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5 de ago de 2011

UM AMIGO – 5 de agosto de 2011


Mensagem publicada em 6 de agosto, pelo site AUTRES DIMENSIONS.


Eu sou UM AMIGO.
De meu Coração ao seu Coração, que a Paz, o Amor e a Alegria estejam em vocês.

Irmãos e Irmãs na humanidade, eu venho a vocês, por mandato dos Anciões.
Assim como eu o disse há alguns meses, eu terminei o Ensinamento do Yoga da Unidade e da Verdade.
Resta, agora, fazer a ligação formal entre esse Yoga e o que eu chamaria a Consciência da Unidade que conduz, de maneira extremamente lógica, a viver a Consciência Unitária.

A Consciência da Unidade desemboca, inevitavelmente, na própria Consciência Unitária.
Existe, portanto, um processo, através dos diferentes Yogas que eu lhes transmiti, que é a possibilidade, real e concreta, de manifestar e de viver o que é chamada a Consciência Unidade ou ainda a Consciência Turiya, que corresponde ao estabelecimento de sua própria Consciência num estado não conhecido, superando, de muito longe, o âmbito da consciência da personalidade ou da Dualidade.

As preparações que foram efetuadas e que vocês seguiram, uns e outros, permitiram levá-los a esse limiar específico, a esse momento efetivamente visível, no qual a consciência deve passar de uma consciência comum para uma Consciência que pode ser qualificada de extraordinária, estando ao mesmo tempo encarnados e presentes nesse mundo onde vocês estão atualmente.
Através do que foi chamada (e que se convencionou chamar) a revelação da Luz, realizou-se certo número de processos que os conduziram até a Porta de sua própria Ressurreição.
Vocês compreenderam: a passagem da Porta da Ressurreição os conduz a viver, em Consciência e em Verdade, o próprio princípio da Unidade.

Apreendam, efetivamente, que a Unidade não é renunciar a qualquer vida que seja, mesmo se as circunstâncias dessa Terra sejam, no mínimo, específicas, durante esta época, mas bem mais, descobrir e estabelecer outro modo de funcionamento de sua própria consciência, ou seja, do que vocês são, ao mesmo tempo participando, por sua presença, desse mundo.

Estabelecer em si a Consciência da Unidade é já colocarem-se questões sobre a justificação de qualquer diligência espiritual e de qualquer diligência de vida que os conduz, como foi dito já há algum tempo, a colocar escolhas, orientações e a manifestar, em sua vida, impulsos bem diferentes daqueles que estão inscritos num âmbito moral, social ou legal.
Isso não vem (de modo algum) infringir esses quadros morais, sociais ou legais, mas, bem mais, transcendê-los na Luz, justamente, da Consciência da Unidade.

A consciência da dualidade é sempre inscrita num princípio de ação/reação no qual vai suceder-se, no Ser, uma permanência de estados alternados, que oscilam entre a Paz e a não Paz.

Tomar Consciência da Unidade e da Consciência da Unidade é preparar seu estabelecimento na Consciência Unitária, na qual não pode mais existir perda de equilíbrio, na qual não pode mais existir qualquer antagonismo nem qualquer oposição.

É claro, essa Consciência deve estabelecer-se nesse corpo e o corpo é - assim como, eu espero, foi-lhes demonstrado - um Templo, um ressoador que lhes permite, seguindo algumas regras simples (de um yoga muito simples), aproximarem-se e fazerem a experiência dessa Consciência da Unidade, para provar a si mesmos que existia, além da consciência comum e das leis dessa matéria, espaços inexplorados e não atingidos até o presente pela maior parte da massa da humanidade, que os conduz a viver de outro modo, a viver diferentemente, não segundo um conhecimento intelectual, não segundo uma modificação dos quadros de vida, quaisquer que sejam, mas, bem mais, pela Transcendência desses próprios quadros de vida, o que os conduz a manifestar um estado específico de Paz, de Alegria, com diferentes estratos, sucessivos, a descobrir.

Existem, é claro, numerosos marcadores dessa Consciência da Unidade e do estabelecimento da Consciência na Unidade, que lhes foram desenvolvidos por muitos Anciões, concernentes ao Fogo do Espírito, aos guardiões do Limiar, às Coroas Radiantes, ao Fogo e suas diferentes implicações.
Cada um de vocês, ao seu ritmo, ao seu modo, pôde explorar e experimentar algumas etapas ou alguns estados que os conduz a escolher, de maneira consciente e lúcida, o princípio da Unidade, ao invés do princípio da Dualidade.

