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28 de mar. de 2005

MARIA – 28 de março de 2005

DO SITE AUTRES DIMENSIONS

Áudio da Mensagem em Português

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Eu os amo e eu os abençôo.
Eu sou Maria, Rainha da Terra e dos Céus.

Queridos filhos, há, em vocês, uma parcela de divindade que pede apenas para sair, para manifestar-se.
Há obstáculos postos apenas por vocês mesmos para essa manifestação, em função de suas diferentes encarnações.

Meu Filho bem amado prometeu-lhes, através do sacrifício da encarnação, através da presença dele em seu planeta, através de Seu sangue derramado, a possibilidade de resgatar, instantaneamente, graças à lei do amor, todos os carmas, quaisquer que sejam.

A título individual, como ser que vive sobre um planeta que ainda não está completamente sacralizado, vocês não podem escapar do que se poderia chamar uma ação/reação coletiva, mas, pela potência e a graça de meu divino Filho, é-lhes possível, a cada instante, entrar, em toda sinceridade e em toda humildade, nesse caminho de ação de graça, ou seja, de ação sem reação, ou seja, numa lei de amor, ou seja, numa sincronia total entre sua vida encarnada e o objetivo e a finalidade de sua encarnação.

Caras almas, quando vocês entram na dimensão de amor, quando vocês entram em seu templo interior, quando aceitam, em vocês, deixar falar sua feminilidade, a polaridade feminina de seu amor, naquele momento, vocês são capazes de viver em perfeita simpatia com os outros planos espirituais.
Quando vocês entram nessa dimensão, quaisquer que sejam os obstáculos, eles não vão desaparecer como por encanto, mas vocês têm, em si, a força para enfrentá-los; vocês têm, em vocês, a possibilidade de ter o que chamam «a fé que desloca montanhas»; de ter, em vocês, a certeza, a precisão de seus pensamentos.

Quaisquer que sejam os obstáculos externos, eles não existem mais, devido à sua atitude interior.
Essa atitude interior é a lei a mais essencial de todos os mundos e de todas as manifestações nos mundos vivos, nos mundos encarnados e nos mundos que não conhecem sua forma de vida.

Há um plano, há um projeto, há uma determinação total quanto ao sentido da vida, quanto ao sentido da experiência.
Essa determinação, esse sentido tem por única origem, por única ligação, por única finalidade, por única fonte a palavra Amor.
Amor, já, de vocês mesmos, como divindade atingida pelos horrores e sofrimentos da encarnação, a fim de reencontrar, nos pesos da matéria, a liberação não da matéria, mas a liberação de suas almas e de seu amor que está em vocês.

Através dessa resistência, através do que vocês chamam «sofrimento», através dessa luta aparente de sua alma, o amor polariza-se para um caminho de saída das profundezas, para chegar à exteriorização de seu amor autêntico, porque é daí que vocês vêm, caras almas, e é aí que vocês esperam ir.

Hoje, como isso é possível, de tempos em tempos, sobre este planeta, em tempos extremamente curtos em relação à escala de seu tempo, em algumas vidas, na escala coletiva, é-lhes possível, total e livremente, aceitando essa eventualidade, deixar as portas abrir-se ao amor incondicional, que é a própria essência de sua alma, manifestar em sua vida encarnada, nessa vida de dualidade, a Unidade que é sua.

Caras almas, há, em vocês, todos os potenciais, todas as qualidades que permitem abrir em vocês – quaisquer que sejam as circunstâncias de suas vidas, quaisquer que sejam as circunstâncias de suas provas, de suas experiências – esse amor e manifestar, nesse mundo dual, sua unidade essencial de alma e de espírito.

Cabe apenas a vocês, caras almas, aceitar que minha presença, que minha energia abre, em vocês, as portas as mais sutis, as mais essenciais de sua experiência de encarnação, a fim de deixar transparecer a unidade de sua alma, a fim de suprimir toda resistência e de entrar em ressonância perfeita entre o que vocês são e o que manifestam, realmente, nesse mundo.

É importante, para isso, não julgar nem a si mesmos, nem ao exterior de vocês mesmos, mas, simplesmente, aceitar estar nesse estado, que eu poderia chamar de graça, de compaixão e de qualquer outro termo que lhes dê prazer, mas cuja única palavra autêntica é amor.
Amor de tudo o que se apresenta a vocês porque, quando vocês aceitam o caminho de ressonância, esse caminho que leva à sincronia total de sua alma com o plano do universo e fora do universo, na encarnação e fora da encarnação, vocês têm a possibilidade, em si, caras almas, de deixar escoar-se, através de vocês, esse amor por seu maior bem e pelo maior bem de toda parcela viva, em todos os mundos manifestados e não manifestados.

Eu posso chamá-los de meus filhos porque estou além dos dogmas nos quais quiseram confiná-los.

