade de acolher o sofrimento, acolher, para além de todo sentido e para além de todo significado, a realidade do Amor. Recolocar tudo no Amor é, como eu o disse, voltar a tornar-se como uma criança, é apresentar a inocência e a candura, não daquela que quer esquecer, apagar, mas a inocência da criança totalmente disponível ao seu presente, totalmente disponível ao instante e totalmente disponível à verdade do Amor... E não dê atenção às desordens, não se desvie delas, mas atravesse-as... Divina indiferença... Para o que apenas concerne ao efêmero. Sair da pessoa e sair dos limites é, também, a esse preço. Depois da queda, é preciso subir, porque a Eternidade não conhece nem queda nem subida, mas instalar-se na permanência e na imanência do que é verdadeiro, e a única coisa que é verdadeira é a verdade do Amor e a permanência da Graça... Tornar-se, você mesma, o instrumento da Graça... Da majestade de Quem você é, na majestade do Amor.

    "ELE", continua dizendo: "Siga-Me" ... E nós agora 'Despertos', como crianças alegres, "Seguimos- O, enfim... Por toda Eternidade!" Amém!!! "

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  12. Segunda Parte
    OM. AIVANHOV - Introdução

    "Cada um deve ver, nesse momento, de maneira clara e lúcida, aí onde está, não como uma corrida para a recompensa, mas, bem mais, sua aptidão para viver essa Passagem. Porque nós estamos na Passagem, aquela da Última Reversão, na matéria, que corresponde, eu o lembro, também, à Reversão da Terra completamente.

    "Você está nesse mundo, mas você não é mais desse mundo.
    Isso não é uma negação da vida, ainda uma vez, é uma Entrada, diretamente, na Eternidade da Vida."


    QUESTÃO 1 - Resposta: OMA

    "A Passagem faz-se aqui e agora.
    "Há um momento no qual você será apreendida por essa justaposição, essa sobreposição e essa Travessia.
    "E,aí, você vai apreender, por si mesma, o mecanismo que está no trabalho, ou seja, você vai reparar, cada vez mais facilmente, em seu ritmo ... você vai constatar, com algo de muito claro em sua consciência, os momentos nos quais é a personalidade que se exprime, os momentos em que você está na resistência, os momentos nos quais você está totalmente Abandonada e os momentos nos quais você Desapareceu, completamente.

    "Isso quer dizer que conduzir um automóvel ou fazer qualquer coisa que pareça necessitar sua consciência comum far-se-á com a maior das facilidades, na condição de que você faça como Cristo: "Pai, eu entrego o meu Espírito em suas mãos. Que Sua Vontade seja feita e não a minha".

    "Aí, você vai ver o Switch mesmo, de modo a habituar-se, eu diria, ao Switch Final e definitivo, quer concirna ao que se chama a morte do indivíduo como qualquer fim de vida nesse mundo, ou o fim coletivo dessa dimensão, que está em fase de atualização por toda a parte.

    "Portanto, é essa espécie de alquimia final que deve, se já não foi feito, eu repito, liberado ou não, levá-lo a esse ponto de Reversão Final, ou seja, o momento no qual você permanece, quaisquer que sejam as circunstâncias de seu corpo, de sua vida, nesse estado de Resiliência, de Equanimidade, de Paz, em suma, na Morada de Paz Suprema.

    "Você não poderá mais ser enganado por si mesmo, nem por quem quer que seja, porque há, nesse aqui e agora, a capacidade de ver em Consciência. ... Então, é claro, é mais agradável efetuar essa Passagem em Lucidez, do que de maneira Inconsciente.
    "É isso que se joga nesse momento e que é, certamente, a melhor das preparações para cada um de vocês, em função do que há a viver."

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  13. Gratidão, Namastê!

    Canal no YOUTUBE das intervenções: Playlist https://www.youtube.com/watch?v=fyqK1zFxaRA&list=PLjbvHFD7i7aEVLVqCiqA1KgPnSSLFn1XK

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  14. Destaque parcial (2)

    A dissolução dos véus, o retorno à Unidade, a vivência da Unidade, desposar Cristo apenas pode-se fazer se todo o lugar ali é deixado, quer seja Cristo, quer seja a Luz, quer seja o que você é que é, estritamente, a mesma coisa. [Questão 7]

    Não lhe é mais solicitado viver a experiência da Graça, mas tornar-se, você mesma, o instrumento da Graça e, para isso, o que pertence ao limitado não deve mais estar nem à frente nem ao redor, mas apagar-se diante da majestade de Quem você é, na majestade do Amor. [Questão 8]

    A Passagem, tal como ela é pressentida nesses tempos da Terra e durante este ano é, obviamente, a Passagem final <> Vocês não podem lutar contra os seus medos, sobretudo, no que concerne aos eventos incontroláveis, coletivos e cósmicos, como aqueles que estão em curso nesse momento mesmo <> Em resumo, é apenas o aprendizado, a prática de sua Eternidade, de maneira preliminar à Passagem, nesse momento. [Questão 10 e 11]

