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20 de mai de 2015

NO EYES – maio de 2015



No Eyes saúda, em vocês, a Chama eterna de sua Presença.
Instalemo-nos juntos, se quiserem, antes que eu comece a exprimir-me, enviada por Maria, para dar-lhes certo número de elementos que, talvez, vocês conheçam, concernentes à água da Terra.

Mas, por meu lugar como Estrela Visão, eu venho religar, em vocês, os elementos concernentes à água e seu papel em todas as vidas e nesse mundo.
Antes de qualquer coisa, instalemo-nos, juntos, com o Sopro do Grande Espírito.

... Silêncio...

Eu venho exprimir, por minha posição na proximidade da água e da Terra.
Eu venho dar-lhes certo número de elementos correspondentes à modificação da água da Terra.
Para isso, devemos, antes, precisar e especificar o que é a água, em todas as criações e em todas as terras.

A água é a matriz de vida, a água porta a vida, a água semeia a vida, a água permite a criação ao nível dos mundos carbonados.
A água é ligada, é claro, à visão e à terra, e à água, como arquétipo.
As águas de baixo são as águas da manifestação, as águas da matriz e, portanto, as águas nas quais se imprime a criação.

A água é o primeiro cristal da Criação.
É um cristal líquido que porta, em si, a capacidade de registrar e de transmitir certo número de elementos de conhecimento ligados à matriz astral, mas, também, ligados à transcendência da matriz astral e, portanto, da Terra.

A água é, também, se posso dizer, um fogo líquido que permite a cristalização da vida e permite, também, desenvolver a vida em uma determinada dimensão.
A água possui características evidentes, ela flui e escoa, ela se espalha, ela infiltra tudo, ela está na corrente de tudo.
A água foi, frequentemente, apresentada como superfície de reflexão, própria à vidência e à antecipação.
As formas da água são profundamente diferentes sobre a Terra, como nos corpos carbonados.

A água é o vetor da vida, mas é, também, o agente transformador da vida, que permite sua recriação, que permite sua purificação.
Assim é a Água do Batismo, assim é, para nós, povos nativos, os rios da água, que permitem, aí também, purificar, limpar e, sobretudo, elevar.

A água é um médium, é o médium que deixa ver além das aparências e que deixa ver além da visão comum.
A água é, assim, o vetor do que eu exprimi há numerosos anos, concernente à visão do coração, à visão etérea e à visão, simplesmente, que não depende de qualquer visão clara, de qualquer clarividência, mas que é a Evidência da água como matriz de vida na qual se imprimem todas as energias, todas as formas.

A água é o que permite, ao mesmo tempo, recobrir, estender, superar e transcender os limites impostos pela Terra, por suas capacidades de infiltração, mas, também, por suas capacidades de evaporação.
A água pode apresentar-se, é claro, e vocês sabem disso, sob diferentes formas, a partir do estado o mais próximo da terra ao estado o mais «aérico», no que concerne ao vapor e à evaporação.

A água é ligada ao Mistério da Vida, porque a fonte da vida, no mundo carbonado, encontra-se em seu nível.
Os povos da água sobre essa Terra, como em toda terra carbonada, são povos que não são privados, como pode ser o humano em seu mundo dissociado, eles não são privados da clara visão e da visão.

A água é ligada, é claro, ao que vocês nomeiam, também, na Terra, as emoções, e que nós nomeamos, nós, povos nativos, os «ganchos» e as «âncoras», também, às memórias passadas.
A água é ligada às lembranças, a água é lembrança, a água é, também, matriz.
Ela é, também, o elemento que vai permitir fluidificar e unificar o conjunto dos elementos.
A água é o fogo líquido, a água é o fogo condensado sob uma forma diferente daquela do fogo.
A água não queima, se ela não está quente, mas a água pode queimar, a água pode resfriar, a água pode escapar por baixo ou por cima.
A água é plástica, ela é móvel.
Ela é uma superfície de reflexão, ela é uma superfície de meditação.
Ela é, também, o que permite transmitir a vida e transmitir o Amor.

