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20 de abr. de 2007

ORIONIS – 20 de abril de 2007



DO SITE AUTRES DIMENSIONS.


Eu os saúdo, caros irmãos e irmãs na encarnação.
Meu nome, para aqueles que não me conhecem, é Orionis.
Meu nome, para aqueles que não me conhecem, que vocês encontram na tradição, a grande tradição, é Melquisedeque, o Ancião dos Dias.
Eu sou o regente planetário.
Eu lhes aporto minha saudação.
Sejam abençoados, caros irmãos e irmãs na encarnação.

Eu venho a vocês não para responder às suas interrogações sobre o desenrolar de suas vidas em encarnação, mas, bem mais, para aportar-lhes uma iluminação mais intensa, eu diria, sobre o desenrolar de suas estratégias, das escolhas que vocês têm a efetuar, mas, também, para alguns, elevações que vocês escolheram.

Não me cabe desenhar-lhes, como um mapa preciso, no plano energético, no plano vibratório, de sua radiância de seres em encarnação, ao mais distante de sua fonte e que devem, alguns, eu repito, retornar à sua fonte, retornar à radiância inicial, despojados de alguns véus colocados em sua encarnação em tempos que eu qualificaria de imemoráveis.

Como todos vocês aqui presentes sabem, o conjunto dessa constelação, e não seu planeta, prepara-se para grandes reencontros, grandes núpcias, eu diria, mesmo, que estão em relação com a evolução luminosa de todas as constelações e galáxias, que fizeram, em momentos diversos da história do universo, a escolha de afastar-se de sua fonte, a fim de experimentar o efeito do afastamento da radiância da fonte.
Mas essas peregrinações, que afastaram esses sistemas da própria fonte, devem, um dia, fazer o caminho no sentido inverso.

É o que acontece, hoje, ao conjunto de seu Sistema Solar e ao conjunto de radiâncias da constelação que devem dar um salto, um salto evolutivo, salto transmutatório, salto de vida, a fim de terminar com o afastamento da radiância central.
A particularidade disso é que, a título coletivo, os seres humanos encarnados, ao nível do mundo de superfície deste planeta, devem dar, também, esse salto, em um sentido ou no outro.
Isso significa que o estado de equilíbrio relativo, durante o qual vocês têm funcionado por certo número de milênios, está, irremediavelmente, terminando.
Isso tem por consequência imediata privar o conjunto da humanidade encarnada nesse mundo de superfície de marcadores que eram os dela há extremamente muito tempo.

Assim, inúmeras informações que lhes foram transmitidas por múltiplos retransmissores fizeram referência a um período específico, que deve permitir esse salto evolutivo de realinhamento para com a radiância central, como isso se produz, muito raramente, em sua escala de tempo.
Notem que o ponto o mais importante é que essa passagem, uma vez que se trata de uma passagem, recorre, necessária e obrigatoriamente, à perda de todos os marcadores existenciais que foram os seus em seus modos de funcionamento, seus modos de vida, seus modos de reações desde esses tempos imemoráveis.

Há, portanto, um fenômeno que eu poderia chamar de ruptura, a um dado momento, que vai, portanto, distinguir dois tempos, que são um antes e um depois.
É indispensável, quaisquer que sejam as primícias que alguns de vocês podem sentir ao nível de superfície, que vocês acolham a possibilidade dessa ruptura.

Considerem, efetivamente, que esse fenômeno de ruptura, absolutamente, nada tem a ver com esse processo que vocês chamam a morte.
É importante assimilar e, talvez, tentar compreender que o estado vibratório de suas estruturas, tanto que vocês chamam materiais como sutis, deve viver um processo de ruptura.
Ora, o próprio da ruptura é induzir um fenômeno de resistência, de retração em relação ao processo de ruptura.

Inúmeras mensagens recebidas insistiram, há extremamente muito tempo agora, sobre a noção de mestria, sobre a noção de algo de novo.
Isso é real, mas corresponde, eu repito, a palavras que apenas chegam muito pouco a dar conta desse fenômeno de ruptura.

Ora, o desenrolar do processo de ruptura deve deixar o mínimo lugar possível para esse fenômeno de retração.
O exemplo de ruptura de que eu falo que, eu repito, nada tem a ver com o processo da morte, porque a morte provoca uma interrupção da consciência dessa dimensão na qual vocês estão.
Ora, a ruptura ligada à elevação provocará, certamente, o desaparecimento de certo número de fenômenos ligados à sua encarnação, mas, em caso algum, a perda total da consciência desta terceira dimensão que, no entanto, não existirá mais para vocês.

Dito em outros termos, haverá uma continuidade memorial de quem vocês são, obviamente, aliviada de certo componente de sua pessoa, que é seu envelope astral.
Ora, precisamente, a retração que pode existir quando desse momento é, unicamente, responsabilidade desse envelope astral.
Isso significa que aqueles que permitirem o processo de retração e de não abandono da trama astral de seu componente opor-se-á, de maneira brutal, ao processo de ruptura.