    O que aparece como moral na sociedade pode aparecer, sem problema algum, como desprovido de total Ética, de total Integridade em relação ao mundo espiritual do Espírito <> Assim, portanto, você pode ser culpado em relação à lei, você pode ser culpado em relação à sociedade e estar, totalmente, na Ética e na Integridade da Luz <> Eu os remeto, para isso, à complexidade crescente, progressivamente e à medida das dezenas e centenas de anos desse mundo, concernente à espessura dos códigos e decretos e regulações e regulamentos que foram estabelecidos por toda a parte pelo humano confinado e, certamente, não por seres livres e liberados dessa humanidade. [Questão 12]

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  15. QUESTÃO 9- "Desaparecer, adormecer, momento no qual a consciência, quer ela seja limitada ou ilimitada, desaparece no que é nomeado o adormecimento, isso não é um adormecimento, isso mostra, simplesmente, a capacidade para desaparecer, sua capacidade para apagar, para deixar o que é manifestar-se. É o estado o mais próximo, mesmo se dele não reste qualquer lembrança, do que é nomeada a Morada de Paz Suprema, na qual se encontra Cristo, mas, também, todos os possíveis. Isso nada tem a ver com os pensamentos, isso nada tem a ver com o mental, mas com sua disponibilidade de coração."

    Dá o famoso branco... Agora certamente, teremos um 'outro olhar', diante deste apagão...

    QUESTÃO 10 - ... " Nesse mundo, tudo, absolutamente tudo se resume nessas palavras e nessa expressão: o medo ou o Amor... Cada um, tem apenas um único antídoto, e esse antídoto é o Amor... A partir do instante em que você tenha aceitado, vivido uma comunhão, o próprio fato do medo não existe mais... Como no sentido arquetípico, é apenas o reflexo, não da falta de Amor, mas da não iluminação pelo Amor... Tempos reduzidos e ultrarreduzidos, ... O Amor é colocado à frente, como essa expressão é empregada, vai produzir-se uma dissolução do medo como arquétipo. A Passagem, tal como ela é pressentida nesses tempos da Terra e durante este ano é, obviamente, a Passagem final. Vocês não podem lutar contra os seus medos, sobretudo, no que concerne aos eventos incontroláveis, coletivos e cósmicos, como aqueles que estão em curso nesse momento mesmo. Assim, portanto, recorram, não reagindo, mas recorram à Graça, não tanto como um pedido, não tanto como um direito, mas como a realidade final do Amor."
    Daqui para o fim, devemos usar este refrão: "Ponha o Amor à frente."

    QUESTÃO 11- "Eu penso que o meio que você encontrou é, certamente, menos perigoso do que produtos químicos e, além disso, alinhar-se se colocando na cama é, efetivamente, o melhor modo de beneficiar-se da Graça durante o que é nomeado o sono. Há, simplesmente, necessidade de estar disponível para o Mestre da Luz, disponível para sua Eternidade. Esse é um tempo ligado aos tempos reduzidos, que deve conduzi-los à Última Reversão, não mais aquela do ego ao coração, mas, sim, aquela de seu caminho, não nesse mundo, mas de seu caminho, se vocês pensam que exista um, de Retorno ao que vocês são. Mas você se coloca, de imediato, sob o manto de Cristo e de Maria."

    Fiquemos, no “mais belo dos desequilíbrios, aquele que os conduz ao equilíbrio final e eterno."

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  16. QUESTÃO 3 - Resposta: MA ANANDA MOYI

    "O que vocês são, todos e cada um, o que nós somos, nós também, de onde estamos, todos e cada um, é apenas uma das múltiplas facetas de uma mesma Consciência.
    "A alma tem polaridade, o Espírito não tem polaridade.

    "A polaridade da alma pode exprimir-se em múltiplas direções, mas há apenas duas polaridades: para cima ou para baixo. A alma voltada para a matéria, na experiência na matéria, a alma voltada para o Espírito, que provoca sua Autodissolução.

    "A Reversão da alma não significa, contudo, seu desaparecimento, mas simplesmente, a mudança de polaridade.
    "Eu responderia que tudo depende de sua alma
    Ou essa alma Reverteu-se para o Espírito, ou não ainda, e, é claro, o que vai aparecer no olho de sua consciência será colorido de diferentes modos, segundo a polarização da alma ou, mesmo segundo o Desaparecimento dela.

    "Quando a alma Dissolveu-se, quando a alma Entregou-se, de algum modo, ao Espírito ... a alma Dissolvida vai traduzir-se por manifestações cada vez mais claras e evidentes para vocês, o que lhes dá a viver momentos de estase, momentos de desaparecimento ou, mesmo, para o olhar efêmero, momentos de confusão, mas que não são acompanhados pelas emoções ou os comportamentos que ali correspondem, mas nos quais chega a permanecer uma Alegria cada vez mais Lúcida.

