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23 de ago de 2016

EOLIA – AS ONDINAS – Julho de 2016



IMPESSOAL E POVOS DA NATUREZA

Nosso nome é Eolia, nós somos o que vocês chamam as ondinas.
Nós vamos falar-lhes de nós.
Nós somos o povo da Água, e conforme as águas que frequentamos, vocês podem encontrar-nos sob outros nomes.
Nas águas que estagnam e nas águas profundas, nós somos as serpentes aladas (ou wyverns), em outros lugares, nós portamos outros nomes.
Existem, para nós, diferenças, como povo da natureza, em relação àqueles que lhes são os mais acessíveis.
Nós não estamos fixados em um local nem em um lugar.
Nós estamos, é claro, sempre, ao lado da água ou na água, nós não estamos muito longe dos elfos, em geral, e um pouco mais longe dos dragões, mas nós estamos, também, ao lado deles.
Nós estamos, também, não muito longe dos gnomos.

Nós somos o povo da Água, nós não somos congelados em uma forma, em uma função, como podem ser os dragões ou os elfos.

Nós somos a Alegria e nós somos a Leveza, mas nós somos, também, a Profundeza.

Nós somos a Água, nós portamos a Água e nós nos deslocamos tanto no ar como na água, mas esses deslocamentos não são deslocamentos.
Nós não temos necessidade de voar, nós não temos necessidade de percorrer outra coisa que não a água.
Ali onde estamos há a Alegria, onde nós estamos há a vida, totalmente livre.

Nós não somos reis nem rainhas, nós não somos anciões nem novos.
Nós vamos para onde porta-nos a Alegria.
Seguimos, por vezes, a água, desaparecemos de um lugar e aparecemos em outro lugar, de maneira instantânea.
Nós somos, um dia, as serpentes aladas (ou wyverns), nós somos, outro dia, a borbulha que está sobre a água.
Nós somos o turbilhão da água.

Nossa característica é a mobilidade.
Nós não somos apegados a nada, nem à nossa forma nem a nada.
E nós estamos por toda a parte, onde chama-nos a Alegria, ali, onde a Alegria é necessária.

Nós nada podemos aportar-lhes, se não é nossa alegria, e vocês nos encontram ao aproximar-se de nós, mesmo se nós fujamos de vocês, porque nós somos muito sensíveis ao que está congelado, ao que não se move mais, ao que não é livre.
Nós não conhecemos, no entanto, suas emoções, suas razões, suas estruturas, mas nós estamos ao seu redor, assim que Alegria aparece, assim que vocês deixam de lado o que está congelado em vocês.
Assim que vocês saem de si mesmos e são, completamente, vocês mesmos, nós estamos aí.

Nós estamos aí, unicamente, para a Alegria, a alegria de estar aí, a alegria de estar por toda a parte, a alegria de sentir a água e o ar.

Nós não temos qualquer organização e não somos, tampouco, um ou outro de nós, em nosso povo, mas nós somos Um em todo o nosso povo, e, isso, nós o vivemos graças à Alegria e à Leveza, à mobilidade, porque nada é congelado em nós.

Então, nós nada podemos aportar-lhes, outro que não a Alegria e a Liberdade.

Se vocês nos encontram ao acaso em seus passeios, venham aproximar-se de nós, mas façam-no na Alegria.
Nada procurem, porque nós nada procuramos.
Venham a nós e nós viremos a vocês, de coração leve.
Nenhuma forma é nossa, nenhum mundo pertence-nos.
Nós somos oriundos de nenhum mundo e, no entanto, nós estamos em seu mundo, como em todo mundo, seja ele confinado ou livre, esteja ele além da forma, não nos interessa, porque nós estamos por toda a parte.

Nada pode alterar-nos, nada pode destruir-nos porque, se um lugar não nos convém mais, nós mudamos, instantaneamente, todos juntos.
Nós somos informados pelo que vocês poderiam nomear a intuição na água, a Água do Mistério, a Leveza do Ar.
Nós viajamos, eternamente, na Alegria, na Liberdade.
Nós não temos qualquer necessidade nem qualquer função, simplesmente, de ser essa Alegria.

Nós não somos medrosos, na Alegria não pode haver medo, simplesmente, há circunstâncias que não estão na alegria, tanto em vocês como em alguns lugares.
Então, nós fugimos desses lugares, não por medo, mas porque nós nada temos a fazer ali.
Aliás, nós nada temos, jamais, a fazer, se não é estar vivos.
Nós somos a própria Liberdade, nossa forma é plástica, como a água o é, e como o ar é móvel.
Nós podemos comunicar-lhes isso.
Essa não é nossa função, é nossa natureza, simplesmente.
Venham a nós, de coração leve, e nós dançaremos com vocês.
Nós agitaremos a água, para fazê-los vir a nós.

A partir do instante em que vocês estão de coração leve, a partir do instante em que vocês não estão congelados, vocês mesmos, no que quer que seja, então, vocês nos verão, do mesmo modo que vocês percebem os elfos, que alguns de vocês veem, claramente, os dragões.

