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2 de jun de 2013

O.M. AÏVANHOV - 2 de junho de 2013



Bem, caros amigos, estou extremamente contente por reencontrá-los e poder falar-lhes.
Talvez vocês saibam, e tenham ouvido, que nós nos exprimimos por diferentes vozes agora, e isso é perfeitamente conforme o que nós lhes dissemos, há vários meses agora, concernente a essa possibilidade não, unicamente, de comungar com vocês, mas, também, comunicações mais sensíveis, eu diria, e mais fáceis a manifestar.
Então, aí está.

Quando de minhas últimas intervenções, eu repeti, em muito numerosas reprises, que tudo está consumado.
Obviamente, vocês constatam, amplamente, no interior de si, para aqueles que percebem as vibrações da nova Vida, que vocês não estão, ainda, completamente vivos aqui e completamente vivos alhures, ou seja, vocês passeiam entre diferentes estados de sua consciência, mas não unicamente.
Também, com lembranças, reminiscências mais ou menos fortes com outros mundos, outras realidades, nas quais vocês não estão mais limitados por esse corpo que habitam, e que os habita, também, de algum modo e, também, pelo que vocês chamam, por exemplo, sonhos.
Há, em suas diferentes vivências, em diferentes momentos, nos quais vocês constatam que não são, completamente, vocês mesmos e vocês têm, é claro, toda razão.

Então, eu não venho para dar-lhes, ainda e ainda, sempre novas informações, porque não há mais nova informação.
A informação, agora, são vocês, ou seja, é o jornal de seu corpo, o jornal de sua consciência e o jornal de sua vida, portanto, o que se desenrola de diferente, agora, e que os conduz, pouco a pouco, em seu ritmo, a esse momento tão aguardado e esperado.
Aí está o que eu tinha a dizer.

Então, como vocês sabem, o conjunto de Conclaves foi dissolvido, porque as Núpcias Terrestres acabam de realizar-se e, agora, vocês entram nesses tempos em que tudo, absolutamente tudo o que havíamos desvendado durante esses anos ver-se-á exprimido em sua consciência, nesse corpo e, também, fora desse mundo, ao mesmo tempo tendo, ainda, um pé, eu diria, nessa realidade.
Pé que é maior ou menor, conforme o que vocês têm a fazer aí, conforme o que vocês têm a manter, eu diria, como obrigação em suas ocupações ou em sua vida, qualquer que seja o setor que é concernido.

Mas isso se faz.
Mesmo se, por vezes, haja um período de dificuldades, vocês verão, muito rapidamente, isso se integrará em uma forma de normalidade, em uma forma de renovação, mesmo.
Então, é claro, vocês veem, também, que tudo o que acontece em si acontece, de diferentes modos, sobre esta Terra, quer seja em suas famílias, em seus amigos, nos meios que vocês frequentam, em suas atividades, ou ainda mais longe de vocês e, de maneira muito mais geral, sobre esta Terra.

Existem inumeráveis indicadores, se querem, que os fazem dizer que, no painel de controle da Terra, há muitas luzes vermelhas acesas.
E, se vocês as veem, tanto melhor, se vocês não as veem, arriscam jamais vê-las, porque vocês estão, talvez, ou centrados demasiadamente em seu ser interior, e isso não é algo que não está bem ou, então, talvez, um pouco demasiado centrados em sua pequena pessoa e suas pequenas preocupações da vida.
Aí também, em contrapartida, seria o inverso, não é completamente ideal.

Há uma posição que eu definiria, como foi dito, na qual não há mais nem interior nem exterior ou, se preferem, o copo está meio vazio.
Naquele momento, vocês dirão que estão na metade para o exterior, na metade dentro, na metade no interior ou, então, meio-exterior, meio-interior.
Aí também, isso dependerá de seu modo de apreender sua vida, sua consciência, em função do que tenham vivido ou não, aliás.

Então, o que isso quer dizer, que o conjunto de Conclaves está dissolvido?
Se vocês seguiram as crônicas do Autres Dimensions, aperceberam-se de que a federação dos Arcanjos em Conclave, que se desenrolou durante certo tempo, foi iniciada pela formação em Conclave dos Arcanjos, para entregar a autoridade vibratória deles a Maria, que se tem ao centro de todos os Conclaves.

