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30 de out de 2013

MARIA – 30 de outubro de 2013 (por Coletivo do UM)



Eu sou MARIA, Rainha dos Céus e da Terra.
Bem amados Filhos do Amor, eu intervenho entre vocês e em cada um de vocês, nesse momento mesmo.
Vários de vocês, cada vez mais numerosos, veem minha Presença acompanhar sua Presença.
Por nosso contato, por minhas palavras, por vezes, inúmeros Irmãos e Irmãs realizaram essa Ponte, essa União e o próprio sentido de meu Chamado, que nada mais é do que minha Natureza, em nossa Realiança e em nossa Liberdade.

Eu venho a vocês, nesses Tempos.
Não há mais tantos elementos a dar-lhes e a transmitir-lhes, outros que não sua própria percepção, em nossa própria Realiança e nossa própria União, que se exprime de diferentes maneiras, para cada um de vocês, mas cujo resultado é, certamente, inevitavelmente, o mesmo.
De nossa Realiança, de nossa União, de nossa Presença ao lado de suas Presenças revela-se o Milagre do Amor, aquele de sua Eternidade.
Neste fim de ano que vocês nomeiam 2013, e na véspera de um dia que evoca a Santidade e todos aqueles que os precederam nesse mundo e que deixaram marcas, bem mais amplas do que o que os doutores da fé quiseram nomear e estabelecer, cada Irmão e cada Irmã que, nesse mundo, levantou em si o conjunto de véus à sua própria Divindade é, a nosso ver, o que vocês nomeiam um Santo.
Não no sentido de uma perfeição, mas no sentido de uma santificação e de um testemunho.
Inúmeros deles (uma frágil proporção) exprimiram-se sobre isso de certa maneira, seja entre os Anciões, seja entre as Estrelas ou, ainda, outros Reinos que não aqueles da humanidade.
De qualquer maneira, a mensagem sempre foi, invariavelmente, a mesma: abram-se à Verdade, abram-se à Eternidade e vivam-Na.

Vivam esse Reencontro, essas diferentes Núpcias que lhes foram oferecidas e que lhes permitem, hoje, em número sempre maior, constatar, por si mesmos, a Verdade.
Não aquela de nossas palavras, nem mesmo o sentido de nossas palavras, mas, efetivamente, dessa Realiança, dessa União, de nossas próprias Comunhões, emergiu em vocês a Verdade, e essa Verdade não tem outra palavra que não a palavra Amor, que é Eternidade, o que nós somos, todos, na mesma Unidade, na mesma ausência de limites, nas Dimensões em que nós estamos estabelecidos, para sempre.
E não dimensões de passagem, com seu confinamento, como aqui, onde vocês colocam seus pés.

Eu venho a vocês, portanto, para reforçar essa Ponte de Luz que une nossos Reencontros e nossa Eternidade comum.
A humanidade, hoje, tem-se pronta para reencontrar seu destino, para que cada um de vocês esteja em seu exato lugar, no momento em que o Canto do Céu ressoa, levantando-se para todos, informados ou não, conscientes ou não, a Lembrança de sua Divindade, a Lembrança do Amor.
Para estabelecê-los no que é, para cada um de vocês, uma Nova Vida, na qual os limites não serão outros que não aqueles que vocês põem, vocês mesmos, por sua própria mestria, por sua própria Essência, e por seu próprio desejo de experiências ou de repouso, ou de Eternidade.

