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5 de nov de 2010

ANAEL – 5 de novembro de 2010

DO SITE AUTRES DIMENSIONS


Questão: se a realização do Si comporta duas etapas obrigatórias: a abertura do Coração e o silêncio total do mental, qual é a etapa que precede a outra?

Bem Amada, a realização do Si corresponde ao estabelecimento de certo número de etapas Vibratórias.
Essas etapas Vibratórias são concomitantes ao estabelecimento do silêncio mental.

A primeira etapa é a ativação da Vibração do Coração, do chacra do Coração ou lâmpada do Coração, que pode ser mais ou menos Vibrante, mais ou menos importante.
Mas isso não confere o Samadhi.

A segunda etapa é a ativação do que é chamado a 9ª lâmpada, traduzindo-se, o mais frequentemente, por uma pressão existente na base do que é chamado, hoje, o Triângulo da nova Tri-Unidade.

Em seguida, a alquimia realizada entre o chacra do Coração e a 9ª lâmpada vai permitir realizar a Coroa Radiante do Coração.

É a partir daquele momento que a alquimia com o mental vai poder se fazer e que o acesso ao Supramental vai poder se fazer.

Naquele momento, não há que lutar contra o mental, há que se estabelecer na Vibração e na respiração, permitindo então à Consciência, calcando-se na percepção da Coroa Radiante e na percepção da respiração, penetrar, inteiramente, este espaço chamado o Samadhi.

Esse Samadhi realiza-se a partir do momento em que há realmente ativação da Coroa Radiante do Coração.

Naquele momento, o ser vai penetrar cada vez mais os espaços de silêncio mental em que, pouco a pouco, a personalidade vai se dissolver no Si, no Âtman, como foi chamado pelas tradições orientais.

O silêncio do mental não é uma condição prévia, é a consequência do estabelecimento na vibração da Coroa Radiante do Coração.
Isso é, hoje, grandemente facilitado, de um lado pela reversão do Triângulo dito Luciferiano e, de outro lado, pela liberação do núcleo intraterrestre da Terra, como a liberação do Sol, permitindo-lhes Vibrar diretamente em uma etapa além, que é o alinhamento e a ressonância do Triângulo Tri-Unitário.

Assim, naquele momento, ainda que não haja o que vocês chamam o silêncio mental, o som chamado Nada se modifica nos ouvidos.
Ele se torna muito mais amplo, a Vibração do Coração é substituída pela Coroa Radiante do Coração, dando um sentimento de vastidão e de imensidão no peito.

Naquele momento, a Consciência pode, inteiramente, se imergir nesta respiração do chacra do Coração, mas que não é mais o chacra do Coração.

É por isso que nós o chamamos Fogo do Coração.

É nesse Fogo do Coração que se realizam os primeiros Samadhis, e que vão se estabelecer, de algum modo, progressivamente e à medida de sua repetição, na permanência do Si, mesmo na personalidade que existe no momento do retorno à consciência comum.

Pouco a pouco a Vibração desta Coroa Radiante do Coração, assim como o estabelecimento da Coroa Radiante da cabeça e da Coroa do Coração no interior da Coroa Radiante da cabeça vai permitir o estabelecimento do Samadhi, ou seja, da Vibração da Alegria, de maneira constante.

Obviamente. Nem todos provam a Alegria nas primeiras etapas de abertura do chacra do Coração.
Bem frequentemente existe certo número de resistências, em particular junto a algumas pessoas que têm crenças particularmente bem ancoradas, não correspondendo ao estabelecimento da humildade.

Se a humildade e a simplicidade estão lá, o mental vai muito rapidamente se calar, permitindo o estabelecimento da Coroa Radiante do Coração, da Coroa na Coroa na cabeça e, ao mesmo tempo, na percepção dos três pontos de ancoragem de Cristo, Maria e Miguel.

