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23 de set de 2012

UM AMIGO – 23 de setembro de 2012


Mensagem publicada em 24 de setembro, pelo site AUTRES DIMENSIONS.



Áudio da Mensagem em Português

Link para download: clique aqui


(GRAVAÇÃO REALIZADA A PARTIR DO TEXTO ORIGINAL FRANCÊS, SUJEITA, PORTANTO, A CORREÇÕES QUANDO DA TRANSCRIÇÃO).





Eu sou UM AMIGO.
De meu Coração ao seu Coração, na Paz Eterna.
Instalemo-nos, se quiserem, em um instante preliminar de silêncio, antes que eu exprima elementos que lhes são, certamente, conhecidos, mas que serão reunidos, concernentes à Luz e à Dissolução.

... Partilhar da Doação da Graça...

Vamos partir, se quiserem, de elementos que lhes foram comunicados há alguns anos, fazendo um paralelo, é claro, com o que foi dado, comunicado, pela maior parte dos ensinamentos, tanto orientais como ocidentais.

Aí onde vocês estão há uma inversão ligada à falsificação.
Aí onde vocês estão não é o que vocês São.
O Oriente fala de Maya.
No Ocidente, CRISTO havia dito: «Vocês estão sobre esse mundo, mas vocês não são desse mundo».

Do princípio de falsificação, em ressonância com a Luz oblíqua, resulta uma distorção da Consciência.
Essa distorção resulta de ausência de Liberdade da Luz desse mundo.
Daí decorreu uma sequência lógica de confinamentos, do pensamento, do corpo.
Uma limitação, mesmo, da biologia, do núcleo celular.

O mundo de Maya é uma sucessão de efêmeros.
Efêmeros de suas vidas, que dão o sentimento de uma continuidade, instaurada e amplificada por todos os mecanismos memoriais, arquitetônicos e tradicionais.

Os Anjos do Senhor, nomeados Vegalianos, especificaram, há muito tempo, que eles não podiam vê-los, uma vez que vocês estão na Sombra, e o fluxo de Luz presente sobre esta Terra, mesmo se tenha mudado de maneira considerável, recentemente, não permite estabelecer nem a Transparência, nem a Cura, nem a Transcendência (ndr: ver, notadamente, a intervenção de Velgan, de 27 de novembro de 2010).

A melhor imagem, uma vez que é uma, é certamente: uma consciência ocultada.
A Luz é projetada pelo projetor.
Vem chocar a opacidade, criando uma Sombra.
Essa Sombra é aquela que é vista na tela de projeção, à qual vocês se identificaram.
De Planos Unificados (seja para os Anjos do Senhor como para nós), não há possibilidade de ver a Sombra, uma vez que a Sombra não está, de modo algum, presente em todas as Dimensões Unificadas.
Vocês são, portanto, identificados a uma Sombra, que vocês tomam por real.

Vem, em seguida, a possibilidade de desidentificar-se da Sombra, tomando conhecimento da Luz e de estabelecer-se, se se pode dizer, na alma, em um principio mais etéreo, mais sutil, mais espiritual.
Mas a alma, nesse exemplo, é apenas o que faz obstáculo à Luz e permite ver uma Sombra.

Depois, vem um momento no qual vocês não olham mais a Sombra na tela de projeção, nem mesmo o que criou essa Sombra, mas vocês se voltam e veem a Luz.
Vendo a Luz, a Sombra não pode mais aparecer-lhes, há ainda uma distância, uma vez que a Luz está situada em um projetor, que está distante, a FONTE.

O desengajamento e as desidentificações da Sombra e da própria projeção realizam, se há aceitação, o processo de Dissolução pela Luz.
É muito precisamente (na falta de nomeá-lo de outro modo), o instante no qual toda distância desaparece.
A problemática sendo que enquanto vocês olham a Sombra mover-se na tela, a Luz não lhes aparece como tal.
A Luz, para vocês, é uma utopia.
Ao nível das ciências a Luz poderia ser chamada Buraco Negro.
Vocês estão invertidos.

A luz do dia, a luz visível, não é a Luz, é apenas seu reflexo.
Tomar o reflexo pela identidade ou a Sombra pela identidade, cria essa identidade, que se torna incapaz de ver a confiança ao que cria a Sombra, a confiança ao que cria o que faz tela à própria projeção, que realiza a distância com a Luz.

