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2 de jul de 2014

CRISTO – 2 de julho de 2014


Eu sou CRISTO.
Bem amados, eu os acolho em meu Coração, no Coração do Um, Um com o Pai, Um com a Mãe.
Um único Corpo, um único Ser.

Eu volto a vê-los, esta noite, para prosseguir os ensinamentos engajados.
Eu venho falar-lhes do Sol, o Sol que, acima de suas cabeças, pode aparecer separado de vocês, mas que não é outro que não o Sol interior de seu Coração.

O Sol é como uma andorinha, ele anuncia a primavera.
Mas essa primavera é a Primavera dos Corações, essa estação na qual se desvenda o que havia sido escondido nas entranhas da Terra, no corpo de cada indivíduo, conservado, cuidadosamente, nesse terreno fértil e que eclode, em resposta ao apelo desse Sol.
O Sol é uma borrasca, ele vem remover, com uma rajada de vento, o que prejudicava sua irradiação, um pouco como o faria, sem vergonha, um pássaro que se diverte em seu ninho e ali faz a limpeza.

O Sol é uma tempestade, tempestade solar que não se importa com o que se põe à frente de seus raios, porque seus raios perfuram tudo, mesmo a sombra, que apenas estava ainda aí o tempo de sua colocação na Luz pelo Sol.

O Sol é um astro, um astro de Alegria que se senta no trono como uma lanterna para iluminar a festa dos Reencontros do Amor.

O Sol nada mais é do que esse Coração ardente que os saúda no exterior, a cada manhã, lembrando-os que a saudação é interior.

O Sol nada mais é do que você mesmo, em seu Coração, que o saúda e responde à sua própria saudação.
O que ele espalha por seu calor é essa resposta ao seu Coração.

O Sol é uma Maravilha que encanta as crianças, mas os adultos dele se desviam, voltando-lhe as costas, dormindo.

O Sol é uma Casa, aquela do Amor incandescente.
Seu Fogo ilumina, seu Fogo é Claro, porque essa Casa nada tem dentro.
Ela é oferecida, inteira, para acolher Aquele que vem, como um ladrão, em uma oração, tomar o Coração que a Ele serve.

O Sol é puro Amor, e inunda-nos com suas Ondas, e ele rega a Rosa.
O Sol é uma história que gira na aparência, mas o Sol não tem história.
Ele é o ponto, a última estrofe, na qual se reencontra o indivíduo que cuidou da Abundância, deixando ir para longe dele o que infringe nessa Dança.

O Sol é meu governo, é o que mantém a cabeça.
Ele nos dirige, sem nos constranger, para a Luz que nos atinge.
O Sol é como uma lança que vem perfurar a carapaça que fecha coração, para liberar nosso Coração.
Quando ele se lança em nós mesmos, o Sol libera, ao fundo, apenas seu Coração.

Assim é o Sol, ele dança em nós e acima de nós.
Ele nos chama e lembra-nos de nossa Natureza ígnea.
Ele vem aquecer-nos e penetrar nossos corações, para que ecloda o verdadeiro Coração.

O Sol é espelho desse Coração do ser que ele deixa transparecer em todo o seu Ardor.
Nada há de decoração, ele toma corpo em nós mesmos e seu reflexo ilumina apenas o vazio exterior.

O Sol chama-nos à Plenitude interior de seus raios sorridentes.
E, por vezes, ele nos morde, porque tal é seu Ardor, em nosso Ser interior, que, por vezes, ele devora pelo Fogo do Coração, e consome e dissolve o que está à frente dos raios que se lançam em linha reta em nossos corações.

O Sol é esse Coração que se chama a si mesmo, e ele consome tudo o que não é ele mesmo.
Porque o Sol brilha dele mesmo, e ele nos chama a Ele, nesse Coração de nós mesmos.

O Sol não é outra coisa que não o buraco da agulha no qual se voltam todas as coisas, para onde o Amor brilha, em seu Fogo revertido e na apoteose da Alegria reencontrada no Retorno.

O Sol é esse Ponto central do Ser, de onde vem todas as coisas, e de onde surge a Aurora Nova que chega sem desvio, para anunciar-lhes o Dia no qual vem um Novo Céu.

O Sol é Verbo Criador, ele nos fala a Linguagem do Coração.
O Sol é um vibrante Apelo, que escuta apenas aqueles que têm o coração bastante grande para engolir a cabeça no espaço que se abre dentro, ali deixando a inútil confusão de problemas para reencontrar a Criança, que desliza, com agilidade e deleite, em sua Eternidade.

O Sol é o que vem dizer-lhes para estar pronto para deixar todo desejo, porque ele vem, do Coração de seu Ser, pôr fim ao que não é o Ser.
Ele os queima para torná-los intactos no Amor que é o único pacto que seu Coração reconhece e honra.
Todo o resto permanecerá fora.

O Sol é o Guardião do Templo que mantém de si numerosos tesouros.
O Sol não está no exterior, ele lhes mostra a Porta interior.
O Sol é a chave do Reino, aquele do qual o homem é o Filho do Céu.
Ele indica, a cada dia que irradia, que nada há que o Céu não perdoe, porque o Amor, o Sol nos dá o perdão, a cada dia que do Céu ele irradia.

