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20 de nov de 2013

O.M. Aïvanhov – 20 de novembro de 2013


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Bem, caros Amigos, estou extremamente contente por reencontrá-los e ver que há, aqui, alguns que eu conheço, ou porque me transmitem, ouvem-me, recebem-me, ou porque me conheceram em minha carne.
Eu lhes transmito, como de hábito, todas as minhas bênçãos neste dia em que os Anciões estão reunidos, como vocês sabem.

Vocês tiveram certo número de informações que lhes foram dadas e que eu estou com vocês, pelo prazer de estar com vocês e, sobretudo, para ver se vocês têm, eu diria, de algum modo, interrogações no interior de si, coisas que, para vocês, permanecem, talvez, importantes a compreender e a viver.

Então, sem mais tardar, eu lhes transmito a palavra, e vamos escutar o que vocês têm a perguntar-me.
Em todo caso, agora e já, eu rendo graças a vocês todos que me escutam, que me recebem, e para alguns de vocês, retransmitam, da maneira a mais fiel possível, o que eu tenho a dar-lhes durante este período.

Então, agora, a palavra está com vocês.

Qual é o papel dos Melquisedeques galácticos?

Os Melquisedeques galácticos é uma expressão.
Vocês talvez saibam, se têm seguido o folhetim, que existe, em cada Sistema Solar confinado por forças arcônticas, nós temos encontrado uma espécie de estratégia, como se diz, de maneira a restabelecer, nesses sistemas que foram confinados, restituir a Liberdade.

Aqueles de vocês que tiveram, talvez, a ocasião de ler o que lhes transmitiram os Intraterrestres, foi feita referência, há vários anos, do funcionamento das vinte e quatro consciências em uma consciência unificada.
Por que vinte e quatro?
Eu não vou voltar ao assunto, mas digamos, simplesmente, que o fato de estar organizado em vinte e quatro consciências, que retransmitem e canalizam, elas também, a própria consciência, permite recriar uma unidade de consciência funcional.
Isso não corresponde, sobretudo nessas Assembleias de Anciões, a uma dissolução da consciência exteriorizada em uma forma porque, justamente – e isso eu o disse em várias reprises – mantivemos não uma pessoa, mas uma individualidade portadora de nossa essência, para reuni-las através dos quatro Elementos e um quinto Elemento que é o Éter, ou seja, restituir ao Éter rareficado da Terra, através de um modelo vibratório, um modelo de consciência, ou seja, facilitar a liberação, se posso dizer, do confinamento.

Os Melquisedeques galácticos nada mais são do que o conjunto de vinte e quatro consciências que trabalharam em um sistema ou em outro – ou que trabalharão naqueles que restam a liberar – para criar, de algum modo, o que lhes disse Cristo, ou seja, o Reino de Cristo, ou seja, estabelecer a Unidade na diversidade, ou seja, restabelecer a verdade do Amor, restabelecer uma consciência que não é mais fragmentada, separada.

Isso se realiza através de um duplo movimento que é, ao mesmo tempo, um movimento de retransmissão e, eu diria, da consciência individual de cada um dos vinte e quatro Anciões para um receptáculo comum, que cria, portanto, uma energia de vinte e quatro facetas, que poderia corresponder ao que se chama o diamante ou o prisma.
É o melhor modo de reconstruir – eu diria – uma chave que vai permitir a essa assembleia, mas, também, a vocês todos sobre esta Terra neste momento, restabelecer sua Realeza, ou seja, sua Liberdade, como o exprimiu CRISTO e como o disseram os outros intervenientes desta noite.

Vocês têm sido preparados já há muito tempo, mas, se estiveram atentos ao que lhes foi dado, de algum modo, desde o início deste mês de novembro, vocês constatam que há um apelo extremamente vibrante a manifestar, a concretizar, aí onde vocês estão, no lugar em que vocês estão, esse princípio de Cristo que é esse Amor e que os faz reencontrar, uma vez que Ele dizia: «eu e meu Pai somos Um».