Vocês poderiam tentar meditar por muito tempo, poderiam tentar orar por muito tempo sem, no entanto, conseguir que o mínimo do mundo evite esse processo de retirada.
Desculpem-me por recorrer a uma noção que lhes parecerá antiquada, mas o único modo de enfrentar essa retirada não é, seguramente, a vontade, ainda menos, o conhecimento que eu lhes apresento do processo, mas, efetivamente, algo que existiu de toda a eternidade, que se chama a fé.

Eu disse, efetivamente, a fé, eu não disse a crença, eu não disse o amor.
O mecanismo fundamental que lhes permitirá, se tal é seu desejo, deixar morrer esse componente astral é, efetivamente, o mecanismo da fé.
É essa convicção inquebrantável no que vocês são que lhes permitirá transpor sem incidentes, sem sofrimentos, o fenômeno da ruptura, no tempo vindo.

Vocês disporão, obviamente, para isso, de algumas ajudas.
Cada ser humano, em encarnação naquele momento, será ajudado de maneira individual, mas nós não poderemos insuflar a fé, se ela não está presente.
A fé será, portanto, sua garantia da possibilidade de elevar-se para além das condições habituais regidas pelo corpo astral, correspondentes a essa terceira dimensão.
Vocês não poderão penetrar no depois conservando o antes.
Esse depois é, de fato, desprovido, totalmente, do que fez suas lógicas de vida desde tempos imemoráveis.

Os modos de funcionamento nesse depois não poderão ser sobreponíveis, de maneira alguma, com o que vocês experimentaram, viveram, em numerosas reprises.
Certo número de processos energéticos é possível para desenvolver essa famosa fé, essa íntima convicção de sua fonte.
Vocês estão perfeitamente bem colocados nesse lugar, para experimentar esse despertar da fé ou reforço da fé.

É indispensável aprimorar, o melhor possível, a posição de seu corpo astral ou, se preferem, em termos mais compreensíveis para vocês, o corpo de emoções, aquele que regeu suas vidas em tempos imemoráveis.

O tempo das emoções não é, unicamente, aquele que foi responsável por seus sofrimentos, seus apegos, mas é, também, aquele que conduziu seus desejos, suas aspirações, mesmo espirituais, aquele que os fez procurar uma companheira ou um companheiro, que os fez apegar-se à sua descendência ou á sua ascendência.
Convém, portanto, doravante, tentar, o mais possível, não ser motivado por esse corpo de emoções, mas, efetivamente, pela fé, porque o instante vindo, da ruptura, não lhes permitirá, mesmo se vocês tenham feito a escolha da elevação, levar com vocês esse corpo de emoções.
Ele é servido, assim que vocês aceitam ser conduzidos, unicamente, pela fé e não mais pelo desejo.

Eu insisto, de maneira fundamental, sobre esse ponto: não pode haver elevação com emoções.
É, efetivamente, evidente, que nós temos necessidade de um máximo de almas em encarnação que seja capaz de viver essa elevação com o corpo físico, se tal é a escolha de sua alma, porque o corpo físico, no que vocês conhecem, apresentará não um fenômeno de ruptura, mas um fenômeno de transmutação, que conduzirá a modificações biológicas intensas.

Essas modificações biológicas intensas não devem fazê-los perder de vista que será indispensável, para levar a efeito a missão de emergência desse novo mundo.
A radiância desse novo corpo não tem qualquer comparação com aquele que vocês conheceram.
Esse corpo físico é preparado.
O obstáculo vem do fato de que suas emoções, seu corpo de emoções está profundamente afetado e em ligação com seu corpo físico.

Vocês compreendem, portanto, que o fenômeno de ruptura, mesmo se a escolha da alma seja a escolha da elevação, o risco maior – que não é um, para vocês, é um risco, não para nós – é que inúmeras almas que fizeram, no entanto, a escolha da elevação não possa ali aceder com o corpo físico; o que seria embaraçoso, eu repito, não para vocês, mas para o bom desenrolar do plano de ressemeadura.

Eu os exorto, portanto, por minha vibração, minha radiância e minhas palavras, a desenvolver, o mais rapidamente possível, de maneira adequada, sua fé no que vocês são, o único modo possível, para vocês, de superar o estágio do corpo de emoções.
Eu insisto, de maneira fundamental, nesse ponto.

Inúmeros ensinamentos que serão divulgados na superfície deste planeta, em todos os continentes e por todos os médiuns, insistirão, profundamente, nesses elementos.
Retenham, efetivamente, que não haverá, como quando da passagem da morte, desaparecimento real da entidade biológica e de suas memórias, que o conjunto de quem vocês são, exceto o corpo de emoções, deve chegar a esse novo estado.

O momento preciso da ruptura não é algo que é um momento estendido.
É um momento que eu qualificaria de extremamente breve em sua escala de tempo.
Convém, portanto, assimilar, perfeitamente, as palavras que eu lhes transmiti quanto a esse processo inevitável.