Há numerosas Moradas na Casa do Pai, isso já lhes havia sido dito.
Vocês constatam isso, vocês mesmos, através do conjunto de suas experiências, de suas vivências, aqui mesmo, nesse corpo perecível.
O Sopro do Espírito vivificou-os.
Nossos Reencontros reforçaram-nos.
A Luz encarnou-os, em sua Descida até o Núcleo da Terra, dando-lhes o apoio necessário ao que convém, agora, realizar.
Realização que nada tem a ver com um esforço de sua parte, mas, bem mais, com uma tranquilidade, um repouso, uma aceitação, uma aquiescência a isso.
Vocês estão, portanto, na aurora de seus Sinais do Céu.
Vocês estão na aurora das palavras pronunciadas e das quais nada pôde ser retirado nem removido, como anunciado por aquele que recebeu o testemunho daquele que foi nomeado meu Filho.
Hoje, isso está à sua fronteira, à sua margem e, para outros, enraizado em seu Coração.
Os múltiplos sinais de seu Despertar, qualquer que seja seu estágio e seu grau, tornam-se não mais, unicamente, aparentes, não mais, unicamente, evidentes, mas eu diria, mesmo, invasivos, vindo romper seus círculos, habituais e costumeiros, de sofrimento, de ação e reação, nesse mundo onde vocês andam.
O período de adaptação é mais ou menos fácil, porque essa Ressurreição – e é uma – acontece de modo mais ou menos simples, mais ou menos evidente, segundo o que resiste ou não.

Cada vez mais, inúmeros de vocês sobre a Terra vivem experiências específicas, que mostram elementos pertencentes a uma trama temporal específica, que é aquela que a Terra escolheu, para levar a efeito seu próprio Parto, um pouco como cada um de vocês o fez, em seu ritmo, ao seu modo, para conduzir, certamente, a um destino que lhes é próprio, mas, sobretudo, para adequá-los com a Eternidade.
É tempo de rememorar-se, não do passado, mas do Presente Eterno, que Canta a Liberdade, que Canta a Graça e que Canta a Leveza.
Não, vocês não estão sonhando.
Mesmo se seus sonhos sejam, por vezes, mais presentes.
Mesmo se, por vezes, suas experiências levem-nos a viver qualquer outra coisa que não aquilo a que estão habituados.
Mas, progressivamente e à medida que vocês deixam o lugar tomar-se pela Luz, progressivamente, vocês veem claramente, com seu Coração.
Segundo o sentido de todas as nossas palavras que temos pronunciado, uns e outros, segundo nossas esferas respectivas, durante esses anos, por múltiplas vozes agora, que todas convergem, para essa mesma particularidade de horizonte, que se situa para além desse espaço-tempo e que vem juntar-se ao seu espaço-tempo.

Isso lhes foi anunciado de múltiplos modos, por diferentes vozes, em diferentes épocas.
Os traços disso são inumeráveis na história desse Sistema Solar, para aqueles que, hoje, com seus meios, tiveram a ocasião de se interessar por isso.
Sem mesmo falar dessa reconexão, Total e Final, com seu Ser e sua Eternidade, que é a prova indiscutível, para cada um de vocês, em sua consciência, do que vocês São, e não mais do que creem ser.

Filhos do Céu e da Terra, nascidos do Céu e criados sobre a Terra, por vezes prisioneiro da Terra, seu trabalho elevou, eu diria, a Vibração comum do conjunto da humanidade.
Mesmo se o que lhes é dado a ver dá-lhes a aparência do inverso, e dar-lhes-á, cada vez mais.
Porque deixar esse olhar, quaisquer que sejam os aspectos dessa limitação, mostra-lhes a parte relativa entre sua Eternidade e seu corpo nesse mundo.
Não há qualquer medida comum.
Vocês sabem disso, vocês o experimentam, vocês o vivem.
Muitos de vocês têm essa sede, agora, disso, dessa Luz, desse Amor, que não conhece freio algum, limite algum, condição alguma.
Vocês o têm vivido e viverão, cada vez mais, a partir do instante em que o Céu abrir-se, de maneira clara e total, não, unicamente, para vocês que fizeram a experiência, em seus sonhos, em seus estados, mas, bem mais, mesmo na limitação da consciência confinada, de sua pessoa e de cada pessoa sobre esta Terra.

Como vocês o vivem, essas manifestações específicas são cada vez mais presentes, cada vez mais intensas, cada vez mais evidentes e requerem, de sua parte, como eu o disse e como vocês o constatam, cada vez menos esforço.
Tudo se torna mais fácil no Interior, independentemente do que esse mundo dá-lhes a ver e a viver, e no que vocês têm a viver, cada um, qualquer que seja sua localização nessa vida.
Isso é completamente correto, e vocês o compreenderão, se ainda não foi feito, progressivamente e à medida que vocês deixarem essa Imensidade ser o que vocês São.

