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18 de mai de 2016

SRI AUROBINDO – Maio de 2016




NB: essa canalização é extraída de um conjunto de canalizações que acompanharão nossa ressurreição nesse mês de maio.


Eu sou Sri Aurobindo.
Irmãs e irmãos encarnados, instalemo-nos, primeiramente, se o quiserem, no Silêncio preliminar da consciência da Ressurreição.

… Silêncio…

Eu venho a vocês, acompanhado do Espírito do Sol e do Coro dos Anjos, no coração do Um.
Minhas palavras não terão necessidade de ser numerosas, trata-se, sobretudo, para cada um de vocês, de instalar-se nesse Silêncio e, através da comunhão de nossos corações, deixar instalar-se o que está à sua porta.

As primícias de sua Ressurreição estão, efetivamente, aí.
Em sua Presença, em sua Ausência e em seu Silêncio dissipam-se os últimos véus do confinamento.
Doravante, a Luz e Sua Inteligência tocam e penetram cada parcela de sua consciência e de seu corpo, e realiza a junção de Porta a Porta, de Estrela a Estrela, da verdade da Luz e do próprio princípio de sua Ressurreição.

Minha presença não é, portanto, destinada a dar-lhes esclarecimentos suplementares ou complementares, mas, bem mais, permitir-lhes, onde quer que vocês estejam, deixar emergir, deixar florir a conjunção do masculino sagrado e do feminino sagrado, o que lhes dá a possibilidade de manifestação cada vez mais precisa da androginia primordial, acoplada ao Verbo Criador, ambos em ressonância com o que foi ligado e nomeado o décimo primeiro corpo e o décimo segundo corpo.

A junção e a coordenação da androginia primordial e do Verbo Criador finalizam a ignição de sua Merkabah interdimensional, de seu veículo ascensional e, isso, de maneira cada vez mais extensiva e cada vez mais visível, tal como lhes foi descrito por Ma Ananda Moyi.

Existe certo número de elementos preliminares, se posso dizer, para a manifestação de sua Ressurreição, antes, mesmo, do Apelo de Maria e antes, mesmo, do momento coletivo da Liberação da Terra, ao nível de suas consciências.

No espaço de meus silêncios, pela Graça da Luz, do Espírito do Sol e do Coro dos Anjos, isso se revela no próprio instante, o que lhes dá um vislumbre ou a totalidade dessa vivência.

Há mais de seis anos, eu havia evocado, longamente, a fusão dos Éteres e a Obra no Azul.
Hoje, assim como lhes foi explicado pelos Anciões, essa alquimia toca ao seu termo, e revela seu corpo de glória e sua imortalidade, e põe fim, de maneira irremediável, a todo sofrimento, a toda separação, assim como a toda morte.

O simples fato de portar seu olhar e sua atenção sobre os locais respectivos do décimo primeiro corpo e do décimo segundo corpo – situados, eu os lembro, no ponto de emergência deles, ao nível do lábio superior e acima da bola do nariz – dá-lhes a viver essa Ressurreição.
Assim, portanto, neste instante, como em qualquer instante, é-lhes possível, além dos sintomas e dos sinais dados por nossa irmã Ma Ananda, facilitar a instalação do que foi descrito.

A fusão do décimo primeiro corpo e décimo segundo corpo pode dar certo número de sensações em seu rosto, nos quais não é útil atrasar-se, porque nada substitui sua vivência e a evidência dessa vivência.
Além dos sinais e dos sintomas descritos por Ma Ananda, produz-se um mecanismo reconhecível, para aqueles que vivem as vibrações, ao nível da Coroa da cabeça.
A Coroa, constituída pela junção das doze Estrelas, vai deslocar-se e elevar-se em direção da pequena Coroa da cabeça.
A Inteligência da Luz – no momento o mais oportuno para cada um de vocês e, o mais tardar, no momento do Apelo de Maria – eleva-os, não para retirá-los de seu corpo, mas para abri-lo às suas novas faixas de frequência, às suas novas manifestações.