    "Se a polarização desapareceu completamente, você verá desaparecer certo número de necessidades, certo número de interesses em sua vida: o que o atraía não o atrai mais, de modo algum; o que lhe parecia essencial parece-lhe insignificante em relação à Consciência Pura.
    "Porque a Consciência Pura Sat Chit Ananda e a Felicidade dependem, como você sabe, apenas da ausência de polarização da alma e da Dissolução Total da alma.

    "Mas se você adota o ponto de vista do Observador, e se você não entra na negação do que se produz, então, você acompanhará essa polarização, esse Desaparecimento, com cada vez mais Clareza.
    "Se lhe é agradável manter uma trindade encarnante: persistência corpo-alma-Espírito, isso, também, você perceberá. Seus apegos a esse mundo, seus apegos residuais ao que quer que seja, ou a quem quer que seja estão aí apenas para ajudá-lo a ver e a viver.
    "Aí, onde se encontra a Verdade Eterna do Espírito."

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  17. QUESTÃO 4 - Resposta: ANAEL

    "Se o Amor está aí, o Amor basta a ele mesmo.
    Ele se torna, efetivamente, o fogo e o combustível únicos, a manifestação única de sua consciência, como da Consciência Una da Fonte.

    "Assim, portanto, vocês serão cada vez mais numerosos a ouvir-nos. O obstáculo principal, aí também, não é mais querer identificar a Presença que se exprime porque, a partir do instante em que você coloca a identificação, a partir do instante em que você nomeia, você cria, naturalmente, uma distância entre você e o que é ouvido.
    "Esse distanciamento e essa separação tomaram fim pelo Abandono à Luz.

    "A Dissolução é o desaparecimento de todas as barreiras, de todas as compartimentações e de todas as separações.
    "Isso é, exatamente, o que você vive, para, eu repito, favorecer a última Reversão impulsionada, eu o lembro, por Uriel e, também, é claro, por você, mesmo.
    "Tudo é concernido pela Ascensão."

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  18. Destaque parcial (3)

    Mas é através desse sofrimento, é através dessas angústias e, portanto, desses medos, que o ser humano tem mais capacidade para reencontrar o Amor. Porque enquanto há equilíbrio na personalidade, tudo parece ir bem no quadro linear chamado entre a vida adulta e a morte. [Questão 14]

    Viver a Morada de Paz Suprema, ser Liberado, não se importa com qualquer objetivo, com qualquer evolução e qualquer predisposição a outra coisa que não o que é vivido <> Não mais ter objetivo é ser Livre, não mais ter ideias é reencontrar a Liberdade, é estar disponível para a única realidade, a única verdade comum a todo ser humano que está Aqui e Agora <> Não pode ter objetivo no Aqui e Agora, só a pessoa considera um objetivo <> Ver a ilusão necessita de não mais aderir a qualquer ilusão <> Não há nem «ninguém» nem «alguém», há apenas a Vida. [Questão 15]

    E eu poderia, mesmo, dizer-lhe, que, aí, nós não existimos, todos, eu não existo como pessoa ou entidade que fala, aquele no qual eu estou não existe, mas você, tampouco, você não existe <> Isso não quer dizer que seja preciso negá-lo, isso quer dizer, simplesmente, que é preciso estar, inteiramente, disponível, e cada vez mais no Instante Presente porque, quando o Apelo de Maria chegar, da facilidade com a qual você se colocou nesse estado, antes que o reset ou a estase lhe caia por cima, você tem três dias para decidir <> Quando você dorme, o mundo não existe mais, exceto que, aí, você vai dormir de um modo bizarro, durante três dias e três noites, quando vão acontecer muitas coisas <> Em que você vai apoiar-se? No que você é, e o que você é nada tem a ver com o que foi elaborado e construído na cena de teatro. [Questão 16]

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  19. OMA- "A transformação é, agora, mais uma dissolução e um desaparecimento." Basta de: " explicações e causas"...Agora vamos caminhar para as "engrenagens da consciência... Para revelá-las, no momento em que elas se produzem. Isso será importante para permitir, se quiserem, viver o Apelo de Maria e o período imediatamente após com a maior felicidade, digamos, e leveza possíveis, aí, onde sua compaixão, sua Presença, seu carisma, sua humanidade tornar-se-ão indispensáveis nesse plano."

    Nestas falas, há disponibilidade de 'tanto' Amor... Que os olhos choram...

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  20. QUESTÃO 5 - Resposta: SRI AUROBINDO

    "O corpo é, portanto, o receptáculo de sua Eternidade, ele é, também, nesse momento e desde as Núpcias Celestes, de maneira cada vez mais intensiva e extensiva, o lugar, a matriz na qual se imprime a terra nutriente de seu Corpo de Eternidade.

    "O Supramental está, agora, Irradiando e Iluminando a matéria, seu corpo, seu corpo que seguirá o que sua alma - se ela existe - ou o que seu Espírito - se Ele está manifestado - tenha decidido.
    Isso acontece independentemente de você, nesse mundo.
    "Ver isso é aquiescer à Eternidade, aquiescer à encarnação e aquiescer à Ascensão Ascensão que, eu o lembro, está em curso nesse corpo.