Nós não temos forma, mesmo se vocês vejam uma forma.
Nós não temos mais, tampouco, individualidade, porque nós somos Um, todos juntos.
E, aliás, olhem, eu não posso dizer «eu», o «eu» não existe para nós.
Nós somos um jogo permanente e somos «nós».
Cada um de nós é «nós», isso é difícil a viver para o humano.
Nós podemos ajudá-los nisso.
Oh, nós não podemos tocá-los, como os elfos, mas nós podemos mostrar-nos através da água e do vento que os acaricia e, sobretudo, nós podemos, mesmo, estar em seus líquidos, em seu sangue, em sua linfa, percorrer suas veias, do mesmo modo que percorremos as veias da terra e do mar.

Conosco não há troca, há apenas uma partilha, uma partilha totalmente livre.

Não há, em nós, qualquer organização, nem em nossa forma nem em nossa vida.
Isso seria contrário à Liberdade.
Nós estamos em toda liberdade nesse mundo e nós aí estamos desde o primeiro dia, se posso dizer, que se perde na noite dos tempos.
Antes, nós estávamos em outros lugares e estávamos, já, por toda a parte.
Isso vocês não podem imaginar, mas podem colher os benefícios disso.

Nós somos a Leveza e, se ressoamos com vocês e em vocês, então, vocês se tornam leves, e o que está congelado amolece.
De onde viemos?
Mas nós viemos do mesmo lugar que vocês.
Nós estamos por toda a parte e, ao mesmo tempo, em lugar algum.
Nenhum lugar obriga-nos, nenhuma distância separa-nos, nenhum mundo separa-nos.

É claro que existem algumas formas de nós que experimentam lados mais congelados – eu o disse, nas águas profundas, nas águas escondidas, nas águas que não são aeradas pela circulação –, mas isso dura apenas um momento.
Nós nos reencontramos, sempre, em definitivo, além de qualquer hábito, de qualquer função e de qualquer forma, a ser, simplesmente, a Alegria.

Alguns povos da natureza procuram nossa presença e, em especial, as fadas, porque nós estamos na mesma Leveza e na mesma despreocupação.
Porque o que é que poderia preocupar-nos, quando nós não temos nem início nem fim, quando não temos qualquer sofrimento e qualquer forma, e qualquer dimensão?
Nós somos, verdadeiramente, o que vocês poderiam nomear a consciência da Alegria e da Liberdade.

Nós portamos, todos, aliás, o mesmo nome.
Eu lhes dei esse nome porque vocês precisam de um nome, vocês precisam de uma palavra, mas nós não somos qualquer de suas palavras nem qualquer de suas consciências.
Caso contrário, nós não seríamos mais o que nós somos.
Nós somos liberados e somos livres, aliás, nós nada temos a liberar.
Nisso, nós podemos acompanhá-los, ao percorrer, com alegria, seu sangue, sua linfa e, mesmo, nas águas profundas de suas articulações, nós somos a liberdade ou o movimento, nós somos o fim do que resiste.
Nós percorremos todas as águas, as águas de baixo, tanto desse mundo como de todo mundo, como as Águas do alto.

Nós somos a Água principial, nós somos a Água elementar, como nós somos, também, se o desejarmos, os Triângulos que agenciam os mundos.
Mas nós preferimos a Leveza ao invés da rigidez.
Nossa natureza é a Alegria e nossa essência é Alegria.
Há apenas isso.

Vocês querem encontrar-nos?
Então, desfaçam-se de todos os seus medos, desfaçam-se de tudo o que é rígido e venham a nós com o coração de uma criança, na espontaneidade.

A partir do instante em que vocês estão na alegria, quando não sabem porquê, há, em seu sangue, também, uma ondina que está aí.

Nós todos temos o mesmo nome, mesmo se possamos dar-nos uma multidão deles, porque não há, realmente, diferença entre cada um de nós, ou cada uma de nós, se vocês quiserem.
Nós não sabemos o que é a polaridade, o que vocês nomeiam a sexualidade, ou seus corpos diferentes, conforme uma polaridade ou outra.
Nós não temos qualquer polaridade e, no entanto, nós estamos vivos, uma vez que somos a Alegria.
Nós podemos percorrer seu sangue, podemos percorrer sua linfa e entrar nas águas ainda mais profundas.
Nós pomos fim às memórias, nós pomos fim a tudo o que é rígido e fixo em vocês, sem que vocês o saibam, de toda eternidade.
É claro, as forças de confinamento limitaram sua capacidade para deixar-nos entrar em seus líquidos.

Nós sabemos, apesar de tudo, que acontece algo de importante para vocês.
Os dragões, os elfos, os gnomos estão muito ativos nesse momento.
Isso nada muda para nós, nós permanecemos na mesma alegria que não nos deixará, jamais, que jamais começou e não terminará, jamais.

Nessa Leveza, vocês podem, também, reencontrar-se, nós esperamos apenas isso.
Venham ver-nos, venham banhar-se aí, onde nós estamos, ou ao lado de onde estamos.
Vejam como as crianças, o filho do Um, os filhos da lei de Um dizem-lhes.

Nós estamos aí, talvez, também, para ajudá-los, mas essa não é nossa função.
É nossa alegria e nossa natureza que os ajudam.
Nós não temos qualquer intenção para quem quer que seja, nem qualquer vontade para quem quer que seja, se não é seguir, sempre, a Alegria e a Leveza, onde quer que elas estejam, próximas da água.