Vocês emergirão na realidade Infinita do Amor.
Vocês emergem e Renascem, após terem passado as Portas do esquecimento, em plena consciência.
Esse Renascimento, essa Ressurreição é uma grande Alegria.
Só o que é antigo, e que possa subsistir em vocês, pode dar-lhes a impressão de uma nostalgia, ou mesmo de um luto.
Isso representa, talvez, os últimos medos do Desconhecido, as últimas interrogações daquele que não é mais o mestre em vocês, ou seja, seu mental, mas que, entretanto, permite-lhes, ainda, servir-se de seus sentidos comuns nesse mundo, para ali fazer o que vocês têm a fazer, ainda, nesses tempos específicos.

Vocês se prepararam, há mais ou menos tempo, ou vocês se desviaram, há mais ou menos tempo, do que está aí agora.
Mas, para cada um de vocês, uma vez o elemento surpresa – mais ou menos importante, seja vivido, vocês constatarão que todas as interrogações, todas as dúvidas e os medos que possam subsistir serão substituídos por uma explosão de Riso, cada vez mais apaziguadora e gratificante para seu Coração.
Naqueles momentos, vocês Rirão.
Naquele momento, vocês terão se tornado o Amor.
Não haverá mais qualquer dúvida possível ou concebível.
Então, naquele momento, o que terminará nada mais é do que o sofrimento, nada mais é do que a ilusão.
E a verdadeira Vida começará, nesses aspectos que são seus, e que vocês têm se conscientizado e manifestado, mais ou menos, aqui, já, nesse mundo, o que lhes dá indicações sobre a Rota de Amor que é a sua.

A um dado momento, aquele que foi considerado como meu Filho disse: “Vigiem e orem”.
Ele disse isso em condições específicas, enquanto sabia que Sua sorte estava selada como pessoa.
Nesse momento, cada um de vocês vive os preparativos de sua própria Crucificação, no sentido de um sacrifício que os leva à sua Sacralidade.
É mais ou menos fácil, como qualquer parto, aliás, em seu mundo, mas o resultado disso é, invariavelmente, o nascimento e o grito de libertação.
Há, portanto, necessariamente, uma passagem que se faz, e essa passagem pode parecer-lhes mais ou menos próxima, mais ou menos difícil a apreender, mas lembrem-se de que tudo isso é apenas uma ilusão.
Quando vocês estiverem, realmente, desse ponto de vista que nomeiam o Outro Lado, constatarão, por si mesmos, que era a própria evidência.

O processo que se produz não requer, de vocês, sobretudo, a noção de purificar-se do que quer que seja, porque vocês são puros, de toda a Eternidade.
As únicas coisas que os retêm não vêm nem do passado nem dessa história nesse mundo, mas, simplesmente, de seu posicionamento.
Ir ao sentido da Luz é ir para o Sagrado.
É sacrificar-se à Luz, para a Luz e na Luz.
O que se sacrifica nada mais é do que o efêmero que, justamente, dá-se conta desse efêmero e que, em um último sopro, diz: “Pai, eu entrego meu Espírito entre Suas mãos para que, eu também, seja o Caminho, a Verdade e a Vida”.
Desposando CRISTO em um Casamento Místico; desposando a Presença em vocês, assim como o conjunto do Coletivo do UM, tanto nesse mundo como na Confederação Intergaláctica dos Mundos Livres, quaisquer que sejam as circunstâncias, regozijem-se!
Permaneçam Centrados no Instante de sua Presença, aí, onde vocês sabem agora, por experiência, por pequenos toques sucessivos ou de maneira radical, tem-se a Verdade.
O que foi nomeado Fogo do Coração, Onda de Vida, Espírito Santo ou Shakti, tudo isso, agora, está Casado em vocês, o que lhes dá a prova dessa Transmutação, porque vocês são as testemunhas disso, onde isso se realiza.
Percebam-no.
Vejam-no.

