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26 de nov de 2014

SNOW (por Joseph) – 26 de novembro de 2014



OS QUATRO ELEMENTOS

Eu sou SNOW.
Pela graça do Grande Espírito, pela reunião dos quatro Elementos, que o Amor e a Verdade estejam aqui e agora.

Como Estrela, eu venho falar-lhes dos Elementos, como eu já o fiz há alguns anos.
Mas eu não vou considerar os Elementos, unicamente, segundo o que se desenrola nos elementos de sua Terra, que vocês observam nesse momento.
Vocês não estão sem ignorar que os Elementos estão em ação, uma ação de dissolução, uma ação de desenvolvimento e uma ação que permite levantar as dúvidas, levantar a ilusão e estabelecer o Amor.

Esses Elementos são constitutivos de toda a vida, em todas as dimensões e em todos os modos possíveis.
Quatro Elementos que giram, tal uma ronda em torno do que é nomeado o quinto Elemento, ou seja, o Éter, o Éter vibral original, aquele da Luz vibral e não da luz projetada, e não da luz que circula.
Aquele que está estabelecido ao centro de seu Coração, ao centro de suas Estrelas, ao centro de suas Portas.

Então, os Elementos dão-lhes a viver certo número de elementos.
E, se quiserem, vamos considerar, sucessivamente, cada um dos Elementos, em sua manifestação no ego e em sua manifestação na Unidade.
Isso lhes permitirá ajudá-los a ver-se e a ver ao seu redor o que se desenrola nesse momento.

Então, se quiserem, vamos começar pelo Elemento FOGO.

O Elemento Fogo está em relação e em ressonância com certo número de estruturas em sua vida.
Um exemplo muito simples: o fogo é o que se eleva.
O fogo, na personalidade, é a raiva, mas, também, o que é nomeado o fogo vital, o que vai traduzir-se por uma consumação, não da ilusão, uma consumação, não do efêmero, mas uma consumação ilusória vivida, por vezes, como um fogo de outra natureza.
Mas ele não pode enganar.

Quando o Fogo age, ele queima tudo o que é supérfluo, mas que deixa apenas a Eternidade; ele se torna doçura e não mais mordida.
Ele se torna Evidência, ele se torna Feminino, através da manifestação em seu Elemento que lhe é complementar e suplementar, ou seja, a Água.

Viver o fogo na pessoa vai queimar, real e concretamente, vai fazer circular e atiçar, ela mesma, o fogo vital.
Esse Elemento Fogo, que se põe em movimento, vai criar o que eu chamaria, e o que é observável para aquele que o vê, uma hiper-rotação do que vocês nomeiam chacras, que dá a ilusão de um abrasamento, mas que faz apenas dissolver, ainda mais, o que foi alcançado e vivido na Unidade.

O Fogo vibral é o Fogo original primordial.
Ele é Amor.
Ele não queima.
Ele nada mais vê do que o Amor, ele põe fim, simplesmente, a tudo o que é efêmero, a tudo o que é oposição em vocês, ele queima toda noção de dualidade, toda noção de ação/reação e, também, toda possibilidade de condenação de quem quer que seja, tanto em vocês mesmos, como em seu exterior.
Vejam, por vezes, a percepção desse Fogo no interior de si pode ter similitudes, mas os resultados são profunda e diametralmente ao oposto.

Assim, o fogo vital, o fogo da personalidade remete-os à encarnação, às suas resistências.
Então, naquele momento, as coisas não são fluidas.
Nós não podemos dizer que há iluminação, porque há, permanentemente, dúvida e oscilação entre a personalidade e a Existência.

O Fogo vibral não deixa qualquer dúvida, porque ele os instala, cada vez mais profundamente, na Existência, e instalando-os na Existência, ele lhes desvenda, através do que ele queima no efêmero, a estrutura de seu corpo de Existência que está presente em vocês, agora.

O corpo de Existência não se situa mais no Sol, ele não está mais ao seu lado, mas ele está à sua frente ou em vocês.
E, se ele está à sua frente, é claro, as percepções não serão as mesmas.
O fogo vital retomará a dianteira, enquanto, se ele está em você, o Fogo vibral suprimirá todo fogo vital e conduzirá a uma Paz inabalável, uma Transparência inabalável e uma Humildade sem falha, que os leva a nunca mais julgar quem quer que seja, qualquer caminho que seja ou qualquer pessoa que seja.
Porque ele lhes mostrará o Grande Espírito e a própria ilusão de conceber que há outra pessoa que não você mesmo.