Aqueles de vocês que se interessaram por filosofias mais antigas, obviamente, perceberam e apreenderam que o que nós lhes dávamos era apenas o prolongamento de doutrinas Unitárias chamadas monismo, que portam diferentes nomes, conforme as correntes tradicionais, as culturas, as épocas e as tradições, mas que recorrem, todas, a outro estado da Consciência, no qual não pode mais existir o mínimo antagonismo, o mínimo sofrimento, o mínimo atrito, existentes devido à vida comum.

Portanto, nós os conduzimos e convidamos (seja pelo que foi transmitido pelos Arcanjos, pelas diversas e sucessivas revelações da Luz e de seus planos Vibrais) à sua Porta, à Porta de vocês mesmos.

Alguns de vocês já cruzaram essa Porta e estabeleceram-se, de uma maneira mais ou menos intensa e mais ou menos duradoura, na Consciência Unitária.
Outros apreenderam o que significava a Consciência da Unidade, mas ainda não penetraram, em consciência, a Unidade.

Seja como for, cada um de vocês encontra-se, doravante, no momento final em que deve estabelecer-se na Consciência Unitária (no mesmo momento que a Terra, ela mesma, deve viver sua Consciência Unitária) e, de algum modo, despojar-se de tudo o que faz as leis de ação/reação e de tudo o que faz esse princípio chamado confinamento, falsificação, chamada lei de ação/reação e que deve permitir uma mudança, chamada Dimensional.

Essa mudança Dimensional põe fim a algo que era falso e permite à Verdade instalar-se.
Essa Verdade (que está presente em vocês, do mesmo modo que está presente no exterior, porque é a mesma Verdade) deve, agora, eclodir e aparecer, de maneira definitiva.

Então, é claro, existem diferentes nomes.
Alguns povos indianos falarão do retorno da Estrela Azul.
Outros falarão do retorno do Rei dos Céus.
Outros falarão, ainda, do retorno do Cristo.
Outros falarão, ainda, da Luz Unitária que se revela.
Quaisquer que sejam as denominações, cada uma, é claro, marcada por sua própria cultura, seu próprio conhecimento, tanto interior como exterior.

Tudo isso descreve, é claro, o mesmo processo, o mesmo evento, colorido conforme a cultura, conforme o olhar, mas que corresponde, inegavelmente, a uma Passagem.
Essa Passagem é de natureza Vibratória, de natureza quântica, se preferem, e ela chama a Consciência à sua última revolução, à sua adesão, de algum modo, e à Passagem dessa Porta da Unidade, para estabelecer a imanência da Consciência, a Unidade da Consciência e, sobretudo, romper, de maneira definitiva, o ciclo da Ilusão, o ciclo do Samsara.
Ela lhes permite, agora e doravante, viver, em toda lucidez e em toda Consciência (nos instantes que vocês vivem sobre esta Terra), esse processo de reversão final, que os faz viver o que foi chamada a crucificação e a ressurreição, para empregar uma terminologia ocidental, mas que nada mais é, eu diria, do que o despertar a si mesmos.

Esse despertar a si mesmos torna vão, de algum modo, qualquer questionamento; torna vã qualquer interrogação, porque, quando esse despertar efetua-se, a Consciência, naquele momento, despoja-se de tudo o que não é a Unidade e concebe e chega a perceber e a viver que esse estado sempre esteve aí, mas que, simplesmente, alguns jogos da consciência da dualidade, através de projeções, através da Ilusão, através de sofrimentos, de alegrias, de dores, haviam-no simplesmente mascarado e impedido sua eclosão.

Muitos de vocês começam a viver estados não comuns de Consciência, seja durante suas noites, seja em alguns episódios de suas vidas quotidianas e diárias ou, ainda, em seus espaços de alinhamento ou de meditação.
Cada um dirige-se para essa Passagem ao seu modo.
Não há quem seja melhor do que outros.
Não há um modo que seja preferível a outro.
Há, simplesmente, múltiplos modos de realizar, de viver e de conscientizar-se disso.

Essa revolução da Consciência, essa reversão da Consciência traduz-se, é claro, por certo número de elementos específicos chamados, em linguagem humana, de perdas, de renúncias, de abandonos, que não são decisão da consciência separada, mas, bem mais, os indicadores do estabelecimento de sua Consciência nova.

É claro, o conjunto do que fez o corpo de desejo, ou corpo de personalidade, é chamado a afastar-se de vocês, quaisquer que sejam esses desejos da personalidade.
Quaisquer que sejam os medos e os sofrimentos inscritos na consciência dual, estes tendem a afastar-se de vocês, de diferentes modos, mas vocês podem constatar isso a cada dia em sua vida, por pequenos sinais ou grandes sinais que os aproximam, inevitavelmente, dessa Passagem, dessa última Porta.