    "Assim, portanto, se você está aí, nesse corpo, nessa vida, é que, para você, isso é indispensável.
    "A Transmutação ou a Transubstanciação da matéria apenas pode fazer-se se existe a matéria, caso contrário, isso não se chama mais uma Ascensão e, ainda menos, uma Liberação.

    "A Transubstanciação da matéria não concerne, unicamente, ao que você é na Eternidade, mas concerne, antes de tudo, à Ascensão da Terra, em sua Dimensão de Eternidade."

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  21. "QUESTÃO 6 - Resposta: URIEL

    "Eu sou Uriel, anjo da Presença e Arcanjo da Reversão, assim, meu Chamado é aquele que impulsiona essa Última Reversão, que lhe permite demonstrar, e demonstrar-se, a si mesma e ao mundo, o que você É: Eternidade, Luz, Paz e Amor.
    "O que há a viver em relação à sua questão é, muito exatamente, essa Reversão.

    "Mas o Coração que se põe à frente, agora, é o Coração Vibral, ... o que lhe permite, independentemente do que você vê, permanecer e persistir em sua Liberdade em sua Liberação. ... Ele lhe permite Reverter-se, sem desviar-se e sem recusar e sem reação, em seu Eixo, e sua Direção ou em sua Eternidade da Morada de Paz Suprema.
    "Ser, na Integralidade, na Totalidade, a Luz que vocês São. ... Deixar a Luz agir para sua Reversão e para seu Desaparecimento.

    "Assim, portanto, perceber e sentir, eu diria, com mais intensidade, o que, anteriormente, não os incomodava, é apenas a prova de que vocês crescem, se posso exprimir-me assim, na Luz, e que a Luz é colocada à frente. A Luz ilumina a Luz mostra, Ela não pode acomodar-se nem com qualquer sombra interior nem com qualquer sombra exterior.

    "A sobreposição do Eterno e do efêmero amplifica, como vocês o constatam, o desequilíbrio aparente de uma situação, de uma relação, de um irmão ou de uma irmã humana, como vis-a-vis de nós em nossos planos de evolução.
    "Tudo isso, aí também, não é um apelo para reajustá-los, não é um apelo para compreender, não é um apelo para qualquer responsabilidade ou culpa, exceto aquela de estar, realmente, em conformidade com o que vocês São, na Eternidade, se tal é seu mecanismo de Ascensão.

    "Não adotem mais o olhar limitado, mas tornem-se esse olhar Ilimitado que vê, que percebe, que sente, que vê claramente e que vê a Verdade e que, no entanto, não julga, porque a Humildade está à frente.
    E à frente dessa Humildade há o Amor Puro, que não conhece qualquer condição, qualquer condicionamento nem qualquer limite."

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  22. QUESTÃO 12- "A moral é oriunda de condicionamentos sociais e culturais nesse mundo. A moral, no sentido espiritual, nada mais tem a ver com a moral no sentido comum”. Foi substituída, pela Ética e Integridade, que, "definem-se, em si mesmo, em relação a si mesmo e, unicamente, em relação ao que é nomeada a Inteligência da Luz... Em relação à sua propagação, sua difusão, sua manifestação e seu efeito. Ao nível da Ética e da Integridade, há presença ou ausência. Não pode haver meia-medida,... A moral da Luz,"... Está pouco 'se lixando', com qualquer moral humana, ....Para todos estes conceitos e preconceitos idiotas, ridículos, mentirosos....

    "A Integridade e a Ética concernem, em definitivo, apenas a você, em relação a si mesmo... Passar da moral à Ética e Integridade significa uma mudança de posicionamento que não se define mais em relação social, mas em relação à Eternidade de cada um... É, ainda, tempo de diferenciar moral e Ética e Integridade. O que aparece como moral na sociedade pode aparecer, sem problema algum, como desprovido de total Ética, de total Integridade em relação ao mundo espiritual do Espírito. Moral e Integridade podem estar, eu diria, ao oposto.... A moral...Que obedece a causalidades, obedece a regras aceitas e validadas pelo comum dos mortais humanos em encarnação." Nunca consegui encaixar-me, nestas ordens rs, sempre confrontando...

    "A Ética e a Integridade não concernem, de modo algum, à personalidade, mas à alma inspirada ou ao Espírito liberado da alma que se submete ao que ele mesmo é, na Eternidade". Que Realidade Sagrada!!!!! Passar da moral à Ética e Integridade significa uma mudança de posicionamento que não se define mais em relação social, mas em relação à Eternidade de cada um. Sonho realizado!!! "

    "O que aparece como moral na sociedade pode aparecer, sem problema algum, como desprovido de total Ética, de total Integridade em relação ao mundo espiritual do Espírito". Arrazouuu.... Ah! Rei Salomão, quanta grandeza, em assumir o 'seu sentir'... Passar da moral à Autonomia é passar do condicionamento à Liberdade, é passar do confinamento à Liberação". Básico: "Quatro Pilares do Coração".