É claro, é uma mudança de paradigma total e completa, que o convida a viver o desconhecido, mas que apenas pode revelar-se se você mesmo cessa toda agitação de si mesmo, se você cessa toda adesão a outra coisa que não a você mesmo em si mesmo, no Coração do Coração e em nenhum outro lugar alhures.

Então, vamos considerar, agora, se quiserem, o elemento ÁGUA:

Do mesmo modo que existem as Águas do alto, existem as águas de baixo.
Então, vamos considerar a água na personalidade.
A água, na personalidade, é uma miragem.
Ela vai levá-lo a crer em quimeras e a viver quimeras.
Ela vai propor-lhe, com força, visões às quais você vai aderir, uma implicação com as memórias do passado.
Isso vai dar-lhe e propiciar-lhe uma busca permanente de sentido, uma busca permanente de ilusões, uma busca permanente de Luz no exterior.
Enquanto a Água Interior e a Água do Fogo vibral são profundamente diferentes.
Ela concorre para estabelecer o Feminino Sagrado, porque a Água é de natureza feminina.

A Água coloca-o na Água da Graça e na doação da Graça, ou seja, permite-lhe viver, de maneira não contínua, mas de modo cada vez mais aproximado, a descida do Espírito Santo em você e a subida, sobretudo, do último componente da Onda de Vida, situado à frente do pé, na raiz dos artelhos.

Esse terceiro componente da Onda de Vida realiza, em você, o que é chamado o Feminino Sagrado, e o Feminino Sagrado é ligado à Água.
Então, se você está, ainda, na água da personalidade, você está submisso aos seus desejos, às suas paixões e aos seus impulsos.
Você adere, sem qualquer dificuldade, à dualidade.
Você coloca questões sobre o posicionamento correto, permanentemente, enquanto a Água do alto é a influência e o Batismo do Espírito, são os dons, o aparecimento dos dons, o fato de ver claramente, de não mais deixar-se abusar pelo espelhamento do ego, de não mais deixar-se abusar por algo que não esteja em acordo com a autenticidade da Luz Vibral.
A Água dá uma forma de plasticidade.
Enquanto a água de baixo dissolve-o na ilusão, a Água do alto coloca-o no que eu nomearia a integridade e a plasticidade, ou seja, a capacidade para ser flexível, para não saltar sobre o que pode vir, por vezes, chocá-lo, mas para deixar tudo isso atravessar.

O Feminino Sagrado é o acolhimento total de sua dimensão divina.
Nesse caso, não pode existir a mínima ambivalência nem a mínima manifestação de qualquer dualidade em seu olhar, em seus posicionamentos corporais e, também, no que sai de você.
Porque o Silêncio é ligado à Água e não ao Fogo.

A Água primordial, a Água do alto é aquela que vai conduzi-los a desabrochar a Graça, a desabrochar o Feminino Sagrado, assim como a terceira Onda de Vida.
Então, a Água do alto é aquela que vem lavar, ao mesmo tempo que o Fogo, o que nós nomeamos suas túnicas, as túnicas efêmeras situadas ao nível desse corpo e da ilusão de sua dimensão.

Passamos, agora, à TERRA:

Então, a Terra, na personalidade, é claro, é o corpo físico.
A Terra, no corpo de Eternidade, na Unidade, é seu corpo de Existência.
Então, nos dias que vêm, vocês verão, ou não, o que se desenrola em seu corpo de Existência que está aí, em vocês e ao seu redor.
Vocês vão assistir ao seu nascimento, ao seu Batismo, à sua revelação, à sua constituição, não passando pelo mental, mas passando, diretamente, pelo Coração que, eu os lembro, é compreensão imediata, instintiva, intuitiva e perfeita da Verdade.

A Água é um médium e a mediunidade, do mesmo modo, pode exprimir-se tanto por baixo como pelo alto.
A mediunidade de baixo amarra-o à matéria, procura resolver as problemáticas.
A mediunidade do alto dá-lhe, simplesmente, a ver a Verdade do Absoluto, a Verdade da Unidade, a Verdade de seu ser eterno, na qual nenhum efêmero pode vir impor o que quer que seja.