Haverá, evidentemente, vocês compreenderam, uma maior facilidade para realizar isso nas crianças, nas jovens crianças, o corpo astral não estando trancado, cristalizado, se preferem, com o corpo físico, antes de quatorze anos.
Isso não quer dizer que, progressivamente e á medida que vocês avançarem em idade, haveria uma dificuldade maior para desprender esse corpo de emoções.

Eu repito, tudo repousa na fé.
Quando vocês saberão que estão na fé?
Quando vocês viverem um processo específico, por vezes desagradável, de momento, de sentir-se presente nesse mundo, presente em sua vida, mas sem emoções.
Creiam, efetivamente que, durante a efusão de energias consideráveis que lhes serão derramadas durante o mês de maio, inúmeros de vocês, na superfície do planeta, sentirá isso.

Alguns a aceitarão, alguns se rebelarão, alguns outros procurarão regenerar emoções como pelo passado.
De sua conduta em relação a esse processo, de sua capacidade para manter sua retidão na fé, sem emoções, decorrerá seu processo de elevação e a facilidade com a qual vocês viverão essa ruptura e a capacidade que vocês terão de ali levar seu corpo.

Esse processo é chamado a produzir-se em um tempo muito curto de seu espaço de vida terrestre.
O que eu lhes digo agora entrará em um processo por vocês qualificado de «sincronia».
O que vocês ouvem hoje ser-lhes-á repetido de outras maneiras, seja em sonhos, seja quando de suas leituras ou de seus encontros.
Vocês devem ficar despertos.
Nisso, as primeiras primícias do afluxo de radiância de energia do mês de maio produzir-se-á durante suas noites.
Inúmeros contatos, que eu qualificaria de não habituais ou de inéditos produzir-se-ão.

Não será mais tempo de inquietarem-se com o lado luminoso ou sombrio do que se manifestar, porque apenas o lado luminoso é, doravante, autorizado a manifestar-se desse modo.
Os inimigos bem mais importantes e, portanto, sombrios, que arriscariam manifestar-se, não serão em suas noites, mas, antes, em seus dias, de maneira muito direta, para alguns de seus irmãos que recusariam esse movimento.

Creiam, efetivamente, que esse processo é único, que seu ser todo, inteiro, sentirá como tal.
Vocês se aproximam de momentos inéditos, de momento de radiância extrema nos quais, eu repito, os únicos obstáculos são aqueles ligados ao seu sistema de vida desde tempos imemoráveis.
Nisso situa-se o risco maior.

Não há, agora, qualquer risco, nem para vocês, nem para nós, para aqueles que decidiriam passar nas portas da morte ou permanecer no corpo de emoções.
Essa escolha e essa liberdade fazem parte do que vocês se atribuíram como alma livre e infinita.

Vocês compreendem, portanto que, sobre a totalidade do que os constitui (corpo/alma/espírito), apenas uma pequena parte, chamada corpo de emoções, pode pôr problema quando desse processo.

Aí está, caros irmãos e irmãs em encarnação, as algumas frases que eu queria anunciar-lhes.

Eu me mantenho alguns instantes á sua disposição, não tanto para questões pessoais, mas concernentes, unicamente, a esse processo de ruptura de que acabo de informá-los.

Questão: fora a fé, há outros meios de aprimorar o corpo astral?

Para nada serve e é, agora, demasiado tarde em seu relógio, para poder trabalhar, direta e propriamente falando, no corpo de emoções.
Parece-me ter sido bastante claro quanto á única esperança possível representada pela fé.
Todo trabalho que quereria aliviar o corpo emocional não permitiria a ele, absolutamente, ser abandonado.

Questão: você falava de um risco ligado à ressemeadura, se não houvesse suficiente seres elevados sem o corpo.
Há outro risco?

É o único.
É que não atingimos o limiar para permitir uma ressemeadura rápida e, portanto, eu diria, um recomeço rápido sobre novas bases.
A ressemeadura corresponde a um processo dinâmico de um novo ciclo de vida, em um novo lugar de vida, ele também, passado pelo processo de ruptura.

Essa ressemeadura necessita, obviamente, da presença de memórias indispensáveis a certa forma de continuidade, não tanto, por exemplo, à sua saúde, que será sem falhas, mas, bem mais, em relação a certo conhecimento, digamos, a algumas aquisições.

Questão: se o processo de ruptura está em curso, há, apesar de tudo, riscos de não conseguir?

Absolutamente nenhum, e vocês serão, de todo modo, informados alguns instantes antes que ele se produza, pessoalmente.

Questão: é Maria que nos prevenirá?

Para a maior parte dos seres que crê nela, evidentemente.

Questão: você mesmo prevenirá?

Eu não creio que muitos seres humanos creiam em mim.

Questão: quem mais pode prevenir-nos?

Inúmeros seres, como, por exemplo, Miguel.
Para os muçulmanos tratar-se-á do Arcanjo Gabriel.

Questão: pode-se divulgar sua mensagem?

Do modo o mais amplo possível, na condição de que não seja deformada ou transformada.
As palavras que eu empreguei foram, eu diria, perfeitamente escolhidas.

