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22 de ago de 2008

RAM – 22 de agosto de 2008

DO SITE AUTRES DIMENSIONS


Meu nome, para vocês, é RAM.
Saudações de Luz e saudações fraternais.
Queiram atribuir-me, por favor, alguns instantes de silêncio, a fim de que minha vibração possa totalmente concordar com o canal no qual estou.

Eu venho com Paz e Amor informar-lhes de certo número de elementos por vezes dificilmente apreensíveis nesse mundo, apesar das aberturas vividas e apesar de um estado vibratório que lhes torna propício viver a dimensão do Amor, que é essencial.

O ser humano, após uma fase ligada a seu Despertar, deve fundir em si certo número de elementos importantes.
Essa fusão com outra parte do Si vai realizar um estado específico.
Esse estado específico assimila-se a uma integração específica de nível de Luz, diferente daqueles atingidos durante a fase de Despertar, ou de Acordar, se preferem.

O que vocês chamam um Mestre (de Luz ou encarnado) é uma entidade que viveu a fase inicial do Despertar, mas que também viveu certo número de fusões específicas.
Essas fusões são etapas prévias à mestria.

Essas fusões concernem à capacidade de um ser Desperto para contatar sua própria Fonte, não como sua Fonte de alma, mas sua Fonte divina.

Nessa Fonte divina existem o que eu chamaria correntes, assimiláveis, se preferem, a filiações.
Essas correntes são, contudo, apenas a expressão da mesma Verdade e da mesma realidade.

Entretanto, o Mestre vai aderir, em função da tradição da qual ele vem, de sua própria vivência, de suas encarnações passadas e de suas afinidades de ressonância, vai desposar, no momento da mestria, uma corrente energética específica.
Essa corrente energética específica vai colorir suas manifestações, tanto para esse mundo como em outros mundos.
Essa coloração específica é a etapa prévia à aquisição do estado de mestria.

O Mestre, para além mesmo da dimensão da encarnação, é aquele que foi capaz de integrar em si uma corrente, uma linhagem, uma filiação.
Assim, do outro lado, como desse lado onde vocês estão, existem ordens espirituais não encarnadas.
Uma delas, que eu sei ser já de seu conhecimento, é a ordem dos Melquisedeques.
Essa ordem está em relação com uma filiação e uma afiliação a uma corrente energética e de consciência específica.

Existem outras ordens, é claro, todas em relação com uma linhagem de evolução específica.

Minha linhagem (se é que se possa empregar a palavra «minha» linhagem), a linhagem que se revelou a mim durante minha última encarnação colore, de modo infinito e eterno, a qualidade energética de minha consciência até a dissolução total de todas as formas além de certa escala dimensional.

O Desperto deve ser capaz de adquirir a mestria fusionando sua Fonte com a Fonte da Fonte, numa corrente evolutiva.
As correntes evolutivas foram criadas há tempos imemoráveis por alguns grandes seres.

Assim, como eu dizia, vocês ouviram falar da ordem dos Melquisedeques.
Existem, também, linhagens diferentes. Por exemplo, a linhagem daquele a quem vocês chamaram João Batista, vindo da linhagem das Águias, em relação, pelo próprio nome, com uma filiação espiritual, mas também solar, específica.
A filiação que foi a minha é ligada mesmo à estrutura de meu nome que eu lhes dou hoje, que é a linhagem de RAMA KRISHNA.
Na Índia, isso corresponde ao Deus RAM e a RAMA.

Assim, cada tradição viu Mestres emergirem após a fase de Despertar destes.
Trata-se, de algum modo, de uma bênção que vai marcá-los, com um selo indelével, de seu pertencimento a uma corrente vinda do Espírito, diretamente além de todas as suas manifestações dimensionais.

