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8 de mar de 2007

O.M. AÏVANHOV (2/2) – 8 de março de 2007


DO SITE AUTRES DIMENSIONS.


Questão: como se preparar, o melhor possível, para superar essa dualidade que nós vivemos agora?

Decidindo, já, renunciar, não à vida, obviamente, mas renunciar à dualidade.
Se vocês sentem, no interior de si que, por exemplo, mudar de modo de vida seja importante, então, façam-no, sigam o que lhes diz seu ser interior, qualquer que seja o preço a pagar para isso, não é mais tempo de tergiversar, de dizer «sim, mas tenho minha profissão, sim, mas tenho meu marido, sim, mas tenho meus filhos, sim, mas tenho meus hábitos, sim, mas tenho minha família».
Isso são apegos.
O que não quer dizer que seja preciso tudo deixar e pôr-se em uma caverna e não mais mover-se.
Eu disse, simplesmente, que era preciso fazer o que lhes diz sua consciência, em seus momentos de lucidez, e esses momentos de lucidez são os momentos em que a quinta dimensão vem infusionar-se no interior de sua alma e de seu corpo.

Nesse momento, vocês se colocam as boas questões.
Tudo o que lhes parece desgastante, tudo o que lhes parece falso, tudo o que lhes parece ilusório, tudo o que lhes parece dissociado, distorcido, discordante, deve ser eliminado, o mais rapidamente, de sua vida.
Não há compromisso possível com a quinta dimensão.
A terceira dimensão é um mundo de compromisso.
Vocês são obrigados a fazer compromissos com tudo, com as condições da vida social, com as próprias condições da terceira dimensão.
Na quinta dimensão não é, absolutamente, possível.

Então, o melhor modo de preparar-se é estar na Unidade, estar em acordo consigo mesmo, atribuir-se momentos de recolhimento, no interior de si.
Então, para alguns, isso pode passar pelo que vocês chamam oração, para outros, pode passar, simplesmente, pelo estar na natureza, para outros, pode ser estar em um universo musical específico.
Escolham o que é bom para vocês, escolham o que os põe na alegria, porque a quinta dimensão é uma dimensão de alegria, uma dimensão de amor infinito, uma dimensão na qual não há lugar para a dúvida.
Isso não quer dizer que vocês não duvidem porque, como eu dizia no início, há, sempre, oposição entre a terceira que ainda está aí e a quinta, que não está completamente aí.

Questão: poderia falar-nos dos Hayot Ha Kodesh?

Os Hayot Ha Kodesh são seres de fogo que são os mais próximos do Pai, são seres que jamais conheceram a encarnação, que jamais conheceram as dimensões abaixo da décima primeira dimensão, são seres solares, são seres de fogo, são Querubins, são seres que têm a onisciência, a onipotência, eles são capazes, por um simples olhar de fogo, destruir sistemas solares, eles são capazes de criar os mundos, eles retransmitem, fielmente, a pulsação da Fonte, eles são capazes de lembrar a eles os seres que estão extraviados em dimensões intermediárias.

Eles estão, eu diria, ao mais próximo da Fonte, mas eles são aqueles, também, que guiam os movimentos planetários, os movimentos dos sóis e os movimentos das galáxias.
São eles os mecanismos que permitiram a manifestação do que vocês veem no céu.
São eles que permitiram a manifestação da vida do que vocês veem em seu corpo, ou seja, os órgãos.
Eles presidiram, de algum modo, a criação – em planos, primeiro, metafísicos – de arquétipos dos órgãos, de espíritos, se preferem, dos diferentes órgãos que constituem as diferentes formas de vida (não, unicamente, humanas).
Eles colocaram os planos da possibilidade de afastamento da Fonte em todas as dimensões a partir da décima primeira, mas, também, a possibilidade inerente, através de todo ser, através, mesmo, da biologia, através de cada célula, de reencontrar essa Fonte de Luz, porque o Pai está presente, também, em cada uma de suas células.

Então, os Hayot Ha Kodesh são chamas divinas, oniscientes, onipotentes.
Eles têm a possibilidade de ver, ao mais exato, o que é desejável e correto, necessário para a alma.

Questão: é possível estar em relação com os Hayot Ha Kodesh?

