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22 de nov de 2014

GEMMA GALGANI (por Christine) – 22 de novembro de 2014


Eu sou GEMMA GALGANI.
Irmãos e irmãs na humanidade, minha presença em vocês, ao seu lado, é aquela de minha vibração, a vibração da Unidade, aquela que é a mais próxima de CRISTO, aquela que é a mais próxima, também, de MIGUEL.
Eu sou, de certa forma, a ponte de CRISTO a MIGUEL e, também, em vocês, uma ponte que vocês devem tomar, embora ela não exista, a Unidade.

Eu tive a oportunidade, durante numerosos anos, de dar-lhes a apreender, a compreender, a experimentar o que pode ser a Unidade, em meio à dualidade.
Essa aspiração à Luz, essa aspiração a Cristo, que os faz reencontrar uma Alegria sem motivo, uma Paz a nenhuma outra similar, um espaço de resolução no qual não pode mais existir o menor antagonismo, nem a menor oposição.

Para os que dentre vocês tiveram a oportunidade de receber minha Presença, ou minha ação, geralmente através de um véu branco de Luz, é o que lhes tem mais permitido experimentar, de algum modo, o sentimento da Unidade, a compreensão da Unidade, mas, também, sua vivência, por episódios, por instantes, ou de maneira definitiva.
Essa Unidade é aquela que os faz transcender a lei da dualidade, a lei do antagonismo e da oposição.

A Unidade confere a Paz, confere a calma, confere a vacuidade do que faz, habitualmente, a organização, a gestão e o desenrolar de suas vidas nesse mundo.
A Unidade não é um conceito, mesmo que possa sê-lo.
A Unidade não é uma oposição à dualidade.
A Unidade é respirar e viver a Alegria, a leveza, a facilidade, na qual nada mais preenche o espaço da consciência que não a Luz, expressa por algumas de minhas Irmãs e alguns de meus Irmãos anciões, por essa Infinita Presença ou essa Última Presença.
Mas tornar-se a Paz, tornar-se Um não é ir de uma ao outro, é sê-lo, a cada minuto, a cada respiração, a cada momento, a cada encontro, a cada instante.

A Unidade, da mesma maneira que o que foi nomeado o Absoluto ou o Último, não é uma espécie de linha de chegada, nem uma linha de destinação, mas bem mais um estado que se estabiliza, cada vez mais, ou que se afasta, cada vez mais.
Claro, havia marcadores, e o primeiro deles, durante esse período desde, eu diria, quase um ano, é a porta Unidade, aquela que está em seu corpo, que é a Porta do Espírito, situada, eu os lembro, acima da mama esquerda.
Essa Porta Unidade que é minha vibração e que é, portanto, também a sua.

No momento em que o Canal Mariano desliza e penetra em vocês, pode ser que tenham sentido dores ou um desconforto, nessa região de seu Templo.
Essa Porta Unidade faz parte, talvez, como vocês sabem, do que foi nomeada, por muito tempo, a nova eucaristia.
Essa Unidade, quando ela é vivida, e não apenas no sentido de uma experiência, mas na totalidade de cada respiração e de cada instante, confere-lhes e dá-lhes a Paz, a Paz em vocês, mas, também, no que emana de vocês.
A Paz é, também, o momento em que você não se torna indiferente ao mundo, em que você não se desvia do mundo, mas em que todos os véus desse mundo são retirados, para restituí-los à sua clara visão, aquela de si mesmos, aquela da Alegria, aí, onde respira o Espírito, tanto em seu Fogo, como em sua Água, sua Terra e seu Ar, ao nível dos elementos, é claro, que nada mais têm a ver com os elementos, tais quais vocês os têm vivido nesse mundo, mas elementos magnificados, quer sejam chamados Cavaleiros ou pelos nomes dados pelo Comandante dos Anciões, Hayoth Ha Kodesh.

Pouco importa o nome; o que importa não é nomear, o que importa não é compreender, mas o importante é dar, dar-SE, mas a quem vocês se dão?
Não ao outro, não a uma autoridade exterior a si mesmos, mas, sim, a CRISTO.
E, quando eu falo de CRISTO, não se preocupem com as palavras, eu já o disse, quer vocês chamem de LUZ, quer vocês chamem de SOL, qualquer que seja a representação, a história, ou a manifestação que, para vocês, evoque, de algum modo, essa absoluta brancura, essa absoluta pureza.

