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21 de mar de 2016

URIEL – Março de 2016




Eu sou Uriel, anjo da Presença e Arcanjo da Reversão.
Bem amados filhos do Um, eis que eu anuncio o tempo da Ressurreição, o tempo do Silêncio em sua Presença, na qual a paz inefável vem pôr fim a toda angústia, a todo sofrimento e realiza a Liberdade.
Acolhamos, juntos, pela Graça do Espírito do Sol e o Coro dos Anjos, o que eu tenho a transmitir-lhes, oferecer-lhes e depositar às portas de seu Templo.

… Silêncio…

Enquanto o tumulto e a algazarra do mundo chegam até seus ouvidos, sua consciência, abre-se, também, a Música das Esferas, que lhes dá a ouvir e a viver o tempo da Liberdade, o tempo de seu Silêncio em sua Presença, na qual se abre a ronda dos céus – que abre a porta para a nova aliança, para a Ressurreição e, sobretudo, para a Verdade – na qual nenhuma ofensa, nenhum sofrimento pode vir manchar o brilho da Verdade que emana do que vocês são nesse mundo mesmo, que vem diluir e que vem iluminar a sombra desse mundo, até o que ela desapareça na nova dimensão e em seu destino.

Amados do Um, ouçam o Coro dos Anjos, ouçam o apelo do que vocês são através de sua pessoa ilusória e efêmera.
O tempo nasceu, o tempo chegou, aquele da Passagem, aquele que acompanha sua Reversão em sua eternidade, na paz eterna do Amor e na liberdade absoluta de sua Presença ou de sua Ausência.
Aí, o Um não pode ser seguido de qualquer segundo, aí, o Um é a única Verdade, porque não pode existir alternativa.
E eis que vocês se renderam à Ressurreição, não da carne, mas do Espírito, na Liberdade reencontrada, na Liberdade esperada e na Liberdade que canta em seus ouvidos.
Então, ouçam esse sopro novo, aquele que vem retificar o que foi torcido, o que tem sofrido e o que tem sido instável.
O tempo chegou de viver para o verdadeiro e não mais correndo atrás de uma sobrevida hipotética.
A vida é eterna, ela não para, jamais, só a pessoa desaparece, para voltar a tornar-se a brancura imaculada da Verdade inicial e final, que jamais deixa lugar ao sofrimento, que jamais deixa lugar à dúvida.
Então, juntos, aqui e alhures, acolhamos e vibremos na Paz de Cristo, na Paz do Um, na Paz da Verdade.

Vocês são a Paz, a partir do instante em que o tumulto do mundo nada mais pode no coração desperto e no coração reencontrado.
Aí, onde o Amor é essência, aí, onde o Amor é verdade, aí, onde o Amor não requer qualquer esforço, mas, bem mais, o sorriso em seus lábios e no que vocês são.
Sorriso para a vida eterna, sorriso para si mesmos, sorriso para o outro que é apenas você mesmo em outro estado e, no entanto, a mesma filiação.
A mesma essência percorre toda forma e toda vida, de um extremo ao outro das dimensões, até o trono supremo da Fonte, até o Absoluto, no qual vive a Verdade, no qual tudo é Alegria e no qual o Coro dos Anjos canta, de modo perpétuo, a glória do Um, da Verdade e do Amor.

Eu venho com a arca da aliança da nova aliança, aquela que soa o fim do terror e do erro, para permitir-lhes ser o que vocês são, para sempre e sempre, no infinito contentamento da Vida, em qualquer vertente que seja.
Aí, onde não há nem nascimento nem morte, aí, onde a Eternidade não é um vão conceito, mas a verdade de cada minuto, de cada sopro, de cada dimensão e de cada forma.

Filhos do Um, acolhamos, juntos, Aquele que virá como um ladrão na noite e que, no entanto, treme em seu coração e à sua porta, esperando o apelo, aquele do instante inicial, da eternidade da nova aliança, do Juramento e da Promessa.

Despertem, se já não foi feito, à verdade do Amor, e aquiesçam à Paz eterna que apenas pode encontrar-se quando você volta sua alma e seu olhar para o Espírito infinito da beleza eterna, do sangue sagrado que percorre os universos e os multiversos, em todas as dimensões.
A cada passo, a cada porta, a cada sopro, a cada nascimento, não há novo nascimento, mas, sim, atualização da Eternidade em múltiplas formas, em múltiplas dimensões.

Filhos do Um, eis que vocês chegaram, vocês que, em definitivo, jamais partiram e jamais voltaram, se não é na ilusão da pessoa, na ilusão do efêmero.
Então, o que importam os sofrimentos passados, o que importam o sofrimento e as dúvidas do presente porque, em sua Presença, tudo isso se apaga e não existe, mesmo, mais em qualquer memória que seja.
Sejam livres de Amor e de Verdade.
Sejam livres da Liberdade reencontrada e da paz nova que nada pode manchar ou diminuir.

Filhos do Um, escutem e ouçam o canto da Verdade, o refrão da Paz.
Escutem e ouçam o que murmura aos seus ouvidos e à sua alma ou ao seu Espírito o Coro dos Anjos.
Ouçam os passos de Cristo que se aproximam dessa noite fatídica da Ressurreição e da Verdade.
Abram o que lhes resta a abrir e fechem as portas no que é efêmero.
Fiquem na vida, aquela que flui para sempre, e na qual vocês são saciados para sempre, na qual nenhuma falta pode aparecer, na qual nenhuma falta pode ser imaginada ou pensada.

A nova aliança aporta-nos a Eucaristia, aquela do céu na Tri-Unidade.
Nós, Arcanjos e, em especial, Anael, Miguel e eu mesmo, viemos, hoje, selar a Verdade, para que nunca mais ela possa ser velada de qualquer predação ou de qualquer resistência.