Resta-nos, agora, o Elemento AR:

O Ar da personalidade dá a variabilidade, o ar da personalidade dá a circulação da energia acoplada ao fogo vital, que se traduz por manifestações inumeráveis ao seu redor.
Qualquer que seja a forma.
Pode ser a presença inumerável de entidades, não vistas ao seu redor, mas que penetram em você.
Pode ser, também, a adesão ao que eu chamaria, o que não tem consistência para a Luz, as projeções do orgulho, as projeções do poder, as projeções da antiga energia ligada ao que nós chamaríamos as energias patriarcais.

Agora, se seu Ar é rarefeito, se você toca o que é nomeado o Ar do alto, sua visão toma completamente outra dimensão.
Quer seja a visão dos olhos, a visão do Coração, elas vão apagar-se diante da Visão da consciência, que não recorre a qualquer vibração, a qualquer percepção, mas que é uma relação direta com a Verdade.
Essa relação direta com a Verdade de seu Coração é a Verdade absoluta, que lhe dá uma facilidade no que você é, que lhe confere uma fluidez nesse mundo, o que quer que dele reste e o que quer que você nele viva em seu corpo, como em tudo o que concorre para suas relações em suas vidas.

Então, o Ar é relação, a relação faz-se sob a égide do Amor ou sob a égide da posse.
Esse não pode ser, em caso algum, um e o outro, isso vai tornar-se, cada vez mais, um OU o outro.
No caso da posse de si mesmo por outra coisa que não você mesmo, ou no caso em que você exerça uma posse de um objeto ou de uma pessoa, você recai, incansavelmente, na escravidão do outro e sua própria escravidão.

Em contrapartida, o Ar do alto dá-lhe a ver, de maneira panorâmica, ele lhe dá a ver pela clara visão e, sobretudo, pelo próprio olho da consciência, que não está localizado em qualquer lugar do corpo, mas que é a respiração de cada célula, que lhe dá, então, a experimentar, diretamente, por uma reação corporal, o que é bom para você e o que não é bom para você, de maneira muito simples.
O ar cria o movimento ao nível da personalidade, ele cria a ilusão, cria a circulação do que não tem mais que circular, mas, simplesmente, que vibrar.
Enquanto o Ar, ao nível do Espírito, vai dar-lhe a viver essa visão panorâmica, sem qualquer julgamento, mas vai dar-lhe a ver, de algum modo, a iluminação da cena de teatro e do que está por trás da cena de teatro.
Então, naquele momento, você não poderá mais aderir ao que quer que seja que não a Verdade.
Não a sua, não aquela que você interpreta, mas a Verdade, a única que é eterna, que é aquela do Amor, da Luz e do Coração.
Então, esses Elementos interiores não têm, verdadeiramente, tudo o que eu havia proposto, à época, encontrar no exterior, na natureza, porque, aí, é sua natureza interior que há a trilhar.

É claro, alguns de vocês têm, ainda, necessidade de correspondências na natureza, mas a maior parte de vocês encontra-se a viver essa natureza em si.
Essa natureza está retificada?
Ela está no direito ou no avesso?

Se sua natureza está no direito, o conjunto de Elementos que o compõe, desde o átomo até o conjunto da consciência, vai revelar-lhe, ao mesmo tempo, seu corpo de Existência em seu aparecimento, vai revelar-lhe, ao mesmo tempo, sua capacidade para estabelecer-se no Silêncio Interior, do Absoluto ou da Unidade, ou da Luz Branca, com a maior das evidências e facilidades.

Agora, se o conjunto de Elementos está, ainda, sob a dominação da personalidade, então, você vai observar confusões nos diferentes setores de sua vida.
Ainda que apenas através de suas percepções, que se tornarão falsas, através de suas adesões, que lhe colocarão problema ou através de manifestações de seu corpo que lhe colocarão problema.

Então, pode-se dizer que os elementos situados ao nível da Existência não têm mais qualquer componente ligado à personalidade, o que lhe dá a revelar, a viver, a experimentar, durante esse período, cada um dos Elementos.
Em seguida, os Elementos acoplados dois a dois, e, em seguida, a totalidade dos Elementos.