No silêncio, no sopro de sua respiração apaziguada, eleva-se a Coroa radiante da cabeça.

… Silêncio…

Nessa percepção vive-se e pode-se viver o conjunto de elementos comunicados por Ma.

… Silêncio…

É nesse ajuste final entre o efêmero e o Eterno que se produzirão os sinais que precedem o Apelo de Maria, assim como o Apelo de Maria.
Essa nova abertura, se posso dizer, é o que os desembaraçará, de maneira definitiva, se já não foi feito, da ilusão da pessoa, da ilusão desse mundo e da ilusão de toda história, e concretiza o retorno à Eternidade e, sobretudo, e antes de tudo, o retorno à Liberdade.
Não mais, unicamente, interior, como foi o caso para os Liberados Vivos, mas de maneira integral e total.
Nessa densidade nova, porque se trata, efetivamente, de uma densidade, a densidade da Luz substitui a densidade do corpo.

É nesse estado e nessa consciência que vocês ressuscitam.
Como pôde dizê-lo nosso Comandante, a borboleta nasceu.
Ela seca suas asas e prepara seu voo, e cria o que foi nomeado o parto e a libertação, o que lhes dá a viver a realidade de sua eternidade, a realidade do Amor, que não suporta qualquer condição desse mundo nem qualquer limitação desse mundo, e os faz viver que está, em sua humanidade e em sua humildade, o fato de que vocês não são desse mundo, mas estão sobre esse mundo.
É, também, que vocês saem, de maneira definitiva, de toda dualidade e do dualismo inexorável desse mundo confinado.
É nisso que vocês encontrarão a força de percorrer o que lhes resta a percorrer, até o prazo dessa dimensão.

Qualquer que seja o tipo de manifestações inesperadas já sobrevindas ou que devam sobrevir no que há a viver, é aí que se situam a última Passagem e a Reversão final, o reajuste e o realinhamento da consciência e dessa esfera terrestre com a Luz da Fonte, e com o plano de manifestação criado, há muito tempo, por algumas entidades criadoras de mundos.

O apelo a essa Ressurreição faz-se cada vez mais premente em cada um de vocês, como em todas as estruturas desse mundo e dessa sociedade.
Não é mais, agora, questão de escolha, exceto nas últimas Graças Marianas, mas, bem mais, de concretização e de manifestação de cada uma de suas próprias verdades.

… Silêncio…

No silêncio do instante presente, isso se desenrola em vocês.

Essa elevação vibratória e essa elevação da Coroa da cabeça é um mecanismo pré-ascensional, que lhes dá, de algum modo, por antecipação, a certeza inabalável, pela vivência, do que vocês são.

No que há a viver há apenas o Silêncio.
Mesmo se formas possam aparecer, e cores, como foi explicado, a partir do instante em que vocês entram, como agora, em seu alinhamento no Coração do Coração, então, não resta mais do que a certeza e a Evidência do que vocês são, sem que isso sofra a mínima interrogação, o mínimo questionamento.
Nesse estado interior, sua pessoa dilui-se, os mecanismos de funcionamento da pessoa acalmam-se e apagam-se, por si mesmos, substituídos pela vacuidade da plenitude que não é desse mundo.

Esse é o sentido de minha intervenção aqui mesmo, como para cada um de vocês que escutará e ouvirá isso.

… Silêncio…

O canto do Espírito ecoa, talvez, em suas cordas celestes, no Canal Mariano, em suas células, mas qualquer que seja a manifestação ou a ausência de manifestação, isso, em nada, incomoda a emergência do que acontece.

O movimento é, portanto, efetivamente, um movimento do exterior para o interior, conjunto ao mesmo movimento do interior para o exterior, que abole, assim, como foi explicado, a última separação e os últimos sofrimentos.

O coração órgão, o coração vibral e o coração energético participam, também, dessa retirada das últimas separações.

… Silêncio…

Se vocês percebem as vibrações, qualquer que seja a intensidade delas, sua consciência permanece clara.
Ela supera a identificação à vibração – uma vez que a consciência é vibração – e permite estar, de algum modo, na antecâmara do Último.