Então, a questão que vem inevitavelmente colocar-se é: tem-se a liberdade, após o Despertar, de afiliar-se a uma corrente ao invés de outra?
Trata-se, de fato, de um problema de ressonância e de afinidade vibratória.
Essa afiliação será função, de um lado, de sua própria polaridade de alma e de suas funções evolutivas na encarnação, mas também, de algum modo, do histórico de suas próprias encarnações e de suas próprias afiliações ligadas aos seus juramentos anteriores, que os ligam à sua Fonte e à sua Luz original.

Esse princípio de ressonância ou de afiliação é algo de muito importante, por quê?
Porque ele vai religá-los a um conhecimento específico e a uma Luz específica que fará com que, tanto nos mundos encarnados como nos mundos não encarnados, a entidade será capaz de transmitir o conhecimento e a Luz ligados a essa afiliação de alma.

Assim, no exemplo dos Melquisedeques, isso está ligado à iniciação solar e ao fogo.
Nas linhagens das Águias, a Luz e o conhecimento estão ligados à noção de ar, mas também a uma forma de conhecimento muito específico.
A particularidade que foi a minha, que me religa, portanto, à corrente de RAMA, é diretamente ligada à influência do coração.
Eu não disse, intencionalmente, o Amor porque todos os Mestres, todas as correntes, todas as afiliações são polarizações do Amor, remetendo, inevitavelmente, ao amor original e inicial.

Em contrapartida, quando eu falo do coração eu falo, de algum modo, do caminho do meio, ou seja, aquele que foi chamado, também, em sua tradição alquímica ocidental, o caminho úmido, contrariamente ao caminho seco.
Eu exprimo isso porque frequentemente apresentou-se minha encarnação e o que eu fiz como um caminho intelectual.
Isso é falso.

O caminho do coração, ou o caminho do meio é um caminho totalmente independente do intelecto.
Ele consiste em desenvolver uma qualidade essencial, que é, justamente, o silêncio do intelecto.
O silêncio do intelecto começa também, e primeiro, prioritariamente, pelo silêncio das palavras.
Assim que uma palavra se exprime, ela tem a particularidade de fazer sair o ser encarnado do caminho do meio.

Em minha vida, eu insisti muito sobre a necessidade da meditação e do silêncio, únicas preliminares indispensáveis para estabelecer-se na Verdade do coração e para ser afiliado à dimensão do coração.
Isso necessita o silêncio dos sentidos, o silêncio da palavra, mas, também, o silêncio do intelecto.

Eu esclareço que jamais o pensamento poderá fazer penetrar um Desperto no coração.
Existem caminhos que, após o Despertar, podem passar pelo pensamento.
Trata-se do caminho seco.

Eu diria, hoje, para a época que vocês deixam, que o modo o mais direto de adquirir (ou de abrir, dá no mesmo) o estado de mestria (que é bem além do Despertar ou da própria realização) passa por um caminho de maior facilidade, que é o caminho do coração, que necessita do silêncio.

Uma vez o contato com a divindade estabelecido, será necessário cultivar o silêncio interior, o silêncio das palavras, a fim de permitir encontrar sua afiliação.

O interesse é que todo ser humano Desperto não está, necessariamente, afiliado ao coração, mas sua afiliação, que é uma fusão com a Fonte da Fonte, realizar-se-á tanto mais facilmente se vocês se dirigem à via do coração.

Em contrapartida e, sobretudo hoje, é ilusório crer que a abertura do coração pelo silêncio e pela meditação possa conferir o que seria o Despertar.
Isso é impossível.

Se vocês trabalham no coração antes de ter vivido o Despertar, vocês criarão uma relação de dependência e não de liberação.
Essa dependência vai se fazer através do que nós chamamos um guru, mesmo se este seja um verdadeiro Mestre e não um falso Mestre.

Se você mesmo não vive o período do Despertar previamente, você não poderá, em momento algum, chegar à mestria.
Será a ilusão de uma mestria.
Será que essa noção está clara para vocês?
Porque ela é fundamental para a sequência de minha intervenção, agora, mas também de intervenções, eu diria, ulteriores, se tal é de seu gosto.