Os Elementos únicos, vocês os conhecem; eles são representados pelos Triângulos da cabeça.
Os Elementos agrupados dois a dois, vocês os conhecem também; eles são agrupados dois a dois.
Os Elementos quatro a quatro é a totalidade da Coroa radiante da cabeça, da Coroa radiante do Coração e do conjunto de potenciais vibratórios que os percorrem.

Então, é claro, os resultados são completamente outros.
Em um caso, você se torna cada vez mais calmo, cada vez mais presente para si mesmo, ao mesmo tempo vivendo, por momentos, o fato de estar ausente a esse mundo, não como uma vontade de fugir do que quer que seja, mas, sim, como um desaparecimento, real e concreto, desse mundo.

Então, é claro, aquele que vive a exaltação dos Elementos ao nível da personalidade vai reconstruir histórias e cenários que nada têm a ver com a Eternidade e que vão mantê-lo, você mesmo, em sua própria ilusão.
Essas ilusões podem ir muito longe, mas aquele que aceita colocar-se no Silêncio Interior vai vê-las, inteira e integralmente, no que lhe concerne, o que lhe permite, então, reajustar sua visão exterior concernente aos seus irmãos e suas irmãs.
Então, aí também, os frutos, os resultados são profundamente diferentes.

Mas, para poder beneficiar-se, além da análise que eu lhe dei desses Elementos, em seus diferentes componentes de personalidade ou de Existência, é a você que convém experimentar, em si, a ação de uns e de outros, para estabelecer-se na Morada de Paz Suprema ou na dualidade da personalidade.
Os resultados, você pode imaginar, são profundamente diferentes.

No caso dos Elementos arquetípicos, o que nós nomeamos, com vocês, o sopro do Grande Espírito, ou seja, o que os Anciões e alguns dos Anciões chamaram os Hayot Ha Kodesh, vai dar-lhes a viver os Cavaleiros, mas esses Cavaleiros, para vocês, não representa qualquer ameaça na Eternidade, bem ao contrário.
Mas se os Cavaleiros são vividos na personalidade, eles vão remetê-lo a coisas que nada mais têm a ver com a Verdade.
Você é, naquele momento, presa das quimeras, das projeções, dos medos, dos sofrimentos e, por vezes, de manifestações contraditórias com o Amor.

É a você que convém olhar-se, ainda uma vez, aí não mais, não para julgar-se, não para colocar um ato, não para encontrar defesas, mas, bem mais, para atravessar isso, em toda independência e em toda autonomia.
Não há outras possibilidades.

Então, eu o convido, hoje, a reencontrar seus Elementos Interiores, como em alguns momentos nos quais eu lhe falei da natureza e de seu ambiente, para dali extrair o que fosse necessário para certa forma de equilíbrio da personalidade, mas, também, da Existência.
Hoje, é claro, você pode continuar isso à saciedade, mas o mais importante é esse casamento dos Elementos em você e, sobretudo, o casamento dos Elementos em outro nível que não o que pode sobrevir na personalidade.

O contentamento, a Paz, a equanimidade, o desaparecimento, os inícios de estase, os êxtases, a vivência da Existência assinalam a presença dos Cavaleiros em você, mas não agindo sobre a personalidade, porque ela está dissolvida, mas, bem mais, como a revelação da Existência.
Se a Existência não se revela através da vivência direta da estrutura desse corpo de Existência em seu corpo de carne, naquele momento, você será levado pelas manifestações elementares de diferentes emoções.
Você vai aperceber-se de que vão manifestar-se a você cada vez mais apreensões, cada vez mais medos, cada vez mais dúvidas, cada vez mais incertezas.
Tudo isso releva da ação dos Elementos ao nível da personalidade.
Então, aí também, nada mais há a fazer do que atravessar isso sem ali identificar-se, sem ali parar, sem nutrir, por sua consciência, o que se desenrola e, de fato, não se revela, mas elimina-se.
Cabe a você vê-lo e agir, sendo ainda mais, ou não, Amor.