Vocês são o Amor em verdade, e vocês são o amor da Verdade.
A Fonte murmura e sussurra em seus ouvidos e seus sentidos o apelo final Daquele que volta a vocês e em vocês, porque Ele não é outro que não vocês mesmos, na verdade do instante, na verdade do aqui e do agora.
Acolhamos, juntos, além de toda forma, a essência do Amor, a essência da Tri-Unidade, que vem saciar cada fibra de sua consciência e cada estado dela.

Trabalhemos, juntos, na Paz e no Silêncio.
Trabalhemos, juntos, no que não requer qualquer esforço, se não é o de relaxar toda tensão e toda resistência, toda crença e todo efêmero.

Filhos do Um, filhos da Verdade, o momento chegou de voltar-se para si mesmos, para si mesmos em sua eternidade, para si mesmos em sua beleza, despojando-se de toda máscara, de todo julgamento e de toda incerteza.
O tempo chegou de viver a rocha e a infalibilidade de sua Presença ou de sua Ausência.
Tudo é Um.
Aqui mesmo, nesse mundo, pondo fim ao dois, pondo fim a toda separação, não mais, unicamente, em alguns de vocês, mas em toda consciência e em toda vida presente na superfície desse mundo como nesse Sistema Solar.

A hora chegou de concluir o que toma fim, não por qualquer ação, mas, bem mais, por um estado de ser que supera toda ação, todo ter e toda sensação.

Filhos do Um, amados do Um, lembrem-se do que jamais desapareceu, mas que estava enterrado no Coração do Coração, por trás dos véus da ignorância, por trás dos véus do medo e por trás dos véus da mentira.

Abram.
Nada retenham que possa frear ou pesar na marcha da Liberdade, na marcha da Ascensão, prometida e anunciada desde tempos imemoriais pelos profetas, os anjos e os Arcanjos, por aqueles que foram missionados como testemunhas da Verdade e portadores da chama de Eternidade.

Escutem, no silêncio da comunhão, no silêncio da fusão pelo Espírito do Sol e o Espírito de Cristo.
Entrem em si, onde nenhuma sombra pode persistir e onde nenhuma dúvida pode emergir.
Aí está a solução, aí está a chave da Eternidade que jamais os deixou e que apenas pode reaparecer nos tempos de Verdade, nos tempos de Cristo e nos tempos do Amor.

Em nome da Fonte Una, eu, mediador da Presença e vibração da Reversão, eu venho convidá-los a superar tudo o que se opõe e tudo o que resiste, tanto nesse mundo como em vocês.
Abram as válvulas para o Amor, abram as válvulas para a Verdade, não se preocupem com nada mais do que o que vocês são, nesse instante e nesse momento, como em cada instante e em cada momento que seguirá, na ilusão desse tempo, desse mundo.

A hora é para o verdadeiro.
A hora é para a Verdade.
A hora é para a Ressurreição.
Na nova Tri-Unidade, anunciada após as Núpcias Celestes e amplificada pelas Núpcias Terrestres permanece a Paz, o Silêncio e a vacuidade.
Então escutem, filhos do Um, o que eu tenho a dizer-lhes.
Minhas palavras são apenas os suportes do Amor emanado e imanado de vocês como de mim, de nossa reunião, na qual não existe qualquer interstício que deixe lugar à dualidade ou, ainda, à dúvida.

Deixem abrir-se o que vocês são e florescer o sorriso da Vida, não aquela que vocês conhecem, alguns de vocês há tanto e tanto tempo, mas aquela que não conhece qualquer tempo, aquela que não conhece qualquer limite, porque vocês são os filhos do Ilimitado, ilimitados, vocês mesmos, em sua liberdade de experiências, em sua liberdade de vida, em sua liberdade absoluta de ser a totalidade do Criado como do Incriado.

Filhos do Um, filhos da Verdade, façamos a paz, deem-se a paz, bem além do perdão que se apoia em um ato passado ilusório.
Perdoem-se a si mesmos e a cada um.
Deem sua paz, o Amor preenche o que vocês dão e multiplica o que vocês ofereceram.
Aí está o sacrifício sagrado e último da ilusão em face da Verdade, na qual nenhuma resistência e nenhuma oposição pode vir perturbar o silêncio interior, bem além da exposição dos sentidos, bem além de toda percepção como de toda vibração.

O Verbo fez-se carne e, novamente, a carne fez-se Verbo.

Ouçam e escutem.
Vão além de minhas palavras, vão além de sua escuta, porque o que eu digo diz-se em vocês, do mesmo modo.
Fiquem na paz, permaneçam na paz e permaneçam aí, onde a Paz suprema pode ser apenas a única evidência e a única razão, cujo nome é Amor, cujo nome é Liberdade.

Nutram-se de si mesmos, do que vocês são nessa Eternidade reencontrada, que se atualiza agora e doravante.
Não há mais antes, não há mais depois, há apenas o Instante.
Aquele da Infinita Presença, aquele do Último.

Escutem o que seu coração diz em sua pulsação, o que seu Espírito sopra.
Ele sopra o vento, aquele da Liberdade, aquele do Amor, e isso está em vocês e não pode mais estar em algo que seja exterior, aparentemente, nesse mundo.

Sejam leves, sejam simples, porque a Paz é simples, porque o Amor é leve e, ele também, ainda mais simples.
Aí está sua natureza, aí está sua Essência, aí está sua Liberdade e aí está sua manifestação.
Eu os convido e nós os convidamos, nós, Arcanjos, a reunir-se em seu Templo, aí onde se encontra a totalidade, aí se encontra a única Verdade.
Sejam livres e fiquem em pé.

