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16 de set de 2010

ANAEL - 16 de setembro de 2010


Mensagem publicada em 28 de setembro, pelo site AUTRES DIMENSIONS.


Áudio da Mensagem em Francês

Link para download: clique aqui




Eu sou Anael, Arcanjo.

Bem amados Filhos da Luz, bem-vindos a esse espaço.
Recebam a minha Gratidão por sua presença.
Eu vou, hoje, deixá-los colocar-me as questões que lhes convier, a fim de ajudá-los onde vocês têm necessidade, aí onde existe, em vocês, em seu caminho, questionamentos e perguntas.
Então, eu os escuto.

Pergunta: Poderia falar-nos, novamente, da confiança e da Fé?

Bem amado, a Fé é superior à confiança.
Evidentemente, tudo depende de para que ela se dirige.
A confiança pode ser voltada ao Interior ou ao exterior.
Assim, existe uma confiança em si, uma confiança na Vida, como existem confianças em outras pessoas.
A Fé não viria ao Espírito de um humano falar de Fé em outro ser humano.
A Fé é um processo místico.
A confiança é uma polaridade da Energia voltada para um ato em relação a uma situação, a uma pessoa ou a um elemento Interior.
Com relação à transformação que vocês vivem atualmente, nem a confiança nem a Fé são suficientes, mas a Fé é superior à confiança.
Agora, isso se dirige, de maneira diferente, às circunstâncias exteriores ou Interiores, em relação com esses dois termos.
A Fé é um processo de adesão mística, de adesão a conceitos e, infelizmente, o mais comum, de adesão a Crenças.

Ora, a Crença não é a experiência.
A Crença permite-lhes desenvolver certo número de sistemas específicos que depende, como sempre, do mental.
Vocês podem ter a Fé e isso foi dito, parece-me, por São Paulo, para erguer as montanhas, mas, se lhes falta o Amor, vocês nada ganham ali.
A confiança é um dado mais material que, no entanto, às vezes, torna-se superior à Fé, no que concerne às atividades humanas.
Tudo depende do que se fala.

Hoje, mais do que nunca, a Fé deve ser transcendida pela noção de experiência.
Se a Fé flui de um sistema de Crenças, ela para nada serve.
Se a Fé flui de sua própria experiência, ela não é mais a Fé, mas ela é, diretamente, sua experiência.
A experiência é descondicionante, ela os descondiciona da Crença.
Ela os faz aceder à sua Liberdade.
Ela os faz aceder à Existência [Estado de Ser], ao passo que a Fé, contrariamente ao que alguns de vocês podem, ainda, pensar, a Fé nada é sem o Amor.
A Fé nada é sem a Vibração.
A confiança é um ato de Energia voltado, eu repito, para o Interior ou para o exterior.
Como tal, ela não é, absolutamente, ligada à noção da Fé, pois a confiança é algo que se obtém ou que se dá, em função de certo número de elementos que podem ser julgados ao nível do mental.

Não confundir, contudo, com o que eu denominei, durante muito tempo, o abandono à Luz.
O abandono à Luz não deve ser um ato de Fé, não deve ser, tampouco, um ato de confiança, mas, bem mais, um mecanismo preciso ao nível da Consciência.
A Fé, como a confiança, não evita o medo.
O abandono à Luz, ou toda forma de abandono, é uma doação de si que transcende o medo.

Pergunta: eu pratico a energética, ao colocar-me no Serviço. Por que minha atividade para?

Bem amada, todos os seres humanos engajados em um caminho para sua Unidade, que estavam, previamente, no Serviço, mesmo o mais dedicado à Luz, em ressonância com a energética ou os cuidados, quaisquer que sejam, mesmo os mais terrestres ou os mais inspirados, estão, necessariamente, ligados ao princípio de Dualidade e de causalidade.
O acesso à Existência e à ativação das Coroas Radiantes faz, de maneira inexorável, parar esse princípio de cuidados energéticos ou de cuidados terrestres, porque há, através do acesso à Unidade, uma transformação essencial que os faz passar da lei dualitária à lei Unitária e, na lei Unitária, não existe espaço para o Serviço conforme a Dualidade.
É tão simples assim.

Há, portanto, uma redistribuição dos papéis atribuídos, ou que se atribuem a si mesmo, na vida humana, no instante em que as Coroas Radiantes estão, efetivamente, ativadas e Vibrantes.
Naquele momento, os modos de funcionamento anteriores não podem mais existir, simplesmente.
Não há, portanto, bloqueio, mas há, portanto, uma lei de atração e de ressonância, que vive os sentimentos Unitários ligados à Consciência da Liberdade.
Como poder, ainda, descer na Dualidade, mesmo no sentido do Serviço?
Isso é totalmente antinômico.

Pergunta: como viver essas fases de transição e aceder à abundância?