Nós somos a Luz da água, nós somos as águas fecundantes, o que vocês nomeiam as Águas do Mistério ou as Águas do alto, nós o somos também.

Então, neste período de sua vida, de sua Terra, porque essa Terra não é a nossa, como eu lhes disse, nós não temos qualquer terra, mas temos todas as terras.
Todas as dimensões, elas não nos pertencem.
Nós não somos proprietários de nada, é nisso que somos livres.
Nós não somos apegados nem a um lugar, nem a uma forma.
Nós somos mais do que uma comunidade, mais do que uma cidade, mesmo se sejamos, em geral, muito pouco numerosos em um determinado lugar, mas nós somos, todos, conectados além de toda distância e de toda dimensão.

Venham ao nosso encontro de coração leve, e pensem em nós.
A partir do instante em que vocês se lavam, onde vocês mergulham uma parte de seu corpo na água, nós estamos ali.
Eu sei, aliás, que, ao nível do que vocês nomeiam os Arcanjos, foram-lhes dados elementos específicos nos quais a água intervém.
E, aliás, muitos de vocês, nessas águas que confeccionaram com diferentes ingredientes, ademais, vocês vivem a liberdade de diferentes modos e serão cada vez mais numerosos.

Vocês sabem que há a Água do Batismo.
Ela esteve presente tanto no que vocês nomeiam algumas de suas religiões como em todos os tempos.
A água, como o fogo, aliás, é ligada a um rito de passagem para vocês.
Em todas essas situações, nós podemos multiplicar-nos e estar presentes em grande número.
Quer seja quando de um batismo, qualquer que seja o confinamento que algumas formas de batismo possam criar, nós estamos aí, de qualquer forma.
Nós aportamos o elemento de Leveza que pode fazer falta.
E em toda água nós permanecemos leves, mesmo se nossa forma mude.

Eu não tenho o hábito de exprimir-me em palavras humanas, então, sejam indulgentes, porque eu procuro, nessa estrutura que vocês nomeiam cérebro, o que pode ser o mais coerente para vocês.
Mas, por favor, não nos congelem.
Estejam disponíveis, como nós estamos, porque a Alegria e a Leveza, que é nossa natureza, é, certamente, como vocês podem nomear, o melhor serviço que vocês podem oferecer e oferecer-se uns aos outros.
Nós o vivemos a cada instante, nós não temos mais barreiras.
Todas as casas são nossas casas, todos os lugares são nossos lugares.
Nós não pertencemos a nenhum, assim como nenhum lugar pertence-nos.
Nós vivemos da Alegria, porque a Alegria nutre-nos, e não há nutrição mais refinada que a Alegria, de mais saciante.
É a Água do alto, a Água de Vida, como a Onda de Vida que subiu.
Nós estávamos aí, e nós estamos, ainda, aí.
Nós somos, ao mesmo tempo, legião e nós somos, ao mesmo tempo, únicos.

Nós não conhecemos, mesmo em formas multidimensionais, o princípio de viver em uma forma ou em múltiplas formas.
Nossa forma muda, constantemente, ela não é, jamais, estática, como nossos lugares.
Eu creio que podemos dizer que não há lugares nos quais nós permaneçamos muito tempo.
Nós voltamos a passar, é claro, em alguns lugares nos quais a Alegria é especial.

Lembrem-se, onde vocês me virem, onde vocês me sentirem, eu posso desaparecer ou aparecer.
Eu posso desaparecer e deixar aparecer outra forma, outro nome, mas sou sempre eu, como sempre nós.
Porque o «eu» nada quer dizer para nós.
Nós somos liberados desde sempre, de tudo o que faz o quadro de manifestação da consciência.
Nós estamos à parte, mas nós estamos, ao mesmo tempo, em cada um e em tudo, a partir da Fonte até vocês.
Nós não fazemos qualquer diferença, nós não podemos vê-la, eu lhes disse isso.
Só o que é rígido, só o que é problemático faz-nos deixar o lugar.
Não é, mesmo, uma decisão de nossa parte, uma vez que nós aparecemos e desaparecemos segundo a Luz e segundo a Leveza e a Alegria em um lugar.
Se a Alegria é sentida pesada, a Alegria não existe mais e não é questão, para nós, estar sem Alegria.
Não há morte, não há desaparecimento ou, se desaparecimento há, é de um lugar para outro lugar, e isso é instantâneo.
E como não há diferença entre nós, nós somos, como vocês dizem, lúcidos e conscientes desde essa Terra, esse lugar, até a Fonte.

É claro, nós não podemos pôr em palavras as coisas, como vocês, nós não podemos agenciá-las, porque a espontaneidade é tal em nós, que nós somos apenas isso.
E, aliás, o resto, para que isso serviria?
Porque, assim que há quadro, assim que há limite, nós o vemos, efetivamente, a Alegria atenua-se e vocês veem, ela pode, mesmo, desaparecer, devido a algumas consciências que se privaram, elas mesmas, de Alegria.
Eu creio que quem vocês nomeiam o Comandante chamou-os «os maus rapazes».