Os ritos da água são inumeráveis na Terra, em todos os povos e em todas as tradições.
A água tem sido utilizada tanto para o batismo como nas cerimônias específicas, quer seja junto a nós, sob sua forma de calor, nas cabanas de transpiração, quer seja a água absorvida, apoio e médium de algumas plantas que permitem viver estados que vocês nomeiam «expansão de consciência» e que nós, povos nativos, nomeamos «estados naturais».

A água é o receptor perfeito da informação da vida.
A água é o elemento o mais plástico e o mais permanente dos elementos nos mundos carbonados.
A água é constituída, também, de gás, antes, mesmo, de tornar-se um gás, ela mesma.
A água é, portanto, ao mesmo tempo, o ar, ao mesmo tempo, o fogo e, em parte, a terra.

Ao papel atribuído a Isis ou Maria, a água é atribuída à feminilidade e à criatividade.
Essa criatividade é ligada à sua plasticidade, à sua capacidade para desposar qualquer recipiente, qualquer forma e qualquer receptáculo.
A água vivifica e nutre, pelos cursos d’água, pelos rios e os oceanos, a vida que ela abriga, mas, também, a vida vegetal, tanto no interior como no exterior.

A água é onipresente nos corpos carbonados, ela representa grande parte deles.
Isso, hoje, nesse mundo, todo mundo sabe.
Mas a água é bem mais do que isso, ela tem aspectos místicos, aspectos de regeneração, aspectos que permitem reconectar-se com o Grande Espírito.
Assim são certo número de ritmos e de ritos aplicados junto a todos os povos da Terra.

A água porta e suporta a vida e, eu diria mesmo, que a água carrega a vida nos mundos carbonados, para um estado vibral mais amplo e mais vasto.
A água permite, portanto, todos os movimentos, para o alto, para baixo, para dentro como para fora.
A água vem restaurar o vazio das emoções, o vazio que se produz em numerosas doenças.
A água é o suporte de vida e a água é o suporte que agencia a vida e coloca-a em harmonia e em coerência com as leis do Céu e da Graça.
A água é, portanto, por sua vez, uma Doação da Graça, porque a água pode gravar o que vocês quiserem e pode retransmiti-lo, por sua vez, idêntico à intenção de partida ou idêntico à programação ou a intenção que ali é depositada.

Muitos buscadores na Terra, em seu mundo ocidental, interessaram-se pela água e encontraram coisas que nós conhecíamos, de maneira ancestral.
A cerimônia da água é algo que era praticado por meu povo, porque a oferenda da água é a oferenda à natureza do elemento o mais feminino, o mais maternal e o mais liberador, ao mesmo tempo.
Existem muito numerosas cerimônias da água.

A água ressoa de modo uniforme no conjunto da Terra.
A água, na Terra, é o receptáculo completo da Luz vibral, da vibração e da energia.
A água é um suporte de vibração e de ressonância e de elevação, assim como de dissolução.

A água corresponde, também, ao que vocês nomearam, há algum tempo, a atualização do Feminino sagrado, que corresponde à co-criação consciente e à atualização na matriz da Verdade.
Existem múltiplos modos de celebrar a água.
Vocês conhecem alguns deles.
Um desses modos foi dado pelos movimentos do mestre chinês Li Shen.
Muitos curadores conhecem as virtudes da água e suas capacidades de adaptação e de correção de qualquer situação e para qualquer situação.

Viver o elemento da água dissolve as resistências.
A água vai permitir lavar não, unicamente, o corpo, mas, também, as emoções.
A água absorve e a água emite.
Ela emite várias coisas: ela emite, é claro, a Luz, ela emite, também, prótons, ela emite, portanto, a matéria e a Luz.
Ela é constituída, lembrem-se, de elementos do ar e de elementos do fogo.