Maria recebeu, portanto, as chaves, já há alguns anos.
O Conclave dos Arcanjos terminou, a um dado momento, seu papel, e foi dito a vocês que eles estavam alinhados, de algum modo.
Eles não estavam mais em círculo, ou seja, em coroa, mas eles estavam um pouco em similaridade, e é perfeitamente isso, é uma ressonância comum com o canal mediano da coluna vertebral, em alinhamento vertical.

Em seguida, houve o Conclave, mais recentemente, dos Anciões e dos Arcanjos, que permitiu realizar, ao mesmo tempo, um período de silêncio, tão importante para vocês, pela parada de nossas transmissões durante alguns meses.
Mas transmissões exteriores, mas, como vocês constataram, absolutamente não interiores, porque foi durante esse período que nós nos aproximamos e que vocês se aproximaram mais de nós.
Era uma junção que devia ser feita, efetivamente, no silêncio interior, mas, também, em certa forma de silêncio exterior.

São os momentos nos quais vocês se dobraram ou reverteram no interior de si mesmos, por vezes, de maneira imposta e forçada e, por vezes, cujo sentido corrente não está, sempre, aparente, quando apenas se vê a superficialidade dos eventos.
O que quer que seja e há pouco tempo, vocês constataram que, como eu disse logo no início, numerosas vozes, um pouco por toda a parte sobre o planeta, exprimiram-se para retransmitir, ao modo delas, o que nós tínhamos a dar-lhes, não para alimentá-los no exterior de si, mas para, de algum modo, reforçar o que havia para viver em vocês, ou seja, dando-lhes, de algum modo, espelhos para olhar-se e ver se vocês estavam, realmente, aí.
Aí está o sentido das intervenções que foram um pouco preliminares às Núpcias Terrestres.

As Núpcias Terrestres permitiram estabelecer Cristo em vocês.
A casa, se se pode dizer, a Morada de Cristo está, agora, totalmente preparada, o que pode explicar, também, certo número de manifestações que vocês observam, quanto às variações de intensidade e de funcionamento, eu diria, tanto da Onda de Vida como de seu chacra do Coração ou, também, das Estrelas da cabeça ou das Portas do corpo.
Tudo isso é, se querem, estritamente normal e, eu diria, mesmo, mais em adequação com o que se desenrola neste período.
Este período que os aproxima de tudo o que eu disse durante anos, há muito tempo, concernente tanto à região do Círculo de Fogo, para os vulcões, como os ventos que se desencadeariam na superfície da Terra, com velocidades incríveis, como os diversos eventos que vocês observam à esquerda e à direita, mas, também, talvez, ao seu redor ou em alguns países, concernentes a essa Transição, se posso exprimi-lo assim, da consciência.

Transição da consciência, que é um paralelo sobreponível à Ascensão individual, que é preliminar à Ascensão coletiva.
E, quando um número suficientemente importante de irmãos e de irmãs – abertos à onda de Vida, ao chacra do Coração que está repleto de Cristo e às diferentes Coroas – vão, por sua vez, começar a elevar-se nessa Transição da consciência e da Ascensão, a título individual.
Quer dizer que, aí, não unicamente foi ancorada a totalidade da Luz Vibral, não unicamente foi enraizada a totalidade da Luz Vibral no Núcleo cristalino da Terra e até o mais profundo de suas células que constituem esse corpo no qual vocês estão, mas, agora, vocês veem os efeitos disso.

Desde o fim das Núpcias Terrestres, é claro, muitas coisas modificam-se, tanto em vocês como na superfície desse mundo.
Essas modificações em vocês, como na superfície desse mundo, vão tornar-se cada vez mais perceptíveis, em sua intensidade e, também, em sua rapidez, tanto em vocês como nesse mundo.
Há, portanto, algo que se levantou, se se pode dizer, e algo que se abaixou, que os remete, como sempre, é claro, às últimas páginas do Apocalipse e ao último capítulo do Apocalipse de São João, quanto ao que se desenrola, real e concretamente, sobre esta Terra.