A Última Presença é um ponto de equilíbrio no Coração do Coração.
A Ressurreição já se esqueceu das etapas anteriores, e revela-lhes, então, de maneira lúcida, que não houve, jamais, etapas anteriores, se não foi na pessoa, em uma história temporária ligada ao confinamento e aos diferentes ciclos passados, para alguns de vocês, no curso desses períodos.

A Morada de Paz Suprema os conduz, naturalmente, à sua Ressurreição.

Até agora, e cada vez mais regularmente, vocês podem beneficiar-se de nosso aporte, de nossa comunhão para viver sua dissolução e seu desaparecimento, e retornar à pessoa encharcada de Luz e saciada.
Mas para inúmeros de vocês, até agora, isso não se mantinha de modo permanente, porque o momento não era chegado.
Ora, o momento é chegado para não mais ser freado ou retido por qualquer circunstância ligada a esse mundo.
Se sua humildade, sua transparência permitem-no, o acesso a essa estabilidade é-lhes dado por si mesmos.
Não se trata, mesmo, mais de um posicionamento ou de um ponto de vista da consciência, que põe fim à espécie de dicotomia entre a pessoa e o observador, assim como a vivência da Liberdade, o Absoluto.
É, justamente, o desaparecimento dessas barreiras, dessas reticências, desses últimos véus que permite a reunificação total de seu ser, nesse mundo e através desse mundo.
Isso é bem mais importante do que todas as revelações, vividas e experimentadas até agora.
É o momento de seu sacrifício, o momento da doação total à Fonte, ao que vocês são.

Em cada um de meus silêncios, na duração deles, isso se manifesta para estabelecer-se e permanecer em vocês.

… Silêncio…

É nessa Ressurreição, além de todas as manifestações descritas por Ma e por outras, que vocês vivem, realmente, a Liberação, antes, mesmo, da Liberação coletiva sem, mesmo, ter necessidade de perceber o que era necessário até agora: a Onda de Vida, o Canal Mariano, as Coroas radiantes.
A Eternidade toma todo o lugar e não deixa subsistir, durante a experiência, qualquer veículo, qualquer forma e qualquer identidade, que os faz viver, então, de maneira integral, o Amor-Luz incondicionado, que amplifica sua sabedoria.

Nessa vivência do instante não há mais possibilidade de observar, de racionalizar, de crer ou não crer.
Há apenas isso, que toma todo o espaço, todos os tempos e todas as suas formas.

… Silêncio…

Nesse espaço, e não há qualquer esforço, de qualquer estrutura efêmera que seja, há, é claro, o estado de Graça e, ao mesmo tempo, densidade e leveza, porque um não é diferente do outro em sua eternidade.

… Silêncio…

O som pode, ainda, guiá-los, a vibração da Coroa, ela também, mas mesmo esses elementos parecem-lhes distantes, parecem-lhe não concernir ao que está aí.

Mesmo minhas palavras, minha identidade e minha presença parecem-lhes insignificantes em comparação ao que se vive.

… Silêncio…

O silêncio preenche a imensidão.

… Silêncio…

O próprio sopro torna-se cada vez mais distante.
O esquema corporal parece diluir-se.

… Silêncio…

As referências habituais da posição de seu corpo e de sua consciência afastam-se, elas também.

… Silêncio…

Minhas palavras parecem-lhes sair, tanto de vocês mesmos como de mim, como de toda a parte.

Nada mais pode estar localizado nem, mesmo, fixado.
As referências habituais nesse mundo, de tempo e de espaço, fundem-se e afastam-se.

… Silêncio…

Toda ideia, pensamento ou vivência da pessoa afastam-se, também.

… Silêncio…

E aí, nenhum sentimento, nenhuma ideia, nenhuma percepção.
Apenas isso.

… Silêncio…

Tudo está, ao mesmo tempo e no mesmo tempo, distante e próximo.
A própria distância é abolida.

… Silêncio…

A própria consciência não é mais tida e retida por qualquer elemento que seja.