Compreendam, efetivamente, que a renúncia, o abandono a que me refiro não é uma forma de renúncia, tal como puderam vivê-la alguns renunciantes, tanto na Índia como no Ocidente, que se retiraram (voluntariamente, por um ato de vontade) da vida, mas, efetivamente, algo que se estabelece de maneira natural, sem buscar qualquer vontade, sem buscar, mesmo, o estabelecimento.

Assim, portanto, cada um de vocês faz a experiência de certo número de desejos que se afastam de vocês.
Inúmeros de vocês vivem processos de separação do que fazia sua vida comum anteriormente, que traduzem, de fato, apenas impulsos da Alma e, para muitos de vocês, doravante, impulsos do Espírito, diretamente, para viver no Espírito e na Verdade.

O indicador indelével dessa Passagem em curso traduz-se por um estabelecimento na Alegria e na Paz, o que não quer dizer que vocês devam viver, permanentemente, esse estado de Alegria e de Paz porque, obviamente, a consciência comum, devido à presença de seu corpo, está ainda aí.
Mas, simplesmente, o próprio corpo transforma-se, o que permite à personalidade não mais controlar e dirigir sua vida, mas, efetivamente, estar submissa à Liberdade do Espírito que vem modificar, transformar e cumprir regras novas, que nada mais têm a ver com as regras do confinamento.

É claro, ao mesmo tempo em que essa Paz e essa Alegria revelam-se de maneira igualmente importante, certo número de elementos (esses elementos foram-lhes desenvolvidos por outros Anciões) chamados a humildade, a simplicidade, mas, também, a capacidade para estabelecer-se no Aqui e Agora, para não mais depender de um passado, para não mais depender de um futuro, mas para instalar-se, verdadeiramente, no tempo presente, porque a Consciência da Unidade e a Consciência Unitária apenas podem existir no tempo presente, escapando, assim, de toda influência do passado e de toda influência do futuro.

Tudo isso se faz por toques sucessivos ou de maneira brutal, aí também, eu repito, cada um em sem próprio ritmo, mesmo se existe um ritmo forçado, eu diria, induzido por circunstâncias astronômicas e circunstâncias terrestres com as quais, é claro, o conjunto da humanidade não pode subtrair-se e com as quais deve compor.

A preparação que vocês efetuaram, para alguns de maneira muito antiga e, para outros, de maneira mais recente, tem por único objetivo facilitar a tarefa.
Essa tarefa é a de aceitar viver esse Abandono, inteiramente, e de deixar-se banhar e imergir pela revelação da Luz, afastando toda identidade (quer ela seja recente, passada ou que remonte a vidas passadas), afastando qualquer projeção a uma identificação num futuro (qualquer que seja), mas que lhes permite descobrir a realidade, a Verdade, a beleza do instante presente e estabelecer-se nessa Alegria, nessa Paz, nessa humildade, nessa simplicidade, num estado em que a Consciência não se importa com a atividade mental, não se importa com a atividade intelectual, não se importa com emoções e não se importa com sua própria identidade, porque vocês superam a identidade que lhes é própria para penetrar os domínios do impessoal.
Aí também, cada um ao seu modo, em seu ritmo, com suas próprias experiências de Consciência.

Assim, portanto, o conjunto de indicadores, tanto Interiores como exteriores, está, doravante, todo, despertado e ativado.

Tudo está, portanto, pode-se dizê-lo, pronto, para viver essa fase específica (chamada, pelo Bem Amado João ou Sri Aurobindo, o choque da humanidade), essa revelação total da Consciência Unitária que, obviamente, não pode coexistir, in fini, com a consciência da Dualidade. Isso significa, é claro, vocês compreenderam, o desaparecimento total da consciência da personalidade, o desaparecimento total dos componentes do corpo do desejo (seja o corpo físico, o corpo etéreo, o corpo astral), estabelecendo-os em seu Templo Interior, no Corpo da Ressurreição ou no Corpo de Existência.
Isso lhes permite voltar a tornar-se o que vocês são, há extremamente longo tempo, desde, efetivamente, antes do próprio princípio dessa projeção nessa Ilusão que nós, orientais, chamamos Maya.

Então, é completamente outra coisa ter a consciência de que esse mundo é maia e é completamente outra coisa viver a Verdade dessa afirmação.
Assim, por intermédio do Yoga da Unidade, da Verdade e do conjunto do que lhes foi transmitido no conjunto de seus alinhamentos e de seus encontros Vibratórios, vocês puderam dar-se conta, por si mesmos, fazendo sua experiência, de que existiam esferas bem diferentes do que a consciência comum podia perceber, viver e experimentar.