A Unidade é a manifestação da vida que não está mais confinada ou presa a qualquer conceito, a qualquer ideia, a qualquer suposição e a qualquer interrogação.
Seja isso ou aquilo, é não mais ser afligido por qualquer peso, ao mesmo tempo permanecendo presente nesse peso e nessa densidade, mas magnificado e transformado, não por sua vontade, mas pela vontade da Luz, pela vontade de CRISTO, chame-a como quiser, e essa vontade do céu não é mais uma vontade no sentido humano, é uma evidência, uma evidência e uma transparência, algo que irá conduzi-los a fusionar consigo mesmos, entre o Eterno e o efêmero, entre vocês e os outros, entre vocês e nós, entre vocês e os Anciões ou vocês e os Arcanjos, até o momento em que tudo isso se dissolva na mesma Unidade, na mesma consciência, se ouso exprimir-me assim, lá, onde não existe qualquer separação, qualquer divisão, qualquer antecipação, qualquer projeção, qualquer história, qualquer sofrimento, se não é essa mordida do Amor que os consome no Fogo por CRISTO e por mais nada.

Nesse espaço, não há lugar para qualquer luta, não há qualquer espaço para a dualidade, não há qualquer espaço para a sombra, porque a Luz e o Branco preenchem tudo, não deixando qualquer sombra, não deixando transparecer qualquer desvio.
É, também, a transparência do cristal, é a dissolução da alma, seu desaparecimento em favor do Espírito.
Isso abre, em você, todos os possíveis, todos os possíveis que não precisam ser manifestados ou atualizados, porque você representa, você sozinho, a soma de todas as experiências desse mundo, como de qualquer mundo.

A Unidade é o sorrir à vida, o sorrir à Eternidade, o sorrir, também, ao que aparece como dual e Duplo, quer sejam as forças de oposição, as forças de sedução ou as forças de confinamento desse mundo, pouco a pouco, toque a toque, etapa por etapa ou de maneira violenta, vocês concluíram, por aquilo que viveram, certo número de coisas.
A Unidade conduziu-os às portas da Eternidade.
A Unidade conduz vocês a essa transparência, a essa Humildade, a essa Simplicidade, é claro, mas, também, a esse famoso desaparecimento.
A Unidade é, antes de tudo, irremediavelmente ligada ao que foi nomeado, entre nossas Irmãs orientais, o Si ou o Atman, se vocês preferirem, de Atman a Brahman, à energia de Brahma.
A Unidade é, portanto, leveza, mas, também, um espaço não fechado, no qual não há mais lugar para assentar a menor sombra, a menor memória, o menor futuro, porque tudo é resolvido no momento que o Arcanjo Anael nomeou Hic e Nunc, o Aqui e Agora ou o instante presente, se vocês preferirem.

A Unidade dissolve o que deve sê-lo e dissolve, sobretudo, o que pode freá-los pelas resistências, de qualquer natureza que seja, a fim de deixar todo o lugar ao Amor, não para acolher o Amor, mas, bem mais que acolher a CRISTO, tornar-se Ele mesmo, por um ato de fusão, de casamento, que evoca, certamente, o casamento místico, o casamento místico com seu corpo de Existência, com sua mônada, com Maria, comigo, é apenas a resolução de suas próprias resistências, de seus próprios medos e, como diria o Comandante, há medo ou há Amor.
Não pode haver, aí, os dois, e cada vez menos.

Mas, se há medo, ele está lá e ele surge apenas para fazer tomar consciência dessa famosa distância que pode, ainda, existir entre o Eterno e o efêmero, entre a lagarta e a borboleta, mas essa própria distância, vocês o sabem, é apenas uma ilusão construída pelo ego e pela separação, para manter, nesse mundo no qual nós colocamos os pés e no qual vocês ainda colocam seus pés, manter a dualidade, a alternância de sofrimentos e alegrias, a alternância de doença e saúde, tudo o que vocês conhecem como mecanismos de alternância, mesmo na alternância de suas noites e de seus dias e de suas estações; existe, no interior de vocês, a mesma alternância.