Na hora em que tudo se precipita, tanto em vocês como ao seu redor, é tempo de colocar seus fardos e de depositar o que pode restar como reticências à sua eternidade reencontrada, que os chama à verdadeira vida e à verdadeira liberdade, na qual não existe outra lei e outra referência que não o Amor infinito do Criador, da Criadora e da Criatura.

Amados do Um, lembrem-se.
E abram o que pode, ainda, parecer-lhes haver a abrir, por hábito ou por medo.
O Amor dissolve o medo e o Amor dissolve o hábito, renovando-os a cada experiência, preenchendo-os de graça e de contentamento.
Cabe a vocês escolher, cabe a vocês levantar-se, os pés na terra, para elevarem-se às Moradas de Paz suprema, onde nada pode afetar, onde a única lei de Amor basta para manter sua Presença e sua Ausência.

Então, no Fogo do Coração, na Onda do Éter, no canal transdimensional por onde virá Maria, se ela já não veio, acolham, sem condições e sem contemplações, a cada sopro do ritmo de sua vida aqui embaixo.
O Muito Alto revela-se, doravante, cabe apenas a vocês deixar florescer a flor eterna, a rosa de Amor.

Voltem a tornar-se a criança nova, aquela cujos olhos brilham e vão bem além do olhar, aquela que conhece a verdade e a beleza do Amor nos mundos livres, nos mundos unificados.

Nós descemos, doravante, até vocês, cada um a nosso modo, cada um segundo os elementos da matéria, tal como vocês a conhecem.
O Arcanjo Miguel cruza o céu, o Arcanjo Anael põe-nos na relação justa consigo mesmos, como com cada outro.
Amados do Um, eu venho, com minha Brancura, facilitar esse basculamento final na verdade eterna do Amor, na verdade eterna do que vocês são.

Deixem o Fogo, o Fogo do Espírito, o batismo do Espírito e do Amor abrasar, doravante, o coração e abrasar esse corpo, cuja finitude não tem mais lugar de ser.
Esqueçam-se das regras, esqueçam-se das leis. Retenham apenas a lei de Amor.
Em qualquer circunstância, em qualquer ocasião do tumulto desse mundo, a Paz está em vocês e ela está inscrita desde sempre e na Eternidade.
Desde o primeiro sopro do Espírito, desde o primeiro mundo até o último mundo, em cada experiência da consciência, em cada estado do caminhante de Eternidade e do peregrino de Eternidade.
Aí, onde nenhum passo é pesado, aí, onde nenhum caminho pode ser obstruído por outra coisa que não a Liberdade, por outra coisa que não os perfumes da Verdade, por outra coisa que não o canto dos anjos.

Amados do Um, eu deposito aos seus pés as chaves da Liberdade, eu deposito em seu Templo, se já não foi feito, a verdade de sua Presença e de minha Presença.
Em minha irradiação e em sua irradiação conjuntas, aqui e alhures, acolhamos a Graça, na qual nada pode fazer falta, na qual nenhuma falta pode aparecer.
E aí, no silêncio de seu Templo, alimentado pelo Coro dos Anjos que cantam em seus ouvidos e que anunciam o apocalipse em curso, aquele da revelação, no qual nenhuma mentira poderá manter-se em pé, para que vocês mesmos permaneçam em pé na Eternidade de sua Infinita Presença, como no Alfa e Ômega do Absoluto e da Fonte.

Recolham em vocês a Água de Vida e o Fogo do Espírito.
Acolham em vocês a nova Terra e os novos céus.
Percebam e sintam o sopro dessa Liberdade, que nenhuma liberdade de seu mundo pode acolher nem mesmo considerar.
Na nova Tri-Unidade arcangélica, que vem sobrepor-se à nova Tri-Unidade da nova Eucaristia, a cada instante, a cada sopro, doravante, está em vocês a verdade do instante.

Escutem e ouçam, no silêncio de minhas palavras como no ritmo de minhas frases, o que está além e envolve isso com o perfume da Verdade, com a fragrância do Amor, no qual a Paz é infinita.

Então, eu os convido não a seguir-me, mas a permanecer em sua Presença Una, em qualquer circunstância desse mundo; a Paz está em vocês, a Paz está com vocês.
Filhos do Um, cantemos juntos o canto do Silêncio e o canto da beleza.

Nada mais há a fazer, bem ao contrário.
Há apenas a depositar todas as armas que possam restar em vocês, aquelas de seu mental, aquelas de suas emoções e aquelas dessa história falaciosa no confinamento.

Cantem, vocês mesmos, a Liberdade reencontrada, e que ela irradie de sua Presença como de sua Ausência, a cada minuto que se engrena e passa na ampulheta do tempo, tal como foi isolado nesse mundo, o que os leva a reencontrar o espaço sem fim e sem limite, o espaço profundo que vai e que percorre de universo em multiverso e que trabalha na revelação do Amor e no retorno do Amor.

No Silêncio e na ausência de movimento criam-se cada movimento e cada som, que nada pode frear nem obscurecer.

Escutem e ouçam o batismo do Espírito que canta, em seu coração, a alegria da Vida Una reencontrada.
Então, caminhem na paz.
Então, escutem e abram sem freios nem retenção. Para ver o que deve ser visto: a Verdade nua e una.
No silêncio de minhas palavras, eu abençoo sua Presença e eu abençooo sua radiância, e chamo seu coração à abertura infinita dos possíveis, e chamo seu coração à cura da ilusão e à cura de todo sofrimento.

… Silêncio…

Assim, o batismo do Fogo regenerará essa Eternidade, isso é agora e isso já está presente.
Assim, ao escapar do tempo que flui, o Fogo do Espírito porá fim à ilusão do tempo, à ilusão desse mundo.
O dia chegou de estar vivo, o dia chegou de esquecer-se da morte, de esquecer-se de si mesmo e de toda história.
Voltando a ser virgem no batismo do Espírito, o Fogo celeste acompanhará o Fogo da Terra, o Fogo da alma exultará no Espírito.

