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1 de dez de 2014

A Arte Vibral ou o Movimento do Silêncio – por Li Shen



Eis um link para o vídeo e o arquivo:
Esse link é válido, unicamente, até 8 de dezembro.


Ver Vídeo que acompanha esse descritivo e a canalização de Li Shen - aqui


A Arte Vibral é o que permite não trabalhar na energia, mesmo se você vá sentir o que acontece, mas permitir viver o Supramental de maneira quase instantânea.
Isso vai aproximá-lo da Infinita Presença ou do famoso basculamento/Reversão, sem dificuldade, sem palavra, sem compreensão e sem nada mais, e, mesmo, sem energia, sem percepção da energia.

Ver canalização de Li Shen:

O movimento no qual a Dança Vibral põe fim ao confinamento, porque esse tempo é propício para isso, para essa demonstração, para essa Evidência que há a viver...

A Arte Vibral propõe o movimento correto … que põe fim ao movimento…
A Arte Vibral é o movimento que conduz à cessação de tudo o que não é Ele...
Nada há a transformar ou a adquirir, porque você já veio e tudo está em você….
A parada do sofrimento é obtida pela Arte Vibral, sem dificuldade, sem dualidade.
A Arte Vibral é a Evidência do jogo entre Não Ser e Ser, no qual o ego perde-se, porque ele não é nem o Ser nem o Não Ser, ao mesmo tempo sendo percorrido e investido neles.
Há, portanto, reconhecimento no Silêncio.
A Arte Vibral é a Arte do Silêncio e a arte de desaparecer para seu próprio aparecimento, deixando o Ser a nu, primordial e final…

Descrição do movimento – ver o Vídeo.

Durante o movimento, manter o contato entre a língua e o palato, para evitar um mal estar vagal e, durante toda a Dança, RESPIRE pelo NARIZ.

1 – Aprendizado do movimento.

- Posicionar-se com as pernas levemente afastadas (largura dos quadris), braços ao longo do corpo levemente afastados e relaxar.

- levantar as mãos diante de si, realizando uma flexão dos joelhos, enquanto os quadris inclinam-se, muito levemente, para trás e esfregar as mãos, com os dedos entrelaçados.
Esse terceiro ponto de apoio é criado virtualmente, pela ponta do sacrum, a inclinação dos quadris para trás permite, de algum modo, que sorte desobstruir a ponta do sacrum.
Quando o conjunto de movimentos da Arte Vibral é repetido várias vezes, não é necessário refazer esse esfregar de mãos.

- trazer os braços para cada lado do corpo, sempre levemente afastados, desdobrando os joelhos.
(Cada segunda parte dos movimentos é acompanhada de uma flexão das pernas).

A partir desse momento, manter bem as mãos sempre abertas para frente, dedos colados, mantendo, entre o indicador e o polegar, uma abertura chamada de ângulo da boca do tigre (ou seja, quase um ângulo a 90° entre o polegar e o indicador).
O ângulo da boca do tigre designa, no taoismo, essa postura como a zona a mais energética do corpo.

PRIMEIRO MOVIMENTO

- Sempre, pés ligeiramente afastados, subir as mãos – ângulo da boca do tigre – de cada lado de você, para vir formar um triângulo atrás da cabeça, ponta para o alto, os polegares juntam-se em OD; esse movimento faz-se em uma inspiração pelo nariz.

- Pausa: expiração e inspiração – pausa a suprimir quando o conjunto do movimento é obtido.

- Em seguida, expiração pelo nariz, trazendo os braços e as mãos – sempre ângulo da boca do tigre – para a terra, acompanhando esse movimento de uma flexão das pernas.

- Pausa: expiração e inspiração – pausa a suprimir quando o conjunto do movimento é obtido.

SEGUNDO MOVIMENTO.

- Inspirando pelo nariz, trazer as mãos para formar um triângulo, ponta ao alto sobre a fronte, os polegares ao longo das sobrancelhas e a ponta do triângulo dirigida para o ponto ER (representa o triângulo de AL invertido).

- Pausa: expiração, inspiração – pausa a suprimir quando o conjunto do movimento é obtido.

