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5 de out de 2015

OMA (Por OMA) – Parte 5

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Setembro de 2015

Bem, caros amigos, estou muito contente por reencontrá-los e, sobretudo, nessas circunstâncias, não é?
Então, vamos continuar e terminar as questões, se quiserem, e percorrer, juntos, o que nos resta a percorrer, concernente, eu diria, a certa forma de últimos questionamentos.
Então, eu os escuto.

Questão: eu tive esse sonho: eu estou com os druidas e eu sou um druida neófito.
Nós voamos para os céus e, de retorno ao solo, o chefe pede-me para voltar-lhe as costas.
Eu senti, sem vê-lo, que ele tinha uma serpente na mão.
Ele me disse para descontrair e não ter medo, e o medo desapareceu.
A serpente mordeu-me na nuca, sem soltar.
Todo o meu corpo vibrou.
Ao acordar, eu tinha como que um véu ao nível dos olhos, eu via através de uma rede.
O quarto, e muitas outras coisas ao redor, com cores.
Isso durou de cinco a dez minutos.
O que aconteceu?

Então, aí, caro amigo, é extremamente preciso, extremamente interessante, mas é uma pena que não se tenha tido o período em que isso se produziu, porque, aí, há muitos símbolos, muitas sincronias.

Questão: em 2009-2010

Então, isso corresponde ao período das Núpcias Celestes, e é preliminar à liberação da Terra.
Aliás, você vê, colocam-nos muitas questões sobre os sonhos e muitos sonhos que ficaram escondidos, como esse, muito fortes, nos quais vocês não tinham as explicações, revelam-se hoje.

A assembleia dos druidas são os sábios; eles voam, eles voltam a descer, e a serpente que está aqui não é a serpente Arcôntica, é claro, ela vem rasgar os últimos véus.
É a serpente da Ressurreição.
Aquele que é liberado do bem e do mal, que dá a ver além da carne, pela visão etérea e a visão do coração, a realidade dos mundos, em sua totalidade.
Assim, portanto, era anunciado a essa irmã...
Frequentemente, vocês vão ver, neste período, se vocês têm sonhos como esse, que permaneceram misteriosos, se posso dizer, vocês vão aperceber-se de que eles correspondem, todos, sem exceção, ao período presente.
E todos são em relação, desde três, quatro anos até hoje, para os sonhos fortes, diretamente, com sua Ascensão, aí está o que eu posso dizer.

A mordida na nuca é, simplesmente, o peso da cruz de Cristo, que permitiu despertar e provocar a Ressurreição, é todo o simbolismo da cruz, mas não a cruz do sofrimento, é claro, não unicamente.
A cruz dos Elementos, dos Hayot Ha Kodesh, dos quatro Cavaleiros do Apocalipse, que são soltos na Terra, agora, e que precedem a chegada de Miguel.
É isso, não pode ser mais claro, e eu estou animado que essa seja a primeira questão de hoje.

Nós podemos continuar.

Questão: frequentemente, para mim, o tempo desfila sem qualquer marca.
É normal reencontrar-se em um espaço fora do tempo?

Eu diria que é um bom sinal.
Vocês têm períodos de estase, têm períodos nos quais o tempo é marcado de modo muito preciso pelas sincronias.
Vocês devem ter observado, às vezes, que o tempo acelera-se, muito rapidamente, ou ele se contrai, como se ele tomasse uma densidade importante e não passasse mais.
Há, também, o que eu havia nomeado os bugs da matriz, vocês verão os números repetidos, quando olham a hora, o que é extremamente frequente.
Tudo isso são hipersincronias que correspondem ao afluxo da Luz e à revelação total da Luz.
Portanto, é normal haver períodos de estase e períodos nos quais vocês parecem escapar do condicionamento do tempo.
É isso a liberação da matriz.
É o instante presente, também, é claro.
E, quanto mais vocês são vigilantes, se posso dizer – e não atentos – ao que se desenrola, mais vocês observam esses mecanismos no trabalho em sua vida e por toda a parte na Terra.

Questão seguinte.

Questão: sonho acordado, à beira d’água: eu estou em um longo túnel em pedra, que serpenteia.
No final, eu vejo uma névoa vermelha e, quando eu ali chego, eu saio na superfície da água límpida, no meio da natureza.
A que isso corresponde?

O conjunto do que é descrito corresponde, aí também, a um rito de passagem, de transição, de passagem de um estado a outro.
A purificação, aqui, pelo Fogo, é ilustrada por essa névoa vermelha.
É o Fogo do céu que se vive no interior, e que desemboca, é claro, na nova vida na Eternidade, segundo seu próprio destino.
Aqui, muito marcado, porque isso acontece sob a terra e na água límpida, no elemento Água e no elemento das profundezas, ou seja, a terra.
Está extremamente claro.

Se vocês têm sonhos como esse, hoje, vamos todos ficar muito contentes.
Mas isso se chama, também, uma sincronia, é claro.
Nada acontece por acaso.
E eu posso dizer que, através do que é dito por nossos intervenientes, que estão encarregados desse mundo há uma eternidade, que tudo isso será milimétrico.
Não haverá mais lugar para a hesitação, não haverá mais lugar para a dúvida, tanto no interior de vocês como em seu exterior e, também, é claro, no desenrolar de tudo o que se produz, atualmente, que eu havia anunciado há muito numerosos anos.
E assim como o havia predito, de maneira muito correta na escolha das palavras, meu mestre venerado Bença Deunov.

Vamos ver se a próxima é, ainda, um sonho.
Vamos.

Questão: falando de sincronia, a mensagem de Maria faz 43 minutos e 43 segundos.

É absolutamente normal.
Como você quer que seja de outro modo?
Não há necessidade de calcular ou de olhar o relógio.
E, isso, você verá para inúmeras coisas.
Mesmo nas coisas insignificantes, assim chamadas, da vida.
Tudo estará aí para lembrá-los de que é a hora correta.
Que é o momento, cada vez mais.
Vocês mesmos vão, por vezes, como se diz..., cair de bunda, aliás, não há mais bunda, então, vocês ficarão estupefatos, ficarão, verdadeiramente, estupefatos desse mecanismo de sincronia, de precisão, como eu disse, milimétrica, ao nível do tempo, do espaço e do que se desenrola no interior de vocês, como eu disse, em sua vida, em seu desenrolar comum.
É essa a magia da Luz.
Nada mais.

Continuemos, então.

Questão: todos nós temos um dragão que nos acompanha?