O fato de viver esses estados não comuns (quaisquer que fossem as manifestações) permitiu a muitos seres humanos aproximar-se desse momento.
Esse momento está, agora, como vocês sabem, extremamente próximo e nele vocês poderão fundir-se, realizar-se em sua Unidade.

É claro, nós insistimos sobre a Luz Vibral, sobre esse Amor Vibral que, absolutamente, nada tem a ver com o amor/emoção ou o amor/mental ou o amor/afetivo, mas a Vibração do universo, a própria Fonte do universo e das Dimensões, à qual vocês tiveram a possibilidade de religar-se e de ressoar, a fim de progredir, de algum modo, nesse desvendamento e nessa revelação de sua própria Luz e de sua própria Unidade.

Será tempo, agora, de estabelecerem-se, de maneira definitiva, em sua Unidade, deixando a Luz trabalhar, vestindo, de algum modo, seu manto de eternidade e sua Morada de eternidade.
Quaisquer que sejam os nomes que se possam dar, eles serão apenas nomes.
Resta-lhes viver a Consciência disso e tornar-se essa Consciência, inteiramente.

Compreendam, efetivamente (e como foi muito amplamente desenvolvido), que apenas vocês mesmos, e vocês sozinhos é que podem, real e concretamente, passar à Consciência Unitária.

Vocês deverão, portanto, de algum modo, uns e outros (respondendo ao apelo da Luz), passar da Consciência da Unidade para a Consciência Unitária, ou seja, do corpo de desejo para o Corpo de Existência.
Esse Corpo de Existência (que se reconstituiu à imagem do que ele é, não tanto como imagem, mas como outra realidade inscrita na mesma realidade) é o princípio mesmo não da imagem, mas do holograma, que permitiu reconstruir, de algum modo, essa eternidade aqui mesmo, nesse mundo encarnado.

Os marcadores são numerosos, vocês os conhecem: eles são chamados os siddhi, em outros termos, as manifestações ligadas à conexão com a Alma e com o Espírito.

Primeiramente encontramos, é claro, o som da Alma e o som do Espírito.
Eu deveria dizer os diferentes sons da Alma e os diferentes sons do Espírito, que lhes permitem afinar-se, refinar-se, fazê-los ressoar com sua própria Consciência Unitária.

Vocês já observam que se torna cada vez mais fácil, para muitos de vocês, penetrar esse espaço de ressonância e de alinhamento que os faz viver não mais unicamente a Consciência da Unidade, mas a própria Consciência Unitária.
Isso quer dizer que os Seres humanos estão, doravante, mais aptos, mesmo sem conseguir formular palavras ou explicações sobre isso, a estabelecerem-se, em Consciência, em sua própria Unidade, em sua própria eternidade.

É claro, e vocês compreenderam, que esses momentos ainda não estão estabelecidos inteiramente, uma vez que vocês ainda estão no corpo da personalidade, mas este desagrega-se, pouco a pouco.
Não existe traumatismo algum para aquele que aceita, totalmente, o corpo de Existência.
Não existe, tampouco, sofrimento algum nem resistência alguma.
Quanto mais vocês vão para essa Luz Vibral, mais vocês vivem, dela, os efeitos, mais lhes será fácil efetuar essa Passagem, em toda lucidez, é claro, mas, também, em toda facilidade e em toda alegria.

Então, é claro, a personalidade vai sempre tentar reconduzi-los àqueles que lhes são caros, às atividades que lhes são caras, quaisquer que sejam.
Mas vocês constatarão facilmente, por si mesmos que, quanto mais se imergem na Consciência da Unidade e em sua própria Unidade, mais isso vai afastar-se de vocês, como algo que poderia assemelhar-se a um sonho ou, para alguns de vocês, a um pesadelo que se afasta.

Compreendam, efetivamente, aí também, que essa forma de renúncia não é desejada pela personalidade; não é uma negação de vida; não é uma negação da verdade desse mundo (mesmo falsificada), mas, bem mais, um mecanismo íntimo de sua própria Consciência, que os conduz a viver isso.

Então, alguns de vocês viverão momentos cada vez mais intensos de desconexão da consciência comum e de penetração, muito mais potente, num estado de Consciência da Unidade ou de Unidade da Consciência, que lhes permitirá, então, em todo conhecimento, cruzar essa Porta.

Vocês não têm que preceder o apelo.
Vocês não têm que se retirar, por sua própria vontade, do que quer que seja, porque, lembrem-se, nesse processo da Consciência, não é a personalidade que age, mas, efetivamente, a própria Luz Vibral em sua Consciência da Existência.