A condição sine-qua-non decorre do que eu disse precedentemente: é preciso que sua estrutura vibratória, ao nível de sua consciência, seja capaz de elevar-se até a décima primeira dimensão, porque eles não podem descer mais baixo, senão, eles queimariam, totalmente, aqueles que se aproximassem, são seres de fogo.
Mas pode-se, efetivamente, entrar em contato, do mesmo modo, como quando da experiência EQM, pode-se entrar em contato com a Luz, com a Fonte.
Pode-se entrar, também, em contato com os Arcanjos, com os Elohim, mas, também, com os Querubins, os Hayot Ha Kodesh.

Se vocês se dirigem aos anjos da cabala, é preciso dirigir-se aos quatro primeiros anjos, que correspondem ao período que vai de 21 a 24 de março.
Há, aí, uma grande chave cabalística de acesso aos Hayot Ha Kodesh.
São os quatro gênios primordiais, que correspondem aos quatro elementos, porque os quatro elementos, tais como vocês os conhecem na terceira dimensão, foram criados pelos Hayot Ha Kodesh.
Portanto, o fato de invocar ou de evocar as energias que correspondem a esses quatro gênios, que correspondem aos elementos é a chave a mais segura para manifestar um contato com os Hayot Ha Kodesh, na condição de que sua estrutura física seja capaz de suportar a vibração dos quatro éteres.

Questão: como você situa os Elohim em relação aos Hayot Ha Kodesh?

Os Elohim são seres de vigésima quarta dimensão, como o regente de Melquisedeque.
Os Elohim foram ao mais perto do lugar do Pai.
Eles entraram em contato com os Hayot Ha Kodesh a um nível extremamente íntimo, antes de fazer o caminho de descida na encarnação.
Os Elohim são os seres que vieram quando da criação de Atlântida, em número de doze.
Eles se tornaram, em seguida, na tradição a mais autêntica, aqueles que se chamaram os doze e, após, os vinte e quatro anciões.
Isso, eram os primeiros seres que vieram da Luz autêntica para acompanhar a criação da terceira dimensão sobre este planeta, na ordem do Melquisedeque.

Os Elohim são, de algum modo, aqueles que viram a face do Pai, que foram queimados pelos Hayot Ha Kodesh, e que foram capazes de manifestar a vontade da Fonte primeira e de descer a vibração da encarnação e de descer a Luz até a encarnação sobre este planeta.
Aí está o que eram os Elohim.

Então, depois, houve outras entidades que sobrevieram, eu diria, bem antes da vinda dos Elohim, ou seja, no que foi chamado o reino dos gigantes, que sobreveio trezentos mil anos antes de Jesus Cristo.
Eram seres que tinham forma humana, dos quais não subsiste qualquer vestígio.
Houve, também, períodos intermediários, quando da decadência da segunda Atlântida, quando seres vindos das estrelas vieram para acoplar-se, misturar seu DNA com os seres humanos, que nada têm a ver com os Elohim.

Os Elohim são seres de pura Luz, que viram os Hayot Ha Kodesh e que foram queimados pelo fogo dos Hayot Ha Kodesh, enquanto os Nephilim vieram de planos intermediários e ultrapassaram o direito deles em relação ao que havia sido desejado pelos Melquisedeques.

Questão: qual é a melhor atitude para recentrar-se no que dá um sentido à vida?

Cara amiga, você evoca, aqui, um problema extremamente difícil, porque inúmeros seres que se abrem à quinta dimensão apercebem-se de que estão em um trabalho que não corresponde, de modo algum, à quinta dimensão.
Então, é um sofrimento, por vezes, cruel, de não mais sentir-se em seu lugar com a Luz que chega.
E, depois, fica-se dividido, porque há a necessidade de ter o dinheiro para viver, não se pode viver sem dinheiro na terceira dimensão, isso vocês sabem.
Então, é preciso, enquanto é possível, tentar lidar com isso, mas, se a consciência diz que não é mais possível, bem, naquele momento, é preciso abandonar.

Mas é uma decisão que vocês devem colocar em sua alma e consciência, eu diria, porque é fácil dizer quando se está do outro lado: abandonem o dinheiro, abandonem o trabalho, abandonem a família.
Mesmo se os impulsos de quinta dimensão digam-lhes que é preciso parar isso, seu espírito de terceira dimensão diz-lhes «mas, não, é preciso continuar, porque é preciso pagar isso, pagar aquilo, é preciso continuar a manter as relações com uns e os outros».
Mas tudo é uma questão de nível vibratório.