Portanto, se você diz, você também, «eu e Cristo somos Um», você volta a fundir-se, de maneira, talvez, mais importante e maior, com o que você É, em Unidade e em Verdade.
O que quer dizer que, através desse instante e dos instantes seguintes, você vai, de algum modo, agrupar-se, reunir-se.
É por isso, também, que lhes falam de agrupamento, de reagrupamento, porque, realmente, vocês tenham, talvez, certamente, constatado, entre si, assim que sejam dois e não estejam na superficialidade de uma interação, o que é que acontece?
Suas vibrações, em especial nas novas frequências dos novos corpos, no chacra do Coração, por vezes, também, na Onda de Vida, por vezes o Kundalini, por vezes a Coroa radiante da cabeça põem-se em uma Vibração muito mais afinada, sem nada fazer, sem vontade alguma e sem qualquer projeção, simplesmente, porque vocês estão reunidos nesse Silêncio e nessa Dança e nessa Evidência, se querem, do que representa essa unificação do conjunto de consciências.
Ela começa por círculos concêntricos, como a pedra que se lança na água e que cria uma onda e que se propaga assim, com ondas sucessivas.

Os Melquisedeques galácticos juntaram-se, portanto, de algum modo, aos Melquisedeques que estão no trabalho agora – desde as primeiras descidas do Espírito Santo e logo após – para levar a efeito o que nós fizemos, todos juntos, durante todos esses anos.
Agora, há, devido à reintegração iminente de sua consciência no Ilimitado – em todo caso, no que é sua Vibração, suas escolhas ou sua experiência a realizar, ou suas experiências a realizar – é, muito exatamente, o que se produz, agora, eu diria, em outra oitava.
Não é mais limitado aos vinte e quatro Anciões, aos sete Arcanjos ou aos doze Arcanjos, não é mais limitado às doze Estrelas.
Mas, como vocês, talvez, já constatem em seu corpo, quando de algumas experiências, é o conjunto de tudo o que constitui sua consciência e o conjunto de células de seu corpo que se põem, agora, nessa Vibração Unitária.
É, talvez, o que vocês percebem, de diferentes modos, seja em seus alinhamentos ou nos momentos em que Cristo está presente, em que Maria está presente, em que o Canal Mariano é preenchido de uma presença, como seu Coração.

É exatamente o sentido dessa convergência harmônica e unitária entre uma assembleia dos vinte e quatro Anciões daqui, sua assembleia por toda a parte sobre a Terra e, também, as outras consciências de outros sistemas solares confinados, dos vinte e quatro Anciões que desempenharam esse papel, mesmo se, hoje, para sistemas que já foram liberados há muito tempo, essas vinte e quatro consciências tenham se dissipado, no sentido de uma consciência unificada, e rejuntou, cada uma, as próprias vibrações, suas Moradas estelares ou Moradas de Eternidade ou o Absoluto; você decide.

Mas há, efetivamente, cada vez mais, um fenômeno de convergência.
Essa convergência, ilustrada pelos Anciões, produz-se em todos os níveis de suas células, de suas consciências fragmentadas ou unitárias, no Sistema Solar, em sua totalidade.
É uma ressincronização, um realinhamento que se traduz por esse famoso basculamento de que lhes falamos muito longamente.
Aí está.

Outra questão?

Qual é a função do desenvolvimento das Asas etéreas?

Para que serem as asas?
Para cavar ou para voar?
Uma asa, por definição, serve para voar, para deslocar-se não, unicamente, no espaço ou nos ares, mas, também, e sobretudo, nas ilusões das linhas temporais para, aí também, provocar uma convergência.
Então, é claro – como foi dito há mais de uma semana, eu creio, há dez dias – como eu lhes disse, não vou desenvolver todos os circuitos vibratórios que vocês percebem em si, através do Canal Mariano, através das portas Unidade e AL, através dos pontos KI-RIS-TI, através das vibrações que vocês sentem no ponto KI-RIS-TI das costas, ligado, em ressonância, com algumas Estrelas.
Tudo isso converge para essa reunificação da consciência.

