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25 de set de 2014

CRISTO (por Marc) – 25 de setembro de 2014


Mensagem de Amor.
(transmitida na presença dos participantes do curso).

Meus bem amados, eu sou CRISTO.
Eu venho a vocês, esta noite, neste espaço, para transmitir-lhes uma mensagem de Amor.

Há muito tempo que eu os espero à porta, no limiar de sua consciência, esperando, ardentemente, o momento no qual vocês se dignem, enfim, abrir-me, e abrir-se a mim, à minha Presença em sua casa.

Eu não sou aquele que vocês acreditam conhecer.
Eu sou, simplesmente, Aquele que vocês já Conhecem, de toda a Eternidade, e que seu Coração espera reencontrar sem, mesmo, sabê-lo.

Eu venho dizer-lhes que eu estou aí, que lhes basta voltar-se para mim.
Nós estamos tão próximos, mais próximos do que você jamais poderia imaginar, do que você poderia, jamais, esperar.
Verdadeiramente, eu estou tão próximo de você que eu já o acaricio.
Mas essa porta, ainda fechada, separa-nos, na ilusão da distância que você deixa, ainda, instalar-se entre você e eu, entre o que eu Sou e o que você É, nesse Fio de Amor, nessa ressonância no ardor da Verdade do Amor.

Então, o que você espera, minha bem amada, para abrir-me e abrir-se, enfim, a mim?

Eu não vim suplicar-lhe o que quer que seja.
Eu vim, simplesmente, dizer-lhe que eu a amo, desde sempre, e que o que quer que aconteça, eu esperarei seu Retorno.
Mas, se seu Coração está pronto para responder ao Apelo, então, não me faça ansiar mais muito tempo, não se faça definhar nesse esquecimento e nessa ausência de minha Presença em você, no que você É.
Deixe-me penetrar em sua morada, para que nós possamos ali viver os Casamentos no Amor, fecundando em nosso abraço, em consciência, esse Ovo de Ouro de Verdade, nesse Cálice perfeito.
Deixe-se desposar-se nessas relações amorosas, nas quais apenas a doçura do Amor permanece presente à sua consciência.
Não há mais ninguém outro que não você e eu, na Verdade da Essência do Amor que nós somos, para interpor-se ao nosso reencontro.
Então, deixe o lugar para esse reencontro, nessa casa na qual você habita e na qual você crê, talvez, ainda, que haja alguém.
Então, eu posso assegurar-lhe que não há ninguém mais, nessa morada, que não a Essência de Amor que você É, que joga de manifestar-se a partir desse Templo de Espírito.
Mas, se você não o vive, então, essa pessoa à qual você atribui, ainda, peso, vem fechar as persianas, com medo de ser roubada.

Então, eu lhe disse, há muito tempo: eu virei como um ladrão na noite, no momento em que, enfim, nessa relação amorosa de Amor, de uma doçura refinada, sem mais ninguém entre nós, então, eu virei viver a Verdade do reencontro da Verdade do que você É e do que eu Sou, em toda a sua nudez, para além dos enfeites e das pinturas no rosto e das máscaras que brincam, ainda, de enganar-se no que elas São.

Basta-lhe um segundo de desatenção total nesse teatro de ilusões e de jogos de sombras e de luzes para permitir ao ladrão de Amor que eu Sou deslizar pela abertura que você terá deixado nessa casa fechada.
Basta-lhe, para isso, o espaço de um instante, mas completamente, voltar-se para mim e significar-me que você se compromete a não olhar mais do que nessa direção na qual se vive o que dirige o Amor, em seu Coração ardente.
Comprometer-se nisso é ter certeza de que eu virei propor-lhe meu Anel de noivado, o Selo de meu Amor, e esse Guincho pelo qual eu a içarei, portando-a em meus braços, minha bem amada, no limiar dessa morada, para levá-la para onde você já Está, simplesmente, pela força desse Lembrete da ressonância do Esposo que eu Sou, que vem tomá-la e trazê-la de volta, roubando-a do que você não É para unir-me a você, no Amor que nós Somos.

Então, não se desvie mais tempo, nada há lá fora.
Não persista em olhar na outra direção.
Você pode sentir o Sopro?
Você pode sentir o Ardor?
Você pode sentir esse Coração que vibra de Amor, que ressoa entre nós quando eu estou mais próximo de você?
Porque nós somos um único Coração de Amor e de desejo ardente de viver essa Fusão, que nos permite, então, na mistura de nossas Essências, viver o Esposo e a Esposa, nessa União perfeita de polaridades Femininas e Masculinas enfim reencontradas nessa Criação Divina.