Uma terra sem água, em um mundo carbonado, dificilmente pode viver e transformar-se.
O Espírito Santo é, também, uma água, mas uma água do céu, eu deixarei, para isso, o Arcanjo Anael exprimir o que é essa água do céu.
A água não armazena, unicamente, a informação e as memórias, a água é um suporte que vai emitir, também, e que vai agenciar e organizar a Criação.
A emoção, as emoções são, também, é claro, ligadas à água – mas não unicamente –, mas elas ali tomam seu apoio, sua ascensão e sua manifestação.
A água é a própria vida nos mundos carbonados.

A água está, sempre, em movimento, mesmo a água estagnada ao fundo de um lago está em movimento, mesmo se esse movimento não lhes apareça como uma circulação em um rio.
A água não para, jamais, seu movimento, exceto quando ela é congelada, quando a informação, então, fica congelada.
Quando a água aquece, então, ela libera sua informação, o calor aplicado à água pelo fogo, pelo ar e pela terra torna-a, por sua vez, ígnea e aquecedora e mobilizante.
A água dissolve não, unicamente, as toxinas, não, unicamente, o que está congelado, mas a água, também, transforma, a água desperta para o que está do outro lado do espelho.

A ativação do elemento água, em vocês, traduz-se, nesse momento, por um aquecimento da água de seu corpo, como um aquecimento das águas da Terra.
Essas águas são aquecidas de diferentes modos: ao mesmo tempo, pelos vulcões, ao mesmo tempo pelo Sol e, ao mesmo tempo, por vocês mesmos.
A água que aquece vibra mais amplamente.
A água abre as portas.
No humano, a água que se escoa permite o nascimento de um novo corpo humano.
A água é, portanto, o suporte de vida adaptado a esse mundo.
A água é, também, o que vai religar e liberar.

Mas, é claro, como eu disse, existem muito numerosas águas, com tantas diferenças que podem existir entre o lago estagnado e a água do oceano.
A água é, portanto, plástica, maleável e adaptável.

A água da Terra tem sido, muito tempo, privada da água do céu, mas, a partir da liberação da Terra, a água do céu reencontra, novamente, a água da Terra.
As águas do alto e as águas de baixo que se juntam, põem fim à ilusão e à agitação.
A água é o agente da passagem, da última passagem, porque essa água, reunida à água do céu, é a Água do Batismo, não aquele de seu nascimento nesse mundo, mas aquele de sua Ressurreição.

A água é, portanto, onipresente, tanto em seu corpo como em sua consciência.
Ela é a matriz de vida, ela é a origem da vida, ela é a manifestação da vida, ela é a encarnação da vida e ela é a liberação da vida nesse mundo.

Talvez, vocês tenham tido a oportunidade de ler ou de ouvir falar que, em um número de tradições, foi feita referência a uma inundação importante sobre a Terra, que sobreveio no tempo daquele que foi nomeado Noé.
Mas isso é apresentado, também, em meu povo e em todo povo nativo, onde quer que seja, que manteve essa realiança ao Eterno Feminino, ao Feminino Sagrado.

A água do céu está juntando-se à água da Terra, o que põe fim ao mistério da vida aqui embaixo.
A água é o agente que vai favorecer, em muito pouco tempo, a sobreposição e a adequação do efêmero e do Eterno.
A água e o fogo, conjuntos, dissolverão o que é obsoleto e que reprime a Liberdade.

A água dá-lhes a ver, a água sacia, a água é transparente e, nessa transparência, ela esconde o que ela contém, não porque ela o tenha decidido, mas porque, justamente, a água do céu não está mais aí.

O reencontro das águas do Céu e da Terra está em curso, o fogo exulta, por toda a parte sobre a Terra, para acolher a água do Céu, o que põe fim ao mistério da ilusão.
Em vocês, também, a água desperta, o que permite viver o que eu havia explicado há alguns anos, concernente à visão e às diferentes formas de visão.
Essa visão não é, unicamente, visual, ela é uma visão bem mais lúcida e bem mais elevada do que, simplesmente, o aspecto e material desse mundo.