Então, é claro, vocês bem sabem que os mesmos eventos não são vividos do mesmo modo pela consciência que está em Transição e em Ascensão individual, e que nem sempre tem correlações evidentes para aquele que está instalado, unicamente, desse lado desse mundo, e que espera ali encontrar as respostas.

Tudo isso dá uma espécie de diferença, é claro, de percepção, diferença de compreensão, diferença de comportamento e, é claro, diferença consciência.
É muito fácil ver a diferença, vocês a sentem em si, entre aqueles de vocês os mais avançados na Ascensão individual e aqueles que ainda estão se debatendo em algumas coisas que pertencem, verdadeiramente, a esse mundo, e que são, em definitivo, obstáculos à própria Ascensão desses seres.

Então, tudo isso é a cena final que se ilumina, cada vez mais, diante de vocês, em vocês, também, e que lhes dá a ver, a compreender e a viver o que vocês têm a viver.
Ao mesmo tempo, para beneficiar-se do movimento da Ascensão coletiva que está, ela também, eu diria, no ponto de partida, não é?
E, nos dias que vêm, vocês terão não, unicamente, ao nível físico, sobre a Terra, como em seus corpos, como ao nível celeste, conjuntos de sinais que poderão apenas dirigi-los a essa única direção, na condição, é claro, de que vocês estejam nessa direção e não na direção inversa, fugindo da realidade desse mundo.
Mas isso vocês o sentirão e viverão, por si mesmos, eu não me estenderei sobre essas primeiras ondas específicas que eu qualificaria, simplesmente, de antigravitacionais.

Se vocês querem fazer buscas científicas, ou em seus meios de comunicação modernos, não se privem disso, porque seria demasiado longo e demasiado sujeito a interpretação em minha boca.
Saibam, simplesmente, que, quando eu empreguei as palavras «Transição da consciência» e «Ascensão individual e coletiva», isso corresponde ao efeito dessas novas ondas antigravitacionais que começam a banhar, literalmente, esse Sistema Solar e essa Terra, em especial.

E há, aí também, um limiar limite, no qual vocês começarão a perceber os sinais físicos, os sinais solares, os sinais cósmicos e os sinais em sua carne.
Tudo isso se desenrola.

Então, o importante, como sempre, não é dar-lhes, ainda, novas informações, mas, mais, atrair sua atenção sobre o que há a viver neste período.
Estejam atentos, ou seja, estejam vigilantes.
Como dizia Cristo: «Vigiem e orem, porque ninguém conhece nem a hora nem o momento de minha vinda. Eu virei como um ladrão na noite».
«Como um ladrão na noite» deve apenas ser tomado no sentido simbólico, aí também, eu não lhes digo mais sobre isso.
Busquem o que quer dizer, no plano etimológico, «Eu virei como um ladrão na noite», isso quer dizer algo de muito preciso.

Em termos franceses, isso poderia aproximar-se do que eu poderia chamar o Arrebatamento.
O sistema do Arrebatamento em Êxtase e do Arrebatamento, simplesmente, não, unicamente, material, é uma terminologia que é, muito frequentemente, empregada no antigo testamento, por alguns profetas.
Eu os engajo, se querem, também, informar-se, mas, de qualquer modo, informar-se para nada serve , o importante é vivê-lo, e eu lhes desejo, é claro, um excelente Arrebatamento em êxtase, Arrebatamento nos domínios do Pai.

Então, agora, eu distingui, de momento, a Ascensão individual da Ascensão coletiva.
Ora, como vocês sabem, há uma Liberação coletiva, que é um momento comum.
Mas, como sempre, se querem, é como quando vocês correm uma maratona, há os que estão à frente, há os que estão atrás, e a corrida terminou quando o último cruzou a linha.
Então, o que é que se faz com aqueles que não querem cruzar a linha e que correm do outro lado?
Se eles não querem cruzar a linha, é muito simples, os candidatos são desqualificados.
Desqualificados para quê?
Não é uma punição, é claro, uma vez que todo mundo é liberado.
Quer dizer que a Ascensão deles, pessoal, desenrolar-se-á em outro âmbito, que não aquele da Ascensão coletiva, que começou desde o fim das núpcias celestes, terrestres, perdão, e que vai mostrar-lhes certo número de patamares cada vez mais curtos no tempo, quanto ao significado dos eventos físicos e eventos vividos em sua consciência.