A Luz é Inteligente e é Inteligência.
Ela vai, portanto, levar a efeito o princípio do que foi chamada a lei de ação de graça e a lei de Unidade, de sincronia, a fim de que a Fluidez da Unidade estabeleça-se em vocês, em sua vida e no conjunto de manifestações de sua consciência, mesmo a mais comum.
Nesse estado, e quando vocês penetrarem, cada vez mais, esse estado Unitário, vocês constatarão que o mental tem cada vez menos controle.
É como se ele se afastasse de sua própria Consciência Unitária.
Será o mesmo para suas próprias emoções.
Será o mesmo para suas próprias dores.
Será o mesmo para seus próprios apegos.
Isso será vivido não como um luto, não como uma perda, a partir do instante em que não há resistência.
A partir do instante em que as Portas forem passadas, em que forem resolvidos os apegos coletivos (em parte, ao menos), vocês constatarão que a Luz age por si, a fim de pacificar o que deve ainda sê-lo em sua Consciência.

Nada há, nesse momento, nem a praticar nem a implementar, mas, ainda uma vez, a deixar fazer a Luz, a deixar fazer a Inteligência suprema do que vocês são, em Verdade.
Isso vai aparecer-lhes cada vez mais claramente e vai permitir-lhes descobrir espaços de Liberdade totalmente desconhecidos.
Em outros termos, e numa terminologia muito mais atual de seu tempo, eu diria que vocês são chamados a tornarem-se seus próprios criadores de sua própria realidade, de sua própria Verdade, ao mesmo tempo tendo, efetivamente, consciência de que essa realidade, essa verdade, essa criação nada mais tem a ver com o mundo, tal como ele é conhecido, mas exprimir-se-á, cada vez mais, numa nova Dimensão, num novo estado da matéria, num novo estado da Consciência, correspondente ao seu destino.
Isso lhes aparecerá como um sonho, num primeiro tempo, mas esse sonho virá tomar cada vez mais acuidade e importância em sua vida comum, facilitando, aí também, essa Passagem, facilitando, aí também, seu renascimento.

Então, é claro, também lhes foi dito e solicitado para não julgar, para ser humilde e simples porque, é claro, e isso vocês sabem, vocês não têm, todos, a mesma vibração, vocês não têm, todos, a mesma Consciência.
Mesmo na Unidade, vocês não têm, todos, a mesma evolução, o mesmo estabelecimento.

Então, é preciso aceitar que cada indivíduo vive sua própria revolução e sua própria revelação, com mais ou menos felicidade e mais ou menos facilidade, e que vocês não podem pretender viver o que vive o outro enquanto vocês mesmos não passaram totalmente à sua Consciência Unitária, enquanto vocês mesmos não cederam o lugar, inteiramente, da consciência da personalidade, pela própria ação da Luz.

A época na qual vocês entraram, já desde alguns meses (como lhes havia sido anunciado por nosso Comandante) toca, agora, ao seu pleno potencial, à sua plena manifestação, à sua plena revelação.
Vocês, aliás, constataram que, cada dia e cada hora que vão passar, vão conduzi-los a uma maior lucidez, a uma maior revelação de sua Consciência da Unidade ou de sua Consciência Unitária, a fim de sempre mais levá-los, pela Vibração e pela Alegria, longe de qualquer zona de Sombra e de qualquer zona de sofrimento.

Além disso, as zonas de Sombra ou de sofrimento que possam ainda existir aparecer-lhes-ão como um velho despojo, de algum modo.
Sua Consciência Unitária afastá-los-á de seus próprios sofrimentos e haverá uma forma de distância que será tomada em relação às suas próprias emoções, em relação aos seus próprios condicionamentos, porque vocês constatarão que, na Unidade, não há mais qualquer sofrimento, qualquer emoção e qualquer mental.
Vocês não poderão mais, portanto, identificar-se ao que quer que seja que pertença a esse famoso corpo de desejo ou de personalidade, mas vocês estarão desidentificados, desincrustados, para entrar no que é chamado o Si, para entrar no que é chamada essa Alegria permanente, chamada Sat Chit Ananda.

Naquele momento, vocês começarão também a viver, como foi dito pelo Irmão K, um processo de descompartimentação e de desfragmentação que os conduz a viver, além de sua própria Consciência, a não limitação da Consciência Unitária, que os faz descobrir que vocês não são mais limitados pelo que quer que seja, e é isso que é a Liberdade, e é isso que foi chamada a autonomia.

É nessa autonomia, nessa Liberdade que vocês se estabelecerão em sua co-criação consciente, de vocês mesmos, num novo espaço Vibratório e num novo espaço de vida, chamado outro estado Dimensional.
Tudo isso vai revelar-se, de maneira harmoniosa, para o conjunto de Irmãos e de Irmãs que aceitarem e se deixarem trabalhar pela Luz e pela Liberdade.