… Silêncio…

Aí onde você está, você não pode mais definir nem nomear.
Há apenas isso.

… Silêncio…

Nenhum pensamento, nenhuma ideia pode aparecer e emergir.

O Amor-Luz ocupa tudo.

… Silêncio…

Uma paz desconhecida faz-se conhecer.

… Silêncio…

E aí, certamente, você se reconhece, em parte ou na totalidade.

… Silêncio…

Mais nenhuma outra palavra é útil, nem, mesmo, desejável.

… Silêncio…

Permaneça assim, enquanto não há ninguém.

… Silêncio…

Eu sou Sri Aurobindo, e eu abençoo isso.
Nas circunstâncias que você desejar, você poderá instalar-se, à vontade, nisso.

… Silêncio…

Assim é o Amor, sem objeto e sem sujeito, indiferenciado a toda causa e a todo resultado.

… Silêncio…

Eu o saúdo, você, que viveu isso, na totalidade ou em parte.
Sua coroa de glória substitui-se em sua pessoa, nesse corpo vivo, efêmero como eterno.

… Silêncio…

Tome todo o seu tempo e todo o espaço que a Inteligência da Luz julgue necessário.
Doravante, você não tem necessidade de nós, nem de você, nem de ninguém, que se reconhece e vive-o.

Eu saúdo sua essência, eu saúdo a Fonte, eu o saúdo, onde quer que você esteja, e eu me calo agora.


… Silêncio…

4 comentários:

  1. Doravante, a Luz e Sua Inteligência tocam e penetram cada parcela de sua consciência e de seu corpo, e realiza a junção de Porta a Porta, de Estrela a Estrela, da verdade da Luz e do próprio princípio de sua Ressurreição.
    .........
    A junção e a coordenação da androginia primordial e do Verbo Criador finalizam a ignição de sua Merkabah interdimensional, de seu veículo ascensional e, isso, de maneira cada vez mais extensiva e cada vez mais visível, tal como lhes foi descrito por Ma Ananda Moyi.
    .........
    A fusão do décimo primeiro corpo e décimo segundo corpo pode dar certo número de sensações em seu rosto, nos quais não é útil atrasar-se, porque nada substitui sua vivência e a evidência dessa vivência.
    .........
    É nesse ajuste final entre o efêmero e o Eterno que se produzirão os sinais que precedem o Apelo de Maria, assim como o Apelo de Maria.
    .........
    Qualquer que seja o tipo de manifestações inesperadas já sobrevindas ou que devam sobrevir no que há a viver, é aí que se situam a última Passagem e a Reversão final, o reajuste e o realinhamento da consciência e dessa esfera terrestre com a Luz da Fonte, e com o plano de manifestação criado, há muito tempo, por algumas entidades criadoras de mundos.
    .........
    Essa elevação vibratória e essa elevação da Coroa da cabeça é um mecanismo pré-ascensional, que lhes dá, de algum modo, por antecipação, a certeza inabalável, pela vivência, do que vocês são.
    .........
    Se vocês percebem as vibrações, qualquer que seja a intensidade delas, sua consciência permanece clara. Ela supera a identificação à vibração – uma vez que a consciência é vibração – e permite estar, de algum modo, na antecâmara do Último.
    .........
    A Ressurreição já se esqueceu das etapas anteriores, e revela-lhes, então, de maneira lúcida, que não houve, jamais, etapas anteriores, se não foi na pessoa, em uma história temporária ligada ao confinamento e aos diferentes ciclos passados, para alguns de vocês, no curso desses períodos.
    .........
    Nessa vivência do instante não há mais possibilidade de observar, de racionalizar, de crer ou não crer.
    .........
    Aí onde você está, você não pode mais definir nem nomear.
    .........
    Assim é o Amor, sem objeto e sem sujeito, indiferenciado a toda causa e a todo resultado.

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  2. ... Deixar instalar-se o que está à sua porta.


    Doravante, a Luz e Sua Inteligência tocam e penetram cada parcela de sua consciência e de seu corpo, e realiza ...