Questão: por que alguns apresentaram seus ensinamentos quando de sua última encarnação como o caminho dito do mental, enquanto você trabalhava no caminho do coração?

Porque foi mal explicado e mal compreendido.
O caminho do coração é o caminho do supramental, tal como os yogis demonstraram.

Todos os yogis encarnados, como Mestres realizados ou Mestres Despertos, durante o século passado, todos descobriram essa dimensão que está para além do mental, mas isso foi interpretado erroneamente.

A ferramenta mental vai permitir, por uma orientação, dirigir o fluxo e a onda de energia e a onda da consciência para o coração, pela autoconsciência de todo ato.
Isso é um treino mental.
O que não quer dizer que é o caminho do mental.
O abuso de linguagem vem daí.

Entretanto, eu procurei, durante toda a minha vida, favorecer a emergência dessa técnica que alguns chamaram o caminho do mental.
São exercícios espirituais, assim como houve, na tradição Ocidental, alguns ensinamentos, por Mestres que emitiram técnicas mentais, mas, será que é por isso que chamam a ela o caminho mental?
É a ferramenta mental que vai servir a um caminho, mas não é, contudo, o caminho do mental.

Questão: hoje, existe um Mestre encarnado que reflete e encarna esse caminho do coração?

À época que correspondeu aproximadamente ao período após minha morte e a morte de vários grandes Mestres (se vocês observaram quando morreu a maior parte dos professores do vigésimo século, Mestres realizados, eu falo) vocês constatam que houve uma expansão no vigésimo século, muito mais do que em outra época, de aparecimento de verdadeiros Mestres.
Eles são numerosos em todas as correntes tradicionais, tanto Orientais, extremo Orientais, mas também Ocidentais.
Eles extinguiram-se após terem deixado um conjunto de saberes, de conhecimentos e de técnicas.

A época que vocês vivem hoje (que começou, como eu dizia, exatamente após minha morte) necessita, porque vocês estão no fim de ciclo, que encontrem a mestria por si mesmos.

Há muitos Despertos que podem transmitir o Despertar e a Luz, mas, hoje, é-lhes solicitado que se afiliem, vocês mesmos, à sua corrente espiritual, à Fonte da Fonte.
O que anteriormente, ou seja, há exatamente uma geração, era válido desde milhares de gerações necessitava, efetivamente, ser afiliado a um Mestre vivo para poder esperar adquirir o mesmo tipo de Mestria e desenvolver o mesmo tipo de Mestria. Isso também é verdadeiro em algumas tradições Ocidentais, sejam religiosas, alquímicas ou outras.

Mas, hoje, devido à influência de algumas características de irradiações cósmicas, vocês devem contar apenas consigo mesmos, não para o Despertar (eu repito, que é transmissível), mas para a mestria.

Aliás, os Mestres, hoje, não criam movimento.
A vida deles, na simplicidade, basta.
O tempo das afiliações a movimentos é definitivamente supérfluo.

É-lhes solicitado, não para fazer esse trabalho sozinho (porque vocês são acompanhados de múltiplos modos), mas é-lhes solicitado para afiliarem-se diretamente à corrente espiritual da qual vocês são oriundos e, sobretudo, não através de qualquer Mestre encarnado, mas diretamente, devido às características energéticas e de consciência desta época.

Questão: você pode confirmar às pessoas aqui presentes a filiação espiritual delas?

Isso é para descobrir sozinho.
Não pode haver regra estabelecida por uma autoridade exterior, mesmo nos planos dimensionais muito elevados.

Assim como as ajudas à Luz, como o que vocês chamam o corpo de Samadhi ou o corpo imortal pode ser uma fase iniciática criada e gerada por outro ser humano, a matriz, diferentemente, é uma descoberta de Si face ao Si superior, ou seja, à Fonte da Fonte.