Eu sou a Rainha dos Céus, eu sou a Rainha da Terra, Rainha dos Céus e da Terra, porque tal é meu destino como arquétipo feminino dessa lei de amor, que ilustra, com mais amplitude, é claro, o amor ideal de uma mãe para seu filho, que a ele autoriza tudo e nada proíbe, a fim de que ele experimente, a fim de que ele vá à sua evolução, a fim de que ele se torne ele mesmo, sem muletas.
Quer essas muletas tenham por nome pais, tenham por nome religião, tenham por nome ritual, tenham por nome tudo o que vem apoiá-lo em sua diligência.

A um dado momento de sua evolução, caras almas, vocês devem voltar-se para seu interior o mais essencial, para essa centelha que está em vocês e que pede apenas para manifestar-se, apenas para exteriorizar-se, apenas para exprimir-se para amar.

Progressivamente e à medida que essa luz, que é a sua, manifestar-se, vocês entrarão, cada vez mais, nesse fenômeno de ressonância e nesse fenômeno de sincronia, no qual as coisas tornam-se fáceis, mesmo se são, aparentemente, difíceis, porque não há mais resistências.
Não há mais, nessa ótica, sofrimento possível, porque o sofrimento, naquele momento e, unicamente naquele momento, confunde-se com a Luz.
Não é algo que deva ser buscado. Há, aí, um dos grandes mistérios.

A um dado momento, quando vocês não compreendem mais, a um dado momento, quando lhes parece que isso é demais, naquele momento, vocês se voltam para seu Interior.
E, naquele momento, vocês encontram sua Luz autêntica, a Luz de sua alma e de seu espírito.
E, naquele momento, ela pode exteriorizar-se, pode manifestar-se e irradiar o conjunto de fenômenos vivos, e transformar, assim, totalmente, sua vida.

Caras almas, as palavras são sempre as mesmas, as atitudes de espírito são sempre as mesmas.
Sua época é uma época crucial, uma etapa importante na história da humanidade, mas, em todos os tempos, o motor principal de todas as dimensões, de toda a vida.
Mesmo aqueles que estariam na negação desse princípio, têm o mesmo motor.

Esse motor é a lei de atração, a lei de amor, a lei de empatia.
A lei que vai fazer compreender que há apenas um único Deus, apenas uma única Fonte, apenas uma única finalidade, uma única Luz, uma única possibilidade de evolução, uma única direção, quaisquer que sejam as experiências.

Caras almas, nesse dia abençoado, eu lhes trago minha bênção, a dimensão de mãe compassiva, a dimensão de mãe protetora, a fim de que vocês ativem, em si, esse olhar interior, a fim de que decidam, totalmente, confiar, entrar nessa sincronia, que pede apenas para exteriorizar-se em vocês, que pede apenas para aparecer em sua vivência de todos os dias, para fazer de vocês seres repletos de amor para consigo mesmos, para com a criação, para com toda parcela de vida sobre este planeta.

Não se esqueçam de que a medida com a qual julgam, vocês serão julgados, não por um jogo vingativo, mas por si mesmos.
Apenas vocês mesmos é que julgam a si mesmos.
Não há intervenção de qualquer vingança nem de qualquer punição, de qualquer retribuição de seus atos, a não ser por si mesmos e unicamente por si mesmos.

Os véus que foram colocados pelas encarnações sucessivas são – e foram – freios cada vez mais espessos e cada vez mais densos para bloquear a exteriorização de sua Luz autêntica.
E, hoje, pela graça de minha presença, pela graça da presença, sobre a Terra, do Arcanjo Miguel, pela presença, depois de dois mil anos, da energia de meu Santo Filho, é-lhes possível, a cada minuto, voltar-se para essa Luz interior e deixar aparecer a Fonte que está em vocês, a fim de tornar-se o objetivo.

Caras almas, eu os amo, eu lhes trago minha bênção, agora, a cada um de vocês.
Eu libero, em vocês, a potência de sua própria alma, a potência dessa Luz interior, a potência do «eu sou».

Almas divinas por essência, almas divinas por finalidade, almas de Luz pura, autênticas e verídicas, eu sou Maria, Rainha dos Céus e da Terra.
Eu os amo e eu os abençôo.
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22 de jan. de 2005

MARIA – 22 de janeiro de 2005

DO SITE AUTRES DIMENSIONS.

Áudio da Mensagem em Português

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Eu sou Maria, Rainha dos Céus e da Terra.
Eu os amo, meus filhos.

Gostaria, agora, hoje, neste momento, de falar-lhes da noção de sacrifício, da noção de amor, da noção de sexualidade.
                                    
Efetivamente, a mensagem da Fonte foi transformada, de maneira consciente, de maneira deliberada, por forças que eram opostas ao desenvolvimento da verdadeira Luz autêntica, da Luz do Regente de Orion.
Essas forças falsificaram, deformaram coisas magníficas e extraordinárias que foram transmitidas pelos Hayoth Ha Kodesh a Moisés.