Para nós, não há qualquer diferença.
Só o que é rígido faz-nos desaparecer, mas nós não temos a intenção de desaparecer, nós mudamos – de forma, de lugar, de mundo, de dimensão.

Nós não somos apegados a nada, a nenhum de nós, já.

Nós somos, de algum modo, uma das melhores representações da Liberdade e da Alegria.
Não limitados por uma forma, por uma organização, por um papel, por uma função ou por um nome, nós somos imutáveis.
É nessa Alegria e nesses movimentos permanentes que nós somos imutáveis, porque a vida é movimento, onde quer que ela seja, vocês sabem disso.
E se lhes falam da parada do movimento, da imobilidade, do silêncio, isso apenas pode produzir-se se há Alegria.
É a Alegria que é responsável por isso e que é o agente atuante, se posso dizer.

Então, eu lhes dei um nome, chamem-me.
Mas, ao chamar-me, vocês não chamam a mim, vocês chamam o povo das ondinas.
Mas, eu repito, esse chamado apenas pode produzir-se se vocês já estão, previamente, na alegria, caso contrário, nós nada ouviremos, nós podemos apenas ouvir a Alegria e a Leveza.

Hoje, vocês sabem, há certo tempo – porque eu creio que vocês conhecem o tempo, vocês envelhecem, vocês mudam de forma, mas muito lentamente – há pouco tempo, vocês têm a possibilidade de pressentir-nos, porque é muito difícil ver-nos enquanto vocês não estão, vocês mesmos, na alegria.
E, mesmo na alegria, não se esqueçam de que vocês têm uma estrutura – seu corpo – que é congelada.
Para nós não há qualquer liberdade em qualquer corpo que seja, se não é mudando de corpo à vontade.
E ser um ou o outro, à vontade, também.

Obviamente, nosso modo de funcionamento, como vocês dizem, nossa biologia, mesmo se não tenhamos corpo, no sentido em que vocês o entendem, nosso funcionamento, nossa fisiologia não é, em ponto algum, sobreponível a vocês.
Nós somos, digamos, uma Luz que tomou forma, um Amor que tomou forma, e mesmo essa forma não pode, jamais, permanecer.
Caso contrário, nós não seríamos mais o que nós somos.

Eu não tenho, mesmo, certeza de poder compreender suas interrogações, se houver alguma.
Eu poderia apenas comunicar-lhes a Alegria.
Mas eu lhes asseguro que a Alegria é a mais bela das respostas.

Aliás, eu não compreendo e não vejo o que não é a Alegria.
Eu sei, simplesmente, que nós sentimos quando a Alegria apaga-se, eu lhes disse isso.
E, quando a alegria apaga-se, nós desaparecemos e reaparecemos em outros lugares, onde há a Alegria.
Nós não temos qualquer vontade própria, qualquer destino ou propósito, nós apenas estamos na vida.
Nós nos nutrimos de nossa própria alegria e colocamos a Alegria onde estamos.
Aí está o que nós somos.
O que se pode, em todo caso, dizer-lhes com palavras, porque não há melhor do que viver-nos e aproximar-se de nós.
Em contrapartida, nada nos peçam, nós, estritamente, nada sabemos fazer.
Nós sabemos, simplesmente, ser a Alegria, e isso nos basta, amplamente.
Mas nós estamos, sempre, disponíveis, não por vontade ou, mesmo, sentido do serviço, mas devido, mesmo, a essa Alegria que é o que nós somos.
Nós poderíamos dizer que somos, de algum modo, uma das primeiras emanações da Fonte, em todo mundo, em todo lugar, como em toda consciência.

Sendo a Liberdade, é evidente que nossa presença sustenta, de algum modo, certamente, o processo que vive a Terra, que não nos incomoda nem nos impede, e nada impedirá, aliás, nossa alegria.
Ela será a mesma.
Ela será, talvez, mais visível para vocês e nós nos expomos de modo cada vez mais sensível.
Não através de nossa forma que, eu lhes disse, é muito difícil a perceber, uma vez que ela mesma não é fixa, talvez, no máximo, vocês verão uma névoa com formas redondas, maior ou menor, mas, sobretudo, vocês sentirão essa Alegria que vocês não podem encontrar em outro lugar que não em seu coração.
Não é uma alegria de contentamento, é uma Alegria que nasce por si só.
É o que, eu creio, vocês nomeiam o Coração do Coração ou a Infinita Presença, ou o êxtase.
Nós não temos necessidade de todas essas palavras porque, a partir do instante em que isso é natural, que essa é nossa essência, tudo o que vocês nomeiam palavras é supérfluo; nós trocamos pela Luz.
Por vezes, a Luz pode tomar sons, colorações, é o que vocês veem na superfície da água, no ar acima da água, nos movimentos da água e do ar.

Onde nós estamos, eu lhes disse, bem ao nosso lado, há as fadas.