É essa alternância que deve modificar-se, radicalizar-se, depois, desaparecer.
É, também, o momento em que a Terra cessará seu movimento.
Isso lhes foi enunciado de diferentes modos e por diferentes vias.
Existem várias explicações, mas as explicações, em si mesmas, estão aí apenas para tranquilizar, para engajar, de alguma maneira, o que vocês são para ir aonde vocês são realmente, não no que passa, não no que trespassa, mas, bem mais, no que nada conhece de tudo isso.
A Unidade é, também, de algum modo, a estabilidade, não nesse mundo, é claro, mas a estabilidade que é forjada pelo contato com o Espírito, permanente e cada vez mais intenso.

O encontro com a Luz, seu encontro e seus múltiplos encontros com a Luz construíram uma espécie de quadro, por pequenos toques de diferentes cores, de diferentes impulsos, de diferentes luzes, de jogos de sombra e luz.
A Unidade seria como um quadro no qual não existe qualquer sombra, nem forma, e, no entanto, no qual tudo está incluso como em um grande todo, mas o quadro, nesse mundo, não é a Verdade.
Ele é apenas uma projeção sobre uma tela ilusória de algo que faz apenas que passar e trespassar.

Minha vibração, minha Presença são-lhes adquiridas, uns e outros.
Se, em vocês, parece manifestar-se o sentimento de ser duplo, quer dizer, ao mesmo tempo esse ser eterno e esse ser efêmero e, às vezes, de combater você mesmo entre esses dois aspectos de si mesmo, então, minha vibração, pela porta Unidade e pelo Canal Mariano é a ocasião de permitir-lhe transcender tudo isso, no interior de vocês, não por qualquer vontade, não por qualquer Abandono, mas, bem mais, pela vivência do instante presente, no qual tudo se desenrola simultaneamente, tanto nesse mundo como em outros.

A Unidade não tem de ser adotada como conceito nem como pensamento, nem como afirmação.
A Unidade decorre, diretamente, de sua Humildade, de sua Simplicidade e, é claro, de todos os processos vibratórios que são mostrados a vocês, mais ou menos intensamente, durantes esses anos.
Nós os temos chamado, frequentemente, os Filhos da Lei do Um, sementes de estrelas e de outros nomes, porque nenhuma Unidade pode subsistir, de maneira evidente, nesse mundo, de forma manifestada no exterior, mas é perfeitamente possível no interior, o que lhes permite, justamente, transcender essa distância, essa barreira ilusória entre o interior e o exterior.

Essa Unidade, acompanhada da Humildade vai, então, permitir a vocês ver claramente,  ver claro em vocês, como no quadro que se desenha e que vocês pintam por toques, que representa o conjunto de sua vida nesse quadro  ou nessa prisão, se preferem.

A Unidade é um estado de Alegria que contribui para o estado de Graça, que concorre, também, para o espelhamento porque, dessa confrontação entre vocês no efêmero, e vocês no eterno, manifestam-se evidências, mas, também, resistências.
O que quer que se desenrole, evidências ou resistências, não lutem, não resistam mais ao que é.
Contentem-se em deixar-se viver o que se vive, porque vocês não são o que se vive.
Vocês não podem ser o que se vive e ser A Vida.

Ser a vida não é viver a sua vida, é deixar-se viver pela Luz, e isso não é, de modo algum, repouso.
Está longe de ser um ato de covardia ou mesmo um ato de bravura.
É antes de tudo, eu diria, esse último abandono, essa transcendência, ou mesmo essa resiliência que lhes permite não ignorar, mas superar e transcender, não por um esforço, não por uma intervenção exterior ou interior, mas, sim, aí também, pelo sentido da evidência.

Numerosos nós temos sido a falar-lhes e informar-lhes da evidência da Luz e da evidência da Unidade.
Numerosos nós temos sido a dar-lhes nosso caminho e nossa vivência, não para que vocês se identificassem, mas, talvez, para dar-lhes a ver o conjunto de possíveis, o que eu poderia nomear os doze caminhos ou os vinte e quatro caminhos, o que vocês encontram em algumas tradições primordiais, antes de serem alteradas.
É, se vocês preferirem, o que se chamam as vinte e quatro trilhas da Luz, como os vinte e quatro Anciões ou como as doze Estrelas, como as doze Portas em seu corpo e como as vinte e quatro portas de seu corpo.
Esse conjunto de doze e vinte e quatro reconstitui a Unidade, disso vocês sabem.