Essa falsificação desviou o homem de esferas as mais sagradas.
Essas esferas sagradas, efetivamente, têm por nome «sacrifício», no sentido o mais nobre.

A vida é sacrifício.
A sexualidade, qualquer que seja o prazer, é um sacrifício e uma iniciação.
O sacrifício de si, a doação de si no amor, através da sexualidade, permite tocar, apalpar, sentir essa Unidade com a Fonte através da doação de si, através do sacrifício de si.
Através do amor do outro, dá-se a si mesmo, dá-se, abandona-se o ego, a personalidade.

Essa noção de sacrifício sublime, da doação da vida, da doação de amor, foi algo mal compreendido, corrompido, cortado pela humanidade terrestre desde esse período.

Meus filhos, estejam certos de que não há, na sexualidade, qualquer distorção, qualquer erro, de que ela é o ato o mais sublime da doação de si ao amor, à vida.

Em outros espaços e em outras dimensões, a noção de sexualidade não existe; não há o filtro do corpo, mas, entretanto, isso aparenta à sexualidade.

A partir do momento em que há doação de si, há troca, há comunicação, há relacionamento.
E a vida é posta em relação, em coerência, em coordenação.
A sexualidade nada mais é do que isso: tomar, doar, trocar, mas, antes de tudo, relacionar.

Ora, a vida, em sua característica a mais essencial, é uma troca.

Olhem, meus filhos, os Agni Deva.
Olhem as hierarquias angélicas; olhem os Hayoth Ha Kodesh; olhem o balé dos Céus: há a mesma coisa em suas rodas de vida, em todas as rodas de vida.
E essas rodas de vida pedem apenas uma coisa: é trocar, penetrar, dar e receber.

Efetivamente, toda essa beleza, toda essa transmissão está, há 3.500 anos, adulterada, deformada.
A particularidade do ser humano sobre este planeta é a de cristalizar o que ele pensa.
Vocês se tornam, realmente, o que vocês pensam, e o pensamento falso induz a um funcionamento falso.

A sexualidade é um ato sagrado, assim como o Espírito Santo é uma comunhão com a Fonte.
E essa comunhão com a Fonte é um sacrifício.
Eu, efetivamente, disse sacrifício, e não dor.

O modo de viver o sacrifício pode, por vezes, ser chamado «dor», mas essa dor é, simplesmente, uma torção, uma distorção entre seu pensamento passado e sua consciência do presente.

A partir do momento em que vocês aceitam, totalmente, seus pensamentos passados, eles se integram em vocês à luz de sua consciência nova.
A partir do momento em que, em vocês, não há mais qualquer julgamento de si mesmos, do outro, naquele momento, a relação surge no sentido o mais nobre, a relação é amor, o amor é relação.

Religar, religar as coisas, religar os seres, religar Deus, religar a Fonte, religar as Fontes: aí está o papel que deveriam ter tido os homens desde 3.500 anos.
Aí está como as hierarquias que vocês poderiam chamar «infernais» desviaram a pureza de informação, a pureza da mensagem.

Durante 47.000 anos, o homem integrou o que vocês chamam o mundo emocional, o mundo astral, o mundo da dissociação, da exteriorização, da compreensão, através da exteriorização.
E, hoje, vocês esqueceram, confinaram a sacralização da relação.

Toda relação é sagrada, toda relação é de essência divina.
Apenas o amor é que permite a relação.
A relação entre dois seres é como uma relação entre um planeta e seu sol.
É um balé, um balé incessante, mas, por vezes, esse balé é falso, ele necessita de uma intervenção exterior, intervenção de um terceiro fator que virá corrigir, retificar, aparentemente do exterior, uma trajetória, uma relação falsa.

Esse papel é devolvido, desde tempos imemoriais, há 350.000 anos, desde o que vocês chamam os reinos dos Gigantes, ao Arcanjo Miguel.
É ele que impulsiona, é ele que transforma, é ele que desembaraça, é ele que vai queimar o que deve sê-lo, a fim de permitir instaurar a relação a mais harmoniosa possível entre dois seres, entre um planeta e seu sol, entre uma célula e seu núcleo.

A Vibração Micaélica é a vibração específica desse Sistema Solar, que permite, a cada transição, restaurar a relação.
Estar na relação é amar.
Estar na relação pode conceber-se tanto no interior como no exterior.
Estar na relação é ser si mesmo e não se pode estar em relação não sendo si mesmo.

A relação falsificada pelo mental, a relação falsificada pelo julgamento não é mais uma relação, não é mais uma comunicação, e ela se torna uma afronta, uma competição, uma fonte de tensão.

Meus filhos, eu sou Maria, e eu os amo.

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