Uma vez cruzados esses alguns passos, essas algumas etapas, vocês as contarão por si mesmos, vocês se aperceberão de que entre cada etapa, o tempo é cada vez mais curto e que a consciência é cada vez mais ampla.
O que quer dizer que vocês terão cada vez mais faculdades para entrar em uma forma de imobilização do tempo e de expansão total do espaço, que poderia conduzir ao que eu chamaria uma espacialização do tempo.
É que mesmo o tempo não lhes apareceria mais como uma sucessão de momentos e um escoar linear, mas como uma espacialização.
Quer dizer que a consciência vai englobar, no espaço, todos os tempos.

Então, é muito difícil a explicar, mas alguns de vocês já têm o material suficiente da própria vivência sobre isso: sobreposição de realidades, impressão de estar ao mesmo tempo aqui, fazendo tal coisa, e alhures, fazendo tal outra coisa, em especial nos momentos de sonho, nos momentos de alinhamento, de meditação, de oração ou de Chamados a nossas consciências.

Nessa fase específica, também, vocês serão acompanhados.
Muito poucas vezes, é claro, porque o tempo não é mais para os ensinamentos, mas para viver o que há a viver, por um dos Melquisedeques que se revelou há pouco tempo que é, que era, quando estava em um corpo de carne, o que eu chamaria o divertido Osho Rajneesh, que lhes dará noções, talvez, interessantes, não tanto como ensinamento, mas orientá-los nesse fenômeno de espacialização do tempo ou, se querem, de temporariedade do espaço.

Tudo isso para dar-lhes a viver que a consciência não pode ser, em caso algum, o que é, unicamente limitado a um tempo e a um espaço determinado, e que esse será um grande passo, de fato, não no Absoluto, não na Infinita Presença, mas no aprendizado real e concreto de sua multidimensionalidade e da escapada da atração gravitacional desse mundo e de suas leis, ou seja, que vocês se afastarão, sempre mais, do que pode restar da matriz, ainda, que lhes serve de suporte em sua vida de todos os dias.

Então, tudo isso para dizer-lhes que é preciso estar atento.
Atento, como dizia o Arcanjo Anael de, efetivamente, vigiar para instalarem-se em seus quatro pilares e representar-se, por exemplo, ao nível da cabeça, e eu lhes darei uma pequena técnica que pode ajudá-los, no início, apoiando-se nos Melquisedeques que se apresentaram.
Peçam para colocar à sua frente a vibração, a consciência, pouco importa, porque, como vocês todos sabem, tudo isso está, também, no interior de vocês, uma vez que nós somos vocês e vocês são nós.
Coloquem, no interior, à frente de sua cabeça, a vibração ou a consciência ou a Presença do divertido Osho.
Coloquem à esquerda de sua cabeça aquele que era chamado, em sua vida, Sirdi saï Baba ou, se preferem, também, pode ser Mevlana, o famoso sufi.
À sua direita, vocês colocam, ao lado de sua cabeça, aquele que se nomeou Swedenborg.
E, enfim, atrás de sua cabeça, ao nível da nuca, próximo do Triângulo da Terra, vocês colocam Ramakrishna.

Instalando-se assim, em consciência, entre esses quatro pilares, que não são mais as quatro Estrelas, uma vez que se está em outro círculo, vocês poderão constatar esses mecanismos que eu tento descrever-lhes, através da Translação dimensional e sua Ascensão individual que vai permitir, se querem, reforçar e amarrar, de algum modo, sua Ascensão individual à Ascensão coletiva.
É um trabalho de Serviço, é um trabalho de consciência.
Façam isso quando quiserem, ou não o façam.
Porque isso pode, também, fazer-se sozinho.
O importante é identificar o que se produz após essa instalação nesse estado específico.