Que ideia absurda!
Por que você quer ter um dragão que o acompanha?
Aqueles que têm linhagens ou uma origem nessas esferas, é lógico, é claro.
Você sabe que você tem um Elemento preponderante.
Se é o elemento Fogo, efetivamente, mesmo se você não tenha origem reptiliana, ou Draco ou Dragão, você sabe que são as mesmas vibrações (para um, é invertido, para o outro, é retificado), mas é a mesma essência, a mesma quintessência, é claro.
É por isso que é preciso não fazer diferença e que é preciso rir de Yaldebaoth, um riso um pouco zombeteiro, eu diria, mas é um riso, de qualquer forma.
Portanto, é perfeitamente lógico, mas, daí a imaginar...
Você tem, já, um anjo guardião, você tem, já, um Canal Mariano, você tem Presenças que o visitam, por que não, também, um Elfo, um Gnomo e uma Ondina?

E eu o lembro de que tudo está no interior de você.
Agora, se você deseja, efetivamente, conectar-se, como vocês foram convidados, aos povos da natureza, faça-o, porque é aí que você encontrará, como foi dito, eu creio, os apoios para seu vôo e para sua Ascensão.
Mas, de qualquer modo, você o sentirá, facilmente, você ficará, necessariamente, mais à vontade em um ou em outro dos Elementos e, portanto, em um ou no outro dos povos da natureza, em função de sua constituição, tanto corporal como de suas origens, das linhagens, como eu disse, e de suas partes constituintes, os elementos nesse corpo, nessa vida, que é a resultante de todas as vidas, você sabe disso.

Eu aproveito para esclarecer o que eu já disse, alguns minutos antes de falar-lhes disso, eu diria, no ouvido daquele que transmite as minhas palavras, que vocês têm, agora, o conjunto das chaves Metatrônicas.
Mesmo se elas tenham sido derramadas, vocês viram que, há numerosos anos, desde as Núpcias Celestes, nós jamais revelamos, a quem quer que fosse, as últimas chaves.
Mesmo se vocês as tenham vivido no plano vibral, vocês ainda não tiveram a possibilidade de ter a eficácia da pronunciação delas.
Vocês tinham o OD-ER-IM-IS-AL e, agora, vocês têm E-LO-HIM, NE-PHI-LIM, e vocês têm OUR.
E você tem, aí, a totalidade da linguagem nomeada Gina Abdul Suméria original, ligada às Mães Geneticistas de Sírius, criadoras desse mundo. Que se servem para agenciar o Verbo, para fornecer as matrizes de forma cristalina, que permitem a experiência da consciência em todos os mundos, em qualquer dimensão que seja.

Aí estão vocês, decorados com todas as suas guirlandas de Natal.
E todas elas estão piscando, agora.
É Natal antes da hora, não é?

Continuemos.

Questão: é necessário cantar todas as chaves Metatrônicas na sequência, ou seja, as doze, ou, unicamente, cantar como o precisou Orionis: ELOHIM e NEPHILIM?

O OUR não tem necessidade de ser pronunciado.
Porque ele está incluso em qualquer parte, no «R».
É difícil a explicar, é da gramática muito antiga.
É a linguagem vibral da criação dos mundos e da criação das dimensões, portada, no início, três a três, pelo que era chamada a civilização dos Triângulos, ou os Hayot Ha Kodesh, se preferem, no nível o mais próximo da Fonte.

Eu havia dito que a Jerusalém Celeste estava em curso de revelação nos Círculos de Fogo.
Os Cubos Metatrônicos tomam sua forma, desse mundo, ou seja,  «Yerushalayim», a Jerusalém Celeste.
E, é claro, o que foi dito, de cantar ELOHIM e NEPHILIM corresponde, totalmente, a isso.
Você pode fazer como quiser.
Tente criar sua realidade por si mesmo.
O que é que você arrisca?
Queimar, instantaneamente?
Nada mais.
Queimar, também, tudo o que pode, ainda, resistir; encontrar as últimas provas da fé na Verdade, e manifestá-la nesse mundo.

Questão: há uma importância na precisão dos sons pronunciados?

Não, o coração é mais importante.
A pronúncia, mesmo, eu diria, desarmoniosa...
É claro, nesse mundo, na terceira dimensão, você não tem a possibilidade, como os Mestres Geneticistas, de momento, de recriar matrizes cristalinas, servindo-se da pronunciação dessas sílabas.
Mas, em você, você constatará, muito rapidamente, a ignição do que foi chamado, à época, o Coração Ascensional, por intermédio da Lemniscata Sagrada, você se lembra, talvez, disso.
Aliás, alguns de vocês sentem, muito potentemente, o décimo primeiro corpo, situado ao nível do lábio.
Você pode transpirar, vibrar nesse nível, e você vai ver que, quando você pronuncia esse silabário sagrado, você vai ouvir o Apelo de Maria em você.
Mas não Maria, ainda, mas esse som que você ouvirá, naquele momento, é exatamente o som que estará em seus céus.
E sobre a Terra.

Questão: o efeito desse som é amplificado quando se pronuncia nos Círculos de Fogo?

Ele já está amplificado em você.
Ele é amplificado se você vai ver os povos Elementares que representam os vórtices.
Ele é amplificado e amplifica seu coração.
Ele levanta o Coração Ascensional.
E, portanto, a alegria da Luz desincrusta-o do efêmero, e permite a ruptura final.

Outra questão.

Questão: quando eu fui ver os Dragões, eu tive a visão interior de um golfinho, depois, uma forma geométrica hexagonal e, enfim, de um cubo.
Você pode informar-me sobre isso?

É uma visão.
Você terá cada vez mais visões que nada têm a ver com o astral, mas que são ligadas à visão interior, ou à visão etérea, ou à visão real nesse mundo, por seus olhos de carne, agora, de todos esses povos, como alguns de vocês o percebem ou, mesmo, começam a ver.
Mesmo que seja, ainda, em uma névoa, mas vocês começam a distinguir as formas dessas entidades.
E, em seus céus. Isso será similar.
É, já, o caso.
Você vê, efetivamente, que há manifestações cada vez mais visíveis, pela frequência das observações na Terra, onde quer que seja, de todas as espécies de embarcações, de todas as espécies de nuvens.
Isso eu já havia anunciado durante o ano 2010, eu voltei a anunciar há alguns meses, mas, aí, isso se torna, eu diria, quotidiano.
Portanto, é perfeitamente lógico que isso aconteça assim.