Se seu nível vibratório sobe suficientemente, e chega a estar acima da terceira dimensão (ao mesmo tempo tendo os pés sobre a Terra, obviamente, não é questão de viajar alhures, mas de elevar o ponto de consciência que permite ver a realidade do que é vivido), então, naquele momento, vocês sabem que não continuarão muito tempo nesse trabalho.
É exatamente a mesma coisa, por exemplo, quando vocês conduzem um veículo, vocês sabem, muito bem, que é um monte de ferragem, sabem bem que vocês utilizam o petróleo, que destrói a dimensão terceira, sabem que participam de um modelo econômico que é obsoleto e, no entanto, vocês se locomovem com o carro.

Pode-se, também, tomar como exemplo as novas tecnologias como internet, que lhes permite ter informações instantâneas sobre tudo o que vocês querem e, no entanto, internet é o que se chama a tela, é um movimento energético profundamente luciferiano, ou seja, que é feito para fazê-los esquecer-se da Luz autêntica e, no entanto, serve-se dela.

Então, é uma composição, mas é preciso saber que, a um dado momento (que vocês escolherão ou que será escolhido pelo planeta), vocês deverão estar prontos para tudo abandonar, para ir para a quinta dimensão.
Então, há vezes em que se está tão mal, que não se pode continuar, mas essa é uma decisão puramente pessoal.
Eu não posso, eu, dizer-lhes para parar ou continuar.
Tudo depende do nível vibratório que vocês atingem, mas, se atingem um nível de quinta dimensão suficientemente longo tempo e suficientemente intenso, vocês não poderão, mesmo, mais, tomar um automóvel, não poderão, mesmo, mais, viver em sociedade de terceira dimensão.

Então, cabe a vocês saber o que desejam.
De momento, vocês têm a escolha, mas têm consciência de que essa escolha que fazem não está na Luz e, no entanto, é preciso, efetivamente, viver, ainda, enquanto a Terra não tenha passado à quinta dimensão ou, então, vocês são capazes de viver e de passar antes dos outros à quinta dimensão.

Há seres humanos, alguns médiuns que descrevem a passagem deles á quinta dimensão, mas é como alguém que faz uma experiência de morte iminente: ele tinha uma vida, a um dado momento, ele tem um coma, ele vai reencontrar a Luz, ele volta, ele é obrigado a tudo mudar e, no entanto, é obrigado, de qualquer forma, a ter uma vida na terceira dimensão.
Esse é um grande sofrimento, também, mesmo se a alegria esteja ali, mesmo se a irradiação do coração esteja ali porque, quando se tem consciência da vibração da quinta dimensão, compreende-se o jogo da sombra e da Luz, vê-se, efetivamente, que a terceira dimensão é uma dimensão na qual o jogo da sombra e da Luz aproveitou muito à sombra e, isso, é difícil a viver, obviamente.

Então, não há receita milagrosa, é preciso, simplesmente, tentar administrar períodos de calma, períodos em que a quinta dimensão virá nutri-los e suportar, pela esperança, para ir até o fim do que vocês têm a fazer.

Vocês vão, caros amigos, encontrar-se confrontados a esse famoso beco sem saída da terceira dimensão, no qual, mesmo que antes podia dar prazer – sejam algumas profissões ou, mesmo, a relação de ajuda aos outros – não vai mais ter qualquer sentido.
O que aportava a alegria de ajudar ao outro, de estar em setores de atividade que não são mais, diretamente, ligadas ao dinheiro, à competição podiam, há ainda alguns anos, satisfazê-los.
Hoje, não é mais o caso, porque nada pode satisfazê-los na terceira dimensão e, sobretudo, agora.

