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13 de ago de 2010

ANAEL - 13 de agosto de 2010

Mensagem publicada em 22 de agosto, pelo site AUTRES DIMENSIONS.




Áudio da Mensagem em Francês

Link para download: clique aqui


Eu sou Anael, Arcanjo.

Bem amados Filhos da Luz, que A Fonte os preencha de Graça.
Eu venho, nesse espaço, hoje, para falar e Vibrar sobre alguns conceitos e algumas Vibrações, simultaneamente, relativos à Verdade, ao Coração e ao Amor.

Como eu lhes disse, a Verdade pode ser absoluta ou relativa.
Na Terceira Dimensão dissociada, local em que sua consciência exprime-se, a Verdade absoluta não pode existir.
A verdade é, portanto, relativa.
Realmente, o mesmo fato, o mesmo evento pode ser visto de uma variedade de pontos de vista, sabendo-se, pertinentemente, que o ponto de vista modifica, já, o que é observado como fato.

Esse princípio é, hoje, perfeitamente reconhecido em seu mundo, pela física, em que o próprio observador modifica o que é observado, chegando, por aí, a uma lei conhecida na ilusão, denominada princípio de incerteza, de Heisenberg, que enuncia, muito simplesmente, que uma partícula pode estar presente em dois lugares, simultaneamente.
Isso corresponde, perfeitamente, ao próprio princípio da existência da matriz e da Dualidade da matriz, que os faz, sistematicamente, considerar um ponto de vista e seu contrário, segundo o princípio de análise dual da matriz, constituído e presente mesmo em seu cérebro, que os impede de ver, de perceber e de Vibrar em meio à Verdade absoluta pertencente aos mundos Unificados.

O contato e a ressonância, em seu Coração, da Existência e do Ilimitado, fazem ressoar e Vibrar o Coração e a Coroa Radiante do Coração.
A partir desse momento, um ponto de vista não é, jamais, fixado como sendo branco ou preto, bem ou mal.
É o momento em que o observador não pode mais modificar o que é observado, que faz cessar, instantaneamente, a lei de Dualidade ou lei de Ação / Reação, que explica e materializa, mesmo na matriz, a lei de Ação de Graça, que substitui, pelo Fogo, a Ação/ Reação.
O ponto de vista Unitário torna-se, então, neutro, sem efeito sobre o que é observado, se não aquele próprio à Inteligência da Luz, que sobrevém nesse momento.
Naquele momento, não há mais verdade relativa.
Não pode mais, portanto, exprimir-se ou manifestar-se Dualidade nem, tampouco, falsidade.

Tendo tocado (pela Graça da Unidade, pelo Fogo do Coração) a Verdade absoluta, o que acontece e flui nos mundos dissociados não pode mais ser afetado por qualquer julgamento de valor, de verdade relativa, de verdade falsa, mas sim, unicamente, da Verdade do Amor que, naquele momento, vê do mesmo ponto de vista e da mesma Consciência, o que participa da verdade relativa, como da verdade falsa, sob o mesmo ângulo Unitário.
Esse ângulo Unitário não é mais um ponto de vista limitado, mas, sim, um ponto de vista que eu qualificaria, em palavras, de panorâmico, não exclusivo, mas inclusivo, em que o “bem” e o “mal”, a Verdade e o “falso” não assumem mais, de modo algum, uma coloração e um peso tal como é definido na Dualidade, elevando sua Consciência e sua Vibração no Fogo do Coração.
A Verdade do Coração e do Amor se impõe, então, Interior e exteriormente.
Os eventos e os fatos não são mais, então, vistos sob o ângulo limitado, mas em seu aspecto Ilimitado, bem além do jogo da Sombra e da Luz, do “bem” e do “mal” e da distância.