Se quiser, seus casulos de Luz nesse mundo, para aqueles que não queimaram o corpo causal ainda, ou seja, que não foram completamente liberados pelo Fogo do Espírito, mesmo se a alma deles tenha revertido para o Si, há marcadores muito precisos.
Não se esqueça, tampouco, de que, quando o campo de energia, os casulos de Luz, sobretudo, da estrutura causal, expande-se ao seu redor, você vai perceber essa expansão.
O que quer dizer que você vai sentir não mais pela pele, mas, diretamente, pelo que se revela nesse mundo, corpo de Existência e estruturas efêmeras, se elas ainda estão aí, também.
E, portanto, é absolutamente lógico que isso lhe dê sensações novas, visões novas, sonhos novos.
Ou que você tenha a compreensão das coisas que acontecem nesse momento, que, talvez, agitaram você nesses últimos anos, sobretudo, no ano passado e no início deste ano, que lhe permitiram superar seus demônios interiores, seus medos interiores, mesmo se restem resíduos.

Agora, você tem as últimas chaves Metatrônicas não, unicamente, depositadas em você e ativas, mas você tem a possibilidade de jogar com elas.
Você tem, também, os vórtices dos povos da natureza.
Nós os convidamos, a todos, não para procurar, unicamente, a experiência e a trocar e dialogar, mas imergirem e desaparecerem nesse ambiente.
E socorrer-se, e desencadear, você mesmo, desta vez, não pela vontade, mas, simplesmente, pelo silabário sagrado, elevar seu Coração Ascensional.
À vontade, eu digo, efetivamente.
Isso lhe permitirá, aliás, se você faz esse tipo de coisas, reencontrar os povos da natureza ou pronunciar o silabário sagrado, ver, praticando-o, onde se situa, eu diria, a falta de óleo, a falta de facilidade.
Para vê-lo, simplesmente.
E isso permitirá, é claro, fazê-lo desaparecer.

Se você prefere o silêncio, deite-se.
Se você prefere a natureza, vá reencontrar os povos da natureza.
Se você prefere cantar, cante.
É terrivelmente simples.

Veja você, é muito simples, não se está mais no tempo da repetição de mantras, de frases, de posturas que vocês fizeram durante anos.
Agora, é direto.
É a consciência, diretamente, e o corpo, diretamente, que o vivem.
Sem emoções, sem mental, com, ainda, algumas interrogações, é claro, com o corpo causal que está, ainda, presente para muitos, mas é a evidência, eu diria.
Não há que procurar de meio dia a quatorze horas.
E isso será cada vez mais espontâneo e direto.
Isso reforçará e fará crescer, se já não é o caso, a fé total na Eternidade e a realidade da presença da Luz.

Questão: a floresta de Fontainebleau é propícia ao reencontro dos povos da natureza?

É, de qualquer forma, um lugar muito frequentado, parece-me.
É claro que há lugares, em especial – se minhas lembranças são boas – aí, onde havia, já, à época, grandes árvores.
Mas é, de qualquer forma, um lugar no qual vocês arriscam não ficar tranquilos. Mesmo se haja lugares muito simpáticos.

Lembre-se, também, do que havia dito Snow, à época.
Assim que você está na natureza, quer haja um vórtice ou não, você será visitado por esses povos da natureza.
Mesmo se não haja deles, precisamente, ali onde você se coloca.
É claro que é mais agradável descobrir uma estrutura, seja uma cidade, seja uma comunidade, sejam cursos d’água nos quais eles estão, efetivamente, instalados.
Mas, mesmo que seja a dez quilômetros, a vinte quilômetros, eles virão ver você.
Talvez, não as Ondinas, porque, elas, não é fácil, mas, sobretudo, os Dragões e o que são nomeados os Elfos viajantes, sem qualquer dificuldade.
Mesmo em sua casa, para alguns, então, você sabe.

Questão: eu fui ver os Dragões.
Eu estava deitado no solo, a um momento, é como se o vento se tornasse consciente e havia, diante de mim, um ser transparente que me atravessou.
O que é isso.

Perfeitamente.
Os Dragões, os Elfos podem atravessá-los, sem dificuldade alguma.
Eles não consideram, como nós, se querem, o Canal Mariano.
Vocês vão senti-los como uma energia que os atravessa, mesmo sem vê-la.
E isso fará um efeito de surpresa.
Mas é o reencontro, efetivamente, quer seja dos Gnomos, quer seja das Fadas, dos Elfos ou qualquer ser que povoa a natureza.
Nós não havíamos falado de tudo isso antes porque, se vocês não tinham a possibilidade de vivê-lo, o que é que isso teria criado?
Crenças.
E a porta aberta ao nível das crenças para falsificadores.
Aí, agora, não há mais risco algum.
De nenhuma espécie.

E eu esclareço, contudo, quando eu lhes dei, há pouco, a pronunciação – enfim, sem cantá-la – das sílabas Metatrônicas, a última, do Gina Abdul, como o HIM que vocês têm, a última, não é o IM, de Miguel, da cabeça, do ponto IM, da Estrela IM.
É um HIM com o H, aspirado, tal como se tem, no hebraico, do «He».
Portanto, isso não dá IM, mas HIM.

É a linguagem das estrelas, é claro.
Pode-se, aliás, relacionar cada sílaba sagrada a um sistema solar ou a uma constelação que vocês veem a partir da Terra, é claro, que não terão o mesmo aspecto quando estiverem em outros lugares, uma vez que é visto a partir de seu ponto de vista limitado, entretanto são todas as esferas de criação e de manifestação.
Na harmonia das esferas, o que se chama.
É o Canto das esferas.
É o Coro dos Anjos, também.
É, também, o Espírito do Sol, é KI‑RIS‑TI, é todas as coisas, se quiserem, que foram desvendadas por etapas.
Porque nós devíamos esperar algumas condições propícias.

Questão: existem correlações entre as sílabas da língua francesa e as sílabas da língua sagrada?

Sim, pode haver, mas não é total.
É claro que é totalmente ao oposto da língua invertida, vocês sabem, que é o inglês, a língua dos negócios, como vocês dizem.

A língua dos pássaros, nós havíamos desenvolvido isso, à época, hein?, eu os lembro, durante as Núpcias Celestes: a importância da língua francesa ao nível da língua dos pássaros, que tinha uma vibração quase conforme ao que se chama de alfabetos sagrados: o aramaico, o hebraico e o sânscrito, qualquer que seja a falsificação que sobreveio para algumas delas depois.
Mas a origem permaneceu conforme.
Porque o cérebro humano tem um modo de reconhecimento que vai além, vocês conhecem isso, talvez, no francês, é chamado de língua dos pássaros.
Quando você diz : «je» e «nous», não é o joelho, unicamente [joelho, no francês, genou], é «je» e «nous».
Etc. etc.

Outra questão.

Questão: eu tive um sonho, em 93 e 94, no qual eu via três planetas sobrepostos...

No céu?