Deixem o Amor ser o que vocês São.
Vocês constatarão, cada vez mais, que os únicos momentos, na superfície desse mundo, nos quais vocês estão menos bem, são os momentos, justamente, em que vocês se afastam de seu Centro.
Observem, também, que, se em sua vida, no curso de suas atividades, de suas ações, vocês se colocam por si mesmos ao Centro de seu Coração, então, a Leveza está aí, qualquer que seja a importância ou a dificuldade do que há a viver, para o sentido de ser uma pessoa, ainda.

Todos esses marcadores e essas experiências que vocês têm percorrido e vivido encontram, hoje, esse cumprimento nessa certeza, nesse Amor, na evidência da Luz, a evidência de nossas Presenças, a evidência do que vocês São e do que nós Somos.

Assim, eu os convido a olhar a si mesmos, segundo seus posicionamentos, segundo seus pontos de vista, o que lhes permite satisfazer o que vocês São ou o que mantêm nas resistências da ilusão.
Vejam, por si mesmos, quais são os resultados disso.
As mudanças manifestadas, tanto em vocês como nesse mundo tornam-se, cada vez mais, evidentes, e tornar-se-ão ainda mais.
Porque, efetivamente, o cenário final está plantado: aquele que assinala a Palavra, aquele que assinala a profecia, aquele que assinala o Apelo e o Despertar, a Ascensão, a Ressurreição, o Renascimento, o Retorno à Origem.
Tudo o que concerne ao seu lugar e seus lugares, no Ilimitado da Criação do Incriado.

Então, eu os convido a verificar, por si mesmos, esse Silêncio e essa Dança.
Eu os convido a viver, por si mesmos, em seu Ser Íntimo, todos esses Reencontros, todas essas Reuniões, porque é uma Festa.
No Coração, isso pode apenas ser isso, o que quer que digam os sentidos, o que quer que mostre o céu, o que quer que mostrem os homens.
Vocês poderão dizer, naquele momento, quaisquer que sejam as circunstâncias – porque isso será a evidência e não um perdão, qualquer que seja, a vocês mesmos ou a qualquer outro, mas, simplesmente, a evidencia –: “Pai, perdoe-os, eles não sabem o que fazem” porque, além do perdão, é o reconhecimento do que se joga no outro, através de sua própria vivência, porque vocês constatam, e verão, cada vez mais facilmente, o Abandono ou a Resistência, tanto em vocês como nesse mundo.

Deixem cada um ser o que ele crê ser seu caminho porque, para ele, é sua verdade.
Ela não sofre qualquer discussão.
Mesmo se, de onde vocês estão, isso possa parecer ilusão ou jogo estéril, mas aquele que não o vive, não o sabe, ainda.
Do mesmo modo que vocês, talvez, ontem, não sabiam, porque vocês não o tinham experimentado e vivido.

Vocês têm a chance, hoje, para muitos de vocês, de instalá-lo, enraizá-lo, cada vez mais profundamente, em vocês.
Então, sejam Amor.
No Amor há a indulgência.
No Amor há o perdão.
No Amor há, também, sobretudo, o Reconhecimento de cada outro, que nada mais é do que você e eu, e nós todos, em outro momento, em outro jogo.

O Amor é a Chave.
O Silêncio e a Dança são a expressão dele.
A Plenitude é o resultado.
Essa Plenitude não pode ser-lhes aportada por absolutamente nada desse mundo.
Disso vocês sabem agora.
O Reino dos Céus está em vocês.
Vocês dirão, então: “Eu e meu Pai somos UM”.
Não como um credo, mas como a Verdade de sua vivência.
Daí irradia e manifesta a Luz Autêntica, a Luz que é Fonte, de todas as coisas, para cada coisa, aqui e alhures.

Então, sejam, Simplesmente e Humildemente.
Aceitem o que está aí, porque há Libertação.
São vocês que o vivem, com a evidência.
Nós os Acolhemos, todas e todos, nessa Nova Ronda.
Além das danças da encarnação, mas, bem mais, na Dança da Alegria e do Espírito.
Vocês serão, também, cada vez mais numerosos a Receber o que é bom para vocês, por sua Voz Interior, pela Voz de Uma ou de Um de nós, por múltiplas Vozes.
Cabe a vocês experimentar e Viver!