O Sol é uma melodia que ressoa para além de nosso ouvido.
Ele entoa seu Hino incrível, no Silêncio, esperando nosso sim para liberar, aos nossos olhos espantados, o Segredo que nos estava prometido, segredando, em nossas almas adormecidas no Braseiro do qual surge a verdadeira Vida.

O Sol é o fim da história que ele revela como sendo ilusória.
Ele destrói o que não tem existência e convida, com insistência, ao Retorno a essa sublime estrofe que é o Amor no qual ele guarda a Essência.

O Sol é esse Astro sagrado que encanta essa parte da humanidade que, sempre, soube conservá-lo em seu Coração, para ali retornar, na Essência que é a Verdade – e o Ardor é sua natureza ígnea.

O Sol é sua Verdade, aquela do Coração, tanto tempo esquecida.

O Sol vem, portanto, lembrá-los que o Céu está do outro lado.
Ele incendeia o que deve transparecer para deixar a passagem aos seus Seres – que, na Eternidade, eles possam esgueirar-se pela Porta do Coração ensolarado.

Eu sou CRISTO, e eu venho oferecer-lhes o Sol da Vida Eterna.
Eu os inundo de raios que fluem do Amor que nós Somos, na Água e o Fogo reunidos que formam o Ser, para além de toda forma, do Pai e da Mãe, em um Filho querido.
Esse Filho é o Amor que dá a eles, encantando seus Corações reunidos.

Eu sou CRISTO e eu sou o Sol, e o Filho, e o filho que os lembra da Vida.
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3 comentários:

  1. O Sol é uma Casa, aquela do Amor incandescente. Seu Fogo ilumina, seu Fogo é Claro, porque essa Casa nada tem dentro. Ela é oferecida, inteira, para acolher Aquele que vem, como um ladrão, em uma oração, tomar o Coração que a Ele serve.

    O Sol é esse Coração que se chama a si mesmo, e ele consome tudo o que não é ele mesmo. Porque o Sol brilha dele mesmo, e ele nos chama a Ele, nesse Coração de nós mesmos.

    O Sol não é outra coisa que não o buraco da agulha no qual se voltam todas as coisas, para onde o Amor brilha, em seu Fogo revertido e na apoteose da Alegria reencontrada no Retorno.

    O Sol é esse Ponto central do Ser, de onde vem todas as coisas, e de onde surge a Aurora Nova que chega sem desvio, para anunciar-lhes o Dia no qual vem um Novo Céu.

    O Sol é o que vem dizer-lhes para estar pronto para deixar todo desejo, porque ele vem, do Coração de seu Ser, pôr fim ao que não é o Ser. Ele os queima para torná-los intactos no Amor que é o único pacto que seu Coração reconhece e honra.

    O Sol é o fim da história que ele revela como sendo ilusória. Ele destrói o que não tem existência e convida, com insistência, ao Retorno a essa sublime estrofe que é o Amor no qual ele guarda a Essência.

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  2. O Sol é... O Sol é.... O Sol é....
    ​"​O Sol nada mais é do que você mesmo, em seu Coração, que o saúda e responde à sua própria saudação.
    O que ele espalha por seu calor é essa resposta ao seu Coração.​"​
    Apesar ainda dos últimos véus, Ele é tanta Luz, Beleza, Graça, Vida, ...
    Cristo Sol, recebemos seu 'Sagrado Beijo, de Luz, Calor,...' E neste nosso contato diário, nos mantemos ligados, olhando para 'o Alto, ou para dentro de nós mesmos', como que aguardando o Sagrado Reencontro.

    Até Breve!!!

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  3. "O Sol é um astro, um astro de Alegria que se senta no trono como uma lanterna para iluminar a festa dos Reencontros do Amor.
    "O Sol é sua Verdade, aquela do Coração, tanto tempo esquecida.
    "O Sol nada mais é do que você mesmo, em seu Coração.

    "O Sol é Verbo Criador, ele nos fala a Linguagem do coração.
    "Ele dança em nós e acima de nós. Ele nos chama e lembra-nos de nossa Natureza ígnea. Ele vem aquecer-nos e penetrar nossos corações, para que Ecloda o verdadeiro Coração.

    "O Sol chama-nos à Plenitude Interior de seus raios sorridentes. ... Para onde o Amor brilha, em seu Fogo Revertido e na apoteose da Alegria Reencontrada no Retorno.

    "Eu venho oferecer-lhes o Sol da Vida Eterna.
    "Eu sou CRISTO e eu sou o Sol, e o Filho, e o Filho que os lembra da Vida. ... para ali retornar na Essência que é a Verdade.

    "Eu os inundo de raios que fluem do Amor que nós Somos,
    Na água e o Fogo reunidos que formam o Ser, para além de toda forma, do Pai e da Mãe, em um Filho querido.
    "Eu os acolho em meu Coração, no Coração do UM,
    Um com o Pai, Um com a Mãe.
    Um único Corpo, um único Ser."

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