… Silêncio…

Escutem e ouçam o canto do céu e da Terra, que vem ressoar na vida de cada um, e na vida de todos, que vem oferecer-lhes aquilo em que vocês trabalharam, ancoradores e semeadores de Luz, porta-estandartes de Cristo em glória.
Fiquem aí, porque nós estamos aí.

Escutem.
A Coroa de glória coloca-se sobre sua cabeça, o Coração Ascensional ressoa e canta o mesmo canto, a mesma sinfonia, aquela da Paz que canta nos universos e nos multiversos.

Uma harmonia perfeita vem retificar o tumulto.
Fiquem em acordo com o canto da Liberdade, fiquem em acordo com a única lei eterna, aquela do Amor e do estado de Graça, para que o Coro dos anjos cante os louvores da Ressurreição consumada.

Amados do Um, ousem ser, na totalidade, o que vocês já vivem ou o que pressentem em si e que, no entanto, não está, ainda, sempre atualizado na totalidade.
Sejam abençoados, porque vocês são, vocês mesmos, a bênção da Vida.

Não escutem mais os barulhos do mundo, mas, bem mais, fiquem na escuta e atentos ao canto da Ressurreição, que canta em seus ouvidos e em seu coração, elevando o Coração Ascensional.

… Silêncio…

Coloque-se nesse centro, no qual tudo é perfeito.
Coloque-se nesse centro, no qual só o Amor é a regra, que restaura a Verdade Una.
Coloquemo-nos, juntos, na comunhão do Silêncio, ritmado por algumas palavras e algumas frases que vêm apenas apoiar a vibração do Amor e da Vida.

… Silêncio…

Tenham-se em pé, porque nada pode fazer cair a verdade do Um.

… Silêncio…

Então, o Fogo do Coração ganhará em presença e em intensidade, e vem apagar não, unicamente, em vocês, mas em todo seu redor, o que pode opor-se, o que pode ter medo, o que pode resistir.

… Silêncio…

Escutem, no silêncio da Presença, o canto da Eternidade e da Paz.
Aí está sua única nutrição autêntica, aí está o único lugar nesse mundo, no qual a bênção é permanente, de vocês para vocês, da Vida para vocês e de vocês para toda a vida.

… Silêncio…

Voltem-se e revertam-se, aí, onde tudo é sustentado, aí, onde tudo é resolução, aí, onde tudo é leveza.
Aí, onde nada pode interferir com a beleza de seu ser, que é a beleza da Vida.

… Silêncio…

Eu venho convidá-los a colocar-se ao centro da nova Tri-Unidade arcangélica, cumprindo as Núpcias Celestes e Terrestres, cumprindo e atualizando a nova Eucaristia, além de todo rito, além de toda regra conhecida nesse mundo.
Porque unicamente aí se encontram a Liberdade e a Verdade.

… Silêncio…

Deixem apagar-se o que apenas pede para morrer e desaparecer, porque é ilusório.
Vocês são a fonte de água viva, é tempo de vivê-la.

Assim, no espaço de minhas palavras, aqui e alhures e em cada instante, eu deposito o sopro regenerado da lei de Um.
Instante de Verdade, instante de passagem da morte à Vida.

… Silêncio…

Eu os convido ao esplendor, não aquele das aparências ou da materialidade, mas aquele do Espírito vivo.
Eu os convido a ser vocês mesmos, sem condições e sem resistências.
Eu os convido ao Amor, como Maria virá fazê-lo.
Eu os convido a estar prontos sem esperar amanhã, para viver a Eternidade, em qualquer evolução desse corpo como da história, porque aí está a fonte de água viva, aí está a única nutrição, o maná celeste que não requer qualquer cultura nem qualquer esforço.

… Silêncio…

Assim eu deposito, em vocês, a Luz branca, não mais aquela da Obra no Branco, mas aquela da Obra Coroada, na qual nenhuma cor prevalece sobre outra.

… Silêncio…

O semeador de Luz e o ancorador de Luz é chamado, agora, a ser o farol de Luz, sem hipocrisias e sem condições da lei de Amor, da lei de Verdade, na qual nenhuma justiça é necessária, porque a justiça não pode ser, mesmo, imaginada ou pensada.

Eu os convido ao riso infinito da Vida, ao riso infinito da leveza.
Eu os convido não mais ao banquete celeste, mas ao banquete da Terra, que festeja, agora, sua Ascensão e a verdade de sua Liberdade.

O Sol, em breve, reencontrará a Terra e a batizará em seu nascimento em um mundo regenerado, no qual nenhum entrave é permitido, no qual nenhum laço pode aparecer.
Aquele da transparência, aquele da criança eterna maravilhada dela mesma, maravilhada da vida.

Eu lhes anuncio o maravilhoso, que se torna seu quotidiano.
Eu os convido a cantar a Liberdade em cada silêncio, em cada alinhamento, em cada oração como em cada meditação.

… Silêncio…

Então, cabe a vocês convidar o que é, de toda eternidade, para nutrir a chama da Verdade.
Eu os convido a trabalhar nos Ateliês da Criação.
Por seus pensamentos e seu coração cria-se o mundo novo nessa Terra ou em qualquer dimensão, se tal é seu desejo, se tal é sua experiência.
Eu os convido, também, ao Silêncio, no qual toda forma de consciência apaga-se, que o ego apavorado chama o Neant e que, no entanto, é bem mais do que o Tudo, porque engloba, também, o neant, e não deixa qualquer lugar para a incerteza e qualquer lugar para o que vocês nomeiam o acaso.
Há necessidade, para cada um de vocês, de ser a Verdade e de superar toda aparência e toda ilusão, de acolher a Eternidade nesse efêmero, para finalizar a fusão de seus corpos efêmeros e de seu corpo eterno.