Assim, a ação dos Elementos é vivida ou pela personalidade ou pela Existência.
A vivência da Existência desembaraça-o, de maneira definitiva, dos componentes e dos engramas que correspondem à vida desse corpo, realizando o desaparecimento de suas necessidade, o desaparecimento e a limitação importante de seus desejos, a capacidade para colocar-se, cada vez mais, no Silêncio Interior e, sobretudo, na ausência de olhar portado sobre seus irmãos e sobre a vida, que porta um julgamento qualquer sobre si mesmo ou sobre o outro.
Porque, na evidência do que você tem a viver, como foi dito, todo elemento, toda pessoa, toda situação está em seu muito exato lugar.
Não há outro lugar possível para o que se revela agora em você e ao seu redor.
Isso foi nomeado, pelos Anciões e pelas Estrelas, minhas irmãs, a Atribuição vibral.
Essa Atribuição, você compreendeu, decorre, diretamente, da alquimia dos quatro Elementos em você, que lhe permite reencontrar o Éter original do Amor vibral ou, então, reforçá-lo nos Elementos que correspondem à pessoa, nomeados o amor-sentimento ou o amor-emoção.

Compreendam, efetivamente, que o Amor vibral não é sem emoção e sem mental, mas ele é, simplesmente, preponderante em relação aos dois outros amores.
Ele é incondicionado, incondicionante e, sobretudo, totalmente livre.

Então, cabe a você ver.
Do mesmo modo que você viveu os elementos e reencontrou os elementos na natureza, você vai reencontrar, se já não foi feito, os Elementos no interior de seu corpo e daí, conforme você acolhê-los, vivê-los, desenrolar-se-á ou o Fogo do Elemento, ou o Fogo do Elemento concernente ao vibral, ou o fogo do Elemento concernente à personalidade.
E, obviamente, você pode imaginar, as consequências e o resultado, estritamente, nada têm a ver, uma vez que eles são, como eu disse, diretamente ao oposto, eu diria, mesmo, diametralmente opostos.

Tudo isso vai fazer-se na evidência, tudo o que estava, ainda, para você, confuso ou que devia levá-lo, até agora, a certa forma de hesitação, não terá mais curso nos dias que vêm e nas semanas que vêm.
Como foi dito, tanto por algumas Estrelas como pelos Anciões, isso se desenrola até o solstício de inverno, que é um período extremamente importante, no qual você vai validar seus apegos ou, então vai validar seu desapego total das futilidades do efêmero desse mundo.
E isso apenas pode produzir-se em você.

Obviamente, o que se apresentará à sua vida, as adesões que você vai realizar ou a ruptura com o que foi realizado até o presente é apenas função do níveo no qual você percebe os Elementos, do nível no qual você vive os Elementos em si e não mais no exterior de si.
Porque essa vivência interior dos Elementos participa do que foi nomeado o Silêncio Interior.

O Silêncio Interior não conhece qualquer luta, qualquer discriminação, porque o Silêncio Interior estabelece-o na Alegria absoluta da Presença de Cristo, de Maria e de Miguel na Nova Eucaristia, e permite-lhe viver o Coração sem qualquer interferência da personalidade.
E se a personalidade intervém, então, naquele momento, você o verá claramente, e rirá disso, mas você não estará sujeito a uma adesão qualquer a quimeras elementares da personalidade.

Isso vai surgir de maneira cada vez mais clara e os frutos disso serão profundamente diferentes, o que quer que você queira parecer, o que quer que queira deixar aparecer.
Porque a irradiação de um ser estabelecido na Unidade ou no Absoluto não pode enganar, de modo algum, quer seja por suas palavras, quer seja por sua Presença, pelo equilíbrio dos Elementos e pela transmutação final dos Elementos vibrais na quinta força que é o Éter.
Então, naquele momento, você viverá e sentirá coisas extremamente precisas ao nível de sua Coroa da cabeça, na qual estão situados os Elementos.

Se são os Elementos da personalidade, haverá uma rarefação do Éter, ou seja, a percepção de sua Coroa radiante da cabeça vai diminuir, para atingir apenas um ponto situado ao nível do topo do crânio, ao nível do que foi nomeado o ponto ER da cabeça ou o Éter da cabeça.
Em contrapartida, se há, em você, um desenvolvimento dos Elementos, o que vai acontecer é que você viverá, sentirá os Elementos ao nível da cabeça, não mais como a integração em sua estrutura efêmera, dos Triângulos elementares, ou seja, da estrutura vibral do corpo de Existência mesmo nessa personalidade e nesse corpo ainda presentes.