Eu os remeto, para tanto, ao que foi dito, há muitos anos, pelos guardiões do intraterra, na obra nomeada «Humanidade em Evolução».
Foi necessário, de certa forma, traçar um caminho, para dar-se conta de que não há caminho.
Deve-se, ainda, percorrê-lo para ver até o fim.
A Unidade é, também, como uma pincelada num quadro, como recolher pedaços espalhados, os diferentes fragmentos de si mesmos no efêmero, como de si mesmos na Eternidade.

É sair da fragmentação, sair da compartimentação, sair do confinamento, mas cuidado para não querer estabelecer esse cessar de fragmentação, esse cessar de compartimentação nesse mundo, porque seu reino não é desse mundo.
Eu diria mesmo, que a Unidade não é desse mundo, mesmo se alguns de nós, das Estrelas, dos Anciões e de outros desconhecidos tenham transcendido esse mundo e vivido a Unidade.
Mas esse mundo, em suas leis, não poderá, jamais, viver a Unidade.
Deem-se conta da impossibilidade de viver essa Unidade em escala coletiva, enquanto há fragmentação, enquanto vocês não estejam reunificados uns aos outros e consigo mesmos e com CRISTO.

CRISTO disse: «Meu reino não é desse mundo».
Ele lhes disse, também: «Vocês estão sobre esse mundo, mas vocês não são desse mundo ».
Será, contudo, que vocês rejeitam a Terra em sua essência?
Não.
Mas vocês não esquecem nem sua MÃE, nem a FONTE, nem seu PAI.
Não é um ou o outro, é um e o outro.
Fundir-se na mesma resolução e na mesma Unidade.
Se vocês estão na Unidade, a maior parte do tempo, o estado de Unidade instalar-se-á não apenas nos momentos de Samadhi, ou seja, de interiorização, mas sim, mesmo na manifestação nesse mundo, qualquer que seja o lugar em que vocês portam seus passos e seus pensamentos.
É jamais esquecer, a cada inspiração e a cada expiração, dessa Eternidade, CRISTO, se preferem.

A Unidade é também uma doação e como tal, vocês devem ser, vocês mesmos, a doação.
Eu não falo, é claro, de qualquer doação.
Eu não falo de doações ligadas à matéria, mas falo da doação de seu Espírito e de sua alma à Eternidade.
Essa doação de si mesmos enquanto pessoal, pessoa efêmera.
Por fim à fragmentação é não colar novamente os pedaços para deles formar um todo harmonioso.
É, sobretudo e antes de tudo, fazer desaparecer a compartimentação.
Reencontrar a Unidade é não, unicamente colar novamente os pedaços, mas colocá-los em sintonia, fazê-los funcionar com a mesma Respiração, a mesma Verdade, o mesmo impulso e o mesmo Fogo.

A Unidade, assim como a Infinita Presença ou Última Presença levou-os, se posso dizer, às fronteiras do que vocês são.
A Unidade não pode, em caso algum, opor-se à dualidade, caso contrário, ela se torna, ela mesma, dualidade.
Não há alternativa e outra possibilidade que não essa.

Então, durante o espaço e o tempo em que estamos reunidos, hoje ou em outros dias, nós vamos fundir na Unidade que é, eu os lembro, um dos três componentes da Nova Trindade ou nova eucaristia.
A Unidade é, de qualquer forma, o ponto central do qual se constrói o plano da Eternidade.
A Unidade é leveza, eu lhes disse, eu o repito.
Essa leveza poderia ser traduzida por palavras de conotação mais oriental, que se poderia chamar a vacuidade.
É o espaço no qual não há nem pensamento, nem emoção, nem reação ao que quer que seja.
Isso não é, contudo, o desaparecimento, mas é o que lhes permite conduzir vocês mesmos, em acordo com a Fluidez da Luz, com a Graça e, sobretudo, com a Alegria.

A Unidade vive-se.
Ela os preenche de Alegria, ela os satura de Alegria, ela pode dar-lhes, por vezes, a impressão de voltar a fragmentar-se, mas não é uma fragmentação, é um desaparecimento.
Não resta mais, como após uma fragmentação, um conjunto de pedaços, mas resta apenas um todo que é bem mais do que a soma das partes, uma vez que ali está incluso, naquele momento e somente naquele momento, a totalidade de CRISTO.
Retenham essa noção de leveza e de evidência.