A Dissolução põe fim à identificação de uma Sombra do que faz tela, de um projetor e de uma fonte aparente, afastada da Luz.
O reencontro com a Luz, onde quer que vocês estejam situados (na Sombra projetada, no que faz tela à Luz, no próprio projetor), é muito exatamente o que se opõe à Dissolução.
Isso pode ser nomeado de múltiplos modos, e isso o foi, bem antes de mim, por SRI AUROBINDO, como sendo os apegos (ndr: ver a intervenção de SRI AUROBINDO de 23 de setembro).

Será sempre possível encontrar palavras e imagens, metáforas ou símbolos que ilustram isso, mas tomar consciência disso não é vivê-lo, uma vez que mesmo a tomada de consciência não permite resolver a própria Sombra, ela mesma portada na tela de projeção.

Qual é o único modo que permite à Sombra projetada, ao que faz tela à Luz e também ao projetor, desaparecer?
É a Dissolução.
Esse mecanismo de Dissolução implica certo número de Reversões, ilustradas por diferentes Passagens: seja a Passagem da garganta (lugar do que é chamado carma ou corpo causal), seja a Reversão da personalidade para a alma, a Reversão do fogo da matéria (voltada para a matéria, que se desvia da matéria e volta-se para o Espírito).
É a retificação do obliquo da Luz, é a retificação da Terra, a fim de que ela não seja mais obliqua em relação à Luz.

A Dissolução da Luz age assim.
A Luz age assim.
Mas para agir de maneira total é preciso que haja ausência de desvio da Luz, pelo que faz tela à Luz e pela própria Sombra.

As Reversões podem ser dolorosas, uma vez que a última delas foi chamada Crucificação e Ressurreição.
Elementos de apoio foram-lhes fornecidos: Yoga da Verdade, Nova Tri-Unidade, Onda de Vida, Manto Azul da Graça (ndr: ver a rubrica «protocolos a praticar», de nosso site), e diferentes elementos que aportam a prova, por suas Comunhões da Existência, de Outras Dimensões.

Será que isso basta para fazer desaparecer a Sombra, mesmo se vocês não olham mais a Sombra?
Não.
Porque o que desaparece, para que a Sombra não exista mais, é, simplesmente, o que faz tela à Luz.
Ou seja, a alma.
Enquanto a alma existe, voltada para a matéria ou voltada para o Espírito, há persistência da experimentação.

Há, em um caso, consciência de uma projeção da Luz, a FONTE.
E, no outro caso, há a ausência dessa consciência.
Mas, enquanto essa interface existe não pode haver Dissolução na Luz,
Pode haver consciência da Luz e, portanto, o que é nomeado o Despertar, mas não pode haver Liberação.

Ser Liberado é, portanto, não mais ser afetado por uma Sombra projetada, nem pelo que cria a Sombra projetada.
É sair da identidade, sair da forma, é sair de toda distância.
Reencontrar-se, portanto, no coração do Coração (ou o centro do Centro), onde não existe mais interferência, opacidade, obstáculo.

Através desse exemplo extremamente preciso, encontra-se de maneira figurada, o processo final da Liberação, que, portanto, consistiu em fazê-los ver a Sombra, em tomar consciência do que fazia a tela, e gerava a Sombra, e revertê-los para a Luz.
E aceitar, na finalidade, que a Luz não é distância.
E que não existe, tampouco, tela.
Que a tela, e o que faz tela, era em definitivo apenas uma anomalia de percepção.
Essas anomalias de percepção têm suas próprias regras, chamadas ação/reação, dualidade, sofrimento, bem e mal.
Elas se aplicam, essas regras, em um quadro no qual a Luz foi desviada a tal ponto, que de seu ponto de vista, o Buraco Negro é o desaparecimento da matéria e da consciência.

Mudar de ponto de vista ou de olhar, segundo os princípios de BIDI, investigação e refutação, leva-os, ou a um desengajamento ou a uma resistência.
Tanto um como outro fazem apenas ser os testemunhos de sua própria localização.
Tudo isso é baseado no principio de que as condições da Luz Fonte, de que as condições do que faz tela à Luz e cria a Sombra portada, são fixadas, de uma vez por todas, nesse mundo.