Então, tanto em um caso como no outro, a diferença é muito simples: você não poderá interpretar o que é vivido em termos de energia, mas, sim, na presença ou na ausência dos Elementos.
Isso não poderá, de modo algum, enganá-lo.
E, é claro, aparecerá, em seguida, a Fusão do conjunto de Presenças vividas até o presente como exteriores a você.
Quer concirna, essencialmente, ao conjunto dos Arcanjos, ao conjunto dos Anciões e ao conjunto das Estrelas, você observará que tudo isso existe, em definitivo, apenas no interior de si e não em uma projeção, realizada por razões precisas que eram de levá-lo até ali.

Então, a Fusão dos Elementos em você restitui-o à Eternidade e, sobretudo, dá-lhe a viver, por antecipação desse Choque da humanidade, a capacidade para transferir sua Consciência à vontade, sem qualquer esforço e sem qualquer desejo, nem qualquer vontade, mesmo, o que você é, nos diferentes planos de experimentação.
Mas você não será retido nem preso por qualquer plano de manifestação que seja, simplesmente, você estará cada vez mais presente, eu diria, no centro da Cruz, para sua própria Crucificação e Ressurreição.

Essa Crucificação e essa Ressurreição não deixam qualquer dúvida quando são vividas, porque há, efetivamente, uma transmutação dos elementos constitutivos da pessoa que visa, mesmo, é claro, modificar a estrutura física desse corpo, abrir o DNA espiritual, revelar-lhe suas Linhagens, não mais perguntando no exterior ou no interior, mas, simplesmente, vivendo-o nessa vida.
Porque cada Linhagem tem um comportamento específico e você aprende, muito rapidamente, a reconhecer-se em suas ações, a ver qual Linhagem age naquele momento, quais são seus potenciais de Existência que correspondem às suas Linhagens e não a outra.
É assim que se realiza seu desaparecimento.

Pouco a pouco, esse corpo de Existência que aparece na verdade dos Elementos ao nível vibral, levará você a ver-se a si mesmo, não mais através da visão dita luciferiana, não mais com a visão do Coração, mas, diretamente, pela vivência da Vibração no Coração, que você, talvez, já tenha observado, através da localização do Canal Mariano, através de sua presença ou de sua ausência, em função dos reflexos fisiológicos e, em especial, o que é nomeado de dores do fígado, dores do baço, dores da alma e dores do Espírito, que fazem apenas traduzir, como foi dito, a capacidade para desviar-se da matéria e para dissolver a alma e para deixar o Espírito Santo manifestar-se em todos os seus componentes.

Em um caso há Unidade, em um caso há estabelecimento na Existência que se revela, não mais como outra dimensão, ou outros lugares, mas, diretamente, aqui, aí, onde você passeia em seus Elementos interiores e não mais nos elementos exteriores.
Você vai observar, também, que, conforme o que você frequenta como pessoas, como elementos da natureza exterior, a sincronia entre os Elementos vibrais e os elementos da natureza aparecerão a você como uma evidência.
Um exemplo: se você observa um fogo, observará, em si, que o Elemento Fogo ativa-se.
Se você mergulha na água ou olha a água, constatará que o Elemento Água ativa-se em você, ao nível vibral, o que põe fim à ilusão astral da água, ou seja, das emoções, do jogo de posses, do jogo de seduções, quaisquer que sejam.
Você poderá, então, apenas ser Transparente e exprimir, de qualquer maneira possível, sem vontade alguma, o que é nomeada a Verdade do Grande Espírito.

Nenhum ego estará presente em suas palavras.
Suas palavras fluirão natural e espontaneamente, sem qualquer dificuldade, sem fazer qualquer esforço mental nem de reminiscências, nem de construção.
Nesse caso, tudo se desenrolará normalmente.
Em contrapartida, a partir do instante em que você estiver submisso, de maneira normal, nas flutuações entre os Elementos vibrais e os elementos materiais da personalidade, você constatará seu próprio desaparecimento na personalidade.

