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21 de mai de 2015

MARIA – Maio de 2015



Eu venho portar as Águas do Alto.

Eu sou Maria, Rainha dos Céus e da Terra.

Eu venho juntar-me a vocês, vocês, que estão aqui e que me escutam, ou em outros lugares, vocês, que me lerão.

Eu venho juntar-me a vocês, em uma efusão de Amor, para reuni-los, reunir-nos, neste último dia, última preparação para os seus reencontros, reencontros do que vocês são, de toda a Eternidade.

Eu venho abençoá-los, em companhia das doze Estrelas e do Espírito do Sol.

Eu venho convidá-los à Dança da Vida, Aqui e Agora, em uma dança unida, a Dança do Um, do Um que nós somos, todos.

Nós viemos portar-lhes, eu e as Estrelas, aos seus pés, em seu coração, as águas do alto.

Nós viemos fusionar com vocês as águas de baixo, águas portadoras da Vida, águas plenitudes de Alegria, porque é o reconhecimento a si mesmo.

Meus filhos, meus queridos filhos, tanto Amor que vocês são, tanto Amor espera-os.

Então, deixem-me, eu, que reconheço os meus filhos, lavar suas vestes, deixem-me lavar os seus pés.

Eu venho, simplesmente, na alegria de nosso coração, todos Um, ao som da Dança da Vida, regozijar-me de nossos reencontros.

Então, aqueles de vocês que duvidam, ainda, que procuram, deixem-se embalar, não por minhas palavras, mas pela vibração que elas portam.
Até o último, eu esperarei e, em minha graça, eu venho portar, ainda, essa notícia de seu despertar muito próximo.
Por que continuar, ainda, nos medos, por que hesitar, quando o que vocês são está aí, bem aí?

O Espírito do Sol, entre nós, ressoa cada uma de suas células, chamando, chamando-os, ainda, a reconhecerem-se.
Então, permitam-me, vocês, que estão aqui ou em outros lugares, fundi-los no silêncio, alguns instantes, com minhas palavras, não para abandoná-los, mas, bem mais, para estar mais presente, presente a si mesmo, nesse silêncio que é, de fato, apenas o som da Vida.

… Silêncio...

As águas do alto atravessam os seus véus e unem-se às águas de baixo.
Não há barreira para ela, tal um fogo, ela dissolve tudo o que encontra na passagem.
Se isso pode parecer, ainda, brutal, saibam apenas que isso é apenas a Vida, o Amor de minha Graça, para desvendá-los a si mesmos, nesses últimos tempos.

O Feminino sagrado reencontra seu lugar, sua realeza.
Todos e cada um podem, agora, vivê-lo, descobri-lo, se isso ainda não foi feito.
E eu posso certificar então, a alegria que cada um, se isso ainda não foi feito, poderá experimentar.
Tanta alegria, que mais nenhuma dúvida sobre o que é, em verdade, poderá existir, doravante.

... Silêncio...

Meus filhos, a Vida está aí.
A partir de agora, deixemo-la trabalhar e deixemo-nos dançar com ela, deixem-se deslizar nas ondas, o que quer que a Vida possa trazer-lhes, apresentar-lhes.
Quer seja a alegria, a dor, o sofrimento, veja isso do mesmo modo.
E a Graça que eu revelo pode, justamente, se vocês recorrem a mim, portá-los, durante esses tempos que podem restar, ainda difíceis.
Eu mesma e as Estrelas estamos aí, sempre presentes, em seu coração, ou no Canal.
Não hesitem em chamar-nos.

... Silêncio...

Nesses tempos que seguem, eu venho reconhecer, e fazê-los reconhecer o Amor que vocês são.

... Silêncio...

Nesses tempos que seguem, eu venho despertar meus filhos que dormem, ainda, porque o Apelo está próximo.
Eu venho chamar a todos, Aqui e Agora, para reencontrar-se, para ver-se, tal como vocês são, em Verdade.

Vocês são eu e eu sou vocês.
E, uma vez que esse Amor é Um, então, eu me deixo tomar em seu coração.
Venham fundir-se no meu, desapareçamos, juntos, nesse Silêncio majestoso, nesse Silêncio real de quem vocês são.

… Silêncio...

Venham, meus filhos, deixem-se portar por minha Graça.
Eu venho embalá-los e cantar-lhes a alegria de seu Amor, a alegria do que vocês são.

… Silêncio...

Eu venho procurar o que pode restar, ainda, de véus, que podem impedi-los de ver sua realidade.

… Silêncio...

Eu venho procurar seu coração, não para mim, mas para vocês.

… Silêncio...

Na Graça, eu os chamo.

… Silêncio...

Ao Amor que vocês são, despertem, acordem.
Não esperem o momento final de meu Apelo.

… Silêncio...

E deixem-se penetrar, inteiramente, sem qualquer negociação, pela Vida.

… Silêncio...

Retirem-se e, simplesmente, vejam revelar-se a magnificência da Vida.

… Silêncio...

Meus queridos filhos, portadora da Vida, eu venho convidá-los, a vocês mesmos, a portarem, doravante, essa Vida, a celebrarem... e dançarem, em uníssono, em uníssono ao Um reencontrado.

… Silêncio...

Eu lhes proponho alguns instantes de efusão, juntamente com as Estrelas e o Espírito do Sol.

… Efusão vibratória...