Questão: você teria preconizações para cada um de nós?

Não pode haver preconizações pessoais em um processo coletivo.
Isso faria apenas tornar pesado seu corpo de emoções.

Caros irmãos e irmãs, eu lhes agradeço, humilde e fraternalmente, por terem acolhido minhas palavras.
Essas palavras são, eu espero, como um salvo-conduto, como uma Luz no que vem para vocês e que é anunciado há tanto tempo.

Recebam minha saudação fraternal.
Recebam minha radiância de amor.
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19 de abr. de 2007

MARIA – 19 de abril de 2007



DO SITE AUTRES DIMENSIONS.


Eu sou Maria, Rainha dos Céus e da Terra.
Bem-vindos a vocês, queridos filhos.
Vocês me veem alegre por estar com vocês, aportar-lhes minha bênção e dar-lhes certo número de elementos que estão em relação, eu diria, com minha efusão de energia, minha divina presença, associada à divina presença de Jesus, mas, também, do Arcanjo Miguel, que vem juntar-se não ao que vou dizer, mas que vem juntar-se à efusão de energia que se produz, nesse momento mesmo, em seu planeta e que é ligada a certo numero de elementos dos quais gostaria de informá-los.
Mas, primeiramente, queridos filhos, paz a vocês, paz em seu coração, paz em sua alma e em sua Luz.

É extremamente importante compreender que, há numerosos séculos, eu intervim, em muito numerosas reprises, para informar a humanidade encarnada de certo número de coisas que devia advir em um período que corresponde àquele que está, agora, diante de vocês.
Após uma longa preparação, o conjunto desse planeta e de seus habitantes, após uma longa maturação, deve viver um fenômeno bastante específico.
Esse fenômeno bastante específico foi, em numerosas reprises, descrito, há certo tempo, mas em tempos mais recentes, também.

Essa transformação, esse processo chamado «elevação» corresponde a novos modos de ver as coisas, a novos modos de viver as coisas, a novos modos de funcionar, que devem, em breve, ser e tornar-se sua realidade.

Queridos filhos, é extremamente importante compreender que tudo o que é o antigo em vocês deve deixar o lugar ao novo.
É importante não resistir a esquemas de apego, a esquemas de medo, a esquemas de julgamento que são errôneos.
Vocês devem fazer a faxina no interior de si, devem deixar o lugar vazio e limpo para aqu’Ele que vem para vocês agora.

Obviamente, meu divino Filho é a encarnação do que vem para vocês, mas, além de Sua própria pessoa, além de Sua própria Luz, convém, hoje, acolher essa irradiação de Luz que está aí, não para aterrorizá-los, que está aí, não para amedrontá-los, mas, efetivamente, para ajudá-los nesse caminho de elevação.

É importante compreender, queridos filhos, que ninguém além de vocês fará a escolha porque, de toda a eternidade, vocês tiveram a escolha e, ainda hoje, queridos filhos, vocês têm a escolha.
Mas as escolhas já estão feitas, as escolhas já foram decididas em sua alma, resta apenas atualizá-las em sua encarnação.

Queridos filhos, cada ser humano esteve livre diante da própria escolha e irá para onde deve ir, para onde seu coração empurra-o, para onde seus medos empurram-no.
Entre o coração e os medos há pouco espaço e, contudo, mundos de diferenças ao nível do funcionamento da alma, da encarnação e do planeta.

Queridos filhos, gostaria de dizer-lhes, e repito, que para nada serve deixar viver o antigo, convém deixar viver o antigo para aqueles que fizeram a escolha de prosseguir a experiência de encarnação nessa terceira dimensão, mas, para aqueles que teriam escolhido prosseguir a peregrinação da alma além dos mundos da ilusão, além dos mundos da separação na qual vocês estão, convirá abandonar seus medos, soltar seus esquemas antigos, para acolher o novo.
Vocês não poderão acolher o novo se estão apegados ao antigo, e não poderão ser renovados se permanecem no antigo, mesmo se a escolha tenha sido feita desse «novo».

É importante compreender, queridos filhos, no que concerne à elevação: o medo rebaixa, o coração eleva.
É importante compreender isso como um mecanismo celeste participativo da vida e participativo da evolução.
Cabe a vocês, eu diria, estar lúcidos sobre seus medos e estar ainda mais lúcidos sobre seus apegos que arriscariam freá-los, desacelerá-los ou impedi-los de ir para onde suas escolhas de almas portaram-nos.

Então, queridos filhos, meu coração de mãe pede-lhes, vigorosamente, para orar para serem liberados dos pesos do passado, pedir a ajuda da Luz, antes que ela esteja presente em sua dimensão, totalmente, para serem liberados de condicionamentos, para serem liberados de apegos, liberados de todos os laços que se opõem à sua liberdade.
Creiam, efetivamente, que tudo o que vocês têm chamado, até o presente, de «segurança» (seja uma segurança de ordem material, uma segurança de ordem afetiva, uma segurança de ordem social) não tem mais lugar de ser no que vem para vocês.