A Consciência eleva-se, então, na Unidade.
Nenhum julgamento de valor pode, então, manchar a Inteligência da Luz com a qual vocês ressoam e com a qual vocês fazem apenas Um.
Isso, é claro, não pode estabelecer-se, inteiramente, na trama do tempo, em um instante.
Trata-se de uma ressonância que se instala em um desenrolar conduta temporário, mas que deve, no término, diferente segundo cada ser vivente, de maneira autônoma, seu Fogo do Coração, estabelecer-se duradoura e definitivamente.
Dito em outras palavras, é o que pôde expressar-lhes o Melquisedeque da Terra, Mestre Philippe de Lyon: a visão do ego e da Consciência do ego é fragmentária e ilusória (*).

A própria escala de valor do “bem” e do “mal”, é definida apenas na escala de valor da ilusão.
A Luz não é nem “bem” nem “mal”.
Ela é “bem” e “mal”, bem acima do “bem” e do “mal”: ela É.

Situando-os no ser, na Existência e na Vibração do Fogo do Coração, a Verdade é estabelecida de maneira Unitária e, portanto, absoluta.
Discriminar, discernir, estabelecer um julgamento de valor sobre si, sobre um fato relativo a Si, sobre um fato exterior a si e, sobretudo, sobre um fato histórico não tem mais qualquer sentido, nem qualquer direção, para o ser estabelecido na Verdade.
Há portanto, realmente e em Verdade, ausência de julgamento.
Toda visão que quer discriminar e, sobretudo, ali atribuir um valor, é apenas um quadro de referência fechado e, portanto, fragmentado.

A Verdade é Una, ela os liberta, inteiramente, do que fazem as leis da matriz.
Seu corpo, é claro, ali é submetido por sua própria presença.
Mas o estabelecimento de sua Consciência na Existência, Presença Vibrante, faz com que sua Consciência escape da gravidade e do âmbito do corpo, não para evadir-se em uma ilusão outra e fechada, mas, sim, para estabelecer-se na Verdade do Coração e na Verdade do Amor.
Houve inúmeros seres humanos encarnados, por toda a superfície dessa Terra, que viveram lampejos de Unidade, que permitiu a eles exprimirem, mesmo sem vivê-las, as Verdades do Espírito.

Querer julgar de “bem” e de “mal” é uma ilusão a mais, fragmentada e que os fragmenta de sua Unidade, que os afasta dela.
Não julgar não é, tampouco, passar de um extremo ao outro, mas, sim, integrar os extremos.
Onde?
No Centro.
O Centro é Fonte, o Centro é Coração, o Centro é Unidade.
É nele que se resolvem os extremos.
O conjunto de extremos que é, então, contido no movimento.
O Centro permanece imóvel, porque Fonte.

Assim se estabelece em vocês, pela passagem da Cruz, o princípio de Unidade, de Unificação, o princípio de resolução da Roda na Roda.
Isso é, antes de tudo, uma vivência Vibratória porque, se isso é adotado em palavras, sem vivê-lo em Espírito e em Vibração, isso permanece fragmentário.
Isso permanece, certamente, uma virtude que vocês poderiam denominar teologal, mas não vivência.
Isso seria, então, uma projeção de um quadro de referência, certamente idealizado, mas não seria, em caso algum, a capacidade para Vibrar e viver na Unidade.

A Unidade e a Verdade não estão em outro lugar que não em seu Coração.
Nós dissemos, seguidamente, que, no Coração, não há pergunta, nem resposta.
Há Ser.
Tudo, em seguida, absolutamente tudo, vai fluir daí.
A própria questão que poderia parecer a mais vital, que requer uma resposta, afasta do ser e reforça o caminho, que mantém e cria a ilusão de um caminho que se desenrola em um tempo denominado evolução, enquanto a Existência não é evolução, mas transformação.

A evolução seria o aprendizado, o discernimento do que é “bem” ou “mal”, em si, ao redor de si e no mundo.
Mas o mundo não é a Verdade.
A Verdade está fora do mundo e, entretanto, esse mundo deve voltar à Verdade.
É preciso, portanto, transformar-se para, literalmente, levar e conduzir o mundo à Unidade.
Enquanto há vocês e há o mundo, não há Unidade.