Ora (e isso lhes foi exprimido por diversas vozes, outras que não a minha, porque meu objetivo não é o efêmero, mas, efetivamente, o Eterno do que vocês São), vem um momento no qual o Alinhamento com a Luz e, portanto, a penetração da Luz, torna-se tal que, mesmo o que fazia tela, não pode mais fazer tela, o que provoca, portanto, o desaparecimento da Sombra portada.
Isso é, muito exatamente, de maneira figurada, o que vão reproduzir as circunstâncias (Celestes e Terrestres, Cósmicas e Galácticas) que se desenrolam, nesse momento mesmo.

De onde vocês se colocam, simplesmente, o observar, sem lutar, sem opor-se, sem constranger-se e, para isso eu lhes comuniquei os diferentes Yogas, que lhes dão ferramentas que permitem, ao mesmo tempo, não mais serem subjugados pela Sombra portada, nem mesmo pelo que faz tela e cria a Sombra portada.

A Luz dá a viver, cada vez mais, estados que lhes foram descritos há pouco tempo (pelo Comandante, por outros Anciões, pelas Estrelas).
Meu objetivo não é esse (uma vez que foi perfeitamente realizado por outros que não eu), mas, efetivamente, fornecer-lhes os elementos, não de compreensão, mas de identificação, mesmo, do que se desenrola.

Quaisquer que sejam as palavras empregadas (Infinita Presença, Absoluto, o Choque da Humanidade, o Choque pessoal), elas vão, todas, ao mesmo sentido: permitir-lhes colocar-se, realmente, onde vocês estão e não onde vocês creem estar.
Da atratividade das Sombras projetadas na tela, da atratividade do que faz tela à Luz e cria a Sombra, da própria atratividade da compreensão desses mecanismos decorre a capacidade de Dissolução na Luz, ou não.

O medo está presente na Sombra portada, no que faz tela à Luz e cria a Sombra portada, como no que é visto como uma Fonte afastada.
Não existe, muito logicamente, qualquer meio, onde vocês estão, de poder esperar vencer esse medo.
Apenas quando, e como eu expliquei em meu próprio caminho, da capitulação total, é que se produz a Liberação.
Isso não é sobreponível ao que vocês poderiam nomear um fim de vida ou a morte, no sentido em que nós a vivemos, todos, quando estamos encarnados.

Mas, efetivamente, um processo radicalmente diferente, uma vez que, quando há essa capitulação, o que se revela, então, além da Sombra portada, do que cria a Sombra portada, da Fonte, da Luz do projetor e da tela, é o estado de Paz Suprema, que nada pode vir alterar.
Mas o estado de Paz Suprema não pode ser compreendido em uma das partes.
Ele é o conjunto de partes e a superação das partes.

A Dissolução na Luz é, portanto, de algum modo, uma identificação total à Luz e o que sustenta a Luz.
Perceber isso é, efetivamente (como foi enunciado há muito tempo), uma capitulação ou um Abandono.
Eu os remeto para isso à minha vivência que eu lhes narrei (ndr: sua intervenção de 19 de novembro de 2011).
É quando há uma forma de angústia que submerge (essa submersão que é ligada ao próprio sentimento de desaparecer, ao próprio sentimento de aniquilação em seu último entrincheiramento), que pode produzir-se a Liberação.
É quando, realmente, apercebe-se disso (quando se está situado na cadeia lógica de projeções), que nada pode ser tido e que, mesmo o fato de ter-se o que quer que seja, confina a uma ilusão e confina a um erro de percepção.

O Choque da Humanidade e o Realinhamento (retificado e perfeitamente organizado) com a Luz, que faz, efetivamente, desaparecer a Sombra e o que faz tela à Luz e que cria a Sombra: o corpo e a alma.
Até certo ponto, nós podemos dizer que cada Irmão e cada Irmã tem sua própria Sombra, sua própria tela que faz Sombra, seu próprio cenário, sua própria Luz.
Mas há um momento de Reencontro: é um momento em que cada individualidade (ou cada personalidade) sai de seu esquema que lhe é próprio e inscreve-se em um esquema coletivo.
É, muito exatamente, no que vocês entraram, diretamente.
Pouco importam os nomes.
No Oriente, nós teríamos dito: a Passagem do Kali Yuga ou Satya Yuga (da «Era Sombria» à «Era de Ouro»).
Se nós temos chamado a isso de eras é, obviamente, que não existe qualquer solução de continuidade de uma era a outra.
Há, portanto, uma descontinuidade ou, se preferem, uma ruptura.
Sem essa ruptura, não poderia haver ação coletiva.
É, muito exatamente e doravante, o que está aí para vocês nessa Terra, como para nós, ao redor do Sol.