A água dá, portanto, acesso ao que vocês, ocidentais, nomeiam arquétipos.
A água da fecundação reencontra-se, também, por toda a parte no mundo entre os povos nativos.

O que acontece na água da Terra?
Ela foi contaminada, em seus oceanos, em seus leitos fluviais, em seus rios, mas, também, em seu corpo.
A água foi alterada.
Além de ser privada da água do céu, ela se encontrou a transmitir, apesar dela, informações errôneas, a transportar venenos, apesar dela, até o mais íntimo de seu corpo e de sua consciência.

Tudo isso vai revelar-se e manifestar-se a vocês, quando a água do céu fundir-se com a água da Terra.
Isso está em curso, porque isso já lhes foi explicado e vocês o vivem, alguns de vocês.
Os Triângulos elementares juntam-se à quintessência dos elementos acima da ponta, ao nível do que vocês nomearam a Pequena Coroa da cabeça.

Desse reencontro entre o princípio do elemento água e o Triângulo da água que representa, ao nível de sua cabeça, a fusão da água do Céu e da Terra, dar-lhes-á a viver o que eu nomearia, sem entrar nos detalhes: a Evidência.
A Evidência que passa das palavras, que passa do julgamento, que passa da reflexão, que passa da compreensão.
É a Evidência do Eterno feminino, do Feminino sagrado, da criação eterna.

A transformação da água que se vive nesse momento far-se-á graças à água do céu, e permitirá lavar as feridas da contaminação da água, da contaminação das emoções, confinada, aqui mesmo, nessa Terra, que lhes dá a viver a emoção livre, aquela que não é nem condicionada nem oriunda de uma experiência, mas que é totalmente livre em sua manifestação, em sua vibração, em sua irradiação e em sua qualidade.
A água foi desacelerada na Terra, bem além da separação das águas do céu e da Terra, a água da Terra foi contaminada, como eu disse, mas ela foi transformada, o que limita, assim, suas capacidades de memória e suas capacidades de doação, do mesmo modo que o feminino foi contaminado na Terra, pela elite patriarcal.

Mas a água reencontra, hoje, sua liberdade e sua quintessência e seu princípio.
Isso se traduz, em vocês, por um fogo ou por um apaziguamento.
Ou há que queimar algumas coisas, ou há apenas que apaziguar e aplicar um bálsamo reparador.
Aí está o papel da água do Céu e da Terra, enfim, reunidas novamente.

A Fonte espelha-se, ela mesma, o Espírito espelha-se, ele mesmo, na superfície da água.
Ela está inscrita, aliás, nas primeiras palavras da Bíblia.
As águas de baixo, as águas da Terra são as águas da manifestação, reprimidas aqui, nesse mundo, contaminadas aqui, nesse mundo.
Assim, a própria água vai liberar-se pela ação da água do Céu e do Cavaleiro da Água.
A água virá lavar a Terra, como ela vai lavar ou dissolver nossa alma, se já não foi feito pelo Fogo celeste e o Fogo do Amor.

A água é, de algum modo, a concretização do Amor nesse mundo.
Mesmo alterada e contaminada.
Ela guarda, em si, a memória eterna de sua própria criação e da própria criação de vocês, como sistema carbonado.
A água remete ao homem e ela remete à alma.
Ela é o médium que permite, antes da alteração e da contaminação, religar os planos do mais denso ao mais elevado.

O Triângulo da água é diretamente ligado à água de baixo, mas, também, à água do alto.
O reencontro da água do alto e da água de baixo faz-se pelo Apelo de Maria, é o que será o agente transformador da Terra pela água e pelo fogo.
A água é a paz, a água é um bálsamo que é aplicado na alma ou no corpo, que permite, realmente, lavar o que é visível, como o que estava invisível.