Questão: sim.

Sobrepostos, isso quer dizer o quê?

Questão: um acima da outro.

Isso quer dizer alinhados.

Questão: perfeitamente.

Muito bem.
Alinhados exatamente ou não?

Questão: sim.

Certo.

Questão: … eu estendo as mãos.
Desses planetas caem gotas de um branco denso e perolado.

É o retorno da Luz.
Você sabe, há três planetas que estão quase alinhados, três estrelas que estão quase alinhadas, que são reproduzidas na Terra, por toda a parte, com as pirâmides do Egito, por exemplo.
É a constelação de Órion e, em especial, o cinturão de Órion.
Mas se você olha isso, há, também, três estrelas alinhadas entre Bételgeuse, que, eu o lembro, é a casa dos Gigantes, que faz parte da constelação de Órion, e outra estrela que está no alto.
Há essas três estrelas alinhadas.
E há meu mestre Bença Deunov, quando ele veio, também, deixar as profecias que foram chamadas as profecias de Nostradamus, ele deixou isso: «A liberação virá pela flecha de Sagitário».
É a irradiação gama da estrela Bételgeuse, que acompanha a expansão do Sol em supernova.
Em nova, mais.
Em gigante vermelho, mesmo, mais.

A supernova de Bételgeuse que já emitiu irradiações, se vocês se lembram das histórias, que ejetou a embarcação Arcôntica, em 15 de agosto de 2009, e que garantiu a liberação da Terra (porque os laços de confinamento espaço-temporal não podiam mais reproduzir-se).
E, efetivamente, de Bételgeuse, Rigel e aquela do meio, da qual eu me esqueci do nome, com os nomes árabes, aí, há, muito exatamente, a Luz Branca perolada, muito brilhante, que é a Luz de Uriel, mas, também, a irradiação gama da explosão da supernova, que dá a explosão do Sol em gigante vermelho.
E eu os engajo a reler uma das primeiras intervenções de Sereti, porque vocês vão, agora, poder colar, se isso lhes interessa, recolar todos os pedaços do quebra-cabeça.
Sem exceção alguma
Estamos nos divertindo muito, hein? Não é?

Então, isso anunciava...
Havia uma história de água, também, nesse sonho... não havia água?

Questão: não, nada de água.

Nada de água.
Era você que estendia as mãos para essas estrelas?

Questão: sim.

É a bênção da Luz que chegará para você apenas no momento final.

Questão: eu tive outro sonho...

Vamos.

Questão: era noite, havia pessoas comigo, eu olhava o céu e o céu rasgou-se...

É o que dizia São João.

Questão: … ele se tornou todo azul, e eu dizia para os outros olharem, mas ninguém olhava.

Sim, porque o ser humano tem muito medo de ver coisas desconhecidas em seu céu.
O céu é imutável em um período de tempo, mesmo se as estrelas movam-se e tudo.
Olhe, já, as pessoas, quando há um meteorito que se aproxima.
Olhe o que se produz junto a alguns irmãos e irmãs que não querem, mesmo ver a modificação dos céus.
Mas, aí, não é, unicamente, a modificação dos céus, é a ruptura do céu.
O céu é o quê?
Por que você vê azul, enquanto é negro?
São, simplesmente, as camadas de interferência das quais nós falamos, longamente, há muito tempo.
Mas é exatamente isso.
Eu os lembro de que, no Sumério, o cosmos quer dizer, simplesmente, Kusmus, ou seja, a pele de serpente.
E é preciso, efetivamente, rasgar a pele de serpente, para ver a Verdade.
Tudo isso é apenas um jogo.
O simbolismo é onipresente junto aos Fantoches.
Mas eles o inverteram.
Portanto, mostraram-lhe a Ascensão e o que se produz na Ascensão.

Outra questão.

Questão: eu tive um contato com os seres da constelação do Centauro.
Você pode falar disso?

Você sabe, as constelações são inumeráveis.
Nós trabalhamos, preferencialmente, e você sabe disso, nas Confederações Intergalácticas dos Mundos Livres, segundo as afinidades.
Então, é claro, as constelações, os habitantes são inumeráveis, você sabe.
Há diferentes formas antropomórficas, cuja representação humorística, nesse mundo, são os animais, por exemplo, ou os insetos, mesmo.
Então, obviamente, há constelações mais frequentes nas manifestações, nas criações nesse mundo do que em outros.
O Centauro remete-nos à mitologia do Centauro, é claro.
Mas não se pode desenvolver – o que seria supérfluo – todas as constelações.

Há os Zeta-Reticulianos.
Há os Dragões dourados da Ursa Maior, mas, também, de Órion.
Há os Nephilim, os Elohim.
Há as Águias de Altair, os povos de Sírius.
Há Andrômeda, há muitas...
Cassiopeia.
Há todos esses sistemas solares que estão em manifestação da vida.

Então, eu o convido a olhar mais, quando há coisas exóticas como essa, ou seja, não muito presentes nesse Sistema Solar, a olhar a mitologia dessas constelações.
Porque você sabe que o nome da constelação vem do árabe.
E eu os convido, então, a olhar...
Por exemplo, no Cinturão de Órion, há Alnilam* e Mintaka**.
Olhe o que isso quer dizer, olhe o significado desses nomes de constelações, porque tudo ali está, é claro.
Por exemplo, há uma constelação que foi escondida, que se chama Ophiuchus ou o Serpentário, o décimo terceiro signo astrológico.
Ele é ligado ao que lhes foi escondido, ou seja, justamente, os magníficos Dragões brancos que vêm de lá embaixo, que não são agenciadores de mundos ou administradores de mundos, são pura luz que espalham o Amor e o Fogo do Amor e, agora, o Fogo do Amor, estruturando o Fogo do Amor, sem organizá-lo. Ao nível dos Mundos Livres.
Vocês têm um ao lado, falou-se disso.

Ndr:
* Epsilon Orionis é uma grande estrela da constelação de Orion.
Ela é, também, chamada por seu nome tradicional, Alnilam que, em árabe, significa "colar de pérolas".

** Mintaka (Delta Orionis) é uma das três estrelas do cinturão de Orion, com Alnilam e Alnitak.
Ela tira seu nome do árabe «baudrier» ou «ceinture».

Questão: eu vi, em um triângulo, uma cabeça de equino...

De Luz ou não?

Questão: sim, de Luz.

É o quê um equino?
Um cavalo, um unicórnio?

Questão: sim.

E então?

Questão: disseram-me que minha origem estelar era Ophiuchus.

Ophiuchus é o Serpentário, isso nada tem a ver com os equinos.
Olhe Ophiuchus, o que isso quer dizer, você verá.
Eu não vejo relação entre Ophiuchus e os equinos.