Eu os batizo no Espírito, em nome de Cristo e em nome da Verdade, em nome do Amor, sinônimos, cada um, um do outro.
Eu os convido não mais à espera, nem mesmo à esperança, porque tudo está consumado e tudo se atualiza de maneira visível e sensível, mesmo para aquele que se desvia, por medo, da verdade do Amor, da verdade do Um.

Eu os convido à dança do Silêncio, na qual a harmonia dos Elementos reanima o Éter de vida, o Éter de Eternidade.

… Silêncio…

Cada dia ganhará, em vocês, a paz e a evidência.
Cada dia e cada sopro mais importante, mais intenso e, se posso dizer, mais verdadeiro, que põe fim à presunção da competição e ao efêmero de tudo isso.

A Água e o Fogo, enfim, unidos no mesmo ato de amor, manifestam-se em vocês.
Além, mesmo, do que vocês nomeiam energia e vibrações, além, mesmo, do que vocês nomeiam estruturas eternas, encontra-se o que vocês são.
Eu os convido a sê-lo.
Eu os convido ao Infinito do Amor.

… Silêncio…

Ouçam e escutem o canto da Imaculada Conceição e da Imaculada Brancura, na qual nenhuma sombra e nenhuma mancha podem aparecer.
Eu os convido a amar cada um, além de todo antagonismo ou de pessoas residuais.

O Amor convida-os a superar todo sofrimento, toda falta como toda incompreensão, porque o Amor é a compreensão final, atualizada nesse mundo, do que vocês são.
A pessoa ali verá, sempre, a destruição, o Espírito ali verá a glória da Ressurreição.

Eu os convido, também, a ajustar seu ponto de vista, ampliando, sempre mais, a abertura ao Amor, para que vocês também possam dizer, nesses últimos momentos: «Pai, perdoe-os, porque eles não sabem o que fazem.».
Assim o Amor trabalhará na cura daqueles que estão, ainda, doentes, naqueles que estão, ainda, adormecidos nos horrores desse mundo, apesar da beleza da vida que ali é mantida.

… Silêncio…

É tempo, agora, de pôr em prática o novo evangelho do Amor, para comungar com cada um na nova Tri-Unidade e na nova Eucaristia.
Eu venho aquecer, também, o que pode estar, ainda, congelado, devido à história, devido à idade, devido ao tempo, devido às obrigações, em qualquer domínio que seja, impostos para adormecê-los, sempre mais, nos horrores da sobrevivência e nos horrores do esquecimento.

Escute.
Escute e ouça o que eu lhe digo.
Vá além, mesmo, do sentido de minhas palavras.
Vá além de si mesmo no que você crê ser nesse mundo.
Supere toda aparência, junte-se à Infância, junte-se ao simples e tudo se tornará evidente, se já não foi feito.

O parto da Terra já aconteceu, resta a você acompanhá-lo, por sua própria libertação.
No coração do Amor você tem todos os recursos para reencontrar a fonte de seu ser e sua eternidade.
Você não tem necessidade de outra coisa do que ser isso, sem nada excluir, portando o mesmo olhar de Amor e a mesma vibração de Amor, tanto em si como ao seu redor.
Supere todo antagonismo, toda luta, toda recriminação para com quem quer que seja como para consigo mesmo.
O estado de Graça e a ação de Graça têm por efeito realizar o grande perdão.
Não aquele que é festejado a cada ano, mas aquele do céu, que se produz nesse momento.
Eu não venho pedir-lhe para jejuar, mas ser você mesmo, no jejum desse mundo.
Eu não venho pedir-lhe para isolar-se, mas, bem mais, revelar-se, inteiramente.
Quer seja pelas palavras, pelos atos, quer seja em seu sono como em sua Infinita Presença.

Ouça o canto de seu ser e escute o que lhe diz a Vida no interior de si, para que suas vestes efêmeras sejam lavadas no sangue do cordeiro, reencontrando, assim, sua virgindade, para deixar lugar ao corpo de Eternidade.
A cada sopro, o Amor tornar-se-á cada vez mais Evidência, que se basta por si só, na qual nada mais é necessário, porque o Amor está por toda a parte, a partir do instante em que os véus são lavados no sangue do cordeiro.

… Silêncio…

Não perca mais tempo, porque o tempo não é mais nem contado nem descontado, porque os tempos estão aí, em evidência, no interior de si e em evidência, também, onde se porte seu olhar.
A mentira está rachando, tanto em você como em toda vida na superfície desse mundo, para que nada do que lhe é, ainda, escondido, permaneça.

Eu o convido à comunhão perpétua do Amor, à simplicidade da vida.
Eu o convido à sua própria Liberdade.

Ouça e escute o que lhe diz o céu, o que lhe diz a Terra, porque o céu e a Terra estão em seu coração, antes de serem perceptíveis por seus sentidos.
O momento chegou para que o Sol junte-se à Terra, o momento chegou para que o gêmeo do Sol desvende-se aos seus olhos, o que assinala o decreto da Ascensão e da Liberação.
Ignore as últimas resistências, tanto as suas como aquela do mundo, ligadas ao hábito, ligadas às últimas predações, que tentam resistir à verdade do Amor.

… Silêncio…

Peça, nesses tempos de Amor, o que você quer na co-criação consciente, em seu feminino sagrado.
Peça não a satisfação dos sentidos, não a satisfação do efêmero, mas a satisfação infinita de sua Eternidade.