A Unidade dá-lhes a ver sua própria atividade na Ilusão, na dualidade.
Ela lhes dá a ver não, unicamente, suas ações, mas, bem mais, seus mecanismos de ação, mas, bem mais, de qualquer forma, as engrenagens que estão em vocês e que se exprimem, quer essa expressão concirna tanto à própria Unidade ela mesma como a tudo o que faz resistência à Unidade, tudo o que não foi queimado completamente, de momento, talvez, pelo Fogo do Amor.
A Unidade é indissociável do Amor, caso contrário não é mais o Amor, mas um amor condicionado ou condicional, um amor de circunstâncias e não um Amor espontâneo e evidente.

Tudo isso vocês têm ouvido de diferentes formas e têm vivido de diferentes modos.
Hoje, nessa fase de Obra no Branco, realiza-se, como vocês sabem, ao nível alquímico, a última etapa, que é bem mais do que uma sublimação. Essa Obra no Branco corresponde, também, ao que foi nomeada, pelo Comandante dos Anciões, a ATRIBUIÇÃO VIBRAL.
Vocês não estão mais no período das escolhas, vocês estão no período da manifestação das suas escolhas.
Tudo isso foi longa e amplamente desenvolvido, mas é bom atualizá-lo.
É bom, hoje, nesse casamento místico, quaisquer que sejam os nomes que vocês atribuam, quer seja a Graça, quer seja uma Celebração, quer seja um Feminino Sagrado, tudo isso apenas representa, em definitivo, a atualização, ou não, da Unidade, aquela que é possível viver nesse mundo como Esposo ou Esposa de CRISTO ou como Absoluto.

A Unidade também muda o conjunto de seus mecanismos assim como lhes falou o Comandante dos Anciões, mas isso é evidência.
Se vocês não veem claro em si mesmos, olhem simplesmente, entre os escritos e testemunhos, aqueles de seus irmãos e irmãs que os precederam, bem antes dessa época particular, quer seja em meu tempo ou antes, quer seja no Oriente como no Ocidente.
A Unidade pode manifestar-se de diferentes modos, ela pode ser declamada em poemas, como um dos Anciões nomeado RÛMI; ela pode ser conceituada, para não descriar algo, mas tentar transmitir a evidência desse Silêncio da Unidade.

Hoje, essa Unidade dá-lhes a ver, por uma iluminação, por vezes, cada vez mais violenta para vocês ou para os outros, e cada vez mais perturbadora ou, ainda, estabilizadora, do Amor e de seu lugar no Amor.
Vocês sabem, vocês são todos liberadores, mas vocês mesmos estão liberados?
Isso não é um jogo de palavras.
Ser liberador quer dizer liberar os outros.
É uma doação de si ao Amor e para o Amor.
É a doação da Graça que vocês partilham com outro Coração.
Hoje, é claro, a Luz pergunta-lhes, e vocês a isso responderam ou responderão: «Quem é você?».

E, através do que vocês vivem, não em um hipotético futuro, não em uma hipotética data, mas no instante, no instante de sua carne e de sua consciência, posicionam-se em vocês elementos que lhes dão a ver, tanto em vocês como para os outros de seus irmãos e irmãs, aí onde vocês estão e onde decidiram estar, porque não há qualquer possibilidade de erro de referência, mesmo se isso que vocês nomeiam personalidade possa, ainda, talvez, debater-se no que ela crê não reconhecer ou não aceitar.
São apenas convulsões que, eu diria, finais, que nada são em relação à Eternidade e que fazem apenas traduzir, em toda humildade, a falta de humildade e a falta de desaparecimento.

Então, a Obra no Branco passa também, é claro, pela Onda de vida.
Ela passa, de fato, por toda a parte no corpo.
Ela não é mais, agora, circulante.
Ela não está mais, agora, simplesmente presente em diferentes lugares, quer seja estacionada nas Lâmpadas inferiores ou voltou a subir às Lâmpadas do alto.
É bem mais do que isso.
É um espaço no qual não há mais diferenciação que, para o ego ou para o si, é apenas a ausência de possibilidade de evolução.
A alma crê-se imperfeita, e o corpo crê-se imperfeito, o que eles são nesse mundo, mas que não o são em verdade.