Dito ao meu modo é, portanto, esse, o mecanismo de Dissolução na Luz.
Quanto mais houver facilidade para não opor-se, mais haverá facilidade, não para rejeitar o que existe, mas, efetivamente para vê-lo, mais haverá capacidade acentuada de Dissolução na Luz.

Qualquer que seja a modificação (e eu tomarei essa imagem), da alimentação em correntes de diferentes projetores, a modificação da alimentação concerne ao conjunto de projetores e ao conjunto de projeções.
É um momento, portanto, de sincronia, o que vocês poderiam chamar uma Porta Estreita ou um Nó Interdimensional.
E é muito exatamente o que se instaura.

Todos os preparativos (como foi repetido) foram realizados.
Tudo o que podia ser aportado, foi aportado.
O que acontece, ainda, nas Sombras portadas, das quais vocês se desviaram, o que acontece, ainda, no que faz tela à Luz, para realizar a Sombra portada, a alma vive em vocês seus últimos impulsos, não de mudança exterior, mas, efetivamente, Interior, como uma revisão ou uma análise do pró e do contra.
Esse mecanismo individual é, também, um mecanismo que se torna coletivo e global.

A prazo (termo que não é ainda conhecido, mesmo se é mais do que iminente), ver-se-á uma resultante.
Essa resultante é o desaparecimento da Sombra portada e o desaparecimento de uma parte do que fazia tela à Luz e criava a Sombra portada.

A alma, algumas almas não finalizaram a Última Passagem.
O resultado disso será, sempre, o desaparecimento da Sombra portada.
A Reconexão e o Reconhecimento da Luz, que leva a uma Dissolução do que fazia tela, permanente ou não permanente, segundo a liberdade de querer recriar, ou não, experiências.

Eu os lembro de que a Infinita Presença e o Absoluto não são, em momento algum, experiências, mesmo se todas as experiências sejam possíveis.
Tudo decorre e tudo decorrerá de sua própria Vibração e do que foi chamado de estado dos seus Quatro Pilares do Coração e, absolutamente, nada mais.

Há, obviamente um principio de vaso comunicante, entre o que foram nomeados os apegos e as resistências.
Isso deve ser visto, como dizia SRI AUROBINDO.
O que acontece e o que vai acontecer (pela Dissolução da Luz, na Luz), é a observação concreta da faculdade para a Transparência, ou da faculdade para a resistência.
Tanto em uma como na outra, ninguém poderá fingir e ignorar o Retorno da Luz.

Aí está, contextualizado (eu repito, ao meu modo), o que se desenrola.
Se temos tempo e se há em vocês interrogações concernentes a esse processo de Dissolução e de Luz, eu os escuto.

Questão: poderia desenvolver sobre o papel da alma?

A alma é um intermediário.
A alma, enquanto vocês estão na personalidade, pode ser considerada como um objetivo.
Existem leis da alma, mas as leis da alma são leis de confinamento.
A alma é uma interface, ela não é uma finalidade.
A alma é ligada à manifestação nessa matéria.

A alma deve ser queimada pela Luz: é a destruição do corpo causal, que permite a Liberação.
Isso é comum, eu diria, à maior parte dos ensinamentos ditos espirituais.
Simplesmente, alguns fizeram da alma uma finalidade e não mais um intermediário.

A problemática da alma, mesmo invisível, é que ela mantém o principio de causalidade.
A Absoluta Presença ou a Infinita Presença é, portanto, a Liberação cármica individual obtida pela Passagem da garganta e pela última Reversão da Ressurreição, favorecida pelo impulso Metatrônico pelo Manto Azul da Graça.

Quando o envelope da alma (ou o corpo causal) é queimado, inteiramente, então, além disso, a Onda de Vida terminou seu caminho.

A alma é uma coloração, uma tonalidade, mas ela não é a tonalidade.
Aquele que está apegado à própria pessoa ou à própria alma, tem a Liberdade a mais total, mas a alma não é o Espírito, a alma não é o Absoluto.

Questão: se não se reage mais a nada, pode-se conhecer, desse modo, o próprio destino?

Não mais reagir a nada esperando conhecer o futuro, estritamente, para nada serve.
Isso mantém uma projeção, uma curiosidade e o mental.
Permanecer Tranquilo, tal como eu defini (ndr: ver, notadamente, sua intervenção de 02 de julho de 2012), não é, simplesmente, uma questão de não reação.