Não há formulário a preencher, não há outra luz a acender que não aquela que você é.
Não há outra oração que não aquela de estar na vida, além da vida desse mundo, mesmo permanecendo e acompanhando esse mundo em sua Ascensão e para sua Liberação.

… Silêncio…

Escute.
Escute, no silêncio, esse canto da Liberdade, que murmura em seu coração o Coro dos Anjos, anunciando Aquele que vem – mas que jamais partiu.

… Silêncio…

Amado do Um e amado do Amor, o que você pode temer, no Amor e na Paz, no Amor e na felicidade da Graça?
Olhe bem em si, porque o que pode temer não é você, porque o que tem medo não é você, mas, simplesmente, o obstáculo desse mundo, confinado há tanto tempo e privado de liberdade.
Mais do que nunca, também, hoje, perdoe e ame aqueles que agiram ao contrário do que você é, para controlar, refrear a verdade do Amor.
Nada lhes reprove porque, em face disso, sua única arma é o Amor e a pureza da criança, que nada pode poluir nem desviar.

Então, no silêncio de seu ser, a Graça cresce e a leveza surge, enquanto vem a noite desse mundo.
No mais profundo da noite você renasce, não de suas cinzas, mas, sim, do Fogo do Espírito, do Fogo da Criação.

… Silêncio…

Você deve ter, como Ele, os braços abertos, para tomar, em seu coração, aquele que atravessa a tela de sua consciência, seja ele seu amor ou seu inimigo, porque não há qualquer diferença, se não é para a pessoa – mas você não é mais isso.

… Silêncio…

Permita-me insistir para estar em você, porque eu sou, também, o que você é, e isso, de toda a eternidade.
Então, eu derramarei em seu coração o bálsamo consecutivo à espada de Miguel, que lhe dá a leveza.
Qualquer que seja o sofrimento do efêmero, de seu corpo ou desse mundo, a Eternidade desvenda-se na Graça e na felicidade.
No momento final, você permanecerá em êxtase durante a estase, que o nutre do Amor e do êxtase infinito do gozo eterno, que não será mais, unicamente, limitado a um ato nomeado sexual ou afetivo, mas, bem mais, que se gera de si mesmo a cada sopro.

… Silêncio…

Acolha e recolha o néctar da Vida.
Acolha e recolha o Manto Azul da Graça e o Manto de Verdade do Arcanjo Miguel.
Aí, onde você está, e onde quer que você esteja, a Luz está.

… Silêncio…

Então, eu posso, eu também, dizer-lhe: «Meu amigo, meu amado».

… Silêncio…

Em cada canto de seus espaços, tanto interiores como exteriores, eu serei a Brancura da Verdade, que não é outra que não você mesmo, a partir do instante em que você acolhe a simplicidade e a Infância, inteiramente, e sem condições.
Sim, você, que duvida, ainda, da Verdade, você, que se segura, ainda, a esse corpo ou a essa vida, mais do que à sua própria eternidade, abra-se, para que a prova da Eternidade derrame-se em você, inteiramente, o que põe fim, assim, a toda questão e a toda interrogação.

Meu amigo, meu amado, você ouve o canto da Liberdade?
Nesse momento, não é mais questão de espera ou de esperança, mas sim, verdadeiramente, da verdade do instante, da verdade do Amor.

Você ouve suas células cantarem e crepitarem no fogo de alegria do batismo da Ressurreição?

Você ouve Aquele que se aproxima e que já está aí, e que virá como o ladrão na noite?
Doravante, sua casa está limpa.
O que quer que você pense e o que quer que diga, o que quer que você sofra ou o que quer que lhe falte, a Verdade não está aí.
No Amor nada há a preencher, nada há que falte.
Então, escolha, em lucidez e em conhecimento de causa, supere, assim, o mundo da causalidade e acolha o mundo da Graça, no qual nada é separado, no qual nada domina, no qual nada força.
Isso já está aí, na totalidade.
Não no que seus sentidos percebem, mas, bem mais, no fim de toda busca, no fim de toda falta.

Você, que está aí, você, que está em outros lugares, escute e ouça.

… Silêncio…

Acolha e recolha o sorriso da Vida.
Não aquele que você vive aqui embaixo, mas, sim, aquele da eternidade de sua Presença, pondo fim aqui embaixo.

… Silêncio…

Não hesite mais e ouse, enfim, ser a Verdade.
Ouse e coloque-se onde você está, aqui ou alhures, e dancemos, juntos, a dança do Silêncio e a dança da Evidência.

Nutra-se da alegria, nesse instante, aqui e alhures, como em todo instante doravante.

… Silêncio…

Repouse, enfim, porque você chega ao fim do caminho ilusório da vida nesse mundo, na qual o fazem crer que há algo a melhorar, a ganhar, até o momento em que você desaparece, nada levando do que é efêmero e que renasce, sem parar, no sofrimento e na falta.

Permita-me abençoá-lo, enfim, primeiro em meu nome, em seguida, pela radiância de Anael e, enfim, pela radiância de Miguel.
Por três vezes eu canto em você o grito de alegria da Liberdade ritmada pelo Amor.

… Silêncio…

Assim, vá na paz.
Assim, seja a Paz.
Assim seja.
E, também, eu posso dizer-lhe, de meu coração ao seu coração, que é apenas o mesmo coração: «Eu o saúdo.».
Assim, eu posso calar-me, após ter depositado em você o Verbo vivificante e eterno.

Assim o Verbo Criador descerra seus lábios e seu coração, para que tudo o que você possa dizer ou pensar seja marcado a ferro quente do Amor verdadeiro e não mais por qualquer preocupação do efêmero.

Assim se descerram seus olhos, para que nenhuma palha ou nenhum feixe possa impedi-lo de ver com o coração, através de toda aparência.
Então, eu lhe digo, e essa será minha última palavra neste dia: «Eu o amo.».