    A 'Dozíssima', teve resposta inebriante... A leitura, o sentir, permitir, aprofundar foi va-ga-ro-sa-men-te, deleitado! A Moral, foi pisoteada!
    Já faz tempo que assumi... 'Não importo de ser ridícula' rs Sem canga ahah

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  23. QUESTÃO 8 - Resposta: CRISTO

    "Recolocar tudo no Amor é, como eu o disse, voltar a tornar-se como uma criança, é apresentar a inocência e a candura, não daquela que quer esquecer, apagar, mas a inocência da criança totalmente disponível ao seu presente, totalmente disponível ao instante e totalmente à verdade do Amor.

    "Amem-se Uns aos Outros", isso eu o disse; Ame-se como você é amado pela Fonte, Ame-se como você é amado pelo Pai, e não dê atenção às desordens, não se desvie delas, mas atravesse-as,
    "Chame seu Espírito para não mais colocar-se a questão do sentido, a questão da explicação, mas entre mais, não na indiferença, mas no que eu qualificaria de Divina Indiferença, não como uma distância que se toma, mas, bem mais, uma indiferença para o que apenas concerne ao efêmero.

    "Fazer da Graça a manifestação evidente, sem esforço e permanente do que você É. Para isso, entregue seu sofrimento nas mãos da Fonte, nas mãos do Pai, entregue o que você é de eterna à Eternidade, e deixe o que é efêmero ao efêmero, deixe os mortos enterrarem os mortos e siga-me.
    "Isso significa, também, permanecer Imóvel em seu Peito e não mais ser afetada, sem desvio nem artifício, por qualquer circunstância que venha imprimir-se na consciência efêmera.

    "Não lhe é mais solicitado viver a experiência da Graça, mas tornar-se, você mesma, o instrumento da Graça e, para isso, o que pertence ao limitado não deve mais estar nem à frente nem ao redor, mas apagar-se diante da majestade de Quem você É, na Majestade do Amor."



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  24. QUESTÃO 9 - Resposta: MARIA

    "A manifestação da Graça e os diferentes sinais que acompanham essa Graça em sua instalação permanente faz com que você descubra seções inteiras de funcionamentos da consciência.. Dessas seções, a mais importante é sua própria capacidade de Desaparecer.

    "Se o coração está disponível, se a Eternidade está à frente de seu Presente e de sua manifestação, então, sim, os momentos de descontinuidade aparente da consciência torna-se-ão cada vez mais intensos.

    "É ai que você pode dar-se conta de sua Humildade real, de sua capacidade para deixar o Amor à frente e deixar a Graça inundar o que você é nesse mundo."

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  25. QUESTÃO 10 - Resposta: HILDEGARDE DE BINGEN

    "O medo é, sempre, sem qualquer exceção, ligado ao ego ou à alma ainda voltada para a matéria e não ainda liberada, totalmente, da ilusão.

    "A Passagem, tal como ela é pressentida nesses tempos da Terra e durante este ano é, obviamente, a Passagem Final. Qual é o melhor modo de passar?
    Eu os remeto , para isso, ... Sri Aurobindo, concernente ao Choque da Humanidade, que corresponde, efetivamente, às diferentes etapas do choque que se produzem quando todo efêmero toca ao seu fim.
    "É-lhe dada, por antecipação e por facilitação, a capacidade de vivê-la, sem outra ferramenta que a consciência e o Amor, não como uma projeção de Amor, mas, bem mais, como a benevolência, a aquiescência, a humildade do que lhe foi proposto durante esses momentos.

    "Existirá, em vocês, apenas duas coisas: o medo (ou a resistência ) ou o Amor (ou se prefere, o Abandono Total e Incondicional à Graça).
    "Assim, portanto, recorram, não reagindo, mas recorram à Graça, não tanto como um pedido, não tanto como um direito, mas como a realidade final do Amor.

    "Lembrem-se de que Cristo está aí, lembrem-se de que nós estamos todos aí, em vocês, porque vocês são nós, como nós somos vocês, real e concretamente, a partir do instante em que os véus da ignorância e do medo são dissolvidos."

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  26. QUESTÃO 11 - Resposta: HILDEGARDE DE BIGEN

    "Esse é um tempo ligado aos tempos reduzidos, que deve conduzi-los à Última Reversão, não mais aquela do ego ao coração, mas, sim aquela de seu caminho, não nesse mundo, mas de seu caminho, se vocês pensam que exista um, de Retorno ao que vocês São.

    "A partir do instante em que você desaparece para esse mundo, quer seja no alinhamento, escutando-nos ou dormindo, você para, obviamente, de interagir com esse mundo, e você não deixa mais qualquer tomada para a ação/reação habitual e quotidiana de toda vida encarnada. Mas você se coloca, de imediato, sob o manto de Cristo e de Maria.