Ficar Tranquilo e viver a Paz é o mais importante.
Não definir um destino: um destino é visto, como tal, apenas pela personalidade.

Questão: só o Abandono à Luz permite fazer de modo a que a alma não seja mais um obstáculo?

Não.
O Abandono à Luz faz tomar consciência, para a alma, da Luz.
Só o Abandono do Si dissolve a alma.

Questão: qual é a distinção entre não reagir aos eventos e ficar Tranquilo?

Ficar Tranquilo é uma atitude Interior, que não se importa com o mínimo evento exterior.
É um estado da consciência.

Considerar a reação ou a não reação é uma atitude da pessoa ou da alma, mas em caso algum, o acesso da consciência à Infinita Presença.

A questão não se coloca assim: aquele que está estabelecido na Infinita Presença ou que está estabelecido além de todo estado, no Absoluto com forma, não se coloca esse gênero de questão.
Colocar-se esse gênero de questão mantém a ilusão da pessoa.
Isso não será, jamais, qualquer melhoria, mas, efetivamente, uma Transcendência direta vivida em um momento preciso, que traduz o próprio Abandono do Si.

Enquanto se coloca a questão do Abandono do Si, ele não pode ser vivido.
A capitulação (o que eu descrevi quando de meu testemunho concernente à minha última vida), poderia ser assimilada a uma angústia, a angústia do desaparecimento e da aniquilação.
É aceitando capitular a isso, que se estabelece a Tranquilidade.
De modo algum, antes.

Isso foi ilustrado, para alguns de vocês, quando a Onda de Vida que sobe a partir do solo e do Núcleo Cristalino, por suas pernas até os dois primeiros chacras, reencontrou, muito precisamente, esse mecanismo.

Ficar Tranquilo não é uma atitude do mental ou uma decisão intelectual, ainda menos, uma decisão da pessoa.
É, já, a tomada de distância em relação à Sombra projetada na tela e com o que cria a tela que projeta a Sombra, que se realiza a Tranquilidade.

Questão: como atingir isso, enquanto dizem-nos, ao mesmo tempo, para permanecer no mundo para continuar nossas ocupações?

Enquanto vocês estão no mundo, sobre esse mundo, vocês não podem, justamente, de modo algum, ser Absoluto com forma, porque se retirar do mundo é uma reação.

Crer que seja preciso estar em uma caverna, em um monastério, em um ashram, ou não importa em qual tipo de templo, é um erro de pessoa.
A mudança de olhar não se importa com suas mudanças de circunstâncias de vida.
Todas as proposições mantidas, é como se você me perguntasse como morrer sem morrer.

Não temos mais perguntas, agradecemos.

Irmãos e Irmãs, de meu Coração ao seu Coração, a Paz e o Amor.

UM AMIGO saúda-os.
Até breve.
_______________
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2 comentários:

  1. Pelo jeito, o conteúdo pós 22/09, e este é o 2º manifestado, vem com carga total, no sentido de dissolver de vez as velhas pendências, de confinamento e ilusões perpétuas, se entregues às suas próprias perspectivas e modo de ser. O foco, enfim, veio dos mais precisos, onde ficou fácil presumir que, neste dito último trimestre planetário, tal conteúdo não dará trégua alguma às pretensões iludidas, cerne da consciência separada, quer seja subentendida no "eu ou no Si". É claro que este enfoque não é de hoje, contudo, já dá para reconhecer que agora, o assunto amadurece em um nível onde a colheita já seria inadiável. Enfim, a Luz da Verdade desce para todos, e não restará esconderijo algum para qualquer que seja a falsificação havida neste mundo.

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  2. 1 - Apenas quando, e como eu expliquei em meu próprio caminho, da capitulação total, é que se produz a Liberação. 2 - Eu os lembro de que a Infinita Presença e o Absoluto não são, em momento algum, experiências, mesmo se todas as experiências sejam possíveis. 3 - O que acontece e o que vai acontecer (pela Dissolução da Luz, na Luz), é a observação concreta da faculdade para a Transparência, ou da faculdade para a resistência. Tanto em uma como na outra, ninguém poderá fingir e ignorar o Retorno da Luz. 4 - Ficar Tranquilo não é uma atitude do mental ou uma decisão intelectual, ainda menos, uma decisão da pessoa.

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