Então, não é triste dizer, porque há a vida que está aí, a vibração da vida que está aí, mas é preciso, efetivamente, dar-se conta de que a insatisfação irá crescer.
Não é mudando de profissão para outra que vocês vão encontrar a satisfação; a satisfação está, unicamente, no fato de reencontrar sua unidade, e o mais rapidamente possível, ao mesmo tempo continuando, apesar de tudo, a estar nessa terceira dimensão e estar bem enraizado nessa terceira dimensão.
O mais importante é a vibração interior, aquela que vai fazê-los reencontrar sua multidimensionalidade, e o paradoxo é que, quando vocês tiverem experimentado, ainda que apenas uma vez, quando de uma meditação, quando de uma oração, quando de uma leitura de uma muito pequena parte dessa quinta dimensão, vocês não serão mais, jamais, como antes, não poderão mais restabelecer as regras de funcionamento que eram as suas antes.

É, por vezes, um paradoxo, ou seja, vocês descobrem um véu e, efetivamente, vão dizer «eu vou iluminar minha vida no que eu fazia», «vou mudar de profissão», «vou mudar de vida, de cidade», «de mulher, de marido» e, depois, vocês estarão, também, insatisfeitos, porque é a lógica do fim da terceira dimensão.
É preciso que vocês estejam, como dizer, como que desgostosos, de algum modo, enjoados da experiência da terceira dimensão: é a ajuda que lhes fornece a vibração quinta que se efusiona sobre este planeta, já, há extremamente muito tempo agora e que vai reforçando-se, já há numerosos anos.
Ela é destinada a fazê-los fazer a escolha da Luz e não mais da dicotomia sombra e Luz.

Então, certamente, é muito desconfortável, sobretudo para aqueles que vislumbraram a Luz, porque há seres que não vislumbraram a Luz e que continuam, apesar de tudo, custe o que custar, a ir para a obscuridade, mas estes, no último minuto, podem encontrar a Luz, mas não sofrem, de momento, porque eles não sabem que há outra coisa.
Então, eles tentam organizar, ao máximo, a vida de terceira dimensão, tendo o sentimento, por vezes, de estar em algo de perfeitamente ordenado, de perfeitamente correto, de perfeitamente lógico.
Então, a situação daqueles que vislumbraram a Luz é muito mais difícil a viver, mas isso faz parte do caminho, vocês não podem fazer a economia dessa tomada de consciência.

Questão: parece-me que, avançando para a quinta dimensão, as coisas vêm para si?

Não se pode dizer, necessariamente, que as coisas venham para si, mas que elas são mais fluidas, ou seja, quando se está nessa dimensão quinta, o fenômeno de hiper-sincronia manifesta-se.

O problema é que a terceira dimensão continua aí, e ela não é fluida, e ela não é sincrônica.
Então, efetivamente, poder-se-ia dizer que, quanto mais se sobe em vibração e mais se toca a quinta dimensão, mais as coisas são fáceis.
De modo algum elas são mais fluidas, são mais sincrônicas ou hiper-sincrônicas, o que não quer dizer que a terceira dimensão, com suas resistências, não está mais aí, entretanto, com a Luz, tudo se torna mais fácil.
Nesse sentido, sim.

Questão: poderia falar-nos do corpo de Luz?

O corpo de Luz, o corpo imortal, o corpo sem costura, o corpo de glória, tal como é descrito no apocalipse de São João, corresponde a esse corpo de cristal, ligado à sílica.
O carbono é ligado à terceira dimensão.
A sílica é ligada à quinta dimensão.
Assim como o domínio do fósforo é ligado à nona dimensão, e assim por diante.

O grau de materialidade, as regras de funcionamento tornam-se, cada vez mais, a palavra é, talvez, mal escolhida, mas, cada vez mais, sutis.
Eu não vou desenvolver o corpo sem costura, o corpo imortal, porque isso seria extremamente complexo.
O corpo de quinta dimensão não é limitado, mesmo se haja forma, a forma pode tornar-se amorfa, a forma pode deformar-se.
Nesses mundos de quinta dimensão, o pensamento é todo poder.
Os pensamentos não são compartimentados, os seres comunicam-se entre si, instantaneamente, pela consciência, diretamente pelos pensamentos.
Não pode haver distorção de pensamentos.
O pensamento é criador no instante e muitas outras coisas ainda, mas isso participa do que é chamado o corpo imortal, obviamente.
Inúmeros nomes foram dados, mas eles correspondem à mesma realidade.