- Em seguida, expiração, trazendo as mãos, ao mesmo tempo mantendo o triângulo, formado pelas duas mãos, sobre o Primeiro Chacra – ao nível do púbis – flexionando as pernas.

- Pausa: expiração e inspiração – pausa a suprimir quando o conjunto do movimento é obtido.

TERCEIRO MOVIMENTO

- Inspirando pelo nariz e mantendo o ângulo da boca do tigre ao nível das mãos, afastar as mãos para ir formar um triângulo, ponta para baixo, sobre o sacrum, em um movimento um pouco amplo (os indicadores sobre a base das nádegas - cóccix).

- Pausa: expiração, inspiração – pausa a suprimir quando o conjunto do movimento é obtido.

- Em seguida, expiração pelo nariz, trazendo as mãos, em um movimento um pouco amplo, para frente, para formar, novamente, um triângulo, ponta para baixo, sobre o primeiro chacra, e flexionando as pernas.

- Em seguida, em uma inspiração, trazer os braços na horizontal de cada lado do corpo, mantendo as mãos voltadas para frente, sempre dedos colados e ângulo da boca do tigre.

- Depois, pouco tempo de parada, braços na horizontal, mãos – sempre ângulo da boca do tigre – voltadas para frente, em uma expiração.

QUARTO MOVIMENTO

- Mantendo os braços na horizontal, o alto do corpo vai fazer um movimento de torção para a esquerda, sem forçar, a perna direita vai acompanhar esse movimento em uma inspiração, para vir colocar-se na esquerda, em uma expiração, colocando, sempre, a ponta do pé primeiro (jamais o calcanhar, que corresponde ao hara), acompanhado de um flexionar das pernas.

- Em seguida, em uma inspiração, a perna direita levanta-se e o tronco volta para frente e, em uma expiração, o pé direito coloca-se para frente, sempre ponta do pé primeiro, acompanhado de uma flexão das pernas.

- Depois, em uma inspiração, a perna direita levanta-se e a torção volta-se para a direita e, na expiração, o pé direito coloca-se à direita, sempre no alinhamento do tronco, sempre ponta do pé primeiro, acompanhado de uma flexão das pernas.

- Em seguida, retorno à posição inicial, em uma inspiração e expiração, braços em crus e mãos voltadas para frente, mantendo, sempre, o ângulo da boca do tigre.

QUINTO MOVIMENTO

Idêntico, mas, desta vez, com a perna esquerda que vai, primeiro, à direita, depois, à frente, depois, à esquerda, antes de voltar à sua posição inicial, tronco à frente.

Ao final, trazer os braços ligeiramente afastados ao longo do corpo.
Você pode reiniciar o conjunto desses movimentos tantas vezes quantas você desejar, sem refazer o esfregar das mãos do início.

2 – Quando o movimento é obtido.

A saber:

- Quando você está habituado e conhece o conjunto, cada movimento pode fazer-se sem pausa de inspiração/expiração, mas em uma inspiração longa, seguida de uma expiração longa para cada movimento completo.

- A respiração faz-se, sempre, pelo nariz.

- As pernas para o lado não estão, necessariamente, em ângulo reto, quando o tronco volta-se para o lado com os braços na horizontal, o pé coloca-se onde alcança, sem querer forçar mais longe, e sempre a ponta do pé coloca-se primeiro.

- Jamais forçar, o movimento deve tornar-se fluido como uma Dança.

- Quando o movimento é obtido, fazê-lo fechando os olhos – Sem calçado, e o melhor é na natureza.

Esse conjunto de movimentos deve encadear – é a Arte Vibral, a Dança do Silêncio, a praticar até que o movimento seja fluido e perfeito.
Quanto o movimento é perfeito, você está livre.

3 – Objetivo

No primeiro movimento:

No triângulo da terra, os polegares juntam-se ao nível de OD e o topo do triângulo engloba, em parte, a linha mediana que sobe para o ponto ER.