Hoje, devido a circunstâncias, parece, da Terra, nós os vemos, nós os percebemos.
Sua forma perturba-nos, mas nós percebemos além da forma, eu lhes disse isso.
Nós estamos em seus líquidos e somos conectados a eles, o tempo todo.
Não para conhecer sua intimidade, sua vida, sua forma, sua história, mas, sim, para pôr a Alegria e o calor do sangue.
Nós não somos o Fogo, mas o Fogo do alto – a Água do batismo é um Fogo também.
É o que se aproximaria, eu creio, do que foi nomeado o Impessoal, o Último.
Porque a Água é constituída de Fogo, é claro.
Olhem, aliás, o que vocês nomeiam a química.
Olhem os átomos, e a água nada mais é do que fogo em outro estado.

Eu nada mais tenho a dar-lhes, nem em palavras, nem de outro modo.
Nós residimos na Alegria, nós permanecemos na Alegria, como nós sempre fomos a Alegria e a Leveza.
No máximo, devido à iluminação que há sobre a Terra nesse momento, nós vemos, nós vemos tudo.
E, ao mesmo tempo, nós nada vemos, porque só a Alegria afeta-nos.
Mas não vejam, ali, uma afetação no sentido humano.
Ser afetado é, simplesmente, reagir, não por uma emoção – que nós não conhecemos –, mas pela plasticidade de nossa forma e de nossa vida.

… Silêncio…

E nessa Alegria que nós somos, nós jogamos, com vocês, o jogo da Alegria e o jogo da Liberdade, nós não conhecemos outro jogo.

Nós não transformamos os lugares nem asseguramos o que quer que seja em relação à Terra.
Aliás, isso limitaria nossa Alegria e, sem Alegria, eu não ouso, mesmo, pensar nisso – aliás, nós não podemos pensar nisso.

Nós sabemos, quando somos seu sangue, que há, em vocês, inumeráveis coisas, inumeráveis estruturas, inumeráveis partes da consciência que estão, ainda, congeladas e rígidas.
Mas assim que há o líquido, assim que há algo que circula, então, a Alegria está aí, e nós estamos aí.

Quando vocês estão na alegria, sem razão, ou sem ter um objetivo na cabeça, nós estamos aí.

Eu não tenho tantas outras palavras a dar-lhes, que não, simplesmente, convidá-los a celebrar a Alegria conosco.
Oh, não há necessidade nem de cerimônias, venham de coração leve, não pensem em nada, porque é na espontaneidade, sem objetivo por trás de vocês, sem pensamento diante de vocês, que nós deixamos a Alegria estar com vocês.

Nós não somos, tampouco, uma linhagem, como podem sê-lo os dragões ou, ainda, alguns elfos, porque a água não se acomoda com qualquer linhagem nem qualquer origem.

… Silêncio…

As palavras, aliás – e eu o sinto agora, nós o sentimos nitidamente –, são muito limitantes.
Elas são difíceis, elas são pesadas.
A Alegria não tem necessidade de palavras nem de explicações.

Na Alegria apenas pode haver o Amor.
Mas nenhum amor habitual na superfície desse mundo, um amor, é claro, sem condição, como vocês dizem, mas um amor livre, que não tem forma congelada, que não tem identidade congelada.
Como ser mais livre do que isso?

Nós não somos afetados por sua dimensão nem por qualquer dimensão, como eu o disse.
Nós estamos, simplesmente, presentes por toda a parte, como a água está presente por toda a parte.

Pode-se dizer, de algum modo – porque ele deve falar-lhes – que nós somos, também, o Espírito da Água.
Do mesmo modo que há o Espírito do Sol que, ele, tampouco, não tem forma, nós, ondinas, veiculamos a Água.
A água, para vocês, humanos, é, também, o inconsciente, as emoções.
Ela, nós vemos, mas nós não somos concernidos.
Mas assim que haja um grama de alegria, então, nós somos concernidos, todos juntos, onde quer que vocês estejam.

É claro, essas experiências e essas conquistas, uma vez que é eterno, são-lhes, há muito tempo, ocultadas, exceto para alguns de vocês.
Nos lugares onde nós nos condensamos um pouco mais, no que vocês nomeiam as serpentes aladas (ou wyverns), por exemplo, mas, também, em algumas salamandras ou em algumas sílfides.

Então, vocês podem servir-se de nós.
Não se esqueçam de que a única possibilidade de contato é a alegria e a serenidade.
Mesmo se há, por vezes, certa forma de exuberância em vocês, isso em nada nos incomoda, porque nós somos, também, muito exuberantes, no sentido em que vocês o entendem.

Decididamente, as palavras não são feitas por nós.
Eu as encontro e as digo a vocês, tentando aproximar-me de uma descrição que não pode, jamais, ser descrita, mesmo por mim mesmo, mesmo por nós mesmos, aí, onde nós vivemos.
Então retenham, simplesmente, a Alegria e a Leveza que nós manifestamos nos lugares nos quais aparecemos, e venham, não encontrar-nos, no sentido de um encontro com um elfo ou um dragão, porque isso, vocês não poderão, mas venham reencontrar a Alegria.
Não nos congelem em uma forma, qualquer que seja, mesmo se vocês a vejam (uma forma).
Não confiem em um nome, mesmo aquele que eu lhes dei, porque nós temos todos os nomes que quisermos.