Eu sou Uriel, anjo da Presença e Arcanjo da Reversão, que traz a você a Tri-Unidade arcangélica.

Eu lhe digo até sempre e sempre, no coração do Um.
E permita-me selar com meus lábios o seu coração, para que ele esteja selado para sempre, na Liberdade e no Amor.
Aqui e alhures, quer você me escute, quer você me leia, eu lhe dou a minha Paz, e eu o devolvo a si mesmo.

… Silêncio…

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8 comentários:

  1. "Repouse, enfim, porque você chega ao fim do caminho ilusório da vida nesse mundo, na qual o fazem crer que há algo a melhorar, a ganhar, até o momento em que você desaparece, nada levando do que é efêmero e que renasce, sem parar, no sofrimento e na falta."

    Obrigada, querido Uriel, Anjo da Presença e Arcanjo da Reversão que nos traz a Tri-Unidade Arcangélica no centro da qual devemos estar... o grande poeta que sabe cantar o Amor e nos encanta com seu canto e nos faz sentir de maneira inquestionável o seu amor por nós.
    Obrigada, querida Célia G., grande irmã doadora, dedicada e amorosa, pela sua contribuição inigualável nesses e noutros momentos de importância singular.
    Gratidão!!! Gratidão!!! Gratidão!!!

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  2. Aí, o Um não pode ser seguido de qualquer segundo, aí, o Um é a única Verdade, porque não pode existir alternativa.

    O tempo chegou de viver para o verdadeiro e não mais correndo atrás de uma sobrevida hipotética.

    Vocês são a Paz, a partir do instante em que o tumulto do mundo nada mais pode no coração desperto e no coração reencontrado.

    A cada passo, a cada porta, a cada sopro, a cada nascimento, não há novo nascimento, mas, sim, atualização da Eternidade em múltiplas formas, em múltiplas dimensões.

    Abram o que lhes resta a abrir e fechem as portas no que é efêmero.

    Tudo é Um. Aqui mesmo, nesse mundo, pondo fim ao dois, pondo fim a toda separação, não mais, unicamente, em alguns de vocês, mas em toda consciência e em toda vida presente na superfície desse mundo como nesse Sistema Solar.

    A hora chegou de concluir o que toma fim, não por qualquer ação, mas, bem mais, por um estado de ser que supera toda ação, todo ter e toda sensação.

    Não há mais antes, não há mais depois, há apenas o Instante. Aquele da Infinita Presença, aquele do Último.

    Nada mais há a fazer, bem ao contrário. Há apenas a depositar todas as armas que possam restar em vocês, aquelas de seu mental, aquelas de suas emoções e aquelas dessa história falaciosa no confinamento.

    O dia chegou de estar vivo, o dia chegou de esquecer-se da morte, de esquecer-se de si mesmo e de toda história.

    Deixem apagar-se o que apenas pede para morrer e desaparecer, porque é ilusório.

    O Sol, em breve, reencontrará a Terra e a batizará em seu nascimento em um mundo regenerado, no qual nenhum entrave é permitido, no qual nenhum laço pode aparecer.

    Eu os convido não mais à espera, nem mesmo à esperança, porque tudo está consumado e tudo se atualiza de maneira visível e sensível, mesmo para aquele que se desvia, por medo, da verdade do Amor, da verdade do Um.

    A pessoa ali verá, sempre, a destruição, o Espírito ali verá a glória da Ressurreição.

    Eu venho aquecer, também, o que pode estar, ainda, congelado, devido à história, devido à idade, devido ao tempo, devido às obrigações, em qualquer domínio que seja, impostos para adormecê-los, sempre mais, nos horrores da sobrevivência e nos horrores do esquecimento.

    Vá além de si mesmo no que você crê ser nesse mundo. Supere toda aparência, junte-se à Infância, junte-se ao simples e tudo se tornará evidente, se já não foi feito.

    Eu não venho pedir-lhe para jejuar, mas ser você mesmo, no jejum desse mundo.

    O momento chegou para que o Sol junte-se à Terra, o momento chegou para que o gêmeo do Sol desvende-se aos seus olhos, o que assinala o decreto da Ascensão e da Liberação.

    No mais profundo da noite você renasce, não de suas cinzas, mas, sim, do Fogo do Espírito, do Fogo da Criação.

    Permita-me insistir para estar em você, porque eu sou, também, o que você é, e isso, de toda a eternidade.

    O que quer que você pense e o que quer que diga, o que quer que você sofra ou o que quer que lhe falte, a Verdade não está aí.

    Repouse, enfim, porque você chega ao fim do caminho ilusório da vida nesse mundo, na qual o fazem crer que há algo a melhorar, a ganhar, até o momento em que você desaparece, nada levando do que é efêmero e que renasce, sem parar, no sofrimento e na falta.

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  3. Voltem a tornar-se a criança nova, aquela cujos olhos brilham e vão bem além do olhar, aquela que conhece a verdade e a beleza do Amor nos mundos livres, nos mundos unificados.
    ..................................
    Eu lhes anuncio o maravilhoso, que se torna seu quotidiano.

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  4. Amado Uriel, Anjo da Presença e Arcanjo da Reversão, inicia sua Mensagem confirmando o “tempo da Ressurreição, fim de todo sofrimento e a realização da Liberdade”. Com esta introdução Coração abre, alegra-se e acolhe, ...

    Ela é inteira um ‘Cântico de Amor’, mas de uma Beleza, Raridade, Arrebatamento, que fica impossível, não participar.

    Enquanto o caos instala e aprofunda, nada poderá “vir manchar o brilho da Verdade”.