Em caso algum ela pode ser definida e não deve ser definida do exterior.

Questão: qual diferença você faz entre o Despertar e a Mestria?

O Despertar consiste em ativar alguns chacras, algumas funções, alguns centros de consciência que permitem constituir o que vocês chamam o corpo imortal e o que eu chamo o corpo de Samadhi, ou o que foi chamado o supramental.

Agora, a Mestria é precisamente o ato de fundir com sua própria filiação, ou seja, reencontrar a Fonte da Fonte.
Isso é além do que vocês chamam chacra, isso é além da construção de novos chacras em vocês: é a fase final, se preferem, final não segundo um desenrolar linear temporal, nem segundo uma gradação energética específica, mas, realmente, um ato consciente de fusão (ou casamento, se preferem) de sua Fonte com a Fonte da Fonte.

Questão: como se situa a Realização nesse processo?

Vocês estão realizados assim que despertaram e constituíram o que é chamado o corpo de Samadhi.

A Realização não lhes permite suprimir totalmente o que vocês chamam encarnação nesta dimensão ou, nesta época específica, na dimensão chamada quinta dimensão.
A Mestria, em contrapartida, dá a vocês a total liberdade de sua evolução.

Questão: o que vocês chamam iluminação?

A iluminação é a primeira etapa correspondente ao primeiro reencontro com a Luz.
É algo vivido pela ativação de alguns chacras situados na parte superior do corpo.
É a experiência vivida por aqueles que vivem um reencontro fora do corpo com a Luz.

O Despertar e a ativação são, sensivelmente, a mesma coisa que a iluminação.
O Despertar é entregar a iluminação a uma vontade superior e não desviá-la para si.
A iluminação corresponde à recepção da Luz; o Despertar corresponde à aceitação de que essa Luz que recebemos não é o poder.

Em seguida vem, num tempo que é eminentemente variável, por vezes jamais, o que se chama a Mestria, que está para além da constituição do corpo de Luz ou corpo de Samadhi.

Não pode haver Mestria sem Despertar e sem Iluminação.
É nesse sentido que houve deformação do que pude ensinar, na medida em que não se pode mestrar [dominar] algo que não está Desperto.
Faz-se apenas mestrar [dominar] o mental, mas isso não concerne ao Despertar.

Questão: o termo filiação pode ilustrar, paradoxalmente, a ideia de um ramo que se divide.

Exceto que, aí, o movimento é no outro sentido.
Vocês voltam à origem da divisão e, portanto, voltam à Unidade.
Trata-se de uma geração ascendente, uma vez que, lembrem-se, a palavra Mestre é a fusão que acontece, ela, efetivamente, no coração.

Questão: há um meio específico para nos ajudar a encontrar nossa filiação?

Encontrar a filiação é um ato de fusão consciente com a Fonte de sua Fonte.
Isso necessita, previamente, constituir o que vocês chamam, o que eu chamo, o corpo de Samadhi.
Isso passa pela ativação da Shakti, do Kundalini, de todos os chacras e, também, de algumas novas funções espirituais.

A partir daquele momento, e unicamente a partir daquele momento, não antes, tornar-se-á possível, através da prática do silêncio, durante períodos chamados a parada da palavra (simplesmente pelo simples fato de parar, durante algumas horas, de falar), às energias centrarem-se muito naturalmente no coração.

No momento em que vocês chegarem ao centro do centro de seu coração, naquele momento, a filiação poderá despertar. Nesse sentido que vocês devem praticar, na consciência permanente de cada um de seus atos e, ainda mais, no controle de suas palavras e de seus pensamentos.

Aí está.
Servindo-se, é claro, da ferramenta mental, e não é, por isso, que se torna um caminho mental.

Questão: o que é da noção de controle dos sentidos?

Controlar os sentidos quer dizer, simplesmente, estar consciente do que gera uma atividade dos sentidos.