Naquele momento, o Si se realiza.
Quando o Si está inteiramente realizado há então a possibilidade de ir para a Existência.

Mas o Si deve ser perfeitamente estabelecido antes de poder aceder à Existência.

Hoje, lembrem-se também de que a associação das partículas Adamantinas às suas estruturas físicas e sutis faz com que o corpo e a ressonância da Existência multidimensional venham até vocês.
Do mesmo modo como as Embarcações da Frota Intergaláctica se aproximam de vocês.

Não há, portanto, que lutar contra a atividade mental, mesmo se, efetivamente, existam meios de limitá-la.

O mais importante sendo levar a atenção ao nível do Coração e, portanto, a Consciência, ao nível do chacra do Coração.
Essa não é uma visão do espírito.
Trata-se de um ato consciente, concreto e Vibratório, inteiramente.

Questão: o abrasamento é o momento em que o corpo é percorrido de toda a Luz Vibral?

O Si vive, a um dado momento, um processo chamado dissolução mesmo do Si, e não mais da personalidade.
Esta fusão do Si com o Grande Si, ou com a Luz Vibral, inteiramente, dá uma identificação total à Luz.

Naquele momento, o que é chamado o Fogo do Coração invade as 3 Lareiras e invade a totalidade do corpo, preparando então o corpo para viver as Núpcias Galácticas.

A Alegria que lhes foi descrita nas etapas de abertura, tanto do chacra do Coração como da Coroa Radiante do Coração, manifesta-se assim que a Consciência se imirja, literalmente, nesta Vibração.

Questão: por que, na meditação, sinto meu coração como se ele balançasse?

Bem Amado, isso corresponde ao que é chamada uma instabilidade do Coração: o próprio coração não consegue encontrar seu centro.

Existe, portanto, uma Vibração estabilizando-se no chacra do Coração, não encontrando, de maneira durável, a conexão com o 9º corpo, permitindo estabelecer-se no Samadhi.

O que acontece ao nível do Coração, em um determinado momento, chamado o Switch da Consciência por Sri Aurobindo, é o momento em que se realiza a alquimia entre o chacra do Coração e o que é chamada a 9º lâmpada.

Naquele momento (e unicamente naquele momento) constrói-se a lemniscata sagrada vindo colocar em comunicação a Coroa Radiante do Coração na Coroa Radiante da cabeça.

Assim, portanto, o balanço corresponde a uma percepção Vibratória.
Mas esse balanço deve se tornar respiração, a fim de poder estabelecer a conexão entre o chacra do Coração e o 9º corpo.

O balanço do Coração é uma instabilidade do Coração.
O Coração gira na Coroa Radiante do Coração.
O que gira proporciona o Fogo do Coração, sentimento de imensidão existente no peito e imersão total no Samadhi.

O Samadhi, paradoxalmente, é imobilidade.
Ele não é a mobilidade, mesmo se a Coroa Radiante do Coração seja percebida como um turbilhão em um dado momento.
O que gira é o chacra do Coração, e não a Consciência.

Questão: que é preciso fazer se esse fenômeno se produz?

Ser.
Abandonar e se abandonar.

O abandono à Luz, assim como já o descrevi, há agora quase dois anos, corresponde, inteiramente, à vivência do Samadhi.

Enquanto há resistência, enquanto há vontade, não pode haver abandono total à Luz e, portanto, não pode haver Mestria total de si mesmo.

A Mestria do Si é, de fato, apenas a revelação do Si, realizada justamente pelo abandono.

A palavra Mestria tem, portanto, dois gumes, porque a Mestria não é jamais um controle, porque a Mestria não é jamais e não será jamais uma vontade, mas, efetivamente, um abandono e um abandono total de sua vontade própria para a Luz.

Isso se traduz por um processo que é chamado «a pequena morte».
Cada um vai vivê-la ao seu modo.