Questão: eu teria podido ver uma cabeça de cavalo no lugar de uma cabeça de Dragão?

Sim, perfeitamente.

Então, você tem os Dragões Elementares, tais como eles o são na Terra, mas eu o lembro de que a morfologia dos Dragões não é a mesma na Terra e alhures.

Oh, é muito simples, você sabe.
Os Dracos e os Dragões têm a mesma morfologia.
Nós havíamos explicado isso durante as Núpcias Celestes, simplesmente, a cor, a emanação vibral não são as mesmas.
E os Dragões dourados e os Dragões ouro e, portanto, os Dragões brancos são os mais elevados, não em consciência, mas na vibração e, eu diria no sentido do serviço.
Eles servem aos mundos.
Eu diria, mesmo, que, de algum modo, eles os alimentam no Fogo, ao religar-se, para os Dragões de Terra, a tudo o que está na proximidade dos vulcões, e nos vulcões, é claro.
Eu os lembro de que, tanto aqui como alhures, há, muito precisamente, uma zona vulcânica.
E os Dragões de Fogo e da Terra estão soprando nos vulcões, por toda a parte no mundo.
Aí onde os vulcões despertam sob a ação de Hercolubus e, portanto. Do despertar do núcleo cristalino da Terra, que libera as camadas férricas acima, que se evacuam pelos vulcões, aí você tem Dragões.
Não são apenas eles, porque vocês veem, por exemplo, embarcações muito físicas, que entram nos vulcões, que não são atingidas.
Os Arcturianos, por exemplo, penetram nos vulcões.
São seres de Fogo, também, o Leão.
Então, aí, eu não alimento seu mental, eu lhe dou marcadores a experimentar, em suas experiências diversas e variadas.

Outra questão.

Questão: Orionis apresentou-se a mim e pronunciou o nome de Belém.
Você poderia esclarecer-me?

Você pode repetir o que ele disse?

Questão: Belém.

É o nome de um barco, isso?
Havia um barco, eu creio, um veleiro, na França, que se chama o Belém.
Eu não posso explicar isso, mas isso corresponde, aí também, a uma noção precisa de navegação.
Olhe o significado dessa palavra.
Eu não vou perguntar, não se tem muito tempo para isso, mas, efetivamente, é ligado – independentemente do nome do barco – isso evoca, ao nível vibratório, a água e a vibração, a navegação e o deslocamento.
Isso foi, certamente, preliminar a um deslocamento de lugar de vida.

Não há resposta…

Questão: há um grande sorriso.

Obrigado.
Eu adoro os grandes sorrisos.
E quando há um grande sorriso, são pessoas que sabem, pertinentemente, neles, a resposta.
Então, não se tenta testar, mas confirmar, confirmar...
Mas é engraçado, é um jogo.
Há, também, uma floresta na França, que se chama a floresta de Belém, eu creio.

Questão: sim.

Você vê, tudo se encaixa.

Questão: eu posso dar uma explicação sobre a palavra Belém.

Escutamos com prazer, por quê?

Questão: Belém é uma palavra portuguesa que quer dizer Bethléem, o lugar de nascimento de Cristo.

Então, é perfeito, porque isso vibra.
É, efetivamente, a resposta certa.
E Belém não está longe de Bethléem, não está longe de Bételgeuse, Betel, que quer dizer «a casa».
Quer dizer que Orionis disse-lhe: «você, E.T., retorna a casa».
Em todos os sentidos do termo.
Tanto na Terra como no Céu.

Questão: e meu nome quer dizer a mesma coisa que Belém.

Certo.
Tudo é sincrônico, tudo é perfeito.
Na Luz não pode haver distorções, jamais.
Isso cola.
Se isso não cola, não é a Luz.
Eu o exprimi, suficientemente, em minha vida, na ciência do espírito, tal como era possível entendê-lo à época, mesmo para mim.
E, também, para todos aqueles que me escutavam.
Você sabe, apenas os imbecis que tentaram congelar o meu ensinamento.
Bom, eu não voltar a isso, caso contrário, isso vai me enervar.
Está superado, agora, tudo isso.

Bem, podemos continuar.

Questão: quando o Triângulo de Fogo reverteu-se, isso significa, também, a reversão da alma?

É claro.
É a mesma coisa.
Ma Ananda Moyi havia explicado isso, perfeitamente, você não memorizou as lições dela.
Não, é exatamente a mesma coisa.

Questão: seria possível ter a origem estelar de Ma Ananda Moyi?

Que bando de curiosos!
Ela lhes disse que era como Maria, ela o repetiu o tempo todo.
Portanto, é Sírius, é claro.
A beleza de Ma Ananda Moyi, jovem como idosa, é a mesma beleza de Maria.
Não há diferença.
São as mesmas, se se pode dizer.
Não é a mesma, mas as mesmas.
Não se vai passar em revista a origem estelar de todas as Estrelas.
Poder-se-ia fazê-lo, mas isso não tem interesse algum, aí...

Vá, eu vou dar-lhes um prazer: adivinhem de onde vinha Teresa.

Questão: de Sírius.

Linhagem estelar sim, mas não origem.
Ela vem de minha casa.

Questão: Vega.

Vega, perfeito!
E a linhagem feminina muito forte de Sírius dá uma mistura que dá Teresa.
A fé total, inabalável, que nada pode parar.
Mesmo o sofrimento, mesmo a morte.
Era Teresa.

Então, aí também, você vai reencontrar afinidades, em relação às Estrelas.
Lembrem-se dos Anciões que descem com vocês.
Aqueles que, por exemplo, na atribuição vibral, viram a mim, mesmo se eu nada disse, isso deve tocá-los em Vega.
Para Sri Aurobindo, vocês sabem, é Altair, é claro, etc. etc.
Mestre Ram, que é um Melquisedeque do Ar, é Altair, também.

Questão: e Irmão K?

Eh, vocês não vão fazer-me dizer todos?

Questão: ele, de qualquer modo, portou Cristo?

Sim, ele portou Cristo, é claro.
Ora, Cristo é o quê?
KI‑RIS‑TI, Filho ardente do Sol: é o Sistema Solar que foi ligado aos Dracos, mas não falsificado, portanto, Dragão.
E sim, é verdade, quando se vê Krishnamurti, ele evoca tudo em sua vida, exceto um Dragão, esse muito pequeno personagem.
Mas, frequentemente, os Dragões, aqui, eles são obrigados a viver a humildade, portanto, eles são muito pequenos.
É muito engraçado, hein?
Vamos fazer saírem os Dragões, eu os ouço rir ali.
Não, é uma brincadeira, fiquem conosco.