Tomemos, por exemplo, a noção de desejo, que esse desejo seja alimentar ou de qualquer outra natureza.
O desejo é um impulso para a satisfação desse mesmo desejo.

Onde nasce o impulso?
Ele nasce em seu ser Desperto ou ele nasce, precisamente, no mental?
Vocês não têm qualquer meio de saber, a princípio.
Em contrapartida, nos períodos de silêncio, de recolhimento, de meditação, isso lhes aparecerá claramente.

É algo que vem de seu mental ou, efetivamente, é algo que vem de muito mais profundo e de muito mais elevado?
A diferença é essencial.

Um desejo alimentar que é, por exemplo, exigido pelo corpo, não é, necessariamente, ligado ao corpo.
A fome pode ser gerada por seu mental.

Por exemplo: você pode provar um medo e, como você é um ser Desperto, o medo não se manifesta como emoção. O mental vai traduzi-lo por uma necessidade de comer.
Do mesmo modo, é exatamente similar para qualquer outro desejo.

O desejo sensual e sexual pode ser guiado pela alma como um meio de aceder a uma forma de fusão, mas pode ser, também, decidido pelo mental, e a finalidade não é a mesma.

A necessidade decidida pelo mental arrasta-os para uma dependência e um desperdício.
A necessidade exprimida pela alma é, ao contrário, gratificante, no sentido de seu coração e da Luz.
É preciso praticar um mínimo e praticar graças à sua consciência, mas também ao mental.

Questão: quais seriam suas preconizações para a prática do silêncio?

Elas são diferentes para cada entidade, mas não pode haver Mestria sem passar pelo silêncio.

Os maiores Mestres realizaram-se sempre no momento em que estavam sós.
Isso foi ilustrado tanto pelos grandes místicos de todas as tradições e mesmo, também, eu creio, pelo próprio Cristo, que esteve isolado no deserto durante quarenta dias, sozinho, frente a Ele mesmo, para encontrar a Mestria.
Em outros termos, a Mestria é o silêncio.

Questão: você falou de novas funções espirituais, quais são elas?

Elas correspondem ao que eu creio que vocês chamaram os novos corpos.
São funções precisas, mas que não devem fazê-los perder de vista que elas não lhes conferirão jamais a Mestria.

Vocês podem ter ativado um novo corpo e ter a capacidade total de comunicar-se com todos os planos, ter o conhecimento absoluto, mas isso não lhes conferirá a Mestria.
Lembrem-se de que a Mestria acontece no coração.

Questão: nesse espaço do silêncio não pode haver, igualmente, projeções?

Absolutamente não.
Isso vem do sentido da orientação da energia e da consciência.
O que eu lhes digo aí é válido, é claro, para os seres ditos Despertos.

Questão: como sua linhagem de RAMA KRISHNA articula-se com aquela dos Melquisedeques?

A linhagem de Rama Krishna é diretamente ligada a uma coloração da Luz que é a Luz Azul, diferente da linhagem dos Melquisedeques que é, eu os lembro, ligada ao fogo.

A linhagem dos seres azuis é ligada ao silêncio.
A linhagem das Águias é ligada ao ar e, portanto, ao movimento.
As linhagens ilustram, perfeitamente, as quatro energias primordiais que vocês chamam, eu creio, em sua tradição, Hayot Ha Kodesh.

Questão: então, sua linhagem corresponde a qual Hayot Ha Kodesh?

À linhagem da água.

Questão: como superar o mental para estar mais na consciência do momento?

E bem, para um mental muito ativo, é preciso, é claro, ocupar esse mental, ao invés de deixá-lo ocupar-se ele mesmo de medos, ao invés de obrigá-lo a ocupar-se permanentemente a desenvolver o que eu disse.

Quer dizer que, quando o mental vai embalar-se com um medo ou uma preocupação do momento, uma contrariedade, qualquer que seja, o mental tem apenas que ir ocupar-se do que acontece no corpo, pela respiração, pelo fato de fazer movimentos repetitivos com uma parte do corpo.
Desvia-se a energia do mental para algo de diferente dele mesmo.
É um exercício para praticar.