    "Não faça, é claro, o que você nomearia, hoje, angelismo, mas, bem mais, uma consciência Clara e Lúcida, cujo Alinhamento e a Graça são permanentes,
    "O que quer que lhe aconteça, o que quer que aconteça mesmo se, por vezes, um humor, uma emoção, uma preocupação do mental possa apreendê-la, de algum modo, mas, mesmo aí, isso é destinado apenas para mostrar-lhe, justamente, como você é apreendido.

    "Em resumo, é apenas o aprendizado, a prática de sua Eternidade, de maneira preliminar à Passagem, nesse momento.
    "Há, simplesmente, necessidade de estar disponível para o Mestre da Luz, disponível para sua Eternidade."

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  27. O.M. AIVANHOV - As próximas partes das Publicações.

    "Essas questões, por favor, tentem referir, diretamente, aos processos da consciência, para ajudá-los a ver esses mecanismos que estão no trabalho no interior de vocês mesmos,
    "Ver, deles, as engrenagens, não para decodificá-las, não para dar explicações, mas, de qualquer modo, para ensiná-los a identificá-las,,
    "A servir-se, também, de seu corpo de Existência que, eu os lembro, está aí, ... porque nós os restituímos e vocês se restituem à sua Autonomia e à sua Independência.

    "Portanto, todas as estruturas como, por exemplo, o Canal Mariano, todas as estruturas, como o Manto Azul de Maria ou de Miguel, ou, ainda , a Onda de Vida, foram vividos, até o presente, como processos que penetrariam o efêmero e que transformariam esse efêmero.

    "A Transformação é, agora, mais uma Dissolução e um Desaparecimento."

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  28. QUESTÃO 13- "A Atribuição Vibral é a resultante de seus posicionamentos, de suas escolhas realizadas não, unicamente, nessa vida,.."
    Liberdade, Estado Crístico, Morrer para o Efêmero, Quatro Pilares,... Atribuição Vibral...

    Tão... Tão... Que quase se perde o fôlego!!!!!

    QUESTÃO 14- .... "Em relação a essa noção de angústia, ver onde você coloca sua fé, ver onde você coloca sua esperança."

    A orientação, é que nos coloquemos coligados com o Coração, pois a '" angustia bloqueia os centros de energia e altera a própria consciência e deixarmos que ela emerja e faça seu trabalho, rumo a dissolvição... Contemos com a Grandeza do Amor, agindo... Somado aos Pilares, mesmo que tenhamos 'amputado o Amor', mesmo assim Ele é indestrutível..." Ou você age por si mesmo, pedindo ajuda aqui mesmo, nesta Terra, ou você atravessa isso com a fé que está em você.”

    Tempo de parar de gemer, e render-se....

    QUESTÃO 15- "Viver a Morada de Paz Suprema, ser Liberado, não se importa com qualquer objetivo, com qualquer evolução e qualquer predisposição a outra coisa que não o que é vivido."

    Ser livre, é não querer ser nada... "Para não sair do Presente, da Eternidade" Rompendo o ‘círculo vicioso’...

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  29. QUESTÃO 12 - Resposta: MIGUEL

    "A questão que foi colocada recorre ao que vocês nomeiam a noção de mundo. A moral é oriunda de condicionamentos sociais e culturais nesse mundo.
    "A moral, no sentido Espiritual, nada mais tem a ver com a moral no sentido comum. ... A moral tem sido vantajosamente substituída pela palavra nomeada "Ética e Integridade".

    "A Ética e a Integridade definem-se, em si mesmo, em relação a si mesmo e, unicamente, em relação ao que é nomeada a Inteligência da Luz.
    "A Ética e a Integridade definem-se, exclusivamente, em relação à Luz, em relação à sua Propagação, sua, sua Difusão, sua Manifestação e seu Efeito.

    "Passar da moral à Ética e Integridade significa uma mudança de Posicionamento que não se define mais em relação social, mas em relação à Eternidade de cada um.
    "A Ética e a Integridade não concernem, de modo algum, a personalidade, mas à alma Inspirada ou ao Espírito Liberado da alma que se submete ao que Ele mesmo É, na Eternidade.
    "Na Ética e na Integridade, o Poder do Espírito predomina sobre o poder das leis.

    "A Liberdade não pode acomodar-se com qualquer moral nem qualquer imposição;
    "O Espírito é Livre, a matéria não é livre.
    Vocês são matéria e Espírito. Vocês são, ao mesmo tempo isso, e, ao mesmo tempo, não. Assim, portanto, enquanto seu referencial e o que eu nomearia seu quadro de referência nessa vida concirnam, exclusivamente, aos quadros de referência impostos pela sociedade, vocês não podem pretender ser livres.