Assim, portanto, essa Luz e essa Liberdade não são uma reivindicação do ego; não são, tampouco, uma busca, no sentido espiritual, mas, efetivamente, o estabelecimento na Verdade que apenas pode realizar-se, inteiramente, quando há uma cessação de toda vontade da personalidade, quando há uma cessação de toda identificação a qualquer sofrimento, a qualquer medo, a qualquer falta.
É isso que há para experimentar, para viver e para conscientizar-se, a partir do retorno do que vocês chamam Cristo, a Luz Branca atualizada em suas células.

A Luz revelou-se, há algumas semanas, inteiramente.
Resta-lhes, agora, conscientizar-se d’Ela, de algum modo, em sua consciência comum.
É para esse processo, chamado Passagem, Crucificação, Ressurreição, que vocês são chamados pela Luz e ao qual vocês devem responder, por seu próprio abandono na Vibração da Luz Una.

É claro, nós lhes demos, uns e outros, assim como as Estrelas e os Arcanjos, os elementos.
Desses elementos, é a vocês que cabe selecionar o que pode ainda ser-lhes útil.
Mas retenham, contudo, que quanto mais vocês aceitam acolher a Luz Vibral, menos vocês terão necessidade de ferramentas e mais vocês serão capazes de viver isso, em Consciência e pela Consciência.
Naquele momento, as ajudas poderão aparecer-lhes como totalmente supérfluas porque lhes bastará estabelecer-se em sua própria Luz para viver todas as facilitações necessárias, todos os ajustes necessários e para ir aonde vocês devem ir.

Sri Aurobindo jamais lhes escondeu que este período acompanhar-se-ia de elementos chamados choque da humanidade.
Esse choque da humanidade (assim como foi dito pelo Irmão K) já está se produzindo.
Ele ainda não atingiu, eu diria, a consciência coletiva de maneira total, mas pode corresponder, para alguns de nossos Irmãos e Irmãs ainda presentes sobre a Terra e não despertos, a um sentimento de mal-estar crescente no qual o conjunto de marcadores habituais da consciência condicionante desaparecem, afastam-se ou tornam-se tortuosos.
Aí também, o melhor modo que vocês têm de estar no serviço e na ajuda é abandonar-se à sua própria Luz porque, naquele momento, como Semeadores de Luz e Ancoradores de Luz, vocês serão um apoio, não mental, não emocional e não afetivo, para aqueles Irmãos e Irmãs que estão no não reconhecimento da Luz, de momento.

Assim, portanto, a frase pronunciada pelo Cristo: «Busquem o reino dos Céus e o resto ser-lhes-á dado em acréscimo» vai tornar-se cada vez mais atualidade, porque a Luz, como foi dito, quando ela os rega, e quando a Fonte revela-se em vocês, como foi dito: «Vocês não terão mais, jamais, sede e vocês serão saciados para sempre».
Esse fato de ser saciado concerne, é claro, ao conjunto de necessidades do corpo de desejo, sem exceção alguma.
Isso quer dizer que o que era buscado numa projeção exterior (que vocês chamem a isso um alimento, um prazer, outro ser humano) tornar-se-á acessível do Interior e sem qualquer projeção.

É a vocês que cabe fazer a experiência, não fazendo disso um dogma, não fazendo disso uma vontade a adquirir ou a percorrer, mas, simplesmente, um estado a manifestar e a viver porque é a estrita verdade do que há para viver.
Mas isso pode ser vivido apenas a partir do instante em que vocês aceitam dar esse passo e engajar-se nessa noção de Passagem à sua própria Revelação.

Na consciência e nesse corpo (que é o Templo de sua Consciência), mecanismos Vibratórios foram-lhes dados.
Esses mecanismos Vibratórios são, como foi dito, pontos de ancoragem da nova Consciência, pontos de ancoragem da Consciência da Unidade e da Unidade da Consciência, que permitem revelar esses Atalhos, essas Portas, essas espécies de Portais Interdimensionais entre esse mundo e os mundos Unificados.
Eles são, portanto, os marcadores privilegiados, os testemunhos, de algum modo, de seu estabelecimento na Consciência Unificada.

Nós lhes dissemos, muito frequentemente, uns e outros, que a Consciência era Vibração e é essa Vibração que, quando é vivida, inteiramente, instala-os na Unidade e além mesmo da identificação a essa Vibração.
A Consciência, então, descobre-se pelo que ela é: Ilimitada, Livre, Autônoma, absolutamente não mais condicionada por uma existência, absolutamente não mais condicionada por uma história, qualquer que seja, absolutamente não mais condicionada por apegos ou regras sociais, morais ou outras, mas, bem mais, como algo de inteiramente Livre que pode, efetivamente, para alguns de vocês, até um dado momento, parecer tão imensa e tão infinita que isso lhes parecerá, talvez, inconcebível.