Vocês devem ser como crianças: avançarem nus e livres para acolher a nova dimensão que vem para vocês e para poder ali evoluir em toda serenidade.
Nesses esquemas de funcionamento do passado, eu incluo, obviamente, suas doenças, seus sofrimentos, o que vocês chamaram seus carmas.

É importante abordar esse novo com um olho novo, com um coração leve, com uma alma liberada de pesos da matéria; convém, também, permanecerem perfeitamente alinhados e centrados, de maneira a poderem integrar, totalmente, essas energias de Luz de elevação que vem para vocês, para poderem, livremente, assumir suas escolhas, livremente consentidas.
Não é tudo ter escolhido, é, também, importante conformar-se às suas próprias escolhas, para estar em acordo com o que sua alma decidiu experimentar nos tempos que vêm.

Queridos filhos, meu coração de mãe vem para vocês, para aportar-lhes minha bênção, para aportar-lhes meu amor de mãe, obviamente, mas, também, para fazer de modo a que vocês estejam vigilantes, a que vocês se tenham o mais próximo possível de seu coração, o mais próximo possível de sua interioridade, para que vocês não sejam mais desestabilizados por eventos que poderiam, em alguns casos, ser-lhes prejudiciais e que, entretanto, não têm qualquer importância em relação à Luz que vem.
Dito em outros termos, queridos filhos, permaneçam em seu coração, permaneçam orientados para a Luz autêntica, permaneçam orientados para suas escolhas, permaneçam orientados para seu ser interior.

Não se ofenda com o que poderão dizer-lhe do exterior, não sombreie a Luz que vem, não se afete pelos eventos que chegam, porque eles são apenas a ilustração de resistências, não do planeta, mas da maior parte dos seres humanos em encarnação que escolheu prosseguir o caminho na encarnação, no sofrimento e na separação.
Vocês não devem ver isso como sofrimentos, não devem ver isso como castigos, mas como escolhas livremente assumidas, livremente consentidas.

Cada alma viverá o que ela tenha decidido viver, queridos filhos, nenhuma alma poderá estar fora de seu lugar, fora de suas escolhas, fora de sua liberdade autêntica.
Então, cuidado para não julgar, cuidado para não mais compadecer-se além do desejável, o que arriscaria atraí-lo a apegos suplementares, laços de que você procura, justamente, superar.

Queridos filhos, cabe-lhes estar em sua autenticidade, cabe-lhes estar em sua unidade, cabe-lhes estar em acordo com meu divino Filho.
A espada de Miguel desenha-se, agora, em seus céus, para permitir a separação do bom grão e do grão que não chegou ao seu termo, há, de fato, um grão que está pronto para ser colhido e outro grão que deve ser replantado na terra, essa é a lógica da vida, essa é a lógica de cada processo de elevação que sobrevém em toda a vida sobre o planeta, em todos os sistemas solares.

Estejam certos, queridas almas, de que, durante esses períodos, vocês não estarão sós, vocês serão acompanhados, de um lado, pela presença mística de meu divino Filho, por minha presença mística e pela presença mística do Arcanjo Miguel, grande supervisor de eventos, mas vocês serão, também, acompanhados de processos completamente inéditos para vocês.
Tomem cuidado para não serem surpreendidos por essas coisas novas e, no entanto, tão esperadas, que se manifestarão em seus céus.

É uma coisa pensar em algo, é outra coisa ver essa outra coisa.
As coisas são profundamente diferentes entre o pensamento e a visão, entre a emoção e o pensamento.
Assim, inúmeras coisas que vêm para vocês, totalmente novas, se vocês não as acolhem com um coração de criança, desprovido de todo prejulgamento, desprovido de todo julgamento e de todo condicionamento, vocês não poderão enfrentar, eu diria, esse choque cultural que representa a intervenção de numerosas forças desconhecidas.

Cabe a vocês, queridos filhos, velar, purificar-se, aprender, totalmente, o desapego em relação aos seus modos de funcionamento antigos.
Quando meu divino Filho andou entre vocês, Ele pedia aos seus discípulos para segui-lo.
Hoje, vocês estão prontos, realmente, para seguir sua alma, vocês estão, realmente, prontos para tudo perder, para ganhar seu céu, sua elevação?
Ou, então, vocês serão pegos de surpresa em seus apegos antigos, em seus medos antigos, em suas resistências para soltar o que deve sê-lo?

Coloquem-se a questão a cada minuto que faz sua vida, porque é a única questão que vale a pena ser colocada.
Não basta colocarem-se atos mentais, de dizer «eu quero elevar-me», não basta querer, é preciso, também, aceitá-lo, e isso não é a mesma coisa.
O querer recorre à vontade, recorre ao ego.
A aceitação recorre ao soltar, recorre a todas as tensões inerentes à sua vida em encarnação há milhares de anos.