As Asas etéreas são um meio de deslocar a consciência e não, unicamente, esse corpo, é claro; elas não têm necessidade de fazê-lo voar, hein?, vocês não são como Ícaro.
Vocês voam em consciência, na ultratemporalidade, na Existência, mas, também, para aqueles cuja realidade seja estabelecer-se, talvez, no Absoluto, mais facilmente.
Mas, como outros lhes disseram, se eu tomo, por exemplo, Bidi, há mais de um ano agora, as manifestações Vibratórias, quaisquer que sejam, são os testemunhos dessa convergência e dessa reunificação.
Mas, quando você está reunificado, quando está, totalmente, na transparência, na nudez, como lhes disse Cristo há pouco, então, naquele momento, todos esses circuitos fundem-se no Silêncio, na Dança imóvel daquele que se mantém ao Centro.
E, aí, você cruza, de algum modo, isso o ajuda a cruzar a Última Passagem, ou seja, a Última Porta que, eu o lembro, foi preparada, como eu disse há dez dias, há mais de trinta anos (quase).

Portanto, o ciclo de trinta anos, que se conclui agora, viu o aperfeiçoamento dessa obra que, agora, efetivamente, e segundo os dizeres do Arcanjo Jofiel há vários anos: vocês entraram, diretamente, na Obra do Branco, ou seja, no sucesso do processo alquímico que corresponde, ao mesmo tempo, à vivência do corpo, à vivência da consciência e à vivência, tanto do Sol como do Sistema Solar.
Portanto, as Asas etéreas são feitas para voar, mas não voar com esse corpo, mesmo se alguns o tenham feito como, por exemplo, Padre Pio, ou como Santa Teresa D’Ávila.
Mas tudo isso, como diria Bidi, é o teatro e o cinema.
A finalidade não essa, é claro.
É reencontrar todas as dimensões temporais e espaciais, o que nós chamamos a multidimensionalidade, que é nosso estado natural, de todos.

Outra questão.

E eu esclareço, também: enquanto havia Cristo, como o movimento do Amor, e vocês encontram a mesma coisa junto ao conjunto de nossos Irmãos Orientais, que se exprimiram através dos diferentes Canais ou através de suas vivências no curso do século vinte, o Si, a Existência como o Absoluto, aliás, nós temos dito, inumeráveis vezes, que nós estávamos no interior de vocês.
Se nós estamos no interior de vocês, e se o mundo está no interior de vocês, por que é que vocês excluiriam quem quer que seja ou o que quer que seja do mundo?
Por que é que vocês subtrairiam o que quer que fosse do Amor?

O Amor é inclusivo.
Ele não é pessoal, mesmo se você tenha um problema pessoal com alguém, acolha-o em você.
Cristo, por exemplo, quando de Sua passagem sobre a Terra, expulsou os demônios.
Ele os pôs em animais, mas jamais Ele condenou, a não ser os mercadores do templo (aquele que abrigaria algo que não era luminoso).
Ele, simplesmente, transpôs para outro lugar, mas não destruiu o que quer que fosse na alma eterna, no Espírito.
Ao contrário, Ele liberou o Espírito.
E se você acolhe em si mesmo o pior – do que você poderia chamar, segundo a personalidade – de um mau rapaz, o que é que você vai fazer?
É claro, se você está no ego, você vai sofrer.
Mas se você abriu, ainda que apenas um pouquinho só, a porta de seu Coração, razão a mais se você a abriu mais, o que vai acontecer?

Você remete algo, que é ligado a uma personalidade, que exprime alguns sofrimentos, ao interior de si.
Portanto, você vai fazê-lo transmutar, não por você enquanto pessoa, mas pelo que está aí, no Coração.
E hoje, o princípio de comunhões, de fusões, de dissoluções, do reencontro de casais monádicos etc., etc., são apenas convites para a Unidade.
Você não pode dizer-se na Unidade e passar seu tempo a ver o bem e o mal.

Era muito importante, como se aprende na escola, fazer a distinção entre uma coisa e outra coisa.
Poder-se-ia chamar isso a discriminação.
Se é mais positivo, vai-se chamar a isso o discernimento.
Mas, a partir do instante em que você discerne, dá-se conta do bem e do mal, para o Coração, o que acontece?
Você fecha, tão seguramente seu Coração, como se você plantasse uma faca no Coração dessa pessoa.