É claro, nesses momentos de estase, que são, de momento, extremamente curtos, isso pode parecer-lhe anormal, o que lhe dá a sensação de perder seus meios ou de não poder fazer o que tem a fazer.
E aí, é a você que cabe saber o que quer privilegiar: o Eterno ou o efêmero.
Mas, a um dado momento, não poderá ser os dois ao mesmo tempo e, aí, você deverá posicionar-se de maneira definitiva e exclusiva, em um ou no outro.

Tudo isso é para observar, para viver, porque a experiência confere a independência.
Não é mais questão de projeção de Luz, não é mais questão de crer-se isso ou aquilo, exceto se a personalidade está à frente, mas, bem mais, de viver a Verdade em sua carne, para espiritualizar a matéria e não fugir da matéria.

Isso é muito importante, passar dos elementos exteriores aos Elementos Interiores, passar dos elementos transitórios e efêmeros aos Elementos eternos.
Isso se manifesta a você de diferentes modos, o que lhe dá a viver, sobretudo pelos Triângulos elementares do corpo de Existência que constitui a cabeça de seu corpo de Eternidade, certo número de coisas.
Você aprende, pela experiência, certo número de coisas e as viverá de maneira completamente adequada.

Aí está o que eu tinha a dizer-lhes como Snow.
A Clareza, a Precisão, tudo isso vai aparecer-lhes cada vez mais nu e cada vez mais evidente, a partir do instante em que vocês saem da confusão dos elementos da personalidade para penetrar, diretamente, na realidade eterna dos Elementos ao nível vibral.

Aí estão os elementos que eu tinha a trazer à sua atenção, para ajudá-los entre a confusão e a Clareza, para permitir-lhes, não julgar-se, não condenar-se, mas, sim, colocar-se no lugar que é o mais adequado para vocês, independentemente de toda influência exterior, no Silêncio Interior de seu Ser e nenhum outro lugar alhures.
Porque é apenas no Silêncio Interior do Ser que os Elementos podem desposar-se, casar-se e trabalhar em vocês, na restituição definitiva à sua Unidade, ou no Absoluto.

Aí está o que há a viver, aí está o que se desenrola, agora, para cada um de vocês, de modo mais ou menos rápido, mas, em todo caso, em um lapso de tempo extremamente curto.
Tudo isso lhes será perceptível e reconhecível sem dificuldade alguma, sem ir alinhar-se, sem meditar, sem imergir na natureza, mas diretamente em vocês.
E vocês compreendem, naquele momento, que a Luz apenas pode ser você e em nenhum outro lugar alhures, em nenhuma projeção, em nenhuma hipótese e, sobretudo, em nenhuma manifestação nesse mundo, outra que não o que a vida pede a vocês.

Vamos, se quiserem, propor-lhes viver, juntos, o Elemento vibral, um por um.

E vamos começar, é claro, pelo Fogo vibral.

… Silêncio…

E vamos, agora, passar à Água vibral.

… Silêncio…

E, agora, ao Ar vibral.

… Silêncio…

E passemos, enfim, à Terra vibral.

… Silêncio…

Em nome do Grande Espírito e do Grande Todo, Snow rende Graças por seu acolhimento e sua presença.
Que as bênçãos do Grande Espírito e o Sopro do Grande Espírito portem-nos e levem-nos ao Fogo da Verdade.

Até breve.

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Transmitido por Joseph


2 comentários:

  1. Como foi dito, tanto por algumas Estrelas como pelos Anciões, isso se desenrola até o solstício de inverno, que é um período extremamente importante, no qual você vai validar seus apegos ou, então vai validar seu desapego total das futilidades do efêmero desse mundo.

    Então, a Fusão dos Elementos em você restitui-o à Eternidade e, sobretudo, dá-lhe a viver, por antecipação desse Choque da humanidade, a capacidade para transferir sua Consciência à vontade, sem qualquer esforço e sem qualquer desejo, nem qualquer vontade, mesmo, o que você é, nos diferentes planos de experimentação. Mas você não será retido nem preso por qualquer plano de manifestação que seja, simplesmente, você estará cada vez mais presente, eu diria, no centro da Cruz, para sua própria Crucificação e Ressurreição.