Vocês estão prontos para voltar a mundos nos quais a sombra não existe, nos quais o julgamento não existe, nos quais a separação não existe, nos quais o apego não pode existir a quem quer que seja?
Ou, então, vocês preferem prosseguir as longas viagens e os combates da sombra e da Luz, porque sua alma não está, suficientemente, afirmada, para subir nisso?

Creiam, efetivamente, queridos filhos, que jamais eu permitirei julgar uma alma em função de suas escolhas, eu amo, de um coração igual, todos os filhos da Terra.
Eu acompanharei, em tempos imemoriais, aqueles que decidirão recomeçar a experiência da encarnação em um número de ciclos totalmente indefinido.
É importante compreender, também, que meu coração de mãe, obviamente, preferiria que vocês se juntassem aos domínios etéreos do Espírito, aos domínios luminosos nos quais a sombra não existe, para aperfeiçoar e prosseguir sua evolução, para aperfeiçoar e prosseguir, diferentemente, seus caminhos de vida.

Aí está, queridos filhos, o que eu tinha a transmitir-lhes, mas, se quiserem, esta noite, eu me permitirei, também, guiar seus caminhos espirituais, se é que vocês façam o pedido disso.

Meu coração de mãe abre-se a vocês, para acolher suas interrogações.
Sejam abençoados.
Eu os escuto.

Questão: como conciliar caminho espiritual e vida quotidiana?

Querido filho, seria tempo, talvez, para que você admita, em sua alma, no interior de seu coração, que não há dois caminhos separados, de um lado, um caminho material feito de vicissitudes da vida quotidiana e, do outro lado, um caminho espiritual porque, se há dois caminhos, há, portanto, duas estradas, e essas duas estradas não são sobrepostas para fazer apenas uma.
Isso faz parte, caro amigo, de decisões e de escolhas que devem ser feitas o mais rapidamente possível.

Não pode haver caminho espiritual de um lado – que estaria em acordo – e caminho material (que ignoraria o caminho espiritual), e reciprocamente.
Os dois caminhos devem, totalmente, sobrepor-se.

O que você faria, querido filho, se hoje meu Filho viesse a você e lhe dissesse «siga-me»?
O que você faria?
Coloque-se a questão em seu interior.
Você está pronto para segui-Lo?
Então, eu não posso responder à sua questão diferentemente do que por essa outra questão.

Questão: como eliminar todas as raivas enterradas?

Querido filho, quem diz raiva diz ressentimento, quem diz raiva diz impressão de ter sido ridicularizado, de ter sido enganado ou humilhado.
Que são esses sentimentos em relação à Luz da alma?
Quem se revolta em relação a essa humilhação?
Quem quer estar na cólera?
É, efetivamente, a alma ou são os resquícios do orgulho e da personalidade?
Quem está na cólera?
É seu coração ou é outra coisa?

Querido filho, eu o convido a colocar-se a questão seriamente: por que querer identificar-se ao que você não é?
Por que querer identificar-se a esse ressentimento?
Por que querer identificar-se a essa humilhação?
Por que, mesmo, querer identificar-se a essa cólera?
Existe, aí, um processo de identificação que é, também, forma de apego que impede a liberação.

Questão: para a invocação dos serafins, há uma oração específica?

Querido filho, existem, obviamente, orações específicas para cada ocasião, para cada intenção, para cada entidade, para cada Luz, então, obviamente, é perfeitamente possível entrar em comunicação com um serafim, com não importa qual hierarquia, angélica ou outra.
Mas você acredita que nós estejamos, ainda, no tempo de rituais como esse faz já, tanto e tanto tempo?
Você crê que seja preciso inscrever, através de palavras precisas, ordenar em sequências precisas, em línguas precisas para obter esse contato ou, ao contrário, basta abordar isso com um coração puro e inocente para obter esse contato tão desejado?

Isso era válido no antigo tempo, no qual o respeito da forma e da formulação parecia essencial, mas, hoje, a Luz é-lhes prometida e ela não se importa com rituais.
Ela demanda, simplesmente, um coração puro, um coração unificado, para chegar a esse resultado.

Então, querido filho, dirija-se, simplesmente, aos serafins, e eles responderão a você.
Por que querer, enquanto as barreiras estão se dissolvendo, passar por procedimentos arcaicos e, necessariamente, que põem em jogo a sombra e a Luz, ainda uma vez, a oposição, para aceder a isso?
Em seguida, coloque-se a verdadeira questão fundamental, querido filho: qual é o interesse de contatar a energia de serafins ou os próprios serafins?
É uma vontade de poder?
É uma curiosidade, ou será que isso vai servir, realmente, ao seu caminho?
Convém colocar-se as boas questões, querido filho.

Questão: é verdade que há horas planetárias para comunicar-se com os representantes da hierarquia?

Isso é perfeitamente correto, querido filho, nos protocolos da terceira dimensão.
Isso não tem qualquer lugar no que vem, mas mais nenhum, porque vocês entram nos mundos da Luz pura e porque, nesses mundos de Luz pura, não há necessidade de protocolo, não há mais necessidade de hora, uma vez que o tempo não existe mais.