Bem amada, vivendo a Unidade, a lei de atração e de abundância manifesta-se, espontaneamente.
Ainda é preciso soltar o que é tido na dualidade, para aceder ao que é oferecido na Unidade.
Isso passa, para alguns de vocês, e isso passará, sempre, por um mecanismo de abandono à Luz, que diz respeito, também, às vezes, ao abandono de modos de funcionamento dualitários.
Não há que se colocar a questão do como porque, uma vez que o processo de abandono à Luz é realizado pelas atividades que lhe são pedidas para não mais exercer porque, de todo modo, não há mais ninguém.
Naquele momento, as coisas instauram-se na abundância, no que é necessário para a evolução de seu caminho.

Em resumo, isso faz parte do fenômeno de confiança, uma vez o abandono à Luz vivenciado.
Naquele caso, a ausência de confiança na Unidade impede sua liberação da Unidade em todos os seus caminhos de vida: pessoal, profissional e afetivo.
Parece-me que Cristo, efetivamente, disse: “Será que o passarinho preocupa-se com o que vai comer amanhã?”
Colocando-se na lei da Unidade, no Aqui e Agora, Hic e Nunc, como eu o disse àquele a quem eu guardo, no Hic e Nunc, vocês são colocados entre o Alfa e o Ômega.
Entre o Alfa e o Ômega, vocês seguem a Vibração de Cristo, do Mestre da Luz.
Naquele momento, nada de desagradável pode acontecer.
Nada pode faltar nesse caminho.
As circunstâncias da magia da atração e da lei de Graça manifestam-se, então, plenamente.
Nada há a temer.
Há apenas que deixar estabelecer-se a lei de atração e de ressonância, a Fluidez da Unidade e a sincronia.

Pergunta: eu tenho dificuldade para perguntar ao meu Coração porque a Vibração não é permanente.

Bem amada, quando a Vibração não é permanente, o que se deve fazer?
Colocar a questão e esperar a resposta do Coração.
Eu não falo da permanência do estabelecimento da Coroa Radiante do Coração, mas, bem mais, da resposta do Coração no momento em que a questão é colocada.
O que é independente da Coroa Radiante, na vida habitual.
Submeter a Vibração de uma questão ou de uma escolha de vida à Coroa Radiante do Coração obter-se-á, necessariamente, uma resposta, qualquer que seja a regularidade ou a irregularidade da sua estabilidade em seu Coração.

Pergunta: a que corresponde o fato de ter ouvidos que se tampam, se destampam...?

Bem amado, exceto por razões fisiopatológicas inerentes a um corpo humano, o mais frequente, isso corresponde à ativação da criação do Antakarana, que se traduz por flutuações de sons ou, como você diz, o ouvido tampa, que deve destampar com sons específicos.
Existem, de fato, sete sons que traduzem a construção do Antakarana e o acesso ao Samadhi.

Pergunta: Como viver o princípio da reversão ao nível da personalidade?

Bem amado, nós reingressamos também, por meio dessa questão, ao princípio essencial do abandono à Luz.
Vocês devem aceitar, uns e outros, que atualmente, coexistem, em vocês, duas Consciências.
Uma, que é limitada e a outra, que é ilimitada.
Consciência do Ego, Consciência da Existência [Estado de Ser].
Vocês basculam de uma para a outra.
Nós temos insistido, neste período que vocês vivem, no fato de oscilações de cólera, de impaciência, de basculamento e de oscilações de um polo a outro.
Isto é o aprendizado que vocês realizam nesse momento.
O simples fato de colocar essa questão faz parte do aprendizado.
Mas eu não posso fazer o aprendizado em seu lugar.
Isso participa, incontestável e indiscutivelmente, do abandono à Luz.
A problemática é que o ser humano, quando ele coloca essa questão na personalidade, pergunta como se desembaraçar da personalidade.
Mas vocês não podem desembaraçar-se da personalidade.
Quanto mais vocês lutam contra, mais ela se fortalecerá.
Há apenas um modo de realizar essa equação, é mergulhar na Vibração da Existência, na Coroa Radiante do Coração.
Não há outro, uma vez que a ação e a reação são, de maneira infinita, ligadas à personalidade.

Pergunta: atualmente, é importante enraizar-se em um lugar?

Bem amada, o melhor lugar de enraizamento é você mesma e permanecerá, sempre, você mesma.
Alguns seres encontram-se nos lugares e não se movem mais.
Outros não têm mais lugar e tornam-se, eu diria, trovadores ou itinerantes ou peregrinos.
Cada um tem um caminho diferente, e esse caminho é o que é, hoje, o melhor para essa pessoa e não para outra.
Assim, alguns permanecem na cidade.
Assim, outros permanecem no isolamento.
Outros permanecem, enfim, em grupo.
O que acontece na lei de sincronia e de abandono à Luz é que as circunstâncias de sua vida podem mudar em tudo, a fim de fazê-los fluir ao que é necessário e correto para você.
Não há, portanto, que se contrariar ou decidir outra coisa que não o que se estabelece sob a lei de sincronia.

Não temos mais perguntas, agradecemos.

Bem amados Filhos da Luz, que a Graça da Luz preencha-os.
Eu lhes agradeço por sua acolhida e eu digo, certamente, até breve.
Qua a Paz esteja em vocês.
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Tradução para o Português: Zulma Peixinho
Revisão: Célia G.

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