Mas, entretanto, fazer essa experiência ou aproximar-se disso suficientemente próximo basta, regra geral, para dar a certeza de sua evolução.
Saibam, também, que essa Luz sacia-os.
Ela preenche, realmente, e ela preencherá, cada vez mais, o conjunto de suas necessidades no corpo de personalidade ainda presente sobre esse mundo.

É pela Luz que vocês encontrarão o conjunto de soluções, porque não poderá mais existir qualquer solução através da rede social, afetiva, moral ou mental ou emocional, mas a Luz será, realmente, aquela que proverá, na Consciência Unitária, ao conjunto do que é necessário para realizar sua missão.
Essa missão que, eu esclareço, é a mesma para todos e cada um: tornar-se o que é, de toda a eternidade.
Sair do marasmo da Ilusão, sair da personalidade, não para rejeitá-la, mas, efetiva e verdadeiramente, para estabelecer-se em sua transcendência e na Verdade.

Tudo isso, é claro, será realizado a partir do instante em que vocês aceitam a Luz Branca.
Então, é claro, se eu me dirijo aos orientais, eu lhes diria: essa Luz Branca é Krishna.
Se eu me dirijo aos ocidentais, eu diria: essa Luz Branca é o Cristo.
Se eu me dirijo a um Sufi [escola panteísta], eu diria que é a Luz de Allah, tal como corresponde à sua experiência e não à Verdade outra, em particular, religiosa.

Assim, portanto, cada um poderá nomear e viver, de algum modo, uma identificação dessa Luz Branca como um fato histórico ou como uma mitologia, mas pouco importa.
É a Luz Branca: Luz de Amor, de Paz, Luz de Unidade, que é um bálsamo que vem, inteiramente, transcender e apagar todas as faltas, todos os medos, todas as insuficiências e, é claro, todos os sofrimentos.

Na Luz Branca encontra-se essa Paz, essa felicidade; encontra-se esse Samadhi que os conduz a ir até o Maha Samadhi, em toda lucidez e em toda Consciência.
Esse Maha Samadhi dependerá, aí também, do Maha Samadhi da própria Terra e da chegada da Luz Branca em seus céus, visível não sob forma de partículas adamantinas ou de chuva de Luz, mas, efetivamente, como a totalidade da Luz.

Esse processo revela-se já em vocês, que dele vivem, de algum modo, as primícias, no interior de sua consciência, antes que ela se revele na consciência coletiva, em sua totalidade.

Não se esqueçam de respeitar o que pede seu corpo, sobretudo no que lhes pedirá sua Consciência da manhã, ao acordar.
Estejam na escuta de vocês mesmos, estejam na escuta de sua própria Vibração e percebam, cada vez mais claramente (porque esse será o caso), os momentos em que vocês passaram à Consciência da Unidade ou à Consciência Unitária e os momentos em que vocês voltarem a descer, de maneira transitória, cada vez mais efêmeros, à consciência da personalidade.

Esses movimentos e essas idas-e-vindas são, verdadeiramente, para muitos de vocês, uma necessidade absoluta, porque é através dessas idas-e-vindas, mesmo, por vezes, penosas (sobretudo no sentido da descida) que se pode estabelecer, ainda mais firmemente, a Luz e sua Inteligência, que os ajudam a viver, a um dado momento, a totalidade de sua Existência.

Dentro de alguns dias (eu creio mesmo, em termos humanos, a partir de amanhã), certo número de informações Vibratórias complementares e finais ser-lhes-ão dadas sobre a revelação da Luz.
Serão, de algum modo, os últimos elementos (bem além do Yoga da Unidade) que lhes permitirão servir-se de seu corpo para facilitar seu próprio estabelecimento na Consciência Unitária.
Guardem presente, contudo, num canto de sua consciência que, em definitivo, tudo depende apenas de vocês e da distância que vocês põem ou da coincidência que vocês estabelecem entre vocês, justamente, e a Luz.

Todo o mecanismo que há para viver (esse mecanismo de sobreposição, de desidentificação, de desfragmentação, de descompartimentação) está aí apenas para permitir-lhes estabilizar sua Consciência Unitária e estabilizar a Alegria e a Paz.

O período que se abre é o período o mais propício para viver isso, porque esse período é aquele em que o conjunto de ilusões desse mundo e da personalidade vai desaparecer.