Tudo isso se prepara.
Vocês o vivem a cada dia, a cada respiração; tudo isso se desenrola sob os seus olhos com, por vezes, implicações e não implicações que vêm, de qualquer forma, empurrá-los, não para desestabilizá-los, mas para solicitar-lhes, de algum modo, para que entrem, ainda mais, em vocês, porque a única verdade está em vocês, ela não estará, jamais, nas minhas palavras nem nas palavras de CRISTO, mas, sim, nesse contato silencioso, esse Reencontro silencioso e esse Casamento silencioso.
Porque assim que existam palavras, há doença, porque, assim que haja Silêncio, há a Plenitude da Unidade.

É nesse sentido que, já há mais de um ano, nós os convidamos a voltar-se para si mesmos no Silêncio, quer vocês estejam sós ou em grupo, a não mais expor-se, a não se manifestar mais do que o necessário, nesses momentos, o que é a personalidade que vocês são, no entanto, bem útil, quer seja através de seus conhecimentos, quer seja através de suas atividades nesse mundo, mas que não são de qualquer utilidade para ser a Luz, mesmo que vocês a tenham recebido, mesmo que vocês a deixem passar através de vocês, com a maior das transparências.

Ser a Luz não é, unicamente, viver a Luz, ser unitário não é, unicamente, reivindicar a Unidade, mas é prová-lo, tanto por seus pensamentos, por suas palavras, como por seus silêncios ou, ainda, por seus sonhos ou por suas vibrações.
Na Unidade não há lugar para a menor emoção.
Na Unidade não há o menor lugar para a mínima agitação.
Na Unidade não há qualquer lugar para o carma.
Não há qualquer lugar para o passado nem para qualquer futuro.
É nessa condição que a própria Unidade torna, ela mesma, o Absoluto.
Mas, enquanto a Unidade não tenha vivido sua própria rendição a si mesma, há, ainda, fragmentos, há, ainda, pedaços, há, ainda, resistências.

Isso vocês o vivem, vocês o sentem, ou não, conforme onde vocês estão, e aí onde vocês estão é a sua atribuição, porque não há evolução, se assim é a sua vivência. Porque seria necessário mover o que quer que seja para melhorar o que quer que seja?
Esse tempo foi um tempo.
Não é mais desse tempo para o instante presente.
As leis de seu aprendizado, mesmo dadas no que foi nomeado «Autres Dimensions», não têm mais curso agora.

Descobrir a Autonomia e a Liberdade e viver a Unidade é transcender tudo isso, não como um erro, mas bem mais como um apoio que lhes permitiu não se enganar, ver claramente em si como ao seu redor, mesmo se possam, ainda, existir períodos e momentos de confusão.
Dessa confusão, dessas hesitações, sairá algo de bem mais amplo, na condição de que vocês aí não acrescentem sua pitada de sal à percepção imediata do que é vivido.
É isso, também, ser observador.
É deixar desenrolar-se o que deve desenrolar-se, não como em um fatalismo ligado à personalidade ou uma demissão ligada à personalidade, mas, bem mais, como uma Transcendência total da forma, dessa forma e dessa consciência.

Aí estão algumas palavras que fazem apenas completar, como sempre, o que eu pude dizer durante esses anos ou durante as comunhões que nós temos vivido.
Vocês devem ir além de si mesmos, mas não vejam isso como um deslocamento, mas, bem mais, como a ausência de todo movimento.
No Samadhi o mais intenso, tal como eu pude viver durante minha jovem idade, tal como o viveu minha irmã MA, vocês são absorvidos inteiramente, na integralidade, nesse contentamento.

 É ai que se encontra, ao mesmo tempo, o lugar de repouso, mas, também, o lugar do Amor, para que esse Amor não seja limitado a esse lugar, mas torne-se a totalidade de quem vocês são.
E para isso, não há alternativa que não a de desaparecer, de renascer para a verdadeira Vida, de deixar, como disse CRISTO, «os mortos enterrarem os mortos», porque aqueles que estão mortos decidiram-no, porque eles têm necessidade de ainda mais fragmentação, mais evidência para ter apoio ainda mais abaixo (isso é uma imagem), antes de voltar a subir.