A Água e o Fogo casam-se, para não fazer mais do que Um e revelar-se a si mesmo, em todo o seu esplendor... fonte de toda criatividade, fonte de toda a vida... aí, onde vocês estão e o que vocês são...

… Silêncio...

Nossas embarcações estão próximas de vocês, e nós estamos cada vez mais próximas.
Talvez, alguns possam, mesmo, ver-nos... e isso apenas anuncia a alegria de nossos reencontros, apenas o fim desse confinamento, apenas a Liberdade, enfim, revelada... e é nesse sentido que nós estamos todos Aqui e Agora.

… Silêncio...

Meus queridos filhos, esse mundo termina, toma fim, mas não é uma finalidade, em si.
É, simplesmente, a renovação, o novo, para uma nova Vida.
Para a Vida que vocês são, simplesmente, e que vocês sempre foram.
Então, digam «sim», simplesmente, a si mesmos, porque é, efetivamente, a si mesmos que vocês se oferecem.


… Silêncio...

Meus filhos, eu permanecerei até o último instante com vocês, em seu coração, próxima de vocês, para acompanhá-los a essa última Ressurreição.
Então, se vocês têm, ainda, necessidade de uma Estrela, de uma Irmã ou de mim mesma, saibam que minha Graça está em plena ação.

… Silêncio...

Então, nós lhes dizemos até breve, no Amor e na Graça.

… Silêncio...

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2 comentários:

  1. Até o último, eu esperarei e, em minha graça, eu venho portar, ainda, essa notícia de seu despertar muito próximo.

    Por que continuar, ainda, nos medos, por que hesitar, quando o que vocês são está aí, bem aí?

    As águas do alto atravessam os seus véus e unem-se às águas de baixo. Não há barreira para ela, tal um fogo, ela dissolve tudo o que encontra na passagem. Se isso pode parecer, ainda, brutal, saibam apenas que isso é apenas a Vida, o Amor de minha Graça, para desvendá-los a si mesmos, nesses últimos tempos.

    Meus filhos, a Vida está aí. A partir de agora, deixemo-la trabalhar e deixemo-nos dançar com ela, deixem-se deslizar nas ondas, o que quer que a Vida possa trazer-lhes, apresentar-lhes. Quer seja a alegria, a dor, o sofrimento, veja isso do mesmo modo.

    Nesses tempos que seguem, eu venho despertar meus filhos que dormem, ainda, porque o Apelo está próximo.

    Ao Amor que vocês são, despertem, acordem. Não esperem o momento final de meu Apelo.

    Nossas embarcações estão próximas de vocês, e nós estamos cada vez mais próximas. Talvez, alguns possam, mesmo, ver-nos... e isso apenas anuncia a alegria de nossos reencontros, apenas o fim desse confinamento, apenas a Liberdade, enfim, revelada... e é nesse sentido que nós estamos todos Aqui e Agora.

    Meus queridos filhos, esse mundo termina, toma fim, mas não é uma finalidade, em si. É, simplesmente, a renovação, o novo, para uma nova Vida. Para a Vida que vocês são, simplesmente, e que vocês sempre foram.

    Meus filhos, eu permanecerei até o último instante com vocês, em seu coração, próxima de vocês, para acompanhá-los a essa última Ressurreição.

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  2. "Eu venho juntar-me a vocês, em uma efusão de Amor, para reuni-los, reunir-nos, neste último dia, última preparação para os seus Reencontros, Reencontros do que vocês São ,de toda Eternidade.
    "Eu venho Abençoá-los, em companhia das doze Estrelas e do Espírito do Sol.
    "Eu venho convidá-los à Dança da Vida, Aqui e Agora, em uma dança unida, a Dança do Um, do Um que nós somos, todos.

    "Nós viemos portar-lhes, eu e as Estrelas, aos seus pés, em seu coração, as águas do alto.
    "Nós viemos fusionar com vocês as águas de baixo, águas portadoras da Vida, águas plenitudes de Alegria, porque é o Reconhecimento a si mesmo.

    "O Espírito do Sol, entre nós, ressoa cada uma de suas células, chamando, chamando-os, ainda, a Reconhecerem-se.
    "As águas do alto atravessam os seus véus e unem-se às águas de baixo. Não há barreira para ela, tal fogo, ela dissolve tudo o que encontra na passagem.
    "Se isso pode parecer, ainda, brutal, saibam apenas que isso é apenas a Vida, o Amor de minha Graça, para desvendá-los a si mesmos. nesses últimos tempos.

    "Eu venho chamar a todos, Aqui e Agora, para Reencontrar-se, para Ver-se, tal como vocês São, em Verdade.
    "Vocês são eu e eu sou vocês. E, uma vez que esse Amor é Um, então, eu me deixo tomar em seu coração.
    "Desapareçamos, juntos, nesse Silêncio majestoso, nesse Silêncio real de quem vocês São.

    "Nesses tempos que seguem, eu venho Reconhecer, e fazê-los Reconhecer o Amor que vocês São.
    "Ao Amor que vocês São, Despertem, Acordem.
    Não esperem o momento final do meu Apelo.
    "Portadora da Vida, eu venho convidá-los, a vocês mesmos, a portarem, doravante, essa Vida, a Celebrarem... e dançarem, em uníssono, em uníssono ao Um Reencontrado.
    "Esse mundo termina, toma fim, mas não é uma finalidade, em si.
    É, simplesmente, a Renovação, o Novo, para uma Nova Vida.
    Para a Vida que vocês São, simplesmente, e que vocês sempre foram."

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