Então, se você está acima, e se reencontrou Maria, se reencontrou uma Estrela se reencontrou os Anciões, um Arcanjo, se suas Coroas Radiantes estão abertas, são elementos de transmutação.
Os seus, é claro, de sua própria elevação, se posso dizer, mas, também, a ocasião de comungar e de fazer entrar em manifestação a Graça.
Porque, se você permanece no bem e no mal, você permanece na ilusão.
Você mantém quimeras.

Quando eu estava encarnado, é claro, eu expulsava os demônios.
É claro que, às vezes, eu afugentava seres humanos, porque eles eram um pouco enervantes.
Mas jamais, jamais, no momento em que eu expulsava, como Jesus, os mercadores do templo, eu emiti o mínimo pensamento negativo para esses seres.
Eu os acolhia em meu Coração, ao mesmo tempo dizendo a eles para afastar-se, mas isso vocês não podiam ver.
Hoje, cabe a vocês fazer a experiência disso.

Compreenda, efetivamente, que seu pior inimigo no plano da personalidade está, também, inscrito no interior de si.
E o Amor-Cristo, o Cristo-Rei que vem, talvez, acariciá-lo, tocá-lo, abraçá-lo, manifestar-se a você ou Maria, eles não dizem outra coisa além disso.

Foi o desvio das Igrejas que perpetuou, de algum modo, essa ilusão de combate.
O combate de Luz não é um combate, é uma integração, é um desvendamento, é uma iluminação.
Não é rejeitar.
Você pode rejeitar a personalidade de quem quer que seja, sobretudo, se ele amaldiçoou algo, que não é agradável, mas no mais profundo de seu Coração, não confunda a ação da personalidade e a ação do Coração.
Não há, necessariamente, coisas que vão ao mesmo sentido.
O importante é, sobretudo, não dizer «eu o amo» a alguém e enviar-lhe uma faca no Coração.
O importante, mesmo se você diga a alguém suas verdades, isso concerne apenas à pessoa, apenas a uma história, como você.
Mas, além disso, o que há nesse Coração.
A mesma coisa que você: Cristo.

Portanto, você é, hoje, mais do que nunca, talvez, confrontado aos seus próprios desafios.
Mas não é nem uma punição nem nada.
É apenas para fazê-los tomar consciência da realidade disso.

Eu não lhes peço para enviar Amor àquele a quem vocês querem levar o punho na cara.
Ponham o punho na cara simbolicamente, é claro,
Mas amem-no, acima de tudo, integrem-no em si, porque isso não é nada mais do que você.

É fácil falar de Unidade, mas você deve pô-la em prática.
As comunhões entre vocês, conosco lá em cima, e com outras consciências, seja uma árvore, como lhes ensinou Snow, seja com o Sol, com um cometa, com o que quiserem, têm apenas uma única, eu diria, ambição, não é uma ambição, apenas uma única verdade: que é a de fazê-los descobrir a realidade da Unidade.
Não, unicamente, no Si, o seu, uma vez que aquele dos outros não existe.
Mas os outros, que não existem tanto como vocês não existem, eles têm, também, alma e Espírito.

Portanto, é preciso amar, quaisquer que sejam as divergências da personalidade.
O Amor integra.
O Amor não exclui, jamais.
Assim que haja exclusão, há falta de Amor, porque há medo, mas tudo isso nós já desenvolvemos, em muito numerosas reprises.
Simplesmente, a partir de hoje, vocês devem viver isso de maneira, eu diria, mais percuciente, mais direta.
Ou você vai tomar o golpe de punho na cara que você vai enviar, mas isso fará mal à pessoa, mas não o Coração, ou você verá, realmente, o que você É.
Isso faz parte do que a Fonte chamou o Juramento e a Promessa.
Isso faz parte do retorno de Cristo, do retorno de Maria.
Tudo isso é, efetivamente, uma convergência para um ponto preciso, que é essa Reversão final, eu diria.

Eu aproveito para atrair sua atenção sobre algo de muito importante.
Frequentemente, no curso de nossas trocas, durante todos esses anos e com diferentes intervenientes, em todo caso, aqueles que misturaram – se vocês observaram – noções temporais, há os Anciões que, jamais, se vocês olham, exprimiram algo em relação à sua linearidade do tempo.
Eu frequentemente dei elementos e, frequentemente, vocês se aperceberam de que esses elementos não estavam, sempre, no lugar aparente em que eles estavam.
Porque ou vocês não o viviam, ou não viam, naquele momento, as coisas virem.