A Ascensão coletiva da Terra manifesta-se, eu sempre disse, pela expansão da Terra, pelo aparecimento e o despertar e o acordar de muitos vulcões, situados no cinturão de fogo do Pacífico, mas não exclusivamente, pelos movimentos de água importantes, também os ventos, ou seja, a ação, como diria Snow, dos quatro Cavaleiros, que tem tendência a fazer-se do mesmo modo, no mesmo lugar, no mesmo tempo.

É isso que é novo, a conjunção dos quatro elementos, que evoca, inevitavelmente, a reativação do Éter livre, ou seja, do que poderia ser nomeado, que foi nomeado assim, eu creio, o Éter da nova Vida ou Éter da quinta Dimensão.
E é nesse Éter da quinta Dimensão que nós estamos e que vocês estão, também, pela metade.
Nós nos interpenetramos, é desse modo, por essa interpenetração que se tornará, a um dado momento, uma espécie de cruzamento, por interpenetração completa, que lhes dará a visão de seu novo mundo, individual e, para outros, coletivo.

Tudo isso se desenrola a partir de agora, e em um período de tempo que foi dado em numerosas reprises, que corresponde ao período de criação de um estado vibratório e de dissolução, ou de Ascensão de um novo modelo vibratório, que corresponde ao seu mês de maio e que termina no mês de outubro.
Agora, durante esse período, vocês vão viver coisas apaixonantes, e terão, eu diria, cada vez mais confirmações, se vocês ainda têm necessidade delas, mas, sobretudo, a capacidade, cada vez maior, de arranjar-se em suas novas Dimensões de vida.

A um dado momento, vocês estarão tão acostumados e tão à vontade nesse mundo de destino que é o seu, individual ou coletivo, que tudo passará facilmente, sem incidentes [tradução livre de passer comme une lettre à la poste].
É claro, aqueles que deram meia volta na linha de chegada não podem terminar, agora, a linha de chegada; eles podem, simplesmente, vê-la.
E isso já é enorme, porque ver a linha de chegada é uma liberação muito mais fácil do que aqueles que voltaram as costas à linha de chegada porque, aí, a reversão será muito mais difícil, uma vez que ela passará, necessariamente, por uma fase, como diziam os alquimistas, de separa e junta [solve et coagula (*)], ou seja, que uma antiga forma, um antigo estado deve morrer, com os sofrimentos da perda, para reencontrar-se na imortalidade.
Mas isso faz parte de caminhos escolhidos, isso faz parte da Liberdade de cada um.

E, quando eu falo de linha de chegada, não vejam, aí, uma superioridade daquele que cruzou a linha, em relação àquele que apenas vê, unicamente, a linha ou àquele que deu meia volta com a linha.
É, simplesmente, que cada um escolheu livremente, e em sua Liberdade e, mesmo, em seu livre arbítrio, encontrar-se, naquele momento, nesse lugar da linha ou, então, não ver a linha.
Não há qualquer julgamento a ter porque, como sempre foi dito, a Liberdade de cada um é respeitada.
Mas a Liberdade coletiva prima sobre a Liberdade individual, é por isso que esse mundo vive, agora e doravante, o que ele tem a viver, em toda consciência, em toda lucidez, como Cristo havia dito: ninguém poderá dizer que não sabia.

Vocês têm sido prevenidos de inumeráveis modos, em vocês e em seu exterior.
Há muitos sinais a ver, há muitas coisas a olhar, tanto dentro como fora.
Há muitas coisas a compreender, mas é fácil compreender com o coração puro, ou seja, aquele que está alinhado com a Luz, que não se coloca qualquer questão, mas que já está do outro lado da linha.

Simplesmente, como há uma sobreposição da Ascensão individual – mesmo para aqueles que estão na primeira etapa dela – com a Ascensão coletiva, eles se banharão nesse banho de Ascensão coletiva, para viverem, eles mesmos, de maneira natural.

É o caso, por exemplo, quando eu respondi a muito numerosas questões sobre as crianças.
Eu sempre disse que as crianças não tinham necessidade de vocês, mas são vocês que têm necessidade das crianças, porque elas não têm qualquer resistência a essa Ascensão coletiva, a essa Transição coletiva, a essa Liberação coletiva.
O que não é o caso daqueles que correm ao inverso da linha de chegada, mas é problema deles.