A Unidade não é o que se crê, o que se pensa, não é nem o "bem", nem o "mal".
A Verdade é ressonância, confiança, identificação à Fonte.
A ligação e o liberador é a Luz Vibral.
Apenas há completude na Unidade.
O mundo da ilusão, como o proclamam algumas tradições, é Maya.
Sua Consciência apenas faz ali se projetar e ali está, portanto, limitada, não por sua vontade, não, tampouco por sua culpa ou sua responsabilidade.
Não há, aliás, responsabilidade, culpa a procurar.
Isso, também, seria Dualidade.

A insistência com a qual os Arcanjos, como os Anciões, como as Estrelas de Maria lhes falam do Aqui e Agora é que a chave está Aqui e Agora.
Ela não pode estar em outro lugar que não Aqui, em vocês, e Agora, imediatamente.
A própria questão não está mais no Agora.
O outro não está mais no Aqui.
O próprio princípio de projeção da consciência, na Ilusão, concorre a ocultar-lhes as outras virtudes.
O próprio corpo (físico, de carbono, denso) participa, em sua globalidade e não em seus constituintes, da Ilusão da Dualidade, que funciona assim, por golpes antagonistas e complementares.
O lado esquerdo, o lado direito
Os órgãos pares.
Tudo isso é uma representação, uma imagem, como vocês sabem, refletida e não Vibral.
Apenas aceitando e materializando, na imagem e, portanto, na projeção, a Luz Vibral, é que se pode resolver a equação.

Nenhuma verdade relativa ou verdade falsa poderá permitir-lhes ir ao Coração.
Elas podem, no máximo, afastá-los ou aproximá-los dele.
Mas o afastamento ou a aproximação não é a Verdade absoluta, mesmo se, na dinâmica da aproximação do Coração possa existir uma exaltação.
A exaltação não é a Alegria.
A Alegria é Ser.
A exaltação é tensão para o Ser, mas não é o Ser.
E a tensão para o Ser, definitivamente, afasta do Ser.
Isso pode ser uma experiência.
O Ser não é uma experiência, é um estado.
Um estado da matéria e um estado da Consciência, no qual a matéria não reveste mais a mesma densidade.
Um estado no qual o Espírito não funciona mais de maneira fragmentária, pela eclosão, no Ilimitado, de virtudes chamadas espirituais, mas que serão, antes de tudo, virtudes do Ser estabelecido na Unidade.
Eu diria, mesmo, estabelecido na Tripla Unidade, que revela e desvenda o Mistério da Cruz, o Mistério da Tri-Unidade, o Mistério dos 12 e dos 24.

A matriz aprisionante excluiu algumas leis.
Houve, realmente, alteração da Criação e não Criação, como querem ensinar-lhes as verdades históricas falsificadas, que atribuem a Criação a um instante e que atribuem à Criação, mesmo no mundo falsificado, uma evolução.
Mesmo se existam Unidades de Consciência, jamais uma assembleia de Unidades de Consciência pode criar um Espírito, no máximo pode ser uma forma, na qual um Espírito pode ser inserido e enganado e fechado.
Essa é, de qualquer modo, a situação, atualmente.

O Espírito desperta pela Vibração.
Ele descobre, ele desvenda, mais exatamente, a Verdade absoluta, o que alguns de seus pensadores chamaram de ilusão ou de presunção desse mundo, em que um princípio de causalidade governaria o conjunto.

Mas onde está a causa e onde está o efeito?
A Verdade é Vibração, ela não é nem causa, nem efeito.
Ela É.
Estabelecer-se no Ser é, portanto, parar o tempo, parar os tempos, parar, mesmo, a Dualidade em meio aos mecanismos, quaisquer que sejam.
É entrar na Verdade absoluta, entrar na Luz, não a luz de alternância Sombra/Luz, luz refletida, mas entrar na Luz da Vibração, que existe apenas ao Centro: no Coração.