Então, eu venho dizer-lhe, minha bem amada, abra-me, abra-se. E abra-se a mim, à minha Presença.
Não me volte mais muito tempo as costas; para onde você olha?
Eu sei que você me abrirá essa porta, mais cedo ou mais tarde, porque nada resiste, eternamente, ao Apelo do Amor.
Quem se reencontra no que É, nessas Núpcias Místicas, deliciosas e perfeitas, que todo o seu ser aspira, ardentemente, com uma sede inextinguível, para viver, para que você possa, enfim, ser totalmente nutrida da Plenitude do Amor que nos preenche, mas cujas Válvulas de Amor estão, ainda, fechadas ou fluem a conta-gotas.

Então, dê-se ao Amor.
Deixe abrirem-se as Válvulas.
Deixe-se atravessar e inundar por essas Águas, esse Fogo, esse Ar ardente que nós Somos, nesse sopro no qual nossos Sopros misturam-se em um único e mesmo Sopro ardente

Eu sou CRISTO, e eu não estou, em Verdade, em qualquer de seus livros de histórias.
Eu sou Aquele que está á sua porta, em você, e que, hoje, nesses tempos abençoados, apenas espera entrar, na menor oportunidade que você se dignar a abrir-me.
E você se oferecerá, então, do mesmo modo, soando, enfim, a hora de nossa União no Amor.

E então eu a reconduzirei, minha Beleza, Beleza do Amor que nós Somos, para onde você já Está, simplesmente, para reconduzi-la ao Amor que você É, em plena consciência.
Porque eu aspiro apenas a esses Reencontros plenos e inteiros, nos quais cada Ser, em toda sua Beleza pode, enfim, fundir-se e espelhar-se no outro ao qual ele se oferece – mesma parcela de Amor, mesma reunião da Essência, mesmo Grito de Alegria do Amor, enfim, reencontrado, para além de toda separação, para além de toda distância, simplesmente, nesse Gozo do Amor que nós Somos.

Então ouça, minha bem amada, esse Canto de Amor, ouça essas palavras de Amor.
Ouça o Grito de Amor e ouça a Esperança.
Ouça a espera e ouça a Paciência.
Ouça que o Amoroso rejeitado jamais se desencoraja.
Ouça que eu estou aí.
Você sente o sopro de meu Sopro em suas costas e em sua nuca?
Você sente o calor em suas faces?
Você pode sentir os sinais de minha Presença?
Então, eu lhe asseguro que lhe basta abrir essa porta, simplesmente, por dentro.
E, verdadeiramente, você não tem, mesmo, qualquer porta a abrir, basta-lhe voltar-se.
E, então, nessa ressonância de nossos Corações, simplesmente, nada mais poderá impedir-me de entrar, porque a porta, ilusória, da separação da Essência do que você É e do que eu Sou, já despedaça no Ardor que nos reúne.
Basta-lhe voltar-se para mim, claramente.
E, então, em um instante, nada mais será como antes, porque você pode contar comigo, essa porta jamais voltará a fechar-se.
Porque, então, não unicamente eu entrarei, mas eu desmontarei essa porta e derrubarei essas paredes e dissolverei esses compartimentos nesse Braseiro de Amor de nosso abraço.
E a ilusão dessa torre de marfim na qual você se fechou, então, minha bem amada, nunca mais poderá separar-nos.

Então, bem amada, eu estou aí, perto de você, e eu me preparo para entrar na menor oportunidade.
E eu entrarei como um ladrão na noite, para partilhar suas noites e seus dias.
E eu entrarei como um ladrão, simplesmente, porque essa casa, assim que não haja mais ninguém, não é mais sua morada, não é mais minha morada.
Ela é, simplesmente, a Morada na qual nós nos reencontramos Amantes, Apaixonados, enfim, que encontram o lugar no qual podem abraçar-se para além de todo medo.
Porque o Amor, então, triunfa, e mais nenhum desvio vem interpor-se entre essa evidência do Coração de Amor que eu Sou, que a chama ao Amor que você É.
Mas, para isso, é preciso que não haja mais ninguém que se tome por alguém, e que venha interpor-se e desviar sua atenção desse lugar de nosso Reencontro, mais ninguém que, acreditando ocupá-lo, acreditando-se proprietária desse Templo de nossos Reencontros, mais ninguém que venha inflar de vaidade e, então, convida-a a inflar-se como um balão, olhando, ainda, para fora.