Viver sua vida ou deixar viver a Vida tem implicações profundamente diferentes.
A dualidade puxa-os à dualidade, ao julgamento, à discriminação, à vigilância.
A Unidade remete-os à Simplicidade, à Evidência e à Graça, na qual cada evento que sobrevenha, tanto no interior como no exterior, é vivido, qualquer que seja a intensidade, a alegria ou a dor, como evidência do que deve ser.
Então, efetivamente, como os Anciões aí os conduziram, é necessário primeiramente, ver-se, ou seja, observar-se, em seguida, tornar-se a testemunha do que é observado e, em seguida, mesmo a testemunha desaparece com CRISTO, porque nada mais há a testemunhar nesse mundo que se torna limpo, por sua única Presença, de seu próprio testemunho.
Isso vai além das palavras, vai além dos papéis, vai além de todo desvio.

O Amor é, ele não tem necessidade de outra coisa alem de ser.
Não há, acima de tudo, necessidade de vocês porque vocês o são.
Então, apreendam bem que os combates contra si mesmos, que os combates contra seus defeitos, qualquer que seja o combate que vocês pensem em conduzir, nenhum combate leva-os a CRISTO.
O caminho o mais direto e o mais seguro é a Humildade, porque ela, essa Humildade, não passa pela cabeça, em momento algum, porque a Humildade não pode nascer que não no peito e em nenhuma outra parte. Nenhum conceito, nenhuma ideia, nenhuma emoção, nenhuma justificação pode conduzir a isso.
Proponhamos e vivamos ainda um instante de fusão.
Eu sou GEMMA GALGANI.

… Silêncio…
... Silêncio...

Eu sou GEMMA GALGANI, a Estrela Unidade.
Com todo o meu Amor.
Que a Paz, a Luz e a Eternidade sejam seu eterno presente.
Até breve.
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3 comentários:

  1. Pouco importa o nome; o que importa não é nomear, o que importa não é compreender, mas o importante é dar, dar-SE, mas a quem vocês se dão? Não ao outro, não a uma autoridade exterior a si mesmos, mas, sim, a CRISTO. E, quando eu falo de CRISTO, não se preocupem com as palavras, eu já o disse, quer vocês chamem de LUZ, quer vocês chamem de SOL, qualquer que seja a representação, a história, ou a manifestação que, para vocês, evoque, de algum modo, essa absoluta brancura, essa absoluta pureza.

    Foi necessário, de certa forma, traçar um caminho, para dar-se conta de que não há caminho. Deve-se, ainda, percorrê-lo para ver até o fim.

    Porque seria necessário mover o que quer que seja para melhorar o que quer que seja? Esse tempo foi um tempo. Não é mais desse tempo para o instante presente. As leis de seu aprendizado, mesmo dadas no que foi nomeado «Autres Dimensions», não têm mais curso agora.

    Descobrir a Autonomia e a Liberdade e viver a Unidade é transcender tudo isso, não como um erro, mas bem mais como um apoio que lhes permitiu não se enganar, ver claramente em si como ao seu redor, mesmo se possam, ainda, existir períodos e momentos de confusão. Dessa confusão, dessas hesitações, sairá algo de bem mais amplo, na condição de que vocês aí não acrescentem sua pitada de sal à percepção imediata do que é vivido.

    Vocês devem ir além de si mesmos, mas não vejam isso como um deslocamento, mas, bem mais, como a ausência de todo movimento. No Samadhi o mais intenso, tal como eu pude viver durante minha jovem idade, tal como o viveu minha irmã MA, vocês são absorvidos inteiramente, na integralidade, nesse contentamento.

    É ai que se encontra, ao mesmo tempo, o lugar de repouso, mas, também, o lugar do Amor, para que esse Amor não seja limitado a esse lugar, mas torne-se a totalidade de quem vocês são. E para isso, não há alternativa que não a de desaparecer, de renascer para a verdadeira Vida, de deixar, como disse CRISTO, «os mortos enterrarem os mortos», porque aqueles que estão mortos decidiram-no, porque eles têm necessidade de ainda mais fragmentação, mais evidência para ter apoio ainda mais abaixo (isso é uma imagem), antes de voltar a subir.