    “Vocês são a Paz, a partir do instante em que o tumulto do mundo nada mais pode no coração desperto e no coração reencontrado.”

    “Sorriso para a vida eterna, sorriso para si mesmos, sorriso para o outro que é apenas você mesmo em outro estado e, no entanto, a mesma filiação.”

    “Vocês são o Amor em verdade, e vocês são o amor da Verdade.”

    “Trabalhemos, juntos, na Paz e no Silêncio.”

    “A hora é para o verdadeiro.”

    “A hora é para a Verdade.”

    “A hora é para a Ressurreição.”

    “O Verbo fez-se carne e, novamente, a carne fez-se Verbo.”

    “Sejam leves, sejam simples, porque a Paz é simples, porque o Amor é leve e, ele também, ainda mais simples.”

    “O Amor dissolve o medo e o Amor dissolve o hábito, renovando-os a cada experiência, preenchendo-os de graça e de contentamento.”

    “Esqueçam-se das regras, esqueçam-se das leis. Retenham apenas a lei de Amor.”

    “Em qualquer circunstância, em qualquer ocasião do tumulto desse mundo, a Paz está em vocês e ela está inscrita desde sempre e na Eternidade.”

    “O dia chegou de estar vivo, o dia chegou de esquecer-se da morte, de esquecer-se de si mesmo e de toda história.”

    “Não escutem mais os barulhos do mundo, mas, bem mais, fiquem na escuta e atentos ao canto da Ressurreição, que canta em seus ouvidos e em seu coração, elevando o Coração Ascensional.”

    “Deixem apagar-se o que apenas pede para morrer e desaparecer, porque é ilusório. Vocês são a fonte de água viva, é tempo de vivê- la.”

    “O momento chegou para que o Sol junte-se à Terra, o momento chegou para que o gêmeo do Sol desvende-se aos seus olhos, o que assinala o decreto da Ascensão e da Liberação.”

    “Assim, vá na paz.”

    “Assim, seja a Paz.”

    “Assim seja.”


    Bem, estar diante desta ‘Maravilha Sagrada’, a Paz manifesta, o Amor expande, a Alegria sorri, e o Estado Pleno acontece...

    Amém!!!

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  5. "Bem amados filhos do Um, eis que eu anuncio o tempo da Ressurreição, o tempo do Silêncio em sua Presença, na qual a Paz Inefável vem pôr fim a toda angústia, a todo sofrimento e realiza a Liberdade.
    "O tempo nasceu, o tempo chegou, aquele da Passagem, aquele que acompanha sua Reversão em sua Eternidade, na Paz Eterna do Amor e na Liberdade absoluta de sua Presença ou de sua Ausência.
    "E eis que vocês se Renderam à Ressurreição, não da carne, mas do Espírito, na Liberdade Reencontrada.
    "Então, juntos, aqui e alhures, acolhamos e vibremos na Paz de Cristo, na Paz do Um, na Paz da Verdade.

    "Vocês são a Paz, a partir do instante em que o tumulto do mundo nada mais pode no coração Desperto e no coração Reencontrado. Aí, onde o Amor é Essência, aí, onde o Amor é Verdade.
    "A mesma Essência percorre toda forma e toda vida, de um extremo ao outro das dimensões, até o trono supremo da Fonte, até o Absoluto, no qual vive a Verdade, no qual tudo é Alegria e no qual o Coro dos Anjos canta, de modo perpétuo, a Glória do Um, da Verdade e do Amor.

    "A nova aliança aporta-nos a Eucaristia, aquela do céu na Tri-Unidade.
    Nós, Arcanjos e, em especial, Anael, Miguel e eu mesmo, viemos, hoje, selar a Verdade, para que nunca mais ela possa ser velada de qualquer predação ou de qualquer resistência.
    "Escutem, no Silêncio da Comunhão, no Silêncio da Fusão pelo Espírito do Sol e o Espírito de Cristo.
    "O Verbo fez-se carne e, novamente, a carne fez-se Verbo.

    "Nutram-se de si mesmos, do que vocês são nessa Eternidade Reencontrada, que se atualiza agora e doravante.
    "Escutem o que seu Coração diz em sua pulsação, o que seu Espírito sopra. Ele sopra o vento, aquele da Liberdade, aquele do Amor, e isso está em vocês e não pode mais estar em algo que seja exterior, aparentemente, nesse mundo.

    "Deixem o Fogo, o Fogo do Espírito, o Batismo do Espírito e do Amor abrasar, doravante, o coração e abrasar esse corpo, cuja finitude não tem mais lugar de ser.
    Esqueçam-se das regras, esqueçam-se das leis. Retenham apenas a lei do Amor.
    "Escutem e ouçam o Batismo do Espírito que Canta, em seu Coração, a Alegria da Vida Una Reencontrada. Então, caminhem na Paz.
    "Recolham em vocês a Água de Vida e o Fogo do Espírito.
    Acolham em vocês a Nova Terra e os Novos Céus.

    "O semeador de Luz e o ancorador de Luz é chamado, agora, a ser o Farol de Luz, ... Porta-Standartes de Cristo em Glória.
    "Escutem.
    A Coroa de Glória coloca-se sobre sua cabeça, o Coração Ascensional ressoa e canta o mesmo canto, a mesma sinfonia, aquela da Paz que Canta nos Universos e nos Multiversos.
    "Uma Harmonia perfeita vem retificar o tumulto.
    Fiquem em acordo com o Canto da Liberdade, fiquem em acordo com a única lei Eterna, aquela do Amor e do Estado de Graça, para que o Coro dos Anjos Cante os Louvores da Ressurreição Consumada."

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  6. Eu os batizo no Espírito, em nome de Cristo e em nome da Verdade, em nome do Amor, sinônimos, cada um, um do outro.

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