Nenhum "bem", nenhum "mal" pode existir sozinho, no Centro, porque Princípios estão presentes (do mesmo modo equivalentes e que são manifestados, que fazem falta na ilusão): Princípio de Unidade, Princípio Crístico, Princípio, como eu o chamei, Hic e Nunc (Aqui e Agora), Princípio Alfa e Ômega (e outros, certamente), cujo movimento é assegurado pelos quatro constituintes dos quatro Elementos.

A reunificação, na Unidade, apenas é possível pela Unidade.
E a Unidade não existe nesse mundo, uma vez que ele é, justamente, cortado da Unidade.
Não há, portanto, resposta no mundo, mas, unicamente, em outro lugar, lá, onde está a Unidade.
Mas convém, então, transportar o mundo para a Unidade.
É no que o conjunto desse Sistema Solar está ocupado, nesses tempos que vocês vivem.
Sair do tempo e, portanto, destruir a Ilusão do tempo.
Isso apenas se pode fazer pelo Centro, apenas pela Verdade e pelo Coração.
Verdade não pertencente a esse mundo.

É preciso, se tal é seu desejo, portanto, aquiescer à Unidade que não é desse mundo, aquiescer a uma Luz que não pode ser fechada nesse mundo, aquiescer à morte do que não é a Unidade.
Em outros termos, eu poderia chamar a isso renúncia.
Renúncia à ilusão.
Renunciar, como diriam os Orientais, ao apego, à ilusão.
Isso não quer dizer, eu repito, deixar a ilusão, mas ter renunciado a todos os apegos, não pelos atos, unicamente, mas em Verdade.

É o preço, segundo as expressões desse mundo, a pagar, para ser livre.
É preciso renunciar às suas próprias cadeias para ser livre.
A cadeia, como vimos, as cadeias, são procedentes, antes de tudo, de crenças, sem exceção, de projeções, sem exceção, de relações, sem exceção, de tudo o que é incompleto, de tudo o que é Dual, sem exceção.
Isso é muito simples, mas terrivelmente complicado para o Dual, que só funciona na equação "bem"/"mal", verdadeiro/falso.
Tanto mais que as ferramentas criadas pela necessidade da ilusão (mental, emoção) e não corpo que existia antes da falsificação, estão aí para, justamente, impedi-los de ir para isso.
É o papel e a função deles (mental, emoção).
Portanto, eles, estritamente, não podem ser-lhes de qualquer ajuda.
Vocês não podem, portanto, contar com eles, jamais, porque, mesmo se eles lhes dão a ilusão deles, é exatamente o inverso que eles produzem.
Esse princípio, eu o chamei "Abandono à Luz".

A Luz, por sua Inteligência que trabalha em vocês, se vocês a deixam trabalhar na desconstrução, depois, na dissolução do que não é Unidade, permite, então, tornar mais leve o ego, a personalidade.
Em seguida vem, somente naquele momento, o que eu chamaria de última Crucificação, a última passagem de Cruz, o retorno final ao Centro, etapa de seu tempo, se é seu desejo, esse desejo que não é um desejo, mas a expressão de um impulso da alma, verdadeiro.

O único problema, e ele é enorme para a Dualidade, é que, a um determinado momento, esse mundo vai, ele também, para a Unidade e a questão (que é um abismo quando se aborda do ponto de vista da Dualidade), é: "o que vão tornar-se aqueles que tiverem decidido, em plena consciência ou sem consciência, permanecer sobre esse mundo que não estará mais nesta Dimensão, mas em outro lugar?
É nesses termos, de algum modo, na linguagem da Dualidade: a vida é um beco sem saída.