Penso que terei a oportunidade de voltar algumas vezes.
Vou concluir, agora, minha intervenção.
Isso vai fazer-se, é claro, num silêncio específico no qual vocês devem unicamente pensar em seu ritmo cardíaco e em sua respiração, no espaço de alguns poucos minutos de seu tempo.

Esse é meu modo de transmitir-lhes a Luz da Fonte.

Eu lhes digo, eu espero, até breve, quando poderemos continuar esse ensinamento verbal e sobre o silêncio, sobre a Mestria.

Então, permaneçamos alguns instantes no silêncio.

Obrigado a vocês.

... Efusão de energia...

___________________________

Compartilhamos estas informações em toda transparência. Obrigado por fazer do mesmo modo. Se você deseja divulgá-las, reproduza a integralidade do texto e cite sua fonte: www.autresdimensions.com.

Versão do francês: Célia G. http://leiturasdaluz.blogspot.com

4 comentários:

  1. Interessantes e exemplares apontamentos desta MSG: "1 - Se vocês trabalham no coração antes de ter vivido o Despertar, vocês criarão uma relação de dependência e não de liberação. 2 - Se você mesmo não vive o período do Despertar previamente, você não poderá, em momento algum, chegar à mestria. Será a ilusão de uma mestria".

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  2. Alguem sabe me dizer quem foi Ram ?

    obrigado

    Roberto

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  3. Olá Roberto,

    muito sincronicamente, eu ontem tinha feito algumas viagens pela Wikipedia, inspirado pelas msgs do RAM de 22 e 23.08, e acabei colhendo diversos elementos sobre o Hinduísmo e outros assuntos relacionados.

    Faço abaixo uma cópia-e-cola de alguns dos temas, espero que possam responder à sua pergunta. Boa parte deles estão em inglês entretanto, e sugiro q vc use o excelente translate.google.com , caso as versões originais não lhe satisfaçam.

    Não sendo possível postar mais que 4096 caracteres por vez, estou dividindo o conteúdo em 2 (ou talvez mais) postagens.

    NOTA: em sânscrito o 'A' final é mudo, donde, pela pronúncia audível, se pode ter então:
    RAMA = RAM
    Ramachandra = Ram Chandra
    Ramakrishna = Ram Krishna

    Como eu fiz a leitura das msgs no sentido inverso da sequência temporal, paralelamente à pesquisa Wikipediana, inicio igualmente pelas citações e referências da msg do dia 23, continuando depois com as do dia 22.

    ---
    Dia 23:

    Eu sou a encarnação total da corrente de RAMA.
    http://en.wikipedia.org/wiki/Rama

    Então, como vocês têm necessidade de uma forma, eu encarnei essa totalidade num corpo que foi aquele de RAM SHANDRA...
    http://en.wikipedia.org/wiki/Ramachandra
    (é o MESMO verbete acima, redirecionado)

    ...mas vocês podem ver, também, em mim, aquele que eu fui antes.
    http://en.wikipedia.org/wiki/Vishnu
    http://en.wikipedia.org/wiki/Dasavatara_of_Vishnu

    ou também, aquele(s) q ele foi 'depois' ...
    http://en.wikipedia.org/wiki/Krishna
    http://en.wikipedia.org/wiki/Buddha_as_an_Avatar_of_Vishnu

    Então, eu sou também o próprio Mestre de mim mesmo em minha última encarnação e, bem mais distante, eu sou RAMA, eu sou RAMA KRISHNA...
    http://en.wikipedia.org/wiki/Ramakrishna

    Eu sou o conjunto de Luzes que tomaram forma em diferentes formas. Isso lhes é difícil a compreender, mas, quando vocês são a Luz para além das dimensões da forma, vocês podem habitar em diferentes individualidades que vocês chamam vidas, de tal ou tal pessoa.

    http://en.wikipedia.org/wiki/Avatar

    In Hinduism, an avatar, Sanskrit for "descent" [viz., from heaven to earth]) is a deliberate descent of a deity from heaven to earth, or a descent of the Supreme Being (i.e., Vishnu for Vaishnavites) and is mostly translated into English as "incarnation", but more accurately as "appearance" or "manifestation".

