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24 de jan de 2014

O.M. AÏVANHOV – 24 de janeiro de 2014



MEDITAÇÃO VIBRAL

Meus caríssimos amigos, estou extremamente contente por reencontrá-los, novamente, hoje.

Eu venho, pela primeira vez, em seu espaço de Meditação Vibral, e eu o farei, principalmente, no Silêncio, porque o meu convite é um convite para colocar-se no Silêncio.
Silêncio das palavras, Silêncio da revelação no espaço e no tempo.

E eu os convido, tanto quanto possível, a ficarem no Silêncio, durante este dia.

[Silêncio]

As palavras que vocês pronunciam são apenas a ponta do iceberg do barulho no qual vocês estão colocados.
Os pensamentos estão exatamente sob as palavras.
E sob os pensamentos há sua projeção no tempo.

Sua projeção no Silêncio apenas pode fazer-se quando vocês param de desdobrar-se nesse mundo, para juntar-se à sua Eternidade, no Aqui e Agora.

O Aqui e Agora é a porta que leva ao Silêncio.

O Silêncio encontra-se além, mesmo, do Aqui e Agora, no Infinito Presente.

Eu evoquei a projeção no Silêncio, mas o termo «revelação» seria bem mais apropriado.

O Silêncio é a revelação de sua Eternidade.

[Silêncio]

Aderir ao ruído é ver apenas o iceberg implantado pelo tempo e o espaço, implantado pelo fruto do tempo e do espaço, notadamente, os pensamentos, as palavras.

O Silêncio é não mais aderir ao que quer que seja.
É ver o oceano que porta o iceberg.
É ver o iceberg e deixá-lo vagar em seu próprio destino.

[Silêncio]

O destino dele leva-o, certamente, a encontrar águas mais quentes, que leva o iceberg a aquecer-se.
E, naquele momento, o que resta?
A água na água.

Torna-se impossível saber qual é a água que constituía o iceberg e qual é a água que deixava o iceberg vagar.

Aí está a virtude do Silêncio, que leva o efêmero a fundir-se em sua Eternidade.

Eu lhes desejo um muito bom dia, no Silêncio, e nós nos veremos amanhã, se resta, ainda, um iceberg emperrado em algum lugar.

Boa Dança na água sobre a água.

Até breve.
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Transmitido por Air.


3 comentários:

  1. As palavras que vocês pronunciam são apenas a ponta do iceberg do barulho no qual vocês estão colocados. Os pensamentos estão exatamente sob as palavras. E sob os pensamentos há sua projeção no tempo.

    O Silêncio é não mais aderir ao que quer que seja. É ver o oceano que porta o iceberg. É ver o iceberg e deixá-lo vagar em seu próprio destino.

    Aí está a virtude do Silêncio, que leva o efêmero a fundir-se em sua Eternidade.

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  2. "O meu convite é um convite para colocar-se no Silêncio. Silêncio das palavras, Silêncio da Revelação no espaço e no tempo.
    E eu os convido, tanto que possível, a ficarem no Silêncio, durante este dia.

    "Sua projeção no Silêncio apenas pode fazer-se quando vocês param de desdobrar-se nesse mundo, para juntar-se à sua Eternidade, no Aqui e Agora.
    "O Aqui e Agora é a porta que leva ao Silêncio.
    " A virtude do Silêncio, que leva o efêmero a fundir-se em sua Eternidade.

    "O Silêncio encontra-se além, mesmo, do Aqui e Agora, no Infinito Presente.
    "O Silêncio é a Revelação de sua Eternidade."


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  3. "As palavras que vocês pronunciam são apenas a ponta do iceberg do barulho no qual vocês estão colocados."

    "O Aqui e Agora é a porta que leva ao Silêncio."

    "Torna-se impossível saber qual é a água que constituía o iceberg e qual é a água que deixava o iceberg vagar."

    ​"​Aí está a virtude do Silêncio, que leva o efêmero a fundir-se em sua Eternidade.​"
    Amém Silencioso!!!!

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