A hora da água vai, em breve, soar, o que provoca, assim, a lavagem da Terra e sua limpeza e ativa, assim, sua própria transcendência.
A água é, também, o silêncio e a paz do que se escoa sem entrave em um murmúrio que, por vezes, vocês ouvem, como junto a uma cascata, como junto ao oceano.

A água pode circular em um sentido, mas, também, nos dois sentidos, com idas e vindas da água, tais como elas são visíveis na borda do oceano.
A água vai, sempre, ao mesmo sentido ao longo dos cursos d’água e dos rios, mas, quando a água do Céu reencontra a água da Terra, não será mais o mesmo, porque a água recobrirá a terra, porque a água conjugar-se-á ao fogo, para realizar a última etapa de sua Ascensão, no momento de sua Ressurreição.

Tudo o que lhes foi escondido na água aparecer-lhes-á, muito em breve, claramente, e em toda limpidez.
Não se esqueçam, jamais, nesses tempos, de ter ao seu lado uma água pura, que essa água banhe em sua aura, antes de ser consumida, para fazer ressoar e chamar a água do alto, para juntar-se à quintessência da água: o Feminino sagrado, e pacificar a co-criação consciente, apaziguando as anomalias ligadas às feridas dessa co-criação consciente.
Essas feridas de seu passado, da história da Terra, do sofrimento da água, do sofrimento do feminino são inscritas, é claro, em todas as irmãs, como em todos os irmãos.

A água da Terra tem sede da água do Céu.
Ela também quer reconectar-se com sua fonte e com sua Eternidade.
A água, também, à sua maneira, prepara-se para sua Liberação.
Alguns de seus habitantes estão, aliás, juntando-se às próprias moradas de Eternidade, e deixam a Terra, já, há alguns anos.
Os animais da água são os primeiros a ficar sensíveis à chegada da água do céu, mas, também, às contaminações, às poluições da água.
O povo da água é, portanto, o primeiro a deixar a Terra, não como uma punição, mas, bem mais, como uma sede de liberdade de evoluir na água do céu e não mais, unicamente, na água da Terra.

O papel dos povos da água conclui-se, portanto: eles foram os guardiões, para evitar que a água desaparecesse e não pudesse mais, jamais, reencontrar a água do céu.

Nestes tempos vocês são, também, portanto, convidados a celebrar a água, aquela de seu corpo, assim como o próprio elemento «água».
É nesse sentido que o Mestre Li Shen comunicou-lhes, hoje, esse último elemento, antes do fogo.

Vocês podem pedir à água da Terra, hoje, tudo o que quiserem para vocês, para seus próximos.
Vocês podem pedir à água, como pediriam a uma árvore, como disse minha Irmã Snow.
Há, na água, uma capacidade de regeneração importante e uma sensibilidade extrema aos seus humores e aos seus pensamentos.
A água pode, também, estabilizar os humores e o pensamento, para evitar que as lágrimas fluam, para evitar que a alma resseque sem, contudo, desaparecer.

Minhas palavras vão tornar-se, agora, cada vez mais espaçadas, porque eu transmiti o conjunto de palavras que eu devia transmitir e para deixar o lugar à água do céu.

Nos espaços de silêncio, agora, a revelação da água e as premissas da água do céu penetram vocês.
A água de baixo acolhe a água do alto, para que a água de baixo junte-se à água do alto, é o mesmo para vocês, em sua Ressurreição e em sua Ascensão.

Vocês podem, portanto, pedir à água, e beber essa água, vocês podem chamar a memória da água antes de bebê-la, não a memória de suas contaminações, mas, é claro, a memória de sua origem, a memória da Criação, assim como a memória da Eternidade, que não depende de qualquer criação.
Tudo isso está presente na água, mesmo contaminada, mesmo alterada.