Mas aí, eu os remeto ao ensinamento o mais importante que é: a Fé, a Esperança e a Caridade.
Não na expectativa de algo, mas será que sua Fé foi abalada por algo que aconteceu exteriormente ou não?
Será que você deu meia-volta quando constatou que a coisa que estava escrita não aconteceu?
O que você fez naquele momento?
Você perseverou no que você É, em verdade?
Você saiu, justamente, dessa linearidade do tempo, ou você se afundou na linearidade do tempo, para recusar o que está aí, agora?

Então, não é, tampouco, a história da cenoura e da vara.
É, verdadeiramente, o princípio da Fé, da Esperança e da Caridade.
Porque vocês sabem, muito bem, que aquele que descobre e vive o Si, o que ele tem a fazer se acontece isso ou aquilo na vida exterior ou na vida dita manifestada?
Mas, agora, tudo isso é do passado (entre aspas).
Portanto, isso quer dizer que está morto porque, aí, agora, é a convergência.
E essa convergência, talvez, vocês a vivem, ela se situa em todos os níveis de seu ser, de suas células, da família e da sociedade, dos países e da Terra inteira, e desse Sistema Solar, em sua totalidade.

Vocês estão nesse momento de convergência.
Quem diz convergência diz agrupamento.
Quem diz agrupamento diz unificação.
Quem diz unificação diz passagem pelo buraco da agulha.

Ninguém pode penetrar o Reino do Pai se não volta a tornar-se como uma criança.
Será que uma criança tem algum julgamento sobre quem quer que seja?
Cabe a você decidir.

Aí está o que eu queria acrescentar a essa questão.
Vocês têm outras questões?

Não há outras questões. Nós lhes agradecemos.

Então, vamos ver.
Está ótimo, há cada vez menos questões.
É perfeito assim.

Então, eu expliquei, por diferentes Canais, nesses dez últimos dias, certo número de eventos.
Há Maria, que lhes falou, há Irmã Ivone-Aimée (ndr: Yvonne-Aimée de Malestroit) também, que exprimiram coisas.
Há o antigo Comandante (ndr: Orionis) que veio, também, exprimir-se.
O importante, agora, é, fazendo esse retorno ao Si, impulsionado pelo último impulso de Cristo, eu lhes digo, é fazer uma limpeza.
Mas fazer a limpeza, isso não quer dizer «ops, tenho uma sombra aqui; ops, tenho esse sofrimento do passado».
Não, é ver tudo isso, acolher tudo isso no Coração-Cristo, porque tudo isso, como lhes disse Cristo, será definitivamente queimado, consumido pelo Fogo do Amor.
Mas, para isso, é preciso ver.
É preciso aceitar ver-se.
Não há erro, mesmo aquele que entraria na raiva, hoje, ou que manifestaria um princípio de divisão, continuaria a exprimir o próprio sofrimento interior.
E, se ele vê desse modo, você não tem nem que condenar, nem julgar, mas acolher o conjunto em seu Coração.

Seu Coração é suficientemente grande para acolher o conjunto da criação, o conjunto de problemas, o conjunto de maus rapazes.
Vocês os têm visto.
Uma vez que vocês os tenham visto, o que fazem?
Vocês os põem de lado?
Não, vocês os transmutam, não por um desejo da vontade, mas pelo Amor-Cristo.

Aí está o que vocês não têm que realizar, fazer, mas Ser, e isso se faz sozinho.
É uma dinâmica que inclui, também, o vai-e-vem do Amor.
O Amor é uma respiração.
É um Fogo ardente que se revela, que respira, que vive.
É o que vocês São.

A Vida não pode excluir a vida.
Caso contrário, ela não é mais a Vida, ela é o confinamento.
Vocês têm, agora, suficientemente, bases, Vibrações, transformações, consciência para ser isso, inteiramente.
Vocês são ajudados nisso.
Há Maria, Há Cristo, há nós.
Há seu Coração que vocês encontraram.
Vocês têm a Onda de Vida que os liberou, o Manto Mariano.
Por que é que, quando vocês vivem isso, quereriam, ainda, separar e dividir ou tirar o que quer que fosse?