O corpo sem costura quer dizer, simplesmente, que é um corpo que é regenerado, é um corpo que não tem ferida, é um corpo que não é costurado, recosturado, é um corpo de transparência, o qual se chama sem costura porque se vê como uma vestimenta perfeita, que não teria costura, que não teria botão, que não teria um direito e um avesso, mas que seria de uma única peça, na qual o interior confundir-se-ia com o exterior.

Questão: os atlantes reencarnaram-se, nesse momento, para ajudar na passagem na ascensão em compensação de faltas ou do que eles teriam podido fazer em outra época?

Isso é uma realidade, mas muitos seres reencarnam-se, hoje, porque é a grande festa.
Então, inúmeros seres (quer sejam humanos ou não humanos, aliás), ao nível da evolução, tomaram um corpo de carne.
Há muitos, muitos walk-in, almas que partiram para deixar o lugar a outras almas, no mesmo corpo.
Há, também, muitos Anjos do Senhor, como os chamam, que são irmãos de quinta dimensão que mantiveram um corpo físico com sílica, é claro, não carbono, entretanto, corpo físico que é capaz de intervir em sua dimensão.
Há os irmãos do espaço, que esperam esse movimento cósmico há extremamente muito tempo.

Há muitos povos presentes sobre a Terra, na terceira dimensão, mas presentes, também, nos mundos intermediários (astral, mental) e que estão prontos a intervir para ajudar o processo ascensional.

Então, há dois processos a diferenciar: o processo de ascensão individual (ninguém pode fazê-lo em seu lugar, mesmo um ser de Luz, mesmo Cristo, mesmo um Hayot Ha Kodesh, porque essa é sua decisão pessoal, que lhes pertence) e, depois, há outro processo, que é um processo de ascensão coletiva, planetária, se preferem.
Aqueles cuja ascensão individual for aproximadamente sincrônica com o processo de ascensão coletiva subirão com o corpo à quinta dimensão.

Mas o processo de ascensão individual participa do mesmo processo, obviamente, que a ascensão coletiva.
Processo de reversão, de inversão de valores, se preferem; transmutação de carbonos em sílica, transmutação de DNA, transmutação celular, transmutação de consciência, abertura à Divindade, ao corpo sem costura.

A maior parte dos seres que o desejaram está a caminho para esse processo e, depois, a um dado momento, o processo de ascensão coletiva, planetária, se preferem, será sincrônico com o processo de ascensão individual junto a múltiplos seres sobre este planeta.
Haverá ressonância, afinidade vibratória entre a ascensão do Sistema Solar e a ascensão individual desses seres, e eu os remeto, para isso, ao apocalipse de São João.

Vocês entraram no último período, aquele em que São João dizia que haveria muitos chamados e poucos escolhidos, mas que, em contrapartida, muitos seres humanos seriam marcados com o sinal da besta.
Inúmeros seres haviam, já, falado disso, há mais de dez anos, são os famosos chips que querem implantar-lhes na mão, na fronte ou no ombro.
Aqueles que forem implantados com esse chip, obviamente, não poderão ascensionar.

Questão: aqueles que são de origem atlantiana ou lemuriana têm um papel específico a desempenhar?

Isso depende da alma em questão, não é uma missão de grupo de almas.
Há almas que se reencarnam que estavam presentes na Lemúria. Outras, em Atlântida, outras, em Hiperbore, outras, no Intraterra, mas cuja finalidade não é, sempre, a mesma, é claro.
Nem todos são, dito em outros termos, guias de evolução para a quinta.

À época da destruição de Atlântida havia, também, a sombra e a Luz.
Há os que estavam do lado da sombra e, outros, do outro lado.
Então, conforme o que eles eram à época, a resolução não é, absolutamente, a mesma, obviamente, e a evolução, tampouco.
Não se deve colocá-los, todos, na mesma família de almas.

Questão: em qual dimensão pode-se encontrar a consciência sem palavras?

Após o coração do Pai, após a Luz que é descrita pelas pessoas que fazem uma experiência de morte iminente (como uma Luz no fim do túnel), após o coração do Pai, que é Luz, há o pensamento do Pai, o que é escrito na cabala, o que está além da Luz.
Ora, além do coração do Pai, além do amor, há o pensamento do Pai.
Não se pode imaginar a Luz sem ter um pensamento preliminar na Luz, e não se deve confundir o mental e o pensamento.
O mental é uma construção ligada à terceira dimensão, o pensamento é um processo vital, quanto mais se aproxima da Fonte que está na trigésima quarta dimensão (mas que não é a última dimensão).