É problema deles, ou seja, qualquer que seja o nível de profundidade, de escuridão, mesmo, como vocês poderiam chamá-lo nesse mundo, isso não tem qualquer espécie de importância, porque a Luz terá nascido em meio às trevas, e é o mais importante.
Ninguém poderá dizer que não tinha Luz.

Aí estão as linhas gerais do que eu tinha eu tinha a dar-lhes.

É claro, vocês continuam livres para alinhar-se às 19 horas [hora francesa] porque, mesmo se não haja mais Conclave, nós estamos no interior de vocês, todos presentes e, eu diria, mesmo, onipresentes, e prontos para responder a todos os seus Chamados e a todas as suas Comunhões; a instaurar o que é, para vocês, o mais útil, mesmo se seu mental não o compreenda, para permitir-lhes efetuar essa Transição, essa Ascensão individual e coletiva, de maneira a mais alegre possível, eu diria, e a mais fácil possível.

Peçam e o Céu dar-lhes-á, e vocês não podem obter sem pedir.
Mas esse pedido deve vir, é claro – e eu o disse inumeráveis vezes em minha encarnação – do Coração, e não da cabeça.
Não é para satisfazer necessidades da cabeça, mas é para satisfazer sua avidez do Espírito, essa avidez de Coração para reencontrar a Água da Verdade, o Fogo da Verdade, a Terra e o Ar da Verdade.

Portanto, vocês penetram, diretamente, no novo Éter de vida.
Esse novo Éter de vida dá-lhes a viver muitas coisas nesse corpo; por vezes, isso lhes parece fácil, por vezes, isso lhes parece complicado.
Não resistam a nada.
Se vocês estão conectados, seja pela cabeça, pelos pés, pelos dois, pelo Coração, além disso, qualquer que seja o estado vibratório de seu corpo, de seus chacras, se vocês estão cobertos pela Onda de Vida e pelo Manto Azul de Maria, a solução está aí.

Quando o mental põe-se a pedir uma solução e a começar a girar, peçam à Onda de Vida e instalem-se na Coroa da cabeça e do Coração, instalem-se na vibração, no que lhes é soprado no ouvido ou no Coração e, também, deem a ver com o Coração, porque o novo Éter está, é claro, ligado à visão etérea e à visão interior, e à visão do Coração.

Portanto, tudo aí está.
Portanto, se algo que vocês veem com seu cérebro ou com seus olhos questiona-lhes, não busquem a resposta aí onde se coloca a questão, instalem-se no pedido à Onda de Vida, a nós, peçam, e vocês verão que tudo se iluminará, de modo mágico, quer seja nos sonhos, pelas sincronias ou pelas mudanças diretas de seu modo de ver as coisas, e vocês verão que o que era mental derreterá, como neve ao Sol.

Esses são os elementos importantes.
Portanto, cada vez mais, vocês estarão, eu diria, ultraconscientes, cada vez mais, vocês estarão vigilantes.
Mas não como aquele que se preocupa, mas como aquele que, verdadeiramente, está iluminado do interior, por sua própria Luz, e que vê as coisas de maneira muito mais simples do que anteriormente, e eu diria, de maneira direta, ou seja, sem a intervenção de mecanismos de compreensão habituais.

Por exemplo, quando lhes acontece, à noite – eu tomo um exemplo, mas isso pode ser não importa o que mais – de ver um rosto, de ver uma embarcação, de ver outra paisagem, não se coloquem a questão, pela manhã, de que corresponde aquilo para sua cabeça, uma vez que sua cabeça não tem resposta alguma.
Derretam-se no que foi vivido porque, como eu disse, não é, unicamente, um sonho.
Mergulhem nesse outro espaço-tempo, não como algo que é passado ou futuro, mas como algo que engloba a totalidade de sua consciência, e chamem a nós, naquele momento.
E vocês verão que tudo será evidente e não haverá mais questão que emergirá: «Mas por que eu me vi em tal lugar? Por que estive com tal pessoa?».
Ao invés de analisar o que a consciência viveu, deixem a consciência viver o que foi vivido.