Questão: por que Mãe deu-nos apenas uma única mensagem entre todas as Estrelas?

Oh, há outras delas que deram muito poucas mensagens.
E Anna, vocês a viram uma única vez.
Porque elas estão ocupadas com outra coisa, simplesmente.
Há outras delas que tiveram mensagens extensíveis.
Creio que fui eu que mais falei, não é.
Mas é normal.
Eu fui um grande pedagogo em minha vida, e eu continuo agora.

Questão: poder-se-ia ter a origem estelar de Mãe?

Oh, é um sistema solar que não é muito conhecido, do qual eu mesmo esqueci o nome, eu perguntarei a ela, na oportunidade.
Você sabe, não se conhece tudo, nós, tampouco.
Conhece-se a Luz.
E, para ter a resposta direta do conhecimento, como diria Bidi, do Liberado, não devo estar aí, é preciso que eu esteja lá em cima.
É muito simples.
Para as coisas que não fazem parte, mesmo nós, Melquisedeques, do que nós temos a viver, agora, lá em cima.

Questão: e Bidi?

Ah, sagrado Bidi.
Bidi, isso nada tem a ver com os sistemas solares e as origens estelares.
É bem mais alto.
É o único que foi capaz de mixar, se eu posso dizer, a frequência da civilização dos Triângulos com Metatron, em um corpo de carne.
Não houve muitos assim na Terra, hein?, é por isso que ele grita.
Ele tem a potência total do Verbo.
É por isso que ele repetia, o tempo todo, e repete, ainda hoje: «Procure de onde você vem», porque ele vinha de lá, é claro.
Ou seja, além da Fonte, na primeira manifestação dos mundos.
Nas dimensões as mais etéreas e as mais próximas da Fonte, mas, também, do Absoluto.
É por isso que ele pôde falar com tanta precisão, em sua encarnação, como agora, de tudo o que concerne à Verdade absoluta.
Você se lembra: à época, isso havia sido introduzido pelo Arcanjo Anael, ele havia falado, longamente, da verdade relativa e da Verdade absoluta.
Ele preparava a vinda de Bidi.

Ele disse, aliás, em sua vida… Cristo disse: «Eu sou o Alfa e o Ômega», ele disse: «Eu sou o primeiro e o último capítulo do Livro».
Eu teria dito o mesmo: a capa.
Quando nada mais há a ler.

Outra questão.

Questão: existem, na Terra, atualmente, outros seres como Bidi, que têm a mesma origem?

A mesma origem não, mas que portam a vibração dele, sim.
Todos os Liberados Vivos, doravante.
Bah, desde 2012.
Os verdadeiros Liberados Vivos, é claro.
Se você se aproxima desses seres, você sentirá um Fogo, mas é um Fogo de Amor, não é...
Bidi era, de qualquer forma, e ele continua, quando você o vive, hoje, de uma potência total.
Um pouco como os Dragões brancos, mas ainda mais forte, mas, talvez, mais humanizado, se posso dizer.
Porque ele passou na encarnação.

Questão: por que a palavra Shiva é, atualmente, muito presente em minha vida?

Shiva, é o quê?
O destruidor dos mundos.
Portanto, é absolutamente circunstancial.
Destruição de mundos, destruição de formas.
E transmutação, é claro.
Lembre-se do que eu disse, que foi dito antes de mim, também, e ao mesmo tempo em que eu: «O que a lagarta chama a morte, a borboleta chama o nascimento».

Outra questão.

Questão: quando de uma experiência com os pés na água, com Ondinas, eu senti as Ondinas fazendo duas rondas que giravam em sentidos opostos.
Isso tem um sentido específico?

Sim.
Os Dragões passam inesperadamente, você sente o sopro deles, você vê a sombra deles, você tem o tempo de ver que ele já passou.
As Ondinas, se você está no elemento delas, bem, elas giram ao seu redor.
Elas criam um vórtice, simplesmente, multidimensional.
E, para criar um vórtice, é preciso que haja os dois sentidos da espiral.

Questão: pouco antes, nós havíamos colocado um cristal e criado uma coluna de Luz, e as Ondinas vieram fazer essas duas rondas em seguida.

Era um agradecimento.
Bom, é verdade que os agradecimentos das Ondinas são muito suaves.
Dos Elfos também.
O Dragão é sempre surpreendente, mesmo se você tenha essa origem estelar.
Eles gostam muito de surpreender.
Um pouco como os Gnomos, mas em outro registro.

Questão: um dia, eu estava ao telefone com uma amiga, falando a ela de uma tomada de consciência que eu acabava de ter.
Eu moro à beira de um rio e ali havia um pequeno jato d’água.
Ao final da conversa, o jato d’água havia desaparecido.

Então, eu não penso que seja uma baleia, é claro.
Então, isso pode ser uma manifestação...
As Ondinas, em geral, são, mais, os círculos e as ondulações de água, hein?, não é algo que saia da água, é algo que permanece na água.
Então, eu não posso responder de maneira segura.
Mas é certo, não é uma baleia.
Um jato d’água, eu compreendi bem, no meio do rio?

Questão: sim, na água rasa.

Não, eu não sei.
Talvez, você sabe, nos..., não há apenas as Ondinas, há os Silfos, as Salamandras, há povos, digamos, intermediários, como para os Elfos, não há apenas os Elfos, há as Fadas também.

Questão: os Vouivres? [criatura que assume a forma de pequeno dragão ou serpente]

Oh sim, os Vouivres não há muitos nesses lugares.
Os Vouivres estão mais nos lugares em que a água não circula, nos quais há uma estagnação, nos quais há metal no fundo.
Há deles nos pântanos Poitevin, por exemplo, ou em lagos.
As Ondinas são tributárias da circulação da água, ou seja, da oxigenação da água.

Questão: na água, no contato com Ondinas, ao nível de meu ouvido esquerdo, eu senti que o ar era sintonizado com minha respiração, eu senti correntes de ar que iam ao mesmo ritmo e no mesmo sentido que minha respiração.

Ah sim, é a permeabilidade de seus diferentes casulos de Luz.
Eu o lembro de que vocês têm, ainda, mesmo se estão liberados. Todas as estruturas, mesmo se elas estão transcendidas, que se chama corpo astral, corpo mental, corpo etéreo.
Vocês sabem que o som comunica-se, agora, não mais, unicamente, na ampola da clariaudiência ou no Canal Mariano, mas no conjunto de suas estruturas.
Em breve vocês ouvirão seu corpo etéreo cantar.
Portanto, é o mesmo gênero de percepção.