    The term is most often associated with Vishnu, though it has also come to be associated with other deities. Varying lists of avatars of Vishnu appear in Hindu scriptures, including the ten Dashavatara of the Garuda Purana and the twenty-two avatars in the Bhagavata Purana, though the latter adds that the incarnations of Vishnu are innumerable. The avatars of Vishnu are a primary component of Vaishnavism. An early reference to avatar, and to avatar doctrine, is in the Bhagavad Gita.

    ---

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  4. Numa questão seguinte, RAM declara -

    ...sua última encarnação como RAM SHANDRA, era aquele que se chamaria Babuji ou Lalaji?

    Os dois ao mesmo tempo, mas, efetivamente, como Lalaji, vivi por fusão. Creio que há uma palavra, hoje, que exprime isso em sua linguagem: isso se chama o walk-in. Eu deixei minha integridade como Lalaji para penetrar e tornar-se Babuji.

    e aí encontrei o seguinte:
    http://en.wikipedia.org/wiki/Shri_Ram_Chandra_Mission
    Shri Ram Chandra of Shahjahanpur (aka Babuji) (1899–1983) in memory of his spiritual teacher, Shri Ram Chandra of Fatehgarh (aka Lalaji) (1873–1931), whom he met a few times before Lalaji's death in 1931

    no final do artigo se diz q essa SRCM está estabelecida também na França, donde faz sentido a colocação da pergunta sobre Babuji ou Lalaji lá no AD.

    A propósito - NÃO CONFUNDIR esse 'Babuji' com 'Babaji' (que também teve múltiplas versões existenciais - algumas talvez menos 'verdadeiras' que outras - por exemplo):
    http://en.wikipedia.org/wiki/Mahavatar_Babaji
    http://en.wikipedia.org/wiki/Jagannatha_dasa_Babaji
    http://en.wikipedia.org/wiki/Hariakhan_Baba
    http://en.wikipedia.org/wiki/Haidakhan_Babaji

    o qual (pelo menos a última versão) foi expressamente assumido pela Fonte:

    http://leiturasdaluz.blogspot.com/2010/07/fonte-16-de-julho-de-2010.html
    Eu fui Haidakhan Babaji.

    ---
    Dia 22:

    RAM diz:

    A filiação que é a minha está ligada mesmo à estrutura de meu nome que eu lhes dou hoje que é a linhagem de RAMA KRISHNA. Na Índia isto corresponde ao Deus RAM e à RAMA.

    Talvez então possamos entender, pelo menos no caso específico de RAM, 'linhagem' ou 'filiação' de uma forma diferente da tradicional (Águias, Golfinhos etc.), já aqui relacionada aos múltiplos 'Avatares' do Hinduísmo...

    (vide o link q citei pouco acima - http://en.wikipedia.org/wiki/Dasavatara_of_Vishnu )

    e RAM diz também aqui -

    Questão: Como sua linhagem de RAMA KRISHNA se articula com aquela dos Melquizedeques?
    A linhagem de Rama Krishna está diretamente ligada a uma coloração da Luz que é a Luz azul...

    então, vale indicar 2 links de inspiradoras imagens 'azuis' q encontrei...

    http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b2/Vishnu_Kumartuli_Park_Sarbojanin_Arnab_Dutta_2010.JPG
    http://www.iloveulove.com/images/krishna1baby.jpg

    Aceite minha Gratidão pela oportunidade de compartilhar.

    Clareza e Profundez

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