Se você faz a experiência de um mau rapaz que vem vê-lo, mesmo o chefe dos maus rapazes, o que é que você quer que ele lhe faça?
O que podem os grandes maus rapazes contra o Amor?
Mas nada, absolutamente, uma vez que o Amor é indestrutível.
O que é destrutível é sua própria resistência ao Amor.
E ela se apresentará, sempre, a vocês, em sua vida, sobretudo agora.

Colocar-se-á diante do nariz o que vem bloquear seu Amor.
Isso não é um julgamento, não é uma condenação.
Basta, apenas, vê-lo, aquiescer, acolhê-lo.
E os frutos serão inumeráveis, porque a Graça ser-lhes-á restituída aos cêntuplos.

Amem, amem, acima de tudo.
Não como uma vontade de projetar um amor humano, passional ou pessoal, mas amem como o Amor ama, ou seja, acolhendo, vivificando, não rejeitando.
Isso não é um desafio, mas será sua experiência de todos os dias.
Porque vocês veem, efetivamente, o humano, mesmo o humano que é o mais, como vocês dizem, no ego, que está no «eu, eu, eu», nas posses, quer sejam materiais, afetivas, sociais ou outras.
Assim que acontece a ele um evento traumático, no qual o equilíbrio anterior é rompido, há esses seres que se voltam para o Amor, porque o Amor está inscrito no humano, mesmo se ele não transpareça e mesmo se o comportamento possa, por vezes, ser diametralmente ao oposto.

Nós todos temos dito: o medo ou o Amor.
Não pode ser de outro modo.
Se lhes parece faltar Amor no que vocês recebem de alguém ou em uma relação, coloquem-se a questão de seu Amor a si.
Porque aquele que, realmente, vive Cristo, é claro que pode resmungar, é claro que pode dar bofetadas, mas será que isso perturba o Amor que ele emite, no momento em que ele dá a bofetada?
Absolutamente não.

É sempre o ego que reagirá.
Mas aquele que está no acolhimento do Amor, jamais – mesmo se, no momento, isso possa ser violento – jamais poderá desviá-los do que vocês São.
Aí está.

Aprendam a ser – como diriam nossos amigos do Oriente – seu próprio guru, seu próprio Mestre.
Como eu lhes disse, em meu tempo, falava-se de Mestre, hoje, vocês são, todos, Mestres, mas não no sentido de uma superioridade ou da aquisição de um conhecimento esotérico, energético, espiritual, mas na pureza do Coração.
Aí está o desafio de hoje, durante esses tempos muito curtos, antes da grande convulsão.

Aí está e, sobre isso, se vocês não têm outras questões... um último giro...

Bem, ótimo!
Então, eu lhes transmito todas as minhas bênçãos e lembrem-se de que, qualquer que seja a intensidade do que vocês vivem, entre si, mas também, conosco e entre nós, deixem vir.
Se você está no Silêncio, se fica tranquilo, se permanece humilde, se não procura intelectualizar-se, pôr palavras, você verá que estará nessa comunhão.
E, nessa comunhão, como foi dito, também, por Maria, o importante é a própria comunhão.
Não é o que você vai ferver, depois, em seu cérebro, para aí encontrar um significado, um sentido.
É, verdadeiramente, para viver isso.
Porque, nessa comunhão, encontra-se tudo.

Aí está o que vem fazer Cristo.
Ele vem desposá-lo, como Maria, como nós todos, como vocês, entre si.
Reagrupem-se, não, talvez, fisicamente.
Reúnam-se, não, talvez, fisicamente, porque há Irmãos e Irmãs que estão do outro lado do oceano, mas comunguem com eles.

O que isso quer dizer, comungar?
Então, a um dado momento, a um dado momento do passado, era, talvez, telefonar-se, para portar a atenção e a consciência no mesmo momento.
Mas, hoje, quando você sai do tempo, se há alguém que o traiu, que lhe fez mal, hoje, ontem, em outra vida, ponha-o em seu Coração, na Graça porque, quando você põe algo na Graça, você queima todos os laços que o mantinha prisioneiro, porque o ressentimento é um carma, como vocês dizem.