Por trás dessa Luz há o pensamento do Pai.
Os seres que são os mais próximos do pensamento primordial são os Hayot Ha Kodesh, de quem nós falávamos precedentemente: oniscientes, onipresentes, portanto, seres pensantes.
O pensamento – e não o mental, e não a linguagem – é, certamente, o arquétipo que acompanha a manifestação do Divino através da Luz.
Portanto, não pode haver dimensão sem pensamento, mas o pensamento pode organizar-se de maneira diferente.

Na quinta dimensão, o pensamento é unificado entre as diferentes entidades na vida por uma unidade de consciência coletiva a vinte e quatro unidades de consciência.
Há, além da vigésima quarta dimensão, seres que são constituídos de três Luzes, cuja forma é um triângulo que, eles, têm um pensamento tri-único e, depois, há o pensamento das chamas dos Hayot Ha Kodesh.
Mas o Sol é um pensamento, antes de ser o Sol.

Não se deve assimilar mental e pensamento, são dois mundos totalmente diferentes.
Em seu mundo, quando vocês dizem «eu penso», vocês não pensam, vocês fazem apenas refletir o pensamento que vem de uma dimensão outra.
Quando vocês dizem «eu tenho uma ideia», quem é que tem a ideia?
É o mental ou é o pensamento?

É muito difícil, na terceira dimensão, distanciar o pensamento e o mental e, no entanto, em outras dimensões, o mental está ausente, mas o pensamento está bem presente.
Tudo depende de para que é voltado o pensamento.
Então, na quinta dimensão, ele é voltado para a não separação e por um funcionamento de vinte e quatro consciências em um modo unitário.
Em outros lugares é, ainda, outra coisa, mas é, sempre, o pensamento.
Ele muda de qualidade, ele se paramenta de atributos diferentes.

Na terceira dimensão, o que vocês chamam o mental, o pensamento, o pensamento mental corresponde a uma pálida cópia do que é, realmente, o pensamento.

Questão: o que significa que, na quinta dimensão, a consciência já é sem mental?

O mental não existe mais, a tal ponto que a primeira pessoa a ter falado, de maneira precisa, da quinta dimensão, independentemente das escrituras, falava desse estado específico de Luz, e ele havia chamado de supramental, para, efetivamente, assinalar que era além do mental.
Está-se na consciência pura, o que os orientais chamam o mundo da felicidade eterna, no qual não há mais mental, mas no qual o pensamento é claro.

Questão: nessa preparação aos acessos a essa quinta dimensão, como se articula o individual e o coletivo, ou seja, é a soma do trabalho de cada um para esse acesso que importa ou há outros atos a colocar ao nível coletivo?

Eu responderia que são os dois ao mesmo tempo, exceto que não é uma soma, é uma multiplicante.
Em numerosas reprises, numerosas entidades manifestaram-se para dizer que estavam muito inquietas, porque o número de pessoas que havia ascensionado ao nível etéreo não era suficiente, porque há, efetivamente, uma noção de limiar crítico.

Certo número de seres humanos deve, necessariamente, preparar o fenômeno coletivo.
Eles são, de algum modo, os ancoradores da quinta dimensão, a título individual, mas para a coletividade.
Portanto, o processo individual, em certa medida, influencia o fenômeno coletivo.
Isso é evidente, mas, a um dado momento, quando o número suficiente de chamados for escolhido, o processo poderá bascular para um nível coletivo e, aí, nós passaremos, realmente, aos fenômenos de ascensão física, real e concreta, de todo o planeta e dos ocupantes que terão decidido subir e migrar à quinta dimensão.

Então, os dois são intimamente ligados, mas o processo individual deve preocupá-los muito mais do que o fenômeno coletivo.
É ocupando-se de seu indivíduo que vocês participarão do coletivo de maneira formal, não é olhar ao exterior (e eu sei que é muito tentador querer fazer profecias), olhar os elementos que se libertam, olhar esse mundo que desmorona.