Você está, portanto, ao nível do triângulo da terra, OD.
É o lugar no qual se situa o painel de comando dos chacras com a faixa colorida da alma.
Você remete a alma à terra e remete as memórias que estão estocadas ao nível do que se chama o cerebelo (que é, também, o órgão do inconsciente e das memórias com a hipófise, o hipotálamo), portanto, você puxa para a terra o que está atrás.

No segundo movimento:

O triângulo de fogo, ponta para o alto, portanto, invertido.
Você puxa a ilusão do terceiro olho, portanto, o triângulo, ponta para cima, ao nível do primeiro chacra, você o puxa para onde ele deve estar, ou seja, no fogo vital.

No terceiro movimento:

As energias ligadas ao kundalini (fogo por atrito) são puxadas, igualmente, ao primeiro chacra.
Você puxa a serpente que está atrás, definitivamente, ao seu fogo vital, para que ele queime por si só.

No quarto e quinto movimento:

Uma vez que você tenha tudo restituído à terra, os movimentos que você faz com os pés – quando o pé direito vai à esquerda, à frente e à direita e idem para o quinto movimento, com o pé esquerdo – você harmoniza, diretamente, com o triplo fluxo descendente, do Espírito Santo, da radiação do Ultravioleta e da irradiação da Fonte, com os três componentes da Onda de Vida no Coração.

É o caminho do movimento que é proposto neste período (o outro Caminho é aquele de Teresa).
É uma autoliberação que faz, mesmo, escapar das noções de vibrações, de energia ou de escolha.

Se você vai ao fim do movimento, ou seja, à quase perfeição do movimento, você se libera a si mesmo.
Apenas você mesmo é que pode fazer isso.

Pode ser feito pela manhã, ao acordar, ou quando você quiser.
É a prática assídua que melhorará o movimento e que lhe permitirá dominá-lo.

Quando o movimento é encontrado, muito exatamente naquele momento, isso se faz sozinho.
Quando o encadeamento dos movimentos está perfeito, você verá, estará terminado.

Não há questão a colocar-se.
Quando o movimento torna-se perfeito, você rasga seus próprios véus, você mesmo, pelo movimento, sem passar pelo intelecto, sem passar pela vibração que se conhece, sem passar pela Onda de Vida, sem passar pelo canal Mariano nem por qualquer coroa.

Muito rapidamente, os movimentos tornam-se mais fáceis.
Esse movimento é como uma dança, e deve tornar-se fluido.

Vamos até 21 de dezembro de 2014, para retificar nossa atribuição Vibral.


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Li Shen

A Arte Vibral

Quando o movimento torna-se perfeito,
Você se torna perfeito,
Ou seja, livre, sem mental,
Você rasga seus próprios véus

O perfeito quer dizer aquele que superou
A ilusão desse mundo

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3 comentários:

  1. A Arte Vibral é o movimento que conduz à cessação de tudo o que não é Ele...

    A Arte Vibral é a Arte do Silêncio e a arte de desaparecer para seu próprio aparecimento, deixando o Ser a nu, primordial e final…

    O perfeito quer dizer aquele que superou a ilusão desse mundo.

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  2. "A Arte Vibral é a Evidência do jogo entre Não Ser e Ser, no qual o ego perde-se, porque ele não é nem o Ser nem o Não Ser, ao mesmo tempo sendo percorrido e investido neles.
    "Há, portanto, reconhecimento no Silêncio.

    "A Arte Vibral é a Arte do Silêncio e a Arte de Desaparecer para seu próprio Aparecimento, deixando o Ser a nu, Primordial e Final...
    "Você rasga seus próprios véus."

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  3. "Nada há a transformar ou a adquirir, porque você já veio e tudo está em você ... A parada do sofrimento é obtida pela Arte Vibral, sem dificuldade, sem dualidade. A Arte Vibral é a Evidência do jogo entre Não Ser e Ser, no qual o ego perde-se, porque ele não é nem o Ser nem o Não Ser, ao mesmo tempo sendo percorrido e investido neles. A Arte Vibral é a Arte do Silêncio e a arte de desaparecer para seu próprio aparecimento, deixando o Ser a nu, primordial e final…"

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