Como fazer com que vocês possam abordar, mental e emocionalmente, a transformação?
O que explica, neste espaço, para muitos, a ressurgência de atividade mental, a ressurgência de emoções que não são uma regressão, nem uma progressão, mas a colocação na Luz, para acolher como tal.

Vocês não são essas emoções, vocês não são esse mental, vocês são um Espírito Unitário.
Vocês são a Luz e vocês são Sementes de Estrelas.
Não há, portanto, que se colocar a questão de valor suficiente ou insuficiente, de "mal" ou de "bem".
A Verdade do Coração é independente desse mundo, de seu mental, de suas emoções.
Vocês têm, portanto, que conduzir, não um combate, porque o combate é, por Essência, dual (é preciso um adversário), mas vocês têm que, ao invés disso, justapor, depois, identificar-se.
Não há aí qualquer jogo de palavras, mas, sim, uma realidade, uma Verdade absoluta.
Vocês são a Luz e vocês são a Vibração, vocês são a Coroa Radiante, vocês são o Sol e, viver isso é o retorno à Unidade e à Alegria, até o Samadhi, momento em que o Coração da Unidade, o Canto da Unidade está presente, em vocês, porque vocês são isso.
É preciso, também, aceitar não mais jogar a Dualidade.
A Dualidade é, também, procurar, no exterior, uma causa ou um efeito.

Certamente, como o dissemos, Consciências, partículas novas, derramam-se até vocês, mas elas apenas estão aí para mexer com vocês para, aí também, permitir-lhes fazê-las suas.
Não é preciso, portanto, nem culpar, nem se identificar.
Vocês não são suas emoções, vocês não são seu mental, vocês nada são do que os fizeram crer.
Vocês são um Templo Interior e o corpo o é, em Verdade.
O que é necessário é, portanto, a capitulação, único modo de penetrar a Alegria, a Verdade, o Coração e o Amor.
O resto são apenas ocupações, ou, em sua linguagem, hipocrisias, que lhes dão a ilusão de existir e que os afasta do Ser.

Vocês não são nem seus medos, nem qualquer de suas projeções.
Vocês são a Eternidade.
Vibrando no Coração é, realmente, o que vocês são.
Algumas visões de Aborígenes australianos dizem que vocês vivem o tempo do sonho.
É exatamente assim que é preciso conceber sua vida, mas não com apatia, com seriedade, não na seriedade que gera peso ou que torna triste, mas aí, desta vez, no sentido de sua responsabilidade.
Responsabilidade de responder e de ressoar à Promessa que vocês fizeram e que os fez esquecer, no Juramento que lhes fez a Fonte e o conjunto de Forças da Luz Vibral, de voltar.

Ainda é preciso que isso ressoe como a Verdade Absoluta, não como uma ideia ou uma concepção, mas, sim, realmente, como uma Vibração.
Então, naquele momento, vocês serão livres e Unificados.
Sua própria vida, na ilusão, mudará completamente.
Vocês se tornarão, naquele momento, o que vocês são, em Unidade e em Verdade.
Alguns seres, nesse momento, que se exprimem entre vocês, vêm procurá-los nas últimas pregas de Sombra nas quais vocês estavam escondidos.
Mas a Luz está aí.

.. Efusão de energia ...

Assim como vocês apreenderam e compreenderam, a totalidade dos elementos da Luz Unitária está em vocês: Maria, Miguel, a Fonte, os Arcanjos.

Permitam-me nos fazer comunicar, juntos, e esse será meu modo de agradecer-lhes por sua escuta, Vibrar, juntos, isso: Unidade, Verdade, Ki-Ris-Ti.

... Efusão de energia ...

Na Paz e no Amor do Único e do Cristo, Anael lhes diz, até breve.


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(*) – Mensagem do Venerável PHILIPPE DE LYON (04.08.2010:
http://leiturasdaluz.blogspot.com/2010/08/philippe-de-lyon-4-de-agosto-de-2010.html

Tradução para o Português: Zulma Peixinho
Revisão: Célia G.

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