Nós somos muito sensíveis, também, a uma cor, eu creio que vocês nomeiam isso assim, e essa cor é o azul.
O azul da água, o azul do céu, o azul do ar é-nos muito agradável e preenche-nos de alegria.
O que eu quero dizer com isso?
Simplesmente, aportem-nos algo de azul ou tornem-se todo azuis, vocês também, no que esconde sua forma como em seu coração.
Todos os azuis são possíveis.
Porque o azul, além de todos os conceitos que lhes foram explicados por alguns Anciões, o azul é ligado, ao mesmo tempo, à água e ao céu, e o azul é a Liberdade.
Oh, não, unicamente, o azul que vocês podem ver com seus órgãos dos sentidos, uma vez que nós, nós falamos, sobretudo, da emanação de luz que é refletida pelo azul.

Tomem uma pedra azul consigo, ou branca, ao virem ver-nos, porque nós seremos, naquele momento, ainda mais felizes de ver essa cor, ou esse mineral, ou essa vestimenta, e isso porá a alegria próxima de vocês.

… Silêncio…

Nós lhes pedimos, também, se vocês se aproximam de nós, para esquecerem-se não, unicamente, do que não é a Alegria, mas, sobretudo, o que pode parecer, para vocês, ser sério em sua consciência, porque o sério, para nós, estritamente, nada quer dizer, e faz-nos desaparecer também.
Não somos nós que decidimos, lembrem-se, nós somos guiados pela Alegria e, unicamente, pela Alegria.

… Silêncio…

Creio que eu não tenho mais, verdadeiramente, outras palavras a acrescentar, então vamos, nós, ondinas, se vocês o permitem, aqui ou por toda parte onde vocês estejam sobre a Terra, devido ao período, simplesmente, por nossa Presença, de qualquer forma, fazer crescer sua alegria.
Nós, a nossa, não cresce, ela é imutável.
E, aliás, assim que ela tenha tendência a desaparecer ou a diminuir, nós somos transportados a outros lugares.

… Silêncio…

Eu não poderei, aliás, responder às suas questões, porque toda questão, mesmo se ela seja justificada na corrente da vida, freia um pouco a Alegria.
Eu posso apenas propor-lhes a Alegria, nós estamos aí para isso.

… Silêncio…

Na alegria, vocês estão nela, aqui ou alhures?
Lembrem-se de que a Alegria não depende desse corpo rígido ou, mesmo, de sua história, como vocês dizem, é uma atitude interior que ignora tudo o que não é ela.
É claro, vocês não são ondinas, mesmo se possam fundir-se conosco.

Eu terminarei por essas palavras: talvez, em algum lugar, nós somos o reflexo, em seu mundo, do Absoluto, do Último, como vocês o nomeiam, jamais congelados, jamais fixos, totalmente livres para ser essa forma ou outra forma entre nós.
A Alegria é tributária de nada, como nós somos tributários de nada, absolutamente.

Eu creio que, definitivamente, eu não tenho mais palavras, exceto convidá-los a celebrar a Alegria.
Se vocês pudessem ver como cinco minutos de alegria em sua vida, de sorrisos e de risos bastam para transformar tudo o que pode parecer congelado em vocês, se pudessem ver isso, vocês não poderiam, mesmo, compreender como puderam viver sem alegria, quaisquer que sejam os sofrimentos e o que vocês nomeiam de provações.

Aí está, nós esgotamos as palavras.
Para nada serve dizer o que quer que seja mais.
Nós lhes demos as grandes linhas do que vocês podiam apreender.
O resto, venham dar-se conta por si mesmos, e vocês verão que não há palavras.
Que todas as palavras que vocês poderiam empregar fazem apenas restringir e limitar porque, assim que vivam a experiência ou as experiências conosco, nós estamos fora do tempo, fora do espaço, fora das dimensões, porque nós estamos plenamente vivos.

Nós somos Eolia, e minha essência exprime-se em nossa essência e em sua essência.
Nós os esperamos para partilhar a Alegria.
Eu teria, aliás, feito melhor ao dizer, simplesmente, essas palavras, e todo o resto não tem importância alguma.
Para vocês, o tempo é chegado de viver essa Alegria, o que quer aconteça em sua forma, o que quer que aconteça em sua cabeça, a Alegria é acessível.
Ela bate à sua porta, como Aquele a quem vocês nomeiam Cristo bate à sua porta.
Como o Apelo de Maria os porá na alegria.

Aí está para nossas palavras, não haverá outras.
Haverá, simplesmente, a Alegria, e ela é amplamente suficiente.
Não podendo abraçá-los por nossa ausência de forma fixa, nós podemos apenas atiçar o sopro da Alegria ao redor de vocês.
Nós somos Eolia.

… Silêncio…

Quer vocês chamem isso de bênção, radiância, Presença, Ausência, eu diria que nós vivemos um momento de alegria.

… Silêncio…

Nós somos Eolia, como vocês são Um conosco, apesar das barreiras aparentes para nós e para vocês, de momento, de sua forma e, sobretudo, de sua razão.
A razão não é de qualquer utilidade na Alegria.
Oh, sobretudo, não creiam no que eu digo, mas venham vivê-lo conosco.

… Silêncio…

Eu os saúdo agora, é tempo, para nós, de retornar à Liberdade.