Permaneçamos, agora, no Silêncio de nossa Comunhão, nesse espaço em que nada resiste, em que o Contentamento é a evidência, que se sobrepõe e restitui-os a si mesmos.
No Amor Infinito e Eterno, eu saúdo o que vocês São e entro em Comunhão, cada vez mais íntima e evidente, em cada um de vocês.
Eu sou MARIA, Rainha dos Céus e da Terra.
Eu permaneço com vocês e em vocês, nessa Comunhão.
Eu não lhes digo mais “até breve”, porque minha Presença é Eterna, como a sua.

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Transmitido por: Coletivo do Um
Transcrição no francês por: Marie-Louise Gaston



3 comentários:

  1. Abram-se à Verdade, abram-se à Eternidade e vivam-Na.

    A humanidade, hoje, tem-se pronta para reencontrar seu destino, para que cada um de vocês esteja em seu exato lugar, no momento em que o Canto do Céu ressoa, levantando-se para todos, informados ou não, conscientes ou não, a Lembrança de sua Divindade, a Lembrança do Amor.

    Vocês estão, portanto, na aurora de seus Sinais do Céu.

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  2. "Não há mais tantos elementos a dar-lhes e a transmitir-lhes, outros que não sua própria Percepção, em nossa própria Realiança e nossa própria União, que se exprime de diferentes maneiras, para cada um de vocês, mas cujo resultado é certamente, inevitavelmente, o mesmo. ...O Milagre do Amor, aquele de sua Eternidade.

    "A mensagem sempre foi, invariavelmente, a mesma: abram-se à Verdade, abram-se à Eternidade e vivam-Na.
    "Vivam esse Reencontro, essas diferentes Núpcias que lhes foram oferecidas e que lhes permitem, hoje, em número sempre maior, constatar, por si mesmos, a Verdade. ...Para Estabelecê-los no que é, para cada um de vocês, uma Nova Vida

    "O Sopro do Espírito Vivificou-os
    "A Luz encarnou-os, em sua Descida até o Núcleo da Terra, dando-lhes o apoio necessário ao que convém, agora, Realizar.
    "Os múltiplos sinais de seu Despertar, qualquer que seja seu estágio e seu grau, tornam-se não mais, unicamente, aparentes, não mais, unicamente, evidentes, mas eu diria, mesmo, invasivos.

    "Vocês emergirão na Realidade Infinita do Amor.
    Vocês emergem e Renascem, após terem passado as Portas do esquecimento, em plena consciência. Esse Renascimento, essa Ressurreição é uma grande Alegria.
    "Disso vocês sabem agora.

    "O Reino dos Céus está em vocês.
    Vocês dirão, então: "Eu e meu Pai somos UM".
    Não como um credo, mas como a Verdade de sua Vivência.
    Daí Irradia e manifesta a Luz Autêntica, a Luz que é FONTE.
    "Vocês sabem disso, vocês o experimentam, vocês o vivem. ... Vocês são as testemunhas disso, onde isso se realiza. Percebam-no. Vejam-no.
    "Deixem o Amor ser o que vocês São."

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  3. O que importa é que em algum nível, estamos 'ligados', a Maria.

    Destaques:
    - "De qualquer maneira, a mensagem sempre foi, invariavelmente, a mesma: abram-se à Verdade, abram-se à Eternidade e vivam-Na.

    - Um sentindo mais profundo, dos termos: "Realiança, União e Comunhão".

    -"Vocês estão, portanto, na aurora de seus Sinais do Céu."

    - ..."Vindo romper seus círculos, habituais e costumeiros, de sofrimento, de ação e reação, nesse mundo onde vocês andam."

    - ..."Cada vez menos esforço. Tudo se torna mais fácil no Interior, ..."

    - "Luz e Amor", sem freio ...Quem quer mais? rsrsrs

    - Diante de qualquer dificuldade, precisamos reconhecer que estamos diante da malha da Ilusão.

    - "No Amor há, também, sobretudo, o Reconhecimento de cada outro, que nada mais é do que você e eu, e nós todos, em outro momento, em outro jogo."

    - "Vocês dirão, então: “Eu e meu Pai somos UM”. Beleza Pura, ver isto com outra compreensão ...

    Tempo de apenas: IRRADIAR....

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