Então, o que vocês procuram manter?
Quais são as Luzes que vocês querem despertar ou aquelas que vocês querem adormecer?
Onde se porta seu olhar porta-se seu caminho, onde se portam suas intenções desvendam-se suas Luzes.

Querido filho, isso se chama condicionamentos, isso se chama apegos e nada mais.
O caminho dos antigos era válido durante certo tempo, que eram os tempos antigos, mas vocês estão nos tempos novos, mesmo se façam parte, ainda, dessa terceira dimensão.

Lembrem-se das palavras de meu divino Filho: «meu reino não é desse mundo, vocês estão sobre esta Terra, mas vocês não são desta Terra».
Então, nisso deve ressoar o apelo à liberdade e não o apelo às cadeias.
Cabe, hoje, mais do que nunca, superar os quadros da religião, superar os quadros dos ensinamentos do passado e voltar-se, com um olho novo, para os ensinamentos do futuro, permanecer firme e alinhado em si, porque a única certeza é o si e não as leis do passado.
Há, através dessa necessidade, ao nível espiritual, de religar-se a orações ou rituais precisos, uma forma de apego que deve ser transcendida, não que ela seja nefasta em si mesma, mas ela participa do jogo da sombra e da Luz, ou seja, do jogo do apego,

A desculpa que consistiria em dizer: «nós ainda estamos na terceira dimensão» é um erro magistral, que mostra e que demonstra formas de apego a condicionamentos.
Convém fazer prova da novidade, de liberdade, de desapego e voltar a tornar-se, verdadeiramente, como uma criança, livre de todos os prejulgamentos, livre de todos os condicionamentos, livre de todos os carmas.
E não é olhando os condicionamentos, não é olhando os carmas, não é olhando os prejulgamentos que se libera deles.
Bem ao contrário.

Vocês poderiam passar três vezes mais de seu tempo em encarnação a tentar resolver os mecanismos dessa terceira dimensão, que vocês não chegariam, absolutamente, ao fim, porque é um jogo sem fim.
Então, o que eu lhes proponho, queridos filhos, e o que lhes propõe a Luz que vem para vocês é o fim do jogo para aceder a algo de muito maior.
Vocês estão prontos?

Questão: o que é desses canais que estão em contato, em canalização com falecidos?

Isso cabe a cada médium, de modo diferente: para alguns, isso é o caminho deles, para outros, é o ganha-pão deles.

Questão: como identificar o anjo guardião?

Qual é o interesse, querida filha, de identificar seu anjo guardião, se ele mesmo não se revelou a você?

Questão: a curiosidade?

Então, não há resposta a dar.

Questão: um único anjo guardião é dedicado a uma pessoa?

É, também, querida filha, o mesmo caso.

Questão: quando se recorre à sua energia, é, efetivamente, você que se manifesta?

Querida filha, a questão é ambígua.
Recorrer à energia da mãe não é, necessariamente, a presença da mãe.
Recorrer à energia de tal ou tal canal não é, necessariamente, esse canal e, entretanto, a energia manifesta-se.

Será, contudo, que a presença está aí?
Eu creio, querida filha, que é preciso, efetivamente, compreender, hoje, que, nesses tempos reduzidos, meu papel não é, tanto, vir quando me chamam para curar, meu papel é um papel de transmutação do conjunto do planeta, meu papel é um papel daquele que avisa, daquele que vem dizer, sobretudo, para preparar o que vem e não tanto para suprimir alguns problemas ao nível de pessoas.
Isso, certamente, é feito quando minha presença acompanha algumas almas de maneira privilegiada, eu diria.
Mas isso é definido anteriormente à encarnação, isso nada tem a ver, querida filha, com um processo terapêutico que é mais em relação com a manutenção da terceira dimensão.
Isso não quer dizer quer a energia não possa estar presente, mas é preciso, efetivamente, diferenciar a energia e a presença.

Vocês podem beneficiar-se da energia de Cristo sem que meu divino Filho esteja presente.
Trata-se de dois níveis de interação extremamente diferentes.
Do mesmo modo, vocês podem chamar a energia do Sol, não é por isso que o Sol estará na sala.

Questão: é correto enviar pessoas para orar a você em uma igreja?

Isso não é nem correto, querida filha, nem incorreto, isso não é nem necessário nem indispensável, nem desejável, isso pertence à liberdade de cada um.
É sua liberdade, também, de dizer a eles para ir, efetivamente, nesse lugar, orar.
A liberdade, para eles, consiste em aceitar ou recusar; a liberdade, para eles, consiste em recolher-se, orar, receber minha energia, minha presença, se minha liberdade permite-me.

Então, não procurem estabelecer regras tão formais, não procurem saber se isso é correto ou não.
A Luz autêntica que vem para vocês não se importa, eu repito, com esses rituais.
Então, efetivamente, alguns lugares são carregados de orações de outros, de pedidos e de súplicas de outros, mas, também, por vezes, de minha presença, real e concreta.