E na leveza do Amor, eu os saúdo, então, «nós» os saudamos.
Então, eu não os abraço, mas eu os acaricio em minha eternidade.

Eu creio que é preciso dizer adeus.

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Publicado por: Blog Les Transformations 


9 comentários:

  1. Assim que vocês saem de si mesmos e são, completamente, vocês mesmos, nós estamos aí.

    Vocês querem encontrar-nos? Então, desfaçam-se de todos os seus medos, desfaçam-se de tudo o que é rígido e venham a nós com o coração de uma criança, na espontaneidade.

    A partir do instante em que vocês estão na alegria, quando não sabem porquê, há, em seu sangue, também, uma ondina que está aí.

    Nós pomos fim às memórias, nós pomos fim a tudo o que é rígido e fixo em vocês, sem que vocês o saibam, de toda eternidade. É claro, as forças de confinamento limitaram sua capacidade para deixar-nos entrar em seus líquidos.

    Só o que é rígido, só o que é problemático faz-nos deixar o lugar.

    Nós não temos qualquer vontade própria, qualquer destino ou propósito, nós apenas estamos na vida.

    Nada nos peçam, nós, estritamente, nada sabemos fazer. Nós sabemos, simplesmente, ser a Alegria, e isso nos basta, amplamente.

    Hoje, devido a circunstâncias, parece, da Terra, nós os vemos, nós os percebemos. Sua forma perturba-nos, mas nós percebemos além da forma, eu lhes disse isso.

    Nós não transformamos os lugares nem asseguramos o que quer que seja em relação à Terra. Aliás, isso limitaria nossa Alegria e, sem Alegria, eu não ouso, mesmo, pensar nisso – aliás, nós não podemos pensar nisso.

    Não nos congelem em uma forma, qualquer que seja, mesmo se vocês a vejam (uma forma). Não confiem em um nome, mesmo aquele que eu lhes dei, porque nós temos todos os nomes que quisermos.

    Nós lhes pedimos, também, se vocês se aproximam de nós, para esquecerem-se não, unicamente, do que não é a Alegria, mas, sobretudo, o que pode parecer, para vocês, ser sério em sua consciência, porque o sério, para nós, estritamente, nada quer dizer, e faz-nos desaparecer também.

    Para vocês, o tempo é chegado de viver essa Alegria, o que quer aconteça em sua forma, o que quer que aconteça em sua cabeça, a Alegria é acessível. Ela bate à sua porta, como Aquele a quem vocês nomeiam Cristo bate à sua porta. Como o Apelo de Maria os porá na alegria.

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  2. Nossa característica é a mobilidade.
    Nós não somos apegados a nada, nem à nossa forma nem a nada.
    E nós estamos por toda a parte, onde chama-nos a Alegria, ali, onde a Alegria é necessária.


    Estejam disponíveis, como nós estamos, porque a Alegria e a Leveza, que é nossa natureza, é, certamente, como vocês podem nomear, o melhor serviço que vocês podem oferecer e oferecer-se uns aos outros.


    Porque o «eu» nada quer dizer para nós.


    Nós não temos qualquer vontade própria, qualquer destino ou propósito, nós apenas estamos na vida.


    Eu terminarei por essas palavras: talvez, em algum lugar, nós somos o reflexo, em seu mundo, do Absoluto, do Último, como vocês o nomeiam, jamais congelados, jamais fixos, totalmente livres para ser essa forma ou outra forma entre nós.


    A razão não é de qualquer utilidade na Alegria.


    A senha é: “Leveza e Alegria”. E acrescentaria ainda: “Sagradas”

    Com Beleza!!!!!

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  3. Tem um filme que mostra a luta do Pai para que seu filho não veja as atrocidades que os Nazistas fizeram na Guerra, seu filho ainda na sua inocência e ingenuidade acreditou, baseado no que seu Pai apresentou, como se fosse uma peça teatral. Parece que estamos no mesmo caminho, vivemos um inferno muito grande, somos tolidos de qualquer liberdade, somos escravos do sistema financeiro, das máfias, que impõe todo tipo de perversidade para esta humanidade. Somos forçados a acreditar que alguém vai nos "salvar", mas este salvador não conseguiu sobreviver nesta dimensão sem receber todo tipo de "maldade". Então quando nos pedem para sermos alegres ou até felizes, fico um pouco ressabiado, pois conversando no meu entorno ("mini mundo"), sinto que todos tentam expressar uma alegria ou até felicidade, tipo teatral, pois acredito que muito poucos vivem realmente este sentimento.
    Para os que estão lendo há muito tempo "mensagens" de outras dimensões , estamos em pleno Palco, porém sem nada de substancial, só palavras......!
    Estamos "tomando remédio para gripe tentando curar algo muito maior", e sozinhos não vamos a lugar nenhum. Então estas mensagens, por sinal muito bonitas e elegantes, podem ser um remédio para uma Gripe !
    Daniel Branco