A água de baixo e a água do alto, ao voltar a fundir-se, desvendam o Espírito, o Espírito de Verdade e o Espírito do Sol.
A água de baixo regenera-se, nesse momento, como a água de seu corpo transforma-se, sob a ação da Luz, sob a ação do Fogo vibral.
A água permite apagar o incêndio do Fogo vibral, ao reencontrar o carbono de sua carne.
A água tornar-se-á, para vocês, não mais, simplesmente, uma fonte de vida, mas, bem mais, um despertar da vida eterna, se esse ainda não é o caso.

Então, mantenham essa água ao seu lado, antes de bebê-la, e tomem uma água sem minerais, uma água que vocês tirarão de recipientes artificiais para colocá-la na terra, ou seja, em um jarro.
Essa água pode ser vivificada, é claro, pelo Espírito do Sol, diretamente, solarizando-a, expondo-a ao Sol da manhã até meio-dia.
A água deve ser, também, armazenada ao lado de vocês, para impregnar-se de vocês, para impregnar-se do que resta de resistência em vocês, o que lhes dá, quando a beberem, um bálsamo que apaziguará o que pode resistir e sofrer em vocês.

E, quando vocês lavam seu corpo, não se esqueçam de pedir à água para lavar, também, o que vocês não veem e que percebem.
Peçam à água que lava seu corpo para lavar, também, o conjunto de suas vestes sutis.

O elemento água é o que é o mais sensível ao seu humor, mas, também, aos seus pedidos.
A restauração do Feminino sagrado passa, também, pela androginia da água, quando a água do Céu se junta à água da Terra, porque a água aparece-lhes, sempre, sob a forma de água, quer ela esteja contaminada ou limpa, frequentemente, ela permanece transparente.
Mas, quando a água do Céu se junta à água da Terra, então, sua ação é decuplicada.
O elemento água é aquele que o humano, hoje, na Terra, pode modificar mais facilmente, pelo pedido e pelo pensamento, mas, também, pela ressonância, se a água está armazenada ao seu lado e é solarizada, antes ou depois, antes de absorvê-la.

Inúmeros de vocês, como anunciado pelo Comandante dos anciões, começaram a perceber o povo da água que era aquele que se escondia mais do ser humano, porque os povos da água, sutis, aqueles que eram não encarnados em corpos de carne, mas que evoluem nessa dimensão, eu quero falar dos elementais da água, têm, também, feito um trabalho enorme para manter a integridade da água, quaisquer que sejam suas contaminações.

A água do céu – Anael falará dela –, mas eu posso, agora e já, dizer-lhes que o que vocês nomeiam a água do céu reencontra-se na alusão que havia sido dada do tempo em que foi São João, por Sri Aurobindo, outro Ancião, Mestre do Ar.
Quando ele escreveu que «o humano veria suas vestes lavadas no sangue do cordeiro», ele não falava do sacrifício de Cristo, mas, bem mais, da Ressurreição pascal e, é claro, de sua Ressurreição porque, ao lavar suas vestes no sangue do cordeiro, vocês recebem o Batismo do céu e a incorporação de Maria.
Não mais a Presença dela em seu Canal Mariano, não mais, unicamente, Sua Presença em seu coração, mas, também, Seu manto, aquele da compaixão de cor azul, que lhes lembra a Obra no Azul, tal como foi exprimido por Sri Aurobindo e que foi preliminar à Obra no Branco.

Hoje, vocês todos reencontraram seu Feminino sagrado, vocês vão, todos, levantar-se da contaminação da vida.
Isso aporta a prova de que, jamais, o que contamina o feminino pode estabelecer-se na Eternidade.
A Água original será restituída no momento de sua Ressurreição, de maneira evidente, em quase sincronia com o Apelo de Maria.
A água nada mais lhes pede do que acolhê-la, a água do alto, como a água de baixo, a água do Céu e a água da Terra, unidas na mesma ressonância em seus envelopes sutis, como em seu corpo de Eternidade.