É mais importante construir no interior, entretanto, vocês não podem fechar os olhos ao que está acontecendo.
Vocês o têm sob os olhos a cada minuto, há os elementos que estão desajustados, há uma anarquia total, que está se produzindo em todos os setores da vida, e isso irá crescendo, mas deve encorajá-los a trabalhar por sua ascensão individual.

Então, os dois são intimamente ligados, mas, a um dado momento, a ascensão coletiva tem precedência, efetivamente, sobre a ascensão individual.
Se não houvesse ascensão coletiva, vocês não poderiam ascensionar com o corpo.
Parece-me que os exemplos de seres que ascensionaram com o corpo neste planeta é, de qualquer forma, relativamente restrito, se se pode dizê-lo.

Questão: «subir» à quinta dimensão faz referência a uma nova esfera?

Parece-me que eu já respondi.
É a Terra que é transmitida de terceira à quinta.
É como se, a um dado momento, ela estivesse aí e, em outro momento, ela não está mais aí.

Para a consciência, é similar: quando um ser humano morre, o que é que acontece?
O mundo não desaparece, é ele que desaparece para o mundo.
É o mesmo processo que acontecerá na quinta dimensão, exceto que, aí, será coletivo.
De repente, há pessoas que se comunicam, que estão aí, há uma delas que passa, eu diria, à quinta, e a outra que permanece na terceira; há uma que subiu e a outra que permaneceu.

Aí está como isso acontecerá, e é o mesmo processo que no momento da morte.
No momento da morte, vocês deixam esse corpo, exceto que, aí, vocês levarão o corpo consigo, para aqueles que subirão com o corpo, o que não é uma generalidade.
Isso dependerá, cada caso será diferente.
O que se pode dizer, com isso, é que, quando eu falo de subir, trata-se, realmente, de uma sensação de ascensão.
A ascensão não é uma vã palavra, a transmutação da terceira à quinta é um processo de subida vibratória; ela corresponde à subida do kundalini, que corresponde, também, realmente, a um aumento e a uma revelação de diferentes corpos que os constituem.

Portanto, é, realmente, uma subida, não é uma visão do espírito.
Como está escrito, aliás, no apocalipse de São João: «os chamados e os escolhidos serão chamados, um a um», eles subirão com seu corpo em processos que foram descritos, eu creio, por Steiner, no início do último século.
O processo de ascensão faz parte da ciência cristológica de Steiner.

Então, se vocês terminaram suas questões, vou, talvez, deixar o lugar para a Mamãe do alto, que ela venha trabalhar no mais importante, muito mais importante do que meus bla-blas, ou seja, na abertura de seu coração.

Então, tenho, ainda, a agradecer-lhes por essas trocas, esperando que elas tenham sido frutíferas para vocês, que elas lhes aportem, ao nível de seu mental, uma iluminação para o pensamento da Luz do Pai.
Então, eu lhes aporto a minha bênção, meus agradecimentos e eu lhes digo, talvez, até a próxima vez.
Eu, agora, deixo o lugar para a Mamãe, para seu trabalho de irradiação ao nível do coração.
Obrigado a vocês.
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Um comentário:

  1. Não há compromisso possível com a quinta dimensão. A terceira dimensão é um mundo de compromisso. Vocês são obrigados a fazer compromissos com tudo, com as condições da vida social, com as próprias condições da terceira dimensão.

    É preciso que vocês estejam, como dizer, como que desgostosos, de algum modo, enjoados da experiência da terceira dimensão: é a ajuda que lhes fornece a vibração quinta que se efusiona sobre este planeta, já, há extremamente muito tempo agora e que vai reforçando-se, já há numerosos anos. Então, a situação daqueles que vislumbraram a Luz é muito mais difícil a viver, mas isso faz parte do caminho, vocês não podem fazer a economia dessa tomada de consciência.

    Não se pode imaginar a Luz sem ter um pensamento preliminar na Luz, e não se deve confundir o mental e o pensamento. O mental é uma construção ligada à terceira dimensão, o pensamento é um processo vital, quanto mais se aproxima da Fonte que está na trigésima quarta dimensão (mas que não é a última dimensão). O pensamento – e não o mental, e não a linguagem – é, certamente, o arquétipo que acompanha a manifestação do Divino através da Luz.

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