    "Isso, absolutamente, não quer dizer, eu repito, violar as leis, regulamentos e preceitos, mas, bem mais, Transcendê-los por uma visão mais ampla e, obviamente, que não é mais confinada na canga da educação, da moral, ou dos condicionamentos, qualquer que seja o nome que vocês deem.
    "Dito em outros termos, enquanto vocês falam de moral, vocês não podem tocar um quadro mais amplo, nomeado de quatro Pilares do Coração.
    "A Liberdade não tem preço, a Liberdade é Interior,
    A Liberdade é aquela do Espírito."

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  30. QUESTÃO 16- Só estar no "Instante Presente" e deixar-se atravessar... O que ocorrer....

    '​'Tudo isso é o que vocês vivem, são mecanismos de ajuste extremamente finos. "​

    QUESTÃO 17- A característica do Instante Presente é de ser liberado dos pensamentos, liberado de tudo o que vem do passado, como tudo o que pode projetar-se em um futuro. O Instante Presente engloba, ao mesmo tempo, o passado, o presente e o futuro, não em uma perspectiva linear, mas, bem mais, transcendental. Essa presença no Instante Presente é, de algum modo, um desaparecimento total do que condiciona e orienta o que você nomeia a vida e o que nós nomeamos a vida na encarnação. O Instante Presente é, portanto, a irrupção do maravilhoso e do sagrado... O Instante Presente é o lugar no qual se situa a Eternidade"...

    ..."Sobressalto cardíaco", interessante... Mas dá susto, rs

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  31. QUESTÃO 13 - Resposta: PHILIPPE DE LYON

    "A Atribuição Vibral é a resultante de seus Posicionamentos, de suas Escolhas realizadas não, unicamente, nessa vida, não unicamente, desde a chegada da Luz há quase trinta anos e mais de trinta anos e, sobretudo, em ressonância ou não com sua própria Eternidade.

    "A Atribuição Vibral é apenas a Iluminação, de maneira Abrupta ou mais ou menos Progressiva, mas cada vez mais Intensa, do que se desenrola em sua vida,
    "O que lhes permite, como nosso Comandante disse, Posicionar-se de modo cada vez mais Claro, cada vez mais Confiante e, portanto, Permanecer, se isso é possível, e é o caso mais frequente, ao centro do Centro, nesse famoso Silêncio e nessa famosa Vacuidade na qual a Alegria e o Amor bastam-se por si só
    "E não tem necessidade de qualquer experiência, de qualquer projeção e de qualquer manifestação, ou de qualquer olhar exterior outro que não aquele da Luz no Interior de seu Ser.

    "A Confrontação do Eterno e do Efêmero, tanto em sua consciência como na humanidade, traduzir-se-á, cada vez mais, de algum modo, pelo que foi ilustrado por Cristo, a saber: "Ser-lhe-á feito segundo sua Fé", "Ninguém pode penetrar o Reino se não volta a tornar-se como uma criança" e, sobretudo, verificar, em si e por si mesmos, o efeito da Luz e ver se ela flui de maneira espontânea e livremente ou se ela, de uma maneira ou de outra, parou.

    "A Luz apresenta-se a vocês e vai dar-lhes a viver elementos que são, efetivamente, profundamente diferentes para cada um.
    "A Liberdade passa por Cristo."

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  32. QUESTÃO 14 - Resposta: TERESA DE LISIEUX

    "Eu diria que toda angústia, toda manifestação é uma colocação na Luz, ou seja, que o que sai de você e manifesta-se não é uma resistência, mas deve ser visto como tal, para permitir-lhe, justamente, em relação a essa noção de angústia, ver onde você coloca sua Fé, ver onde você coloca sua Esperança.
    "Você a coloca no fato de querer lutar contra essa angústia ou você a coloca em sua Fé na Luz? Não uma Fé cega, mas aquela da pequena criança que deixa fazer o que deve manifestar-se.

    "A partir do instante em que você está em Ressonância com seu Coração . ... Há, em você, o Recurso e a Força necessária para contar com o Espírito, Inteiramente, não pedindo, simplesmente, que essa angústia desapareça, não, tampouco, para compreendê-la, mas, bem mais, para deixá-la atravessar, deixá-la emergir e não mais ficar presa, de maneira alguma, à manifestação ou a essa própria angústia e deixá-la Dissolver-se.

    "Então, é claro, há dores terríveis, há sofrimentos terríveis, nós todos passamos por isso. ... Mas é através desse sofrimento, é através dessas angústias e, portanto, desses medos, que o ser humano tem mais capacidade para Reencontrar o Amor.

    "É questão, aí também, de demonstrar-se, a si mesmo, onde você está em relação a si mesmo. Você está, como disse o Arcanjo Miguel, em um quadro moral, em um quadro de ação/reação, ou você está na Fé da criança e daquele que Ama acima de tudo e para com tudo?
    "Nada mais há a fazer do que posicionar-se, aí também.

    "Assim, portanto, a própria vida chama você, nessa Confrontação entre o que faz apenas passar e o que está aí, de toda a Eternidade.
    "A acentuação, eu diria, a ênfase, cada vez mais importante disso, durante este período, decorre, diretamente, de sua Atribuição Vibral.
    "Então, ao invés de procurar compreender, explicar e fazer desaparecer algo que é manifestado, mergulhe em sua Eternidade, mergulhe no Silêncio do Coração, mergulhe na Imobilidade, coloque-se sob o Caminho da Infância e você verá que nada pode resistir ao Amor e a Infância."