A água, enfim, contém o Sopro do Espírito, em sua polaridade feminina, e a água do alto toma sua fonte em Sírius.
A água do alto acolhe o Espírito, na totalidade; a água da Terra vai, então, pôr-se em conformidade com a lei do céu.
A água é a encarnação da Graça.
A água, hoje, já sobre essa Terra, como aquela de seu corpo, chama-os à Ressurreição e ao seu desaparecimento da ilusão.
É isso que vocês vivem e que será realizado quando a água do Céu juntar-se, definitivamente, à água da Terra.

Vão, também, e isso havia sido, também, explicado por minha Irmã Snow, vão andar ao longo de um curso d’água, vão mergulhar seus pés, façam-se lavar os pés por um irmão ou uma irmã.
Lavar os pés permite liberar a Onda de Vida, doravante, uma vez que a água do céu chega.
A água convida vocês à celebração, à lavagem e à purificação.
Quer vocês a absorvam ou utilizem-na, o que alguns povos antigos faziam, ela terá as mesmas virtudes.

No tempo de Cristo e antes Dele, alguns batizaram na água, a água escoava sobre a cabeça.
Vocês podem, também, realizar isso: lavem os pés e acolham a água no topo de seu crânio, isso criará, em vocês, um alinhamento inabalável, sem qualquer possibilidade de ser abalado ou desestabilizado.

Quando vocês utilizam a água, para qualquer uso que seja, deem graças, também.
Quer seja para regar suas flores, quer seja para lavar seu chão, não se esqueçam de que é a mesma água que percorre seu corpo.
Quando vocês lavam suas mãos, honrem a água e constatarão, muito rapidamente, que vocês não fazem, unicamente, lavar as mãos, mas lavam, também, muitas outras coisas nos envelopes do corpo emocional e nos envelopes do corpo mental.
Do mesmo modo que vocês podem, também, não lavar-se como o fazem habitualmente, mas aplicar a água sobre sua fronte, de uma têmpora à outra, e vocês verão como reage o elemento fogo.
É claro, é preciso tomar uma água não contaminada, ou seja, sem minerais e sem terra no interior, mas, sobretudo, uma água que banhou, em sua irradiação, na proximidade de vocês e uma água que tomou Sol.
A magia da água é-lhes, novamente, aberta, porque a água do céu está muito próxima, façam a experiência, tentem, por si mesmos, não acreditem no que eu digo, mas verifiquem-no.

No Eyes falou, ela permanece ao seu lado o tempo que a água circula.

… Silêncio…

No Eyes saúda-os e rende graças por sua escuta.
Até breve.
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2 comentários:

  1. A água é a própria vida nos mundos carbonados.

    A água é, portanto, o suporte de vida adaptado a esse mundo.

    A água da Terra tem sido, muito tempo, privada da água do céu, mas, a partir da liberação da Terra, a água do céu reencontra, novamente, a água da Terra. As águas do alto e as águas de baixo que se juntam, põem fim à ilusão e à agitação.

    A água é o agente da passagem, da última passagem, porque essa água, reunida à água do céu, é a Água do Batismo, não aquele de seu nascimento nesse mundo, mas aquele de sua Ressurreição.

    A água é, portanto, onipresente, tanto em seu corpo como em sua consciência. Ela é a matriz de vida, ela é a origem da vida, ela é a manifestação da vida, ela é a encarnação da vida e ela é a liberação da vida nesse mundo.

    O que acontece na água da Terra? Ela foi contaminada, em seus oceanos, em seus leitos fluviais, em seus rios, mas, também, em seu corpo. A água foi alterada. Além de ser privada da água do céu, ela se encontrou a transmitir, apesar dela, informações errôneas, a transportar venenos, apesar dela, até o mais íntimo de seu corpo e de sua consciência. Tudo isso vai revelar-se e manifestar-se a vocês, quando a água do céu fundir-se com a água da Terra. Isso está em curso, porque isso já lhes foi explicado e vocês o vivem, alguns de vocês.