O importante não é tanto que essa pessoa venha encontrar-me nesse lugar, o importante é que ela tenha a intenção de encontrar-me, porque a intenção é, necessariamente, percebida, a partir do momento em que a intenção venha do coração.
Naquele momento, o lugar importa pouco.

Questão: é melhor que os terapeutas mudem de profissão?

Eu não falo de profissão.
Eu falo de Luz, e vocês me falam de profissão.

Eu creio, querida filha, que você deve, fundamentalmente, colocar-se a questão do que você quer fazer de seu caminho.
A Luz não é uma profissão, a Luz não é uma vocação.
A Luz é um estado de ser.
É o que lhes é proposto hoje.

Vocês querem entrar no ser ou querem entrar no caminho?
A escolha é muito mais fundamental do que responder à questão «vocês querem mudar de profissão?».
O problema não é, absolutamente, identificado nesse nível.

Questão: Florence pergunta como fazer com as mulheres que não podem ter filhos?

Mas, querida filha, cada caso é diferente, cada alma é diferente em relação a esse problema.
Como se pode imaginar que haja uma resposta que seja universal?
Isso é impossível.

Questão: Florence pergunta se, nas perturbações que vêm...?

Mas eu jamais falei de perturbações, eu falei de elevação.
A perturbação significa algo que perturba, algo que perturba, algo que não faz o bem, eu falei apenas de elevação.

Questão: o que seria, então, de humanos vindos de um pai e de uma mãe biológicos?

Os filhos, em seu mundo, são oriundos de um pai e de uma mãe biológicos.
Esse não é sempre o caso.
As regras que vocês conhecem nesse mundo não são aplicáveis em todos os mundos.
Existem múltiplos caminhos para a criação.
Isso pode ir da geração espontânea, passando pela partenogênese, passando pela autocriação e múltiplas outras vias são possíveis.
Então, não me cabe dizer-lhes o que se tornarão as crianças, porque as crianças existirão, sempre.

Questão: tem-se, por vezes, a impressão de que a Luz tem dificuldade para vir para nós.

Querido filho, é uma Luz que vem do Interior.
Vocês são a Luz do mundo.
Cada alma em encarnação é a Luz do mundo.
Cada alma é uma parcela da Luz eterna.
Cada alma é a totalidade e a eternidade e, ao mesmo tempo, uma parcela dessa eternidade.

Então, a Luz é do Interior.
O processo de elevação que sobrevém é um processo que vai pô-los em face de sua própria Luz.
E seu grau de purificação, de desapego, de mestria, de abandono, também, vai permitir-lhes aceitar sua Luz e, em outros casos, recusá-la, porque ela não corresponde à realidade do que vocês construíram nessa encarnação.

Não há, jamais, oh, jamais, Luz exterior a vocês.
Toda Luz que vocês identificam no exterior está presente, também, no interior.
Em resumo, vocês não poderiam reconhecer Cristo se vocês mesmos não fossem o Cristo.
Vocês não podem reconhecer a Luz de um Santo se vocês não têm esse Santo no interior de si.
Isso significa, querido filho, que não há, absolutamente, Luz exterior, que tudo o que existe no exterior é a projeção de seu desejo, de sua liberdade inalienável de ter criado, no exterior de si, esse mundo.
Mas vocês são esse mundo, vocês são a causa e a consequência desse mundo.

Esse mundo, em algumas tradições, é uma ilusão.
Ele é uma ilusão porque é um sonho que vocês manifestaram e convém, um dia, que chegou para aqueles que o desejam, esquecer-se, enriquecidos da experiência do sonho, mas esquecer-se, para não mais deixar perdurar mais do que necessário.
Nesse sentido, não há Luz exterior.

Se algo dá a impressão de chegar do exterior, é que já está presente em si.
Porque, como se poderia reconhecer o que já não existe em si?
Então, alguns elementos, nessa elevação, serão, efetivamente, perturbadores, no sentido de que eles vão reconectá-los a algo que vocês haviam esquecido há muito tempo como, por exemplo, que vocês não estavam sós no universo, como, por exemplo, que os mortos não estão mortos.
Tudo isso, vocês se esqueceram, para mergulhar, cada vez mais, no sonho da ilusão.
Tudo isso vocês enterraram, através de medos, através de papéis, através de condicionamentos, entretanto, isso sempre esteve aí.

Aí está, queridos filhos, o que eu tinha a transmitir-lhes esta noite, mas não se esqueçam de que a Luz é tudo o que faz o mundo, os mundos.
Sem Luz, não poderia haver compreensão e vivência da Luz.
Assim, seu sacrifício de encarnação, para alguns de vocês, muito antigos, permitiu à Luz crescer no conjunto dos universos.

Então, antes de deixá-los, gostaria de aportar-lhes a bênção de mãe e, sobretudo, essa Luz que vocês devem escolher, que devem fazer sua, porque é sua herança e é, ao mesmo tempo, o que vocês são e que, por vezes, vocês se esqueceram.

Sejam abençoados, queridos filhos.
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