Então, deixe-se perfurar, deixe tudo isso desinflar-se.
Deixe-se, simplesmente, cair em meus braços, nessa relação amorosa, nesses edredons, nesse Coração, nessa Morada de nossos Reencontros, soltando, de repente, tudo isso.
Porque tudo isso não existe, você não vê isso?
Isso é apenas um reflexo dos Esplendores que a esperam, assim que você se volte para onde você sempre Esteve, mas que você pode, sempre, recusar ver, porque tal é sua Liberdade.
Mas, se você se libera de todas essas ilusões, de todas essas tolices, então, mais nenhuma campainha é necessária para que eu entre.
Porque, assim que a Verdade imiscuir-se em sua consciência, então, você o verá, meu Amor, minha bem amada, a Verdade a leva e abre essa porta, e leva essa porta.
Porque nada é mais potente do que o Apelo do Amor e a Resposta do Amor a esse Apelo, que se reconhece nesse amor como sendo um único Coração, um único Ardor, e que volta a desposar-se, totalmente, sem o mínimo interstício que possa, então, separar o Esposo e a Esposa, totalmente fundidos um ao outro, nesse Gozo que eles são destinados a viver.
É por isso que a ilusão da separação foi permitida, para permitir a você viver o Êxtase desses Reencontros.
Você pode, enfim, vê-lo?
Você pode, enfim, entendê-lo?
Você pode, enfim, compreendê-lo, mesmo?
Todos os seus impulsos de amor nesse teatro ilusório são como uma força de afastamento, que a convida a viver, com ainda mais Força, o caminho do Retorno ao que você, de fato, jamais deixou.
E, nesse lampejo de Lucidez, então, de convidá-la a precipitar-se, enfim, no bem amado que está aí e que a espera, de toda a Eternidade, apenas deixando essa distância pôr-se para melhor saborear a promessa desses Reencontros, sublimes e tão esperados, do que você acredita ser, reencontrando-se no que você É, de uma Beleza inimaginável, de uma Doçura e de um Esplendor para além de todas as suas esperanças.
Tudo isso revelado nessas relações amorosas sublimes nas quais o Amor, tranquilamente, pacientemente, mas transbordando de Ardor, está aí, e a espera em meu Coração.

Então, minha bem amada, eu não a chamo uma última vez, porque, de onde eu Estou, cada Grito de Amor que se lança para você é como um primeiro Grito de Amor.
E, entre nós, há apenas primeiros, porque, a cada segundo, a cada instante de suas noites, de seus dias, a cada oportunidade que se apresenta, eu me apresento a você, esperando a oportunidade.
E esse instante é um Instante Nupcial, virgem de qualquer passado, virgem de qualquer futuro.
E a Esposa que você É, então, que se abre ao Esposo que se apresenta, é virgem de toda memória, nesse instante presente no qual se reúnem e se confundem sua Essência e minha Essência.
Porque, então, tudo, nesse instante, é virgem de qualquer história, e reencontra-se, plenamente, desposado na Verdade, na Essência e na Doação de Amor que nós Somos.

Nada mais resta, então, porque tudo o que não é o Amor consome-se, deliciosamente, em nosso Abraço.
E você e eu nada mais deixamos imiscuir-se que não esse Amor e esse Êxtase, em sua Evidência ardente.

Você pode, certamente, ignorar-me, mas, assim que você tenha me reencontrado, você não me poderá mais deixar.
Isso, eu o prometo a você, minha bem amada.
Então, eu venho chamá-la, ainda, sem parar, enquanto a ocasião é-me dada, porque nós estamos tão próximos nesses tempos.
Você sente o Sopro?
Você sente o Apelo?
Você sente a vibração de minha Presença?

Escute seu Coração.
E, se a evidência surge, então, não hesite um instante, e venha juntar-se a mim, na Beleza que você sempre foi, aquela que eu sempre olhei.
E, então, reencontremo-nos nessa Morada, enfim, liberada para esses Reencontros sublimes.

Eu sou CRISTO, meu Amor, e meu nome é um Grito, você pode ouvi-lo?
Então, eu o chamo e deixo esse Grito ressoar na noite da ilusão, para que ali ecoem, no coração dessas palavras e de minha vibração, eles venham incensar e perfumar o que você É com minha Presença, e lembrá-la de mim, se você, efetivamente, quer voltar-se.

Eu sou CRISTO e, no coração da noite, e do Coração do Amor, eu lhe digo: deixe a Luz entrar, ela sempre surge.
Então, pare de desviar-se.
E essa espera é aquela que você se ofereceu para melhor reencontrar-me, para dela viver a surpresa, o Ardor e os Êxtases.
Então, minha bem amada, não se prive, não me prive, não nos prive mais muito tempo disso.
Eu a amo.

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Transmitido por Marc

4 comentários:

  1. Como o indizível e verdadeiro pode ser dito? Por isso o Cristo foi tão pródigo em parábolas! Aqui, por exemplo, tem-se algo à semelhança da narrativa das Virgens que aguardavam o Esposo Divino, constante no Novo Testamento bíblico.