    Desse reencontro entre o princípio do elemento água e o Triângulo da água que representa, ao nível de sua cabeça, a fusão da água do Céu e da Terra, dar-lhes-á a viver o que eu nomearia, sem entrar nos detalhes: a Evidência. A Evidência que passa das palavras, que passa do julgamento, que passa da reflexão, que passa da compreensão. É a Evidência do Eterno feminino, do Feminino sagrado, da criação eterna.

    A transformação da água que se vive nesse momento far-se-á graças à água do céu, e permitirá lavar as feridas da contaminação da água, da contaminação das emoções, confinada, aqui mesmo, nessa Terra, que lhes dá a viver a emoção livre, aquela que não é nem condicionada nem oriunda de uma experiência, mas que é totalmente livre em sua manifestação, em sua vibração, em sua irradiação e em sua qualidade.

    A água virá lavar a Terra, como ela vai lavar ou dissolver nossa alma, se já não foi feito pelo Fogo celeste e o Fogo do Amor.

    O reencontro da água do alto e da água de baixo faz-se pelo Apelo de Maria, é o que será o agente transformador da Terra pela água e pelo fogo.

    A hora da água vai, em breve, soar, o que provoca, assim, a lavagem da Terra e sua limpeza e ativa, assim, sua própria transcendência.

    Tudo o que lhes foi escondido na água aparecer-lhes-á, muito em breve, claramente, e em toda limpidez.

    A água da Terra tem sede da água do Céu. Ela também quer reconectar-se com sua fonte e com sua Eternidade. A água, também, à sua maneira, prepara-se para sua Liberação.

    A água de baixo e a água do alto, ao voltar a fundir-se, desvendam o Espírito, o Espírito de Verdade e o Espírito do Sol.

    A água tornar-se-á, para vocês, não mais, simplesmente, uma fonte de vida, mas, bem mais, um despertar da vida eterna, se esse ainda não é o caso.

    A Água original será restituída no momento de sua Ressurreição, de maneira evidente, em quase sincronia com o Apelo de Maria.

    A água, enfim, contém o Sopro do Espírito, em sua polaridade feminina, e a água do alto toma sua fonte em Sírius.

    A água do alto acolhe o Espírito, na totalidade; a água da Terra vai, então, pôr-se em conformidade com a lei do céu.

    A água é a encarnação da Graça.

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  2. "A água da Terra tem sido, muito tempo, privada da água do Céu, mas a partir da Liberação da Terra, a água do Céu Reencontra, novamente, a água da Terra.
    "As águas do alto e as águas de baixo que se juntam, põem fim a ilusão e à agitação.
    "A água é o agente da Passagem, da última Passagem, porque essa água, reunida à água do céu, é a Água do Batismo, não aquele de seu nascimento nesse mundo, mas aquele de sua Ressurreição.

    "A Água Original será restituída no momento de sua Ressurreição, de maneira evidente, em quase sincronia com o Apelo de Maria.
    "A água nada mais lhes pede do que acolhê-la, a água do alto, como a água de baixo, a água do Céu e a água da Terra, unidas na mesma ressonância em seus envelopes sutis, como em seu corpo de Eternidade.

    "A água de baixo e a água do alto, ao voltar a Fundir-se, Desvendam o Espírito, o Espírito de Verdade e o Espírito do Sol.
    "A água de baixo regenera-se, nesse momento, como a água de seu corpo transforma-se, sob a ação da Luz, sob a ação do Fogo Vibral.

    "A água, enfim, contém o Sopro do Espírito, em sua Polaridade Feminina.
    "A água do alto acolhe o Espírito, na totalidade; a água da Terra vai, então, pôr-se em conformidade com a Lei do Céu.

    "Hoje, vocês todos Reencontraram seu Feminino Sagrado, vocês vão todos, levantar-se da contaminação da vida.
    "A água tornar-se-á, para vocês, não mais, simplesmente, uma fonte de vida, mas, bem mais, um Despertar da Vida Eterna, se esse ainda não é o caso."

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