    Viver sua vida ou deixar viver a Vida tem implicações profundamente diferentes. A dualidade puxa-os à dualidade, ao julgamento, à discriminação, à vigilância. A Unidade remete-os à Simplicidade, à Evidência e à Graça, na qual cada evento que sobrevenha, tanto no interior como no exterior, é vivido, qualquer que seja a intensidade, a alegria ou a dor, como evidência do que deve ser.

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  2. "Essa aspiração à Luz, essa aspiração a Cristo, que os faz reencontrar uma Alegria sem motivo, uma Paz a nenhuma outra similar, um espaço de resolução no qual não pode mais existir o menor antagonismo, nem a menor oposição. A Unidade confere a Paz, confere a calma, confere a vacuidade do que faz, habitualmente, a organização, a gestão e o desenrolar de suas vidas nesse mundo. Mas tornar-se a Paz, tornar-se Um não é ir de uma ao outro, é sê-lo, a cada minuto, a cada respiração, a cada momento, a cada encontro, a cada instante. Essa Unidade, quando ela é vivida,... Mas na totalidade de cada respiração e de cada instante, confere-lhes e dá-lhes a Paz, a Paz em vocês, mas, também, no que emana de vocês."

    Não importa o nome: CRISTO, LUZ, ou SOL. Incrível, que várias vezes gritei: 'Meu Sol'. "... Fusionar consigo mesmos, entre o Eterno e o efêmero..." Deu sentido, as tarefas, que estou envolvida ... "A Unidade dissolve o que deve sê-lo e dissolve, sobretudo, o que pode freá-los pelas resistências, ... "Amém!!!! Vivido... Fim das alternâncias, outro Amém!!! "É, também, o momento em que a Terra cessará seu movimento." Aguardado!!!! Atenção redobrada, na percepção entre ser eterno e o efêmero. A Mensagem, continua como um deleite... "A Unidade é um estado de Alegria que contribui para o estado de Graça, que concorre, também, para o espelhamento porque, dessa confrontação entre vocês no efêmero, e vocês no eterno, manifestam-se evidências, mas, também, resistências. Mas esse mundo, em suas leis, não poderá, jamais, viver a Unidade. É jamais esquecer, a cada inspiração e a cada expiração, dessa Eternidade, CRISTO, se preferem ... Mas é o que lhes permite conduzir vocês mesmos, em acordo com a Fluidez da Luz, com a Graça e, sobretudo, com a Alegria. A Unidade vive-se. Retenham essa noção de leveza e de evidência. Vocês não estão mais no período das escolhas, vocês estão no período da manifestação das suas escolhas. Ser liberador quer dizer liberar os outros. E, através do que vocês vivem, ... No instante de sua carne e de sua consciência, posicionam-se em vocês elementos que lhes dão a ver, ... São apenas convulsões que, eu diria, finais, que nada são em relação à Eternidade e que fazem apenas traduzir, em toda humildade, a falta de humildade e a falta de desaparecimento... Assim que haja Silêncio, há a Plenitude da Unidade. Vocês devem ir além de si mesmos, mas não vejam isso como um deslocamento, mas, bem mais, como a ausência de todo movimento. O caminho o mais direto e o mais seguro é a Humildade.."

    Olho o jardim através da janela... Os coqueiros, eucaliptos, estão imóveis ...

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  3. "A Unidade é respirar e viver a Alegria, a leveza, a facilidade, na qual nada mais preenche o espaço da consciência que não a Luz, expressa por algumas de minhas Irmãs e alguns de meus Irmãos anciões, por essa Infinita Presença ou essa Última Presença.

    "Mas tornar-se a Paz, tornar-se Um não é ir de uma ao outro, é sê-Lo, a cada minuto, a cada respiração, a cada momento, a cada encontro, a cada instante.
    "Essa Unidade, quando ela é vivida, e não apenas no sentido de uma experiência, mas na totalidade de cada respiração e de cada instante, confere-lhes e dá-lhes a Paz, a Paz em vocês, mas, também, no que emana de vocês.

    "A Unidade é também uma doação e como tal, vocês devem ser, vocês mesmos, a doação. ...Falo da doação de seu Espírito e de sua alma à Eternidade.
    "A Unidade, assim como a Infinita Presença ou Última Presença levou-os, se posso dizer, às fronteiras do que vocês São.

    "Que a Paz, a Luz e a Eternidade sejam seu Eterno Presente."

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