Do mesmo modo como quando vocês olham uma flor de que gostam nesse mundo, vocês não vão colocar, sem parar, a questão de porque vocês gostam dela.
Vocês o fazem.
Então, do mesmo modo, façam-no para o que lhes é dado a viver.

Minhas palavras pararão aí.
Eu aproveito, também, para saudá-los, certamente, uma última vez, porque a minha missão foi completada, assim como vocês completaram a sua.

Os Conclaves estão dissolvidos, os Melquisedeques regozijam-se, não mais por estarem estáticos nos próprios Elementos, mas por dançarem, no interior de vocês, as Estrelas também.
Nós avançamos não mais, agora, em Conclave, mas avançamos em linha reta para vocês, cada um de nós em função de nossas afinidades respectivas e necessidades respectivas.

Maria, agora, tornou-se grande o suficiente no canal Mariano e em seu Coração, para tomar, assim, todo o lugar, para acolher Seu Filho e acolher seu Cristo, ou seja, o que vocês são, em Verdade.

Portanto, tudo está aí, agora; todos os elementos estão à sua disposição, e eu digo, quando eu menciono os elementos, são, também, os Elementos da natureza, porque Snow já lhes havia falado deles, como nós, os Anciões, como as Estrelas e como os Arcanjos.
Façam bom uso disso, instalem-se, efetivamente, em todo esse estado.

Vamos fazer, parece, uma pequena pausa e, em seguida, vamos retomar, para ver se vocês têm questões.
Portanto, eu me calo alguns segundos, parece; digam-me quando devo retomar.
E aproveita-se, durante esse tempo, para estar nessa famosa Comunhão de que falei, com os quatro Elementos e os quatro pontos de ancoragem, à frente, à esquerda, à direita e atrás.

Eu lhes agradeço por seu estado de oração, que foi magnífico.

Então, se vocês têm, agora, questões, gostaria de responder, com prazer.

Não temos questões.

Então, se não há questões, eu lhes agradeço, grandemente, por toda a sua atenção.
Vocês podem, também, se querem, divulgar o que eu lhes disse ao maior número, e de todos os modos possíveis, porque nós estamos na atemporalidade, de maio a outubro, como todos os anos, mas, desta vez, há uma linha de chegada.

Portanto, eu lhes transmito todo o meu Amor, eu lhes transmito todas as minhas bênçãos e eu lhes digo, a cada um de vocês, não se esqueçam, eu estou aí.

Eu lhes digo até breve.

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Um comentário:

  1. Intervenção das mais preciosas e autênticas do Aïvanhov. Sem dúvida, uma MSG oportuna e de relevância ímpar. Certamente destacável na sua quase integralidade, porém, apenas para brindar tal maravilha, eis os seguintes trechos:

    - Então, eu não venho para dar-lhes, ainda e ainda, sempre novas informações, porque não há mais nova informação. A informação, agora, são vocês, ou seja, é o jornal de seu corpo, o jornal de sua consciência e o jornal de sua vida, portanto, o que se desenrola de diferente, agora, e que os conduz, pouco a pouco, em seu ritmo, a esse momento tão aguardado e esperado.

    - Existem inumeráveis indicadores, se querem, que os fazem dizer que, no painel de controle da Terra, há muitas luzes vermelhas acesas.

    - Há, portanto, algo que se levantou, se se pode dizer, e algo que se abaixou, que os remete, como sempre, é claro, às últimas páginas do Apocalipse e ao último capítulo do Apocalipse de São João, quanto ao que se desenrola, real e concretamente, sobre esta Terra.

    - E há, aí também, um limiar limite, no qual vocês começarão a perceber os sinais físicos, os sinais solares, os sinais cósmicos e os sinais em sua carne.

    - Eu aproveito, também, para saudá-los, certamente, uma última vez, porque a minha missão foi completada, assim como vocês completaram a sua.

    - Vocês podem, também, se querem, divulgar o que eu lhes disse ao maior número, e de todos os modos possíveis, porque nós estamos na atemporalidade, de maio a outubro, como todos os anos, mas, desta vez, há uma linha de chegada.

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