Os Arcanjos haviam falado de desconstrução, de Etapas, de patamares.
Nós falamos, mais precisamente, de dissolução do que não é a Verdade.

Viver a dissolução pode parecer, é claro, para o ego, uma destruição total.
Aí também, tudo dependerá de seu ponto de vista, tudo dependerá de sua visão, da Atenção e da Intenção com a qual vocês se estabelecerão no instante: HIC e HUNC, como diria o Arcanjo Anael, que lhes permite, com mais ou menos felicidade e Alegria, estabelecer-se nesse estado Vibratório.

A quase totalidade dos preâmbulos da revelação final da Luz está prestes a ser-lhes dada, a fim de permitir a intercessão do Senhor METATRON e, depois, de MARIA, que permitirá o retorno a Luz Branca, totalmente.

Irmãos e Irmãs na humanidade, de meu Coração ao seu Coração, na Paz da Luz e na Alegria da Unidade, que sua Presença estabeleça-se.
O Arcanjo Uriel, ao seu modo, conduzi-los-á a Vibrar.
Eu lhes digo, quanto a mim, certamente, até o fim da revelação da Luz Branca, após a vinda de METATRON e de MARIA.

No Amor e pelo Amor.

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Versão do francês: Célia G. http://leiturasdaluz.blogspot.com


3 comentários:

  1. Grandiosa a mensagem de Um Amigo. Acho que muitos de nós pensamos não ter alcançado os estados de Samadhi, esse estado de plena paz. Hoje, eu vejo que eu atingi esses estados em março,abril e maio,o problema é que o ego fingiu sair de cena, ainda hoje eu não ligo pra dinheiro,não tenho preocupação alguma. Eu só não transcendi ainda a questão da sexualidade e sensualidade. Isso tinha sumido, mas voltou, mas eu vou seguir o que foi ensinado pelos Anciões, não combater mas aquiescer me à Luz, deixar-me ser levado pela Luz, é a única coisa a fazer. Um abraço a todos.

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  2. Depois de discorrer ainda mais amiúde sobre as amplas possibilidades de todos adentrarem à Consciência Unitária, processo vivido de acordo com cada ritmo, numa conjuntura de extremo favorecimento, na qual nos encontramos, a MSG aponta para vários pontos de conscientização fundamental, tais como: "1 - Vocês não têm que se retirar, por sua própria vontade, do que quer que seja, porque, lembrem-se, nesse processo da Consciência, não é a personalidade que age, mas, efetivamente, a própria Luz Vibral em sua Consciência da Existência. 2 - A Luz é Inteligente e é Inteligência. Ela vai, portanto, levar a efeito o princípio do que foi chamada a lei de ação de graça e a lei de Unidade, de sincronia, a fim de que a Fluidez da Unidade estabeleça-se em vocês, em sua vida e no conjunto de manifestações de sua consciência, mesmo a mais comum. 3 - Sri Aurobindo jamais lhes escondeu que este período acompanhar-se-ia de elementos chamados choque da humanidade. 4 - A frase pronunciada pelo Cristo: «Busquem o reino dos Céus e o resto ser-lhes-á dado em acréscimo» vai tornar-se cada vez mais atualidade".

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  3. "Cada um de vocês encontra-se, doravante, no momento final em que deve estabelecer-se na Consciência Unitária e, de algum modo, despojar-se de tudo o que faz esse princípio chamado confinamento, falsificação, chamada lei de ação/reação e que deve permitir uma MUDANÇA, CHAMADA DIMENSIONAL."
    "Essa mudança Dimensional põe fim a algo que era falso e permite à Verdade instalar-se. Essa Verdade deve, agora, ECLODIR e APARECER, de maneira definitiva."
    "Aí também, cada um ao seu modo, em seu ritmo, com suas próprias experiências de Consciência."
    "Eu diria que vocês são chamados a tornarem-se seus próprios criadores de sua própria realidade, de sua própria Verdade, ao mesmo tempo tendo, efetivamente, consciência de que essa realidade, essa Verdade, essa criação nada mais tem a ver com o mundo, tal como ele é conhecido, mas exprimir-se-á, cada vez mais, numa NOVA DIMENSÃO, num novo estado de Consciência, CORRESPONDENTE AO SEU DESTINO.
    Isso lhes aparecerá como um sonho, num primeiro tempo, mais esse sonho virá tomar cada vez mais acuidade e importância em sua vida comum, facilitando, aí também, ESSA PASSAGEM, facilitando, aí também, SEU RENASCIMENTO."

    Maravilhosa Mensagem de UM AMIGO, com palavras que vibram e impulsionam a REVERSÃO DA CONSCIÊNCIA.

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