    Pouco a pouco, esse corpo de Existência que aparece na verdade dos Elementos ao nível vibral, levará você a ver-se a si mesmo, não mais através da visão dita luciferiana, não mais com a visão do Coração, mas, diretamente, pela vivência da Vibração no Coração, que você, talvez, já tenha observado, através da localização do Canal Mariano, através de sua presença ou de sua ausência, em função dos reflexos fisiológicos e, em especial, o que é nomeado de dores do fígado, dores do baço, dores da alma e dores do Espírito, que fazem apenas traduzir, como foi dito, a capacidade para desviar-se da matéria e para dissolver a alma e para deixar o Espírito Santo manifestar-se em todos os seus componentes.

    É claro, nesses momentos de estase, que são, de momento, extremamente curtos, isso pode parecer-lhe anormal, o que lhe dá a sensação de perder seus meios ou de não poder fazer o que tem a fazer. E aí, é a você que cabe saber o que quer privilegiar: o Eterno ou o efêmero. Mas, a um dado momento, não poderá ser os dois ao mesmo tempo e, aí, você deverá posicionar-se de maneira definitiva e exclusiva, em um ou no outro.

    Tudo isso é para observar, para viver, porque a experiência confere a independência. Não é mais questão de projeção de Luz, não é mais questão de crer-se isso ou aquilo, exceto se a personalidade está à frente, mas, bem mais, de viver a Verdade em sua carne, para espiritualizar a matéria e não fugir da matéria.

    A Clareza, a Precisão, tudo isso vai aparecer-lhes cada vez mais nu e cada vez mais evidente, a partir do instante em que vocês saem da confusão dos elementos da personalidade para penetrar, diretamente, na realidade eterna dos Elementos ao nível vibral.

    Aí está o que há a viver, aí está o que se desenrola, agora, para cada um de vocês, de modo mais ou menos rápido, mas, em todo caso, em um lapso de tempo extremamente curto.

    Tudo isso lhes será perceptível e reconhecível sem dificuldade alguma, sem ir alinhar-se, sem meditar, sem imergir na natureza, mas diretamente em vocês. E vocês compreendem, naquele momento, que a Luz apenas pode ser você e em nenhum outro lugar alhures, em nenhuma projeção, em nenhuma hipótese e, sobretudo, em nenhuma manifestação nesse mundo, outra que não o que a vida pede a vocês.

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  2. "Então, a Fusão dos Elementos em vocês restitui-o à Eternidade e, sobretudo, dá-lhe a Viver, por antecipação desse Choque da humanidade, a capacidade para Transferir sua Consciência à vontade, sem qualquer esforço e sem qualquer desejo, nem qualquer vontade.
    "Você estará cada vez mais presente, eu diria, no Centro da Cruz, para sua própria Crucificação e Ressurreição.

    "Essa Crucificação e essa Ressurreição não deixam qualquer dúvida quando são vividas, porque há, efetivamente, uma Transmutação dos elementos constitutivos da pessoa que visa, mesmo, é claro, modificar a estrutura física desse corpo, abrir o DNA espiritual, revelar-lhe suas Linhagens, não mais perguntando no exterior ou no interior, mas simplesmente, Vivendo-o nessa vida.

    "Passar dos elementos exteriores aos Elementos Interiores, passar dos elementos transitórios e efêmeros aos Elementos Eternos. ... Tudo isso é para observar, para Viver, porque a experiência confere a Independência.
    "Você poderá, então, apenas ser Transparente e Exprimir, de qualquer maneira possível, sem vontade alguma, o que é nomeada a Verdade do Grande Espírito.

    "Aí está o que eu tinha a dizer-lhes como Snow.
    A Clareza, a Precisão, tudo isso vai aparecer-lhes cada vez mais nu e cada vez mais evidente, a partir do instante em que vocês saem da confusão dos elementos da personalidade para penetrar, diretamente, na Realidade Eterna dos Elementos ao Nível Vibral.

    "Colocar-se no lugar que é o mais adequado para vocês, independentemente de toda influência exterior, no Silêncio Interior de seu Ser e nenhum outro lugar alhures.
    "Porque é apenas no Silêncio Interior do Ser que os Elementos podem Desposar-se, Casar-se e Trabalhar em vocês, na Restituição definitiva à sua Unidade, ou no Absoluto."

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