    A fusão do décimo primeiro corpo e décimo segundo corpo pode dar certo número de sensações em seu rosto,...


    No silêncio, no sopro de sua respiração apaziguada, eleva-se a Coroa radiante da cabeça.


    Como pôde dizê-lo nosso Comandante, a borboleta nasceu.


    O apelo a essa Ressurreição faz-se cada vez mais premente em cada um de vocês, como em todas as estruturas desse mundo e dessa sociedade.


    O coração órgão, o coração vibral e o coração energético participam, também, dessa retirada das últimas separações.


    Até agora, e cada vez mais regularmente, vocês podem beneficiar-se de nosso aporte, de nossa comunhão para viver sua dissolução e seu desaparecimento, e retornar à pessoa encharcada de Luz e saciada.


    Se sua humildade, sua transparência permitem-no, o acesso a essa estabilidade é-lhes dado por si mesmos.


    O Amor-Luz ocupa tudo.


    Nós saudamos, reconhecendo, o quanto somos beneficiados...

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  3. "Irmãs e irmãos encarnados, instalemo-nos, primeiramente, se o quiserem, no Silêncio preliminar da Consciência da Ressurreição. As primícias de sua Ressurreição estão, efetivamente, aí.
    "Em sua Presença, em sua Ausência e em seu Silêncio dissipam-se os últimos véus do confinamento.
    "Doravante, a Luz e Sua Inteligência tocam e penetram cada parcela de sua consciência e de seu corpo, e realiza a junção de Porta a Porta, de Estrela a Estrela, da Verdade da Luz e do próprio Princípio de sua Ressurreição.

    "Minha presença não é, portanto, destinada a dar-lhes esclarecimentos suplementares ou complementares, mas, bem mais, permitir-lhes, onde quer que vocês estejam, deixar emergir, deixar florir a conjunção do Masculino Sagrado e do Feminino Sagrado, o que lhes dá a possibilidade de manifestação cada vez mais precisa da Androginia Primordial, acoplada ao Verbo Criador.
    "A junção e a coordenação da Androginia Primordial e do Verbo Criador finalizam a Ignição de sua Merkabah Interdimensional, de seu veículo Ascensional.
    "Essa alquimia toca a seu termo, e Revela seu Corpo de Glória e sua Imortalidade, e põe fim, de maneira irremediável, a todo sofrimento, a toda separação, assim como a toda morte.

    "É nesse estado e nessa consciência que vocês Ressuscitam.
    "Como pôde dizê-lo nosso Comandante, a borboleta Nasceu. Ela seca suas asas e prepara seu Voo, e cria o que foi nomeado o Parto e a Liberação, o que lhes dá a viver a Realidade de sua Eternidade, a Realidade do Amor, que não suporta qualquer condição desse mundo nem qualquer limitação desse mundo, e os faz viver que está, em sua humanidade e em sua Humildade, o fato de que vocês não são desse mundo, mas estão sobre esse mundo.
    "É, também, que vocês saem, de maneira, de toda dualidade e do dualismo inexorável desse mundo confinado.

    "No Silêncio do Instante Presente, isso se desenrola em vocês.
    "Nesse Estado Interior, sua pessoa dilui-se, os mecanismos de funcionamento da pessoa acalmam-se e apagam-se, por si mesmos, substituídos pela Vacuidade da Plenitude que não é desse mundo.

    "A Última Presença é um ponto de equilíbrio no Coração do Coração.
    A Ressurreição já se esqueceu das etapas anteriores, e revela-lhes, então, de maneira lúcida, que não houve, jamais, etapas anteriores, se não foi na pessoa, em uma história temporária ligada ao confinamento e aos diferentes ciclos passados, para alguns de vocês, no curso desses períodos .
    "A Morada da Paz Suprema os conduz, naturalmente, à sua Ressurreição

    "É o momento de seu Sacrifício, o momento da Doação Total à Fonte, ao que vocês São.
    "Permaneça assim, enquanto não há ninguém.
    "Uma Paz desconhecida faz-se conhecer.
    "O Amor-Luz ocupa tudo."

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