A Graça põe fim ao carma.
E a Graça é o amor, ou seja, acolher a totalidade do criado e do incriado em seu Coração.
Há lugar, amplamente, para isso e, mesmo, para bem mais.

Aí está, caros amigos, eu lhes transmito todo o meu Amor e eu lhes digo, não mais como eu dizia antes, «boa vibe», em francês, «boas vibrações», se preferem, em inglês.
Eu lhes digo, agora: boa Graça!
Instalem-se nessa Graça.

O que é que vocês esperam?
De que vocês têm medo?
Vocês são, cada vez mais, chamados à Luz.
E vocês sabem muito bem que,quando desaparecem na Luz, quer vocês estejam na Existência ou na Infinita Presença, ou no Absoluto, quando vocês voltam e re-aterrissam, vocês estão, plenamente, aqui, e veem os frutos disso.
Se vocês resistem é que ficarão mal.
Apoiem-se em nós.
Apoiem-se em seu Coração.
Apoiem-se em todos os Irmãos e as Irmãs.
E, sobretudo, mesmo, apoiem-se em seus inimigos, não para pisar neles, mas para pô-los no mesmo nível que vocês, na Graça.

Aí está o que eu tinha a dizer.
E agora, eu lhes digo: Divirtam-se muito e até breve!

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Transmitido por: O Coletivo do Um.
Transcrição no francês por: Johanne Barrette


7 comentários:

  1. Será que sua Fé foi abalada por algo que aconteceu exteriormente ou não? Será que você deu meia-volta quando constatou que a coisa que estava escrita não aconteceu? Você saiu, justamente, dessa linearidade do tempo, ou você se afundou na linearidade do tempo, para recusar o que está aí, agora?

    Mas, agora, tudo isso é do passado (entre aspas). Portanto, isso quer dizer que está morto porque, aí, agora, é a convergência. E essa convergência, talvez, vocês a vivem, ela se situa em todos os níveis de seu ser, de suas células, da família e da sociedade, dos países e da Terra inteira, e desse Sistema Solar, em sua totalidade.

    Vocês estão nesse momento de convergência. Quem diz convergência diz agrupamento. Quem diz agrupamento diz unificação. Quem diz unificação diz passagem pelo buraco da agulha.

    Aí está o desafio de hoje, durante esses tempos muito curtos, antes da grande convulsão.

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  2. Grato Célia, pela tradução. Beijos de Luz <3

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  3. Nós todos temos dito: o medo ou o Amor.
    Não pode ser de outro modo.
    Se lhes parece faltar Amor no que vocês recebem de alguém ou em uma relação, coloquem-se a questão de seu Amor a si.
    Porque aquele que, realmente, vive Cristo, é claro que pode resmungar, é claro que pode dar bofetadas, mas será que isso perturba o Amor que ele emite, no momento em que ele dá a bofetada?
    Absolutamente não.

    É sempre o ego que reagirá.
    Mas aquele que está no acolhimento do Amor, jamais – mesmo se, no momento, isso possa ser violento – jamais poderá desviá-los do que vocês São.
    Aí está.

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  4. As comunhões entre vocês, conosco lá em cima, e com outras consciências, seja uma árvore, como lhes ensinou Snow, seja com o Sol, com um cometa, com o que quiserem, têm apenas uma única, eu diria, ambição, não é uma ambição, apenas uma única verdade: que é a de fazê-los descobrir a realidade da Unidade.

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  5. Bem, esse Amado Irmão Luz, Alavanca, nos tem mesmo carregado, no colo. Mensagem tipo: Últimos Avisos, e não podemos afirmar que desconhecemos, os Benefícios do Amor. Então, agora é, mesmo estando diante da personalidade, ir para o Coração, Convergência, Agrupamento, passando pelo buraco da agulha chegando a Unificação.

    Do meu Coração, ao seu Coração, perfazendo, Um Só Coração!!!

    "Aí está o desafio de hoje, durante esses tempos muito curtos, antes da grande convulsão."

    AMÉMMMMM

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