Certo número de resistências podem se manifestar, naquele momento, bloqueando literalmente o acesso ao Samadhi, e limitando a Vibração, justamente, no que é chamado o chacra do Coração, permitindo uma Vibração muito centrada no ponto central da barra de Luz do chacra do Coração, mas não permitindo aceder ao 9º corpo.

A partir do instante em que se estabelece a conexão entre o chacra do Coração, ou lâmpada cardíaca, e a nova lâmpada chamada 9º corpo, estabelece-se certo número de conexões, assim como eu o disse, entre o Coração e a cabeça, realizando o abandono à Luz, sendo concomitantes.

Naquele momento, o som chamado canto da alma vai se modificar, traduzindo o acesso, não mais à alma, mas ao Espírito.

A alma é uma criação da matriz.
A vontade da alma poderia corresponder à vontade do ego, mas em outro nível.
A alma tem uma polaridade que pode se traduzir através de certo número de manifestações, certamente espirituais, mas a alma não é o Espírito.

Questão: para buscar a Vibração do Coração, no início desse processo, há uma vontade para ir para. Isso deve parar para se abandonar, em um determinado momento?

Inteiramente.
É o momento da rendição do ego, chamada crucificação do ego, ou morte do ego.
Não pode haver realização do Si, ou seja, a ativação completa da Coroa Radiante do Coração, vivência do Samadhi e da Alegria, enquanto o ego não é crucificado.

Questão: o Espírito tem uma polaridade, assim como a alma?

Absolutamente não.
O Espírito É.

As polaridades manifestam-se através do que é chamado de 4 Linhagens espirituais.
Essas polaridades não são polaridades bem/mal ou mais/menos, mas muito mais complexas do que isso.

O Espírito em si, a Existência, não tem qualquer polaridade, a não ser a que decide o próprio Espírito, ou seja, de sua própria polaridade que é variável, mutável, a cada instante, permitindo-lhe, aliás, devido a esta mutabilidade, operar de modo multidimensional.

Questão: as polaridades femininas e masculinas existem fora da matriz?

Elas existem em algumas camadas da multidimensionalidade.
Elas não existem mais na finalidade.

Algumas entidades evoluem ao nível da 18ª Dimensão, ou seja, estabelecem em sua esfera de Vida na 18ª Dimensão, mas percorrendo o conjunto das Dimensões, para manifestar alguns conceitos criadores e criar alguns mundos, têm uma polaridade que vocês poderiam chamar de feminina.
Mas não vejam aí qualquer conotação humana.

Não se trata de uma polaridade efetiva, mas de uma polaridade de função, que desaparece assim que a função é materializada em certo grau de Dimensão.

Questão: o que é então do que se poderia chamar o princípio masculino da Fonte e o princípio feminino da Fonte?

Isso corresponde a um princípio centrífugo e centrípeto.

É o sentido da orientação da energia ou da Consciência.
Mas não é uma polaridade, no sentido em que vocês entendem, mesmo se falamos de polaridade masculina e feminina.

O cérebro humano tem a tendência a conceber a polaridade, além da feminilidade e da masculinidade, como algo muito específico.

É muito difícil colocar palavras no que é chamada polaridade, nos mundos Unificados, tanto mais se nos aproximamos da Dimensão da Fonte.

Questão: quando consigo contatar meu Coração, tenho vontade de rir. Por que?

Bem Amada, contatando o Coração, há contato com a Alegria e ressonância com uma forma de risos.

O Samadhi é o estabelecimento na Alegria.
A Alegria pode se exprimir pelo riso, como por uma interioridade, ou, para alguns outros que observariam, por uma ausência.
Mas o princípio é o mesmo.
A realidade também.
A tradução pode ser diferente.

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Compartilhamos essas informações em toda transparência. Agradecemos de fazer o mesmo, se a divulgarem, reproduzindo integralmente o texto e citando a fonte: www.autresdimensions.com.

Versão do francês: Célia G. http://leiturasdaluz.blogspot.com

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