Questão: desde o início da intervenção de Orionis, eu tive a garganta em fogo, depois, eu senti uma ruptura ao nível do coração.
Esse fogo na garganta durou, praticamente, todo o tempo da intervenção.

É a terceira passagem, como – eu acho – eu já expliquei.
Há três passagens na garganta, não é?
É a última passagem, o parto, se você prefere.
É preciso, efetivamente, romper a crisálida, real e concretamente.
E é, também, o Fogo do Coração Ascensional, que transborda, obviamente, muito amplamente, o chacra do coração e muito amplamente, a Nova Eucaristia, para subir na parte da garganta, mesmo, às vezes, até o queixo, é normal.
Ampliam-se os caminhos de passagem.
Enfim, eles se ampliam sozinhos, diante da Graça da Luz, não somos nós que o fazemos, mas vocês.

Questão: tudo o que vivem nossos irmãos e irmãs será vivido no fim, para aqueles que nada vivem, atualmente?

Sem objeto, eu respondi ao seu sonho há pouco.
É, efetivamente, o que eu respondi, não?
Então, você repõe, duas vezes, a questão, você tem necessidade de ter certeza, hein?
O que é que duvida, assim, se não é o ego?
Não a pessoa, o ego.
É claro, a alma não tournicota…, mas ela é, de qualquer forma, frágil, pela manifestação.
Então, imagine você que, tendo vivido esse gênero de sonhos, que são muito fortes para você, que, se você vivesse um décimo das vibrações daqueles que vivem as primeiras vibrações, mas você não estaria mais aí.
É bem por isso que alguns são privados da sobremesa até o último momento.

Questão: quando eu li os livros de Teresa, eu me dei conta de que havia algumas frases que eu pronunciava já, espontaneamente.
Será que Teresa havia me soprado essas frases?

Repita um pouco, porque eu não tenho certeza de ter compreendido tudo.
Então, quando ela lê um livro de Teresa... e ela fala de quê, de seu livro?
Ela não escreveu nenhum, mas ela fez frases... eu não compreendo.

Questão: sobre a vida de Teresa…

Ah!
Não é Teresa, sim, perfeitamente.

Questão: quando eu lia as frases desse livro, eu reconhecia coisas que eu já me dizia.

Bem, sim, porque Teresa pronunciou frases, de qualquer forma, que eram de uma potência incomensurável.
Na idade dela, criança.
Eu não falo, mesmo, do após, quando ela passou sua adolescência. Mas já criança, quando você lê as palavras que ela escreveu, era de uma potência incrível.
E essa frágil moça, que morreu tão jovem, e que, no entanto, era tão grande.
Então, não é necessário..., são frases de verdade.
Então, não é por isso que você se conectou a Teresa, mesmo se você esteja conectada.
É, simplesmente, eu diria, a universalidade de suas frases.

Outra questão.

Isso esquenta bem, hein?
Ah, temos um visitante lá em cima que volta.
Continuamos?

Questão: você poderia dar-nos precisões concernentes às estruturas hexagonais das partículas adamantinas?
Uma noite, eu vi essas partículas viajarem sobre um muro, transparentes, com, em cada uma delas, no alto, três cores que se entrelaçavam.

Isso não está claro.
Antes de qualquer coisa, as partículas adamantinas, que são hexagonais, você não as vê hexagonais, você vê o que se chama de Agni Deva.
É como um pequeno cometa que se desloca muito rapidamente.
Apenas que, quando isso se agencia junto, com várias partículas adamantinas, é que isso pode dar o que se chama, por exemplo, de rede etérea, que vocês veem sob a forma de telas ou de formas que se deslocam, portadoras de entidades ou não, aliás.
Então, agora, voltemos à sua questão.

Questão: eu vi, verdadeiramente, estruturas hexagonais que viajavam sobre um muro...

Mas não são partículas adamantinas isso.

Questão: … e no alto do hexágono, havia três cores que se entrelaçavam.

Sim, são fenômenos de irisação da Luz Vibral, o que mais?
Mas, aí, essa estrutura hexagonal visível assim, que, além disso, não tem tamanho de uma partícula adamantina, é maior.
Uma partícula adamantina é minúscula.
Portanto, se é de tamanho maior, cem vezes o tamanho, isso nada tem a ver.
São estruturas geométricas ligadas às manifestações de forma, mas, também, de consciência das entidades que vêm de planos os mais altos, é tudo.

Outra questão.
Vocês esgotaram o estoque?

Questão: quando de sua intervenção, Orionis esclareceu que a chegada de Hercolubus, perto do Sol, seria concomitante com a chegada do Arcanjo Miguel sobre a Terra.

Sim.
Será que ele disse que o Arcanjo Miguel chegaria na data que eu dei, de 15 de agosto a 29 de setembro?
Eu não acho que ele disse isso.

Questão: não.

Então, a chegada de Miguel não é, necessariamente, conjunta a 29 de setembro, não faça projeções.
Isso é iminente.
Mas isso pode ser antes, pode ser depois.
Há uma data limite, que é inalterada, que eu dei, hein?
É, de qualquer forma, 7 de janeiro, hein?
Mas tenham-se prontos, mantenham sua casa limpa.

Ninguém conhece a data.
Nem o Filho, nem o Pai.
Nem Orionis, que é o Pai, de certo modo, Abba.
Nem a Fonte, o que quer que...
Há, necessariamente, um momento no qual se conhecerá a data.
Há, necessariamente, um momento no qual se conhece a data.
Deduz-se ela, mesmo vocês, em seu plano.
E mesmo vocês, através dos sintomas.
Olhe o canto dos ouvidos, olhe o Coração Ascensional, para aqueles que o vivem, olhe as variações térmicas, olhe os formigamentos, olhe as insônias ou, ao contrário, o hipersono, olhe a memória que se vai, olhe: você mesmo parte.
Para alguns de vocês, isso não pode durar anos.
Ou, então, você vai acabar no Alzheimer.

Outra questão.

Questão: a chave Metatrônica OUR tem uma ligação com a cidade de Our, na Turquia?

Sim, é o OUR de Sumer, é claro.
Cada sílaba Metatrônica corresponde, aliás, a uma cidade antiga Sumeriana, bem anterior, que corresponde, também, à passagem dos Nephilim, não unicamente os Círculos de Fogo, mas as cidades dos Gigantes, em sua localização.
Então, olhe no nome das cidades antigas, você vai encontrar isso.

Questão: mas Our, na Turquia, é escrito Ur, porque o U pronuncia-se OU.