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    1. Oi Daniel
      Só a pureza do coração pode usufruir da leveza e Alegria sugerida pelas amadas ondinas! É um cultivo silencioso dentro do coração que vai passando para a mente e, através da inocência, toma forma sutil para sentirmos na terceira dimensão. Afinal, é estarmos vivendo na Terra e em nosso corpo físico, a abertura para as outras dimensões, especialmente a quinta, onde estivemos nos preparando para chegar e penetrar toda esta sabedoria que os Mestres nos transmitiram e tiveram a força e a perseverança e nunca desistiram de nos, pequenos cegos diante de tanta beleza! Sempre nos ensinaram e nos deram as chaves que precisávamos para abrirmos as portas que nos levam cada vez mais para a liberdade que não é desse mundo, é algo que transcende e nos eleva mesmo na presença de nosso ego espaçoso, ignorante, possessido e mesquinho! O Amor é o elemento essencial que permite essa transmutação! E podemos nos permitir viver e sentir a alegria e a liberdade mesmo estando em nosso corpo físico! É tempo de agradecermos por essas bênçãos que nos são dadas e pelos instrumentos das tecnologias modernas que nos permitem comunicarmo-nos rapidamente com essas emanações de Luz que nos tem sido dadas. Especialmente nossa gratidão a todos os amigos que participam e colaboram de qualquer forma na elaboração e tradução desse abençoado trabalho que chega às nossas vidas com precisão, depositando chaves para a abertura das portas em nossas mentes e coração!

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    2. Resposta em palavras maravilhosas e show.
      Mas quando , ainda , são só palavras, é como falar de chaves sem nunca falar do cadeado, esconder que existe um cadeado.
      Temos "ouvido falar" muito sobre muitas coisas, mas os "sabichões" da quarta dimensão devem passar horas rindo desta Humanidade, pois conseguiram que todos acreditassem sobre um "reino com um salvador". O poder destes, pode ser muito maior do que imaginamos,conseguiram "impor" uma Mente (personalidade/Ego), bem "debaixo dos nossos narizes" que faz com que fiquemos atrás da cenoura "ad eternun".
      Então pergunto de quem foi esta ideia , é de um Deus, igual aos deuses da antiguidade ou acima disto existe algo muito Superior, em tudo ?
      Daniel Branco

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    3. Oranice Lisboa, Rendo Graças por suas sábias e INSPIRADAS palavras!
      "O Amor é o elemento essencial que permite essa Transmutação!E podemos nos permitir viver e sentir a Alegria e a Liberdade mesmo estando em nosso corpo físico!"
      Voltemo-nos para dentro, onde encontraremos a Luz que Somos, e o trabalho do Fogo Ígneo em nossos corpos! E nada externo nos tirará a Paz.

      Em União, no mesmo Amor e no mesmo Coração!!!

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  4. Conjugo com todas as colocações acima, pois apresentam bastante pertinência, nos correspondentes aspectos abordados. Contudo, e sobretudo, ainda acrescentaria: "ESTAS MENSAGENS NÃO SE APLICAM EXATAMENTE, E ESTÃO LONGE DE SE LIMITAREM, À COMPREENSÕES PESSOAIS. ATÉ POR SEREM VERDADEIRAS, E DE DIMENSÕES ACIMA DO VÉU, E ACIMA DOS "sabichões" da quarta dimensão, JAMAIS PODERIAM SE EXPRESSAR EM REALIDADE, EM MUNDOS FALSIFICADOS COMO O NOSSO, ESSENCIALMENTE CONDICIONADOS QUE SÃO, CUJA LINGUAGEM, POR EXEMPLO, É A PRÓPRIA CHAVE E O CADEADO DESTA FALSIFICAÇÃO E CONDICIONALIDADE. BEM, É IMPOSSÍVEL TER OLHOS DE VER E OUVIDOS DE OUVIR, SEM O FACE A FACE, E SEM A TRANSCENDÊNCIA DAS PALAVRAS, E SEM O DESAPARECIMENTO DA PESSOA. DE FATO, A DEPENDER DA COMPREENSÃO DESTA HUMANIDADE, SERIA NECESSÁRIO MAIS DOIS MIL ANOS, E MUITO MAIS, E TEMPO SEM FIM, PARA QUE A VERDADE VIESSE A SER DESSE MUNDO. MAS, PELA GRAÇA, SEGUNDO ESTAS MENSAGENS SINGULARES, VIRÃO O ASTRO CELESTE, AS TROMBETAS, O APELO INDIVIDUAL E COLETIVO DE MARIA, A ESTASE, OS TRÊS DIAS, OS 132 DIAS, A LIBERAÇÃO E A ASCENSÃO; SEM O QUE, TUDO O MAIS QUE POSSA SER COGITADO, NÃO PASSARIAM DAS MESMICES DO VELHO CONFINAMENTO, TÃO ARRAIGADO E AINDA TÃO A GOSTO DE TANTOS".

    ASSIM, QUE VENHAM OS EVENTOS PROFETIZADOS, JURADOS E PROMETIDOS, PARA ESTES TEMPOS; POIS DO CONTRÁRIO, A LUCIDEZ CONTINUARÁ SENDO PRIVILÉGIO APENAS DAQUELES QUE NÃO FOREM MAIS DESTE MUNDO, TÃO BEM REPRESENTADOS, E ILUSTRADOS, E EXEMPLIFICADOS NA ENCARNAÇÃO DO NAZARENO CELESTE.

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