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  33. QUESTÃO 15 - Resposta: BIDI

    "Viver a Morada de Paz Suprema, ser Liberado, não se importa com qualquer objetivo, com qualquer evolução e qualquer predisposição a outra coisa que não o que é vivido.
    "Não mais ter objetivo é ser Livre, não mais ter ideias é Reencontrar a Liberdade, é estar disponível para a única realidade, a única verdade comum a todo ser humano que está Aqui e Agora.

    "Não pode ter objetivo no Aqui e Agora, só a pessoa considera um objetivo.
    "Considerar um objetivo é, já, deixar exprimir-se a personalidade.
    "Enquanto você imagina ou pensa que há um objetivo, você se coloca, a si mesmo, na distância em relação ao instante presente e ao que você É.

    "O único ponto de passagem da Eternidade é Aqui e Agora.
    "Colocar-se a questão de um objetivo é, já, sair do presente, sair da Eternidade.
    "Não há nem Ninguém nem Alguém, há apenas a Vida."

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  34. QUESTÃO 16 - Resposta: O.M.AÏVANHOV

    "A Ascensão individual, você a vive, mais ou menos corretamente, mais ou menos profundamente. Mas tudo isso, eu o lembro, é destinado apenas a facilitar a Passagem Final da Reversão, desta vez, não mais, unicamente, do ego ao coração, porque, bem, há os que vão do ego ao coração, mas depois, eles vão do coração ao ego, apesar da Onda de Vida.
    "Tudo depende da balança, eu diria, e essa balança tem dois lados: de um lado, o Espírito, do outro lado, a personalidade.

    "Por enquanto você vê que existe, ainda, os dois, mas, depois, se os dois fundem-se, não há mais necessidade de balança, não há mais necessidade de oscilações. ... Aí, nesse instante, você entra, inteiramente, no Instante.
    "O Instante é o que?
    "É o momento no qual você está aí, você não decidiu meditar, você não tem programa definido, você não tem objetivo, você não tem ambição X ou Y, você está, simplesmente, aí, presente, Aqui e Agora, integral e totalmente.

    "O que é que acontece naquele momento? ... Há a Consciência Pura, essa Consciência Pura sem objeto e sem sujeito, o Jnaní, como dizia Bidi, ... Ele tenta estar no Instante, o que quer que a Vida proponha.

    "O que é preciso não perder de vista é a finalidade, como se dizia, não um objetivo, mas uma finalidade. Isso quer dizer o momento da Transição de um estado a outro, em toda Consciência.
    "E, o mais importante, obviamente, é estar presente na vida, presente asi mesmo, presente a nós, presente à imensidade das dimensões, mas, antes de tudo isso, você deve ver isso Claramente, de maneira cada vez mais Fina e Precisa.

    "De repente, você se coloca a questão: "Mas quem sou eu?".
    Isso não é uma busca de objetivo, não é uma necessidade de responder à questão, é que você não sabe mais quem você é dentro de uma pessoa.
    "Tudo isso é o que vocês vivem, são mecanismos de ajuste extremamente finos.
    "É para isso que nós decidimos, durante este mês, dar-lhes essas Notas, eu diria, de estrada, mas esses relatórios de estrada são as Notas da Ascensão."

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  35. QUESTÃO 17 - Resposta: IRMÃO K

    "O Instante Presente pode representar, eu diria, um desafio, nos primeiros tempos.
    "A característica do Instante Presente é de ser liberado dos pensamentos, liberado de tudo o que vem do passado, como tudo o que pode projetar-se em um futuro.
    "O Instante Presente engloba, ao mesmo tempo, o passado, o presente e o futuro, não em uma perspectiva linear, mas, bem mais, Transcendental.

    "Apenas quando você não é mais afetado, de maneira alguma, por seu passado, e quando você está desembaraçada de toda projeção no instante seguinte, ou em um instante futuro, que o presente pode desenvolver sua majestade e conduz você a manifestar o Amor o mais Puro, o mais Incondicionado e o mais Transparente possível.

    "O Instante Presente é rico dele mesmo. Não há necessidade de qualquer apoio, simplesmente, que você esteja, você mesmo, no Abandono, na Humildade e na Simplicidade.
    "O Instante Presente é, portanto, a irrupção do Maravilhoso e do Sagrado no que não o é.
    "O Instante Presente é estar colocado ao centro da Cruz, no Coração do Coração.

    "O Instante Presente é o lugar no qual se situa a Eternidade e, portanto, a Reconexão com a Fonte definitiva, que corresponde ao que foi chamado, pela própria Fonte: a Promessa e o Juramento."

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  36. IMENSSSAAAA GRRRRAAATTTTIIIIIDDDDÃOOO

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