Hoje, você pronuncia Ur, mas é Our.
A pronúncia muito exata, assimilou-se isso e pôs-se...
OD, por exemplo, pronuncia-se como um francês.
Um inglês vai pronunciá-lo de outro modo.
Você não tem a pronunciação exata.
São sílabas sagradas, que você não pode, mesmo, entender, você pode sentir a vibração, na acepção geral.
Eu o lembro de que, nas outras dimensões, a partir de certo nível, não há, verdadeiramente, ouvidos.
O som torna-se vibração e criação.
E aqui, nesse plano, vai-se traduzir isso por sílabas.
É como o OM, é similar.

Outras questões, ou está terminado?

Não temos mais questões.

Então, caros amigos, eu lhes transmito todas as minhas bênçãos, esperando que todas essas respostas que eu dei não sejam, para vocês, a ocasião para alimentar o que está morrendo, ou seja, o mental, mas fornecer-lhes, eu diria, pequenas luzes simpáticas sobre o que vocês têm a viver ou que vocês já vivam.

Todas as minhas bênçãos acompanhe-os, e eu lhes digo até muito em breve, talvez.





3 comentários:

  1. Então, a chegada de Miguel não é, necessariamente, conjunta a 29 de setembro, não faça projeções. Isso é iminente. Mas isso pode ser antes, pode ser depois. Há uma data limite, que é inalterada, que eu dei, hein? É, de qualquer forma, 7 de janeiro, hein? Mas tenham-se prontos, mantenham sua casa limpa.

    Ninguém conhece a data. Nem o Filho, nem o Pai. Nem Orionis, que é o Pai, de certo modo, Abba. Nem a Fonte, o que quer que...

    Deduz-se ela, mesmo vocês, em seu plano. E mesmo vocês, através dos sintomas. Olhe o canto dos ouvidos, olhe o Coração Ascensional, para aqueles que o vivem, olhe as variações térmicas, olhe os formigamentos, olhe as insônias ou, ao contrário, o hipersono, olhe a memória que se vai, olhe: você mesmo parte. Para alguns de vocês, isso não pode durar anos. Ou, então, você vai acabar no Alzheimer.

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  2. Na Luz do Amor que somos, toda minha gratidão, querida Célia!!! Bjs

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  3. DOÇURAS DO AÏVANHOV...

    “Vocês devem ter observado, às vezes, que o tempo acelera-se, muito rapidamente, ou ele se contrai, como se ele tomasse uma densidade importante e não passasse mais.

    E, quanto mais vocês são vigilantes, se posso dizer – e não atentos – ao que se desenrola, mais vocês observam esses mecanismos no trabalho em sua vida e por toda a parte na Terra.

    É o Fogo do céu que se vive no interior, e que desemboca, é claro, na nova vida na Eternidade, segundo seu próprio destino.

    Tudo estará aí para lembrá-los de que é a hora correta.


    Que é o momento, cada vez mais.

    É essa a magia da Luz.


    Nada mais.

    Agora, se você deseja, efetivamente, conectar-se, como vocês foram convidados, aos povos da natureza, faça-o, porque é aí que você encontrará, como foi dito, eu creio, os apoios para seu vôo e para sua Ascensão.

    Você pode transpirar, vibrar nesse nível, e você vai ver que, quando você pronuncia esse silabário sagrado, você vai ouvir o Apelo de Maria em você.

    Ele é amplificado e amplifica seu coração.


    Ele levanta o Coração Ascensional.


    E, portanto, a alegria da Luz desincrusta-o do efêmero, e permite a ruptura final.

    Ou que você tenha a compreensão das coisas que acontecem nesse momento, que, talvez, agitaram você nesses últimos anos, sobretudo, no ano passado e no início deste ano, que lhe permitiram superar seus demônios interiores, seus medos interiores, mesmo se restem resíduos.

    Nós os convidamos, a todos, não para procurar, unicamente, a experiência e a trocar e dialogar, mas imergirem e desaparecerem nesse ambiente.

    E socorrer-se, e desencadear, você mesmo, desta vez, não pela vontade, mas, simplesmente, pelo silabário sagrado, elevar seu Coração Ascensional.

    Assim que você está na natureza, quer haja um vórtice ou não, você será visitado por esses povos da natureza.

    Sim, porque o ser humano tem muito medo de ver coisas desconhecidas em seu céu.

    Aí onde os vulcões despertam sob a ação de Hercolubus e, portanto. Do despertar do núcleo cristalino da Terra, que libera as camadas férricas acima, que se evacuam pelos vulcões, aí você tem Dragões.

    Não são apenas eles, porque vocês veem, por exemplo, embarcações muito físicas, que entram nos vulcões, que não são atingidas.

    Eu adoro os grandes sorrisos.


    E quando há um grande sorriso, são pessoas que sabem, pertinentemente, neles, a resposta.

    Na Luz não pode haver distorções, jamais.

    E a linhagem feminina muito forte de Sírius dá uma mistura que dá Teresa.

    A fé total, inabalável, que nada pode parar.

    Mesmo o sofrimento, mesmo a morte.

    Era Teresa.

    É o único que foi capaz de mixar, se eu posso dizer, a frequência da civilização dos Triângulos com Metatron, em um corpo de carne. (Bidi)

    É por isso que ele pôde falar com tanta precisão, em sua encarnação, como agora, de tudo o que concerne à Verdade absoluta.

    «Eu sou o primeiro e o último capítulo do Livro».

    Os verdadeiros Liberados Vivos, é claro.


    Se você se aproxima desses seres, você sentirá um Fogo, mas é um Fogo de Amor, não é...

    Bidi era, de qualquer forma, e ele continua, quando você o vive, hoje, de uma potência total.


    «O que a lagarta chama a morte, a borboleta chama o nascimento».

    Eu o lembro de que vocês têm, ainda, mesmo se estão liberados. Todas as estruturas, mesmo se elas estão transcendidas, que se chama corpo astral, corpo mental, corpo etéreo.

    Ampliam-se os caminhos de passagem.


    Enfim, eles se ampliam sozinhos, diante da Graça da Luz, não somos nós que o fazemos, mas vocês.

    É, de qualquer forma, 7 de janeiro, hein?

    Mas tenham-se prontos, mantenham sua casa limpa.

    ... Olhe a memória que se vai, olhe: você mesmo parte.

    ... Essas respostas que eu dei não sejam, para vocês, a ocasião para alimentar o que está morrendo, ou seja, o mental, mas fornecer-lhes, eu diria, pequenas luzes simpáticas sobre o que vocês têm a viver ou que vocês já vivam.




    Amo você... Ah! E a minha sobremesa? Adoro sobremesa.... rsrs Sei aguardar... Coisas, já estão acontecendo... Obrigadão!

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