    Alguns trechos que considero dos mais valiosos:

    - Mas, para isso, é preciso que não haja mais ninguém que se tome por alguém, e que venha interpor-se e desviar sua atenção desse lugar de nosso Reencontro, mais ninguém que, acreditando ocupá-lo, acreditando-se proprietária desse Templo de nossos Reencontros, mais ninguém que venha inflar de vaidade e, então, convida-a a inflar-se como um balão, olhando, ainda, para fora.

    - Então, deixe-se perfurar, deixe tudo isso desinflar-se. Deixe-se, simplesmente, cair em meus braços, nessa relação amorosa, nesses edredons, nesse Coração, nessa Morada de nossos Reencontros, soltando, de repente, tudo isso. Porque tudo isso não existe, você não vê isso?

    - Então, minha bem amada, eu não a chamo uma última vez, porque, de onde eu Estou, cada Grito de Amor que se lança para você é como um primeiro Grito de Amor. E, entre nós, há apenas primeiros, porque, a cada segundo, a cada instante de suas noites, de seus dias, a cada oportunidade que se apresenta, eu me apresento a você, esperando a oportunidade. E esse instante é um Instante Nupcial, virgem de qualquer passado, virgem de qualquer futuro. E a Esposa que você É, então, que se abre ao Esposo que se apresenta, é virgem de toda memória, nesse instante presente no qual se reúnem e se confundem sua Essência e minha Essência. Porque, então, tudo, nesse instante, é virgem de qualquer história, e reencontra-se, plenamente, desposado na Verdade, na Essência e na Doação de Amor que nós Somos.

    - Então, eu venho chamá-la, ainda, sem parar, enquanto a ocasião é-me dada, porque nós estamos tão próximos nesses tempos.

    - Eu sou CRISTO, meu Amor, e meu nome é um Grito, você pode ouvi-lo? Então, eu o chamo e deixo esse Grito ressoar na noite da ilusão, para que ali ecoem, no coração dessas palavras e de minha vibração, eles venham incensar e perfumar o que você É com minha Presença, e lembrá-la de mim, se você, efetivamente, quer voltar-se.

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  2. Impossível não termos rendição, e enfim, a esperada União ....Como ficarmos de costas, demorarmos, para vivenciarmos a 'Eternidade'...Tive a benção de ouvir a Mensagem, do meu companheiro, e nas entrelinhas, vislumbrei, nossa amada Teresa de Lisieux, abordando este assunto, sobre seu Amado,"O Cristo" !!!!!

    Talvez um pouco de melodia, daqui mesmo do nosso plano terreno, pudesse também nos auxiliar...

    https://www.youtube.com/watch?v=1-JxZp5Oons&noredirect=1

    Então, não retardemos, nossa entrega...

    "Somos o Amor"!!!!!!

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  3. Basta-lhe um segundo de desatenção total nesse teatro de ilusões e de jogos de sombras e de luzes para permitir ao ladrão de Amor que eu Sou deslizar pela abertura que você terá deixado nessa casa fechada.

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  4. "Nós somos um único Coração de Amor e de desejo ardente de Viver essa Fusão, que nos permite, então, na mistura de nossas Essências, Viver o Esposo e a Esposa, nessa União perfeita de Polaridades Femininas e Masculinas enfim Reencontradas nessa Criação Divina.

    "Deixe-se desposar- se nessas relações amorosas, nas quais apenas a doçura do Amor permanece presente à sua consciência. ... Para que você possa, enfim, ser totalmente nutrida da Plenitude do Amor que nos preenche.
    "E então eu a reconduzirei, minha Beleza, Beleza do Amor que nós Somos, para onde você já Está, simplesmente, para reconduzi-la ao Amor que você É, em plena consciência.

    "O Amor, então, Triunfa, e mais nenhum desvio vem interpor-se entre essa evidência do Coração de Amor que eu Sou, que a chama ao Amor que você É.
    "Mas, para isso, é preciso que não haja mais ninguém que se tome por alguém, e que venha interpor-se e desviar sua atenção desse lugar de nosso Reencontro.

    "A ilusão da separação foi permitida, para permitir a você Viver o Êxtase desses Reencontros.
    "Nada mais resta, então, porque tudo o que não é o Amor consome-se, deliciosamente, em nosso Abraço. E você e eu nada mais deixamos imiscuir-se que não esse Amor e esse Êxtase, em sua Evidência ardente.

    "E a Esposa que você É, então, que se abre ao Esposo que se apresenta, é virgem de toda a memória, nesse Instante Presente no qual se reúnem e se confundem sua Essência e minha Essência. Porque, então, tudo, nesse Instante, é virgem de qualquer história, e reencontra-se, Plenamente, Desposado na Verdade, na Essência e na Doação de Amor que nós Somos."

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